terça-feira, abril 10, 2018

RUI MORRIS LIDERA O PRIMEIRO DIA ÓBIDOS INTERNACIONAL OPEN

Andrea Saracino
O PORTUGUÊS DE 21 ANOS LIDERA PELA PRIMEIRA VEZ UM TORNEIO INTERNACIONAL DE PROFISSIONAIS E PARTILHA O COMANDO COM OUTROS TRÊS JOGADORES


Rui Morris carimbou hoje (segunda-feira) a melhor volta da sua carreira profissional iniciada em 2016 e lidera pela primeira vez um torneio internacional. O português de 21 anos fez 68 pancadas, 4 abaixo do Par do Guardian Bom Sucesso Golf Resort, para coliderar o 1.º Obidos International Open, um torneio do Alps Tour, de 30 mil euros em prémios monetários, organizado pelo Portugal Pro Golf Tour. 
Rui Morris partilha o comando com o francês Nicolas Aparício e o italiano Andrea Saracino, jogadores que, tal como ele, também nunca tinham encabeçado antes um torneio a contar para o ranking mundial e quem pareceram ter sentido o forte vento que soprou. Qualquer um deles está em muito boa posição de conquistar o seu primeiro título nesta terceira divisão europeia, até porque as previsões meteorológicas apontam para um agravamento nos próximos dias, fazendo com que os resultados de hoje, sem chuva, possam vir a ser primordiais na classificação final.
 «Comecei muito bem o dia, estava muito tranquilo, fiz logo 1 birdie no 10, mais 2 birdies seguidos no 12 e no 13, vi-me com 3 abaixo do Par e muito confiante no meu jogo. Tentei manter-me o mais calmo possível (…), nos buracos 17, 18 (bogey) e 1 tive um momento mais difícil, senti-me a vacilar mas voltei a fazer 1 birdie no 3 e outro no 5. Foi a minha melhor volta em torneios oficiais e nunca tinha começado bem um torneio. Estou muito contente porque sei das previsões meteorológicas e sabia da importância de fazer hoje um bom resultado. É um campo de que gosto muito, fiz aqui um bom resultado (top-10) na Taça Ibérica PGA de há dois anos», disse Rui Morris, jogador da Honma. 
Se Rui Morris ainda sofreu 2 bogeys, Andrea Saracino viveu uma volta imaculada. «Fiz 4 birdies e nenhum bogey. Foi fácil (risos). Estiveram condições de jogo complicadas, mas espero jogar de novo bem amanhã. Nem sempre gosto de jogar com vento, mas hoje foi bom, até porque o campo está muito bom, com os greens muito rápidos», disse Andrea Saracino, de 23 anos, que tornou-se profissional há dois anos e em 2015 foi 2.º classificado no Campeonato Internacional Amador de Portugal de 2016, com o excelente resultado de -12 no Montado Hotel & Golf Resort. 
Também o francês Nicolas Aparício já jogou o Campeonato Internacional Amador de Portugal e nos seus tempos de amador gostava de «jogar golfe em Portugal». Foi a sua primeira visita ao Guardian Bom Sucesso Golf Resort e saiu-se bem, com apenas 1 bogey e 5 birdies, sendo de realçar o excelente final de volta, com birdie nos buracos 17 e 18, considerados dos mais difíceis do percurso.
 «Mantive-me calmo todo o dia, até porque não comecei bem, mas fiz 1 bom chip e putt para salvar o Par no 3 e fiz um bom birdie no 5. Depois terminei muito bem com birdies no 15, 17 e 18. Cheguei anteontem, fiz uma boa volta de treino, gostei muito do campo e do resort e gosto de jogar em Portugal. É a primeira vez que lidero, pelo que terei de gerir o stress e manter a serenidade, mas sinto-me a jogar bem e não vejo razão para que isso mude», considerou o jogador do Golf do Médoc, de 25 anos, que no ano passado fez um top-5 no Alps Tour, o seu recorde pessoal como profissional.
Para além deste trio de líderes, a jornada inaugural ficou marcada por 18 jogadores terem conseguido bater o Par-72 do campo, entre os quais Tiago Cruz, que está no grupo dos 5.º classificados, um extenso grupo de sete jogadores com 70 pancadas, 2 abaixo do Par. Há um total de 13 portugueses em prova (resultados completos em anexo). 
O Alps Tour é uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu e no final de cada época os cinco jogadores melhores classificados na Ordem de Mérito ascendem ao Challenge Tour, o escalão secundário na Europa. O Óbidos International Open atraiu 120 jogadores, de 17 nacionalidades. 
O evento encerra ainda o Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional em que cada torneio oferece 10 mil euros em prémios, que se realiza todos os anos entre novembro e abril, sendo sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de golfe (FPG) e o Jamega Pro Golf Tour.Foto de: Hugo Ribeiro / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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quarta-feira, abril 04, 2018

ALPS TOUR PELA PRIMEIRA VEZ PASSA POR PORTUGAL

PARCERIA COM PORTUGAL PRO GOLF TOUR, PGA PORTUGAL, FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE E GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF VIABILIZA TORNEIO DE 30 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, ENTRANDO NA ELITE DE EVENTOS NACIONAIS

 
Pedro Figueiredo
Portugal vai receber pela primeira vez um torneio do Alps Tour, um dos circuitos profissionais de golfe mais credenciados na Europa, com a primeira edição do Óbidos International Open, de 9 a 11 de abril, no Guardian Bom Sucesso Resort, com o apetecível Pro-Am no dia 7.
O Alps Tour é uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu e no final de cada época os cinco jogadores melhores classificados na Ordem de Mérito ascendem ao Challenge Tour, o escalão secundário na Europa. O Óbidos International Open atrai, deste modo, jogadores, sobretudo jovens, que se tornaram profissionais há pouco tempo e que sonham integrar um dia o European Tour, o escalão primodivisionário na Europa.
Com 30 mil euros em prémios monetários, 5 mil dos quais para o vencedor, o Óbidos International Open será ainda o culminar de luxo, uma espécie de Masters, após uma longa época do Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional em que cada torneio oferece 10 mil euros em prémios, que se realiza todos os anos entre novembro e abril, sendo sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de golfe (FPG) e o circuito britânico Jamega Pro Golf Tour.
Daí que, para além dos melhores jogadores do Alps Tour – e na lista de inscritos para Óbidos estão 8 dos membros do top-10 do ranking deste circuito – o evento do Guardian Bom Sucesso Golf conte ainda com a nata dos jogadores do Portugal Pro Golf Tour, incluindo 13 portugueses, número que poderá crescer para 15, entre, pelo menos, 132 participantes de 17 países.
Portugal já contava no seu calendário de eventos de golfe profissional com etapas do European Tour (Portugal Masters, de 2 milhões de euros), Challenge Tour (Open de Portugal@Morgado Golf Resort, de 200 mil euros) e do Portugal Pro Golf Tour (10 mil euros cada torneio). Só faltava preencher este vazio de algum torneio que fizesse a ponte entre o Portugal Pro Golf Tour e o Challenge Tour. Foi essa lacuna que se colmatou com o Óbidos International Open.
Ricardo Santos
«Consideramos fundamental a organização de competições profissionais que permitam disponibilizar oportunidades de jogo aos jovens profissionais portugueses, que são cada vez mais e melhores. E quando a PGA de Portugal, através do seu presidente, José Correia, foi desafiada a juntar-se a esta iniciativa, a Direção da FPG nem hesitou. Em 2018 vamos ter o Portugal Golf Tour, um torneio do Alps Tour, um torneio do Challenge Tour e um torneio do European Tour, uma situação inédita no golfe em Portugal. Estamos a viver um excelente momento para o golfe em Portugal», disse Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG.
Para o presidente da PGA de Portugal, José Correia, «este Alps Tour vem reforçar o leque de oportunidades de competição para os jogadores nacionais. Com a realização deste torneio, teremos em Portugal torneios de todos os patamares e ligas disponíveis no golfe europeu. Existe um acréscimo quantitativo mas também qualitativo no quadro competitivo profissional em Portugal. Estamos muitíssimo satisfeitos com a realização deste torneio e aproveito para agradecer ao Portugal Pro Golf Tour, que é o grande responsável pela realização deste evento e ainda à FPG e ao Guardian Bom Sucesso».
A oportunidade de competição para os jogadores portugueses não se restringe ao Óbidos International Open, na medida em que a PGA de Portugal passa a ter ao seu dispor 15 convites para golfistas profissionais lusos participarem nos restantes torneios do Alps Tour até ao final da época, sem terem de passar pela Escola de Qualificação.
Entre os 13 portugueses inscritos, o destaque vai para os ex-campeões nacionais Ricardo Santos e Pedro Figueiredo. Santos é um dos três únicos portugueses a ter conquistado um título do European Tour e o único a ter figurado no top-10 dessa primeira divisão europeia.
Quanto a “Figgy”, atleta do Benfica, tornou-se no ano passado no primeiro português a encerrar uma temporada no top-5 do Pro Golf Tour (um circuito internacional germânico), tendo por isso ascendido ao Challenge Tour em 2018. Os restantes portugueses confirmados são os seguintes: Tiago Cruz, Tomás Silva, João Carlota, Hugo Santos, Tomás Melo Gouveia, Miguel Gaspar, João Ramos, Tomás Bessa, Filipe Gonçalves, Alexandre Abreu e Pedro Almeida.
Entre os estrangeiros salientam-se os vencedores dos dois torneios do Alps Tour já realizados este ano no Egito: o inglês Jack Singh Brar, vencedor no Red Sea Little Venice Open e atual n.º1 da Ordem de Mérito do Alps Tour, e o italiano Michele Cea, campeão no Ein Bay Open e o n.º2 no mesmo ranking deste circuito.
Do top-10 do Alps Tour de 2018 só não virão a Portugal o 6.º classificado, o italiano Fderico Zucchetti e o 10.º, o irlandês Conor O’Rourke.
De resto, estarão no Guardian Bom Sucesso Golf o austríaco Bernard Neumayer e o italiano Michele Ortolani, que partilham entre si o 3.º posto no ranking; o espanhol David Borda (5.º), o irlandês David Carey (7.º), o francês Julien Foret (8.º) e o espanhol Ivan Cantero Gutierrez (9.º).
O Óbidos International Open apresenta jogadores de 17 países, o que é particularmente importante para a promoção turística da região do centro, em particular do município de Óbidos, havendo cobertura televisiva internacional através do canal francês “Golf +”. Em Portugal estão previstas reportagens televisivas na SportTV e na SIC Notícias. Os países representados são: Portugal, Espanha, Arménia, Áustria, Bélgica, Colômbia, Inglaterra, França, Alemanha, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Rússia, Escócia e Suíça.Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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A minha sardinha é o golfe

A minha sardinha é o golfe : Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golf...