quinta-feira, abril 06, 2006


GOLFE - NOTICIAS

NENÉ NOVAIS PRESS CUP BY AMEN CORNER

Para os menos familiarizados com esta competição, a ideia partiu, em 2005, do Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal com o patrocino pela Amen Corner e apadrinhada pela Federação Portuguesa de Golfe. Foi assim que nasceu, no ano passado, no Oitavos Quinta da Marinha, a Nené Novais Press Cup by Amen Corner, o torneio de Imprensa que passou a encerrar o programa oficial do Open de Portugal. Em 2006, no Le Méridien Penina, integrou, pela primeira vez, o calendário oficial de provas do Clube de Jornalistas e teve um significado especial por ter sido neste mesmo Le Méridien Penina que Nené Novais trabalhou no seu último Open de Portugal, em 2004.
\n \nA \nintenção consiste em homenagear o falecido colaborador de golfe do jornal «O \nJogo», um dos grandes impulsionadores da modalidade em Portugal e, ao mesmo \ntempo, promover a confraternização entre os jornalistas e convidados da FPG, do \npromotor (Amen Corner), do campo anfitrião (Le Méridien Penina), do ITP, da RTA \ne da PGA de Portugal, num dia em que, os mais afoitos, têm a oportunidade de \njogar das “brancas” como os profissionais e de debater-se com as posições de \nbandeiras colocadas no último dia do Open.\n \nVerdade se diga que hoje (Segunda-feira) foram raros os \ntemerários que arriscaram sair das “brancas”, mas o ‘rough’ elevado revelou-se \num desafio suficiente para os 24 jogadores que se fartaram de perder bolas no \nfamoso ‘Championship Course’ desenhado por Sir Henry Cotton. Note-se ainda que, \npara facilitar as coisas, jogou-se como um Par-73 e não como um Par-72 como no \nOpen.\n \nA II \nedição a Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi ganha pelo alemão Wieland \nWagner, radicado no Algarve e representante do «Entdecken Sie Algarve», uma \npublicação destinada aos muitos residentes algarvios de língua germânica. \n«Obrigado pelo convite. Pudemos verificar que o campo está óptimo, jogámos sob \ncondições climatéricas excelentes e, para ser sincero, só sinto a falta do \ncheque do campeão de ontem», disse Wieland Wagner, que recebeu a taça das mãos \nde Sofia del Prat, da Amen Corner, depois de ter somado 20 pontos (‘stableford \ngross’), ele que é um jogador de ‘handicap’ EGA \n9,5.",1]
);
//-->

A intenção consiste em homenagear o falecido colega, colaborador de golfe do jornal «O Jogo», um dos grandes impulsionadores da modalidade em Portugal e, ao mesmo tempo, promover a confraternização entre os jornalistas e convidados da FPG, do promotor (Amen Corner), do campo anfitrião (Le Méridien Penina), do ITP, da RTA e da PGA de Portugal, num dia em que, os mais afoitos, têm a oportunidade de jogar das “brancas” como os profissionais e de debater-se com as posições de bandeiras colocadas no último dia do Open.
A II edição a Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi ganha pelo alemão Wieland Wagner, radicado no Algarve e representante do «Entdecken Sie Algarve», uma publicação destinada aos muitos residentes algarvios de língua germânica. «Obrigado pelo convite. Pudemos verificar que o campo está óptimo, jogámos sob condições climatéricas excelentes e, para ser sincero, só sinto a falta do cheque do campeão de ontem», disse Wieland Wagner, que recebeu a taça das mãos de Sofia del Prat, da Amen Corner, depois de ter somado 20 pontos (‘stableford gross’), ele que é um jogador de ‘handicap’ EGA 9,5.
\n \nNa \nrealidade, o alemão ficou em terceiro na classificação ‘gross’, mas o \nregulamento estabelecia que o campeão teria de ser sempre um jornalista. Já na \nclassificação ‘net’, para a qual contaram todos os convidados, o vencedor foi \nAntónio Sobrinho, com 33 pontos, que também foi o primeiro \n‘gross’.\n \nO \nnonocampeão nacional de profissionais faz questão, sempre que pode, de jogar os \ntorneios do Clube de Jornalistas, para o qual é convidado, e foi com visível \nemoção que recebeu o troféu das mãos de Fernando Chabert, o director-geral do Le \nMéridien Penina. «Não tenho palavras para dizer o que era o Nené Novais para \nnós. Este é o segundo torneio com o seu nome que ganho e gostaria muito de \nganhar todos», disse o profissional de Vale do Lobo, referindo-se a outro \ntorneio organizado no ano passado pela NGR e pelo grupo empresarial liderado por \nJoaquim Oliveira, de quem Nené Novais era um grande \namigo.\n \nFernando Chabert também recordou o falecido jornalista: \n«Tive a oportunidade de jogar um ‘Pro-Am’ em Vale do Lobo com o Nené Novais. Foi \na primeira vez que o conhecei e foi uma volta memorável. Tenho um enorme gosto \nem receber um torneio em sua honra. O Nené Novais foi um de muitos jornalistas \nque nos apoiam e que muito têm contribuído para a divulgação do golfe, para que, \num dia, Portugal possa ter mais jogadores, sobretudo no Circuito \nProfissional».",1]
);
//-->

Na realidade, o alemão ficou em terceiro na classificação ‘gross’, mas o regulamento estabelecia que o campeão teria de ser sempre um jornalista. Já na classificação ‘net’, para a qual contaram todos os convidados, o vencedor foi António Sobrinho, com 33 pontos, que também foi o primeiro ‘gross’.
O nonocampeão nacional de profissionais faz questão, sempre que pode, de jogar os torneios do Clube de Jornalistas, para o qual é convidado, e foi com visível emoção que recebeu o troféu das mãos de Fernando Chabert, o director-geral do Le Méridien Penina. «Não tenho palavras para dizer o que era o Nené Novais para nós. Este é o segundo torneio com o seu nome que ganho e gostaria muito de ganhar todos», disse o profissional de Vale do Lobo, referindo-se a outro torneio organizado no ano passado pela NGR e pelo grupo empresarial liderado por Joaquim Oliveira, de quem Nené Novais era um grande amigo.
Fernando Chabert também recordou o falecido jornalista: «Tive a oportunidade de jogar um ‘Pro-Am’ em Vale do Lobo com o Nené Novais. Foi a primeira vez que o conhecei e foi uma volta memorável. Tenho um enorme gosto em receber um torneio em sua honra. O Nené Novais foi um de muitos jornalistas que nos apoiam e que muito têm contribuído para a divulgação do golfe, para que, um dia, Portugal possa ter mais jogadores, sobretudo no Circuito Profissional».
\n \nA \nClassificação ‘Gross’ final da II Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi a \nseguinte:\n \n1º \nAntónio Sobrinho (0 hcp), 33 pontos\n2º \nLuís Filipe (11), 23\n3º \nWieland Wagner (9,5), 20 – 1º jornalista e campeão da \nprova\n4º \nJoão D’Eça Pinheiro (14), 18\n5º \nValdemar Afonso (17), 16\n6º \nAcácio Franco (19), 15\n7º \nMiguel Veterano (11), 14\n8º \nJohn Russell (15), 11\n9º \nJoaquim Palma (17), 10\n10º \nAntónio Mercuri (22), 10",1]
);
//-->


A Classificação ‘Gross’ final da II Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi a seguinte:

1º António Sobrinho (0 hcp), 33 pontos
2º Luís Filipe (11), 23
3º Wieland Wagner (9,5), 20 – 1º jornalista e campeão da prova
4º João D’Eça Pinheiro (14), 18
5º Valdemar Afonso (17), 16
6º Acácio Franco (19), 15
7º Miguel Veterano (11), 14
8º John Russell (15), 11
9º Joaquim Palma (17), 10
10º António Mercuri (22), 10
\n11º \nÁlvaro Marreco (20), 10\n12º \nBrandon Malone (21), 21\n13º \nCláudio Scaccini (19), 8\n19º \nJoão Vieira Pereira (22), 5\n18º \nJosé António Moreira (15), 5\n19º \nNiccolo Cateni (28), 3\n20º \nEmmanuel Richardet (24), 3\n21º \nJoão dos Reis (24), 3\nPedro Keul (28), não entregou \ncartão\nPedro Carvalho (28), só jogou 9 \nburacos\nRamiro de Jesus (28), desistiu após 8 buracos por \ndoença\n \nFotos: Sofia del Prat, Wieland Wagner e Fernando Chabert \nfotografado por Ramiro de Jesus/Caixa Geral de \nDepósitos",1]
);
//-->

11º Álvaro Marreco (20), 10
12º Brandon Malone (21), 21
13º Cláudio Scaccini (19), 8
19º João Vieira Pereira (22), 5
18º José António Moreira (15), 5
19º Niccolo Cateni (28), 3
20º Emmanuel Richardet (24), 3
21º João dos Reis (24), 3
Pedro Keul (28), não entregou cartão
Pedro Carvalho (28), só jogou 9 buracos
Ramiro de Jesus (28), desistiu após 8 buracos por doença

Fotos de Ramiro de Jesus/Caixa Geral de Depósitos: Sofia del Prat, Wieland Wagner e Fernando Chabert

Noticias – Golfe

Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos

PAUL BROADHURST VOLTA A VENCER

O INGLÊS IGUALOU SAM TORRANCE, O ÚNICO A VENCER O PRINCIPAL TORNEIO DA FPG EM DOIS ANOS CONSECUTIVOS DESDE O NASCIMENTO DO EUROPEAN TOUR EM 1973. TIAGO CRUZ VAI MAIS CONFIANTE PARA O CHALLENGE TOUR EM BARCELONA

Paul Broadhurst e Tiago Cruz fizeram história num Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos já de si memorável, por ter celebrado a 50ª edição do principal torneio da Federação Portuguesa de Golfe, de 1,25 milhões de euros em prémios monetários.
Sobre Tiago Cruz já se tinha falado que se tornou no primeiro português a passar o ‘cut’ do Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos e do Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos no mesmo ano. E para terminar a sua participação no Open de Portugal, aliás o único português a ir até á final, Tiago, fechou com chave de ouro, com a sua primeira volta abaixo do Par da semana (-2), que lhe permitiu, ainda assim arrecadara cerca de 2.500 euros e ir mais confiante para o torneio Challenge Tour da em Barcelona.
O dia pertenceu, no entanto, por inteiro a Paul Broadhurst, que se tornou apenas no segundo jogador a ganhar o Open de Portugal em dois anos consecutivos, depois do escocês Sam Torrance o ter feito no Penina em 1982 e em Tróia em 1983. Curiosamente, o treinador de Broadhurst é Bob Torrance, o pai de Sam que, desta forma, ajudou o seu “pupilo” a igualar o recorde, até agora inédito, do filho.
Inédito para a era moderna do Open, isto é, desde que nasceu o European Tour, em 1973, uma vez que, se recuarmos aos primórdios da competição, houve outros dois bicampeões no Estoril: o espanhol Ramon Sota em 1969 e 1970, e o inglês Ken Bousfield em 1960 e 1961).
«Foi uma sensação de ‘déjà vue’ em relação ao que se passou no ano passado, tendo em conta a má forma com que vim para o torneio e o modo como o ganhei só no último buraco», concluiu Broadhurst, que não se esqueceu de agradecer ao seu psicólogo, John Page e ao seu ‘caddie’, Paul Smith, para além do seu treinador, Bob Torrance.
«O Open de Portugal passou a ser o meu torneio favorito e o Penina é o meu campo preferido neste país. Gostaria de regressar para o ano e tentar defender o título neste mesmo palco», acrescentou o agora hexacampeão (6) de torneios do European Tour, que, com os 208.330 euros embolsados, ascendeu do 13º ao 5º lugar na Ordem de Mérito Europeia, tendo saltado igualmente para o 7º posto do ‘ranking’ europeu da Ryder Cup. Aliás, recebeu um telefonema do seleccionador da Europa, o galês Ian Woosnam, já de partida para o Masters, que se joga esta semana nos EUA.
«Esta vitória deu-me ainda mais satisfação do que a do ano passado em Oitavos», concluiu o antigo jogador da Ryder Cup, que consideraria «incrível regressar à Ryder Cup, 15 depois de a ter jogado». Para Broadhurst, nada é impossível. Afinal, quando ganhou o Open no ano passado, em Oitavos, não vencia nada no Circuito Europeu há uma década!

Há um ano, no Oitavos Quinta da Marinha, Broadhurst também partiu para a última volta com 1 pancada de atraso do líder e beneficiou de um final dramático, dada a derrocada do escocês Paul Lawrie e do inglês Barry Lane. Desta feita, no Le Meridien Penina, elogiado por todos os jogadores e instituições envolvidas no Open, Broadhurst chegou ao buraco 16 com uma vantagem de 3 pancadas e parecia ter tudo controlado, mas o que não sabia era que Anthony Wall estava desenfreado, com 3 ‘birdies’ nos últimos 4 buracos, encerrando a sua prova com 16 abaixo do Par.
Subitamente, depois de 1 ‘bogey’ no 17, Broadhurst viu-se empatado a -16 e sabia que precisava de 1 ‘birdie’ no buraco 18 (Par-5) para ganhar ou de 1 Par para ir a ‘play-off’. Este último cenário não era do seu agrado, já que perdeu todos os 4 ‘play-offs’ que jogou na sua carreira. Depois de muito pensar, decidiu arriscar e sacou o ‘drive’ do saco. O 2º ‘shot’ para o ‘green’ com um ferro-5 é que poderia ter deitado tudo a perder: a bola sobrevoou o ‘green’ pela esquerda e foi embater numa espectadora.
«Fiz o ‘shot’ a pensar que se fosse para falhar, então que fosse à esquerda», explicou o bicampeão. A 15 metros da bandeira, no ‘rough’, a descer, fez um ‘chip’ que deu a sensação de beijar o buraco, tendo ficado a escassos 50 centímetros do mesmo. O ‘putt’ da vitória foi uma formalidade.
«Sabia que com o meu bom jogo curto, poderia sempre fazer um ‘birdie’ no 18», admitiu mais tarde. Quando lhe perguntaram pela importância do momento, limitou-se a responder: «A Ryder Cup tem um pouquinho mais de pressão do que o Open de Portugal». Aos 40 anos, a experiência conta e o 50º Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos coroou um grande campeão.

TIAGO CRUZ, ÚLTIMA VOLTA DE -2, TERMINOU COM +2

«Foi um bom ‘finish’. Estava relaxado, não tinha nada a perder, porque estava em último entre os que passaram o ‘cut’ e o pior que me poderia acontecer seria ficar em último.
«Vim disposto a fazer um bom resultado para acabar em beleza e não sair daqui com um 75 ou um 74 na cabeça.
«Estamos sempre a aprender com os erros que cometemos e talvez por isso as coisas também me tenham saído um pouco melhor hoje. O terceiro dia é sempre aquele que tem mais pessoas, à espera que tenhamos um bom resultado e que demos o salto na classificação. Havia imensa gente. Tenho vindo a perceber que temos de manter o nosso ritmo, manter a calma e jogar com alegria. Isso é muito importante.
«Ao longo dos anos, quer como amador, quer como profissional, tenho sido sempre muito regular, nunca fui de fazer resultados muito baixos nem muito altos. Mas esta regularidade nos dois últimos torneios tem muito a ver com o trabalho que temos vindo a efectuar nos últimos tempos. Por outro lado, como amadores, não tínhamos tanta pressão nos torneios profissionais. Agora já é a doer e isso também se reflecte nos resultados. (NDR: a pergunta relacionara-se com o facto do Tiago, em torneios de profissionais, em anos anteriores, conseguir de vez em quando bons resultados, mas nunca ter registado a regularidade de boas voltas verificadas nos dois últimos torneios).
«Na Madeira, o ‘drive não estava a sair bem, mas falhei nos sítios certos. Neste campo, antes do início do torneio, pedi uma “dica” ao Sebastião Gil sobre o que poderia estar a fazer mal no meu ‘drive’. Ele ajudou-me e resolveu o problema. O resultado foi ter acertado muitos ‘fairways’, apesar de ser um campo muito estreito.

«Foi uma semana muito positiva, aprendi imenso comigo próprio e com o que fui observando nos outros profissionais. Se não levar isto com alegria, nunca serei capaz de desfrutar o momento.
«Estou bastante confiante para o torneio do Challenge Tour da próxima semana. Sinto que estou a jogar bem, mas também é verdade que já levo alguns torneios consecutivos nas pernas e poderei acusar algum cansaço, mas também acho que isso se ultrapassará com a excitação do momento e com os bons resultados a aparecerem.
«Não posso deixar de agradecer uma vez mais aos patrocinadores: A Federação Portuguesa de Golfe, o banco BIG e o campo de Vila Sol. Nem todos tiveram a mesma sorte que eu de receber estes apoios no início da sua carreira».

CLASSIFICAÇÃO

‘Top-ten’

1º Paul Broadhurst (Inglaterra), 271 (64+69+71+67), -17, €208.330,00
2º Anthony Wall (Inglaterra), 272 (71+67+67+67), -16, €138.880,00
3º Andres Romero (Argentina), 273 (69+70+68+66), -15, €78.250,00
4º Ricardo Gonzalez (Argentina), 274 (73+66+64+71), -14, €57.750,00
4º Charl Schwartzel (África do Sul), 274 (69+70+67+68), -14, €57.750,00
6º José Manuel Lara (Espanha), 275 (71+70+68+66), -13, €43.750,00
7º Mattias Eliasson (Suécia), 277 (70+67+71+69), -11, €34.375,00
7º Markus Brier (Áustria), 277 (72+70+66+69), -11, €34.375,00
9º Jarmo Sandelin (Suécia), 278 (67+70+68+73), -10, €28.000,00
10º Brian Davis (Inglaterra), 279 (70+71+67+71), -9, €24.000,00
10º Niclas Fasth (Suécia), 279 (71+68+67+73), -9, €24.000,00
67º Tiago Cruz (FPG/BIG/Vila Sol), 290 (72+72+76+70), +2, €2.447,50


Foto de Jorge Andreu/Amen Corner

REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT PORTUGUESA

terça-feira, abril 04, 2006


Noticias - Golfe


MercedesTrophy 2006 com mais de 55.000 jogadores

Pelo terceiro ano consecutivo, a Mercedes-Benz Portugal organiza o seu circuito de golfe, o MercedesTrophy, que tem primado pela enorme adesão e grande receptividade por parte dos entusiastas desta modalidade.
Com um total de 4 torneios de apuramento e 1 Final Nacional, as provas serão disputadas na modalidade “stableford” com “full handicap”, com saídas em “shot-gun”. Em cada prova os participantes serão divididos em 3 categorias de Handicap: a 1ª categoria até 15 HCP (5 apurados), a 2ª categoria de 15,1 a 28 HCP (5 apurados) e a 3ª categoria, “Gross” (3 apurados).
Lembramos que, Marta Lampreia foi a grande vencedora da anterior edição disputado no Victoria Clube de GolfeO Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura. Marta Lampraia venceu a final com 31 Pontos em Gross, enquanto na classificação Net, o vencedor foi Bruno Martinho com 35 Pontos e Carlos Santos com 33 Pontos triunfaram nas duas categorias.Em 2006, a grande novidade do Calendário incide na participação dos 3 vencedores nacionais de cada categoria na MercedesTrophy World Final, a realizar entre 22 e 27 de Setembro deste ano, em Estugarda.
As provas que integram o Circuito de 2006 serão realizadas de acordo com o seguinte calendário :
- 01 de Abril: Estela Golf Clube (Póvoa do Varzim)
- 09 de Abril: Belas Clube de Campo (Sintra)
- 20 de Maio: Ponte de Lima
- 03 de Junho: Quinta do Peru (Azeitão)
- 0 9 de Setembro: Montebelo (Viseu) – Final Nacional

A Mercedes-Benz organiza há 16 anos o seu tradicional circuito amador de golfe: o MercedesTrophy. Especialmente concebido para os seus clientes, mais de 55.000 jogadores de 38 países já participaram, até à data, nos torneios.

Noticias - Golfe

Golf & Leisure - o guia dos jogadores golfe

No sexto ano consecutivo de edição, o guia de campos, Golf & Leisure afirma-se como um “taco” indispensável dos golfistas. Este ano, apresenta setenta e duas opções de escolha para uma partida de golfe. De norte a sul do país e ilhas. Os leitores podem ainda usufruir de descontos através do vouchers de desconto em campos de golfe. Além disso, o já habitual guia de restaurantes, facilita a tarefa na escolha da tão desejada refeição a seguir a uma partida de golfe.
Para solicitar um guia poderá faze-lo para:
- Tel. 21.4670946
- Fax 21.4672061
- E-mail: bestguide@netcabo.pt

domingo, março 26, 2006


GOLFE - TORNEIOS

14º Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos

1.ª VITÒRIA PARA JEAN VAN

O FRANCÊS GANHOU O SEU PRIMEIRO TORNEIO NO EUROPEAN TOUR DESDE 1993, ENQUANTO TIAGO CRUZ, NO 28º LUGAR, OBTEVE A MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE SEMPRE UM PORTUGUÊS NO SANTO DA SERRA

Jean Van De Velde quebrou hoje (Domingo) um jejum de vitórias em torneios do European Tour que datava de 1993, curiosamente no ano em que nasceu o Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos. Ao conquistar a 14ª edição do torneio madeirense, de 700 mil euros em prémios, tornou-se também no primeiro francês a impor-se no Clube de Golf do Santo da Serra, no dia em que Tiago Cruz quebrou um recorde nacional. Ao terminar no 28º lugar, o profissional da FPG e de Vila Sol passou a deter a melhor classificação de sempre de um português nesta prova que marcou o regresso do European Tour a solo europeu.

O campeão ameaçou o recorde do torneio para 72 buracos, fixado por Des Smyth (-18) em 2001, quando chegou ao buraco 14 com -18, mas, mesmo sem consegui-lo, encerrou a sua participação com um excelente resultado de 273 pancadas (69+65+71+68), 15 abaixo do Par, que lhe valeu um cheque de 116.660 euros e a ascensão do 105º ao 31º lugar da Ordem de Mérito Europeia e ao 28º posto no ‘Ranking’ Europeu da Ryder Cup.

O inglês Lee Slattery, vencedor do Challenge Tour em 2004, logrou um ‘birdie’ no último buraco para ficar em segundo lugar, a 1 ‘shot’ do líder, enquanto o espanhol Pedro Linhart, campeão deste torneio em 1999, fechou o ‘top-3’ com 275 (-3).

Tiago Cruz foi 28º com 285 (-3), depois de um 74, o seu pior resultado da semana, e apoderou-se do recorde nacional no torneio, ultrapassando o 46º posto de Daniel Silva em 2003; Filipe Lima foi 54º com 290 (+2), após ter, finalmente, jogado uma volta abaixo do Par (71, -1); E Ricardo Santos foi 66º com 296 (+8), tendo registado uma derradeira volta de 76 em que cometeu 40 ‘putts’!

UM HOMEM FELIZ

Jean Van de Velde confessou-se «simplesmente um homem feliz», depois de tudo o que se passou na sua vida «nos últimos tempos». Na cerimónia de entrega de prémios, repleta de representantes das mais variadas instituições e entidades (ver mais abaixo), o gaulês brincou, dizendo que «já lá vai tanto tempo, que nem sei como fazer um discurso». «Depois de várias lesões e dramas», como especificou mais tarde, na conferência de Imprensa, voltar ao círculo dos campeões e saber que estará «abençoado por dois anos» (recebeu dois anos de isenção no European Tour), é qualquer coisa de «inesquecível». A emoção foi tanta que avisou o numeroso público que envolveu o ‘green’ do 18 que pretendia «ficar com a taça original» e não só com o cheque. No entanto, foi interessante verificar como, aos 39 anos, «uma idade que nos dá mais sensatez», e depois de um casamento falhado, a sua última mensagem foi para aquilo que apreendeu ser verdadeiramente importante na vida: «Obrigado à minha nova parceira (segunda mulher), por me ter dado a melhor prenda de todas há três meses, um filho (de nome Hugo)».

Foi essa nova tranquilidade que lhe permitiu concluir o 72º e último buraco com um ‘duplo-bogey’ de sorriso no rosto, ele que tinha de ultrapassar o fantasma dos derradeiros buracos. Tanto no British Open de 1999, como no Open de França de 2005, perdidos em ‘play-offs’, Van De Velde deixou-se apanhar exactamente nos últimos buracos, fazendo um ‘triplo-bogey’ em Carnoustie e um ‘bogey’ no Le Golf National. Desta vez, foi tudo diferente. «Essas coisas não se repetem. Acontecem uma vez na vida. Hoje sabia que tinha uma vantagem de 3 pancadas e não iria perdê-la a apenas 10 jardas do buraco (cerca de 8,5 metros). Não me senti minimamente nervoso, mas sei que adicionei algum interesse ao torneio com aquele final», disse o antigo jogador da Ryder Cup, que foi imediatamente regado de champanhe por dois jogadores franceses, Gregory Bourdy e Benoit Teilleria: «Eles era jovens amadores quando eu me tornei profissional e atingi o meu auge. Perceberam a importância desta vitória».

TIAGO CRUZ, ÚLTIMA VOLTA A -3

«Estou muito contente pelo que consegui. Fiz alguns ‘bogeys’ e fiz quatro ‘putts’ no ‘duplo-bogey’ no buraco 15, pelo que tenho de reconhecer que comecei mal o que não é muito vulgar em mim.

«Não sabia que me tinha tornado o melhor português no Open da Madeira, nem sequer me apercebi que ontem tinha igualado o melhor score’ (69) alguma vez conseguido por um jogador nacional. Estou feliz por isso mas não estou totalmente satisfeito.

«Agora tenho de encarar o Open de Portugal com a melhor disposição, o que não quer dizer que vou ter mais tranquilidade. Penso que as pessoas vão olhar para mim de maneira diferente e eu estou a trabalhar para manter o nível de motivação, consciente de que vai ser bastante difícil. Amanhã já vou treinar no Penina.

«Hoje podia ter feito melhor. Nos ‘bogeys’, não estive confiante em alguns ‘shots’ por ter avaliado mal as distâncias. Devia ter pensado duas vezes e depois ir para a bola com mais confiança. Tenho de acreditar mais na avaliação que faço das distâncias.

«O Niclas Fasth, que jogou no meu grupo, é bastante fechado e não me disse nada. Não senti a pressão de ter saído com um jogador dos 60 primeiros do Mundo. Apenas quis fazer as coisas bem feitas, talvez me tenha entusiasmado um pouco demais e isso acabou por não acontecer.

«Ontem senti-me tranquilo, mas hoje tenho de admitir que, por estar no ‘top-12’ e por estar ao pé de dois bons jogadores, senti algum nervosismo».

FILIPE LIMA, ÚLTIMA VOLTA A +2

«Até que enfim consegui uma volta abaixo do Par. Desta vez, até comecei bem a volta, bem melhor, mas fiz 3 ‘bogeys’ nos últimos 5, o que foi fatal. Mas continuo a sentir-me a jogar bem e sei que hoje poderia ter jogado muitas abaixo do Par.

«Magoei o joelho direito, ontem, numa porta do hotel, e por isso coxeei um pouco, mas não me afectou o ‘swing’. Só quando colocava a bola para “patar”.

«Aprendi que é um campo muito mais difícil do que parece à primeira vista mas continuo a achar que poderei jogar melhor aqui no futuro.

«Estou muito contente com esta semana. Passei finalmente um ‘cut’, estou a jogar melhor, reencontrei algumas soluções de jogo. É certo que pensava fazer melhor, mas cumpri a promessa que fiz aos madeirenses de jogar os quatro dias. Mas houve um português melhor do que isso e isso também teve valor.

«Estou muito confiante para o Open de Portugal. O Penina é um campo mais franco».

RICARDO SANTOS, ÚLTIMA VOLTA A +8

«Hoje joguei bem, mas “patei” terrivelmente mal. Fiz 40 ‘putts’, o que significa que mais de metade das minhas 76 pancadas foram ‘putts’.

«Saio contente com o meu jogo até ao ‘green’. Sinto-me mais regular, mais consistente. Nesse ponto, estou quase onde quero.Tenho sempre vontade de jogar bem em todo o lado, mas sinto-me motivado para o Penina.

«Comentei num jantar com o Tiago e com o João Umbelino, esta semana, que o povo português tem de apostar um pouco mais em nós, porque provou-se, com os resultados portugueses desta semana que é preciso competição para que as coisas aconteçam como aqui. Mas também é preciso mais ambição e pensar em irmos mais longe do que só passar o ‘cut’. Apostar nos portugueses e sermos mais ambiciosos são dois factores importantíssimos para darmos o salto. Passar o ‘cut’ é positivo, mas não é uma vitória».

RESULTADOS

O ‘top-5’ da classificação geral, após a última volta (72 buracos), ficou ordenada do seguinte modo:

‘Top-5’

1º Jean Van De Velde (França), 273 (69+65+71+68), -15, €116.660,00
2º Lee Slattery 274 (74+68+66+66), -14, €77.770,00
3º Pedro Linhart (Espanha), 275 (71+67+69+68), -13, €43.820,00
4º Simon Wakefield (Inglaterra), 276 (72+68+68+68), -12, €35.000,00
5º Mattias Eliasson (Suécia), 278 (74+69+71+64), -10, €27.090,00
5º Richard Finch (Inglaterra), 278 (70+69+72+67), -10, €27.090,00

Portugueses que passaram o ‘cut’

28º Tiago Cruz (FPG/Vila Sol/BIG), 285 (71+71+69+74), -3, €4.112,94
54º Filipe Lima (FPG/Titleist), 290 (72+72+75+71), +2, €2.324,00
66º Ricardo Santos (FPG/Lusotur Golfes), 296 (72+71+77+76), +8, €1.540,00

Portugueses eliminados

81º Nuno Henriques (Santo da Serra), 146 (75+71), +2*
124º Sérgio Ribeiro (Rodex-Mazda/Gheisa), 152 (75+77), +8
128º Nuno Campino (Paço do Lumiar), 153 (75+78), +9
128º António Sobrinho (Vale do Lobo), 153 (80+73), +9
133º Duarte Freitas (Overbach Munch), 154 (78+76), +10
137º António Dantas da Silva (Penha Longa), 156 (82+74), +12
137º João Pedro Sousa (Santo da Serra), 156 (81+75), +12*
140º Hugo Santos (Vilamoura), 157 (75+82), +13
142º Gonçalo Brito (Santo da Serra), 169 (86+83), +25*

*Amador

GABINETE DE IMPRENSA - FOTO: Ramiro de Jesus/cortesia de Amen Corner.

terça-feira, março 07, 2006


Golfe - Noticias

Clube de Golfe dos Jornalistas
Plano de Provas e Actividades 2006


1ª Prova – 14 e 15 de Janeiro
Troféu Nacional António Martins Janeiro Taça – Vale do Lobo
*2ª Prova – 11 de Março
Campo de Golfe da Aroeira I
4ª Prova - 3 de Abril **
Penina Golf Course (II edição da Nené Novais Press)
*3ª Prova – Maio**
Campo Real
*5ª Prova - 6 de Maio**
S/campo
*6ª Prova –Sem data**
Golfe de Montebelo
*7ª Prova – 24 de Junho**
Golden Eagle
8ª Prova – 28 de Outubro
1.ª Taça ArquiMedia – Campo Real (Arquitectos vs Jornalistas)
*9ª Prova – 25 de Novembro**
Quinta da Marinha

*Ordem de Mérito
** Data e/ou Campo a confirmar
Mais informações: cj@clubedejornalistas.pt

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

GOLFE - TORNEIOS

SULLIVAN VENCE O ESTORIL CHALLENGE EM PLAY-OFF
Depois de defrontar-se com Ben Mason no primeiro buraco do desempate


Kyron Sullivan venceu o Estoril Challenge disputado na Penha Longa, depois de defrontar-se com Ben Mason no primeiro buraco do play-off, após uma longa e dura jornada na qual todos os profissionais tiveram a terceira volta suspensa por motivos de chuva, e continuaram antes da jornada final.
O gaulés Sullivan, que se manteve nos primeiros lugares desde o começo do torneio, subiu para a primeira posição ao finalizar hoje a terceira jornada com 71 tacadas e um total de 6 abaixo do par, e saiu a disputar a quarta e última posição com uma vantagem de 2 tacadas sobre Bergman e três sobre Mason, que concluiu o torneio com 71 tacadas para pressionar ao líder que, dominava o torneio durante toda a jornada, fez bogey no primeiro buraco do 17 para empatar com o inglés e ter que ganhar o torneio no primeiro buraco de play-off.
Kyron Sullivan concretizou 74 tacadas para um total de 4 abaixo do par. O jogador do País de Gales fez 7 top de 10 nos últimos dois anos, entre eles um segundo lugar, mas esta é a sua primeira vitória europeia. “Estou muito feliz, para mim foi muito especial ter vencido em Portugal, onde já vim tantos anos com a Wales Golf Union, e esta semana senti-me como se estivesse em casa. Lembrei-me que o último profissional que ganhou a Penha Longa foi o gaulés Philip Price, que foi uma grande inspiração para esta semana. Hoje foi um dia muito longo, por um lado queria que o torneio tivesse ficado nos 54 buracos, porque nesse momento eu era líder, mas agora que acabei vi que foi bem melhor ganhar um torneio a quatro voltas, sentes-te bem melhor. Estava muito nervoso quando sai para jogar o play-off, ao voltar ao 17, onde vinte minutos antes tinha feito 3 putts, e quando estava a jogar para ganhar o torneio não conseguia tirar esses momentos da cabeça. A minha mulher foi a minha caddy esta semana, e deve-me dar boa sorte pois a última vez que veio comigo foi o ano passado quando fiquei
\nO inglés Ben Mason concluiu a \nterceira jornada com 71 tacadas, resultado que repetiu na quarta ao realizar \nquatro birdies e 3 bogeys num total de 4 tacadas abaixo do par. \n\n“Foi um dia muito, muito comprido. \nHoje comecei no percurso do 11, onde ontem havia terminado e, se pensarmos nas \ncondições que tivemos ontem com a chuva e hoje com o vento, acredito que joguei \nverdadeiramente bem. Sabia que fazendo hoje o par conseguiria posicionar-me bem, \ne foi o que aconteceu. Em dias como estes temos que nos concentrar em não \ncometer muitos erros e não perder tacadas. No buraco 18 consegui um bom putt a \ncinco metros para birdie, de maneira que acabei com 4 abaixo do par. Na \nquarta-feira perdi-me ao vir para o campo de golfe, e o que levava dez minutos \npara fazer fiz em mais de uma hora e quase chego tarde ao Pro-Am. Nao foi um bom \ncomeço de torneio, mas com certeza foi um bom fim”.\nNa terceira posição ficou o sueco \nOskar Bergman com menos 3 depois de entregar o cartão com 73 tacadas. \n\nDos jovens profissionais de \nBarcelona os melhores espanhóis foram Álvaro Velasco na quarta posição com 1 \nabaixo do par e Eduardo de la Riva em décimo com mais 1. \nMuito merecida foi a actuação de \nÁlvaro Velasco, que disputava o seu primeiro torneio no Challenge Tour; com 24 \nanos, fez-se profissional na metade do ano pasado, e o seu primeiro torneio foi \no Peugeot da Masía Bach, no qual ficou em 5º e em 14º na Grande Final da Peugeot \nTour. Hoje conseguiu escalar para a quarta posição com um terceiro cartão de 71 \ntacadas e logo a seguir um dos melhores cartões do dia, com 68 tacadas para um \ntotal de menos 1. ",1]
);
//-->
em segundo em Rótterdam”.
O inglés Ben Mason concluiu a terceira jornada com 71 tacadas, resultado que repetiu na quarta ao realizar quatro birdies e 3 bogeys num total de 4 tacadas abaixo do par.
“Foi um dia muito, muito comprido. Hoje comecei no percurso do 11, onde ontem havia terminado e, se pensarmos nas condições que tivemos ontem com a chuva e hoje com o vento, acredito que joguei verdadeiramente bem. Sabia que fazendo hoje o par conseguiria posicionar-me bem, e foi o que aconteceu. Em dias como estes temos que nos concentrar em não cometer muitos erros e não perder tacadas. No buraco 18 consegui um bom putt a cinco metros para birdie, de maneira que acabei com 4 abaixo do par. Na quarta-feira perdi-me ao vir para o campo de golfe, e o que levava dez minutos para fazer fiz em mais de uma hora e quase chego tarde ao Pro-Am. Nãoo foi um bom começo de torneio, mas com certeza foi um bom fim”.
Na terceira posição ficou o sueco Oskar Bergman com menos 3 depois de entregar o cartão com 73 tacadas.
Dos jovens profissionais de Barcelona os melhores espanhóis foram Álvaro Velasco na quarta posição com 1 abaixo do par e Eduardo de la Riva em décimo com mais 1.
Muito merecida foi a actuação de Álvaro Velasco, que disputava o seu primeiro torneio no Challenge Tour; com 24 anos, fez-se profissional na metade do ano passado, e o seu primeiro torneio foi o Peugeot da Masía Bach, no qual ficou em 5º e em 14º na Grande Final da Peugeot Tour. Hoje conseguiu escalar para a quarta posição com um terceiro cartão de 71 tacadas e logo a seguir um dos melhores cartões do dia, com 68 tacadas para um total de menos 1.
\n“Foi impressionante, um dia longo e \nduro mas fantástico. Hoje comecei no 9, ficavam-me onze buracos para terminar a \nterceira volta, e os 18 da quarta volta, muito caminho, mas consegui adaptar-me \nmuito bem ao vento e à chuva e fiquei muito bem. Com o putt estive um pouco \nirregular, mas no fim coloquei muito bons putts: hoje fiz seis birdies e dois \nbogeys, mas a chave esteve nos últimos dez buracos, nos quais fiz 5 abaixo do \npar, onde consegui um grande desempenho, nas quais consegui boas oportunidades \nque não falhei. Foi o meu primeiro torneio no Challenge Tour e no inicio \ncustou-me um bocado, passei o corte por pouco, foi uma satisfação enorme, pois \nfoi um torneio muito duro mas compensador. Tenho categoría 13 no Challenge Tour, \nou seja, posso jogar com convites, de maneira que vou jogar os torneios de \nEspanha, compensar com o Peugeot Tour e vou tentar conseguir \nconvites”.\nEduardo de la Riva acabou na \ndécima posição com 1 acima do par ao acabar com 74 e 71 tacadas: “No primeiro \ndia começei muito bem, ia com 4 abaixo e tive uma final fatal, no segundo dia \ntambém joguei bem fazendo mais do que devia ter feito. Tinha trocado de putt, \nestava com um curto e depois da segunda volta decidi voltar ao longo e foi bem \nmelhor. Estou muito contente porque num momento estive quase a ponto de desistir \nporque tenho o punho lesionado, mas aguentei e mereceu valeu a pena. Este ano \njogarei os torneios do Challenge que decorrerem em Espanha, o Peugeot Tour e os \nconvites que consiga. Tenho boas expectativas, estou a jogar muito bem, tenho \ntreinado muito e acredito que este ano vai ser muito bom”.\nO portugués Ricardo Santos \nfinalizou a terceira jornada com 74 tacadas, e acabou a quarta com 80 num total \nde 14 sobre par. ",1]
);
//-->

“Foi impressionante, um dia longo e duro mas fantástico. Hoje comecei no 9, ficavam-me onze buracos para terminar a terceira volta, e os 18 da quarta volta, muito caminho, mas consegui adaptar-me muito bem ao vento e à chuva e fiquei muito bem. Com o putt estive um pouco irregular, mas no fim coloquei muito bons putts: hoje fiz seis birdies e dois bogeys, mas a chave esteve nos últimos dez buracos, nos quais fiz 5 abaixo do par, onde consegui um grande desempenho, nas quais consegui boas oportunidades que não falhei. Foi o meu primeiro torneio no Challenge Tour e no início custou-me um bocado, passei o corte por pouco, foi uma satisfação enorme, pois foi um torneio muito duro mas compensador. Tenho categoria 13 no Challenge Tour, ou seja, posso jogar com convites, de maneira que vou jogar os torneios de Espanha, compensar com o Peugeot Tour e vou tentar conseguir convites”.
Eduardo de la Riva acabou na décima posição com 1 acima do par ao acabar com 74 e 71 tacadas: “No primeiro dia comecei muito bem, ia com 4 abaixo e tive uma final fatal, no segundo dia também joguei bem fazendo mais do que devia ter feito. Tinha trocado de putt, estava com um curto e depois da segunda volta decidi voltar ao longo e foi bem melhor. Estou muito contente porque num momento estive quase a ponto de desistir porque tenho o punho lesionado, mas aguentei e mereceu valeu a pena. Este ano jogarei os torneios do Challenge que decorrerem em Espanha, o Peugeot Tour e os convites que consiga. Tenho boas expectativas, estou a jogar muito bem, tenho treinado muito e acredito que este ano vai ser muito bom”.
O português Ricardo Santos finalizou a terceira jornada com 74 tacadas, e acabou a quarta com 80 num total de 14 sobre par.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006


GOLFE

Costão Golf

O prestigiado resort do sul do Brasil em Florianópolis, o Costão do Santinho, tem previsto a abertura do seu campo de golfe em Dezembro deste ano.

Trata-se de um campo, que na primeira fase de nove buracos com 3.300 metros. Este campo está enquadrado num bonito bosque com alguns lagos, que não só o embelezam como colocam algumas “questões” a cada shot aos jogadores. Os quatro tees de saída, permitem que vários tipos de handcaps possam desfrutar de um agradável jogo.
Os fairways têm dimensões bastante razoáveis, podendo-se em alguns casos “exagerar” do shot. Os greens são grandes bem ao estilo americano e rápidos, ideais para quem gosta de ver a bola a correr.
O nosso destaque vai para o buraco 2 um Par 4 com 390 metros, um bom shot de saída e uma madeira 5 pode ser o jogo ideal para estar com duas pancadas no green, mas isto se não estiver vendo, que geralmente só sopre de frente, então o melhore será usar a madeira 3. Para ajudar á “festa” este buraco tem do lado esquerdo um lago que atravessa o fairways logo na saída e depois junto ao green. Este está ainda protegido por três bunkers. O buraco 5 um Par 3 com 155 metros, este buraco faz lembrar o buraco 17 dos Pinheiros Altos – Portugal, da autoria do americano Ronald Fream, em que, entre o Tee e o Green apenas existe um lago. Além disso o green esta fortemente em toda a sua extensão frontal protegido por um bunker. O campo termina com um buraco Par 4, um duplo dogleg com 399 metros.

por: luís manuel nogueira, jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association - IAGTO

REPORTEGEM FEITA COM O APOIO DA TAM

quinta-feira, fevereiro 23, 2006


GOLFE - TORNEIOS

RESULTADOS PRO-AM ESTORIL CHALLENGE PENHA LONGA

1º FREDERIK HENGE 62
Fernanda Carp
Antonio Valadas
Luis Pinheiro

2º RICARDO SANTOS 62
Francisco Sousa Coutinho
Jorge Oliveira da Silva
Marta Lampreia

3º PER G NYMAN 62
Andre Santos
Fernando Quintas

domingo, fevereiro 19, 2006

Golfe - Torneio

76º Campeonato Internacional Amador de Portugal

O francês Adrien Bernadet venceu hoje a mais importante prova de amadores que se realiza em Portugal, enquanto na competição feminina o triunfo coube, de forma sensacional, a uma jovem espanhola de 16 anos, Marta Silva. Portugal A recebeu o prémio relativo ao triunfo na Taça das Nações.

O francês Adrien Bernadet venceu hoje o 76º Campeonato Internacional Amador de Portugal, no Porto Santo Golfe, ao bater o finlandês Antti Ahokas no 36º e último buraco regulamentar da final masculina, por 1 up. Um triunfo que lhe deu um 'wild card' para jogar o Open de Portugal, que se realiza de 30 de Março a 2 de Abril, no percurso do Le Meridien Penina Golf & Resort.

«Estou muito satisfeito, porque este foi o meu primeiro torneio do ano e ganhei assim motivação-extra para o resto da época», afirmou o francês, que colocara como objectivo para o Internacional de Portugal a passagem à fase final do torneio e, posteriormente, aos oitavos-de-final.

Foi uma prestação muito sólida por parte de Bernadet, como o demonstra o facto de ter sido segundo classificado (juntamente com Ricardo Santos) na fase de 'stroke play', antes de eliminar, no 'match play', por esta ordem, o belga Gael Seegmuller, o escocês Brian Fotheringham, o seu companheiro francês Tony Raillard e o inglês Adam Wainwright.

O jogo decisivo começou mal para Bernadet. Decorridos os primeiros oito buracos, ele perdia 3 down e parecia seguir os mesmos passos dos adversários que tinham baqueado perante Ahokas, ou seja, ser derrotado pelo finlandês sem nunca conseguirem ficar em vantagem por um buraco que fosse. Mas o francês recuperou e no fim dos primeiros 18 buracos já ganhava por 1 up.

«A final é diferente das outras partidas, pois joga-se em 36 buracos e isso permite que uma vantagem de 3 down não seja nada de grave, sobretudo se acontecer na primeira volta», afirmou Bernadet. «A segunda volta é onde as coisas realmente começam, e aqui as coisas foram equilibradas – a vitória podia ter sorrido a qualquer um. Felizmente, consegui gerir o resultado.»

Ahokas entrou para o 18º buraco (Par 5) a perder pela margem mínima, mas no terceiro 'shot, de aproximação ao 'green', não conseguiu colocar a bola suficientemente perto da bandeira para poder pressionar o seu adversário: acabaram ambos com um Par e o resultado final saldou-se em 1 up. «Estou um pouco desiludido, seria fantástico jogar o Open de Portugal. Mas o Adrien esteve quase insuperável, raramente errou», disse Ahokas.

Na prova feminina, a jovem espanhola Marta Silva, de apenas 16 anos e natural de Santiago de Compostela, campeã espanhola de cadetes, venceu sensacionalmente, derrotando a francesa Anne-Lise Caudal por 3 e 2 (três buracos de vantagem e dois para jogar). «Nunca pensei ganhar, pois esta foi a minha primeira presença no Internacional de Portugal. O segredo do sucesso? Acho que foram os 'putts'», respondeu.

Anne-Lise Caudal, de 20 anos, natural de Ciboure Lanivelle (próximo de Biarritz), congratulou-se por ter chegado à final, mas lamentou ter jogado mal na segunda metade do encontro. «Foi uma final muito cerrada, e fui-me abaixo no fim. A Marta, por sua vez, esteve sempre presente no jogo», justificou a gaulesa.

Na cerimónia de entrega de prémios, Anne-Lise Caudal recebeu também o troféu relativo ao triunfo de França A na Taça das Nações, competição em que teve como parceiras Julie Berton e Jade Schaeffer, esta a campeã europeia individual, título obtido no percurso madeirense do Santo da Serra, em Agosto.

Na Taça das Nações masculina, Tiago Cruz, Ricardo Santos e António Rosado receberam o troféus das mãos do presidente da FPG, Manuel Agrellos, que não se esqueceu de sublinhar que este foi o último torneio que os dois primeiros disputaram na condição de amadores.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

sexta-feira, fevereiro 17, 2006


GOLFE - TORNEIOS

TORNEIO DE INAUGURAÇÃO 2006 do C.G. Arquitectos

O primeiro torneio do já consagrado circuito de golfe dos Arquitectos aconteceu, tal como em edições anteriores, no excepcional percurso da Quinta do Peru, onde, com toda a pompa e circunstância mais de cem participantes lograram desfrutar de um ameno dia de Inverno. Criteriosa e eficazmente, Arquitectos e convidados dos "sponsors" Legrand, Míele e Quadra, ainda que em "shot-gun", tinham ao fim de cinco horas consumido os 18 buracos enquanto dois "Marshall", atentos e atenciosos, faziam recomendações e aconselhavam a melhor forma de obviar aos tempos mortos, mantendo o ritmo de jogo. O dia continuou cheio de originalidade e cortesia, nas instalações da prestigiada marca de equipamentos de cozinha Míele onde, após um "welcome drink" com visita guiada ao magnífico "showroom", teve lugar uma soberba refeição assinada pelo Chefe Victor Sobral. No seu voto de boas vindas, o Director-Geral, Hans Egenter, não pôde deixar de sublinhar o mútuo interesse desta parceria com o Clube de Golf dos Arquitectos. A noite encerrou com a entrega dos troféus a Luis Campos ("Gross" e "1º Net - 1ª Categoria Homens"), Carlos Xavier ("1º Net - 2ª Categoria Homens"), Mário Matos ("1º Net - Séniores") e Fernando Bandeira ("1º Net - Arquitectos")

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...