Segundo o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, quando o empresário Nelson Tanure afirma que o seu objectivo em relação à Varig é “optimizar o nível de empregos”, isso significa “em linguagem ‘tanuriana’ despedimentos em massa, terceirização e dificuldades, os mesmos procedimentos ilegais adoptados no 'Jornal do Brasil' e na 'Gazeta Mercantil', que ele também controla”. Em comunicado divulgado na imprensa brasileira a 27 de Dezembro, a FENAJ afirma que é “com indignação e preocupação cívica que jornalistas profissionais de todo o Brasil acompanham as manobras do empresário Nelson Tanure para comprar a Varig”, pelo que “os profissionais de imprensa representados por seus sindicatos se sentem na obrigação patriótica de alertar as autoridades e a sociedade para os riscos da transação”. Segundo o documento, “o desrespeito sistemático do referido empresário” pelas leis do trabalho e pelos direitos dos seus empregados, assim como os seus processos judiciais, permitem fazer uma ideia do “futuro incerto” que espera os trabalhadores da Varig caso a operação seja consumada. Um inimigo dos jornalistas Em pouco mais de uma década, afirma a FENAJ, Nelson Tanure acumulou negócios em diferentes sectores da economia e passou a engrossar a lista dos maiores devedores da Previdência. “Arrendatário dos tradicionais ‘Jornal do Brasil’ e ‘Gazeta Mercantil’, Tanure tornou-se “um dos maiores inimigos dos jornalistas preocupados com a dignidade da profissão e com a qualidade da informação recebida pela sociedade brasileira”, acusa a Federação. O “Jornal do Brasil”, a primeira investida de Tanure no sector dos média, viu a sua redacção “enfraquecida por salários aviltantes, pelo corte de mais da metade dos empregos, pela precarização das condições de trabalho e pela exploração de estagiários em proporções jamais vistas nas empresas de comunicação”, denuncia a FENAJ, sublinhando que há mais de 600 processos na Justiça do trabalho contra o “Jornal do Brasil”. Quanto à “Gazeta Mercantil”, o passivo chega a 90 milhões de reais, e a “sucursal carioca deste jornal, que já teve 30 profissionais, hoje está reduzida a dois repórteres”. O comunicado, que é subscrito pelos sindicatos dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, do Município do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Distrito Federal, no Estado do Rio Grande do Sul, do Estado da Bahia e pela Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc-Brasil), salienta ainda que para os “jornalistas de todo o Brasil, Nelson Tanure representa desemprego e menosprezo à dignidade dos trabalhadores” pelo que alertam “os credores das empresas ligadas à Varig sobre os riscos que estarão correndo com a efectivação do negócio” e rogam “às autoridades judiciárias que não permitam o desmanche de mais uma tradicional empresa brasileira”.
terça-feira, dezembro 27, 2005
Segundo o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, quando o empresário Nelson Tanure afirma que o seu objectivo em relação à Varig é “optimizar o nível de empregos”, isso significa “em linguagem ‘tanuriana’ despedimentos em massa, terceirização e dificuldades, os mesmos procedimentos ilegais adoptados no 'Jornal do Brasil' e na 'Gazeta Mercantil', que ele também controla”. Em comunicado divulgado na imprensa brasileira a 27 de Dezembro, a FENAJ afirma que é “com indignação e preocupação cívica que jornalistas profissionais de todo o Brasil acompanham as manobras do empresário Nelson Tanure para comprar a Varig”, pelo que “os profissionais de imprensa representados por seus sindicatos se sentem na obrigação patriótica de alertar as autoridades e a sociedade para os riscos da transação”. Segundo o documento, “o desrespeito sistemático do referido empresário” pelas leis do trabalho e pelos direitos dos seus empregados, assim como os seus processos judiciais, permitem fazer uma ideia do “futuro incerto” que espera os trabalhadores da Varig caso a operação seja consumada. Um inimigo dos jornalistas Em pouco mais de uma década, afirma a FENAJ, Nelson Tanure acumulou negócios em diferentes sectores da economia e passou a engrossar a lista dos maiores devedores da Previdência. “Arrendatário dos tradicionais ‘Jornal do Brasil’ e ‘Gazeta Mercantil’, Tanure tornou-se “um dos maiores inimigos dos jornalistas preocupados com a dignidade da profissão e com a qualidade da informação recebida pela sociedade brasileira”, acusa a Federação. O “Jornal do Brasil”, a primeira investida de Tanure no sector dos média, viu a sua redacção “enfraquecida por salários aviltantes, pelo corte de mais da metade dos empregos, pela precarização das condições de trabalho e pela exploração de estagiários em proporções jamais vistas nas empresas de comunicação”, denuncia a FENAJ, sublinhando que há mais de 600 processos na Justiça do trabalho contra o “Jornal do Brasil”. Quanto à “Gazeta Mercantil”, o passivo chega a 90 milhões de reais, e a “sucursal carioca deste jornal, que já teve 30 profissionais, hoje está reduzida a dois repórteres”. O comunicado, que é subscrito pelos sindicatos dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, do Município do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Distrito Federal, no Estado do Rio Grande do Sul, do Estado da Bahia e pela Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc-Brasil), salienta ainda que para os “jornalistas de todo o Brasil, Nelson Tanure representa desemprego e menosprezo à dignidade dos trabalhadores” pelo que alertam “os credores das empresas ligadas à Varig sobre os riscos que estarão correndo com a efectivação do negócio” e rogam “às autoridades judiciárias que não permitam o desmanche de mais uma tradicional empresa brasileira”.
quinta-feira, dezembro 22, 2005

A companhia aérea Brasileira TAM, assinou contrato para a compra de 10 aeronaves A350-900, com mais 5 de opção. A intenção da TAM em adquirir o A350, foi anunciada inicialmente em Junho passado, As entregas dos novos A350 da TAM estão previstas para começar em 2012.Os aviões serão dotados com interiores com configuração em 3 classes e serão operados nas linhas internacionais da companhia. O A350-900, a maior versão do modelo A350, poderá acomodar 300 passageiros em voos de até 13.890 km. Desta forma, a TAM renovará sua frota de aviões utilizados nos destinos de longo curso e ampliará sua capacidade, já que o A330-200, actualmente em operação na companhia, possui até 213 lugares.
Os novos A350 compartilham as modernas inovações tecnológicas criadas para o A380 e incluem o que existe de mais avançado. Com asas novas, fabricadas em materiais compostos e a fuselagem feita em ligas de alumínio lítio, Entre os componentes estão as novas turbinas, o trem de aterragem. O A350 vai oferecer uma vantagem incontestável em termos de consumo de combustível por assento, de custos por assento/km e de custos de caixa. Além disso, ele vai manter total padronização operacional com a família de aviões da Airbus de fuselagem larga e longo alcance, permitindo reter o efeito de família e complementando os A330 com os quais compartilha o mesmo certificado de tipo para pilotos.A TAM Linhas Aéreas lidera o mercado doméstico brasileiro, tendo registado do mês de Novembro 43,8% de market share. A TAM voa para 45 cidades no Brasil. Com os acordos comerciais firmados com companhias regionais, chega a 72 destinos diferentes do território nacional. As operações para o exterior abrangem cinco destinos directos: Nova York e Miami (EUA), Paris (França), Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile). Com a TAM Mercosul, vai a Assunção, Montevidéu, Punta del Este, Ciudad del Este, Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba. Além disso, mantém acordos de code-share com companhias internacionais que possibilitam ao passageiro viajar para grande diversidade de destinos no mundo. O seu cartão fidelidelização, pioneiro para empresa aérea no Brasil, possui actualmente 2,6 milhões de associados e já distribuiu 3 milhões de bilhetes por meio de resgate de pontos.
sábado, dezembro 10, 2005

GOLFE - TORNEIOS
World Golf Championships – Algarve World Cup – Portugal
Ladies and Gentlemen’s From Wales Stephen Dodd and Bradley Dredge
No mais recente campo de golfe português, Victoria Clube desenhado por Arnold Palmer, a dupla galesa Stephen Dodd e Bradley Dredge foi a grande vencedora da edição de 2005 do World Golf Championships – Algarve World Cup em Portugal.
O País de Gales não vencia esta prova desde 1987, ano que a prova se realizou no Havia, na altura a equipa galesa era constituída por Ian Woosnam e David Llewellyn, tendo-se de realizar um play-off contra a equipa da Escócia formada por Sandy Lyle e Sam Torrance. Este ano, não foi necessário nem um play-off nem mesmo houve o quarto dia de prova, em virtude do temporal que se fez abater neste região de veraneio, um dos destinos mais procurados do mundo pelos golfistas, o que levou á anulação do ultimo dia de prova, e segundo o Director de Prova, esta poderia ser adiada para o dia seguinte, mas tendo as conta condições climatéricas serem mas mesmas para o dia seguinte, 2ª feira, a organização resolveu atribuir as classificações do dia anterior. Assim, o País de Gales venceu pela segunda vez e a dupla galesa levou para casa cerca de 700 mil dólares cada.Stephen Dodd, 49 anos ocupa a 17ª posição na Ordem de Mérito Europeia e 75º do Ranking Mundial, este ano venceu o Nissan Irish Open, o seu parceiro Bradley Dredge, 32 anos, 16º da ordem de mérito europeia e 82º no ranking mundial. Bradley Dredge, venceu em 2003 o Open da Madeira – Portugal, prova do Circuito Europeu.A equipa galesa chegara ao terceiro dia de prova com 189 pancadas, 27 pancadas abaixo do par do campo e com duas pancadas de vantagem sobre a equipa inglesa constituída por Luke Donald e Paul Casey.Portugal como país anfitrião apresentou uma equipa constituída por Filipe Lima, 23 anos, luso-francês, jogador do Europeantour, que recentemente se classificou em 3º no Open de Portugal e 5º no Open de Madrid, ocupando a 71ª poisção do Ranking Europeu, fazendo par com António Sobrinho, 34 anos, nascido em Angola, que detém 9 títulos da ordem de mérito da PGA Portugal defende as cores de Portugal. Portugal acabaria por ficar na 20ª posição, fazendo no terceiro e, aquele que seria o ultimo 63 pancadas, empatada com a Escócia.Um total de 24 Nações, incluindo o país anfitrião, participaram neste prestigioso evento, com um prize money de 4 milhões de Dólares, cerca de 3,3 milhões de Euros.
O Campo
O Victoria Clube de Golfe é o mais recente Campo de Golfe do Algarve, tendo aberto as suas portas no passado em Setembro último. Com 18 buracos, par 72, os seus 6.560m de comprimento fazem dele o mais longo de Portugal. Ocupando uma área de 90hectares de terreno praticamente plano, inclui um conjunto de mounds –traçado das montanhas que se recortam no horizonte –que lhe confere movimento e harmonia. O percurso algarvio é ainda marcado pela exuberância do seu corpo de água, com cascatas de belo efeito estético, sendo já considerado um dos mais belos campos da Europa.
*Jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association
REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT AUTO PORTUGUESA
quinta-feira, dezembro 01, 2005
DANTAS DA SILVA LIDERA SOBRINHO E DIAS PERSEGUEM
Pelo segundo ano consecutivo, António Dantas da Silva lidera no final da primeira volta do Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA, de 15 mil euros em prémios, que arrancou hoje (Quinta-feira), no bem tratado percurso da Quinta de Cima, incorporado no complexo da Quinta da Ria, nos arredores de Tavira.
Há um ano, no RibaGolf-1, o profissional da Penha Longa partilhava o comando da prova após 18 buracos com João Pedro Carvalhosa (Estela) e Nuno Campino (Paço do Lumiar). Concluídos 36 buracos, isolou-se na frente, mas na última da volta acabaria por contentar-se com o segundo posto, ao ser ultrapassado por Henrique Paulino (Halcon/LSM/PósTejo).
«Desde o ano passado que coloquei como principal objectivo ganhar um torneio do PGA Portugal Tour. Em 2004 estive muito perto, mas não o consegui, apesar de ter encerrado a época como nº2 da Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal. Agora, coloquei-me de novo em boa posição, mas sei que não será fácil», disse o jogador que regressou à competição em 2002, depois de uma recuperação milagrosa de uma doença prolongada que chegou a colocar em risco a sua própria vida.
António Dantas da Silva foi o único a bater o Par-72 do campo da Quinta de Cima, que, ainda há pouco mais de um mês, recebeu a etapa portuguesa do European Seniors Tour. «O campo está excelente, os ‘greens’ espectaculares e os ‘fairways’ muito bons. Tudo isso motivou-me a jogar bem», declarou o actual nº9 do PGA Portugal Tour, autor de uma primeira volta em 71 pancadas, 1 abaixo do Par.
«Comecei muito bem, com um ‘birdie’ no 1 e, no final de 6 buracos, já ia com 5 abaixo do Par. Isso deu-me confiança, e apesar do ‘bogey’ no 9, do duplo no 17 (bola na água) e de outro ‘bogey’ no 18, sinto que joguei bem. Falhei um único ‘shot’ durante todo o dia», acrescentou Dantas da Silva, que elogiou o grupo de amadores com que actuou: «Eram todos muito simpáticos, eu até já conhecia o José Gramaxo, o presidente do C.G. Arquitectos, e um deles até sabia tudo sobre os ‘greens’, pois já tinha jogado várias vezes, tendo-me ajudado em alguns buracos»
António Dantas da Silva é perseguido, por apenas 1 pancada, por António Sobrinho (Vale do Lobo/C.G. Arquitectos) e José Dias (Oceânico Developments), enquanto Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa) e o amador de alta competição Ricardo Santos (Vilamoura) estão a 2 ‘shots’.
Do total de 51 profissionais e 4 amadores de alta competição, 4 não conseguiram completar a primeira volta, concluindo-a amanhã (Sexta-feira). A segunda volta inicia-se às 07:30h e, para evitar a repetição do sucedido hoje, a PGA de Portugal decidiu fazer saídas simultâneas de dois ‘tees’ (1 e 10).
O ‘top-ten’ provisório do Clube de Golfe dos Arquitectos PGA Masters, após a primeira volta incompleta na Quinta de Cima, está organizado do seguinte modo:
1º António Dantas da Silva (Penha Longa), 71 (-1).
2º José Dias (Oceânico Developments), 72 (Par).
2º António Sobrinho (Vale do Lobo/C.G. Arquitectos), 72 (Par).
4º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), 73 (+1).
4º Ricardo Santos (Vilamoura), 73 (+1).*
6º João Pedro Carvalhosa (Estela), 74 (+2).
6º Hugo Santos (Vilamoura), 74 (+2).
6º Ricardo Melo Gouveia (Vilamoura), 74 (+2).*
9º Henrique Paulino (Halcon/ PosTejo /LSM), 75 (+3).
9º Pedro Lemos (Norgolf/Nike), 75 (+3).
9º Brian Evans (Pinheiros Altos), 75 (+3).
* Amador
quarta-feira, novembro 30, 2005
Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA
DANIEL SILVA REGRESSA
PAULINO DEFENDE TÍTULO O DESAFIADOR PERCURSO DA QUINTA DE CIMA RECEBE, DE AMANHÃ A DOMINGO, OS MELHORES PROFISSIONAIS PORTUGUESES E A NATA DOS AMADORES DO CG
O DESAFIADOR PERCURSO DA QUINTA DE CIMA RECEBE, DE AMANHÃ A DOMINGO, OS MELHORES PROFISSIONAIS PORTUGUESES E A NATA DOS AMADORES DO CG ARQUITECTOS
Daniel Silva regressou ao PGA Portugal Tour e disputará as duas últimas provas do calendário profissional português, começando amanhã (Quinta-feira) o Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA, no belo e desafiador percurso da Quinta de Cima, incorporado no complexo da Quinta da Ria, nos arredores de Tavira.
Um total de 51 profissionais disputará o “bolo” global de 15 mil euros em prémios monetários, acompanhados de quatro amadores de alta competição (Ricardo Santos, António Rosado, Daniel Silva e Ricardo Melo Gouveia). Nos dois primeiros dias de competição (Quinta e Sexta-feira), estes 55 jogadores actuarão ao lado dos 160 amadores do C.G. Arquitectos, num ‘Pro-Am’ (‘Am-Am’ no caso dos amadores de alta competição) disputado no sistema de ‘fourball better-ball’. No último dia (Sábado), os profissionais e amadores de alta competição competem sós na Quinta de Cima.
\r\n \r\nDaniel Silva, considerado o melhor golfista português de \r\ntodos os tempos, venceu o primeiro evento do PGA Portugal Tour 2005, o Mota \r\nEngil PGA Classic, em Amarante, e ainda participou no Range Rover Corporate Open \r\nPGA Portugal (Belas) e no Vidago Palace Classic, antes de emigrar para o Canadá, \r\nonde foi dirigir um campo de um complexo de golfe. O seu momento de forma é uma \r\nincógnita, embora esteja cheio de motivação, depois de ter assistido ao vivo à \r\nAlgarve World Cup in Portugal, há duas semanas.\r\n \r\nQuem assegura atravessar um bom momento é Henrique \r\nPaulino, que defende o título do Masters, conquistado há um ano no RibaGolf-1. \r\n«Não jogo desde a Escola de Qualificação do European Tour, mas tenho treinado \r\nmuito», disse o campeão nacional de 2003, que procura manter o registo de um \r\ntítulo por ano: «Ainda faltam dois torneios até ao final da \r\népoca».\r\n \r\nO facto de nunca ter jogado na Quinta de Cima não assusta \r\no André Agassi do golfe português: «Já fui à ‘Internet’ retirar o máximo de \r\ninformações possíveis sobre o campo e tenho trabalhado nos ‘shots’ que poderão \r\najudar-me a vencer o torneio. Quando se está a jogar bem, joga-se em qualquer \r\ncampo. Impressionou-me o Lima ter feito 10 abaixo do Par na Estela depois de uma \r\núnica volta de treino. Acho que, esta semana, vão acontecer coisas \r\nengraçadas».",1]
Daniel Silva, considerado o melhor golfista português de todos os tempos, venceu o primeiro evento do PGA Portugal Tour 2005, o Mota Engil PGA Classic, em Amarante, e ainda participou no Range Rover Corporate Open PGA Portugal (Belas) e no Vidago Palace Classic, antes de emigrar para o Canadá, onde foi dirigir um campo de um complexo de golfe. O seu momento de forma é uma incógnita, embora esteja cheio de motivação, depois de ter assistido ao vivo à Algarve World Cup in Portugal, há duas semanas.
Quem assegura atravessar um bom momento é Henrique Paulino, que defende o título do Masters, conquistado há um ano no RibaGolf-1. «Não jogo desde a Escola de Qualificação do European Tour, mas tenho treinado muito», disse o campeão nacional de 2003, que procura manter o registo de um título por ano: «Ainda faltam dois torneios até ao final da época».
O facto de nunca ter jogado na Quinta de Cima não assusta o André Agassi do golfe português: «Já fui à ‘Internet’ retirar o máximo de informações possíveis sobre o campo e tenho trabalhado nos ‘shots’ que poderão ajudar-me a vencer o torneio. Quando se está a jogar bem, joga-se em qualquer campo. Impressionou-me o Lima ter feito 10 abaixo do Par na Estela depois de uma única volta de treino. Acho que, esta semana, vão acontecer coisas engraçadas».
\r\n \r\nEm 2005, João Pedro Carvalhosa foi o único a conseguir \r\nsomar dois títulos (Range Rover Corporate Open PGA de Portugal e LG Classic PGA \r\nPortugal). No C.G. Arquitectos Masters PGA outros três jogadores poderão \r\nigualá-lo: Daniel Silva (Mota Engil PGA Classic), Sérgio Ribeiro (Vidago Palace \r\nClassic) e António Sobrinho (Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil). \r\nFilipe Lima, o campeão do Oceânico Developments PGA Open, será o grande ausente \r\nna Quinta de Cima.\r\n \r\nA rivalidade entre estes jogadores – com Nuno Campino no \r\nmeio, mesmo sem ter ganho qualquer torneio do Tour – faz com que a luta na Ordem \r\nde Mérito Mota Engil/PGA de Portugal esteja acesa. Até ao final do ano, muita \r\ncoisa pode acontecer, uma vez que o 5º classificado (Carvalhosa) tem ainda \r\nlegítimas aspirações ao 2º lugar de Sobrinho.\r\n \r\nA Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal está \r\nordenada do seguinte modo:\r\n \r\n‘Top-10’\r\n",1]
);
//-->
Em 2005, João Pedro Carvalhosa foi o único a conseguir somar dois títulos (Range Rover Corporate Open PGA de Portugal e LG Classic PGA Portugal). No C.G. Arquitectos Masters PGA outros três jogadores poderão igualá-lo: Daniel Silva (Mota Engil PGA Classic), Sérgio Ribeiro (Vidago Palace Classic) e António Sobrinho (Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil). Filipe Lima, o campeão do Oceânico Developments PGA Open, será o grande ausente na Quinta de Cima.
A rivalidade entre estes jogadores – com Nuno Campino no meio, mesmo sem ter ganho qualquer torneio do Tour – faz com que a luta na Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal esteja acesa. Até ao final do ano, muita coisa pode acontecer, uma vez que o 5º classificado (Carvalhosa) tem ainda legítimas aspirações ao 2º lugar de Sobrinho.
A Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal está ordenada do seguinte modo:
‘Top-10’
1º Filipe Lima (Amendoeira Golf Resort), \r\n€160.232,09.*\r\n2º António Sobrinho (Vale do Lobo/Clube de Golfe dos \r\nArquitectos), €10.811,00.\r\n3º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), \r\n€8.049,50.\r\n4º Nuno Campino (Paço do Lumiar), \r\n€7.825,00.\r\n5º João Pedro Carvalhosa (Estela), \r\n€6.982,50.\r\n6º Scott Taylor (Pinheiros Altos), \r\n€5.430,00.\r\n7º Brian Evans (Pinheiros Altos), \r\n€5.090,00.\r\n8º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), \r\n€4.745,00.\r\n9º António Dantas da Silva (Penha Longa), \r\n€4.417,50.\r\n10º Jorge Rodrigues (Nevada Bobs/Cêbê), \r\n€4.295,00.\r\n\r\n",1]
);
//-->
1º Filipe Lima (Amendoeira Golf Resort), €160.232,09.*
2º António Sobrinho (Vale do Lobo/Clube de Golfe dos Arquitectos), €10.811,00.
3º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), €8.049,50.
4º Nuno Campino (Paço do Lumiar), €7.825,00.
5º João Pedro Carvalhosa (Estela), €6.982,50.
6º Scott Taylor (Pinheiros Altos), €5.430,00.
7º Brian Evans (Pinheiros Altos), €5.090,00.
8º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), €4.745,00.
9º António Dantas da Silva (Penha Longa), €4.417,50.
10º Jorge Rodrigues (Nevada Bobs/Cêbê), €4.295,00.
\r\n* 50% do ‘prize-money’ auferido no European Tour de 2005, \r\nmais o prémio de vitória no Oceânico Developments PGA \r\nOpen.\r\n \r\nPS-1: \r\nA foto que incluímos no e-mail é da autoria de Pedro \r\nTavares e uma cortesia da Best Golf: Daniel Silva, quando ganhou o Mota Engil \r\nPGA Classic.\r\n\r\n \r\nPS-2: \r\nPara mais informações consulte ",1]
www.pgaportugal.com ou Hugo Ribeiro hugoribeiro@pgaportugal.com
96 404 56 22 ou 93 422 08 53
terça-feira, novembro 01, 2005

Trade
Portugal - O principal emissor de turistas do continentepara o Brasil
Segundo os dados emitidos pela EMBRATUR, o cenário turístico, quando ao fluxo de de turistas estrangeiros para o Brasil, está a mudar graças a Portugal. No ano passado, o país se consolidou como o principal emissor de turistas daEuropa para Brasil, passando à frente da Alemanha. No rankinggeral, garantiu a terceira posição, ficando atrás apenas de Argentina e Estados Unidos, correspondendo a um crescimento de 46,78%, o que equivale a 336.988 portugueses escolheram que escolheram o Brasil como o “seu” Destino em 2004, contra 229.594 no ano homólogo. Ainda e de acordo com dados doAnuário Estatístico 2005 da EMBRATUR (Instituto Brasileiro deTurismo). Atualmente, o país responde por 7,13% do volume deestrangeiros no Brasil - em 2004 foram 4,7 milhões. Em 1994representava 2,36%, era o quarto colocado na Europa e o nonono quadro geral. Até 2002, era quarto e oitavo,respectivamente, sendo responsável por 4,45% do fluxo turístico do Brasil.
domingo, outubro 16, 2005
Filipe Lima no segundo lugar no Open de Madrid
O português Filipe Lima continua a sua excelente prestação no Open de Madrid,que está a decorrer no Club de Campo da capital espanhola, ocupando o segundo lugar da classificação após a terceira volta desta prova do European Tour.Filipe Lima, o único representante luso no European Tour, está a mostrar todo o seu potencial ao subir dois lugares na classificação provisória do Open deMadrid, ocupando agora a segunda posição da prova – empatado com a estrela irlandesa Darren Clarke -, depois de uma terceira volta ao Club de Campo de Madrid (Par 71) em 67 pancadas, quatro abaixo do Par.O jogador português, que tinha feita as ultimas duas voltas com de 66 pancadas cada, teve no terceiro dia de prova uma excelente prestação ao virar os primeiros nove buracos com duas abaixo do Par (birdies no 4, 7 e 8; bogey no 5), fazendo ainda mais dois birdies até final (14 e 17) para um agregado de 14 pancadas abaixo do Par do campo no final dos 54 buracos já jogados.«Joguei muito bem nos drives, mas já não estive tão bem nos ferros», explicouLima no final, com as estatísticas a corroborarem a afirmação do melhor jogador nacional. Filipe falhou apenas um dos 14 fairways do campo e apresentou uma média de distância de 280 metros nas saídas. Já nos shots de ferros, o português acabou por revelar alguma inconsistência, falhando cinco greens. No entanto, o jogo de areia de Lima parece estar afinado, já que dos cinco greens que falhou, conseguiu salvar o Par nas quatro ocasiões em que a bola encontrou um bunker.Lima, está a sete pancadas de distância do líder provisório da prova, o francês Raphael Jacquelin (64-64-64), e empatado no segundo lugar com Darren Clarke (64-67-68), membro da equipa europeia da Ryder Cup e actual 18º classificado do ranking mundial.
sexta-feira, outubro 14, 2005
Torneio – Golfe
Filipe Lima, o melhor jogador português da actualidade, a participar no circuito europeu de profissionais, está isolado no quarto lugar no Open de Madrid
Com duas voltas de 66 pancadas no Club de Campo - Par 71, permitiram a Filipe Lima passar hoje (sexta-feira) o ‘cut’ do Open de Madrid isolado no quarto lugar. O representante português no European Tour, que é apoiado pela Federação Portuguesa de Golfe desde o início de 2005, está a quatro ‘shots’ do líder francês Raphael Jacquelin (128, 64-64), mas só a distância mínima o separa da dupla que partilha a segunda posição, composta pelo norte-irlandês Darren Clarke (64-67) e o inglês Gary Emerson (67-64).
Na edição passada do Open de Madrid, Lima falhara o ‘cut’ por uma pancada, com um total de 142 (71-71). Desta vez apresentou dois cartões com 10 ‘birdies’ e nenhum ‘bogey’ e encontra-se na corrida pelo seu segundo título no European Tour – em 2004 venceu o Aa St. Omer Open, em França. O ‘cut’ da prova ficou fixado em 142 deixando pelo caminho 55 dos 120 participantes iniciais.
«Estou a jogar bem e assim até parece que o campo está mais fácil do que o ano passado. Não é comprido, mas os ‘greens’ estão moles, o que faz com que a bola pare muito depressa», afirmou Lima, que procura um lugar entre os cinco primeiros do Open de Madrid (1 milhão de euros em prémios) de forma a assegurar um lugar no Volvo Masters (de 27 a 30 de Outubro) – uma prova reservada aos 60 primeiros na Ordem de Mérito no torneio imediatamente anterior. Lima, de 23 anos, ocupa a 78ª posição na tabela, com 278 mil euros em prémios, e quer garantir já a presença em Valderrama apesar de ir ainda jogar o Open de Maiorca na próxima semana. Pelas suas contas, um “top-5” na capital espanhola deve servir.
Lima iniciou a segunda ronda no buraco 10, concluindo a primeira metade da volta com uma pancada abaixo do Par, graças a um ‘birdie’ no 18 (o seu 9º buraco do dia). Com ‘birdies’ no 1 e no 2, Filipe entrava numa série de três ‘birdies’ consecutivos, conseguindo ainda outros tantos até ao fim da sua prestação. «Sentia-me mal antes de ir para o campo, tomei um sumo de laranja frio ao pequeno almoço e vomitei logo a seguir. Por isso entrei em jogo enfraquecido, mas depois fui melhorando», afirmou.
Amanhã (sábado) joga-se a terceira volta da prova, que acaba no domingo.
Golfe – TorneiosManuel Agrellos Jr. vence a décima edição da CCILE
O X Torneio Ibérico de Golfe, organizado pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Espanhola (CCILE), organizou no passado dia 1 de Outubro, na Quinta da Marinha, a participação de 130 jogadores. Como tem vindo a ser habitual, este torneio, foi disputado na modalidade Stableford - full handicap e com prémios especiais para o “drive mais longo” e “shot mais perto do buraco”, divertiu e descontraiu todos os golfistas presentes. Os vencedores do X Torneio Ibérico de Golfe foram Manuel Agrellos Jr. na classificação Gross com um total de 30 pontos, e Filomena Olivella na classificação net Senhoras, com 33 pontos. Os prémios especiais de “drive mais longo” homens e senhoras couberam respectivamente a Manuel Agrellos e Marta Lampreia, e de “shot mais perto do buraco” a Julio de La Sen e Isabel Marcelino. A entrega de troféus e o almoço de convívio foram presididos pelo Presidente da CCILE, Enrique Santos, que referiu a importância deste Torneio Ibérico como “forma de aproximar a comunidade portuguesa e espanhola e reforçar o apoio da CCILE a um desporto cada vez mais praticado entre os seus associados”.O X Torneio Ibérico de Golfe da CCILE insere-se num vasto programa de dinamização das relações económico-sociais entre Portugal e Espanha. Anualmente, são diversas as empresas patrocinadoras desta competição, que pretendem não só desenvolver novas oportunidades de negócio e de posicionamento nos dois mercados, como também apostar num desporto que conta actualmente com mais de 16.500 jogadores federados em Portugal.
CLASIFICAÇÃO
1.º Gross - Manuel Agrellos Jr. - 30 pts
1.º Net hcp > 10 - Mário Marques Pinto - 22 pts
2.º Net hcp > 10 - Rui Lourenço - 13 pts
1.º Net hcp > 10,1 > 18 - José Maria Soengas - 37 pts
2.º Net hcp > 10,1 > 18 - Álvaro Correia - 33 pts
1.º Net hcp > 18,1 > 24 - Joan Piera - 32 pts
2.º Net hcp > 18,1 > 24 - Abilio Pinheiro - 30 pts
1.º Net hcp > 24,1 > 28 - Rafael Casado - 43 pts
2.º Net hcp > 24,1 > 28 - João Romeiras - 40 pts
1.º Net Senhoras - Filomena Oliveira - 33 pts
2.º Net Senhoras - Isabel Marcelino - 32 pts
quinta-feira, outubro 13, 2005

Torneios - 20.ª edição do Sata Azores
Depois de um play-off com cinco finalistas, “regado” com chuva, o Irlandês Gary Murphy, 81 da Ordem de Mérito do Europeantour levou para casa 12,500 euro.
Como não poderia deixar de ser, a vigésima edição do Sata Azores a chuva marcou presença quase que constante, fazendo suspender a prova no primeiro e último dia de prova. Os estragos feitos pela chuva no início da competição levaram a uma parte dos jogadores terem de terminar a mesma no dia seguinte. No último dia, os aguaceiros continuaram e com eles mais uma suspensão que se repetiu quando se disputava o play-off.
A parte das intempéries, o Sata Azores terminou com um final inesperado e bastante empolgante, um play-off com cinco jogadores, o irlandês Gary Murphy, o espanhol Daniel Quiros, o americano David Mathis e os canadianos, Dan Swanson e Scott Hawley. Para disputar os 12,500 euros do primeiro lugar foram designados os buracos 10 - par 4, 16 – par 4 e o 18 – par 3, e foi no ultimo buraco que Gary Murphy venceu este quinteto terminando com um par, depois de a bola ter ficado fora do green e numa posição bastante difícil, no entanto Gary executou um approach perfeito para junto da bandeira e terminou o buraco com um par, ao passo que Daniel Quiroz e pelo segundo ano consecutivo perde o primeiro lugar, que em entrevista no final da partida referiu ter um sentimento era de raiva, por ter tido no primeiro dia de prova, um dia tão desastroso. O mesmo aconteceu com o canadiano Dan Swanson, que terminou a ano passado também no terceiro lugar.
Quanto á presença portuguesa, ficou-se por uma modesta participação, não obstante este ano ter tido a maior representação. No início as coisas pareciam estarem de feição a António Sobrinho depois de ter no primeiro dia, ficado no terceiro lugar a par do campo e apenas a 4 pancadas de diferença, no entanto os dois dias seguintes foram bastante diferentes que o relegaram-no para 14º posição com mais 10 pancadas que o vencedor. De lembrar que, António Sobrinho vai fazer dupla com Filipe Lima, representar Portugal no World Golf Championship no Algarve que irá decorrer em Novembro. Sendo a melhor presença Lusa a de Nuno Campino ao ficar no 11º lugar com 224 pancadas, mais 8 que o irlandês. Já no ano passado Nuno Campino, ocupou no seu ano de estreia como profissional a 15ª posição com 227 pancadas. O melhor jogador Açoriano foi Rui Índio ocupando a 18ª posição com 234 pancadas.
Neste torneio participaram 60 profissionais e mais de uma centena e meia de amadores vindos dos 4 cantos do mundo, fazendo deste torneio um dois mais internacionais torneios de golfe em Portugal.
Quanto á organização, uma palavra de felicitação, pela organização e pelas excelentes condições proporcionadas aos jornalistas para o seu desempenho, para o Gabinete de Imprensa o nosso abrigado.
sexta-feira, outubro 07, 2005

Golfe - Torneios
Australia (Mark Hensby/Peter Lonard)
Dinamarca (Anders Hansen/Soren Hansen)
Inglaterra (Luke Donald/David Howell)
França (Thomas Levet/Raphael Jacquelin)
Alemaha (Alex Cejka/Marcel Siem)
Holanda (Maarten Lafeber/Robert-Jan Derksen)
India (Jyoti Randhawa/Arjun Atwal)
Irlanda (Padraig Harrington/Paul McGinley)
Japão (Yasuharo Imano/partner to be announced)
Paraguai (Carlos Franco/Marco Ruiz)
Portugal (Jose Filipe Lima/Antonio Sobrinho)
Escócia (Stephen Gallacher/Scott Drummond)
Africa do Sul (Tim Clark/Trevor Immelman)
Coreia do Sul (K.J. Choi/partner to be announced)
Espanha (Sergio Garcia/Miguel Angel Jimenez)
Suécia (Henrik Stenson/Niclas Fasth)
Estado Unidos América (Stewart Cink/Zach Johnson)
País de Gales (Stephen Dodd/Bradley Dredge)
LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay
O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...