quarta-feira, julho 28, 2004
AUDI quattro CUP 2004
Estela recebe a segunda prova do Torneio Adui quattro Cup 2004
A segunda eliminatória do torneio Audi quattro Cup 2004, teve lugar no Clube de Golfe de Estela nom mês de Julho. A jornada minhota voltou a proporcionar mais uma vez excelentes momentos de convívio mas também de grande empenho por parte dos jogadores na competição, e um número recorde de participantes presentes num torneio que conta, ano após ano, com uma maior adesão de jogadores.
Mais uma vez, voltou a acontecer um interessante e emotivo despique na discussão pelas posições cimeiras, quer na classificação Gross quer na Net. Nesta prova de apuramento os jogadores não tiveram de enfrentar o habitual nevoeiro matinal e o vento tão característico deste campo que possui um traçado construído sobre três quilómetros de magníficas dunas, estando, assim, reunidas as condições climatéricas ideais para a prática da modalidade.
A dupla, Mário Nuno Coelho e Jorge Abreu foi o vencedor na classificação Gross, totalizando 37 pontos, nesta segunda prova do Audi quattro Cup 2004. Por sua vez, na classificação Net, assistiu-se a um magnífico despique pela vitória final, contabilizando os primeiros três pares a mesma pontuação. O triunfo final pertenceu à equipa constituída por José Eduardo Almeida e João Maria Barbosa (43 pontos), superiorizando-se aos pares formados por António Moura Gonçalves e José Silva Brito (43) e João Magalhães e Carlos Reina (43), segundo e terceiro classificados, respectivamente.
Nesta jornada realizada no Clube de Golfe de Estela, os Prémios Especiais foram atribuídos a Francisco Teles de Menezes (Longest Drive – Homens 18), Joana Ferreira Marques (Longest Drive – Senhoras 18) e Marta Leão (Nearest to the Pin-buraco 17).
Depois desta eliminatória ficaram, assim, apurados mais três pares para a representação portuguesa na Final Mundial do Audi quattro Cup 2004, que terá lugar este ano no Algarve / Victoria Golfe Clube, entre os dias 20 e 24 de Outubro.
A terceira eliminatória do torneio Audi quattro Cup 2004, irá ter lugar nos greens do Belas Clube de Campo, no próximo dia 4 de Setembro.
Campeonato Nacional de Pares Mistos
TIAGO RODRIGUES E MARTA VASCONCELOSVENCEM NA QUINTA DA BARCA
Tiago Rodrigues e Marta Vasconcelos conquistaram o Campeonato Nacional de Pares Mistos, que a Associação de Golfe do Norte de Portugal, mandatada pela Federação Portuguesa de Golfe, organizou no Golfe da Quinta da Barca.
Os jovens do Oporto Golf Club venceram folgadamente, com 15 pancadas de vantagem sobre os segundos classificados, Ramiro Pinto e Joana Morais, da Quinta do Fojo, num torneio muito pouco participado, uma vez que contou com escassas 14 equipas.
O ‘top-5’ do Campeonato Nacional de Pares Mistos ficou ordenado do seguinte modo:
1º Tiago Rodrigues/Marta Vasconcelos (Oporto), 132 pancadas (65+67), +8
2º Ramiro Pinto/Joana Morais (Quinta do Fojo), 147 (77+70), +23
3º João Morais/Maria Manuel Morais (Quinta do Fojo/Centro), 150 (77+73), +26
4º Daniel Amado/Patrícia Amado (Estela), 151 (77+74), +27
5º Querubim Carneiro/Mafalda Magalhães (Quinta da Barca), 151 (73+78), +26
GABINETE DE IMPRENSA DA F.P.G. / GOLF PRESS
European Young Masters
PEDRO FIGUEIREDO NO ‘TOP-20’
O TETRACAMPEÃO NACIONAL DE JOVENS DESTACOU-SE, ENTRE 85 CONCORRENTES, NA ÁUSTRIA, GARANTINDO O 17º POSTO. RICARDO MELO GOUVEIA FOI O 34º
Pedro Figueiredo e Ricardo Melo Gouveia voltaram a dignificar Portugal, ao classificarem-se, respectivamente, nas 17ª e 34ª posições do European Young Masters, uma das provas mais importantes da Associação Europeia de Golfe (EGA) no escalão etário de Sub-16, que, este ano, mudou-se da Alemanha para a Áustria, mais especificamente, para o Styrian Golf Club Murhof (Par-72).
O facto dos dois portugueses pertencerem ainda ao primeiro ano do escalão de Sub-14 valoriza ainda mais as suas actuações, mesmo se não conseguiram repetir o feito do ano passado, em que ficaram ambos no ‘top-20’: Pedro Figueiredo em 13º (+7) e Ricardo Melo Gouveia em 20º (+10). Figueiredo poderia, no entanto, ter melhorado o seu resultado, uma vez que, na segunda volta, ia uma abaixo do Par depois de concluir o 17º buraco. No 18º, meteu a bola no ‘rough’ e acabou a volta com +3.
Note-se, no entanto, que a concorrência também foi maior em 2004, uma vez que competiram 85 jogadores de 28 países, enquanto, em 2003, estiveram em competição 74 jogadores de 21 nações. Tal como sucedeu no ano passado, Portugal não pôde competir na Taça das Nações porque era necessário um mínimo de três jogadores.
Para o técnico da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) que os acompanhou, David Moura, a prestação foi bastante positiva: «O campo era comprido, sobretudo para o Ricardo, mas até para o Pedro foi complicado. O Ricardo, por exemplo, falhou muitos ‘greens’ porque não chegava lá e tornava-se complicado, mas ele também não esteve ao seu melhor nível e sabe que poderia ter feito um pouco melhor. A média de idades andava à volta dos 15/16 anos, e com 12 anos, como o Ricardo, só havia mais dois jogadores, um russo e outro islandês. O Pedro, por seu turno, foi melhorando de dia para dia. No geral, o Pedro fez um bom torneio e, apesar de ser mais curto que a maioria dos jogadores presentes, debateu-se de igual para igual. O nível da competição foi elevado e o resultado de seis abaixo do Par do vencedor, do galês Zachariah Gould, comprova isso mesmo. Como tal, penso que a nossa participação foi bastante positiva e abriu boas perspectivas para o futuro, levando-nos a crer que, quando tiverem 15 ou 16 anos, jogarão ao mesmo nível destes jogadores».
O ‘top-5’ da classificação geral definitiva do European Youg Masters ficou ordenado do seguinte modo:
1º Zachariah Gould (País de Gales), 210 pancadas (70+66+74); -6
2º Dominic Angkawidjaja (Áustria), 211 (67+72+72); -5
3º Lluis Garcia Del Moral (Espanha), 211 (71+74+66); -5
4º Rory Mcilroy (Irlanda), 212 (71+72+69); -4
5º Marius Thorp (Noruega), 212 (70+68+74); -4
Portugueses
17º Pedro Figueiredo (Portugal), 225 (76+75+74); +9
34º Ricardo Melo Gouveia (Portugal), 240 (79+84+77); +24
GABINETE DE IMPRENSA DA F.P.G. / GOLF PRESS
segunda-feira, julho 26, 2004
Ordem de Mérito PGA de Portugal
JOSÉ ALAN LOPES ENTRA NO ‘TOP-TEN’
O BRASILEIRO ESTÁ EM GRANDE E DEPOIS DE VENCER O OPEN MOTA ENGIL E O ‘PRO-AM’ DO MESMO TORNEIO EM AMARANTE, SALTOU PARA O 9º LUGAR
José Alan Lopes entrou para o ‘top-ten’ da Ordem de Mérito da PGA de Portugal, hoje (Sábado) publicada, na sequência da sua vitória de ontem no Open Mota Engil. Foi um final de semana em cheio para o brasileiro, de 34 anos, que ganhou também o ‘Pro-Am’ no Clube de Golfe de Amarante.
O profissional de ensino do City Golf, no Porto, embolsou 1625 euros – os 350 euros do ’Pro-Am’ não contam – pela vitória no quarto torneio do Mota Engil PGA Portugal Tour, o que lhe permitiu saltar do 22º para o 9º lugar da tabela.
Alan Lopes explicou que não poderá, provavelmente, disputar todas as provas do circuito profissional português, porque tem «muitas aulas no City Golf» e, das quatro realizadas até ao momento, só se deslocou às duas de Amarante, por ser nas proximidades do Porto, ausentando-se do Open Golfe do Morgado, no Algarve, e do LG Electronics Open, na Quinta da Marinha, em Cascais.
O antigo ‘caddie’ foi 15º no Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil e agora 1º no Open Mota Engil, sendo o jogador do ‘top-ten’ com menos provas. Os oito que o antecedem estiveram nos quatro eventos, enquanto o 10º, o inglês Allan Sweeney, só faltou ao primeiro, em Amarante.
A entrada de Alan Lopes no grupo dos dez primeiros, forçou as saídas de Keith Ashdown – que não esteve no Open Mota Engil – e de T. J. Taylor, enquanto Allan Sweeney aproveitou os 500 euros do seu 9º lugar em Amarante para aceder, também ele pela primeira vez, ao ‘top-ten’.
Outras alterações foram a subida de um posto de Daniel Silva, de António Dantas da Silva, de João Pedro Carvalhosa e de Nelson Cavalheiro, provocando a queda de quatro posições de José Dias.
O líder da Ordem de Mérito da PGA de Portugal continua a ser António Sobrinho, cujo comando se consolidou ainda mais depois dos 1075 euros referentes ao 2º lugar em Amarante.
Do mesmo modo, Alfredo Cunha e Sérgio Ribeiro, com boas prestações em Amarante, também cimentaram os seus segundo e terceiro lugares na Ordem de Mérito da PGA de Portugal.
O ‘top-ten’ da Ordem de Mérito da PGA de Portugal, decorridos que estão quatro torneios do Mota Engil PGA Portugal Tour 2004, apresenta-se agora do seguinte modo:
1º (1º)* António Sobrinho (Vale do Lobo), 8767,50 euros.
2º (2º) Alfredo Cunha (Ponte de Lima), 4825,83.
3º (3º) Sérgio Ribeiro (Miramar), 3677,50.
4º (5º) Daniel Silva (Vila Vitta Park), 3025,00.
5º (6º) António Dantas da Silva (Penha Longa), 2925,00.
6º (7º) João Pedro Carvalhosa (Tróia), 2786,75.
7º (8º) Nelson Cavalheiro (Golfe do Morgado), 2440,00.
8º (4º) José Dias (Oceânico Developments), 2400,00.
9º (22º) José Alan Lopes (City Golf), 2225,00.
10º (11º) Allan Sweeney (Pinheiros Altos), 2018,33.
* Entre parêntesis a classificação do jogador no ‘ranking’ anterior.
1º José Alan Lopes (City Golf), 134 pancadas (66+68), -2, 1625 euros.
2º António Sobrinho (Vale do Lobo), 135 (66+69), -1, 1075 euros.**
3º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), 136 (68+68), Par, 925 euros.
4º Sérgio Couto e Ouroso (Estela), 137 (65+72), +1, 825 euros.
5º António Dantas da Silva (Penha Longa), 138 (66+72), +2, 725 euros.
6º Daniel Silva (Vila Vitta Park), 139 (66+73), +3, 650 euros.
6º João Pedro Carvalhosa (Tróia), 139 (72+67), +3, 650 euros.
8º João Chaves (Quinta das Lágrimas), 140 (73+67), +4, 575 euros.
9º Sérgio Ribeiro (Miramar), 141 (66+75), +5, 500 euros.
9º Allan Sweeney (Pinheiros Altos), 141 (74+67), +5, 500 euros.
GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL
sexta-feira, julho 23, 2004
Code-share entre a TAP e a Varig inicia-se em Outubro
Previsto a entrada no próximo dia 31 de Outubro, este acordo visa a melhoria da qualidade e a abrangência do produto, são os objectivos da TAP e da Varig, bem como um reforço do grupo Star Alliance nos voos entre a Europa e a América Latina, segundo palavras do presidente da Varig, Carlos Luís Martins.
Os passageiros frequentes de ambas as companhias vão ter interligação dos programas Navigator e Smiles, também previsto neste acordo. Atendimento coordenado de passageiros e bagagens em aeroportos seleccionados; e a compatibilização do serviço ao Cliente são outros dos serviços.
terça-feira, julho 20, 2004
A Air Luxor apresenta a Volta ao Mundo em site próprio
A edição de 2004 da ao Mundo, terá lugar de 25 de Setembro a 11 de Outubro. Uma viagem de 18 dias num só avião com escala em três continentes com paragens no Quénia, Índia, Austrália, Polinésia Francesa, Chile e Brasil. O alojamento será em hotéis de 5 estrelas superior, com excepção dos Lodges ou Camps na savana africana e os hotéis de selva na Amazónia, que não têm categoria associada embora sejam os melhores. Todos os hotéis foram rigorosamente seleccionados e estão integrados no ambiente típico de cada destino. Haverá visitas organizadas aos principais locais turísticos de cada um dos destinos.
Para melhor servir os clientes a Air Luxor Tours criou um site próprio com todas as informações sobre esta viagem de sonho .
No site é possível encontrar uma galeria fotográfica com algumas com imagens dos locais por onde passará a Volta ao Mundo, bem como a descrição da viagem e todas as informações necessárias à realização de reservas.
Este site incorpora ainda um diário da Volta ao Mundo, realizada o ano passado, com uma descrição pormenorizada dos locais visitados e experiências vividas.
No entanto uma das condições de realização desta Volta ao Mundo é a obtenção de um número mínimo de 200 reservas.
O programa da viagem
Lisboa - Quénia - Índia - Austrália - Polinésia Francesa - Chile - Amazónia
1º dia - 25 Setembro - LISBOA / NAIROBIComparência no aeroporto internacional de Lisboa 120 minutos antes da hora da partida. Formalidades de embarque. Às 19h00 inicio desta fabulosa viagem à Volta do Mundo de avião, em Airbus A330 da AIR LUXOR com destino ao Continente Africano, ao Quénia. Refeições e noite a bordo.
2º Dia - 26 Setembro - NAIROBI / MAASAI MARAChegada ao aeroporto internacional de Nairobi pelas 06h00. Depois das formalidades de emigração e alfândega, acolhimento pelo representante local e ligação aérea a Maasai Mara. Chegada aos hotéis de savana, descanso e pelas 13H00 almoço.De tarde safari fotográfico no parque, o mais famoso do Quénia. À noite jantar e alojamento no lodge.
3º Dia - 27 Setembro - MAASAI MARADia inesquecível inteiramente passado na Reserva. Safaris fotográficos de manhã e de tarde. Estadia em regime de pensão completa no Sarova Mara Camp, Mara Sopa ou Mara Simba Lodge. A Reserva Nacional de Maasai Mara constitui no Quénia, um prolongamento do ecossistema do Serengeti. É uma das mais famosas reservas de África, cuja característica dominante são os extensos planaltos de savanas onduladas, que sustentam a maior variedade de vida animal de África (na realidade de todo o mundo). A concentração de vida animal, é maior entre os meses de Junho e Outubro, quando Mara se torna no destino da migração anual de mais de 1 milhão de gnus. A visão desta massa em movimento è impressionante. O aviso da chegada dos animais é-nos dado pelo som cavo e pela vibração provocada por milhões de patas em movimento, enquanto as manadas cruzam a savana.
4º Dia - 28 Setembro - MAASAI MARA / NAIROBI / DELHIDepois do pequeno almoço no lodge, partida para Nairobi por via terrestre em direcção ao Grande Vale do Rift. Formalidades de embarque. Às 13h00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com destino ao Continente Asiático.Chegada ao aeroporto internacional de Delhi. Acolhimento pelo representante local da Air Luxor Tours e transporte aos hotéis. Alojamento.
5º dia- 29 Setembro - DELHI /AGRA/DELHIPequeno almoço no hotel. Pelas 07H00 saída para Agra. Um passeio de dia inteiro que nos levará a visitar uma das 7 Maravilhas do Mundo o "Taj Mahal". Almoço em Agra.Regresso ao hotel. Jantar e alojamento. 6º dia - 30 Setembro - DELHI / SIDNEYPequeno almoço no hotel. City Tour panorâmico da Cidade de Delhi que terminará no Aeroporto. Formalidades de embarque e às 14H00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com destino ao Continente Oceânia. Refeições e noite a bordo.
7º Dia - 01 Outubro - SIDNEYChegada ao aeroporto internacional de Sydney e acolhimento pelo nosso representante local. Transporte aos hotéis. Distribuição de alojamentos. Durante a tarde Tour Panorâmico da Cidade de Sydney que não deixará de incluir uma passagem pela Ópera e um Cruzeiro em Harbour Bay, com almoço.
Jantar e noite livres
8º Dia - 02 Outubro - SIDNEYPequeno almoço no hotel. Dia livre para efectuar visitas de carácter pessoal numa das cidades mais cosmopolitas do mundo, de beleza única, do outro lado do planeta e em pleno continente Oceânia.
9º Dia - 03 Outubro - SIDNEY / TAHITI (Chegada no dia anterior, devido à diferença horária, faz-se uma verdadeira viagem no tempo!)Pequeno almoço no hotel. Manhã livre para os últimos passeios e compras em Sydney. Em hora a combinar localmente, saída para o aeroporto. Formalidades de embarque e, às 12h00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com destino ao Pacífico Sul, Polinésia Francesa. Jantar a bordo. Chegada a Papeete , no Tahiti, acolhimento pelo nosso representante local e transporte em Catamaran para os resorts de uma das Ilhas do Arquipélago (Moorea). Alojamento.
10º Dia - 03 Outubro - TAHITIPequeno almoço no hotel. Dia livre para descansar nas águas quentes e transparentes, areias finas e brancas e apanhar um pouco de sol. Pode ainda efectuar alguns passeios particulares e tomar contacto com a população local e seu artesanato.Alojamento. 11º Dia - 04 Outubro - TAHITI / SANTIAGO do CHILEPequeno almoço no hotel. Manhã livre para últimos afazeres de carácter pessoal (praia, descanso, compras, etc). Em hora a determinar localmente, saída para Papeete. Formalidades de embarque e, às 17h00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com destino ao Continente Americano, América do Sul. Jantar a bordo.
12º Dia - 05 Outubro - SANTIAGO do CHILEChegada a Santiago do Chile, pelas 08h20, acolhimento pelo nosso representante local. Distribuição de alojamentos. Almoço no Hotel. Durante a tarde Tour Panorâmico da cidade de Santiago do Chile. Jantar e noite livres. Alojamento.
13º Dia - 06 Outubro - SANTIAGO do CHILEPequeno almoço no hotel. Dia livre para efectuar as suas visitas particulares a uma das cidades mais ricas em história e tradições culturais da América do Sul. Santiago cresceu desde um aglomerado de algumas centenas de casas até aos cinco milhões de habitantes de hoje. Nos dias de hoje, os seus visitantes vão encontrar todas as conveniências de uma capital moderna, incluindo bons hotéis, restaurantes e opções para todos os gostos. Possibilidade de efectuar excursão opcional a Viñas del Mar e Valle Paraíso (não incluído no programa base). Alojamento.
14º Dia - 07 Outubro - SANTIAGO DO CHILE / MANAUSPequeno almoço no hotel. Manhã livre para actividades de carácter pessoal e para os últimos passeios e compras em Santiago. Em hora a combinar localmente, saída para o aeroporto. Formalidades de embarque e, às 15h00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com destino à Selva Amazónica. Chegada a Manaus, pelas 19h40, acolhimento pelo nosso representante local e transporte ao hotel Tropical Manaus, de 5 estrelas. Jantar no restaurante Karu Grill, do hotel, e alojamento.
15º Dia - 08 Outubro - MANAUS / SELVA AMAZÓNICAPequeno almoço no hotel. No porto do próprio hotel, embarque no barco que os irá levar aos hotéis de selva - Jungle Palace, Amazon Ecopark Lodge e Pousada Amazónica. Alojamento.Antes do almoço será feito uma tour de reconhecimento.De tarde, caminhada na selva, seguida de visita de canoa à comunidade Paricatuba (Caboclos) com oportunidade para pesca de piranhas. Jantar no hotel. De noite, focagem de jacarés.Regresso ao hotel e alojamento.OUPequeno almoço no hotel. De manhã, visita da cidade de Manaus visitando Ponta Preta, Mercado Municipal, Teatro Amazonas, Palácio Governamental, Museu do Índio e, antes de regressar ao hotel, passeio até ao famoso encontro das águas com almoço.Jantar no hotel com show de boi bumba meu boi no Tropical Hotel.
16º Dia - 09 Outubro - MANAUS SELVA / AMAZÓNICAVista do nascer do sol, muito famoso e de rara beleza. Pequeno almoço no hotel. No porto do próprio hotel, embarque no barco que os irá levar até ao hotel Tropical, em Manaus. Chegada ao hotel, tempo livre para banho e mudança de roupa. Almoço no hotel. Em hora a combinar localmente, transporte ao aeroporto Brigadeiro Eduardo Gomes. Formalidades de embarque e, às 18h00 continuação desta fabulosa viagem à Volta do Mundo com o regresso a Lisboa. Refeições e noite a bordo.OUPequeno almoço no hotel. De manhã, visita da cidade de Manaus visitando Ponta Preta, Mercado Municipal, Teatro Amazonas, Palácio Governamental, Museu do Índio e, antes de regressar ao hotel, passeio até ao famoso encontro das águas com almoço.Jantar no hotel com show de boi bumba meu boi no Tropical Hotel.
17º Dia - 10 Outubro - SELVA AMAZÓNICA / MANAUS / LISBOAPequeno Almoço no Hotel. Após o Almoço e em hora a determinar localmente, transfer de saída para o Aeroporto. Formalidades de embarque e pelas 18H00 partida com destino a Lisboa.
18º Dia - 11 Outubro - LISBOAChegada ao aeroporto internacional da Portela, em Lisboa, pelas 06h00.
Mais informações em:
<http://www.airluxor.com/group/fo/ptg/minisites/voltamundo/voltamundo.htm>
sexta-feira, julho 16, 2004
PORTUGAL GARANTE ACESSO DIRECTO EM 2005
AS SELECÇÕES NACIONAIS DE SUB-18 E DE SUB-21 TIVERAM ACTUAÇÕES DISCRETAS, TERMINANDO EM 17º E 16º LUGAR, RESPECTIVAMENTE, NA FINLÂNDIA E NA IRLANDA
Portugal garantiu que em 2005 irá de novo aceder directamente aos Campeonatos da Europa para Equipas Masculinas nos escalões de Sub-18 e de Sub-21, um objectivo, sem dúvida, importante que foi conseguido, mas os 17º e 16º lugares que alcançou, respectivamente, na Finlândia e na Irlanda souberam a pouco, ficando a sensação de que os jogadores ficaram aquém do seu potencial. Os Europeus foram conquistados pela Escócia (Sub-21) e pela Inglaterra (Sub-18).
No Campeonato da Europa de Juniores (Sub-21), disputado entre 6 e 10 de Julho, no The Island Golf Club, na Irlanda, Portugal começou por classificar-se no 16º lugar, entre 17 países, na fase de stroke play, com um total de 780 pancadas, tendo o primeiro lugar sorrido à Inglaterra, com 723. Os resultados dos jogadores portugueses foram os seguintes: Tiago Tavares, 154 pancadas (76+78), +12; António Rosado, 154 (74+80), +12; Pedro Lemos, 156 (73+83), +14; Paulo Ferreira, 157 (75+82), +15; José Folhadela Furtado, 160 (80+80), +18; Salvador Castro, 163 (81+82), +21.
Recambiada para o Terceiro e último ‘Flight’, a selecção nacional bateu a República Checa por 3,5-1,2, mas cedeu depois diante da Islândia por esclarecedores 4-1, mantendo, por isso, a 16ª e penúltima posição do Europeu. António Rosado foi o único português a vencer os seus dois ‘matches’ de ‘singles’.
«Não levámos uma equipa extremamente forte, mas tínhamos potencialidades para fazer melhor. Foi uma desilusão total e completa», lamentou Miguel Franco de Sousa. O capitão de Portugal ainda ficou esperançado no final do primeiro dia: «o 13º lugar que ocupávamos então, dava-nos entrada no Segundo ‘Flight’, mas o vento do segundo dia e o facto de termos registado quatro resultados na casa das oitenta pancadas, atiraram-nos pela tabela abaixo». É certo que o Segundo ‘Flight’ «foi composto por seis equipas em vez das oito habituais, senão, teríamos entrado», mas o próprio Terceiro ‘Flight’ não nos foi tão favorável como se desejava: «vencemos a República Checa, mesmo sem termos jogado muito bem, mas, pelo menos, com um golfe sólido, mas levámos uma tremenda derrota da Islândia que não esperávamos».
Quanto ao Campeonato da Europa de ‘Boys’, decorreu no Kymen Golf Club, na Finlândia, também entre 6 e 10 de Julho. Participaram 20 nações e o 17º posto de Portugal era o último com acesso directo ao Europeu de 2005. A República Checa, a Polónia e a Turquia, que ficaram nas posições abaixo de Portugal, terão de passar pelas qualificações (‘Challenge’) no próximo ano.
Na fase de ‘stroke play’, a selecção nacional já tinha ocupado o mesmo 17º lugar, com 795 pancadas, tendo o primeiro posto pertencido à Inglaterra com 732. Os resultados dos jogadores portugueses foram os seguintes: Pedro Figueiredo, 149 pancadas (75+74), +5; João Carlota, 149 (77+72), +5; Gonçalo Brito, 163 (83+80), +19; Manuel Violas, 167 (81+86), +23; Ricardo Melo Gouveia, 168 (84+84), +24; Daniel Silva, 182 (83+99), +38. Destaque-se a segunda volta de João Carlota, que igualou o Par do campo.
O 16º lugar ter-nos-ia dado a entrada no Segundo ‘Flight’, que era o objectivo estabelecido pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG), mas Portugal ficou algo longe desse alvo, uma vez que a Suíça ainda nos bateu por 14 pancadas. Relegada para o Terceiro ‘Flight’, a selecção nacional encheu-se de brio e somou vitórias sucessivas sobre a Polónia (3/2), a República Checa (3,5-1,5) e Turquia (4-1).
«Os resultados poderiam ter sido melhores – afiançou Salvador Costa Macedo – mas houve jogadores, como o Pedro Figueiredo e o João Carlota, que tiveram boas prestações individuais». O capitão de Portugal sabe que «não foi cumprido o objectivo do Segundo ‘Flight’», mas sublinha que nem tudo foi negativo porque «assim que ficámos no Terceiro ‘Flight’, sabíamos que tínhamos de vencer todos os ‘matches’ para podermos regressar ao Europeu no próximo ano e conseguimo-lo. Os jogadores provaram que são capazes de jogar para um objectivo específico».
Em jeito de conclusão, Miguel Franco de Sousa, já na posição de gestor do Projecto Pequim 2008 da FPG, prometeu «tirar as devidas conclusões destes resultados. Estamos a levar equipas pouco homogéneas para os Europeus, porque há jogadores de grande qualidade e outros que acumulam más prestações. Iremos agora debater este problema no âmbito do Projecto Pequim 2008».
GABINETE DE IMPRENSA DA F.P.G.
Business (Aviação)
A rota para Faro da easyJet aumenta 16.3%
Os passageiros transportados com origem e destino o aeroporto de Faro ascendeu aos 246.123 durante o primeiro semestre de 2004. Este aumento supõe um crescimento de 16.3%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, e faz da easyJet a primeira companhia aérea de baixo custo, no aeroporto de Faro.
Este crescimento foi impulsionado e favorecido pela abertura da nova rota de Faro para Londres Gatwick, inaugurada em meados de Fevereiro, e pelo aumento de frequências para Londres Luton.
A easyJet para o restante ano de 2004, espera manter o ritmo de crescimento graças à introdução de novos aviões na sua frota e aumentar este valor com a introdução de novas frequências
LG Electronics Open PGA Portugal
O PROFISSIONAL DE TRÓIA BATEU POR UM ÚNICO SHOT O AMADOR DOS MORGADINHOS/VILA SOL, TIAGO CRUZ, ENQUANTO ANTÓNIO DANTAS ASSEGUROU O SEGUNDO LUGAR ENTRE OS PROFISSIONAIS
João Pedro Carvalhosa colocou um ponto final num jejum de vitórias em torneios a contar para o circuito profissional português de golfe, desde o extinto Circuito TMN, em 2001. O profissional de Tróia conquistou o seu primeiro título dos últimos três anos na primeira edição do LG Electronics Open PGA Portugal, que a GolfSport organizou no campo da Quinta da Marinha, em Cascais.O regresso a «uma atitude» que tinha perdido e que consiste em «não desistir, mesmo quando se está a jogar mal», foi apontado pelo próprio como a chave da vitória, consubstanciada numa regularidade impressionante, uma vez que, apesar dos ventos bem mais fortes que se fizeram sentir hoje, em comparação com o dia de ontem, João Pedro Carvalhosa conseguiu concluir os 18 buracos em 70 pancadas, uma abaixo do Par, depois de ontem terassinado o melhor do cartão do torneio (69).
«A volta de hoje não foi tão boa como a de ontem, porque havia mais vento e não bati tão bem na bola, mas o resultado foi bastante positivo. Fiz dois ?bogeys?, no 2 e no 8, e três ?birdies? no 6, 7 e 9, pelo que, como pode ver-se, os últimos nove buracos foram muito sólidos, sempre a cumprir o Par», disse o ex-bicampeão nacional amador, conhecido no circuito pelas suas iniciais ?J.P.?. O cheque de 1625 euros destinado ao campeão da prova nunca esteve em causa, porque o agregado de 139 pancadas, três abaixo do Par, deixaram António Dantas da Silva a uma confortável margem de quatro ?shots?, depois das 73 (+2) de hoje do profissional da Penha Longa.Mas se o cheque nã esteve em dúvida, a vitória, pelo contrário, «não foi fácil», como reconheceu João Pedro Carvalhosa, porque o amador Tiago Cruz cedeu por uma única pancada, encerrando com 140 (-2). «Foi muito equilibrado ? ajuizou o campeão ? e o Tiago até jogou melhor do que eu, mas eu ?patei? melhor e isso fez a diferença». O amador dos Morgadinhos (Vila Sol), por seu lado, lamenta o buraco 10 (Par-5): «tentei jogar em duas para o ?green? e acabei por precisar de dois ?chips? para lá chegar. Por isso, onde poderia ter feito um ?birdie?, acabei com um ?bogey?». Tiago Cruz jogou duas provas do Mota Engil PGA Portugal Tour 2004 e depois de ter ficado em segundo lugar no Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil, em Amarante, atrás de António Sobrinho, repetiu a graça na Quinta da Marinha. A vitória está mesmo a espreitar-lhe. «Estes resultados vêm provar que o que aconteceu nas Ilhas Britânicas não estava nos planos», declarou, reportando-se ao facto de ter participado em cinco torneios internacionais amadores no Reino Unido, defendendo as cores da Federação Portuguesa de Golfe, mas onde não passou senão um ?cut?.Da restante classificação, merecem destaque o quarto lugar (terceiro entre profissionais) de Henrique Paulino e o 14º posto de António Sobrinho. Paulino (+6) regressou aos tacos antigos que lhe deram o título de campeão nacional em 2003 e também regressou em bom plano à Quinta da Marinha, um campo onde, ainda recentemente, era profissional de ensino. Sobrinho (155 pancadas, 77+78, 13 acima do Par) registou a sua pior classificação de sempre num torneio da PGA de Portugal e não perdia um torneio interno desde o Campeonato Nacional Mota Engil do ano passado.O ?top-ten? final do LG Electronics Open PGA Portugal, após 36 buracos, na Quinta da Marinha, ficou ordenado do seguinte modo:1º João Pedro Carvalhosa (Tróia), 139 (69+70), -3. 2º Tiago Cruz (Morgadinhos)*, 140 (69+71), -2.3º António Dantas (Penha Longa), 144 (71+73), +2.4º Henrique Paulino (LSM/Optimus), 148 (72+76), +6.5º Nelson Cavalheiro (Golfe do Morgado) e Sérgio Ribeiro (Miramar), 149 (71+78), +7.7º Daniel Silva (Vila Vitta Park), 150 (78+72), +8.8º T.J. Taylor (Quinta da Ria), 151 (74+77) e Jorge Rodrigues (Estoril/Cêbê), 151 (73+78), +9.10º John Wood, 153 (76+77), +11.*AmadorEntretanto, convirá não esquecer que, em 2004, a maioria dos torneios do Mota Engil PGA Portugal Tour assume o formato de ?Pro-Am?, cada vez mais apreciado pelos amadores e pelas empresas patrocinadoras. Hoje, o triunfo no ?Pro-Am? foi para a dupla constituída por António Dantas e pelo amador Nuno Teixeira (Quinta da Beloura/CGS), que somou 66 pancadas ?net?. O segundo lugar teve de ser decidido através do ?handicap? mais baixo do amador e, neste caso, Isabel Oliveira (?hadicap? EGA de 6) e Tiago Cruz ficaram com a segunda posição, com as mesmas 68 pancadas ?net? de Daniel Silva e Reiso Tanaka (Penha Longa), cujo ?handicap? EGA é de 9. Ainda com 68 pancadas ?net?, terminaram os pares Edgar Rodrigues/Carlos Moita (15 EGA), João Pedro Carvalhosa/Bruno Leão (22 EGA) e Henrique Paulino/Sue Farmer (23 EGA).Houve também lugar a sorteios (11 no total) e a prémios especiais, com uma saliência elogiosa para o facto de a organização ter contado também com os profissionais e não apenas com os amadores, como é habitual. A bola mais perto do buraco distinguiu três amadores e um profissional: Prémio LG (buraco 2), António Nobre (Quinta da Beloura/CGS); Prémio GolfExecutivo (7), Geoffrey Farmer (Vilamoura); Prémio Titleist (16), Nuno Fernandes Thomaz (Galamares); Prémio LG (bola mais perto do buraco/profissionais):Victor Silva (Galamares). O ?drive? mais longo (Prémio LG), no buraco 11, foi para o profissional Sérgio Ribeiro, que atingiu os 312 metros.
GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL
Air Luxor regista um crescimento de 21%
A Air Luxor foi a Companhia aérea portuguesa que registou maior taxa de crescimento de passageiros, no aeroporto de Lisboa, até ao final do mês de Maio.De acordo com números oficiais da Ana - Aeroportos de Portugal - a Air Luxor registou um crescimento de 21%, por comparação com o período homólogo, totalizando 197 121 passageiros.Os números agora conhecidos revelam ainda que, no mês de Maio, a Air Luxor apresentou uma taxa de crescimento de 11,9% em termos de passageiros movimentados através do aeroporto de Lisboa.Para este crescimento contribuiu, em grande parte, o alargamento da rede de rotas regulares da Air Luxor.A Air Luxor foi, igualmente, a Companhia aérea portuguesa que apresentou maior variação no número de movimentos no aeroporto de Lisboa, registando uma subida de 29,6%, o que corresponde a um total de 2 287 movimentos, até ao final do mês de Maio.
sexta-feira, julho 09, 2004
Club Med assina acordo com Star Airlines
O Club Méditerranée e a Star Airlines assinaram um acordo comercial por três anos com vista a assegurar o transporte dos clientes Club Med e da Jet Tours com partida de Paris para todos os destinos da Bacia Mediterrânica. O anúncio foi feito pelo presidente do conselho de Administração do Grupo Club Méditerranée, Henri Giscard d’Estaing, e pelo presidente e director geral da Stair Airlines, Cédric Pastour, no Club Med da Balaia, no Algarve,
No âmbito desta parceria, os clientes Club Med com destino ao Club Med da Balaia vão passar a usufruir de um voo charter por semana para Faro, com partida da capital francesa. O aparelho que fará este voo tem capacidade para 180 pessoas. Este acordo, de grande importância para os dois grupos, inclui a exploração de três aviões A320 / A 321 durante o Verão e mais dois no Inverno de 2004 – a partir de 1 de Novembro deste ano.
LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay
O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...