quinta-feira, junho 18, 2015

US Open 2015

Mike Davis
O "duelo" está aberto entre jogadores e o diretor da USGA

Mike Davis nunca jogou golfe como profissional, e nem se sabe qual é seu nível de jogo neste desporto. Mas, mas  é o diretor-executivo da Associação de Golfe dos Estados Unidos (USGA) e tem o poder de alterar as condições do complicado percurso de Chambers Bay, que recebe nesta semana a 115ª edição do US Open.
"Vai ser interessante ver que opções Mike tomou e como as usará", disse Tiger Woods em referência a Davis, que guardou cuidadosamente o sigilo das medidas que tomará para impedir resultados muito acima do par ou
As 41 "improvements" 
actuações inalcançáveis, como as do alemão Martin Kaymerou do norte-irlandês e número um do mundo Rory McIlroy em recentes edições deste Major.
A edição 2015 do torneio é marcada por uma novidade. Esta é a primeira vez na história que um US Open é disputado no noroeste do país, e o campo de Chambers Bay, com apenas dez anos, é um completo desconhecido para a maior parte dos concorrentes. Este percurso, por muitos apelidado como o Saint Andrews dos Estados Unidos, em referência ao histórico campo. Chambers Bay tem no seu curriculo, alguns dos mais cumpridos pares 4; (buarco 5 – 425 metros, buraco 7 - 440 metros, buraco 11 – 417 metros, buraco 13 – 443 metros, buraco 14 – 453 metros e por fim um buarco 5 com 509 metros. Aliás este buraco é uma das “transformações” da USGA, passou do inicial par 4 par um par 5 neste torneio.
Aliado a todas as alterações da USGA, é os rápidos, estreitos e muito ondulação fairways e os extensos dos greens, alguns com oum desenho bem estranho. 
Buraco 1 - Par 5, 509 metros
O vencedor do Masters de Augusta, Jordan Spieth, é um dos poucos que já jogou neste campo e conta com um caddy natural da região. Estes dois factores, junto com a maturidade e a paciência que demonstrou aos 21 anos, podem ajudá-lo a repetir a façanha de Tiger Woods em 2002, quando conquistou o Masters e o US Open no mesmo ano.
"A chave é ser inventivo", disse Spieth, sobre sua estratégia para o segundo Major do ano é a maneira de encarar as condições em transformação dia a dia e inclusive da manhã para a tarde em Chambers Bay.
Além disso, a USGA reservou-se a possibilidade de poder mudar a extensão, a dificuldade e até o par do campo em função dos resultados dos primeiros dias.
Os 156 jogadores, dos mais de 10.000 jogadores que disputaram os vários torneios que davam acesso a esta prova, vão ter de ser muito inventivos e alguma dose de paciência para lidar com Chambers Bay e os desafios que lhes forem impostos pelo diretor-executivo da USGA.
Mike Davies, está empenhado em recuperar a tradição do US Open com um resultado final próximo do par, e que o vencedor não seja o que fizer mais birdies e acertar mais shots, mas o que fizer menos bogeys.
Agora, resta esperar que esta já controversa no set-up, traga resultados a favor do golfe 

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