segunda-feira, julho 13, 2015

Estoril PGA Open - HUGO SANTOS TRICAMPEÃO

O ALGARVIO VENCE PELA SEGUNDA VEZ NA SUA CARREIRA O MESMO TORNEIO EM TRÊS ANOS SEGUIDOS E CONQUISTA O SEU SEGUNDO TÍTULO DA ÉPOCA, O PRIMEIRO NO PGA PORTUGAL TOUR DE 2015  


Hugo Santos, o tricampeão do Estoril PGA Open
Hugo Santos conquistou pela segunda vez na sua carreira um mesmo torneio em três anos consecutivos, ao sagrar-se hoje (terça-feira) tricampeão do Estoril PGA Open, o torneio de 6 mil euros em prémios monetários, que a PGA de Portugal organizou no Club de Golf do Estoril. Em Outubro do ano passado, o n.º1 da Ordem de Mérito da PGA de Portugal em 2011, 2012 e 2013 tinha-se sagrado pela primeira vez tricampeão no Açores PGA Open, no Batalha GolfCourse
O algarvio de 35 anos partiu hoje para a última volta 3 pancadas atrás do líder, o amador João Ramos, e acabou por carimbar um triunfo por 2 “shots” sobre António Sobrinho, de 44 anos, o recordista de 11 títulos de campeão nacional. 
Hugo Santos totalizou 133 pancadas, 5 abaixo do Par, com voltas de 69 e 64, provando uma vez mais o que tem dito várias vezes, que adora jogar no Estoril, um campo que conhece bem.E por pouco não era o seu melhor resultado da época. 
«Hoje não fiz a minha melhor volta do ano porque já tive uma de 6 abaixo (na segunda volta do Liberty Seguros PGA Open), mas foi bom. Ontem joguei para o meu handicap, porque oputt não entrou, mas hoje já enfiei mais putts e o resultado diz isso. O jogo do tee ao greenfoi muito idêntico, embora hoje para melhor». 
A caminhada para o título começou com 1 eagle no buraco 6 e depois houve uma série noback nine de 4 birdies em 6 buracos, entre o 12 e o 17. No total do torneio, Hugo Santos somou 1 eagle, 7 birdies e 4 bogeys
«O 6 é um Par-4 e vamos logo ao green à primeira, mas eu falhei o green à direita, fui parar a um bunker e de lá enfiei a bola no buraco. Tinha jogado bem os buracos anteriores, àexceção do bogey no 4, estava a sentir que a qualquer momento iriam acontecer birdies. O meu 1º birdie caiu logo no 2 e deu-me confiança e depois do eagle ainda mais a senti. Noback nine os putts começaram a entrar», disse o triplo campeão europeu de profissionais de clube (3 títulos averbados na Bulgária mas em 4 anos). 

Hugo Santos recebe o troféu do vice-presidente da PGA de Portugal, Nelson Cavalheiro 


António Sobrinho e Tiago Cruz, que tal como Santos saíram para a última volta com 3 pancadas de atraso em relação a Ramos, assinaram cartões de 66 e 68 para assegurarem, respectivamente, o 2º e o 3º lugar, enquanto Ramos, o líder aos 18 buracos, não conseguiu melhor do que 73, sofrendo 4 bogeys nos últmos 6 buracos! 
Se Hugo Santos conquistou o seu segundo título do ano, depois do TGC Open, no O’ConnorCourse do Amendoeira Golf Resort, Miguel Nunes Pedro venceu o seu primeiro torneio em muitos anos em eventos profissionais. Miguel Nunes Pedro, o treinador do Estoril, impôs-se noPro-Am Costa Verde de Domingo, ao lado de três amadores jovens que são seus alunos nas escolas do clube: Rita Ferreira, Salvador Brehm e Francisco Anjos. O resultado final foi de 81 pontos stableford net, mais 1 do que a formação de Rob Menzies com os amadores David Patrick Gray, Jorge Manuel Custódio e Michel Weber.

«O factor casa foi fundamental – considerou MNP – ainda por cima num dia com muito vento. Os meus amadores são alunos da Escola do Estoril e são todos Sub-14. Eu joguei o meu normal. O chamado curto mas sincero. Os miúdos jogaram muito bem e o Francisco fez birdies reais no 7 e 11 que são os stroke 1 e 2 do campo. “Entornámos” bem e o ambiente em campo foi óptimo. Nesta altura do ano estamos juntos quase todos os dias e eles estão muito à vontade comigo». PatrickGray, Jorge Manuel Custódio e Michel Weber.


1º Hugo Santos (Unique Properties), 133 (69+64), -5, €1.000.
2º António Sobrinho (Nike Golf), 135 (69+66), -3, €800.
3º Tiago Cruz (Banco BIG), 137 (69+68), -1, €700.
4º João Ramos (Oitavos Dunes), 139 (66+73), +1, amador.

TEXTO PGA PORTUGAL - Adpatação Luís Manuel Nogueira 

terça-feira, junho 23, 2015

Jordan Spieth vence US Open 2015

Dustin Johnson ofereceu literalmente o US Open ao jovem americano Jordan Spieth, de apenas 21 anos, acrescentando mais um Major este ano, ao seu curtomas promissor curriculum, ao vencer o US Open disputado no Chambers Bay, perto de Seattle. depois de ter, este ano vencido o Masters de Augusta.
De forma incrível (mas como se diz; é golfe!) Dustin Johnson, no jogar no buraco 18 estava a putter para Eagle, acabando por fazer três putts, o oferecendo desta forma e podemos dizer de mão beijada a vitória ao jovem Jordan Spieth, nascido em Dallas no Texas, em Julho de 1993, que com esta vitória na 115ª edição do US OPEN,  volta a fazer história e junta-se a um restrito grupo de estrelas, como Arnold Palmer, Jack Nicklaus e Tiger Woods, que conquistaram consecutivamente o Masters de Augusta e o US Open no mesmo ano. Todo isto com apenas de dois anos como profissional!
“Ainda estou assombrado de ter vencido”, disse Spieth, recente vencedor do Masters de Augusta, após receber o troféu de campeão. 

quinta-feira, junho 18, 2015

US Open 2015

Mike Davis
O "duelo" está aberto entre jogadores e o diretor da USGA

Mike Davis nunca jogou golfe como profissional, e nem se sabe qual é seu nível de jogo neste desporto. Mas, mas  é o diretor-executivo da Associação de Golfe dos Estados Unidos (USGA) e tem o poder de alterar as condições do complicado percurso de Chambers Bay, que recebe nesta semana a 115ª edição do US Open.
"Vai ser interessante ver que opções Mike tomou e como as usará", disse Tiger Woods em referência a Davis, que guardou cuidadosamente o sigilo das medidas que tomará para impedir resultados muito acima do par ou
As 41 "improvements" 
actuações inalcançáveis, como as do alemão Martin Kaymerou do norte-irlandês e número um do mundo Rory McIlroy em recentes edições deste Major.
A edição 2015 do torneio é marcada por uma novidade. Esta é a primeira vez na história que um US Open é disputado no noroeste do país, e o campo de Chambers Bay, com apenas dez anos, é um completo desconhecido para a maior parte dos concorrentes. Este percurso, por muitos apelidado como o Saint Andrews dos Estados Unidos, em referência ao histórico campo. Chambers Bay tem no seu curriculo, alguns dos mais cumpridos pares 4; (buarco 5 – 425 metros, buraco 7 - 440 metros, buraco 11 – 417 metros, buraco 13 – 443 metros, buraco 14 – 453 metros e por fim um buarco 5 com 509 metros. Aliás este buraco é uma das “transformações” da USGA, passou do inicial par 4 par um par 5 neste torneio.
Aliado a todas as alterações da USGA, é os rápidos, estreitos e muito ondulação fairways e os extensos dos greens, alguns com oum desenho bem estranho. 
Buraco 1 - Par 5, 509 metros
O vencedor do Masters de Augusta, Jordan Spieth, é um dos poucos que já jogou neste campo e conta com um caddy natural da região. Estes dois factores, junto com a maturidade e a paciência que demonstrou aos 21 anos, podem ajudá-lo a repetir a façanha de Tiger Woods em 2002, quando conquistou o Masters e o US Open no mesmo ano.
"A chave é ser inventivo", disse Spieth, sobre sua estratégia para o segundo Major do ano é a maneira de encarar as condições em transformação dia a dia e inclusive da manhã para a tarde em Chambers Bay.
Além disso, a USGA reservou-se a possibilidade de poder mudar a extensão, a dificuldade e até o par do campo em função dos resultados dos primeiros dias.
Os 156 jogadores, dos mais de 10.000 jogadores que disputaram os vários torneios que davam acesso a esta prova, vão ter de ser muito inventivos e alguma dose de paciência para lidar com Chambers Bay e os desafios que lhes forem impostos pelo diretor-executivo da USGA.
Mike Davies, está empenhado em recuperar a tradição do US Open com um resultado final próximo do par, e que o vencedor não seja o que fizer mais birdies e acertar mais shots, mas o que fizer menos bogeys.
Agora, resta esperar que esta já controversa no set-up, traga resultados a favor do golfe 

terça-feira, junho 09, 2015

DOLCE CAMPOREAL LISBOA PROMOVE GOLF OPEN DAY


Dia 21 de Junho o Campo Real Lisboa abre as portas para dar a conhecer o golfe


O Dolce CampoReal Lisboa, em Torres Vedras, abre as suas portas no dia 21 de Junho, Domingo, a partir das 9h00, a todos os jogadores de golfe e também aos interessados em experimentar esta modalidade, na 1ª edição do Golf Open Day.
O objectivo desta iniciativa, que tem entrada livre, é  dar a conhecer o campo de golfe desenhado pelo conhecido arquitecto Donald Stell, com todas as especificações da USGA e que em 2010 e 2011 acolheu o Ladies European Open. Construído sobre uma antiga reserva de caça da família real, trata-se de um  desafiante percurso, um par 72, com 18 buracos, que se serpenteia ao longo da paisagem protegida da Serra do Socorro e Serra da Archeira, em plena região Oeste, considerada um dos 100 destinos mais sustentáveis do mundo. O programa do Golf Open Day foi desenhado de forma a proporcionar um dia diferente a toda a família. Dos miúdos e graúdos vão poder desfrutar do campo com saídas até às 13h, ou participar nas Clinicas de iniciação ao Golfe que se realizam das 10h às 13h. As crianças têm também disponível o espaço Kids Club do Clube Aventura com monitores especializados e divertidas actividades gratuitas indoor e outdoor. Os participantes neste evento vão poder ainda usufruir de massagens gratuitas “Shi Touch”, efectuadas em cadeira Shiatsu pelas mãos das terapeutas do Divine by RitualSpa.
Para terminar este dia, nada melhor que uma bela refeição no Garden Terrace, onde se poderá deliciar com a ementa de Verão de petiscos e tapas, ou experimentar um dos maravilhosos vinhos da região.

segunda-feira, maio 18, 2015

Campeonato da Madeira Absoluto 2015

Carlos Laranja, jogador do Clube de Golfe do Santo da Serra consagrou-se o vencedor do Campeonato da Madeira Absoluto 2015
Duarte Rodrigues entrega prémio a Carlos Laranja

O campeonato teve o início no dia 02 de Maio de 2015, seguiram até ao este domingo passado (17 de Maio), várias eliminatórias, que culminou na grande final que foi disputada o Palheiro Golfe.
Chegaram à meia-final os atletas Gonçalo Silva (PG), Diogo Perneta (CGSS), Nuno Camacho (PG) e Carlos Laranja (CGSS).
A final, em formato match play, foi disputada entre Gonçalo Silva (PG) e Carlos Laranja (CGSS).
Vários amantes deste desporto fizeram questão em acompanhar este jogo que terminou no green do buraco 14 em grande festa. O Presidente do Clube do Palheiro Golfe, Duarte Rodrigues entregou o troféu ao jovem atleta.
Em entrevista ao Clube, Carlos Laranja afirma não ter começado bem este Campeonato, recuperando nas 3 últimas rondas com um jogo mais sólido, o que lhe deu maior confiança. Durante o Campeonato, o atleta teve várias oportunidades de birdie, concretizando algumas. Um dos seus melhores shots foi na final, no buraco 13, par 3, onde a sua bola bateu na bandeira e por pouco não fez um hole in one. Embora nos últimos buracos acusasse alguma ansiedade e a vontade de terminar o jogo o mais rápido possível, Carlos Laranja manteve a sua calma e no final mostrou-se satisfeito com a sua prestação.
Por sua vez, Gonçalo Silva afirmou que estava confiante a as primeiras rondas do seu jogo foram consistentes. Na final começou mal o jogo o que acabou por afectar a sua prestação. No entanto realçou que esta experiência foi uma boa aprendizagem. Entre os bons shots que deu, a sua melhor pancada foi nos quartos-de-final, à segunda tacada no buraco 18 onde conseguiu colocar a sua bola no green concretizando o putt para eagle.

quinta-feira, abril 30, 2015

PEUGEOT GOLF TOUR PORTUGAL 2015

Portugal vai apurar este ano três duplas para a final em Paris

Este ano, Portugal vai ver aumentado o número de finalistas no PEUGEOT GOLF TOUR INTERNATIONAL, passando para 3 duplas (6 os jogadores) que irão representar as cores lusas, em Paris de 13 a 15 de Setembro. Ao realizar, pela primeira vez, 3 finais nacionais de apuramento para este torneio internacional, a PEUGEOT Portugal reforça a aposta estratégica na modalidade do golfe, ao qual está fortemente ligada há 5 anos.

As três duplas finalistas nacionais que carimbarem o passaporte para a final internacional em Paris estarão entre os 110 melhores jogadores, oriundos de 8 países. Refira-se que nas últimas edições têm participado, em média, 11.500 jogadores de várias nacionalidades. Para a PEUGEOT Portugal, este é um reforço do seu envolvimento e dos seus clientes no golfe amador, num evento que já conta com notoriedade no seio do golge nacional.
Face ao ano passado, Portugal irá apresentar três duplas (mais uma do que em 2014) na grande final de Paris, uma vez que foi acrescentada uma prova ao calendário nacional do torneio, destinada a jogadores provenientes de clubes de golfe de empresas convidadas a participar pela PEUGEOT.
Este ano, a primeira prova de apuramento para a final internacional será realizada no Oporto Golf Club, no dia 9 de Maio, de onde será eleita a primeira dupla a estar presente em Paris.
A segunda etapa realizar-se-á na Aroeira, à imagem das edições de 2013 e 2014, no próximo dia 20 de Junho, no campo de golfe Aroeira 1, desta etapa sairá a segunda dupla vencedora que assegurará também o passaporte para Paris.
A terceira prova, e novidade da edição de 2015, terá lugar no Montado Golf Resort, no próximo dia 11 de Julho, onde os jogadores oriundos de clubes de golfe de empresas convidadas pela marca, irão disputar um lugar na final.
Cada clube de golfe está encarregue de organizar uma competição entre os seus membros, sendo que, por via destes torneios locais, serão eleitas as duplas a integrar a terceira prova do PEUGEOT GOLF TOUR PORTUGAL 2015. De realçar que o número de duplas apuradas para esta terceira prova de qualificação nacional dependerá do número de clubes inscritos.
Deste terceiro torneio, sairá a terceira dupla portuguesa que completará a formação nacional que irá defender as cores lusas na final de Paris, de 13 a 15 de Setembro.
A título de curiosidade, o logótipo e a imagem da edição de 2015 desta competição foram renovados, e surgem em linha com novas versões recentemente apresentadas pela PEUGEOT, como é o caso do 308 GT e 308 GT Line.

quarta-feira, abril 29, 2015

Taça PGA Portugal BetterBall BOM SUCESSO

HUGO SANTOS E ALMERINDO SEQUEIRA DEFENDEM TÍTULO NO GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF
Almerindo Sequeira, Filipe Corte-Real, Ricardo Santos, Ricardo Melo Gouveia, Hugo Santos


Ricardo Melo Gouveia, o melhor português no ranking mundial, e Ricardo Santos, o melhor golfista português de sempre, decidiram emparceirar na segunda edição da Taça PGA Portugal BetterBall que começou hoje (quarta-feira) no renovado Guardian Bom Sucesso Golf, em Óbidos.
O único torneio de pares do PGA Portugal Tour (o circuito profissional português) oferece um bom prémio monetário de sete mil euros, 1.800 dos quais para a dupla vencedora.
Esse incentivo, adicionado ao facto de a PGA Portugal desejar colaborar com o projeto de relançamento do Guardian Bom Sucesso Golf, levou os melhores jogadores portugueses a marcarem presença na região do Oeste.
O torneio começou às 9h00, prolonga-se por dois dias, ficando a sexta-feira reservada para o Pro-Am.
E se a equipa dos “Ricardos” surge como teoricamente muito forte, é o par de Hugo Santos com Almerindo Sequeira que defende o título conquistado no ano passado no Quinta do Peru Golf & Country Club.
As restantes formações são: Pedro Figueiredo/Tiago Cruz, António Sobrinho/João Pedro Carvalhosa, Gonçalo Pinto/Miguel Gaspar, João Carlota/José Dias, Nelson Cavalheiro/Sérgio Ribeiro, Rui Índio/Francisco Matos, José Correia/Ricardo Lopes, Jay Taylor/André Carvalho, Filipe Corte-Real/Marc Peddar e ainda os amadores (e namorados) Sofia Câmara/João Ramos.
José Correia, presidente da PGA Portugal, considerou que «esta presença dos melhores jogadores portugueses vai marcar o renascer do Bom Sucesso e acontece por ser uma modalidade atraente para os jogadores, que lhes permite competir sem demasiada pressão, proporciona um bom convívio entre os profissionais e ainda serve para treinarem algumas soluções de jogo para a Taça Manuel Agrellos, em dezembro».
Pedro Portugal, CEO e diretor de golfe do Guardian Bom Sucesso Golf, fez questão de salientar que a parceria com a PGA de Portugal deverá prolongar-se por muito tempo:
«A nossa estratégia é ter uma relação muito próxima com a PGA Portugal. Desde o início das nossas negociações com o José Correia que manifestámos que a nossa intenção não consistia em fazer deste torneio um ato isolado, mas garantir uma relação longa.
«Estamos falar de competição, mas também de certificação de uma academia PGA, em termos do que poderá ser a experiência de qualquer jogador de golfe no Bom Sucesso, através de iniciativas, pacotes e ofertas que, de alguma forma, terão a chancela da PGA Portugal.
«O nosso objetivo estratégico é que este seja um campo PGA Portugal como podemos encontrar noutros países. Portanto, queremos a PGA Portugal de mãos dadas connosco no relançamento do Bom Sucesso. A experiência tem sido excelente.»
«O Bom Sucesso está de volta! É por isso que os melhores jogadores portugueses estão cá, para ajudarem-nos nesse propósito de passar a mensagem.»
«No dia 1 de maio com o Pro-Am, daremos início a uma nova etapa no Bom Sucesso. E é importante que o mercado saiba disso.»
«O que se pretende não é apenas um campo de alto rendimento, mas um campo que cumpra os standards (níveis de exigência) da PGA Portugal, garantindo uma excelente experiência aos profissionais e aos jogadores de golfe em geral.
«O campo está em ótimas condições, os serviços estão a funcionar bem, estamos num resort contemporâneo numa região do Oeste que é única, onde o golfe tem vindo a crescer imenso».

TEXTO: GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL

terça-feira, abril 28, 2015

Torneio Blacktower

A empresa Blacktower, Financial Management realizou o seu primeiro torneio de Golfe na Região Autónoma da Madeira. Este lugar no extraordinário percurso do  Palheiro Golfe no passado dia 19 de Abril. A prova contou com a presença de cerca de 71 jogadores, maioritariamente golfistas madeirenses pertencentes aos 3 campos da Região. O torneio disputado na modalidade Stableford Net, teve início às 10h00 com saídas em shot-gun. Após o torneio realizou-se um almoço gentilmente oferecido pelos patrocinadores, seguindo-se a cerimónia de entrega de prémios, num  ambiente de grande alegria e convívio entre os patrocinadores e jogadores.
Fausto Santos arrecadou o 1º lugar, com 41 pontos, seguindo-se Vitor Rodrigues com 40 pontos e em 3º lugar ficou Ricardo Fernandes com 39 pontos.
Nas senhoras Gill Hardy, foi a vencedora com 39 pontos, seguindo-se Jéssica Otto com 37 pontos e Denise Chambers também com 37 pontos.
No drive mais longo tivemos como vencedores Brian Eustace (homens) e Jéssica Otto. (senhoras). Na bola mais perto da Bandeira os vencedores foram Duarte Rodrigues (homens) e Denise Chambers (Senhoras).
António Rosa (Blacktower Portugal Regional Manager); John Westwood (Group Managing Director); vencedor do torneio Fausto Santos; Manuela Robinson (International Financial Adviser).

Adeus Costa do Sauipe Golf

Um extraordinário percurso de golfe, um dos melhores do Brasil, vai passar a apenas constar na “nossa” memoria 

Estou com uma dificuldade enorme em saber como poderei iniciar este texto. Se por um lado acho (a esta distância) um absurdo e conta-corrente o encerramento de um dos melhores traçados Brasileiros, acresce a isto, uma questão pessoal sobre este campo. 

Depois de ler alguns textos que têm saído na imprensa brasileira, sobre a “morte” de um campo de golfe, um dos melhores traçados em terras de “Vera Cruz”.
Tendo como mote de partida, o que alguma imprensa especializada escreve; a “morte” de um dos melhores percursos brasileiros e o único 
LINK do Brasil. O Golf do Sauipe acabou! Esta tomada de posição foi dada por um lacónico comunicado de imprensa de cinco parágrafos. Segundo esse mesmo comunicado é para dar lugar a outras actividades turísticas, se não veja-se um dos parágrafos do comunicado sobre o encerramento; "a mudança na infraestrutura de lazer e entretenimento do resort se faz necessária, o que modifica nossa operação e descontinua as atividades do golfe". Continuando e segundo a imprensa baiana, o espaço será para lotear, o que poderá ser, é apenas uma opinião, revelador de alguma falta de planeamento para a gestão concreta do que é a essência do campo de golfe, enquando espaço desportivo.Ainda por cima, o comunicado assinado pelo Mark Campbell, director de operações da Costa do Sauípe, refere que um dos motivos, se não o principal. Mas tudo isto é conta a corrente; o reposicionamento de mercado “Após identificarem mudanças importantes no comportamento e nas necessidades do nosso público, foi desenvolvida uma nova estratégia de atuação, em conjunto com uma consultoria de negócios e nossas lideranças, com o objetivo de aprimorarmos as operações da Companhia. Fruto do amadurecimento do mercado consumidor do País, levamos em conta as necessidades do públic
o-alvo, além de estudos de mercado, pesquisas, análises dos concorrentes e tendências do setor”. 
Ponto isto, não quero entrar em “ERRO”, mas acho que esta decisão é pioneira, acabar com um campo de golfe inserido num resort que serve entre outras questões como um excelente argumento de vendas a toda a hoteleiria ali existente, mesmo apesar das constantes mudanças de “brand”. 
Não querendo entrar em dados muito detalhados, ( o será feito num artigo a publicar naSOUTHGOLA MAGAZINE), apesar da indiscutível ressecção mundial, o golfe apresentou um crescimento em vendas em 2012 de aproximadamente 9,3% em vendas pelos operadores turísticos de golfe,
Mas, talvez o quase “Profano” desta situação é o encerramento de um campo de golfe, num País que vai receber os Jogos Olímpico 2016, e onde vai estar de volta depois de quase 112 anos de ausência o golfe como modalidade olímpica. Estranho este tipo de avaliação.
Mesmo, não sendo ainda o Brasil como um destino mundial de golfe. No entanto com registos de crescimento bastante interessantes, por exemplo; Em 1991 a modalidade passava quase despercebido com apenas 7 mil jogadores, passando para os 25 mil em 2011, Hoje, já um campo público, emJaperi, na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro e o numero de participantes tem subindo, sendo previsível

que a grande explosão da modalidade seja após os Jogos Olímpicos.
Um destino de golfe (pode ser considerado todo aquele que tem campos de golfe), tem ainda a capacidade de captar turistas, que de outra maneira não teriam um determinado destino, cogitado para as suas férias. O golfe consegue movimentar milhões de jogadores pelo mundo, apenas na busca de poderem jogar num determinado campo de golfe, por vezes suplantando o próprio destino. Ao destino compete acrescentar a sua cultura a sua culinária a sua historia. E a Baia (mesmo este resort ser a aproximadamente 100 km) de Salvador, é um espelho da CULTURA brasileira. 
A titulo de despedida, (por agora), no Brasil o golfe esta em franco crescimento, no que respeita tanto no numero de jogadores amadores e profissionais. Tem alguns projectos pioneiros no mundo no que respeita levar o golfe a jovens mas desprotegidos e sem recursos, proporcionando-lhes com o golfe uma vida melhor. 
Um campo de golfe, vive além das vendas (green-fee, loja, restauração), tem também uma quota de responsabilidade civil. Além do enorme peso que os campos de golfe têm para o ambiente, na preservação das espécies. Assim, onde dantes víamos os mais variados animais pelo campo do Sauipe, irá (quem por lá passar) ver edificações de CONCRETO (cimento) em vez da magnifica fauna já existente. Pessoalmente espero, e por esta ordem de ideias não colocarem “Pedágio” para as Tartarugas.
Se por acaso, o texto foi muito levado em demasia na primeira-pessoa, desculpem-me, mas é por forças das circunstancias.

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...