quarta-feira, março 17, 2021

A minha sardinha é o golfe

A minha sardinha é o golfe: Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golfe, enquanto desporto individual ao ar livre, continua confinado.

quinta-feira, março 11, 2021

PROFISSIONAIS PORTUGUESES TREINAM NO AMENDOEIRA GOLF RESORT, em Alcantarilha.

Durante duas semanas, os profissionais portugueses puderam usufruir das infra
estruturas do Amendoeira Golf Resort para treinarem, com vista aos compromissos internacionais do EUROPEAN TOUR. Esta situação, foi uma forma que a PGA PORTUGAL conseguiu, por modo a manter o ritmo competitivo o mais perto do desejado pelos atletas
Um dos atletas que aproveitou esta oportunidade foi Ricardo Santos, tendo em conta a participação no Commercial Bank Qatar Masters 2020, que se disputa de 11 a 14 deste mês.
RIcardo Santos é juntamente com Pedro Figueiredo que competente no European Tour. Neste campo, Ricardo Santos, já conta no seu palmarés com  três vitórias, em 2011 o Princess by Schüco, em 2012 Madeira Island Open e mais recente em 2019, o 
Swiss Challenge Presented by Swiss Golf.




terça-feira, março 02, 2021

PORTUGAL MASTERS NA FLORIDA!?

PORTUGAL MASTERS NA FLORIDA!? 

Segundo Richard Heathcote, chefe executivo do EUROPENA TOUR, está a ser ponderada a realização do PORTUGAL MASTERS na Florida - EUA, bem como as provas; Tenerife Open e o Gran Canaria Lopesan, provas do mês de Abril de 2021


Segundo Richard Heathcote, chefe executivo do EUROPENATOUR, esta a ser ponderada a realização do PORTUGAL MASTERS na Florida - EUA, bem como as provas Tenerife Open, Gran Canaria Lopesan. 
Esta possibilidade deve-se ao facto da grande incógnita no que respeita a restrições em Portugal e Espanha para a circulação de pessoas. Em Portugal,  não há qualquer exceção para "atletas de elite" e em Espanha, os cidadãos do Reino Unido e Africa do Sul estão proibidos de entrar. Sendo que os jogadores da Africa do Sul são uma grande "fatia" do "field" do Tour.
Num memorando enviado aos parceiros European Tour por Keith Pelley (citado pela Golf Digest), refere que os parceiros PGA, disponibilizaram-se para solucionar esta situação. 



domingo, fevereiro 28, 2021

Tiger Woods está a recuperar bem no hospital Harbor-UCLA Medical Center - Los Angeles


Tiger Woods, está a recuperar
 bem no hospital Harbor-UCLA Medical Center, em Los Angeles, após ter sido submetido à uma longa cirurgia na parte inferior de sua perna direita e no tornozelo. O atleta teve fraturas expostas graves, segundo as informações que foram publicadas pela equipe do atleta no Twitter. A médica Anish Mahaja, chefe da equipe médica que trata Woods, descreveu com detalhes a gravidade dos ferimentos nas pernas.
De acordo com a médica, Tiger Woods sofreu "fraturas expostas cominutivas que afetam as partes superior e inferior dos ossos da tíbia e fíbula foram estabilizadas pela inserção de uma haste na tíbia".
"Lesões adicionais nos ossos do pé e tornozelo foram estabilizadas com uma combinação de parafusos e pinos. O trauma no músculo e no tecido da perna exigia a liberação cirúrgica da cobertura dos músculos para aliviar a pressão devido ao inchaço", refere a publicação.
No entanto, não ficou claro que efeito o acidente pode ter na carreia de Woods, por conta das graves lesões na perna.
Woods,  sofreu uma série de lesões nas costas e nos joelhos nos últimos anos.

quarta-feira, fevereiro 24, 2021

Tiger Woods sofreu grave acidente de carro nos Estados Unidos

O golfista norte-americano sofreu um grave acidente de carro (23.02), Los Angeles, quando regressava do Genesis Invitationa, do qual era anfitrião.
Tiger Woods, teve de ser desencarcerado do veiculo que conduzia. Tiger Woods (unico condutor), estava bastante ferido, estava consciente e calmo, segundo os relatos das autoridades no local. 
Segundo a polícia local, o acidente envolveu apenas o veículo de Tiger Woods no trajeto entre as cidades de Rolling Hills Estates e Rancho Palos Verdes, na Califórnia. 



sábado, fevereiro 13, 2021

As opiniões irresponsáveis de quem está sentado

Francamente não sei o que o senhor Miguel Sousa Tavares tem contra o golfe.
Mas, mais uma vez, usou o golfe como algo nefasto para a sociedade, nomeadamente para a Portuguesa, quando num recente artigo de opinião do dia 12 de Fevereiro, com o título " A agricultura irresponsável" tinha no seu destaque a seguinte pagela
(... já não bastava os eucaliptos e o golfe...... chegaram agora os abacates.....
Resumindo tudo é mau, excepto a caça. Vá se lá entender isto. Em jeito de rodapé, Até podia dar uma lição a este senhor sobre o golfe, mas acho que será mais conveniente ser a Federação Portuguesa de Golfe a fazer

terça-feira, dezembro 01, 2020

LEONOR BESSA vence a ultima prova da PGA PORTUGAL

Depois da suspensão do primeiro dia de prova (30 de novembro), por questões climáticas extremamente adversas, que se fizeram sentir no Algarve. A PGA PORTUGAL decidiu, manter a prova só com um dia e manteve o valor total do Prize-Money 4 mil euros.


Para Nelson Cavalheiro, presidente da PGA PORTUGAL a importância de realizar a prova e manter o valor do Prize-Money era fulcral, Tendo em conta o temporal que se abateu no algarve esta segunda feira não quisemos cancelar o torneio mas sim realizá-lo dentro do possível com o Campo Amendoeira Resort. Nós sabemos que muitos torneios dos profissionais foram cancelados e quisemos dar a oportunidade de finalizar a época para os nosso profissionais em casa. Este será no futuro o Torneio dos profissionais, um PLAYERS CHAMPIOSHIP  a semelhança do que acontece nos outros Tours. agora os profissionais vão descansar mas a PGA Portugal já está a fazer contactos para que 2021 em termos competitivos seja mais próspero
A prova realizou-se no extraordinário percurso algarvio, Amendoeira O'Connor Course com três dezenas de jogadores, onde se inclui quatro amadores; Pedro Cruz Silva (T7), Pedro Lencart Silva (T11), Lucas Azinheiro (T14) e Filipa Capelo (T22).
Mas o grande destaque foi sem dúvida a grande vitória de Leonor Bessa, que levou, com o primeiro lugar, um cheque no valor de 800 euros. Depois de no Pay-off, vencer e logo no primeiro burado, o dezoito, Tomás Melo Gouveia, segundo classificado, que tinham terminado ambos com menos 5 pancadas que o par.
O terceiro lugar foi ocupado por Miguel Gaspar e Tomás Bessa com um total de 68 pancadas cada.
O atual campeão nacional e atual 258 do European Tour, ficou no quinto posição com 69 pancadas, as mesmas de Tomás Silva. O top TEN fecha com os restantes jogadores a jogarem abaixo do Par (71). Susana Ribeiro, Alexandre Abreu e o amador Pedro Cruz Silva.

 CLASSIFICAÇÕES

 Pos. Player                             R1 R2 Total Gross

 1 Leonor Bessa                      NS 67 67

2 Tomás Melo Gouveia          NS 67 67

T3 Miguel Gaspar                   NS 68 68

T3 Tomás Bessa                      NS 68 68

T5 Tomás Silva                         NS 69 69

T5 Ricardo Melo Gouveia       NS 69 69

T7 Susana Ribeiro                    NS 71 71

T7 Alexandre Abreu                NS 71 71

T7 Vitor Londot Lopes            NS 71 71

T7 Pedro Cruz Silva (am)         NS 71 71

TEXTO PGA PORTUGAL ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - FOTO PGA PORTUGAL

domingo, setembro 13, 2020

14º Portugal Masters - GEORGE COETZEE UM CAMPEÃO DA CAUSA DO TURISMO EM PORTUGAL

O SUL-AFRICANO CONQUISTOU O SEU SEGUNDO TÍTULO SEGUIDO E PROMOVEU TANTO OS CAMPOS DE GOLFE, COMO AS ONDAS E O SURF EM PORTUGAL. RICARDO MELO GOUVEIA FOI O MELHOR PORTUGUÊS


 

O sul-africano George Coetzee venceu hoje (Domingo) o 14.º Portugal Masters em Vilamoura e, numa edição condicionada pelo contexto de pandemia da COVID-19, realizada à porta fechada, transformou-se num autêntico campeão da causa do turismo em Portugal, elogiando não o país como destino turístico de golfe, mas também como um cenário ideal para os adeptos do surf, sublinhando exatamente as duas modalidades desportivas estratégicas do Turismo de Portugal. 
«Nunca me apanharão a dizer nada de mal de Portugal. Em primeiro lugar, tem ótimas ondas, eu adoro o oceano, e tem sempre bons campos de golfe. Uma das melhores coisas de Portugal são as pessoas, pelo modo como tratam e recebem quem os visita», disse o sul-africano de 34 anos, que ganhou o torneio que queria ter no seu palmarés «desde 2010».
Após três top-10’s em participações anteriores no mais importante torneio de golfe português (3.º em 2011, 6.º 2012 e 7.º em 2017), George Coetzee somou aqui o seu quinto título do European Tour e o primeiro desde 2018, mas, atenção, é um profissional que participa igualmente noutros circuitos e há exatamente oito dias tinha-se imposto na sua terra natal, num torneio do Sunshine Tour. «Estou muito surpreendido de vencer em duas semanas seguidas», acrescentou o jogador que totalizou 268 pancadas, 16 abaixo do Par, após voltas de 66, 70, 66 e 66, embolsando um prémio de 156.825 euros, do total de um milhão que esteve em jogo no Dom Pedro Victoria Golf Course. George Coetzee, sempre sorridente, avisou logo que amanhã vai «procurar uma praia para surfar, talvez não no Algarve, mas onde as ondas forem melhores», nada preocupado com o acidente de 2015, quando partiu um pé a fazer surf em Bali, dias depois de celebrar um top-10 num Major, um bom 7.º lugar no PGA Championship em Whistling Straights.
O primeiro sul-africano a vencer o Portugal Masters bateu por 2 pancadas o inglês Laurie Canter, autor de voltas de 64, 72, 68 e 66, arrecadando 101.475 euros. A grande figura do torneio foi, sem dúvida, o inglês Tommy Fleetwood e o n.º16 do ranking mundial reencontrou a sua forma, terminando em 3.º (cartões de 68, 71, 68 e 64), a 3 pancadas do campeão, empatado com o sueco Joakim Lagergren (69+69+68+65), recebendo cada um 52. 121 euros.
O melhor português foi Ricardo Melo Gouveia pela sexta vez na sua carreira. O alteta olímpico terminou no grupo dos 36.º classificados, com 280 pancadas, 4 abaixo do Par, após rondas de 69, 72, 69 e 70, garantindo um prémio de 5.904 euros. Melo Gouveia esteve na luta por um top-20 até ao último buraco, onde a pancada de saída foi parar à água, custando-lhe um duplo-bogey. «De onde venho e com a quantidade de competição que tenho vindo a ter, é difícil chegar aqui e fazer um grande resultado, mas o ritmo competitivo está a melhorar, vou ter mais duas, três semanas e o meu jogo irá melhorar cada vez mais», disse Ricardo Melo Gouveia, que já foi 5.º em 2017, mas que sentiu uma quebra de forma durante todo o ano de 2019 e em 2020 pouco tem competido.
Ricardo Santos encerrou a prova no grupo dos 50.º posicionados, a sua segunda melhor classificação de sempre, depois do 16.º lugar de 2012, desta feita com 282 pancadas, 2 abaixo do Par, somando resultados de 69, 71, 72 e 70, que assegurou-lhe um prémio de 3.390 euros. O birdie no último buraco, o seu segundo birdie da semana no 18, mostra que um dos aspetos mais positivos desta sua prestação foi ter acertado contas com esse mesmo buraco: «Esses fantasmas que eu tinha, no 18 e também alguns no 7, foram ultrapassados esta semana. Espero também ultrapassar outros para melhorar em todos os aspetos e voltar mais forte no próximo ano. Saio daqui com a sensação de que o meu jogo está relativamente sólido».
Tomás Bessa, que chegou a andar no top-30 a meio da prova, fechou a contagem no 64.º lugar, empatado com dois jogadores, entre os quais campeão do ano passado, o inglês Steven Brown. O campeão nacional totalizou 285 pancadas, 1 acima do Par, depois de voltas de 68, 70, 75 e 72, equivalente a um cheque de 2.214 euros. Não conseguiu um agregado abaixo do Par como desejava, mas nem por isso deixou de apreciar o recorde pessoal: «É um momento muito alto, é a primeira vez que passo o cut num torneio do European Tour. Obviamente que sonho com mais e melhor, e quero fazer já melhor na próxima semana no Open de Portugal. Sinto que tenho hipóteses de fazê-lo porque o meu jogo está a ficar melhor e, com a experiência que tive neste fim de semana, certamente que saberei gerir melhor da próxima vez que me deparar com esta situação». 
Os três jogadores portugueses que passaram o cut e o campeão do Portugal Masters prosseguem todos para o Open de Portugal at Royal Óbidos, que começa já na próxima quinta-feira, num campo desafiador, desenhado pelo saudoso Seve Ballesteros.
A capacidade do European Tour em realizar em Portugal competições consecutivas com mais de cem participantes cada uma, foi motivo de elogio de Rita Marques, a secretária de Estado do Turismo, que visitou hoje o torneio do “seu” Turismo de Portugal.  «Há uns meses pensámos que isto não seria possível. Obrigado por confiarem que Portugal estaria à altura de uma tarefa tão complicada. E mesmo sem público, houve muita gente a seguir-nos nas transmissões televisivas pelo Mundo fora», disse, em inglês, a governante no seu discurso, dirigindo-se a Peter Adams, o Diretor de Campeonatos do European Tour, que escolheu o Portugal Masters para reformar-se. Dirigiu este torneio desde o seu Nascimento em 2007 e despediu-se em beleza, ao ganhar este desafio inédito até para o próprio circuito europeu.
Com efeito, David Williams, o presidente (Chairman) do Conselho de Administração do European Tour, também no seu discurso, sublinhou que «Portugal realizou em primeira mão o primeiro Pro-Am desde a retoma do circuito. Foi desafiador levar a cabo o torneio nestas circunstâncias. Este é um evento muito especial no nosso calendário e a nossa mensagem para o Mundo é que sentimo-nos muito em segurança em Portugal».
O novo campeão do Portugal Masters, George Coetzee, que se casou recentemente, pegou então na palavra para reforçar essa mesma mensagem: «Sinceramente, pensei que este ano não iríamos jogar mais golfe. Tinha dito à minha mulher que iríamos ficar em casa. Vocês fizeram um trabalho fabuloso para que pudessemos sentir-nos seguros dentro desta bolha». 

As classificações e resultados do campeão e dos jogadores portugueses do 14.º Portugal Masters foram as/os seguintes:
Campeão: 
1.º George Coetzee (África do Sul), 286 (66+70+66+66), -16, €156.825,00
Portugueses que passaram o cut
36.º (empatado) Ricardo Melo Gouveia, 280 (69+72+69+70), -4, €5.904,00
50.º (empatado) Ricardo Santos, 282 (69+71+72+70), -2, €3.390,19
64.º (empatado) Tomás Bessa, 285 (68+70+75+72), +1, €2.214,00
Portugueses que falharam o cut
71.º (empatado) Filipe Lima, 142 (69+73), Par
81.º (empatado) Vítor Londot Lopes, 143 (71+72), +1
113.º (empatado) Pedro Figueiredo, 148 (72+76), +6
121.º (empatado) Pedro Lencart (amador), 149 (72+77), +7
131.º Miguel Gaspar, 156 (82+74), +14
 
Na Corrida para o Dubai, o ranking do European Tour, George Coetzee subiu de 72.º para 25.º, Ricardo Santos melhorou de 231.º para 219.º, Ricardo Melo Gouveia galgou de 283.º para o 246.º.
 

sexta-feira, julho 17, 2020

Solverde Campeonato Nacional PGA - IRMÃOS LEONOR E TOMÁS BESSA FAZEM HISTÓRIA EM VIDAGO

O TORNEIO DE 10 MIL EUROS EM PRÉMIOS NUNCA TINHA SIDO CONQUISTADO NO MESMO ANO POR DOIS IRMÃOS. NELSON CAVALHEIRO IMPÔS-SE NOS SENIORES. AMANHÃ JOGA-SE O MATEUS ROSÉ PRO-AM

Leonor e Tomás Bessa fizeram hoje (sexta-feira) história no Vidago Palace Golf Course, no concelho de Chaves, ao tornarem-se nos primeiros irmãos a vencerem no mesmo ano os dois títulos principais do Solverde Campeonato Nacional PGA, uma prova que celebra 30 anos em 2020. Leonor Bessa repetiu o êxito de 2018 (então no Oporto Golf Club), com 210 pancadas, 6 abaixo do Par, após voltas de 68, 68 e 74, batendo por 7 a anterior campeã nacional, Susana Ribeiro (71+67+79). Clara Teixeira foi 3.ª com 238 (78+84+76), +22.
Mas se Leonor, de 21 anos (quase 22) já tinha sido campeã nacional várias vezes, nos escalões juvenis e como amadora de alto rendimento, antes de impor-se como profissional pela primeira vez há dois anos; Tomás, pelo contrário, foi sempre um dos melhores da sua geração, mas nunca tinha triunfado em campeonatos nacionais.
Tomás, de 23 anos (quase 24) venceu hoje pela primeira vez um campeonato nacional a nível individual e fê-lo em grande, com 204 pancadas, 12 abaixo do Par, depois de rondas de 70, 66 e 68.
O jogador de Paredes que treina no Algarve superou por 2 pancadas Ricardo Santos (67+69+70), um dos melhores golfistas portugueses de todos os tempos e o nosso atual n.º1 no ranking mundial; e por 6 ‘shots’ Miguel Gaspar (69+70+71), que em 2019 partilhou com Santos o estatuto de vice-campeão nacional. Tanto Leonor como Tomás Bessa carimbaram os seus melhores resultados de sempre nesta competição, mas o irmão mais velho cometeu um feito raro, o de vencer esta prova sem ter perdido qualquer pancada em três dias. Tomás somou 10 birdies e 1 eagle para o seu ‘score’ de -12. Ricardo Santos até ganhou mais pancadas ao campo, com 13 birdies, mas também sofreu 3 bogeys que lhe foram fatais.
Houve ainda outra grande diferença entre os irmãos – enquanto Tomás marcou a rivalidade com Santos no início das duas últimas jornadas (eagle no 2 e birdie no 3 na quinta-feira e hoje com birdies no 1 e no 2), Leonor teve o seu ganha-pão nos últimos nove buracos (10 dos seus 15 birdies foram no back nine).
O Solverde Campeonato Nacional PGA de 2020 voltou a provar que a atual geração de golfistas amadores portugueses de alto rendimento tem enorme qualidade. Houve cinco amadores no top-15, com destaque para Daniel da Costa Rodrigues (o líder aos 18 buracos), que terminou no top-5 (5.º com -2). Também Pedro Cruz Silva fez um top-10 (8.º com -1).
No torneio de seniores para jogadores com 50 ou mais anos, o título foi para Nelson Cavalheiro, a estrear-se neste escalão etário. O também presidente da PGA de Portugal totalizou 155 pancadas (+11), com registos de 77 e 78. Fernando Nogueira foi 2.º com 164 (84+80), +20; e Vasco Espírito Santo 3.º com 168 (87+81), +24.
No total dos 41 participantes, só nove (oito jogadores e uma jogadora) bateram o Par-72 do campo aos 54 buracos. Hoje, num dia com mais vento, mais calor e bandeiras mais complicadas, só houve oito voltas em ‘números vermelhos’.
O programa termina amanhã (Sábado dia 18) com o Mateus Rosé Pro-Am PGA, que está completamente esgotado, tal a vontade de muitos amadores poderem competir durante um dia inteiro com os profissionais portugueses.Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira: Foto: Rui Frazão
 

quinta-feira, julho 16, 2020

Solverde Campeonato Nacional PGA - IRMÃOS LEONOR E TOMÁS BESSA LIDERAM COM SANTOS E CAVALHEIRO


O TORNEIO DE 10 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, NO VIDAGO PALACE GOLF COURSE, ESTÁ AO RUBRO E SÓ O TÍTULO DE SENIORES PARECE DECIDIDO ANTES DO ÚLTIMO DIA



Ricardo Santos, a maior estrela do Solverde Campeonato Nacional PGA, assumiu hoje (quinta-feira) a liderança do torneio de 10 mil euros em prémios monetários. Não há qualquer surpresa em ver o membro do European Tour no topo da classificação masculina e, por isso, a grande notícia do segundo e penúltimo dia de prova, foi a possibilidade de uma dupla de irmãos poder conquistar, pela primeira vez, o torneio da PGA de Portugal, organizado pela Greatgolf e sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG). Com efeito, Leonor e Tomás Bessa estão igualmente na frente, após duas voltas ao Vidago Palace Golf Course, e, curiosamente, ambos com o mesmo resultado agregado, de 8 pancadas abaixo do Par: Leonor com dois cartões consecutivos de 68 (-4) e Tomás com rondas de 70 e 66. Ricardo Santos, por seu lado, era ontem (quarta-feira) o 3.º classificado, graças a uma volta de 67 (-5) e hoje juntou-lhe um segundo resultado de 69 (-3), para ficar empatado com Bessa. A competitividade tem sido a nota dominante e os birdies continuam a cair (Bessa até fez 1 eagle no buraco 2), apesar do calor ter apertado – e muito – a partir do meio dia. Daí que nada esteja decidido. No torneio masculino Tomás Bessa e Ricardo Santos têm Miguel Gaspar a apenas 3 pancadas (69+70) e a 4 de distância surge um grupo de três jogadores constituído por Vítor Lopes (71+69), Tiago Cruz (70+70) e Pedro Cruz Silva (69+71). Os amadores continuam a dar muito boa conta de si e depois de Daniel da Costa Rodrigues ter liderado o torneio ontem com -7, hoje foi Pedro Cruz Silva a brilhar com duas voltas seguidas abaixo do Par e a partilhar o 4.º posto. O vice-campeão nacional amador chegou a andar hoje na coliderança! Hoje as coisas não correram tão bem aos dois protagonistas de ontem. Daniel da Costa Rodrigues (65+76) e Francisco Oliveira (66+75), eram ontem 1.º e 2.º, respetivamente, mas caíram para o 7.º lugar (empatados). Pelo contrário, no torneio feminino, Susana Ribeiro não só manteve o 2.º lugar da véspera como reduziu a diferença em relação à líder de 3 para 2 pancadas, graças a ter carimbado a melhor volta desta prova, de 67 (-5), a sua melhor prestação na história do Solverde Campeonato Nacional PGA. O título será, assim, decidido amanhã entre as campeãs dos últimos dois anos, com Leonor em perseguição se um segundo troféu e Susana de um quinto. A segunda jornada marcou também o início do torneio de seniores para jogadores com 50 ou mais anos. Nelson Cavalheiro, pela primeira vez neste escalão etário, lidera confortavelmente, com 77 pancadas, 5 acima do Par. O presidente da PGA de Portugal é perseguido pelo seu amigo Fernando Nogueira, com 84 (+12). O campeão de 2019, Joaquim Sequeira, não veio a Vidago defender o seu título. Em geral, neste segundo dia, os resultados de hoje não foram tão bons. Só seis jogadores e duas jogadoras bateram o Par-72 do campo e no agregado só oito jogadores e duas jogadoras estão em números vermelhos.
Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira: Foto: Rui Frazão
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terça-feira, julho 14, 2020

Solverde Campeonato Nacional PGA

VIDAGO PALACE GOLF COURSE  
ANFITRIÃO PELA PRIMEIRA VEZ

O Vidago Palace Golf Course vai receber a partir do dia 14 de Junho,  o Solverde Campeonato Nacional PGA, o torneio de 10 mil euros em prémios monetários, organizado pela PGA de Portugal em colaboração com a Greatgolf, e sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG).
Após cinco anos bem-sucedidos no Oporto Golf Club, em Espinho, o torneio que reúne a elite do golfe português, profissional e amador, disputa-se de 15 a 17 de julho, com o programa oficial a ser encerrado no dia 18 com mais uma edição do Mateus Rosé Pro-Am PGA.
«O nosso objetivo na escolha da data consistiu em dar alguma competição e rodagem aos nossos profissionais, depois desta paragem devida à pandemia, para que sintam-se mais preparados para os seus compromissos internacionais, agora que os calendários dos circuitos internacionais foram reabertos», explicou Nelson Cavalheiro, o presidente da PGA de Portugal.
«Optámos também por mudar de campo porque foram alguns anos a competir no Oporto Golf Club e achámos que era hora de dar outro desafio aos nossos jogadores. Continuamos com o apoio da Solverde e como o Vidago Palace integra o “ecossistema” empresarial em que a Solvere se enquadra, achámos que seria uma boa opção», acrescentou Nelson Cavalheiro.
No atual contexto de pandemia da COVID19, o Solverde Campeonato Nacional PGA irá seguir todas as normas estabelecidas pelo plano de segurança e saúde da FPG, baseadas nas indicações da Direção Geral de Saúde, e o próprio Vidago Palace Golf Course estabeleceu rotinas que visam proteger jogadores, organizadores e os habituais clientes do hotel e do campo.
«O resort aderiu ao selo “Clean & Safe” do Turismo de Portugal. Para além das precauções recomendadas pela FPG, temos o nosso protocolo interno que inclui a desinfeção constante dos espaços e equipamentos, assinalámos os circuitos de circulação de pessoas, criámos espaçamentos nas áreas de treino, e os balneários estarão fechados. Só os sócios do Vidago Palace têm permissão de entrar no parque natural, podendo apenas circular no campo com o devido distanciamento social. Isto nos dias do Solverde Campeonato Nacional PGA. No dia do Mateus Rosé Pro-Am PGA o parque estará fechado», anunciou Paulo Ferreira, o diretor de golfe do Vidago Palace Golf Course.
Não é a primeira vez que Vidago recebe um torneio do PGA Portugal Tour e durante anos foi uma das etapas mais apreciadas, pela beleza natural do parque envolvente, pela população local que é adepta da modalidade e acarinha os jogadores, e pela história de um campo desenhado originalmente pelo conceituado Mackenzie Ross em 1936 e posteriormente renovado pela empresa especializada Cameron & Powell, passando de 9 para 18 buracos.
O Vidago Palace Golf Course recebeu em anos recentes uma etapa do European Senior Tour (agora batizado de Staysure Tour), ou seja, o circuito profissional europeu de veteranos, e uma edição do Michael Bonallack Trophy e do Patsy Hankins Trophy, o duelo bianual entre as seleções da Europa e da Ásia/Oceânia. Agora, cabe-lhe ser, pela primeira vez, o palco do Solverde Campeonato Nacional PGA, outro evento de prestígio.
«Estamos gratos à PGA de Portugal e à Greatgolf pela escolha e confiança no Vidago Palace Golf Course para a organização deste campeonato. Esta escolha é a confirmação da qualidade do nosso campo. O Vidago Palace é um excelente palco para este evento, e o facto de estarmos ao lado da PGA de Portugal neste momento difícil que atravessamos demonstra, mais uma vez, a aposta clara que fazemos na promoção e divulgação do golfe nacional. Será também uma excelente oportunidade de mostrar a beleza da nossa região e em particular do nosso campo», frisou Paulo Ferreira.
O Solverde Campeonato Nacional será composto por três classificações: nos dias 15, 16 e 17 jogar-se-ão os torneios feminino e masculino; nos dias 16 e 17 o torneio de seniores. Serão, assim, coroados três novos campeões nacionais. Em 2019 venceram Susana Ribeiro, Tomás Silva e Joaquim Sequeira, respetivamente.
Em termos políticos, a edição de 2020 marca também a entrada de Nelson Cavalheiro como diretor do torneio, acumulando essa função com a de presidente da PGA de Portugal.
«Será o meu primeiro Nacional de Profissionais como presidente da associação. Estou muito satisfeito de conseguir fazê-lo na conjuntura atual. Mas não é a primeira vez que organizo o Campeonato Nacional. Fi-lo em 2009, no Porto Santo Golf, numa parceria entre a PGA de Portugal e a Southgolftour, uma empresa de organização de eventos de golfe, da qual eu era sócio gerente», recordou.
Em 2020 será também celebrado o sexto ano consecutivo da parceria entre a PGA de Portugal e a GreatGolf, empresa que ocupa-se igualmente da gestão da carreira desportiva de alguns dos nossos melhores profissionais.
«Nestes momentos difíceis em que vivemos, foi um grande desafio conseguir os apoios necessários para pôr de pé esta edição do Campeonato Nacional da PGA de Portugal. Quero enaltecer o interesse desde a primeira hora demonstrado pelo Vidago Palace e pelo Grupo Super Bock em receber esta prova, e desejo realçar o esforço feito pela Solverde e pela Mateus Rosé para manterem-se como patrocinadores deste torneio. Estas duas instituições apoiam o Campeonato Nacional da PGA de Portugal desde 2015», salientou Pedro Lima Pinto, administrador da GreatGolf.
Manuel Guedes, administrador da Grape Ideas – Turismo, Comércio e Serviços, S.A., tem sido um dos grandes responsáveis pelo sucesso do Pro-Am, onde algumas figuras da sociedade do norte do país têm gozado a oportunidade de competir uma vez por ano ao lado dos melhores jogadores portugueses.
«Mateus é uma marca icónica e verdadeiramente global. Pelo facto de os torneios e campeonatos da PGA de Portugal serem responsáveis pela vinda de muitos golfistas internacionais a Portugal, a presença da marca nestes eventos é uma forma diferente de promover o nosso país. Por este motivo, Mateus e a PGA de Portugal mantêm uma longa parceria», sublinhou Manuel Guedes, também ele golfista amador.
Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

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quinta-feira, janeiro 30, 2020

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria lugar no próximo mês de Março de 5 a 8 na Ilha de Hainan, na China. A informação foi divulgada pela Golfweek na passada quarta-feira. No entanto até a data de hoje (30 de janeiro) o LPGA ainda não se percepcionou. O Blue Bay LPGA é um dos quatro torneios da perna asiática do maior circuito feminino de golfe profissional do mundo. Antes dele, o calendário traz o HSBC Women’s World Championship, será jogado em Singapura, uma semana antes, de 27 de fevereiro a 1 de Março. O problema é que o Ministério da Saúde de Singapura acaba de confirmar mais três casos de coronavírus no país, elevando o total para 13, o que levou o governo a elevar o nível de alerta para Amarelo. Os mortos na China pelo coronavírus já passam de 130, com mais de seis mil pessoas infectadas. Os próximos dois eventos do LPGA Tour serão jogados na Austrália, de 6 a 9 e de 13 a 16 de Fevereiro, seguindo depois para a Tailândia, de 20 a 23 de Fevereiro.

terça-feira, janeiro 28, 2020

Nelson Cavalheiro T34 no SenioTour


Nelson Cavalheiro, terminou hoje (28), o segundo dia de prova da fase final de qualificação para o SenioTour, na posição T34, menos 13 que o dia de ontem, terminando com menos uma que o par do campo. Nelson Cavalheiro, tem amanha o derradeiro dia, para passar cut, e aspirar a conseguir cartão para SenioTour 2020.
De recordar, que a fase final é disputada em quatro dias, com um cut no terceiro dia. Passam, os jogadores que tiveram no máximo a seis pancadas do ultimo cartão a ser atribuído (quinto cartão). A prova está a ser disputado no Pinta Course Pestana Gof Resort 

sexta-feira, janeiro 24, 2020

HISTÓRIA NO GOLFE PROFISSIONAL SÉNIOR PORTUGUÊS - Staysure Tour

Nelson Cavalheiro faz Historia no golfe profissional nacional 

Cavalheiro, qualificou-se hoje (24) para a fase final ao escola de qualificação do Staysure Tour. Nelson, conseguiu o vigésimo quarto lugar com +5 pancadas que o par do campo, (76+69), tendo hoje feito uma abaixo do par, num dia onde apenas mais nove jogadores jogaram abaixo do par. O jogador da Amendoeira Golf,tornou-se deste modo no primeiro profissional sénior a atingir esta fase, que vai agora, atribuir os cinco cartões disponíveis para o Tour. 
A fase final será disputada em quatro dias, com um cut no terceiro dia. Passam, os jogadores que tiveram no máximo a seis pancadas do ultimo cartão a ser atribuído (quinto cartão). A prova terá como único palco o Pinta Course Pestana Gof Resort de 27 a 30 de Janeiro
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quinta-feira, janeiro 23, 2020

Nelson Cavalheiro "ataca" o Staysure Tour

foto arquivo
Nelson Cavalheiro inicia hoje (23) no Silves Golf, a escola de qualificação do Staysure Tour. 

Mais de uma centena de jogadores, vão disputar os  cinco cartões de acesso ao circuito de seniores do Europeantour.
A edição de 2020 do Qualifying School terá lugar em três locais, com a primeira Etapa disputada em 36 buracos de stroke play no Silves Golf do Pestana Golf Resort, e no Gramacho Golf Club, e a Etapa Final disputada em 72 buracos de stroke play no Pinta Course do Pestana Golf Resort.








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terça-feira, novembro 26, 2019

58.º Open de Portugal no Royal Óbidos

A Federação Portuguesa de Golfe assinou hoje (26.11) o contrato com o Royal Óbidos Spa & Golf Resort para ser o palco da 58.ª edição do Open de Portugal at Royal Óbidos, sob a chancela do European Challenge Tour, numa cerimónia realizada esta manhã, no Hotel Albatroz, em Cascais, na presença de, entre outros, o atleta olímpico Ricardo Melo Gouveia e o bicampeão nacional Tomás Santos Silva.

O único torneio de golfe português do European Challenge Tour muda de local, após três anos no Morgado Golf Resort, no Algarve, e atrairá a elite deste circuito europeu, de 17 a 20 de setembro de 2020.  
O Royal Óbidos Spa & Golf Resort foi desenhado por Severiano Ballesteros. Foi, aliás, como salientou Kostantin Ranchinskiy, administrador do resort, «o último projeto concretizado por essa grande figura do golfe mundial». O saudoso Seve, provavelmente o melhor golfista europeu de sempre, disputou várias vezes o Open de Portugal, tentando conquistar um dos raros Opens nacionais do European Tour que faltam ao seu palmarés. «É uma homenagem a ele», sublinhou Kostantin Ranchinskiy.
O contrato será por três anos, como patenteou Miguel Franco de Sousa, o presidente da Federação Portuguesa de Golfe (FPG), «de 2020 a 2022», com prémios monetários no valor de «200 mil euros, o mesmo deste ano» e um orçamento global «que ascende a 350 mil euros», suportados por apoios do «Turismo de Portugal, IPDJ, câmara Municipal de Óbidos e patrocínios privados».
Para além de Miguel Franco de Sousa e de Konstantin Ranchinskiy, esteve também na cerimónia de assinatura Alain de Soultrait, o diretor-geral do Challenge Tour que anunciou que o número de participantes será reduzido para «144 jogadores em vez de 156», acrescentando que o número de convites para portugueses competirem no Challenge Tour em 2020 irá manter-se na ordem dos «quatro dezenas».
Miguel Franco de Sousa frisou a relevância desses convites: «Fazermos esta competição é a única forma de darmos oportunidades de jogo no Challenge Tour a jogadores que não tenham o cartão. O Ricardo Melo Gouveia beneficia de um cartão “full” para 2020, não vai beneficiar destes “wild cards” e é uma grande honra para nós tê-lo no nosso torneio. Mas outros como o Tomás Santos Silva, o João Carlota, o Tomás Bessa, o Tiago Cruz, enfim, tantos outros jogadores, beneficiam muito pelo facto de organizarmos o Open de Portugal como uma prova do Challenge Tour».
O presidente da FPG referiu, para além da dimensão desportiva do Open de Portugal, a dimensão económica é igualmente determinante, explicando parte da decisão de sair do Algarve e de deslocar o torneio para o Oeste: «Entre 2017 e 2019 estivemos no Morgado Golf Resort no Algarve, e agora temos a oportunidade de ir para uma nova região, para um novo destino como Óbidos, porque para nós também faz todo o sentido haver alguma descentralização nos grandes eventos. Há outras regiões do país que devem beneficiar do turismo de golfe. O Algarve é o melhor destino de golfe do Mundo, mas também temos a responsabilidade de estabelecer e de criar novos destinos que sejam atrativos para os jogadores estrangeiros que nos visitam».
Ricardo Melo Gouveia e Tomás Santos Silva serão duas das estrelas do golfe nacional que irão jogar o Open de Portugal at Royal Óbidos, mas com objetivos muito diferentes em 2020. Ricardo Melo Gouveia terá de ser considerado um dos candidatos ao título, ele que conta no seu palmarés com três troféus neste circuito, mas o atleta olímpico português no Rio 2016 tem objetivos ainda mais ambiciosos, o que é natural, tendo em conta que, em 2015, foi o n.º1 do ranking do Challenge Tour, um recorde nacional: «O meu objetivo principal é voltar ao European Tour. Ganhar o cartão e, porque não, tentar vencer o Challenge Tour, outra vez, como fiz em 2015. Foi a minha melhor época, senti que em qualquer torneio tinha hipótese de ganhar. Espero que para o ano voltem essas memórias e energias. Neste momento, não penso muito na qualificação olímpica, mas com bons resultados no início do ano, pode ser que entre no ranking olímpico. Jogar nos Jogos Olímpicos mais uma vez é um dos meus objetivos».
Tomás Santos Silva, por seu lado, também sonha chegar ao European Tour, mas planeia uma escalada mais diluída no tempo e o Open de Portugal será uma das muitas etapas que sente ter pela frente.
«Em 2020, se houver oportunidade, irei querer jogar alguns torneios do Challenge Tour, mas vou estar cem por cento focado no Alps Tour (uma das terceiras divisões europeias), porque penso que será por aí que chegarei ao Challenge Tour em 2021 e, quem sabe, a partir daí, atingir os meus objetivos (de European Tour)», disse.
No fundo, o bicampeão nacional deseja traçar um percurso semelhante ao de Pedro Figueiredo que jogou uma terceira divisão europeia em 2017 (Pro Golf Tour), a segunda divisão em 2018 (Challenge Tour) e que desde 2019 que já está na primeira divisão, onde irá manter-se em 2020 (European Tour).
O Open de Portugal at Royal Óbidos, promovido pela FPG, será a primeira grande competição internacional masculina a contar para rankings mundiais de profissionais na região do Oeste a norte de Lisboa.Fotografia: PRESS OFFICE FPG  Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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terça-feira, novembro 05, 2019

António Gravelho vence Match-Play 2019

Depois de o Campeão em título José Rocha Vieira ter ficado pelos oitavos de final, António Gravelho defrontou na Final o Luís Serejo com o resultado de 3 buracos acima e dois por jogar, recuperando um título que já não conseguia desde 2016.
De manhã, nas Meias-Finais, António Gravelho venceu o Paulo Alexandre Metelo num match equilibrado e muito bem disputado que só terminou no último buraco com um 1 e 0. Já o Vice-Campeão de Match Play de 2019, Luís Serejo, venceu de manhã a Idalina Silvestre por um 3 e 2. Esta veio a terminar no quarto lugar ao perder na 2ª final com o Paulo Alexandre Metelo por 2 e 1.



segunda-feira, novembro 04, 2019

III Edição do PRO AM VILAMOURA 2019

Pelo terceiro ano consecutivo Vilamoura ,vai se realizar o Pro-Am da GOLF TROTTER’S
Este evento conta com mais de cinco dezenas de jogadores amadores e profissionais, vindos de varias partes da Europa sendo o grade destaque da Suiça, no entanto, e dada as características do evento, começa a ser procurado por jogadores nacionais. A prova terá lugar nos dias 8, 9 e 10 de Nobembro.
A prova de três dias vai se realizar nos dois percursos de Vale do Lobo (Royal e Ocean).
A prova será disputada na modalidade dos dois melhores resultados, sendo os resultados em GROSS.
Um dos parceiros deste evento é o prestigiado hotel; Hilton Vilamoura. O Hilton será a "base" de alojamento para as dezenas de jogadores participantes no evento. 
O Evento termina com um jantar de gala de entrega de prémios no Hilton Vilamoura.

terça-feira, outubro 29, 2019

13º Portugal Masters - STEVEN BROWN CAMPEÃO


DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, EM VILAMOURA. COROOU PELA SÉTIMA VEZ UM INGLÊS E PELA PRIMEIRA VEZ UM JOGADOR QUE TENHA PASSADO PELO PORTUGAL PRO GOLF TOUR

O inglês de 32 anos está longe de ser uma estrela. Iniciou a semana no 150.º posto da Corrida para o Dubai, estava em sério risco de descer ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia, e surgia apenas no 550.º lugar do ranking mundial. Sabia desde o início do torneio de 1,5 milhões de euros em prémios monetários que só conseguiria manter-se na primeira divisão europeia se ganhasse o torneio ou se fosse 2.º classificado. É certo que tinha-se colocado em posição de consegui-lo, pois partiu para a última volta deste domingo (hoje) a 3 pancadas do líder, o sul-africano Brandon Stone, mas ele próprio admitiu que «não estava nada à espera disto».
Num ápice embolsou o cheque de 250 mil euros, saltou para o 69.º lugar da Corrida para o Dubai e não só assegurou que irá continuar na elite europeia até ao final de 2020 como também se apurou no limite para o milionário Turkish Airlines Open, em novembro, reservado ao top-70 do ranking do European Tour, um evento da prestigiada Série Rolex. Steven Brown nunca tinha ganho um torneio do European Tour. O mais perto – e bem perto – fora o ‘play-off perdido para o inglês Matt Wallace no Made in Denmark do ano passado. E este ano ainda não alcançara qualquer top-10, embora na semana passada o 11.º lugar no sempre complicado Open de França já desse a ideia de estar em crescendo de forma.
Tudo acabou por conjugar-se na perfeição nos dois últimos dias. No sábado arrancou uma penúltima volta em 65 pancadas, 6 abaixo do Par, o seu melhor cartão de toda a época. E hoje quase igualou-a com uma ronda em 66 (-5), para um agregado de 267 (-17), dado que nos dois primeiros dias carimbara ‘scores’ de 69 e 67. Como conta o press officer do European Tour, Tom Carlisle, «o birdie no buraco 11 colocou-o em posição de manter o seu cartão no European Tour em 2020 e o eagle no buraco seguinte levou-o para o resultado vencedor de -17». «Aquela pancada no buraco 12 (que deu-lhe o eagle) foi provavelmente o melhor ‘shot’ que alguma vez dei. Não poderia ter sido mais perfeito», disse Steven Brown, o primeiro jogador a ter competido no Portugal Pro Golf Tour a sagrar-se mais tarde campeão do Portugal Masters. «É difícil expresser o que sinto. Sinto alívio, espanto, júbilo, tudo. Estou em choque», admitiu o jogador que deu o sétimo título do Portugal Masters a Inglaterra – foi o sexto a fazê-lo, dado Tom Lewis ter ganho por duas vezes.
Steven Brown foi também o terceiro jogador a triunfar pela primeira vez no European Tour no Portugal Masters, depois do seu compatriota Tom Lewis em 2011 e do dinamarquês Lucas Bjerregaard em 2017. O britânico bateu por 1 única pancada os sul-africanos Brandon Stone (voltas de 66, 66, 66 e 70) e Justin Walters (65+66+71+66).
Para Walters há uma sensação de ‘déjà vu’. Em 2013 a sua mãe tinha falecido três semanas antes de vir para o Algarve. Uma milagrosa última volta levou-o a sagrar-se vice-campeão e a manter-se no European Tour. Este ano o seu pai faleceu no verão e Justin voltou a terminar em 2.º e a segurar o cartão para 2020! Como disse Steven Brown «foi um dia esquisito».
Estranho também para os jogadores portugueses. Nenhum jogou mal, mas também nenhum conseguiu uma daquelas voltas extraordinárias que pudessem levá-los ao topo. Ao contrário de 2017 e 2018, desta feita não houve nenhum golfista nacional no top-10, mas os top-30 de Ricardo Melo Gouveia e de Tomás Santos Silva, bem como o top-40 de Tiago Cruz, são classificações positivas, embora possam, naturalmente, saber a pouco. Ricardo Melo Gouveia e Tomás Santos Silva empataram no 29.º lugar com 276 pancadas, 8 abaixo do Par, merecendo um prémio de 14 mil euros. Mas se o melhor português no European Tour até subiu 6 posições na classificação graças a uma última volta de 68 (-3), o bicampeão nacional, pelo contrário, tombou 10 degraus no leaderboard após um derradeiro cartão de 70 (-1). Diga-se que Tomás Santos Silva esteve no top-20 até ao duplo-bogey no último buraco por um segundo ‘shot’ que foi à água.
«Aquela pancada não pode caracterizar a minha participação no Portugal Masters. Senti-me bem ao longo de todo o torneio e é uma participação muito positiva da minha parte. Este 27.º lugar pode ser visto como satisfatório, mas eu quero sempre mais», disse Tomás Santos Silva, que entregou cartões de 72, 68, 66 e 70, para a sua melhor classificação e o seu melhor resultado de sempre no Portugal Masters.
Agora, para o bicampeão nacional, vem aí a Segunda Fase da Escola de Qualificação, em novembro, em Espanha, pelo que ainda é possível o sonho de estar no European Tour em 2020. Quem também estará nesse Segunda Fase são Tomás Bessa, Tomás Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, que falharam o cut neste Portugal Masters, bem como Ricardo Melo Gouveia. «Foi bom acabar com 2 birdies, foi mais uma participação positiva. Claro que queria mais, mas sinto que o meu jogo, mesmo devagarinho, já começa a dar-me voltas mais aceitáveis e sinto que estou no bom caminho. Agora é descansar uns dias e voltar aos treinos para preparar-me para a Segunda Fase da Escola. O meu objetivo principal era ganhar o torneio; se não ganhasse queria garantir pontos suficientes para ir diretamente à Final da Escola; isso não aconteceu, estou um bocadinho desiludido mas acho que tenho ótimas hipóteses de voltar ao European Tour no próximo ano», declarou Ricardo Melo Gouveia, que somou rondas de 70, 68, 70 e 68. O atleta olímpico português, que tinha sido 5.º em 2017 e 7.º em 2018 no Portugal Masters, vai terminar a época na 164.ª posição da Corrida para o Dubai. Uma época difícil em que decidiu redefinir toda a sua técnica para tornar-se num jogador muito mais forte no futuro.
Tiago Cruz também fez grandes alterações técnicas este ano e está a regressar aos poucos ao seu melhor. O 40.º lugar no Portugal Masters é a sua melhor classificação de sempre na prova, tal como são o seu melhor resultado de sempre as suas 278 pancadas (-6), com voltas de 69, 66, 73 e 70, para um prémio de 8.700 euros. Claro que para quem chegou a meio da prova no top-10 poderá saber a pouco, mas não é assim que ele pensa. «O total dos quatro dias foi bastante positivo. Saio de cabeça erguida e sinto que poderia estar a jogar ao mais alto nível», disse o ex-bicampeão nacional. 
 
 Fotografia:  Luke Walker/Getty Images  Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira            

sexta-feira, outubro 25, 2019

13º Portugal Masters - TIAGO CRUZ NO TOP 10


TIAGO CRUZ, RICARDO MELO GOUVEIA E TOMÁS SANTOS SILVA REPETEM O MÁXIMO DE PORTUGUESES NO FIM DE SEMANA NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, EM VILAMOURA, O INGLÊS FISHER COPIA O ANO PASSADO



  
O Portugal Masters de 2019 chega a meio da prova com um cheirinho da edição de 2018. Tal como há um ano, o líder é o inglês Oliver Fisher e também com o mesmo resultado de 130 pancadas, 12 abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura. Semelhanças incríveis, mas uma das diferenças é que o profissional de 31 anos partilhava o comando em 2018, enquanto nesta sexta-feira (25) fixou-se isolado na frente, com 1 pancada de vantagem sobre o sul-africano Justin Walters (voltas de 65 e 66) e o sul-coreano Wang Jeunghun (66+65). Outra distinção é que no segundo dia do torneio de 2018 Fisher estabeleceu um recorde do European Tour, ao fazer uma volta em 59 pancadas, depois das 71 no primeiro dia. Desta feita foi mais estável com dois cartões de 65.
«Na semana passada já tinha jogado bem no Open de França e o meu driving até esteve melhor. Aqui também joguei bem, mas hoje estou feliz com este 65 e estou ansioso pelo fim de semana, porque o vento de sudoeste de hoje fez com que fosse traiçoeiro ‘rivar», disse Fisher que está no Algarve a lutar pela manutenção no European Tour.
Quem também está a tentar sobreviver na primeira divisão do golfe profissional europeu é Ricardo Melo Gouveia. Depois de quatro épocas consecutivas no European Tour, o 167.º classificado na Corrida para o Dubai tem a sua permanência em risco. Para terminar a época necessita de vencer em Vilamoura e não exclui esse cenário.
«O objetivo é ganhar o torneio porque é a única maneira de garantir o cartão antes da Esacola de Qualificação. Se não consegui-lo irei procurar o melhor resultado possível. Acho que com um top-5 conseguirei passar à Final da Escola. Vou tentar não pensar nesses fatores que não estão no meu controlo e deixar que o meu jogo continue a melhorar», declarou o português residente em Londres que, de facto, melhorou bastante de um dia para o outro e passou o cut pela sétima vez nos últimos oito anos, um recorde nacional.
O atleta olímpico português tinha feito 1 pancada abaixo do Par na quinta-feira e na sexta-feira andou uma boa parte do dia no top-20 da classificação com um agregado de 5 abaixo do Par. Ao terminar com 1 bogey no buraco 9 chegou a meio da prova no grupo dos 29.º classificandos entre 126 jogadores, quando na véspera era 57.º. Uma segunda ronda em 68 pancadas, 3 abaixo do Par, deixou-o com um total de -4, empatado com outros cinco jogadores.
Depois de ter sido 5.º em 2017 e 7.º em 2018, sabe que um top-10 não é impossível. Para já foi esta subida ao top-30. Se o torneio acabasse agora, iria subir na Corrida para o Dubai para o 164.º lugar, muito longe do top-145 de que necessita para ir à Final da Escola. Mas se não consegui-lo, não será nenhum drama, pois, como ele próprio explicou, «em último caso há sempre a hipótese de ir à Segunda Fase da Escola de Qualificação do European Tour».
É essa, por exemplo, a situação de Pedro Figueiredo, o outro português que em 2019 militou no European Tour, mas que falhou hoje o cut no 114.º lugar, com 149 pancadas, 7 acima do Par, após voltas de 73 e 76. “Figggy” já pensa em «uma semana de treinos para recuperar a forma» e entrar em grande na Segunda Fase da Escola de Qualificação, onde já estão Tomás Melo Gouveia, Tomás Bessa e Tomás Santos Silva, depois deste trio ter superado a Primeira Fase da Escola, no início deste mês, no Bom Sucesso, em Óbidos. Tomás Bessa (+1) e Tomás Melo Gouveia (+4) falharam hoje o cut no Portugal Masters, depois de segundas voltas, recpectivamente, de -2 e +3. Em contrapartida, Tomás Santos Silva protagonizou uma grande recuperação. Era 87.º aos 18 buracos, com 1 pancada acima do Par e subiu ao grupo dos 51.º com 2 abaixo, graças a uma segunda volta de 68 (-3).

«No ano passado tinha sido ao contrário, pois falhei o cut depois de ter feito -3 no primeiro dia», disse o bicampeão nacional, que passou pela segunda vez o cut no Portugal Masters, repetindo o sucesso de 2015, quando era ainda amador.
Mas se Ricardo Melo Gouveia e Tomás Santos Silva contribuíram decisivamente para que Portugal tenha apenas pela segunda vez em 13 anos três jogadores apurados para o fim de semana – depois de Ricardo Santos, Pedro Figueiredo e o mesmo Melo Gouveia em 2012 –, é preciso dizer que a grande figura nacional está a ser o inesperado Tiago Cruz.
O antigo bicampeão nacional está a terminar uma época aquém do que nos habituou e no Portugal Masters só por uma vez tinha passado o cut, exatamente na primeira e longuínqua edição de 2007. Nada fazia prever estas voltas de 69 e 66 pancadas, que colocam-no pela primeira vez na sua carreira (em 12 participações) no top-10 do Portugal Masters, com 135 pancadas, 7 abaixo do Par, no 9.º lugar, emptado, entre outros, com o duplo campeão do mais importante torneio português, o inglês Tom Lewis (também 69+66).
«Não tenho estado a jogar muito bem e até decidi não inscrever-me este ano na Escola de Qualificação. Vim para aqui sem expectativas, mas o meu jogo está aqui. Bati bem na bola, “patei” bem e estou feliz», disse o profissional do BiG que chegou a andar no top-5 do torneio com -8, mas perdeu pancadas nos buracos 16 e 17, antes de recuperar com 1 fabuloso e raro chip-in no 18. «Falhei a segunda pancada à direita, mas o meu caddie, o Luís, disse-me para confiar em mim que iria fazer um chip-in e foi isso que fiz», explicou. Note-se que as 66 pancadas (-5) de hoje igualam o melhor resultado de sempre de Tiago Cruz na competição.
Dos restantes dez portugueses, João Carlota poderia ter feito história se houvesse um quarto golfista nacional a passar o cut. O jogador do grupo Dom Pedro esteve bem, mas perdeu 4 pancadas no buraco 14 por ter ido duas vezes à água e falhou o cut por 4, com um total de +2. Miguel Gaspar também foi eliminado com +4 e os amadores Daniel da Costa Rodrigues (+3) e Pedro Silva (+7) também ficaram pelo caminho mas mostraram aspetos positivos aos 17 anos.
 
 Fotografia:  Getty Images  Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

A minha sardinha é o golfe

A minha sardinha é o golfe : Hoje deixem-me por favor puxar a brasa à minha sardinha. Peço desculpa, mas ninguém percebe porque é que o golf...