segunda-feira, junho 18, 2018

Pedro Figueiredo vence KPMG Open da Bélgica

Mais um marco para o Golfe Nacional. Pedro Figueiredo tornou-se  no quarto português a vencer no Challenge Tour depois de Filipe Lima, Ricardo Santos e Ricardo Melo Gouveia
“Figgy”  venceu o KPMG Open, prova do Challenge Tour que decorreu de 7 a 10 de Junho no L’Empereur Golf & Country Club, em Ways, Genappe, na Bélgica.O português bateu no primeiro buraco do play-off, com um birdie, o sueco Anton Karlson e o galês Stuart Manley, depois deste trio ter completado as quatro voltas regulamentares a partilhar o primeiro lugar com 262 pancadas, 22 abaixo do Par.
Pedro Figueiredo, é o quarto português a vencer no Challenge Tour, depois de Filipe Lima, Ricardo Santos e Ricardo Melo Gouveia. O título valeu-lhe um prémio de 28.800 euros e a subida para o décimo lugar na Road to Ras Al Khaimah, a ordem do mérito do circuito. Os 15 primeiros classificados desta tabela no final da época conquistam a promoção ao principal circuito europeu de profissionais, o European Tour, no qual até hoje, a nível de portugueses, só competiram Daniel Silva, Ricardo Santos, Filipe Lima e Ricardo Melo Gouveia.
liderava no primeiro dia com um 63 que viria a ser o melhor resultado do torneio (o sueco Philip Erikson obteve idêntica marca, hoje, na última volta), depois fez 68 e 67 para iniciar a última volta isolado no terceiro lugar, com 198 pancadas (-15), a quatro pancadas do líder Stuart Manley e a duas de Anton Karlson, com os quais jogou no mesmo grupo neste domingo.
Igualou-os ao finalizar com 64, numa prestação com cinco birdies e um eagle. O desempate jogou-se no buraco 18 (Par 4) e aqui o português levou a melhor sobre os seus oponentes ao marcar um 3, metendo um putt de cerca de sete metros para birdie.
“Estou muito contente, é uma sensação muito boa, como é óbvio. Representa no fundo a recompensa de muito trabalho, muita persistência e de acreditar que ia conseguir dar a volta por cima”, afirmou o português ao Gabinete de Imprensa da FPG. E acrescentou: “Joguei muito bem hoje, mas os meus dois oponentes também, sobretudo o Karlson. Fui jogando o meu jogo, sem pensar muito nos outros, fazendo birdies. Quando faltavam quatro buracos, estava com quatro de desvantagem para o Karlson, e portanto não estava fácil, mas, como eu disse, continuei a jogar o meu jogo e até ao final fiz dois birdies, apertei o Karlson um bocadinho e ele acabou por fazer dois bogeys. Entretanto o Manley acabou por fazer birdie no 18 para ir a play-off. Da minha parte foi uma volta muito consistente, muito boa, com muitos fairways e muitos greens, ‘patei’ bem também.”

Foto de: FPG / Texto: FPG Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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quinta-feira, junho 14, 2018

NELSON CAVALHEIRO VENCE O OPEN Circuito PT Empresas 2018

AXIS PONTE DE LIMA APUROU PRIMEIROS NOVE JOGADORES PARA A FINAL DE OUTUBRO NO MORGADO GOLF RESORT
Manolo de Miguel administrador Axis, La Salete Correia com o campeão, Nelson Cavalheiro
Rui Morris, de apenas 21 anos, e Nelson Cavalheiro, prestes a completar 48, mostraram no Axis Ponte de Lima que no golfe pode competir-se ao mais alto nível em autênticos confrontos de gerações e sagraram-se campeões dos dois eventos que decorreram em simultâneo sob a organização da PGA de Portugal. 
Rui Morris triunfou no Pro-Am que inaugurou o Circuito PT Empresas de 2018, prova que determinou os primeiros nove apurados para a Final marcada para outubro, no Morgado Golf Resort, o palco do Open de Portugal. Por seu lado, Nelson Cavalheiro conquistou o Axis PGA Open, de 6 mil euros em prémios monetários, o segundo torneio de 2018 do PGA Portugal Tour, o circuito profissional português. 
«Não joguei nada de espetacular e só fiz 3 birdies, mas os amadores jogaram de forma soberba e em todos os buracos conseguimos meter dois bons resultados. Funcionámos muito bem como equipa, porque quando um falhava os outros estavam lá», comentou, algo modestamente, Rui Morris, que somou 82 pontos stableford net, associado aos amadores Jaime Cunha, João Amorim e António Queirós. Rui Morris liderou, há um mês, um torneio do Alps Tour Golf, a terceira divisão do golfe europeu, e apreciou o espírito de equipa vivido entre todos: «Dá-me um gozo enorme ter contribuído para o apuramento da equipa para a Final. São pessoas excecionais e será um prazer voltar a vê-los. Quem sabe se disputarei com algum deles a Final do Circuito PT Empresas».
Esse é um dos aliciantes deste circuito. Desde o ano passado que a PGA de Portugal decidiu fazer coincidir a Final do Circuito PT Empresas com o Open que encerrará o PGA Portugal Tour, decidindo quem será o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções, ou seja, o n.º1 do circuito profissional português.
É uma oportunidade única de cada amador poder viver de perto dois dias de competição de profissionais a lutarem pelo título do Open e pelo posto de n.º1, mas a distribuição dos profissionais é por sorteio, pelo que Rui Morris não sabe se reeditará a parceria com estes três amadores que lhe proporcionaram a vitória em Ponte de Lima.
Como cada Pro-Am apura para a Final as três primeiras equipas, qualificaram-se igualmente em Ponte de Lima os amadores Luís Fernandes, António Machado e Joaquim Mendes, que garantiram o 2.º lugar com 80 pontos, ao lado do profissional Tomás Silva.
Também com 80 pontos mas com pior segunda volta, daí o 3.º lugar, ficaram os amadores Jorge Torres, Jorge Ferreira e Alberto de Brito, associados ao profissional Sérgio Ribeiro.
O Circuito PT Empresas prossegue com mais provas qualificativas a 23 de junho no Clube de Golf do Santo da Serra, na Ilha da Madeira; e a 2 de setembro no Guardian Bom Sucesso Golf.
Entretanto, no Axis PGA Open, o top-10 ficou recheado de jogadores que costumam atuar em circuitos internacionais como Challenge Tour, Pro Golf Tour ou PGA Pro Golf Tour, mas foi um treinador quem acabou por impor-se algo surpreendentemente.
Nelson Cavalheiro, que chegou a dirigir uma academia de um dos gurus mundiais do ensino do golfe, David Leadbether, e que atualmente é o diretor-técnico do Amendoeira Golf Resort, no Algarve, vai celebrar o seu 48.º aniversário no próximo Domingo com um agradável prémio de mil euros destinado ao campeão.
«Foi a melhor prenda de anos que poderia ter», disse Nelson Cavalheiro, que conquistou apenas o segundo título da sua carreira no PGA Portugal Tour, depois do longínquo PGA Portugal Masters de 2001, em Troia.
«Não esperava esta vitória. Claro que treino para ganhar e gosto de estar com a malta jovem para aprender com eles, mas estava à espera de um top-5, não de uma vitória. Curiosamente, o primeiro título que ganhei, em 2001 chamava-se Masters TMN, uma empresa absorvida pelo Grupo PT que agora apoiou este torneio», recordou o campeão. Nelson Cavalheiro terminou os 36 buracos regulamentares do Axis PGA Open empatado na frente com João Carlota, o vice-campeão nacional, que no último mês somou três bons resultados internacionais no Challenge Tour e no Alps Tour Golf.
Ambos totalizaram 141 pancadas, 1 abaixo do Par do percurso desenhado pelos irmãos Daniel e David Silva, Cavalheiro com voltas de 71 e 70, Carlota com cartões de 72 e 69. Foi preciso recorrer a um play-off, jogado no buraco 18, e houve um empate na primeira tentativa, pelo que só no segundo buraco de play-off Nelson Cavalheiro impôs-se ao cumprir o Par-4 do 18.
«Foi especial porque o João é um jogador que já treinei, é um dos melhores de Portugal, é o nosso vice-campeão nacional e uma pessoa de que gosto muito. Aliás, estávamos a almoçar juntos quando o José Correia, presidente da PGA de Portugal, nos chamou para iremos jogar o play-off», referiu o vencedor.
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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segunda-feira, junho 11, 2018

Shot Clock Masters

O golfista português Filipe Lima terminou hoje (domingo)
na 43.ª posição no Shot  Clock Masters, prova do Europeutour, ​ao concluir
com um total de 287 pancadas (73+72+70+72). 
A prova foi ganha pelo
finlandês Mikko Korhonen, que totalizou 272 pancadas, menos quatro do que
o escocês Connor Syme, que o segundo classificado,
o escocês Syme Connor.
No que respeita à classificação do Road to
Ras Al Khaimah​, classificação do Challengetour, de acesso de
pleno direito ao Europeantour, ​Filipe Lima,
está agora na vigésia-​primeira posição.

A minha sardinha é o golfe

A minha sardinha é o golfe : Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golf...