terça-feira, setembro 16, 2014
8º Portugal Masters
OCEÂNICO VICTORIA GOLF CLUB
CONFIRMADO COMO PALCO DO PRINCIPAL TORNEIO DE GOLFE
PORTUGUÊS POR MAIS 3 ANOS. HÁ PARCERIAS RENOVADAS PARA
2014 E NOVAS MARCAS A JUNTAREM-SE AO EVENTO DO TURISMO
DE PORTUGAL QUE ESTE ANO ATRAI 4 DOS 13 MEMBROS DA
SELECÇÃO EUROPEIA DA RYDER CUP
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| Foto Filipe Guerra |
O Portugal Masters vai
manter-se no deslumbrante Oceânico Victoria Golf Course,
em Vilamoura, pelo menos por mais três edições, na
sequência de um novo acordo entre as partes, estendendo
a parceria em vigor até 2016. A Oceânico Golf tem acolhido
todas as sete anteriores edições do prestigiado torneio,
providenciando um excelente campo de golfe, bem como uma
calorosa hospitalidade aos jogadores, organização e
espectadores.
Este acordo é um de muitas
parcerias estabelecidas para este torneio que, uma vez
mais, apresenta uma forte lista de inscritos confirmados
para a sua 8ª edição, de 9 a 12 de outubro.
Uma das mais destacadas
companhias aéreas do Mundo, a Emirates, será a Companhia
de Aviação Oficial do torneio até 2017.
Outros acordos de três anos
foram assinados com os Hotéis Tivoli (o Hotel Oficial do
Portugal Masters) e com a marca Bobby Jones (Roupa
Oficial).
O Portugal Masters tem ainda o
prazer de anunciar Your Golf Travel como a Operadora de
Viagens Oficial do Portugal Masters em 2014 e 2015.
A Marka assume o papel de
Vinhos Oficiais do evento deste ano, que oferece um
total de dois milhões de euros em prémios monetários.
PARCEIROS E SUAS
DECLARAÇÕES
Christopher Howell, “Chairman”
do Grupo Oceânico, declarou: «O Grupo Oceânico reafirma
o seu compromisso para com um dos mais reconhecidos
torneios do calendário do European Tour. Receberemos de
novo, num dos nossos sete percursos de campeonato, um
teste adequado a um lote de participantes recheado de
jogadores desejosos de lutar pelos lugares cimeiros da
Race to Dubai (ranking do European Tour).
«O investimento no golfe tem
estado no centro da estratégia do Turismo de Portugal e
em nenhuma região isso tem sido mais evidente do que no
Algarve. As parcerias da Oceânico com o European Tour e
com o Turismo de Portugal, e o seu compromisso com o
golfe a todos os níveis, forneceu a plataforma ideal
como palco do Portugal Masters, que agora celebra o seu
oitavo ano consecutivo de sucesso, sendo uma das etapas
mais populares do calendário do European Tour.
«Consagrada como uma das
melhores regiões do Mundo para o golfe, o Algarve
apresenta alguns dos melhores campos, entre os quais se
destacam os sete percursos de campeonato do “portfolio”
da Oceânico. A diversidade de mercados exige golfes de
elevada qualidade e essa oferta floresce no Algarve.
«Com assistências que deverão
superar os 40 mil espectadores e com novas atividades
interativas que irão chegar ainda mais a todas as faixas
etárias, o Portugal Masters de 2014 será o melhor de
sempre. Este evento reforça as posições de Portugal e da
Oceânico como “players” maiores no golfe europeu e
mundial».
David Quito, “Country Manager”
para Portugal da Emirates, afirmou: «A ligação dos
nossos clientes e fãs ao desporto tem feito parte da
estratégia da Emirates desde os seus primórdios. Para
nós, faz sentido – sendo uma transportadora aérea que
liga o Mundo – alinhar a nossa marca com torneios de
golfe de prestígio, onde os melhores e mais talentosos
jogadores confluem.
«Estamos entusiasmados de
participar neste animado torneio em Portugal e desejamos
a melhor sorte a todos os competidores».
Alexandre Solleiro, em
representação dos Hotéis Tivoli, asseverou: «Estamos
orgulhosos de recebermos o Portugal Masters no Tivoli
Victoria, que tem sido o Hotel Oficial deste torneio
desde que foi inaugurado em 2009. O Portugal Masters
desempenha um papel chave na estratégia de sucesso do
hotel, enquanto líder da hotelaria no Algarve.
«Estamos entusiasmados por
confirmar a nossa parceria com o European Tour para os
próximos três anos. Será de certeza um acontecimento
único para as maravilhosas instalações, equipamentos e
serviços do Tivoli Victoria, bem como para os campos de
golfe do Algarve e para os melhores golfistas europeus».
Graheme Jenkins, o diretor de
“International Business” da Bobby Jones, proclamou: «O
Portugal Masters é um dos eventos do calendário do
European Tour que mais expectativas levanta e estamos
encantados por tornarmo-nos no Equipamento (roupa)
Oficial do torneio.
«É a primeira vez que a Bobby
Jones apoia um evento do European Tour e este acordo de
três anos dá uma clara indicação da importância da
Europa para a marca Bobby Jones. Estamos desejosos de
ver a ação despontar no Oceânico Victoria Golf club em
outubro».
Euan Gillon, em nome da Your
Golf Travel, garantiu: «A Your Golf Travel pode
contribuir decisivamente para o Portugal Masters numa
série de frentes, levando os espectadores até aos
portões da prova e acrescentando valor à sua
experiência. O nosso patrocínio enquadra perfeitamente
num evento que se destaca no European Tour e que se
situa bem no coração do turismo de golfe europeu.
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| Thongchai Jaidee em Portugal |
MELHORES JOGADORES
ESTRANGEIROS E PORTUGUESES
O Portugal Masters de 2014
disputa-se uma quinzena depois da Ryder Cup em
Gleneagles e três membros da seleção da Europa vão
competir no Oceânico Victoria: o dinamarquês Thomas
Bjorn, o francês Victor Dubuisson e o escocês Stephen
Gallacher.
A lista de inscritos inclui
Paul McGinley, o selecionador e capitão da Europa na
Ryder Cup deste ano, bem como o seu antecessor, José
Maria Olazábal.
Mercem ainda destaque vários
jogadores que já venceram torneios este ano no European
Tour como Thongchai Jaidee, Pablo Larrazábal, Alexander
Lévy e Marc Warren.
O campeão do ano passado, David
Lynn regressa para tentar tornar-se no primeiro jogador
a defender com sucesso o título e terá a companhia de
antigos campeões da prova como Shane Lowry (2012),
Richard Green (2010), Álvaro Quirós (2008) e Steve
Webster (2007).
A participação nacional estará
a cargo dos profissionais Ricardo Santos, Filipe Lima,
Pedro Figueiredo, Ricardo Melo Gouveia, Tiago Cruz e
Hugo Santos, bem como dos amadores João Carlota e Tomás
Silva.
AÇÃO DE SOLIDARIEDADE
SOCIAL
Todos os jogadores têm assumido
um papel importante na angariação de fundos para as
instituições de solidariedade social associadas ao
Portugal Masters e em 2014 essa ajuda recairá sobre a
Make-A-Wish Foundation Portugal.
Sediada em Lisboa, a
Make-A-Wish concretiza sonhos de crianças em situação
clínica de perigo de vida, ajudando-as a recuperar
forças, energia, alegria e esperança.
A Make-A-Wish tornou realidade
sonhos de quase 400 crianças desde que iniciou a sua
atividade em 2007.
Esta organização irá beneficiar
com o seu envolvimento com o Portugal Masters,
prevendo-se que os donativos diretos e decorrentes de
iniciativas de angariação venham a atingir os 20 mil
euros.
Os profissionais ofereceram os
seus honorários do Pro-Am, garantindo logo, à partida,
cerca de 4 mil euros e todos os donativos de jogadores e
espectadores serão igualados pelo departamento de
solidariedade social do European Tour, a Fundação dos
Jogadores do Circuito.
Mariana Carreira,
presidente-executiva da Make-A-Wish Portugal, disse:
«Estamos extremamente agradecidos ao European Tour e à
Fundação dos Jogadores do Circuito por terem atribuído à
Make-A-Wish Portugal o estatuto de Solidariedade Oficial
do Portugal Masters.
«Esta oportunidade irá
dotar-nos de fundos de que bem necessitamos, bem como de
publicidade à nossa atividade.
«Agradecemos aos profissionais
pelo seu contributo e esperamos que os espectadores
manifestem a sua generosidade, de modo a que possamos
continuar a concretizar os sonhos de crianças em
situação médica crítica».
ESPECTADORES DE TODA A
EUROPA
O Portugal Masters tornou-se
numa das etapas mais populares do calendário
internacional do European Tour, graças ao seu clima
maravilhoso, à elevada qualidade dos hotéis, à
excelência da sua restauração e à vida noturna de
Vilamoura.
O torneio atrai adeptos das
mais diversas origens, como foi evidenciado por um
estudo económico levado a cabo em 2011, que mostrou que
40% dos espectadores vem do Reino Unido e da Irlanda,
22% de outras regiões portuguesas que não o Algarve e 7%
do resto da Europa.
O impacto económico (direto)
foi avaliado naquele ano em 6.707.202 euros. O impacto
mediático da edição de 2013, portanto, com números
actuais, rondou os 60 milhões de euros.
GABINETE DE IMPRENSA DO PGA EUROPEAN TOUR NO PORTUGAL MASTERS
sábado, setembro 06, 2014
Campeonato do Mundo Amador Feminino de Nações
Portugal terminou hoje
(6.9.2014) a sua participação no Campeonato do Mundo
Amador Feminino de Nações no 45º lugar, na 26ª
edição em que a Austrália conquistou o seu 3º título
na competição, que este ano se realizou no Karuizawa
72 Golf East, no Japão, organizado pela Associação
de Golfe do Japão (JGA), sob a supervisão da
Federação Internacional de Golf (IGF)
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| Foto: ©USGA-Steven Gibbons. |
As 151 pancadas de hoje
foram o melhor resultado nos quatro dias de
competição da equipa portuguesa, liderada pelo
capitão João Coutinho e treinada pelo seleccionador
nacional Nuno Campino. Ser o melhor resultado é um
facto que deve ser salientado, até por as jogadoras
portuguesas terem regressado ao percurso
teoricamente mais difícil, o Oshitate Course, um
Par-72 (34 nos primeiros 9 buracos e 38 nos segundos
9), de 5.765 metros, que tem a particularidade de
terminar com um buraco de Par-6 de 670 metros!
Era, portanto, uma
derradeira jornada mais complicada para se subir na
classificação geral, ao contrário, por exemplo, da
Austrália que aproveitou competir hoje no mais
acessível Iriyama Course, para saltar da 4ª para a
1ª posição, anulando a desvantagem de 7 pancadas,
superando o Canadá, que liderara desde o primeiro
dia.
Susana Ribeiro, que ontem
começou a ser medicada para debelar a gripe
contraída mesmo antes de começar o torneio, nunca
encontrou o seu melhor golfe e, pela segunda vez em
quatro dias, fez o pior resultado das portuguesas,
não contando, por isso, para esta última volta da
equipa.
A bicampeã nacional
amadora, de 24 anos, bem se esforçou para
representar dignamente o país, mas estava limitada e
aquém do que tem feito este ano, designadamente
quando foi 15ª no Campeonato Internacional Amador de
Espanha. Teve de contentar-se com um último dia em
79 pancadas, 7 acima do Par. Foi o seu segundo 79
seguido, depois de 80 e 83 nos dois primeiros dias,
terminando com um agregado de 321 (+33), no 130º
posto, caindo 1 lugar no último dia. Mesmo assim,
superou o 145º lugar (+47) que alcançou há dois anos
no Mundial da Turquia.
«A Susana é a
jogadora mais experiente, com 24 anos, mas teve uma
semana terrível. Jogou doente todos os dias, para
além de outros azares como perder o laser. Não é o
fim do mundo, mas desconcentra. O facto de a Susana
estar a ter uma má semana, muito abaixo do seu real
valor, foi também um fator de pressão para as
jogadoras mais novas», comentou João Coutinho, o
capitão de equipa, chefe da delegação portuguesa e
diretor-técnico nacional.
É perfeitamente
compreensível que a equipa tenha acusado a doença da
sua “chefe de fila”, como acontece em qualquer
seleção nacional de qualquer modalidade desportiva,
mas, até por essa razão, deve ser elogiada a volta
de hoje de Leonor Bessa.
As suas 73 pancadas (+1)
foram o melhor resultado nacional dos quatro dias,
sendo de referir que dobrou os primeiros 9 buracos
em -2 (2 birdies), sofrendo depois 3 bogeys no back
nine. A jovem jogadora, quase a completar 16 anos,
totalizou 4 birdies nas últimas 3 voltas. Esse
esforço da bicampeã nacional de sub-16 valeu-lhe a
subida no leaderboard de dia para dia, terminando no
122º posto (empatada), com um agregado de 317 (+29),
melhor do que o 133º (+33) de há dois anos na
Turquia.
«A Leonor fechou
com chave de ouro. Num Campeonato do Mundo, a jogar
num campo com este comprimento, depois de uma
primeira volta de 88 pancadas, fazer duas voltas de
78 pancadas e acabar com um 73 – isto tudo aos 16
anos, é de facto uma grande jogadora», analisou João
Coutinho.
E o que dizer da estreante
em Mundiais Inês Barbosa, com apenas 15 anos, que
acabou por contar por três vezes em quatro dias para
o resultado global da equipa, quando se previa que
as suas quatro voltas fossem para deitar fora?
A ex-campeã nacional de
sub-14 também carimbou 2 birdies no último dia e, ao
contrário de Leonor Bessa, esteve melhor nos últimos
9 buracos (+2) do que no front nine (+4). Fechou com
78 (+6), para um total de 325 (+37), no grupo das
133ª classificadas, uma subida de 4 lugares na
última jornada.
«A Inês, nas duas
últimas voltas, mostrou bem o seu potencial e a sua
idade dá-lhe a possibilidade de chegar longe. A
Leonor e a Inês são, de facto, uma promessa para o
golfe nacional. Demonstram determinação, vontade,
espírito de grupo e dedicação, são duas miúdas
extraordinárias», declarou o capitão de equipa.
A melhor classificação
(teórica) de sempre de Portugal no Espírito Santo
Trophy continua a ser o 22º lugar na primeira edição
da prova, em 1964, mas o peso dessa classificação é
relativo por terem competido apenas 25 países.
É normalmente atribuído
maior valor ao 31º lugar alcançado em 2004 em Porto
Rico, entre 48 países, bem como ao 33º posto, entre
52 nações, em 2010, na Argentina.
João Coutinho está
convencido que, dada a juventude desta equipa, foi
uma etapa importante para melhores resultados em
edições posteriores do Mundial: «Esta equipa foi,
sem qualquer dúvida, a melhor escolha para este
Campeonato e é uma equipa promissora».
«A prestação da
equipa nacional e a sua classificação não reflete a
qualidade desta equipa, nem de perto nem de longe. O
primeiro dia foi um verdadeiro desastre, não poderia
ter acontecido mas aconteceu. Partir atrás do
prejuízo é difícil e põe ainda mais pressão nas
jogadoras. Se no primeiro dia tivéssemos feito um
resultado entre as 7 ou 9 pancadas acima do Par,
teríamos acabado numa posição que provavelmente
corresponderia mais ao real valor desta equipa»,
concluiu o diretor-técnico nacional.
O Women’s World Amateur
Team Championship, que atribui ao país campeão o
Espírito Santo Trophy, foi conquistado pela 3ª vez
pela Austrália, com 547 (-29), ficando a apenas 1
pancada do recorde mundial da Coreia do Sul em 2010.
Merece grande destaque a nº1 mundial amadora, Minjee
Lee, que conseguiu a melhor volta do último dia, em
65 (-7).
Na classificação
individual, a vitória foi para a nº2 mundial
amadora, a canadiana Brooke Henderson, com 269
(-19), superando Lee por 3 shots.
É importante referir que
estas melhores amadoras do Mundo têm dado já cartas
nos melhores circuitos profissionais, incluindo em
Majors. É esta a concorrência de Portugal num
Mundial, é um nível competitivo muito superior ao
que as nossas jogadoras estão habituadas.
João Coutinho fez ainda
questão de destacar alguns detalhes referentes ao
torneio e não tanto à participação nacional: «Só tenho um
adjetivo para descrever esta organização, soberba! É
sem dúvida o campeonato amador melhor organizado em
que alguma vez estive. Esta não é apenas minha
opinião, é a opinião geral, incluindo a de quem já
esteve em 11 Campeonatos do Mundo. Destaco os
transportes, o número impressionante de voluntários,
o live scoring em real time buraco a buraco, a
cobertura televisiva em streaming para a web com 17
câmaras, ao nível do European Tour Productions.
Detetei apenas um aspeto negativo, mas de grande
importância para as jogadoras: a qualidade do
driving range. É bastante mau».
CLASSIFICAÇÕES E
RESULTADOS
Por países (entre 50)
1º Austrália, 547
144+138+134+131), -29.
45º Portugal 629
(167+154+157+151), +53.
Individual (entre 147
jogadoras)
1ª Brooke Henderson
(Canadá), 269 (66+69+66+68), -19.
122ª (empatada) Leonor
Bessa (Portugal), 317 (88+78+78+73), +29.
130ª (empatada) Susana
Ribeiro (Portugal), 321 (80+83+79+79), +33.
133ª Inês Barbosa
(Portugal), 325 (87+76+84+78), +37.
ASSESSORIA DE MEDIA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA
DE GOLFE
terça-feira, agosto 12, 2014
O Senior Tour de volta a Portugal
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| Paul Wesselingh vencedor OM de 2013 |
O Vidago Palace Hotel vai
receber de 12 a 14 de Setembro o Senior Open de Portugal, torneio
de golfe inserido na calendário do European Senior Tour, marcando o
regresso de Portugal ao calendário oficial da competição internacional.
Durante três dias, este emblemático campo e histórico hotel de luxo português, com um campo de golfe de 18 buracos, será o palco privilegiado para ver jogar alguns dos nomes mais sonantes da modalidade.
Durante três dias, este emblemático campo e histórico hotel de luxo português, com um campo de golfe de 18 buracos, será o palco privilegiado para ver jogar alguns dos nomes mais sonantes da modalidade.
Para esta prova são esperados 72 jogadores de referência mundial como Paul Wesselingh
(vencedor da Ordem Mérito 2013), Santiago Luna, Carl Mason, Andrew Oldcorn,
Andrew Murray, entre outros que terão a oportunidade de percorrer o golfe do Vidago
Palace Hotel, beneficiando das características únicas do campo e da
envolvente natural do Parque de Vidago. Dois dias antes, a anteceder o torneio,
será ainda possível aos participantes jogarem com alguns dos melhores
golfistas seniores profissionais.
De referir que o Senior Open de Portugal conta com o apoio da Associação de Turismo do Porto e Norte de Portugal na qualidade de parceiros, pelo potencial na projecção e afirmação da Região Norte do país como destino turístico nacional e internacional de eleição associado ao universo do golfe.
De referir que o Senior Open de Portugal conta com o apoio da Associação de Turismo do Porto e Norte de Portugal na qualidade de parceiros, pelo potencial na projecção e afirmação da Região Norte do país como destino turístico nacional e internacional de eleição associado ao universo do golfe.
Sobre o campo:
Este campo foi redesenhado por
Cameron & Powell em 2010, o campo de golfe do Vidago Palace Hotel incorpora
os mais exigentes standards internacionais e acentua a
componente estética do terreno original Mackenzie Ross de 9 buracos (que
remonta a 1936), reforçando o espírito e a mística do jogo, num campo que agora
se estende para os 18 buracos, com 6.308 metros.
O Vidago
Palace Hotel integra-se no Parque de Vidago que se mantém fiel às características arquitectónicas e paisagísticas originais datadas de 1910. A
herança da época continua bem presente no Parque que surge agora mais moderno e vocacionado para o turismo do século XXI. Para além do hotel e do campo de
golfe, o Parque de Vidago apresenta várias valências e recantos que merecem ser
descobertos, como o spa termal, oClub House, o coreto
bem como as três fontes totalmente restauradas que permitem beber um copo de
água fresca, directamente da origem.
quinta-feira, agosto 07, 2014
terça-feira, agosto 05, 2014
quarta-feira, julho 16, 2014
HUGO SANTOS BICAMPEÃO ESTORIL PGA OPEN
| Hugo Santos - Foto Ricardo Santos |
Pelo segundo ano consecutivo as “contas” foram as mesmas; Vitória de Hugo Santos e o Tiago Cruz em segundo
Hugo Santos revalidou na terça-feira
(dia 16 de Julho) o título de campeão do Estoril PGA Open, torneio de 5 mil
euros em prémios monetários, que a PGA de Portugal organizou pelo segundo ano
seguido no Club de Golf do Estoril. O campeão nacional de profissionais de 2011
somou 135 pancadas, 3 abaixo do Par (69 + 66).
«Hoje não joguei tão bem como ontem (dia 14) nos segundos 9 buracos, porque nos primeiros 9 fiz exactamente o mesmo resultado em todos os buracos», comentou o agora bicampeão, que deixou a 3 pancadas de distância Tiago Cruz, o profissional “da casa”.
São incríveis as semelhanças entre as duas edições deste torneio. Em 2013 o PGA Portugal Tour regressou ao Estoril, depois de uma ausência de 11 anos deste histórico campo que já foi palco do Open de Portugal do European Tour. Ora há 12 meses, Hugo Santos só fez menos 1 pancada, 134 no agregado, com voltas de 64 e 70, deixando a 4 pancadas o mesmo Tiago Cruz e Miguel Gaspar.
Mas as parecenças não se ficaram por aqui. É que há um ano Tiago Cruz também parecia arredado do título depois de uma volta inicial de 75, mas galgou no leaderboard graças a um fantástico registo de 65 na segunda volta. Pois bem, esta semana, Tiago Cruz começou mal, com 72, e aos 18 buracos estava apenas no 7º lugar, a 6 pancadas dos primeiros, Hugo Santos e Gonçalo Pinto. Mas hoje voltou a recuperar com uma boa ronda de 66 (-3), que só não foi a melhor do torneio porque António Dantas da Silva arrancou uma grande volta de 64 (-5)!
«Joguei no campo onde treino, que me viu crescer para o golfe e gostaria de sair daqui vencedor, mas o meu primeiro dia foi muito mau, o Hugo e o Gonçalo jogaram muito bem e eu estava muito atrás deles. Hoje tentei subir alguns lugares e estou satisfeito», disse Cruz, que assinou 3 birdies nos buracos 9, 15 e 18 e ainda teve «outras oportunidades não concretizadas». O vice-campeão nacional explicou que a grande diferença foi o jogo no green: «Ontem à tarde aproveitei para ter uma lição de putt com o Fernando Serpa e isso ajudou-me bastante para hoje».
Tiago Cruz vinha no penúltimo grupo, pelo que Hugo Santos não sabia da sua recuperação. O campeão em título estava mais preocupado com os seus parceiros de jogo, sobretudo Gonçalo Pinto, mas rapidamente sentiu-se tranquilo ao vê-lo errar bem cedo.
Hugo Santos, correu os primeiros 5 buracos a Par e fez 1 birdie no 6, dobrando os primeiros 9 com -4. Já Pinto, com bogeys no 3, 6 8 e 9, para apenas 1 birdie no 5, iniciou o back nine a Par do campo, portanto, já com 4 de desvantagem do seu rival. Santos ainda lhe deu uma abertura com um duplo-bogey no 10 («tive uma má saída e perdi a bola», elucidou), mas Pinto fez ainda pior no 11, um triplo-bogey! A partir daí Santos só tinha de gerir a vantagem e fê-lo com birdie no 12, bogey no 16 e birdie no 18, enquanto Pinto voltava a perder mais 1 pancada no 17.
«Hoje não joguei tão bem como ontem (dia 14) nos segundos 9 buracos, porque nos primeiros 9 fiz exactamente o mesmo resultado em todos os buracos», comentou o agora bicampeão, que deixou a 3 pancadas de distância Tiago Cruz, o profissional “da casa”.
São incríveis as semelhanças entre as duas edições deste torneio. Em 2013 o PGA Portugal Tour regressou ao Estoril, depois de uma ausência de 11 anos deste histórico campo que já foi palco do Open de Portugal do European Tour. Ora há 12 meses, Hugo Santos só fez menos 1 pancada, 134 no agregado, com voltas de 64 e 70, deixando a 4 pancadas o mesmo Tiago Cruz e Miguel Gaspar.
Mas as parecenças não se ficaram por aqui. É que há um ano Tiago Cruz também parecia arredado do título depois de uma volta inicial de 75, mas galgou no leaderboard graças a um fantástico registo de 65 na segunda volta. Pois bem, esta semana, Tiago Cruz começou mal, com 72, e aos 18 buracos estava apenas no 7º lugar, a 6 pancadas dos primeiros, Hugo Santos e Gonçalo Pinto. Mas hoje voltou a recuperar com uma boa ronda de 66 (-3), que só não foi a melhor do torneio porque António Dantas da Silva arrancou uma grande volta de 64 (-5)!
«Joguei no campo onde treino, que me viu crescer para o golfe e gostaria de sair daqui vencedor, mas o meu primeiro dia foi muito mau, o Hugo e o Gonçalo jogaram muito bem e eu estava muito atrás deles. Hoje tentei subir alguns lugares e estou satisfeito», disse Cruz, que assinou 3 birdies nos buracos 9, 15 e 18 e ainda teve «outras oportunidades não concretizadas». O vice-campeão nacional explicou que a grande diferença foi o jogo no green: «Ontem à tarde aproveitei para ter uma lição de putt com o Fernando Serpa e isso ajudou-me bastante para hoje».
Tiago Cruz vinha no penúltimo grupo, pelo que Hugo Santos não sabia da sua recuperação. O campeão em título estava mais preocupado com os seus parceiros de jogo, sobretudo Gonçalo Pinto, mas rapidamente sentiu-se tranquilo ao vê-lo errar bem cedo.
Hugo Santos, correu os primeiros 5 buracos a Par e fez 1 birdie no 6, dobrando os primeiros 9 com -4. Já Pinto, com bogeys no 3, 6 8 e 9, para apenas 1 birdie no 5, iniciou o back nine a Par do campo, portanto, já com 4 de desvantagem do seu rival. Santos ainda lhe deu uma abertura com um duplo-bogey no 10 («tive uma má saída e perdi a bola», elucidou), mas Pinto fez ainda pior no 11, um triplo-bogey! A partir daí Santos só tinha de gerir a vantagem e fê-lo com birdie no 12, bogey no 16 e birdie no 18, enquanto Pinto voltava a perder mais 1 pancada no 17.
Gonçalo Pinto, colíder aos
18 buracos, que tem estado a competir com alguma regularidade no Challenge
Tour, caiu para o 4º lugar, sendo ultrapassado, não só por Tiago Cruz mas
também pelo campeão nacional de 2003, Henrique Paulino Jr., autor de voltas de
70 e 69. A
melhor volta da prova foi do veterano António Dantas da Silva, um cartão de 64
(-5), com apenas 1 bogey (3 putts- no 16). «Foi uma volta espetacular, não
falhei uma saída e tive diversos segundos shots a ficarem a um palmo da
bandeira para birdie», contou o profissional da Penha Longa, que até jogou a
«chocar uma gripe». O Estoril
PGA Open trouxe várias alterações à Ordem de Mérito da PGA de Portugal. Sean
Hawker, o luso-britânico que venceu o Optilink PGA Open, não competiu no
Estoril e perdeu o 1º lugar para Tiago Cruz, que subiu de 2º para 1º graças ao
cheque de 600 euros. Gonçalo
Pinto, que era 3º, em grande parte devido ao 2º lugar no Liberty PGA Open
(ganho pelo então amador Ricardo Melo Gouveia), desceu para 4º, enquanto Hugo
Santos saltou de 4º para 2º depois do prémio de 900 euros.
Recorde-se que Hugo Santos foi o nº1 da Ordem de Mérito da PGA de Portugal em 2013, 2012 e 2011, pelo que persegue uma quarta época consecutiva na liderança. «É evidente que uma vitória aumenta a confiança – sublinha – e esta vitória ajuda a que isso aconteça (ser nº1 de novo). Mas mesmo antes do torneio começar eu não me considerava fora da luta. Claro que agora ainda mais me considero nela».
Este foi o primeiro título de Hugo Santos no PGA Portugal Tour de 2014, mas não foi a primeira vitória da época. O algarvio de 34 anos já tinha vencido anteriormente em dois torneios do Algarve Winter Tour, em Fevereiro e marco.
Recorde-se que Hugo Santos foi o nº1 da Ordem de Mérito da PGA de Portugal em 2013, 2012 e 2011, pelo que persegue uma quarta época consecutiva na liderança. «É evidente que uma vitória aumenta a confiança – sublinha – e esta vitória ajuda a que isso aconteça (ser nº1 de novo). Mas mesmo antes do torneio começar eu não me considerava fora da luta. Claro que agora ainda mais me considero nela».
Este foi o primeiro título de Hugo Santos no PGA Portugal Tour de 2014, mas não foi a primeira vitória da época. O algarvio de 34 anos já tinha vencido anteriormente em dois torneios do Algarve Winter Tour, em Fevereiro e marco.
Resultados
O top-5 final do Estoril PGA Open, depois de 36 buracos ao Club de Golf
do Estoril, ficou ordenado do seguinte modo:
1º Hugo Santos (Oceânico Millennium/Algarve Unique Properties), 135
(66+69), -3, €900.
2º Tiago Cruz (Banco Big), 138 (72+66), Par, €600.
3º Henrique Paulino Jr. (PGA Portugal), 139 (70+69), +1, €500.
4º Gonçalo Pinto (Oceânico Old Course/Wines of Portugal), 140 (66+74), +2, €450.
5º António Dantas da Silva (Penha Longa),141 (77+64), +3, €375.
5º Sérgio Ribeiro (Miramar), 141 (71+70), +3, €375.
2º Tiago Cruz (Banco Big), 138 (72+66), Par, €600.
3º Henrique Paulino Jr. (PGA Portugal), 139 (70+69), +1, €500.
4º Gonçalo Pinto (Oceânico Old Course/Wines of Portugal), 140 (66+74), +2, €450.
5º António Dantas da Silva (Penha Longa),141 (77+64), +3, €375.
5º Sérgio Ribeiro (Miramar), 141 (71+70), +3, €375.
Ordem de Mérito
A Ordem de Mérito da PGA
Portugal, disputados 3 torneios da categoria Open, está encabeçada pelos
seguintes jogadores:
1º Tiago
Cruz (Banco Big), €2.200
2º Hugo Santos (Oceânico Millennium/Algarve
Unique Properties), €1.900
3º Sean Hawker (PGA
Portugal), €1.750
4º Gonçalo Pinto (Oceânico
Old Course/Wines of Portugal), €1.550
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