sexta-feira, agosto 23, 2013

Filipe Lima termina o terceiro dia com - 16

foto: europeantour
Mais uma vez, Filipe Lima continua a impressionar, ao terminar este terceiro dia com 66 pancadas, mais uma pancada do que ontem. Hoje apenas fez quatro birdeis, vez mais um eagle, acabando por fazer um bogey no buraco 97, um par 3. 
Filipe Lima, esta neste momento está na primeira posição com menos 16 pancadas.
(foto Europenatour)


quinta-feira, agosto 22, 2013

Filipe Lima continua sua boa forma em Genebra

foto: europeantour
José-Filipe Lima continua a impressionar com seu actual momento de forma, ao fazer uma volta de 65 pancadas, com seis birdeis e um eagle. A "manchar" apenas o bogey no buraco 9. Depois de ontem ter feito 69 pancadas. Lima partilha o primeiro lugar com o Sueco Jens Dantrop, numero 38 do Ranking do Challenge Tour
(foto Europenatour)

Lobo Marinho com uma viagem extra em Setembro

 
No dia 1 de Setembro, (Domingo), o navio Lobo Marinho, irá efectuar uma viagem extra.
Assim sendo o horário para este dia é o seguinte:
Funchal/Porto Santo – 8h e 17h30
Porto Santo Funchal – 14h e 21h

terça-feira, agosto 20, 2013

VIVER O GOLFE



Durval Pedroso e Marco Frenette escrevem o livro "Viver o Golfe"

No passado dia 15 de Agosto em São Paulo, no Centro Brasileiro Britânico foi lançado, o livro Viver o Golfe, da autoria dos escritores Durval Pedroso e Marco Frenette, com a receita deste obra a reverter para as obras sócio-educativas da Casa da Paz
Numa acção criativa, a instituição beneficente Casa da Paz lança um livro de literatura golfística. A totalidade das receitas da venda deste livro será revertida para as obras assistência social dessa entidade que actua desde 2004 no município paulista de Embu-Guaçu, uma região com acentuada necessidade de acções preventivas na área da infância e adolescência. “Atendemos centenas de crianças e jovens com nossos programas sócio-educativo, que oferecem inúmeras actividades, indo desde arte, teatro e música até desporto, reciclagem e informática. E o golfe, com sua bela tradição de benemerência, ajuda enormemente a Casa da Paz. Estamos felizes de lançar esse livro como mais uma de nossas acções para levantar os fundos necessários para darmos continuidade ao nosso trabalho”, referiu  Simone de Lemos, directora executiva desta instituição.
Escrita por Durval Pedroso e Marco Frenette, Viver o Golfe aborda aspectos éticos, filosóficos e técnicos do golfe. “São textos que levam ao público golfista, e também ao não golfista, um pouco da enorme variação temática e dos inúmeros prazeres e seduções que compõem o universo desse jogo admirável”, diz Pedroso, empresário e dirigente desportivo que ocupa actualmente o cargo de vice-presidente técnico da Federação Paulista de Golfe. “O livro também é um elogio ao estilo de vida saudável e ligado à natureza que o golfe proporciona e incentiva”, completa Marco Frenette, escritor e pesquisador de golfe, com outras obras já lançadas, a exemplo de Fundamentos da Cultura Golfística e A Etiqueta do Golfe.

segunda-feira, agosto 19, 2013

Pedro Figueiredo - Campeonato Nacional PGA PORTUGAL


Joaquim Sequeira e Pedro Figueiredo campeões nacionais de profissionais de 2013

O JOVEM DE 22 ANOS, PROFISSIONAL APENAS HÁ UM MÊS, CONQUISTOU O PRIMEIRO TORNEIO DO PGA PORTUGAL TOUR QUE DISPUTOU E JUNTOU O TÍTULO NACIONAL DE PROFISSIONAIS AOS DOIS QUE JÁ TINHA COMO AMADOR EM 2007 E 2008


Pedro Figueiredo sagrou-se passado domingo (dia 18 ) campeão nacional de profissionais, ao vencer o Campeonato Nacional PGA, torneio de 8.300 euros em prémios monetários, organizado pela PGA de Portugal no Pestana Golf Resort de Vila Sol, no Algarve.
O profissional da Quinta do Peru juntou o seu primeiro título de profissionais aos dois alcançados enquanto amador em 2007 e 2008. Têm sido poucos os jogadores capazes de vencer ambos os campeonatos e “Figgy” juntou-se a Sean Côrte-Real, Nuno Campino e Hugo Santos. Note-se que Gonçalo Pinto, em 2012, cometeu a proeza inédita de ser o 1º classificado em ambos os Campeonatos Nacionais, num mesmo ano, mas no de profissionais não pode ficar com o título por ter ainda o estatuto de amador.
«São dois Campeonatos Nacionais, cada um com as suas características. Não ligo muito a esses recordes, mas estou orgulhoso de ter sido campeão nacional amador e profissional. Cada um vale o que vale e este foi alcançado diante de grandes jogadores. É um título com categoria», afirmou, após receber o primeiro prémio monetário da sua carreira, de 1.400 euros.
«Sinto-me bem por ter ganho o meu primeiro prémio, mas é mais simbólico. Tive a sorte de começar a minha carreira há um mês com patrocínios e não sinto a pressão de meter um “putt” para poder pagar o hotel. Veja-se como nos três primeiros torneios do Challenge Tour que joguei gastei cerca de 6 mil euros», acrescentou.
Mais importante para Pedro Figueiredo é a sensação com que sai de Vila Sol: «Dá-me confiança e motivação para o futuro. Um título de campeão nacional tem sempre prestígio e é uma sensação óptima depois de três torneios menos conseguidos no Challenge Tour».
Foi uma vitória “wire-to-wire”, como se diz na gíria do golfe, ou seja, liderando a prova do início ao fim, com o sabor especial de ir dilatando cada vez mais a sua vantagem. Após as 69 pancadas, 3 abaixo do Par, de sexta-feira, terminou a primeira volta com 1 “shot” de vantagem do 2º classificado, Artur Freitas. No sábado apresentou um “score” de 70 (-2) e no final da segunda volta já dispunha de 5 de avanço sobre o novo 2º posicionado, Tiago Cruz. Hoje, repetiu o resultado de 70 (-2) e concluiu a terceira e última ronda com um fosso de 8 pancadas sobre o mesmo Tiago Cruz.
“Figgy”, de 22 anos, totalizou 209 (-7), foi o único a jogar abaixo do Par de Vila Sol nas três voltas, o único a chegar aos 54 buracos abaixo do Par, somando em três voltas 13 “birdies” e apenas 6 “bogeys”.
Mais “birdies” poderiam ter caído para o seu lado, «se tivesse estado mais concretizador nos “greens”», mas esse foi o único aspecto em que se sentiu menos bem. De resto, o discurso de hoje repetiu o dos dias anteriores, «muitos “fairways”, muitos “greens”, jogo consistente». Talvez o aspecto mais importante, ter conseguido dominar finalmente o “back-nine”, dado ter carimbado “birdies” nos buracos 14 e 15 e ter sofrido um “bogey” no 17. O “front-nine” foi, como de costume, positivo, com pancadas ganhas no 4 e no 6 e apenas 1 perdida no 7.
O antigo top-ten mundial amador, profissional há apenas um mês, nunca sentiu o título em perigo, pois deu-se ao luxo de assinar o melhor cartão do dia. E os perseguidores mais directos ficaram bem atrás: Tiago Cruz com 73 (+1) e António Rosado com 75 (+3): «O Tiago começou bem, com um “birdie” no buraco 1, mas depois teve “bogeys” no 2 e 3, pelo que, quando fiz o meu primeiro “birdie” no 4 senti-me logo mais à vontade, sempre em controlo”. Tiago Cruz terminou em 2º com 1 acima do Par.
À excepção de Pedro Figueiredo, só mais dois jogadores bateram hoje o Par-72 do campo: o algarvio Ricardo Santos e o açoriano André Medeiros, ambos com 71 (-1).
Para Ricardo Santos, de 30 anos, o mais conceituado profissional português e o único a representar Portugal no European Tour, esta terceira volta foi importante porque foi a sua única abaixo do Par, depois de 72 e 75 nos dias anteriores e permitiu-lhe subir de 5º para 3º, com 2 acima do Par. Há um ano não pôde defender o título de campeão nacional conquistado em 2011 e este ano obteve, apesar de tudo, um razoável 3º lugar.
O seu irmão mais velho, Hugo Santos, de 33 anos, defendia o título averbado no ano passado, mas uma terceira volta de 74 (+2) manteve-o no 5º lugar, com um agregado de 5 acima do Par, empatado com Almerindo Sequeira, o treinador de Ricardo Santos.
Continuando a referir antigos campeões nacionais, António Rosado, o titulado em 2009, terminou em 4º (+4); António Sobrinho, o recordista de 11 troféus nacionais, foi 7º (+6); e Henrique Paulino, coroado em 2003, concluiu em 17º (+25).
O top-ten integrou ainda os açorianos Artur Freitas e André Medeiros, respectivamente em 8º (+9) e 9º (+11), bem como o algarvio José Dias em 10º (+12).
Note-se que José Dias não quis defender o seu título de campeão nacional de seniores de 2012, preferindo jogar o torneio principal. Como costuma referir o profissional da Oceânico Golf, dá-lhe mais gozo ser top-ten entre os mais jovens do que nº1 de veteranos.
E o novo campeão nacional de seniores é Joaquim Sequeira, o carismático treinador de Vilamoura, também da Oceânico Golf, com 7 acima do Par, voltas de 75 e 76. O 2º lugar, a 7 de distância de Sequeira, foi partilhado pelo ex-seleccionador nacional, Sebastião Gil, e pelo britânico Brian Evans.
Este ano não houve Campeonato Nacional Feminino por falta de inscritas.
TEXTO:  Press PGA PORTUGAL 

FOTO: Ricardo Lopes 
 


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A minha sardinha é o golfe : Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golf...