domingo, março 26, 2006


GOLFE - TORNEIOS

14º Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos

1.ª VITÒRIA PARA JEAN VAN

O FRANCÊS GANHOU O SEU PRIMEIRO TORNEIO NO EUROPEAN TOUR DESDE 1993, ENQUANTO TIAGO CRUZ, NO 28º LUGAR, OBTEVE A MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE SEMPRE UM PORTUGUÊS NO SANTO DA SERRA

Jean Van De Velde quebrou hoje (Domingo) um jejum de vitórias em torneios do European Tour que datava de 1993, curiosamente no ano em que nasceu o Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos. Ao conquistar a 14ª edição do torneio madeirense, de 700 mil euros em prémios, tornou-se também no primeiro francês a impor-se no Clube de Golf do Santo da Serra, no dia em que Tiago Cruz quebrou um recorde nacional. Ao terminar no 28º lugar, o profissional da FPG e de Vila Sol passou a deter a melhor classificação de sempre de um português nesta prova que marcou o regresso do European Tour a solo europeu.

O campeão ameaçou o recorde do torneio para 72 buracos, fixado por Des Smyth (-18) em 2001, quando chegou ao buraco 14 com -18, mas, mesmo sem consegui-lo, encerrou a sua participação com um excelente resultado de 273 pancadas (69+65+71+68), 15 abaixo do Par, que lhe valeu um cheque de 116.660 euros e a ascensão do 105º ao 31º lugar da Ordem de Mérito Europeia e ao 28º posto no ‘Ranking’ Europeu da Ryder Cup.

O inglês Lee Slattery, vencedor do Challenge Tour em 2004, logrou um ‘birdie’ no último buraco para ficar em segundo lugar, a 1 ‘shot’ do líder, enquanto o espanhol Pedro Linhart, campeão deste torneio em 1999, fechou o ‘top-3’ com 275 (-3).

Tiago Cruz foi 28º com 285 (-3), depois de um 74, o seu pior resultado da semana, e apoderou-se do recorde nacional no torneio, ultrapassando o 46º posto de Daniel Silva em 2003; Filipe Lima foi 54º com 290 (+2), após ter, finalmente, jogado uma volta abaixo do Par (71, -1); E Ricardo Santos foi 66º com 296 (+8), tendo registado uma derradeira volta de 76 em que cometeu 40 ‘putts’!

UM HOMEM FELIZ

Jean Van de Velde confessou-se «simplesmente um homem feliz», depois de tudo o que se passou na sua vida «nos últimos tempos». Na cerimónia de entrega de prémios, repleta de representantes das mais variadas instituições e entidades (ver mais abaixo), o gaulês brincou, dizendo que «já lá vai tanto tempo, que nem sei como fazer um discurso». «Depois de várias lesões e dramas», como especificou mais tarde, na conferência de Imprensa, voltar ao círculo dos campeões e saber que estará «abençoado por dois anos» (recebeu dois anos de isenção no European Tour), é qualquer coisa de «inesquecível». A emoção foi tanta que avisou o numeroso público que envolveu o ‘green’ do 18 que pretendia «ficar com a taça original» e não só com o cheque. No entanto, foi interessante verificar como, aos 39 anos, «uma idade que nos dá mais sensatez», e depois de um casamento falhado, a sua última mensagem foi para aquilo que apreendeu ser verdadeiramente importante na vida: «Obrigado à minha nova parceira (segunda mulher), por me ter dado a melhor prenda de todas há três meses, um filho (de nome Hugo)».

Foi essa nova tranquilidade que lhe permitiu concluir o 72º e último buraco com um ‘duplo-bogey’ de sorriso no rosto, ele que tinha de ultrapassar o fantasma dos derradeiros buracos. Tanto no British Open de 1999, como no Open de França de 2005, perdidos em ‘play-offs’, Van De Velde deixou-se apanhar exactamente nos últimos buracos, fazendo um ‘triplo-bogey’ em Carnoustie e um ‘bogey’ no Le Golf National. Desta vez, foi tudo diferente. «Essas coisas não se repetem. Acontecem uma vez na vida. Hoje sabia que tinha uma vantagem de 3 pancadas e não iria perdê-la a apenas 10 jardas do buraco (cerca de 8,5 metros). Não me senti minimamente nervoso, mas sei que adicionei algum interesse ao torneio com aquele final», disse o antigo jogador da Ryder Cup, que foi imediatamente regado de champanhe por dois jogadores franceses, Gregory Bourdy e Benoit Teilleria: «Eles era jovens amadores quando eu me tornei profissional e atingi o meu auge. Perceberam a importância desta vitória».

TIAGO CRUZ, ÚLTIMA VOLTA A -3

«Estou muito contente pelo que consegui. Fiz alguns ‘bogeys’ e fiz quatro ‘putts’ no ‘duplo-bogey’ no buraco 15, pelo que tenho de reconhecer que comecei mal o que não é muito vulgar em mim.

«Não sabia que me tinha tornado o melhor português no Open da Madeira, nem sequer me apercebi que ontem tinha igualado o melhor score’ (69) alguma vez conseguido por um jogador nacional. Estou feliz por isso mas não estou totalmente satisfeito.

«Agora tenho de encarar o Open de Portugal com a melhor disposição, o que não quer dizer que vou ter mais tranquilidade. Penso que as pessoas vão olhar para mim de maneira diferente e eu estou a trabalhar para manter o nível de motivação, consciente de que vai ser bastante difícil. Amanhã já vou treinar no Penina.

«Hoje podia ter feito melhor. Nos ‘bogeys’, não estive confiante em alguns ‘shots’ por ter avaliado mal as distâncias. Devia ter pensado duas vezes e depois ir para a bola com mais confiança. Tenho de acreditar mais na avaliação que faço das distâncias.

«O Niclas Fasth, que jogou no meu grupo, é bastante fechado e não me disse nada. Não senti a pressão de ter saído com um jogador dos 60 primeiros do Mundo. Apenas quis fazer as coisas bem feitas, talvez me tenha entusiasmado um pouco demais e isso acabou por não acontecer.

«Ontem senti-me tranquilo, mas hoje tenho de admitir que, por estar no ‘top-12’ e por estar ao pé de dois bons jogadores, senti algum nervosismo».

FILIPE LIMA, ÚLTIMA VOLTA A +2

«Até que enfim consegui uma volta abaixo do Par. Desta vez, até comecei bem a volta, bem melhor, mas fiz 3 ‘bogeys’ nos últimos 5, o que foi fatal. Mas continuo a sentir-me a jogar bem e sei que hoje poderia ter jogado muitas abaixo do Par.

«Magoei o joelho direito, ontem, numa porta do hotel, e por isso coxeei um pouco, mas não me afectou o ‘swing’. Só quando colocava a bola para “patar”.

«Aprendi que é um campo muito mais difícil do que parece à primeira vista mas continuo a achar que poderei jogar melhor aqui no futuro.

«Estou muito contente com esta semana. Passei finalmente um ‘cut’, estou a jogar melhor, reencontrei algumas soluções de jogo. É certo que pensava fazer melhor, mas cumpri a promessa que fiz aos madeirenses de jogar os quatro dias. Mas houve um português melhor do que isso e isso também teve valor.

«Estou muito confiante para o Open de Portugal. O Penina é um campo mais franco».

RICARDO SANTOS, ÚLTIMA VOLTA A +8

«Hoje joguei bem, mas “patei” terrivelmente mal. Fiz 40 ‘putts’, o que significa que mais de metade das minhas 76 pancadas foram ‘putts’.

«Saio contente com o meu jogo até ao ‘green’. Sinto-me mais regular, mais consistente. Nesse ponto, estou quase onde quero.Tenho sempre vontade de jogar bem em todo o lado, mas sinto-me motivado para o Penina.

«Comentei num jantar com o Tiago e com o João Umbelino, esta semana, que o povo português tem de apostar um pouco mais em nós, porque provou-se, com os resultados portugueses desta semana que é preciso competição para que as coisas aconteçam como aqui. Mas também é preciso mais ambição e pensar em irmos mais longe do que só passar o ‘cut’. Apostar nos portugueses e sermos mais ambiciosos são dois factores importantíssimos para darmos o salto. Passar o ‘cut’ é positivo, mas não é uma vitória».

RESULTADOS

O ‘top-5’ da classificação geral, após a última volta (72 buracos), ficou ordenada do seguinte modo:

‘Top-5’

1º Jean Van De Velde (França), 273 (69+65+71+68), -15, €116.660,00
2º Lee Slattery 274 (74+68+66+66), -14, €77.770,00
3º Pedro Linhart (Espanha), 275 (71+67+69+68), -13, €43.820,00
4º Simon Wakefield (Inglaterra), 276 (72+68+68+68), -12, €35.000,00
5º Mattias Eliasson (Suécia), 278 (74+69+71+64), -10, €27.090,00
5º Richard Finch (Inglaterra), 278 (70+69+72+67), -10, €27.090,00

Portugueses que passaram o ‘cut’

28º Tiago Cruz (FPG/Vila Sol/BIG), 285 (71+71+69+74), -3, €4.112,94
54º Filipe Lima (FPG/Titleist), 290 (72+72+75+71), +2, €2.324,00
66º Ricardo Santos (FPG/Lusotur Golfes), 296 (72+71+77+76), +8, €1.540,00

Portugueses eliminados

81º Nuno Henriques (Santo da Serra), 146 (75+71), +2*
124º Sérgio Ribeiro (Rodex-Mazda/Gheisa), 152 (75+77), +8
128º Nuno Campino (Paço do Lumiar), 153 (75+78), +9
128º António Sobrinho (Vale do Lobo), 153 (80+73), +9
133º Duarte Freitas (Overbach Munch), 154 (78+76), +10
137º António Dantas da Silva (Penha Longa), 156 (82+74), +12
137º João Pedro Sousa (Santo da Serra), 156 (81+75), +12*
140º Hugo Santos (Vilamoura), 157 (75+82), +13
142º Gonçalo Brito (Santo da Serra), 169 (86+83), +25*

*Amador

GABINETE DE IMPRENSA - FOTO: Ramiro de Jesus/cortesia de Amen Corner.

terça-feira, março 07, 2006


Golfe - Noticias

Clube de Golfe dos Jornalistas
Plano de Provas e Actividades 2006


1ª Prova – 14 e 15 de Janeiro
Troféu Nacional António Martins Janeiro Taça – Vale do Lobo
*2ª Prova – 11 de Março
Campo de Golfe da Aroeira I
4ª Prova - 3 de Abril **
Penina Golf Course (II edição da Nené Novais Press)
*3ª Prova – Maio**
Campo Real
*5ª Prova - 6 de Maio**
S/campo
*6ª Prova –Sem data**
Golfe de Montebelo
*7ª Prova – 24 de Junho**
Golden Eagle
8ª Prova – 28 de Outubro
1.ª Taça ArquiMedia – Campo Real (Arquitectos vs Jornalistas)
*9ª Prova – 25 de Novembro**
Quinta da Marinha

*Ordem de Mérito
** Data e/ou Campo a confirmar
Mais informações: cj@clubedejornalistas.pt

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

GOLFE - TORNEIOS

SULLIVAN VENCE O ESTORIL CHALLENGE EM PLAY-OFF
Depois de defrontar-se com Ben Mason no primeiro buraco do desempate


Kyron Sullivan venceu o Estoril Challenge disputado na Penha Longa, depois de defrontar-se com Ben Mason no primeiro buraco do play-off, após uma longa e dura jornada na qual todos os profissionais tiveram a terceira volta suspensa por motivos de chuva, e continuaram antes da jornada final.
O gaulés Sullivan, que se manteve nos primeiros lugares desde o começo do torneio, subiu para a primeira posição ao finalizar hoje a terceira jornada com 71 tacadas e um total de 6 abaixo do par, e saiu a disputar a quarta e última posição com uma vantagem de 2 tacadas sobre Bergman e três sobre Mason, que concluiu o torneio com 71 tacadas para pressionar ao líder que, dominava o torneio durante toda a jornada, fez bogey no primeiro buraco do 17 para empatar com o inglés e ter que ganhar o torneio no primeiro buraco de play-off.
Kyron Sullivan concretizou 74 tacadas para um total de 4 abaixo do par. O jogador do País de Gales fez 7 top de 10 nos últimos dois anos, entre eles um segundo lugar, mas esta é a sua primeira vitória europeia. “Estou muito feliz, para mim foi muito especial ter vencido em Portugal, onde já vim tantos anos com a Wales Golf Union, e esta semana senti-me como se estivesse em casa. Lembrei-me que o último profissional que ganhou a Penha Longa foi o gaulés Philip Price, que foi uma grande inspiração para esta semana. Hoje foi um dia muito longo, por um lado queria que o torneio tivesse ficado nos 54 buracos, porque nesse momento eu era líder, mas agora que acabei vi que foi bem melhor ganhar um torneio a quatro voltas, sentes-te bem melhor. Estava muito nervoso quando sai para jogar o play-off, ao voltar ao 17, onde vinte minutos antes tinha feito 3 putts, e quando estava a jogar para ganhar o torneio não conseguia tirar esses momentos da cabeça. A minha mulher foi a minha caddy esta semana, e deve-me dar boa sorte pois a última vez que veio comigo foi o ano passado quando fiquei
\nO inglés Ben Mason concluiu a \nterceira jornada com 71 tacadas, resultado que repetiu na quarta ao realizar \nquatro birdies e 3 bogeys num total de 4 tacadas abaixo do par. \n\n“Foi um dia muito, muito comprido. \nHoje comecei no percurso do 11, onde ontem havia terminado e, se pensarmos nas \ncondições que tivemos ontem com a chuva e hoje com o vento, acredito que joguei \nverdadeiramente bem. Sabia que fazendo hoje o par conseguiria posicionar-me bem, \ne foi o que aconteceu. Em dias como estes temos que nos concentrar em não \ncometer muitos erros e não perder tacadas. No buraco 18 consegui um bom putt a \ncinco metros para birdie, de maneira que acabei com 4 abaixo do par. Na \nquarta-feira perdi-me ao vir para o campo de golfe, e o que levava dez minutos \npara fazer fiz em mais de uma hora e quase chego tarde ao Pro-Am. Nao foi um bom \ncomeço de torneio, mas com certeza foi um bom fim”.\nNa terceira posição ficou o sueco \nOskar Bergman com menos 3 depois de entregar o cartão com 73 tacadas. \n\nDos jovens profissionais de \nBarcelona os melhores espanhóis foram Álvaro Velasco na quarta posição com 1 \nabaixo do par e Eduardo de la Riva em décimo com mais 1. \nMuito merecida foi a actuação de \nÁlvaro Velasco, que disputava o seu primeiro torneio no Challenge Tour; com 24 \nanos, fez-se profissional na metade do ano pasado, e o seu primeiro torneio foi \no Peugeot da Masía Bach, no qual ficou em 5º e em 14º na Grande Final da Peugeot \nTour. Hoje conseguiu escalar para a quarta posição com um terceiro cartão de 71 \ntacadas e logo a seguir um dos melhores cartões do dia, com 68 tacadas para um \ntotal de menos 1. ",1]
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em segundo em Rótterdam”.
O inglés Ben Mason concluiu a terceira jornada com 71 tacadas, resultado que repetiu na quarta ao realizar quatro birdies e 3 bogeys num total de 4 tacadas abaixo do par.
“Foi um dia muito, muito comprido. Hoje comecei no percurso do 11, onde ontem havia terminado e, se pensarmos nas condições que tivemos ontem com a chuva e hoje com o vento, acredito que joguei verdadeiramente bem. Sabia que fazendo hoje o par conseguiria posicionar-me bem, e foi o que aconteceu. Em dias como estes temos que nos concentrar em não cometer muitos erros e não perder tacadas. No buraco 18 consegui um bom putt a cinco metros para birdie, de maneira que acabei com 4 abaixo do par. Na quarta-feira perdi-me ao vir para o campo de golfe, e o que levava dez minutos para fazer fiz em mais de uma hora e quase chego tarde ao Pro-Am. Nãoo foi um bom começo de torneio, mas com certeza foi um bom fim”.
Na terceira posição ficou o sueco Oskar Bergman com menos 3 depois de entregar o cartão com 73 tacadas.
Dos jovens profissionais de Barcelona os melhores espanhóis foram Álvaro Velasco na quarta posição com 1 abaixo do par e Eduardo de la Riva em décimo com mais 1.
Muito merecida foi a actuação de Álvaro Velasco, que disputava o seu primeiro torneio no Challenge Tour; com 24 anos, fez-se profissional na metade do ano passado, e o seu primeiro torneio foi o Peugeot da Masía Bach, no qual ficou em 5º e em 14º na Grande Final da Peugeot Tour. Hoje conseguiu escalar para a quarta posição com um terceiro cartão de 71 tacadas e logo a seguir um dos melhores cartões do dia, com 68 tacadas para um total de menos 1.
\n“Foi impressionante, um dia longo e \nduro mas fantástico. Hoje comecei no 9, ficavam-me onze buracos para terminar a \nterceira volta, e os 18 da quarta volta, muito caminho, mas consegui adaptar-me \nmuito bem ao vento e à chuva e fiquei muito bem. Com o putt estive um pouco \nirregular, mas no fim coloquei muito bons putts: hoje fiz seis birdies e dois \nbogeys, mas a chave esteve nos últimos dez buracos, nos quais fiz 5 abaixo do \npar, onde consegui um grande desempenho, nas quais consegui boas oportunidades \nque não falhei. Foi o meu primeiro torneio no Challenge Tour e no inicio \ncustou-me um bocado, passei o corte por pouco, foi uma satisfação enorme, pois \nfoi um torneio muito duro mas compensador. Tenho categoría 13 no Challenge Tour, \nou seja, posso jogar com convites, de maneira que vou jogar os torneios de \nEspanha, compensar com o Peugeot Tour e vou tentar conseguir \nconvites”.\nEduardo de la Riva acabou na \ndécima posição com 1 acima do par ao acabar com 74 e 71 tacadas: “No primeiro \ndia começei muito bem, ia com 4 abaixo e tive uma final fatal, no segundo dia \ntambém joguei bem fazendo mais do que devia ter feito. Tinha trocado de putt, \nestava com um curto e depois da segunda volta decidi voltar ao longo e foi bem \nmelhor. Estou muito contente porque num momento estive quase a ponto de desistir \nporque tenho o punho lesionado, mas aguentei e mereceu valeu a pena. Este ano \njogarei os torneios do Challenge que decorrerem em Espanha, o Peugeot Tour e os \nconvites que consiga. Tenho boas expectativas, estou a jogar muito bem, tenho \ntreinado muito e acredito que este ano vai ser muito bom”.\nO portugués Ricardo Santos \nfinalizou a terceira jornada com 74 tacadas, e acabou a quarta com 80 num total \nde 14 sobre par. ",1]
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“Foi impressionante, um dia longo e duro mas fantástico. Hoje comecei no 9, ficavam-me onze buracos para terminar a terceira volta, e os 18 da quarta volta, muito caminho, mas consegui adaptar-me muito bem ao vento e à chuva e fiquei muito bem. Com o putt estive um pouco irregular, mas no fim coloquei muito bons putts: hoje fiz seis birdies e dois bogeys, mas a chave esteve nos últimos dez buracos, nos quais fiz 5 abaixo do par, onde consegui um grande desempenho, nas quais consegui boas oportunidades que não falhei. Foi o meu primeiro torneio no Challenge Tour e no início custou-me um bocado, passei o corte por pouco, foi uma satisfação enorme, pois foi um torneio muito duro mas compensador. Tenho categoria 13 no Challenge Tour, ou seja, posso jogar com convites, de maneira que vou jogar os torneios de Espanha, compensar com o Peugeot Tour e vou tentar conseguir convites”.
Eduardo de la Riva acabou na décima posição com 1 acima do par ao acabar com 74 e 71 tacadas: “No primeiro dia comecei muito bem, ia com 4 abaixo e tive uma final fatal, no segundo dia também joguei bem fazendo mais do que devia ter feito. Tinha trocado de putt, estava com um curto e depois da segunda volta decidi voltar ao longo e foi bem melhor. Estou muito contente porque num momento estive quase a ponto de desistir porque tenho o punho lesionado, mas aguentei e mereceu valeu a pena. Este ano jogarei os torneios do Challenge que decorrerem em Espanha, o Peugeot Tour e os convites que consiga. Tenho boas expectativas, estou a jogar muito bem, tenho treinado muito e acredito que este ano vai ser muito bom”.
O português Ricardo Santos finalizou a terceira jornada com 74 tacadas, e acabou a quarta com 80 num total de 14 sobre par.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006


GOLFE

Costão Golf

O prestigiado resort do sul do Brasil em Florianópolis, o Costão do Santinho, tem previsto a abertura do seu campo de golfe em Dezembro deste ano.

Trata-se de um campo, que na primeira fase de nove buracos com 3.300 metros. Este campo está enquadrado num bonito bosque com alguns lagos, que não só o embelezam como colocam algumas “questões” a cada shot aos jogadores. Os quatro tees de saída, permitem que vários tipos de handcaps possam desfrutar de um agradável jogo.
Os fairways têm dimensões bastante razoáveis, podendo-se em alguns casos “exagerar” do shot. Os greens são grandes bem ao estilo americano e rápidos, ideais para quem gosta de ver a bola a correr.
O nosso destaque vai para o buraco 2 um Par 4 com 390 metros, um bom shot de saída e uma madeira 5 pode ser o jogo ideal para estar com duas pancadas no green, mas isto se não estiver vendo, que geralmente só sopre de frente, então o melhore será usar a madeira 3. Para ajudar á “festa” este buraco tem do lado esquerdo um lago que atravessa o fairways logo na saída e depois junto ao green. Este está ainda protegido por três bunkers. O buraco 5 um Par 3 com 155 metros, este buraco faz lembrar o buraco 17 dos Pinheiros Altos – Portugal, da autoria do americano Ronald Fream, em que, entre o Tee e o Green apenas existe um lago. Além disso o green esta fortemente em toda a sua extensão frontal protegido por um bunker. O campo termina com um buraco Par 4, um duplo dogleg com 399 metros.

por: luís manuel nogueira, jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association - IAGTO

REPORTEGEM FEITA COM O APOIO DA TAM

quinta-feira, fevereiro 23, 2006


GOLFE - TORNEIOS

RESULTADOS PRO-AM ESTORIL CHALLENGE PENHA LONGA

1º FREDERIK HENGE 62
Fernanda Carp
Antonio Valadas
Luis Pinheiro

2º RICARDO SANTOS 62
Francisco Sousa Coutinho
Jorge Oliveira da Silva
Marta Lampreia

3º PER G NYMAN 62
Andre Santos
Fernando Quintas

domingo, fevereiro 19, 2006

Golfe - Torneio

76º Campeonato Internacional Amador de Portugal

O francês Adrien Bernadet venceu hoje a mais importante prova de amadores que se realiza em Portugal, enquanto na competição feminina o triunfo coube, de forma sensacional, a uma jovem espanhola de 16 anos, Marta Silva. Portugal A recebeu o prémio relativo ao triunfo na Taça das Nações.

O francês Adrien Bernadet venceu hoje o 76º Campeonato Internacional Amador de Portugal, no Porto Santo Golfe, ao bater o finlandês Antti Ahokas no 36º e último buraco regulamentar da final masculina, por 1 up. Um triunfo que lhe deu um 'wild card' para jogar o Open de Portugal, que se realiza de 30 de Março a 2 de Abril, no percurso do Le Meridien Penina Golf & Resort.

«Estou muito satisfeito, porque este foi o meu primeiro torneio do ano e ganhei assim motivação-extra para o resto da época», afirmou o francês, que colocara como objectivo para o Internacional de Portugal a passagem à fase final do torneio e, posteriormente, aos oitavos-de-final.

Foi uma prestação muito sólida por parte de Bernadet, como o demonstra o facto de ter sido segundo classificado (juntamente com Ricardo Santos) na fase de 'stroke play', antes de eliminar, no 'match play', por esta ordem, o belga Gael Seegmuller, o escocês Brian Fotheringham, o seu companheiro francês Tony Raillard e o inglês Adam Wainwright.

O jogo decisivo começou mal para Bernadet. Decorridos os primeiros oito buracos, ele perdia 3 down e parecia seguir os mesmos passos dos adversários que tinham baqueado perante Ahokas, ou seja, ser derrotado pelo finlandês sem nunca conseguirem ficar em vantagem por um buraco que fosse. Mas o francês recuperou e no fim dos primeiros 18 buracos já ganhava por 1 up.

«A final é diferente das outras partidas, pois joga-se em 36 buracos e isso permite que uma vantagem de 3 down não seja nada de grave, sobretudo se acontecer na primeira volta», afirmou Bernadet. «A segunda volta é onde as coisas realmente começam, e aqui as coisas foram equilibradas – a vitória podia ter sorrido a qualquer um. Felizmente, consegui gerir o resultado.»

Ahokas entrou para o 18º buraco (Par 5) a perder pela margem mínima, mas no terceiro 'shot, de aproximação ao 'green', não conseguiu colocar a bola suficientemente perto da bandeira para poder pressionar o seu adversário: acabaram ambos com um Par e o resultado final saldou-se em 1 up. «Estou um pouco desiludido, seria fantástico jogar o Open de Portugal. Mas o Adrien esteve quase insuperável, raramente errou», disse Ahokas.

Na prova feminina, a jovem espanhola Marta Silva, de apenas 16 anos e natural de Santiago de Compostela, campeã espanhola de cadetes, venceu sensacionalmente, derrotando a francesa Anne-Lise Caudal por 3 e 2 (três buracos de vantagem e dois para jogar). «Nunca pensei ganhar, pois esta foi a minha primeira presença no Internacional de Portugal. O segredo do sucesso? Acho que foram os 'putts'», respondeu.

Anne-Lise Caudal, de 20 anos, natural de Ciboure Lanivelle (próximo de Biarritz), congratulou-se por ter chegado à final, mas lamentou ter jogado mal na segunda metade do encontro. «Foi uma final muito cerrada, e fui-me abaixo no fim. A Marta, por sua vez, esteve sempre presente no jogo», justificou a gaulesa.

Na cerimónia de entrega de prémios, Anne-Lise Caudal recebeu também o troféu relativo ao triunfo de França A na Taça das Nações, competição em que teve como parceiras Julie Berton e Jade Schaeffer, esta a campeã europeia individual, título obtido no percurso madeirense do Santo da Serra, em Agosto.

Na Taça das Nações masculina, Tiago Cruz, Ricardo Santos e António Rosado receberam o troféus das mãos do presidente da FPG, Manuel Agrellos, que não se esqueceu de sublinhar que este foi o último torneio que os dois primeiros disputaram na condição de amadores.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

sexta-feira, fevereiro 17, 2006


GOLFE - TORNEIOS

TORNEIO DE INAUGURAÇÃO 2006 do C.G. Arquitectos

O primeiro torneio do já consagrado circuito de golfe dos Arquitectos aconteceu, tal como em edições anteriores, no excepcional percurso da Quinta do Peru, onde, com toda a pompa e circunstância mais de cem participantes lograram desfrutar de um ameno dia de Inverno. Criteriosa e eficazmente, Arquitectos e convidados dos "sponsors" Legrand, Míele e Quadra, ainda que em "shot-gun", tinham ao fim de cinco horas consumido os 18 buracos enquanto dois "Marshall", atentos e atenciosos, faziam recomendações e aconselhavam a melhor forma de obviar aos tempos mortos, mantendo o ritmo de jogo. O dia continuou cheio de originalidade e cortesia, nas instalações da prestigiada marca de equipamentos de cozinha Míele onde, após um "welcome drink" com visita guiada ao magnífico "showroom", teve lugar uma soberba refeição assinada pelo Chefe Victor Sobral. No seu voto de boas vindas, o Director-Geral, Hans Egenter, não pôde deixar de sublinhar o mútuo interesse desta parceria com o Clube de Golf dos Arquitectos. A noite encerrou com a entrega dos troféus a Luis Campos ("Gross" e "1º Net - 1ª Categoria Homens"), Carlos Xavier ("1º Net - 2ª Categoria Homens"), Mário Matos ("1º Net - Séniores") e Fernando Bandeira ("1º Net - Arquitectos")

segunda-feira, fevereiro 06, 2006


Noticias - Aviação

TAM adere à Marca Brasil

TAM Linhas Aéreas, aderiu recentemente à Marca Brasil, desenvolvida pelo Ministério de Turismo e Embratur. Este “selo” representa a imagem do turismo brasileiro e dos principais atributos de exportação do país no exterior. A partir deste mês a TAM, terá a “etiqueta” em todo material publicitário e promocional divulgado no mercado internacional. O símbolo da Marca Brasil está a ser incorporado a todos os programas de promoção, divulgação e apoio à comercialização dos produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no mercado internacional.
De referir que a TAM Linhas Aéreas, lidera o mercado doméstico, tendo fechado o mês de Dezembro de 2005 com 46,1% de market share.
A companhia voa para 45 destinos no Brasil, tem acordos comerciais firmados com companhias regionais, chegando a 72 destinos diferentes do território Brasileiro.
As operações para o exterior abrangem vôos diretos para cinco destinos: Nova York e Miami (EUA), Paris (França), Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile).
Grande destaque para o programa de fidelidade, onde foi pioneira no Brasil, ao lançar o Programa Fidelidade, a TAM possui hoje 2,6 milhões de associados e já distribuiu 3 milhões de bilhetes por meio de resgate de pontos.
Escritório da TAM em Portugal
Rua Rodrigues Sampaio, 19-5.ºD
Lisboa
Telef.: + 351.213582058, Fax + 351.213582069
e-mail: lisboa@tam.com.br

quinta-feira, fevereiro 02, 2006


Noticias - Trade

Carnaval no Charming Hotels Madeira

De 21 de Fevereiro a 07 de Março de 2006
- Estadia de 3, 5 ou 7 noites
- Chá da tarde com Sonhos e Variedade de Malassadas Madeirenses
- Transporte gratuito para assistir aos seguintes eventos: - Desfile Alegórico (Sábado, 25 de Fevereiro pelas 20h00)- Desfile Trapalhão (Terça, 28 de Fevereiro pelas 15h00)
Jantar de Carnaval no Restaurante “Adega da Quinta” na Quinta do Estreito, Jantar Típico Madeirense com animação (realiza-se no dia 27.02.2006) Os Hóspedes da Quinta das Vistas e da Quinta do Monte têm transporte gratuito
Quinta das Vistas Preço por pessoa

Duplo
Single
Estadia de 3 noites
€ 470
€ 360
Estadia de 5 noites
€ 690
€ 560
Estadia de 7 noites
€ 900
€ 750
Noite extra
€ 160
€ 150


Quinta do Monte / Quinta do Estreito Preço por pessoa

Duplo
Single
Estadia de 3 noites
€ 400
€ 290
Estadia de 5 noites
€ 570
€ 440
Estadia de 7 noites
€ 740
€ 560
Noite extra
€ 140
€ 130
Mais Informações: 351 291 750007
e-mail: quintavistas@charminghotelsmadeira.com

Trade - Aviação

A AIR FRANCE LANÇA NOVO SERVIÇO PARA OS JOVENS QUE VIAJAM SOZINHOS

Desde 1 de Fevereiro de 2006, que a Air France lançou um novo serviço “Planète Bleue” destinado aos adolescentes, com idades compreendidas entre os 12 e os 18 anos, que viajam sozinhos.
Este novo serviço, pago e facultativo, garante aos pais que assim o desejarem, um acompanhamento completo dos jovens passageiros, desde o check-in até à chegada ao destino, incluindo eventuais escalas de correspondências.
Para beneficiar deste novo serviço, é indispensável solicitá-lo no momento da reserva do bilhete. O serviço será facturado entre 30 e 90 euros, conforme o destino.
O serviço “Planète Bleue”, já existente, destina-se a crianças entre os 5 e os 11 anos (inclusive)*, e mantém-se gratuito, sendo que deverá ser solicitado no momento da reserva.
Para este serviço aconselha-se aos pais que se apresentem pelo menos com uma hora de antecedência antes da partida do voo, de forma a garantir um acompanhamento com toda a segurança.
No check-in, os jovens recebem um crachá especialmente concebido para os adolescentes, acompanhado de informações acerca da sua viagem (percurso, n° de voo, nome da pessoa que os espera à chegada...). Um funcionário da companhia irá acompanhá-los até à entrada do avião de forma a assegurar-se que ficam entregues ao cuidado de uma hospedeira.
Nos voos em correspondência
No caso dos voos com correspondências, à saída do avião um funcionário da companhia aguarda-os para conduzi-los até ao próximo voo de ligação.
Em Roissy Charles de Gaulle 2F, os jovens que efectuarem uma correspondência para além de 2h, poderão beneficiar de um “espaço jovem” no interior de “l’Espace Planète Bleue” (sob aduana). Este está equipado com consolas PlayStation que lhes permitirão passar momentos de diversão.
Alguns dados:
- Por ano, são transportados pela Air France cerca de 480.000 jovens passageiros, entre 5 anos e 11 anos (inclusive), não acompanhados.
- Destes 480.000 jovens, 83% viajam em França, 3% com destino às Caraíbas e Oceano Índico e 14% para o resto do mundo.
- Com a implementação deste novo serviço a Air France espera transportar, por ano, 50.000 jovens não acompanhados dos 12 aos 18 anos.
Para mais informações contacte o 707 202 800

*Entre os 4 anos e os 11 anos (inclusive) na rede doméstica francesa; entre os 5 anos e os 11 anos (inclusive) nas linhas internacionais.

terça-feira, janeiro 31, 2006


Turismo

Faça umas férias relaxantes de Inverno

Cuidar de si no Inverno durante o mês de Fevereiro e aproveitar os dias relaxantes de Inverno, é a proposta da Villa Termal das Caldas de Monchique, Spa & Resort, para umas pequenas ferias de Inverno
Sugestão de 2 noites de alojamento,
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Durante a tarde, pode experimentar o Chá das Cinco no Restaurante 1692, a seguir ao jantar, num ambiente exclusivo e acolhedor do Pub D. Carlos.
Preço 2 pessoas em quarto duplo: 220,00 Euros
Preço por pessoa em quarto single: 150,00 Euros
Válido durante todos os dias da semana e fim-de-semana, o programa inclui

As reservas podem ser efectuadas para: Telf: 282 910 910/
mail: reservas@monchiquetermas.com www.monchiquetermas.com

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...