sexta-feira, julho 28, 2017

Oceânico World Kids Golf - Portugal em Grande

Inês Belchior
ANA DA COSTA RODRIGUES 
E INÊS BELCHIOR TRAZEM TÍTULOS PARA PORTUGAL



Ana da Costa Rodrigues e Inês Belchior venceram hoje (dia 28) os torneios de sub-12 e de sub-10 do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial amador de golfe, cuja nona edição reuniu 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Silves.
Inês Belchior já sabia que iria sagrar-se vencedora, dado ser a única menina no seu escalão, mas até por isso mesmo é de elogiar ter mantido a vontade de jogar bem, como pode ver-se pelos bons resultados nos dois últimos dias, com 25 e 16 pontos, depois de uma jornada inaugural menos boa, de 13 pontos, para um total de 54 pontos.
Ana da Costa Rodrigues
Ana da Costa Rodrigues, por seu lado, teve concorrência, mas dominou-a na perfeição, ao liderar desde o primeiro dia. «Devo estar na melhor fase. Não me lembro de alguma vez ter tido assim vitórias seguidas», disse, referindo-se aos triunfos recentes no Campeonato Nacional de Jovens e no Campeonato Internacional Juvenil da Áustria, nas semanas anteriores. Ana da Costa Rodrigues totalizou 78 pontos, com voltas de 24, 28 e 26. «Os resultados não foram bons como queria, mas é sempre bom ganhar», concluiu a jogadora que já tinha sido campeã da prova no escalão de sub-10.
Uma situação semelhante à de Inês Belchior viveu Margaux Silva, a francesa filha de uma portuguesa e de um francês, que sabia de antemão ir ganhar no escalão de sub-18, o que ainda é mais importante para ela, pois este escalão etário atribui pontos para o ranking mundial amador e a luso-francesa está a pensar em ir estudar para os Estados Unidos, onde o valor das bolsas de estudo leva em consideração essa cotação internacional. Margaux Silva (que admite poder um dia jogar por Portugal como Filipe Lima e Joana de Sá Pereira depois da experiência nos Estados Unidos) agregou 228 pancadas, 12 acima do Par, com voltas de 74, 74 e 79.
Nos restantes torneios, houve outras prestações portuguesas de muito bom nível, a começar por Filipa Capelo (74+82+81), que só perdeu o título de sub-16 no último buraco, ao cometer o duplo-bogey que a deixou a 2 pancadas da campeã, a inglesa Megan Simons. Depois de participar por cinco vezes neste Oceânico World Kids Golf, Megan Simons venceu finalmente, com 235 (77+79+79), +19. «Vou voltar de certeza para o ano, adoro o torneio, mas senti pena pela Filipa, porque ela jogou muito bem e teve pouca sorte no final».
Também nos sub-16, Martim Batista foi a agradável surpresa da prova. Não é dos mais badalados jogadores no seu escalão etário em Portugal, mas joga bom golfe e sagrou-se vice-campeão com boas prestações de 70, 72 e 74. Igualar o Par do campo no difícil Oceânico Faldo Course é um bom resultado e só não ganhou porque enfrentou um super Owen Meeds, simplesmente o melhor jogador de todo o torneio em todos os escalões, com duas grandes voltas de 69 (-3) para abrir e fechar a prova. Só a volta do meio de 74 (+2) estragou um pouco a bela pintura de Meeds, que fechou com 212 (-4).
Nos sub-14, Mafalda Brito foi 3ª (+37), numa prova ganha pela inglesa Sarah Mardani (+13), uma jogadora do treinador português residente em Inglaterra, Pedro Lemos. Nos sub-9, Rodrigo Santos e António Trindade (ambos com +10) ficaram em 3º e 3º, a apenas 2 pontos do campeão Luca Randall, de Inglaterra. Nos sub-10, Konstantin Mikirtumov, que tem nome eslavo mas é português, foi 3º (+30) a 11 pontos de distância do campeão, o inglês Oscar Lent. Nos sub-12, João Iglésias fez uma grande prova e foi vice-campeão (+7), só superado pelo surpreendente escocês Andrew Hendry (-3). Nos sub-14, Pedro Silva fez uma boa prova de trás para a frente (78+73+72) para terminar vice-campeão (+7) a 4 pancadas do inglês John Keane (+3).
O Oceânico World Kids Golf fechou em beleza com uma cerimónia de entrega de prémios muito concorrida e animada, na qual se destacaram as presenças dos presidentes da PGA de Portugal (José Correia) e do Ladies European Tour, o circuito profissional europeu feminino (Mark Lichtenhein). Chris T. Howell, o presidente do Grupo Oceânico, não pode  estar presente, tendo sido forçado a deslocar-se subitamente ao Reino Unido, nas numa entrevista concedida à Sky Sports, ainda no Amendoeira Golf Resort, prometeu uma bela festa para a 10ª edição do próximo ano.
As classificações e resultados dos vencedores e dos melhores portugueses, no final do torneio foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogaram no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam-se no Oceânico O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 29 pontos (10+8+11), +28.
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 46 pontos (16+15+15), +9; 3º Rodrigo Santos (Portugal), 44 pontos (13+16+15), +10.

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 54 pontos (13+25+16), +67.
Sub-10 masculinos: 1º Oscar Lent (Inglaterra), 91 pontos (25+31+35), +17; 3º Konstantin Mikirtumov (Portugal), 80 pontos (27+23+30), +30.

Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 78 pontos (24+28+26).
Sub-12 masculinos: Andrew Hendry (Escócia), 111 pontos (36+38+37), -3; 2º João Iglésias (Portugal), 101 pontos (31+36+34), +7.

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 229 pancadas (72+76+81), +13; 3ª Mafalda Brito 253 (91+84+78), +37.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 219 pancadas (70+71+78), +3; 2º Pedro Silva (Portugal), 223 (78+73+72), +7.

Sub-16 femininos: 1ª Megan Simmons (Inglaterra), 235 pancadas (77+79+79), +19; 2ª Filipa Capelo (Portugal), 237 (74+82+81), +21.
Sub-16 masculinos: 1º Owen Meeds (Inglaterra), 212 pancadas (69+74+69), -4; 2º Martim Batista (Portugal), 216 pancadas (70+72+74), Par.

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 228 (74+75+79), +12.

Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 218 pancadas (70+74+74), +2; 8º João Gouveia (Portugal), 257 (88+89+80), +41.Foto de: Carla Guerreiro Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quinta-feira, julho 27, 2017

Campeonato Nacional de Jovens


NO SANTO ESTÊVÃO GOLFE, ANA DA COSTA RODRIGUES, RODRIGO MARQUES SANTOS E ALBERTO COSTA MARQUES SAGRAM-SE CAMPEÕES NACIONAIS MAS O ESPANHOL KOSTKA HORNO FOI O MELHOR NOS SUB-12

Ana da Costa Rodrigues, Rodrigo Marques Santos e Alberto Costa Marques sagraram-se campeões nacionais de jovens nos escalões etários de sub-10 e sub-12, enquanto o espanhol Kostka Horno foi o melhor nos sub-12, mas não pode ver-lhe atribuído o estatuto de campeão nacional por não ser português.
O Campeonato Nacional de Jovens está a ser organizado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) no Santo Estêvão Golfe, e continua a decorrer até sexta-feira no campo do Grupo Orizonte no concelho de Benavente, agora nos escalões de sub-14, sub-16 e sub-18.
Um total de 67 jogadores de 18 clubes (incluindo as duas regiões autónomas dos Açores e Madeira) esteve presente em Santo Estêvão durante dois dias e a competitividade foi a nota dominante, para além do bom nível de golfe manifestado, sobretudo pelo evento de sub-12 masculino. Os sub-10 jogaram nove buracos por dia, enquanto os sub-12 competiram em 18 buracos diários.
Veja-se como o título de sub-10 masculino foi decidido por 1 único ponto, enquanto a vitória nos sub-12 masculinos também foi determinada por 1 escassa pancada. Só no torneio feminino de sub-12 não houve incerteza até ao fim, dada a superioridade de 12 pancadas! Ana da Costa Rodrigues, do Club de Golf de Miramar liderou desde o primeiro dia e totalizou 164 pancadas, 18 acima do Par, com voltas de 86 e 78. A vice-campeã nacional foi Diana Barros, do Oporto Golf Club, com 176 (90+86), +30.
Rodrigo Marques Santos, da Associação Quinta do Lago, era 2º no final de uma primeira volta de 12 pontos (stableford gross), mas depois fez 14 pontos no segundo dia, para vencer com 26 pontos, 11 acima do Par. Tomás Afonso Araújo, de Miramar, até conseguiu no segundo dia a melhor volta de todo o torneio, com 15 pontos, mas na jornada inaugural só conseguira 10 pontos, pelo que agregou 25 (+11), ficando a 1 ponto do campeão. Alberto Costa Marques adicionou 156 pancadas, 10 acima do Par, resultantes de voltas de 76 e 80, e foi o melhor português da competição, razão pela qual levou para Miramar o título de campeão nacional. No entanto, ficou a 1 ponto do melhor jogador do torneio, o espanhol Kostka Horno (voltas de 77 e 78). Apesar de representar o Quinta do Vale Golf & Country Club, Kostka Horno não pode receber o título de campeão nacional, mas foi premiado com um troféu pelo melhor resultado da prova, de 155 pancadas, 9 acima do Par.
vice-campeão nacional de sub-12 foi outro jogador de Miramar, Pedro Afonso Freitas, com 159 pancadas, 13 acima do Par, entregando cartões de 77 e 82.
Tanto Ana da Costa Rodrigues como Rodrigo Marques Santos foram pela primeira vez campeões nacionais e o próprio Kostka Horno considerou ter sido a sua vitória mais importante de sempre. Já Alberto Costa Marques confirmou nos sub-12 o que já tinha feito em 2015, em Miramar, quando foi campeão nacional de sub-10.
«Era um objetivo que tinha há muitos anos, depois de ter ficado em 2º em três campeonatos, portanto, ganhar foi um objetivo realizado», disse Ana da Costa Rodrigues, de 12 anos, que tinha sido vice-campeã de sub-10 no Jamor em 2014 (perdeu para Maria Barroso Sá) e em Miramar em 2015 (cedeu para Diana Barros, de quem agora se desforrou), e ainda vice-campeã de sub-12 no Jamor em 2016 (superada por Sofia Barroso Sá).
Houve uma diferença notória nas condições de jogo entre o primeiro e o segundo dia de prova, sobretudo no que se refere às elevadas temperaturas na primeira volta, bem superiores a 30 graus. «Não quero usar isso como desculpa – referiu a jogadora treinada pelos irmãos Nelson e Sérgio Ribeiro – e havia muitas coisas a melhorar depois do primeiro dia e no segundo já melhorei, sobretudo meti mais putts».
O sucesso de Alberto Costa Marques foi o menos surpreendente neste campeonato, por tratar-se de um jovem de 12 anos que tem dominado de forma avassaladora o Circuito Drive da FPG, onde é quase invencível. Tal como Ana da Costa Rodrigues, é treinado pelos irmãos Nelson e Sérgio Ribeiro.
«No ano passado não consegui ganhar, porque correu-me mal, mas este ano fiz uma grande primeira volta, a segunda já não correu tão bem, mas chegou para ganhar», disse Alberto Costa Marques, que, apesar de ter preferido ser também o 1º classificado, para além de campeão nacional, não deixou de elogiar a presença e a rivalidade com Kostka Horno: «Gosto de sentir que há competição entre nós, isso puxa mais por mim. O meu adversário é bom e eu tive de esforçar-me mais para acompanhá-lo. O melhor no meu jogo foram os ferros e o putt, já o pior foi o drive e as madeiras. Acho que foi importante esquecer o calor e adaptar-me».
Se Ana da Costa Rodrigues e Alberto Costa Marques pertencem a famílias há muito ligadas ao golfe, com irmãos mais velhos que também são campeões na modalidade, já Rodrigo Marques Santos, de 9 anos, diz que só começou «a jogar golfe há três anos e a competir em torneios há dois» e que gosta de acompanhar no circuito «o Pedro Figueiredo e o Ricardo Melo Gouveia». E na sua primeira grande entrevista que deu já parecia um golfista traquejado.
«Ser campeão nacional era uma coisa que sabia que era possível. No primeiro dia comecei bem, mas depois cheguei ao segundo (buraco) Par-5 e “furei”. Depois pensei “já passou” e consegui fazer dois pares. No final do primeiro dia ia em 2º, com 1 ponto de desvantagem. No segundo dia comecei logo bem e no primeiro buraco empatei logo e depois correu bem, os chips estavam bons», analisou o jogador dos treinadores José Ferreira e Nuno Silva.
José Ferreira, treinador na Quinta do Lago, define «Rodrigo como um jogador completo para a idade. Bate forte na bola com uma distância grande para a sua idade e isso é uma vantagem. Tinha limitações no jogo curto e, como é costume nestas idades, na gestão das emoções. Trabalhámos muito nessas áreas e ele é hoje um jogador mais forte, sabe estar no campo e está mais tranquilo, como se vê por ter ganho os três últimos torneios que jogou (Circuito Drive no Jamor, US Kids em Santo Estêvão e o Campeonato Nacional de Jovens em Santo Estêvão), o que mostra uma maturidade evoluída para a idade».
Na cerimónia de entrega de prémios estiveram presentes José Luís Figueiredo, diretor do Santo Estêvão Golfe; Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG; António Vasconcelos, diretor de torneio; e Nelson Ribeiro, selecionador nacional.
Em declarações à GMK, Miguel Franco de Sousa considerou o balanço «positivo. Os clubes estão a fazer um bom trabalho não só em terem mais jogadores, mas também em treiná-los. Termos tantos jovens significa que temos o futuro da modalidade assegurado. O crescimento tem de ser sustentável e estes são jovens que à partida não irão deixar a modalidade porque jogam a um nível em que só querem melhorar e dentro de meia dúzia de anos vamos ver os frutos desta “cantera”».Foto de: Filipe Guerra / GolfTattoo Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, julho 26, 2017

Oceânico World Kids Golf - MARTIM BATISTA COMANDA NOS SUB-16



Rodrigo Santos
Martim Batista saltou hoje (dia 26) para o comando do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial de golfe, cuja nona edição reúne 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Sines, até sexta-feira.
O jogador do clube Vale de Janelas, inserido no escalão de sub-16, é um dos únicos quatro jogadores que estão abaixo do Par no final da segunda das três voltas da competição organizada pelo Grupo Oceânico e logo no Oceânico Faldo Course, o mais difícil dos dois campos do Amendoeira Golf Resort.
Martim Batista igualou hoje o Par-72 e soma 142 pancadas, 2 abaixo do Par, dispondo de apenas 1 pancada de vantagem sobre os ingleses Bailey Osborne (75+68) e Owen Meeds (69+74). Osborne fez hoje a melhor volta do torneio e Meeds tinha alcançado esse feito ontem, mas Batista lidera por ser o mais regular dos três (70+72).
Oscar Lent
Ainda nos sub-16, Filipa Capelo, da Quinta do Lago, perdeu a liderança mas apenas formalmente, dado que as suas 156 pancadas, 12 acima do Par (voltas de 74 e 82), são exatamente as mesmas da inglesa Megan Simmons (77+79). O sistema de desempate dita que a britânica surja no topo da classificação por ter jogado melhor no segundo dia.
Nos sub-12, a campeã nacional da categoria etária dilatou o seu comando. Apesar de já estar ontem na frente, Ana da Costa Rodrigues não tinha ficado satisfeita com os 24 pontos stableford gross do primeiro dia e hoje melhorou a sua prestação, com 28. A jogadora do Club de Golf de Miramar tem agora mais 11 pontos do que a inglesa Ava Bates (21+20), treinada em Inglaterra pelo treinador português Pedro Lemos.
Nos sub-10, Inês Belchior é a única jogadora em competição, pelo que já sabe que irá vencer mas, até por isso mesmo, deve ser elogiada por ter melhorado imenso do primeiro para o segundo dia, com 13 pontos na primeira volta e 25 hoje. Foi o terceiro melhor resultado do dia no escalão de sub-10, incluindo os 13 rapazes em prova.
Situação semelhante acontece com a luso-francesa Margaux Silva, a única jogadora de sub-18, que está a fazer uma bonita prova, com voltas de 74 e 75, para um agregado de 5 pancadas acima do Par, o que lhe dá o 3º lugar numa eventual classificação mista de sub-18.
Dos portugueses que não lideram há alguns que, apesar de tudo, se destacaram hoje, a começar por Rodrigo Santos, da Quinta do Lago, que fez o melhor resultado do dia nos sub-9, 16 pontos, igualando os 16 pontos de ontem do líder, o inglês Luca Randall. «Ontem estive mal nas saídas e hoje mais ou menos. O que fiz foi não jogar de drive e mudar para a madeira. E no buraco 4 hoje nem de madeira joguei porque ontem tinha ido para o lago», disse o campeão nacional de sub-10, que é agora 2º classificado, a apenas 2 pontos do 1º.
Nos sub-10, Tomás Araújo está muito consistente com voltas de 25 e 26 pontos no 3º lugar, enquanto nos sub-12 João Iglésias subiu de 8º a 3º depois de 36 pontos hoje, muito melhor do que os 31 de ontem. Boa subida também de Pedro Silva ao 3º lugar, dos sub-14, depois de fazer a segunda melhor volta do dia no seu escalão, em 73 pancadas.

Resultados e classificações

As classificações e resultados dos líderes e dos melhores portugueses, no final da segunda volta foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogam no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam no O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 18 pontos (10+8).
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 31 pontos (16+15); 2º Rodrigo Santos (Portugal), 29 pontos (13+16).

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 38 pontos (13+25).
Sub-10 masculinos: 1º Oscar Lent (Inglaterra), 56 pontos (25+31); 3º Tomás Araújo (Portugal), 51 pontos (25+26).

Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 52 pontos (24+28).
Sub-12 masculinos: Andrew Hendry (Escócia), 74 pontos (36+38); 3º João Iglésias (Portugal), 67 pontos (31+36).

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 148 pancadas (72+76), +4; 3ª Maria Barroso Sá (Portugal), 174 (86+88), +30.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 141 pancadas (70+71), -3; 3º Pedro Silva (Portugal), 151 (78+73), +7.

Sub-16 femininos: 1ª Megan Simmons (Inglaterra), 156 pancadas (77+79), +12; 2ª Filipa Capelo (Portugal), 156 (74+82), +12.
Sub-16 masculinos: 1º Martim Batista (Portugal), 142 pancadas (70+72), -2.

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 149 (74+75), +5.
Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 144 pancadas (70+74), Par; 8º João Gouveia (Portugal), 177 (88+89), +33.
Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira


Oceânico World Kids Golf


136 JOVENS DE 13 PAÍSES
NO AMENDOEIRA GOLF RESORT
A CONTAR PARA RANKING MUNDIAL


Ana da Costa Rodrigues, Filipa Capelo, e ainda Konstantin Mikirtumov são os portugueses que assumiram a liderança nos seus escalões etários após a primeira volta do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial de golfe, cuja nona edição reúne 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Sines, até sexta-feira, dia 28 de julho. Também Inês Belchior merece uma referência, embora seja a única jogadora nos sub-10. Quanto a Margaux Silva, que comanda as sub-18, é mais um exemplo de uma filha de uma portuguesa residente em França, que fala ambas as línguas, uma digna sucessora de Filipe Lima e de Joana de Sá Pereira, recentemente coroados campeão e vice-campeã nacionais de profissionais. O caso de Ana da Costa Rodrigues é impressionante por a campeã nacional de sub-12 ter conquistado anteontem (Domingo) o Campeonato Internacional Juvenil da Áustria, no seu escalão etário, depois de um duro play-off de três buracos.
E hoje, apenas dois dias depois, apesar do forte calor que se fez sentir, com as temperaturas a dada altura a superarem os 35 graus centígrados, a jovem do Club de Golf de Miramar conseguiu ainda manter a concentração suficiente para somar 24 pontos stableford gross, deixando a 3 pontos de distância a britânica Ava Bates.
«Já joguei três vezes este torneio e ganhei logo na primeira vez, nos sub-10. Este é um torneio em que estou a competir com jogadoras de outros países e isso é bom para saber o nível em que estou. Gosto muito do ambiente e do campo (Oceânico O’Connor Jr.) e é por isso que gosto de voltar. Hoje não acho que fiz um bom resultado mas acredito que possa correr melhor nos próximos dias. A vitória na Áustria foi talvez o torneio que me soube melhor ganhar, por ser o mais importante que ganhei. É desgastante (fazer torneios seguidos), mas não posso dar isso como desculpa para o que fiz hoje porque poderia ter corrido muito melhor», disse a sempre exigente campeã nacional de sub-12.

Quanto a Filipa Capelo, vai na frente do torneio de sub-16, com 74 pancadas, 2 acima do Par, seguida da inglesa Megan Simmons com 77 (+5). A vice-campeã nacional desta categoria etária, da Quinta do Lago, estava satisfeita com a sua exibição.
«Eu estava a jogar para 9 acima do Par e fiz 2 acima, o que é muito bom. Hoje comecei logo com 1 bogey mas veio logo 1 birdie e fiquei contente. Do buraco 10 aos 18 fiz 1 pancada abaixo do Par, com 3 birdies e 2 bogeys. Depois, do 1 ao 9 não comecei muito bem com bogey-bogey e não consegui ter muito mais oportunidades para birdie e tive outro bogey no 18, mas foi bom», disse Filipa Capelo que já venceu uma vez o World Kids Golf em sub-14.
Konstantin Mikirtumov, que apesar do nome que denuncia origens de imigração é um português de gema e fala como tal, somou 27 pontos e disse que até começou por furar o primeiro buraco, mas teve uma boa série de «seis pares seguidos».
«Infelizmente não fiz nenhum birdie, apesar de ter muitas oportunidades, mas correu bem», acrescentou o jovem louro de olhos claros que está a jogar pela primeira vez o torneio e adorá-lo, na medida em que pode «conhecer novos amigos no golfe, de conhecer campos novos como este e de baixar de handicap».
O melhor resultado do primeiro dia pertenceu ao britânico Owen Meeds, que comanda nos sub-16 com 69 pancadas, 3 abaixo do Par do difícil Oceânico Faldo Course, desenhado pelo antigo n.º1 mundial, Nick Faldo. Mas mesmo neste caso os portugueses estão em destaque, com Martim Batista, do Clube Vale Janelas, a vir logo em 2º, a 1 pancada de distância.
As classificações e resultados dos líderes e dos melhores portugueses, no final da primeira volta foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogam no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam no O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 10 pontos.
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 16 pontos; 2º João Alves (Portugal), 16 pontos.

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 13 pontos.
Sub-10 masculinos: 1º Konstantin Mikirtumov (Portugal), 27 pontos.
Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 24 pontos.
Sub-12 masculinos: Marc Keller (Suíça), 36 pontos; 8º João Iglésias (Portugal), 31 pontos.

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 72 pancadas (Par); 3ª Maria Barroso Sá (Portugal), 23 pontos.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 70 pancadas (2 abaixo do Par); 3º Luca Lopes (Portugal), 75 (+3).

Sub-16 femininos: Filipa Capelo (Portugal), 74 (+2).
Sub-16 masculinos: 1º Owen Meeds (Inglaterra), 69 (-3); 2º Martim Batista (Portugal), 70 (-2).

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 74 (+2).
Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 70 (-2).

Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sábado, julho 22, 2017

FILIPE LIMA CAMPEÃO NACIONAL 2017

FILIPE LIMA CAMPEÃO, 

SUSANA RIBEIRO TRICAMPEÃ E ELÍDIO COSTA PRIMEIRO TÍTULO DE CAMPEÃO NACIONAL SÉNIOR 


Susana Ribeiro sagrou-se hoje (DIA 22) tricampeã nacional, enquanto Filipe Lima e Elídio Costa venceram os seus primeiros títulos nacionais, respetivamente nos torneios masculino e de seniores do Solverde Campeonato Nacional PGA, de 12.800 euros em prémios monetários, disputado no Oporto Golf Club, em Espinho. Não há memória de uma jornada final do Campeonato Nacional tão emotiva, com os três torneios a irem completamente aos limites e com todos a serem decididos com birdies no buraco 18 do campo mais antigo de Portugal. Susana Ribeiro, campeã no Oporto Golf Club em 2015, 2016 e 2017, partiu para a última volta com 4 pancadas de vantagem em relação a Joana de Sá Pereira, mas no buraco 16 ficaram empatadas e foi preciso um putt de 5 metros para que a profissional do Guardian Bom Sucesso Golf se sagrasse tricampeã nacional, com 144 pancadas, 2 acima do Par, depois de duas voltas seguidas de 72. Joana de Sá Pereira, que veio de França, onde reside, e que jogou o torneio pela primeira vez, contentou-se por ter feito a melhor volta do torneio, hoje, de 69 (-2) e um fabuloso ‘back nine’ em -4. Filipe Lima entrou para o último dia com 2 pancadas de vantagem sobre João Carlota, mas precisou de arrancar 1 birdie no buraco 18 da última volta para empatar com 207 pancadas, 7 abaixo do Par, e, por consequência, para ir a play-off. Na morte súbita o português residente em França, que atua no European Tour, fez novo birdie para bater Carlota e conquistar o seu primeiro título de campeão nacional, com voltas de 68, 68 e 71, depois de ter sido vice-campeão em 2011 e 3º classificado em 2016. Também João Carlota, tal como Joana de Sá Pereira, foi vice-campeão (repetindo 2015) e saiu de Espinho com a melhor volta da prova, o 66 (-5) de ontem.
Elídio Costa partiu para a última volta com uma desvantagem de 1 pancada sobre o bicampeão em título, Joaquim Sequeira, mas quando foi para o buraco 14 já tinha uma superioridade de 3 pancadas. Só que, com 3 bogeys nos buracos 14, 15 e 18, deixou-se apanhar, ficando ambos com 152 pancadas, 10 acima do Par. Lá foi necessário recorrer a novo play-off, no qual meteu um putt de 18 metros para a vitória e para o seu primeiro título de campeão nacional, com voltas de 76.
Filipe Lima ganhou um prémio monetário de 2 mil euros, enquanto Susana Ribeiro e Elídio Costa embolsaram 500 euros cada um e merece destaque o facto de seis jogadores terem terminado abaixo do Par, com destaque para o 3º lugar do amador Tomás Perkings (72+68+68), que ficou a apenas 1 pancada do play-off.

Declarações dos campeões nacionais

Filipe Lima: «É sempre difícil ganhar um torneio e hoje o João jogou melhor do que eu, mas eu tentei aguentar-me e no final fiz 1 birdie para ir a play-off. Depois ele teve pouca sorte de meter a bola dele debaixo da árvores, foi sorte para mim, graças a Deus que deixou-me ser, finalmente, campeão nacional… já há tantos anos que estava à espera disto. Estou feliz, espero que vá dar-me confiança para o futuro, porque estou a precisar».
 Susana Ribeiro: «Foi um dia difícil para mim nos greens. Joguei muito bem, melhor do que ontem, apesar do mesmo resultado, a diferença é que o birdie só entrou no último buraco e ainda bem porque foi o buraco que decidiu. Tive muitas oportunidades para birdie, muitas bolas muito perto, não tive muita sorte mas fico muito contente. A Joana jogou muito bem, foi uma volta muito disputada, com pressão até ao fim».

Elídio Costa: «No ano passado foi quase, foi 2º, este ano cheguei lá, frente ao Sequeira, um competidor bastante aguerrido, não vai abaixo facilmente, e foram dois dias fantásticos a jogar. Este foi o meu terceiro ou quarto play-off em mais de 20 anos de carreira. É uma situação diferente é match play. Aquele putt final foi a compensação dos putts que não fui capaz de fazer com as oportunidades que tive. É um putt a descer, de uns bons 18 metros e a bola levava conta, peso e medida e encontrou o buraco». 
Foto de: 
Ricardo Lopes / PGA de Portugal Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira


sexta-feira, julho 21, 2017

2017 The Open RD2| Rickie Fowler |

Solverde Campeonato Nacional PGA - FILIPE LIMA LIDERA

Foto Arquivo

FILIPE LIMA LIDERA,SUSANA RIBEIRO MELHOR
e NOS SÉNIORES 
JOAQUIM SEQUEIRA MAIS FORTE




Filipe Lima colocou-se hoje (dia 21) em muito boa posição de sagrar-se pela primeira vez campeão nacional, ao assumir a liderança do Solverde Campeonato Nacional PGA, após a penúltima volta ao Oporto Golf Club, em Espinho. Susana Ribeiro e Joaquim Sequeira iniciaram da melhor maneira a defesa dos títulos feminino e de seniores e estão na frente após a primeira volta. 
Com duas voltas seguidas de 68 pancadas, 3 abaixo do Par, Filipe Lima dispõe agora de um total de 136 (-6), partindo amanhã (Sábado) para a terceira e última volta com 2 de vantagem sobre João Carlota, o vice-campeão de 2015, que hoje arrancou o melhor resultado do torneio, de 66 (-5), para um agregado de 138 (-4). O Solverde Campeonato Nacional PGA, de 12.800 euros em prémios monetários, deu também início às provas feminina e de seniores e os campeões de 2016 deram que falar.Susana Ribeiro fez 72 pancadas, 1 acima do Par, e adiantou-se 4 pancadas em relação a Joana de Sá Pereira, enquanto Joaquim Sequeira somou 75 (+4) e é perseguido por Elídio Costa com 76 (+5).
Voltando ao evento masculino, Tiago Rodrigues, que liderava ontem com 67 (-4), não conseguiu hoje melhor do que 72 (+1) e desceu para o 3º lugar com 139 (-3). O 4º lugar (-2) é partilhado por Tomás Silva (69+71) e o amador Tomás Perkins (72+68), enquanto o campeão em título, Ricardo Santos (70+71) está empatado em 6º (-1) com o vencedor de 2014 e 2015, Tiago Cruz (70+71).
O vento soprou hoje com menor intensidade, mas, em contrapartida, os greens ficaram mais duros e rápidos e as bandeiras estavam em locais mais complicados. Mesmo assim, houve cinco voltas abaixo do Par, tal como no primeiro dia, com destaque para as 67 (-4) do amador Tomás Bessa e as 69 de Alexandre Abreu.
«O resultado foi igual ao de ontem, comecei mais ou menos da mesma maneira, a falhar uns putts e a fazer uns bogeys, e foi com paciência que cheguei aos birdies no final como ontem. Mas hoje joguei muito melhor, falhei muito menos shots, tive muito mais oportunidades para birdie, que não entraram. Sei que é assim, no ano passado também muitos putts não entraram, pelo que vou necessitar amanhã de manter esta paciência de golfista», disse Filipe Lima ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal, depois de uma volta com 3 bogeys e 6 birdies, e um grande final com 3 birdies nos últimos quatro buracos. Vice-campeão nacional em 2011 e 3º classificado em 2016, Filipe Lima procura o seu primeiro título de campeão nacional mas ainda não se sente como o grande favorito: «Só quando colocar a bola no último buraco, no último dia». Em declarações ao Porto Canal e à SportTV o atleta olímpico acrescentou: «Estar à frente é bom, mas não podemos esquecer que um jogador como o Ricardo Santos é sempre perigoso, pode jogar muito abaixo do Par, como aconteceu com o João Carlota hoje. O Hugo, o Ricardo e o Tiago são jogadores muito bons, podem fazer 7 ou 8 abaixo, portanto, tenho de ter cuidado, jogar o melhor possível, tentar jogar como hoje e ver se sai».
Susana Ribeiro procura amanhã um terceiro título nacional consecutivo e em declarações ao Porto Canal, disse: «Estou satisfeita com o resultado, joguei muito regular, não fiz grandes asneiras, fiz 3 birdies e 4 bogeys, muitos pares, bati de forma consistente». À PGA de Portugal acrescentou que uma vantagem «de 4 pancadas ou de 10 pancadas é a mesma coisa. A minha atitude não muda, é a mesma que tive hoje, de acertar fairways e greens, e meter bons putts».
Joaquim Sequeira já é triplo campeão nacional de seniores e também ele busca um terceiro consecutivo. Tendo em conta que pouco ou nada treinou na semana passada, o seu resultado de +4 é surpreendente, mas poderia ter sido ainda melhor: «Perdi 4 pancadas no buraco 13 e aí deixei de estar na frente, mas depois recuperei no final», disse, referindo-se ao birdie no 17 que lhe permitiu comandar por 1 pancada. Foi o seu terceiro birdie do dia, tendo feito também 3 bogeys.
A última volta começa amanhã (Sábado) às 8h30, com o torneio feminino. O torneio de seniores inicia-se às 8h40 e o masculino às 9h20. O último grupo arranca às 10h40.
Foto de: Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

TIAGO RODRIGUES COMANDA EM CASA FILIPE LIMA EM É SEGUNDO

Solverde Campeonato Nacional PGA
Tiago Rodrigues 

Tiago Rodrigues aproveitou o fator casa num dia ventoso para assumir o comando do Solverde Campeonato Nacional PGA, no primeiro dia de prova. 
Apesar das rajadas de vento a superarem os 30 quilómetros por hora, a jornada inaugural apresentou bons resultados, com cinco dos 26 jogadores do torneio masculino a baterem o Par-71 e Tiago Rodrigues, profissional do Oporto Golf Club, colocou-se no topo da classificação com 67 pancadas, 4 abaixo do Par.
«Hoje fiz uma volta boa e estou contente com este resultado. Em competições desta importância é das minhas melhores voltas no Oporto Golf Club, sobretudo tendo em conta as condições. Eu sou daqui e posso garantir que este vento é acima do normal. Para ser sincero, não vinha com expectativas de ser o líder, tentei apenas fazer o meu jogo e dar bons shots. Estou a bater bem na bola, embora venha de algumas provas do Challenge Tour em que não tenho conseguido os melhores resultados, mas tenho trabalhado muito e os resultados vão aparecer», disse ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal Tiago Rodrigues, que fez 3 birdies nos primeiros nove buracos e outros 3 nos segundos. A diferença é que no front nine sofreu 2 bogeys.
Em declarações à SportTV e ao Porto Canal o jogador da PING WLT admitiu que não veio jogar a pensar em ser campeão nacional e sabe que a sua vantagem é de 1 escassa pancada sobre Filipe Lima, que fez 68 (-4), mas, à PGA de Portugal Tiago Rodrigues confessou que o sonho está lá.
«Tenho o objetivo de um dia ser campeão nacional. Não sei se será este ano, no próximo ou daqui a cinco anos. É um torneio muito bem organizado pela PGA de Portugal. Todos os melhores, mesmo os que estão a jogar lá fora, tentam vir, o que faz com que o torneio ainda seja maior e tenho de ser honesto e dizer que gostaria de um dia ganhar o torneio e em casa seria ainda melhor», sublinhou o jogador que este ano já venceu um título internacional em Óbidos, o Guardian Bom Sucesso Classic, integrado no Portugal Pro Golf Tour, com 10 mil euros em prémios monetários.
Quem também procura ser campeão nacional pela primeira vez é o atleta olímpico Filipe Lima, que foi 2º classificado em 2011 e 3º em 2016, nas suas duas únicas participações anteriores na prova. O português residente em França está de novo na luta pelo título após uma boa volta em que fez os últimos oito buracos em 4 abaixo do Par! Em contrapartida, nos primeiros nove colecionou 3 bogeys, 2 birdies e 4 pares.
«Tive dificuldades em arrancar, os greens estão um bocadinho rápidos e tive dificuldades. Depois comecei a atacar mais, fiz alguns birdies e 3 abaixo do Par com este vento nunca é mau. Esta é a minha região, o meu pai é de perto, a minha mãe também, sinto-me sempre bem aqui, é uma região de Portugal que adoro e merece ter mais torneios por aqui», comentou Filipe Lima, membro do European Tour.
Na terceira posição surge Tomás Silva, a disputar pela primeira vez o torneio com o estatuto de jogador profissional, com 69 pancadas, 3 abaixo do Par, seguido dos dois últimos campeões nacionais, Ricardo Santos (2016 e 2011) e Tiago Cruz (2014 e 2015), empatados no 4º lugar, com 70 pancadas, 1 abaixo do Par.
O vento, que tornou os greens a favor ainda mais rápidos, foi o principal obstáculo dos jogadores e todos levaram tempo a habituarem-se. Tomás Silva fez 2 duplos-bogeys e 2 bogeys, mas, em contrapartida, também fez 1 eagle (no 9) e 6 birdies. Com uma fase muito boa entre os buracos 4 e 10, jogada em -7! Curiosa foi a volta do campeão em título, Ricardo Santos, que ia com 3 acima do Par quando entrou para o buraco 11, mas depois jogou os últimos oito buracos em -4. A segunda volta começa amanhã (sexta-feira) às 8h30, dia em que se dá o início dos torneios feminino e de seniores, com Susana Ribeiro e Joaquim Sequeira a defenderem os títulos conquistados há um ano.Foto de: Ricardo Lopes/ PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quinta-feira, julho 20, 2017

RICARDO SANTOS NA DEFESA DO TÍTULO

O OPORTO GOLF CLUB RECEBE PELO TERCEIRO ANO CONSECUTIVO OS MELHORES JOGADORES PORTUGUÊSES, COM 12.800 EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS EM JOGO

Ricardo Santos inicia amanhã (quinta-feira) a defesa do título de campeão nacional e volta a ter como principais rivais Filipe Lima, Tiago Cruz e o seu irmão Ricardo Santos, mas Tiago Rodrigues, a jogar em casa, João Carlota e Tomás Silva, entre muitos outros, poderão provocar boas surpresas.
O Solverde Campeonato Nacional PGA disputa-se de 20 a 22 de julho, distribuindo 12.800 euros em prémios monetários, com 2 mil euros para o campeão, 500 para a campeã e 500 para o vencedor no escalão de seniores. O Mateus Rosé Pro-Am realiza-se no dia 23. O torneio é organizado pela PGA de Portugal, sendo sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe. O Oporto Golf Club, no concelho de Espinho, que celebra 127 anos em 2017, recebe pelo terceiro ano consecutivo a elite dos profissionais portugueses e alguns amadores de alta competição.
O torneio começa amanhã às 8h30 com Pedro Cardoso (vindo de Madrid) e Filipe Corte Real, e o último grupo sai às 9h42 com Alexandre Abreu, André Carvalho e Miguel Bianchi. João Ramos sai às 8h39 com Luís Franco e Tomás Ballesteros; às 8h48 Henrique Paulino (campeão nacional de 2003), Tomas Perkins (vice-campeão europeu amador por equipas da segunda divisão na semana passada, na Hungria) e Tiago Rodrigues; às 8h57 Filipe Lima, António Sobrinho (recordista de 11 títulos nacionais) e Tomás Silva; às 9h06 Miguel Gaspar, João Pinto Basto (joga no circuito universitário norte-americano) e Sérgio Ribeiro; às 9h15 Tomás Bessa (das seleções nacionais amadoras da FPG), João Carlota (vice-campeão nacional há dois anos) e Ricardo Santos (campeão nacional em 2011 e 2016): às 9h24 João Magalhães (compete no circuito universitário norte-americano), Gonçalo Pinto (vencedor em 2012 como amador) e Hugo Santos (campeão de profissionais nesse ano de 2012); às 9h33 Nelson Cavalheiro (ex-campeão do Masters da PGA de Portugal), Tiago Cruz (campeão nacional em 2014 e 2014) e Francisco Ataíde Jr.
Os eventos feminino e de seniores só começam na sexta-feira, com a novidade da estreia da portuguesa melhor classificada no ranking mundial, Joana de Sá Pereira, que vem de França, onde reside, à semelhança do atleta olímpico Filipe Lima. Joana de Sá Pereira, que esta semana se apurou para a Final da Qualificação do British Open (Major feminino), tentará desafiar a jogadora que há dois anos seguidos detém o título de campeã nacional, Susana Ribeiro.
No que se refere ao escalão de seniores, estarão presentes este ano os campeões dos últimos anos: o português Joaquim Sequeira (2016, 2015 e 2013) e o holandês Bart van der Wind (2014).
Ricardo Santos, campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 no Oporto Golf Club, está confiante: «Vou jogar porque quero defender o título e porque gosto de jogar os torneios da PGA de Portugal. Acho que o José Correia e toda a direção da PGA de Portugal merece ter o nosso apoio pelo trabalho e esforço que tem tido nos últimos anos para recuperar a nossa associação. Sinto-me bem e o objetivo é ganhar». 
O Porto Canal estará diariamente no torneio e hoje acompanhou os treinos, entrevistou os campeões Susana Ribeiro e Ricardo Santos e o presidente do Oporto Golf Club, Manuel Violas. Ainda hoje, às 19 horas, o presidente da PGA de Portugal, José Correia, estará em direto nos estúdios do Porto Canal para o programa de desporto. A SportTV tem prevista uma equipa de reportagem no último dia da competição e o programa televisivo Golf & Golfistas virá para o Mateus Rosé Pro-Am. Os media impressos têm previsto acompanhamento diário, havendo uma campanha de promoção do evento em rodapés nos jornais Record, Sol e I, bem como de spots no Porto Canal.Foto de: PGA PORTUGAL / FPG Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, julho 12, 2017

Solverde Campeonato Nacional PGA 2017

Ricardo Santos, Susana Ribeiro e Joaquim Sequeira regressam para a semana ao Oporto Golf Club, para defenderem os títulos

Ricardo Santos, Susana Ribeiro e Joaquim Sequeira regressam para a semana ao Oporto Golf Club, no concelho de Espinho, para defenderem os títulos de campeões nacionais que conquistaram há um ano, mas a concorrência será ainda maior, sobretudo no torneio feminino, dada a estreia da portuguesa melhor classificada no ranking mundial, Joana de Sá Pereira, que vem de França, onde reside, à semelhança do atleta olímpico Filipe Lima.
O Solverde Campeonato Nacional PGA disputa-se de 20 a 22 de julho, distribuindo 12.800 euros em prémios monetários, com 2 mil euros para o campeão, 500 para a campeã e 500 para o vencedor no escalão de seniores. O Mateus Rosé Pro-Am realiza-se no dia 23, também no clube mais antigo de Portugal, que celebra 127 anos. O torneio é organizado pela PGA de Portugal, sendo sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe.
A grande novidade deste ano será a estreia de Joana de Sá Pereira, uma portuguesa nascida na Suíça, que estudou nos Estados Unidos e competiu no circuito universitário norte-americano, reside em França, tornou-se profissional em 2015 e vai jogar pela primeira vez um torneio da PGA de Portugal, associação à qual pertence desde 2016.
«Estou mesmo contente de ir jogar o Solverde Campeonato Nacional. Vai ser um ótimo torneio e uma boa experiência. Vai ser uma grande honra e prazer jogar o torneio. Estou tão feliz e orgulhosa de representar Portugal, a PGA de Portugal e a Federação Portuguesa de Golfe», disse ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal a jogadora de 27 anos, que compete regularmente no Ladies European Tour Access Series (LETAS), a segunda divisão europeia.
«Fico muito contente com o facto de a Joana vir jogar o Solverde Campeonato Nacional. Penso que deveria servir de exemplo para as restantes jogadoras portuguesas. Deveriam todas jogar, profissionais ou amadoras», declarou, por seu lado, a bicampeã nacional, Susana Ribeiro, que já no ano passado tinha dado mostras do seu desportivismo, uma vez que competiu doente e deu os parabéns a Leonor Bessa, a jogadora que conseguiu o melhor resultado mas que não foi aclamada campeã nacional de profissionais por ser ainda amadora.
A competir esta semana em Espanha, num torneio do LETAS, de 35 mil euros em prémios monetários, onde também está Joana de Sá Pereira, Susana Ribeiro sente-se em muito melhor forma do que há um ano, tendo jogado bem na semana passada num Pro-Am em Paris: «Em relação à defesa do título, claro que o objetivo é a vitória. Sinto que estou a jogar bem, de forma consistente e, por isso, vou dar o meu melhor para alcançar o tricampeonato».
A mesma disposição tem Ricardo Santos, campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 no Oporto Golf Club, que não luta por um tricampeonato mas por um triplo campeonato.
«Vou jogar porque quero defender o título e porque gosto de jogar os torneios da PGA de Portugal. Acho que o José Correia e toda a direção da PGA de Portugal merece ter o nosso apoio pelo trabalho e esforço que tem tido nos últimos anos para recuperar a nossa associação. Sinto-me bem e o objetivo é ganhar», afirmou sem hesitações o antigo campeão do Madeira Islands Open BPI do European Tour, que compete no Challenge Tour, a segunda divisão europeia, começando amanhã a sua participação no Italian Challenge Open, de 300 mil euros em prémios monetários.
Há um ano, no Oporto Golf Club, os grandes rivais de Ricardo Santos foram Tiago Cruz, Filipe Lima, Hugo Santos e Tiago Rodrigues. Cruz, campeão nacional em 2014 no Onyria Palmares Beach & Golf Resort, e em 2015 no Oporto Golf Club, só perdeu no play-off, depois de terem empatado ambos com 7 pancadas abaixo do Par. Lima, Rodrigues e o irmão mais velho de Ricardo foram 3º classificados, a apenas 2 pancadas do play-off.
Estes quatro jogadores regressam a Espinho para a semana para desafiarem o campeão em título, com destaque para Filipe Lima que regressa com um estatuto reforçado, por ter regressado em 2017 ao European Tour (a primeira divisão europeia), para além de no ano passado ter-se estreado como atleta olímpico nos Jogos do Rio de Janeiro e de ter competido na Austrália, na Taça do Mundo de profissionais.
«Estou contente de poder voltar a participar no Solverde Campeonato Nacional da PGA. Sei que as pessoas envolvidas na organização têm feito um esforço grande para melhorar o nível do torneio, sei que é importante para os patrocinadores que os melhores jogadores estejam presentes e, por isso, faço questão de estar presente. Depois de representar Portugal nos Jogos Olímpicos e na World Cup, só me falta ser campeão nacional. Não vai ser fácil, o Ricardo Santos está a jogar muito bem e há ainda o Tiago Cruz. Há muitos jovens jogadores que podem vencer, mas eu vou fazer tudo para ganhar. Podem contar comigo para lutar pela vitória», asseverou o português residente em França que embora tenha sido várias vezes nº1 nacional, nunca foi campeão nacional, mas andou sempre na luta pelo título, uma vez que foi 2º em 2011 e 3º em 2016, sempre empatado com Hugo Santos, o campeão nacional de 2012.
Outros grandes jogadores nacionais confirmados para a semana em Espinho são o recordista de 11 títulos de campeão nacional, António Sobrinho; o vice-campeão nacional de 2015 (empatado com Ricardo Melo Gouveia), João Carlota; o vencedor da prova em 2012 quando ainda era amador e que só por isso não lhe viu atribuído o título de campeão nacional de profissionais, Gonçalo Pinto; o ex-triplo campeão nacional de amadores, Tomás Silva, a jogar pela primeira vez a prova como profissional; o campeão nacional de 2033, Henrique Paulino; e João Ramos, um jogador que têm competido com alguma regularidade no Challenge Tour.
Até ao início do torneio, a Federação Portuguesa de golfe anunciará a participação de alguns amadores de alta competição, sendo de realçar que em 2016 Leonor Bessa, a atual campeã nacional amadora, foi mesmo a melhor jogadora do torneio. E, também no ano passado, tanto Afonso Girão como Tomás Melo Gouveia conseguiram um top-10, apesar de serem amadores.
No que se refere ao escalão de seniores, estarão presentes este ano os campeões dos últimos anos: o português Joaquim Sequeira (2016, 2015 e 2013) e o holandês Bart van der Wind (2014).

Foto de: PGA PORTUGAL / FPG Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

Portugal China mais perto

A ligação aérea directa entre a China e Portugal arranca já no dia 26 de Julho deste ano. Este voo é feito pela companhia aérea Beijing Capital Airlines.


O voo terá três frequências por semana - quarta-feira, sexta-feira e domingo - entre a cidade de Hangzhou, na costa leste da China, e Lisboa, com paragem em PequimO voo entre a China e Portugal será feito pelo modelo 330-200 da Airbus, uma das maiores aeronaves comerciais de passageiros da construtora europeia, com capacidade para 475 passageiros.
A Beijing Capital Airlines é uma das subsidiárias do grupo chinês HNA, accionista da TAP através do consórcio Atlantic Gateway e da companhia brasileira Azul.
Nos últimos três anos, o número de turistas chineses que visitaram Portugal triplicou, para 183.000, e deverá aumentar "exponencialmente" com a abertura da ligação directa, segundo afirmou a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.
"Os chineses que chegam a Portugal são sempre canalizados através de outra porta na Europa, nomeadamente através de Espanha (...), o que leva a que passem poucas noites em Portugal", disse à Lusa, em Pequim, Mendes Godinho, afirmando que o grande objectivo é "inverter essa tendência". 
A China é já o maior emissor mundial de turistas e, segundo estatísticas oficiais, 135,1 milhões de chineses viajaram para fora da China continental, em 2016, num aumento de 12,5% em relação ao ano anterior. O crescente poder de compra e maior facilidade em obter o visto para muitos países explicam o rápido aumento do número de turistas chineses. De acordo com a Organização Mundial do Turismo, os chineses são também os turistas que mais gastam: só no ano passado deixaram 246 mil milhões de euros além-fronteiras. A acompanhar este fluxo crescente, o Turismo de Portugal tem, desde 2014, uma representação permanente em Xangai, a "capital" económica da China. Portugal conta também com nove centros de emissão de vistos no país asiático, distribuídos pelas cidades de Pequim, Xangai, Hangzhou, Nanjing, Chengdu, Shenyang, Wuhan, Fuzhou, Cantão (Guangzhou).

A minha sardinha é o golfe

A minha sardinha é o golfe : Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golf...