segunda-feira, março 20, 2017

LEONOR BESSA E PEDRO LENCART CAMPEÕES NA PENHA LONGA

A BICAMPEÃ NACIONAL DE SUB-18 E O CAMPEÃO NACIONAL AMADOR CONQUISTARAM OS SEUS PRIMEIROS TÍTULOS DO ANO
 
Leonor Bessa e Pedro Lencart venceram os seus primeiros títulos do ano no 2º Torneio do Circuito Allianz que a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) organizou no Penha Longa Hotel & Golf Resort, no concelho de Sintra.
 A bicampeã nacional de sub-18 e o campeão nacional amador, ambos jogadores do Club de Golf de Miramar, de Vila Nova de Gaia, estão habituados a estes triunfos. Leonor Bessa ganhou três dos seis torneios do Circuito Allianz em 2016 e Pedro Lencart apoderou-se do seu terceiro troféu de carreira neste circuito, depois dos alcançados em 2016 em Montebelo e em 2015 no Clube de Campo da Aroeira (Almada). As suas vitórias na Penha Longa foram, contudo, bem distintas.
 Leonor Bessa dominou o segundo evento do mais importante circuito da FPG, pois já liderava aos 18 buracos, com uma vantagem de 2 pancadas sobre Joana Mota, do Clube de Golfe de Vilamoura, a vencedora do 1º Torneio do Circuito Allianz de 2017, em janeiro, no Oceânico Faldo Golf Course; mas no final do torneio a sua superioridade tinha crescido para 9 pancadas sobre Sara Gouveia, do Clube Laranjas, e menos 11 do que Joana Mota.
O seu final de prova foi de elevada qualidade, com os últimos oito buracos a serem jogados em 3 pancadas abaixo do Par, para um agregado de 155 pancadas, 11 acima do Par, após voltas de 79 e 76.
Pelo contrário, Pedro Lencart assinou uma das melhores recuperações da sua carreira, senão mesmo a maior, pois no final da primeira jornada estava a 6 pancadas dos líderes, acabando por triunfar no segundo dia, num play-off de dois buracos com Nathan Brader, um inglês com residência oficial no Algarve, que representa há muito o Clube de Golfe de Vilamoura.
Curiosamente, iniciaram ambos a última volta no grupo dos 10º classificados, assinaram os dois cartões de 77 e 72, para um agregado de 149 (+5), mas Lencart quase evitou o play-off, não fosse 1 bogey sofrido no último buraco.
TEXTO: ASSESSORIA DE MEDIA - ADAPTAÇÃO: Luís Manuel Nogueira - FotoFilipe Guerra / Golftattoo


quarta-feira, fevereiro 15, 2017

Jogue das Brancas

Divirta-se mais a jogar no mesmo campo

#5 Par3 155 metros (brancas)
A maior parte dos jogadores de golfe, jogam com muita frequência no mesmo campo, isto por inerência de serem sócios desse campo, esta situação pode por vezes tornar o seu jogo um pouco monótono.
Então porque não mudar a rotina?

O golfe, proporciona-nos um-cem-numero de possibilidades de o jogar, podendo torna-lo mais “funny” e ao mesmo tempo criar um modelo de treino diferente, por forma a evoluir no jogo! 
Assim da próxima vez jogue alguns buracos das saídas das BRANCAS. Das brancas? sim das brancas, não tenha “medo” de ouvir aquelas observações próprias dos menos “entendidos”...
- Escolha os tees Brancos à medida que vai jogando, não determine quais os buracos que vai jogar das brancas, na medida em que, ao fazer isso está à partida a condicionar-se.
- Não interessa o numero de tees brancos que vai jogar, se são 10 ou 6, o importante é criar competências com ferros diferentes dos que habitualmente joga, uma vez que vai ter distâncias diferentes do habitual o que o vai obrigar a ser mais “estratega” a jogar o jogo de golfe.
Se nesse determinado buraco, (explo. Um Par 4) joga; Drive e ferro 6. Provavelmente irá jogar o Drive e um ferro 4. Talvez nesse buraco, vai descobrir que tem treinado muito pouco o ferro 4.
Se não vejamos; usou o ferro 4 para atingir o green, o shot saiu à esquerda ou à direita do green. Não entrou! Então vai ter de fazer mais um shot, talvez um chipping, provavelmente um tipo de shot que também não treina com a frequência que devia. Assim, o resultado foi um duplo-bogey e que habitualmente era um buraco em que fazia Par ou Bogey. No subconsciente o resultado não é bom. Mas vejamos em que situação esse resultado aconteceu.
Esta é a primeira premissa, mas também é muito provável que aconteça o inverso, ou seja, fazer o mesmo resultado que faz quando joga das amarelas. Ou seja, pode ser um indicador que o seu jogo está a adquirir maior competência e que o seu handicap irá melhorar.
- A conclusão que se pode tirar tem muito a ver com padrões de treino, ou até mesmo com a sua ausência, o treino!
Quando colocar aquela afirmação; mas eu treino muito ! não se esqueça que treinar não é ir ao Driving Range “despachar” bolas, mas sim criar rotinas, fazer esquemas de treino por modo atingir um objetivo.
Então o mais provável é ter de alterar os seus padrões de treino.
Aconteceu (neste exemplo) que se deparou com duas situações de jogo, (falhou o green com um ferro que não é habitual jogar, que teve como consequência ter de fazer um tipo de shot que também não é habitual) e que regularmente estão fora da rotina do seu jogo e talvez do seu treino. 
No entanto neste tipo de jogo/treino, há ainda outras situações que são paradoxais. Se não vejamos; um jogador joga (regularmente ou não), no AROEIRA I, tem um Par 3 com 185 metros das amarelas (buraco 8). Se for jogar ao Penha Longa, tem um Par 3 com 166 metros das Brancas (buraco 5), e como esta há outras situações em diferentes “buracos”.
#18
Este apontamento, serve também para desmistificar que o jogar das brancas é somente para jogadores profissionais ou jogadores de “single-digit”.
No final do jogo, vai ver que houve “buracos” com resultados surpreendentes e tudo isto graças a uma certa dose de divertimento com que encarou a partida.
Sugestões:
- Faça isto regularmente e treine no Driving Range os shots que correrem menos bem.
- Jogue com os amigos partidas em Match-Play, onde as escolhas de quem sai das brancas é à sorte buraco a buraco.
Vai ver que quando jogar num torneio (amarelas), vai ter mais confiança nos mais diversos tacos a usar, pois criou competências com os exercícios que fez neste tipo de jogo.
Bom jogo 

TEXTO: Luís Nogueira Treinador de Golfe certificado Grau II
  

sexta-feira, fevereiro 10, 2017

87º Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal

TRÊS PORTUGUESES PASSAM O CUT - GONÇALO COSTA, VÍTOR LOPES E VASCO ALVES CUMPRIRAM O QUE VINHAM PROMETENDO DESDE O PRIMEIRO DIA E FORAM OS ÚNICOS PORTUGUESES A PASSAR O CUT.
JOSHUA MCMAHON SEGUROU O COMANDO NO MONTADO

O golfe masculino português continua a produzir novas fornadas de jogadores e hoje (sexta-feira) três portugueses passaram o cut no 87º Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal (CIAMP). Vítor Lopes, de 20 anos; Vasco Alves, de 16; e Gonçalo Costa, de 21, foram os jogadores que marcaram esta boa prestação, ficando a apenas um jogador do recorde nacional fixado no ano passado, quando quatro se apuraram para o último dia de prova. Em 2016 tinham sido Tomás Silva, em 15º empatado (a Par do campo); Vítor Lopes, em 24º empatado (+2); Afonso Girão e Pedro Lencart no grupo dos 29º classificados (+3). Pois bem, um ano depois, Tomás Silva já é profissional e anda a brilhar no Algarve Pro Golf Tour; Afonso Girão foi contratado por uma universidade e compete e estuda nos Estados Unidos; Vítor Lopes repetiu o feito do ano passado, mas melhorou a sua prestação, na medida em que chega ao final da terceira volta no grupo dos 16º classificados, com 1 pancada abaixo do Par. Só Pedro Lencart não logrou passar o cut pelo terceiro ano consecutivo e foi hoje eliminado em 55º empatado (+8). E se Vítor Lopes parecia um pouco abatido depois de ter feito a sua primeira volta deste torneio acima do Par, em 73 (+1), a verdade é que só perdeu 3 posições na classificação geral e um top-10 continua a ser possível amanhã, pois está a apenas 2 pancadas dessa elite.
«O meu jogo esteve igual mas hoje vivi um dia doloroso dentro dos greens, porque fiz 38 putts, o que é inadmissível, com seis greens a 3 putts, e nem estava muito longe pois meti a bola perto», lamentou-se o segundo melhor português no ranking mundial amador, que se recusou, contudo, a baixar os braços: «… mas pronto, há sempre uma má volta, acredito que poderia estar facilmente entre os líderes (…), tenho já muitos Campeonatos Internacionais (nas pernas), aprendi bastante, sei que são quatro dias, estive calmo, paciente e, quem sabe, talvez amanhã seja aquela volta que estou à espera desde o primeiro dia» (entrevista completa na FPG-TV). Palavras agridoces do melhor português em prova, a contrastar com a natural alegria de Vasco Alves e Gonçalo Costa, por terem passado pela primeira vez o cut neste torneio importante, sendo que para o jovem do Oporto Golf Club foi apenas a sua segunda participação e surge em 23º empatado (+1), enquanto o jogador da seleção nacional da FPG está a jogar o evento pela quinta vez e fixou-se em 27º empatado (+2).
«É um dos momentos mais felizes da minha carreira, joguei bem nos três dias e acho que só posso compará-lo com o Campeonato Nacional Amador Peugeot que joguei há dois anos em Santo Estêvão, quando, com 15 anos acabei com 1 pancada abaixo do Par. Hoje fiquei muito satisfeito com mais uma volta a Par do campo», rejubilou Vasco Alves, que foi de novo acompanhado pelo treinador do Oporto Golf Club, Eduardo Maganinho, como caddie (entrevista completa na FPG-TV).


«Comecei muito mal hoje, ao fim de cinco buracos vinha com 4 acima do Par, depois consegui recuperar e fiz 2 birdies, e só fiz Par até ao fim. Foi bem recuperado e acho que a presença do meu pai foi essencial para acalmar-me naquele momento e ajudar-me a passar o cut. É um prémio para o trabalho que tenho vindo a fazer desde julho, estou a treinar bastante e os frutos estão aí», afirmou Gonçalo Costa (entrevista completa na FPG-TV). O terceiro dia do CIAMP foi o mais chuvoso de todos, o frio e o vento mantiveram-se agrestes e foi uma provação para jogadores, caddies, treinadores, árbitros e scorers, mas a organização da FPG lá conseguiu cumprir o programa, fazendo com que amanhã só se dispute a última volta, a partir das 8h30, com todas as saídas do buraco 1 a partir das 8h30.
Em condições de jogo tão difíceis, não admira que tenham sido dois ingleses a sobressair no penúltimo dia: Bailey Gill porque assinou o melhor resultado do dia, em 67 pancadas, 5 abaixo do Par, para ascender ao 3º lugar (-5); e Joshua McMahon, que manteve a liderança (-8) (entrevistas completas dos dois ingleses na FPG-TV).
Nos últimos três anos Portugal tem tido sempre um jovem a passar o cut: Pedro Lencart em 2015 e 2016, respetivamente com 14 e 15 anos, e Vasco Alves em 2017 com 16 anos.
A Taça das Nações, que hoje terminou, foi ganha pela Itália com 422 (-10), contando os resultados de Giacomo Fortini, Luca Cianchetti e Francesco Donaggio. Foi uma vitória arrancada a ferros, pois Inglaterra ficou a 1 pancada, atuando com Joshua McMahon, Jake Burnage e George Bloor. Portugal foi 15º (+7) com Vítor Lopes, Pedro Lencart e Tomás Melo Gouveia, enquanto a equipa 2 de Portugal foi 18ª (+12) com Gonçalo Costa, Carlos laranja e Tomás Bessa. Houve um total de 24 formações.
Texto FPF/ Hugo Ribeiro - Foto: Rui Frazão / FPG

António Rosado regressa ao Sunshine Tour

foto arquivo Luís Nogueira
António Rosado regressou ao Sunshine Tour após um mês de paragem, passa o cut com o Par com voltas de volta de 71 e 73 pancadas, no Eye of Africa Signature Golf Estate, em Joanesburgo.


O campeão nacional de 2009 (Porto Santo) está no grupo dos 52º classificados do Eye of Africa PGA Championship, um torneio de grande prestígio na África do Sul. O profissional dos Red Skins fez (primeiro dia) 5 birdies, 1 duplo-bogey e 2 bogeys. Já no segundo “Tó” fez  uma volta com 2 birdies  e 3 bogey.

Menos sorte teve Stephen Ferreira, que ficou no 131 posto com mais 13 pancadas; (76 + 80).
O torneio é liderado pelo norte-americano Justin Hicks, com menos 13 pancadas.
Nota: à hora da publicação da noticia, o torneio tinha sido  suspenso por questões climáticas (chuva intensa)

quarta-feira, fevereiro 08, 2017

87º Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal


GONÇALO COSTA, VÍTOR LOPES E VASCO ALVES SÃO OS PORTUGUESES DENTRO DO CUT PROVISÓRIO. FINLANDÊS HONKALA TEM APENAS 17 ANOS, JÁ É O 14º DO RANKING EUROPEU AMADOR E GOSTOU


Gonçalo Costa, Vítor Lopes e Vasco Alves são os três portugueses – dos 16 inscritos – que conseguiram terminar a primeira volta no top-40, abrindo boas perspetivas para a 87ª edição do Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal (CIAMP), que a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) está a organizar até Sábado no Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela.
O “Portuguese International Amateur Championship” é um dos torneios tradicionais da Associação Europeia de Golfe (EGA) e atribui pontos para o ranking mundial amador de golfe, atraindo alguns dos melhores jogadores do Mundo. Este ano a lista de inscritos é melhor do que nunca, com sete jogadores entre os 100 primeiros do ranking mundial amador e um deles, o finlandês Matias Honkala, assumiu hoje (terça-feira) o comando.

Matias Honkala tem apenas 17 anos, surge já no 14º posto do ranking amador europeu e no 52º mundial, e hoje (quarta-feira) nem parecia que estava a competir pela primeira vez no Montado. Somou 67 pancadas, 5 abaixo do Par. O finlandês sofreu 1 bogey no buraco 3 mas depois disparou para uma boa exibição com 6 birdies nos últimos 13 buracos. Voltando aos portugueses, se Vítor Lopes e Gonçalo Costa pertencem à seleção nacional da FPG e os seus resultados de 71 pancadas, 1 abaixo do Par, não são surpreendentes, figurando ambos no grupo dos 18º classificados, já as 72 pancadas (Par) de Vasco Alves são um feito. Trata-se de um jovem de apenas 16 anos, a representar o Oporto Golf Club, que contou com o treinador do seu clube, Eduardo Maganinho como caddie. Está a disputar este prestigiante evento apenas pela segunda vez na sua carreira e 38º posto empatado que ocupa, entre 120 participantes da elite europeia, só pode deixá-lo entusiasmado. Basta ver que está empatado com o campeão
europeu, o italiano Luca Cianchetti. «Fiquei muito satisfeito com a volta de hoje, fiz 1 birdie no buraco 12 em que dei um bom shot ao green e depois meti um putt de 4 metros, e depois também fiz outro birdie no 16 com um putt de 3 metros e este soube ainda melhor porque recuperei de 1 bogey no 15. Hoje foi uma grande vantagem ter o Eduardo como caddie», disse. Gonçalo Costa é muito mais experiente e colocou-se em boa posição de passar pela primeira vez o cut no CIAMP. Seguro, correu os primeiros nove buracos a Par, perdeu 1 pancada no 10 e recuperou com birdies nos buracos 13 e 14. «Foi uma volta bastante regular, estive sempre em jogo com muitos fairways e greens, o putt é que não entrou tantas vezes quanto desejaria. Fico satisfeito mas também com um sabor amargo. Num dia normal de putt teria feito facilmente mais uns 3 birdies», comentou o jogador que levou o seu pai como caddie. Do mesmo problema queixou-se Vítor Lopes, que até começou mal, com 1 bogey logo no buraco 1 depois de uma saída demasiado à direita, mas compensou bem com birdies no 2 e no 4. Voltou a perder 1 pancada no 11 mas o birdie no 17 deixou-o no grupo dos 37 jogadores que lograram bater o Par-72 do campo desenhado por Jorge Santana da Silva, um antigo presidente do Vitória de Setúbal. «As condições estiveram perfeitas para bons resultados e eu fiz uma volta consistente, acertei muitos greens e só falhei 2. Não é o resultado de que estava à espera porque hoje poderia fazer-se uns 6 abaixo, mas (…) Infelizmente, a patar, estava muito ondulado à tarde, não consegui converter putts pequenos, apesar de ter tido muitas oportunidades. De qualquer modo é um bom começo, a jogar abaixo do Par, não é para todos», disse Vítor Lopes, que no ano passado passou o cut e foi 24º empatado.  

É verdade que a esmagadora maioria dos bons resultados foram arrancados de manhã, com os greens ainda pouco pisados, mas o líder, Matias Honkala, jogou à tarde, no mesmo grupo do madeirense Carlos Laranja, mostrando que, apesar de tudo, era possível “patar” bem: «Hoje não comecei bem, mas como estava a “patar” bem os birdies começaram a acumular-se e no buraco 9 estive mesmo perto de fazer 1 eagle. Nos últimos nove buracos não falhei nenhum green, fiquei sempre a 6 metros ou menos da bandeira e estava a meter tudo».
Matias Honkala teve uma boa época em 2016: foi 2º no German Boys, 3º no European Boys Team Championship, 5º no Finnish Amateur, quartofinalista no British Boys, merecendo a convocação para a seleção europeia da Junior Ryder Cup. No Montado dispõe de 1 pancada de vantagem sobre três jogadores: o inglês Toby Briggs, o italiano Giacomo Fortini e o espanhol Adria Arnaus, vice-campeão na Andaluzia em janeiro.
Dos restantes jogadores portugueses, Tomás Melo Gouveia e Pedro Lencart estão a apenas 1 pancada do cut provisório que só será decidido na sexta-feira para o top-40 do torneio. Lencart (outro que só tem 16 anos), que foi o vencedor do Campeonato Nacional Amador Peugeot em 2016, e Melo Gouveia, o titular da Taça FPG/BPI, estão no grupo dos 47º classificados, com 73 (+1), depois de voltas sólidas que lhes abrem boas hipóteses para os próximos dias.
Sendo impossível referir todos os 16 portugueses, merece destaque o mais jovem jogador do torneio, Pedro Silva, o único sub-16 entre os 120 participantes. Pedro Silva tem apenas 14 anos, veio em representação do Club de Golf de Miramar e está empatado no 55º lugar, com 74 (+2). O último jogador português de 14 anos a passar o cut no CIAMP foi Pedro Lencart em 2015. A segunda volta do CIAMP começa amanhã às 7h45, com saídas simultâneas dos buracos 1 e 10.


ASSESSORIA DE MEDIA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE - Fotos Hugo Ribeiro 

segunda-feira, fevereiro 06, 2017

PEDRO FIGUEIREDO VENCE o 1º Morgado Classic


O CAMPEÃO NACIONAL DE 2013 GANHOU O 1º MORGADO CLASSIC, INTEGRADO NO ALGARVE PRO GOLF TOUR, NO PALCO DO PRÓXIMO TORNEIO DO EUROPEAN TOUR A REALIZAR-SE NO NOSSO PAÍS E RECOLHEU INFORMAÇÕES ANIMADORAS

Pedro Figueiredo está a atravessar a sua melhor forma desde que passou a profissional no verão de 2013 e a recente vitória no 1º Morgado Classic, no mesmo campo onde irá disputar-se o 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, leva-o a pensar que terá hipóteses de brilhar em maio, quando o European Tour regressar ao Algarve. O campeão nacional de 2013 conquistou o seu 4º título nos últimos quatro meses, o 2º no Algarve Pro Golf Tour, um circuito internacional, sancionado pelo britânico Jamega Pro Golf Tour e pela PGA de Portugal.
«Não posso dizer que seja uma vitória com um sabor necessariamente diferente (das anteriores), mas faz-me acreditar que posso jogar bem e fazer bons resultados no Morgado Golf Course», disse Pedro Figueiredo ao Gabinete de Imprensa da FPG, depois de arrancar um excelente resultado de 136 pancadas, 10 abaixo do Par, após voltas de 69 e 67.
As 10 pancadas abaixo do Par são um bom resultado em qualquer campo, em qualquer torneio de apenas duas voltas mas o feito é ainda mais assinalável pelo forte vento que se fez sentir.
Para “Figgy” é obviamente importante ter somado o seu 2º título no Algarve Pro Golf Tour de 2016/2017, num torneio de 10 mil euros em prémios monetários, que lhe rendeu um cheque de 2 mil euros.
Mas muito mais relevante é a perspetiva que se lhe abre de poder brilhar no 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, o torneio de meio milhão de euros em prémios monetários, que vai decorrer de 11 a 14 de maio naquele campo de Portimão. Afinal, uma vitória garante logo o acesso ao European Tour, a primeira divisão europeia!
«Até pensava que não fosse um campo ideal para as minhas características de jogo, por ser largo, com greens grandes, mas consegui provar o contrário», acrescentou o profissional do Sport Lisboa e Benfica, depois de deixar, no 2º lugar, Tomás Santos Silva a apenas 1 pancada de distância.
O 1º Morgado Classic contou com 73 participantes vindos do Reino Unido, Irlanda, França, África do Sul, incluindo 11 portugueses.
Apesar do Algarve Pro Golf Tour atrair membros de circuitos internacionais importantes (como o Challenge Tour), os portugueses têm mostrado ser competitivos e ganharam 6 dos 13 torneios disputados: Tiago Cruz no 1º Pinheiros Altos Classic, Ricardo Santos no San Lorenzo Classic e no Duvalay Classic, Ricardo Melo Gouveia no Tile Mountain Classic e Pedro Figueiredo no 2º Pinheiros Altos Classic e agora, no fim de semana passado, no 1º Morgado Classic.
O Algarve Pro Golf Tour tem permitido aos portugueses uma boa rodagem internacional antes do início dos principais circuitos europeus, o Challenge Tour (segunda divisão) e o European Tour (primeira), mas este ano há um aliciante extra: desde o início do 3º Swing (e este 1º Morgado Classic foi o evento inaugural do 5º Swing) que todos os torneios pontuam para a Corrida para o Open de Portugal e o nº1 desse ranking irá merecer um convite para o 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort. Antes do 1º Morgado Classic, Ricardo Santos liderava essa ordem de mérito, com o inglês Jamie Abbott mesmo à perna no 2º lugar e Tiago Cruz em 3º. O ranking ainda não foi atualizado mas é provável que Pedro Figueiredo tenha subido ao top-10 com esta vitória.

“Figgy” está, contudo, a jogar em várias frentes e já partiu para Marrocos para competir em torneios do Pro Golf Tour, o circuito profissional alemão, que funciona como uma espécie de terceira divisão europeia, com torneios de 30 mil euros em prémios monetários.
A época de 2017 está a correr bem ao representante do Team Portugal e surge posicionado no 3º lugar da Ordem de Mérito, depois de ter sido 2º (-10) classificado no Red Sea Egyptian Classic e 6º (-13) no Red Sea Ain Sokhna Classic, ambos no Egito.
«É um circuito onde os cinco primeiros da Ordem de Mérito no final da época garantem acesso ao Challenge Tour. Por isso, pelo menos até meados de abril ou maio, irei concentrar-me neste circuito. Depois, dependendo dos resultados, verei o que será melhor para mim. Nos próximos dois meses tenho seis torneios sete circuito, todos em Marrocos», explicou o 4º melhor golfista português no ranking mundial, depois de Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima e Ricardo Santos. De 2008 a 2011, Pedro Figueiredo foi a grande figura do golfe nacional, a par de Filipe Lima e ainda hoje detém o melhor palmarés amador de sempre de um golfista português. Mas em 2012 e 2013 Ricardo Santos viveu épocas de luxo no European Tour e depois, em 2015 e 2016 foi Ricardo Melo Gouveia a surgir em grande força. “Figgy” acreditou sempre que poderia voltar à ribalta e está num crescente momento de forma. «Desde que me tornei profissional (em 2013), tinha apenas ganho o Campeonato Nacional, logo no início (2013), de maneira que a minha melhor fase tem sido, sem dúvida, a destes últimos tempos», tinha dito há poucas semanas à FPG o jogador de apenas 25 anos, uma idade muito jovem para a modalidade.
Pedro Figueiredo, Tomás Silva e Tiago Cruz têm legítimas aspirações a poderem conseguir convites da PGA de Portugal para o Open de Portugal @ Morgado Golf Resort e os amadores Tomás Bessa, Vítor Lopes e Tomás Melo Gouveia serão candidatos a receber convites da FPG para o mesmo torneio do European Tour. Ter competido no fim de semana passado no palco do Open só poderá ter-lhes sido positivo.
O 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort é organizado pelo NAU Hotels & Resorts (proprietário do campo de golfe), pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) e pela PGA de Portugal, em associação com o European Tour e o Challenge Tour. O torneio assume o formato de dual ranking, contando simultaneamente para a Corrida para o Dubai (o ranking do European Tour) e para a Corrida para Omã (o ranking do Challenge Tour). Para além de atribuir pontos para o Ranking Mundial e para o ranking europeu da Ryder Cup.

Fotografia: Algarve Pro Golf Tour

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

OMEGA DUBAI DESERT CLASSIC RICARDO MELO GOUVEIA MELHOR DO QUE WOODS MAS FORA DO TOP-100

Ricardo Melo Gouveia (RMG) parece recuperado da lesão na anca que o afetou no Commercial Bank Qatar Masters, na semana passada, onde não passou o cut, depois de até ter começado 2017 da melhor maneira, com uma vitória no Algarve Pro Golf Tour, seguida de um bom 23º lugar no Abu Dhabi HSBC Championship.
«Boas notícias, a minha anca está bastante melhor, já quase não a sinto, e estou pronto para começar mais uma prova e desta vez positiva», disse o nº1 português num vídeo publicado para os fãs na sua conta profissional no Facebook.
Não foi por essa razão que hoje não conseguiu melhor do que somar 75 pancadas, 3 acima do Par do Emirates Golf Club, para figurar apenas no 102º lugar, empatado com mais 19 jogadores.
O “culpado” foi o forte vento que se fez sentir e a pouca sorte de ter saído ao início da tarde, quando a “mini tempestade” se acentuou no deserto.
«Com o vento a crescer ao longo do dia, nenhum dos grupos da tarde conseguiu igualar os resultados matinais e a jornada foi suspensa por falta de luz natural, forçando dois grupos a concluírem a sua volta na manhã de sexta-feira», escreveu Briony Carlyon», press officer do European Tour. RMG já tinha avisado ontem nas redes sociais: «O campo, como sempre, está em excelentes condições, mas, infelizmente, as previsões são de ventos muito fortes para amanhã e sexta-feira, chegando mesmo a atingir os 50km/h». Tais previsões confirmaram-se e o representante do Team Portugal teve dificuldades em iniciar a competição, com bogey no buraco 11, birdie no 12, duplo-bogey no 14 e bogey no 17, mas depois logrou assentar o jogo, minimizou os estragos e fechou o dia com 10 buracos seguidos a Par. «Hoje esteve bastante complicado durante a tarde, com muito vento a fazer-se sentir. Cometi alguns erros nos primeiros nove buracos, mas nos segundos nove até joguei bem, embora sem conseguir concretizar as oportunidades», lamentou-se o jogador do ACP Golfe. Mesmo assim, melhor do que o 121º lugar de Tiger Woods (+5), na primeira vez que o antigo nº1 mundial não conseguiu concretizar qualquer birdie neste campo, ele que até teve a sorte de sair de manhã, com menos vento.
«Hoje não bati na bola lá muito bem e deixei cerca de 16 putts curtos porque, simplesmente, não consegui perceber a velocidade destes greens», queixou-se o norte-americano, que não jogava no European Tour desde a edição de 2014 deste torneio que venceu em 2006 e 2008.
Em contrapartida, Sergio Garcia, outro jogador matinal, assinou o seu melhor cartão de sempre neste campo em oito participações na prova, de 65 pancadas, 7 abaixo do Par. O espanhol lidera com 1 de vantagem sobre Felipe Aguilar e George Coetzee, com Ian Poulter, Nino Bertasio e David Lipsky a 2 de distância.
Ricardo Melo Gouveia  – esta semana classificado no 83º lugar da Corrida para o Dubai (hierarquia europeia) e no 151º posto do ranking mundial – está a 3 pancadas do cut provisório.

Texto: Hugo Ribeiro / FPG adaptação Luís Manuel Nogueira
Fotografias: Publicada pelo próprio RMG e de Getty Images (Garcia)
Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince

segunda-feira, janeiro 30, 2017

87º Campeonato Internacional Amador Feminino de Portugal


LETIZIA BAGNOLI PRIMEIRA CAMPEÃ ITALIANA

FORA DAS 600 PRIMEIRAS DO RANKING MUNDIAL AMADOR E DO TOP-100 EUROPEU, A JOGADORA DE 17 ANOS DOMINOU O TORNEIO DO INÍCIO AO FIM NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT. NAS PORTUGUESAS LEONOR BESSA  FOI A MELHOR

Letízia Bagnoli tornou-se (DIA 28) na primeira vencedora italiana do Campeonato Internacional Amador Feminino de Portugal (CIAFP), o torneio a contar para os rankings amadores europeu e mundial, que a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) organizou no Montado Hotel & Golf Resort.  Letízia Bagnoli é, assim, a primeira líder do novo ranking europeu da PING Junior Solheim Cup, cujo objetivo será convocar seis jogadoras para a seleção europeia que irá defrontar a sua congénere dos Estados Unidos, de 14 e 15 de agosto, no Des Moines Golf & Country Club, no Estado norte-americano do Iowa.
O triunfo por 282 pancadas, 6 abaixo do Par, após voltas de 67, 73, 72 e 70, é completamente inesperado, mas totalmente merecido, uma vez que Letízia Bagnoli liderou do início ao fim um torneio em que estiveram presentes seis jogadoras que já representaram a Europa na PING Junior solheim Cup e que integram o top-100 do ranking mundial.
«É um sentimento espantoso, porque não esperava nada vencer», concordou a jogadora de Florença em declarações prestadas ao site especializado “GolfTattoo”, depois de conquistar o seu primeiro título em torneios integrados no calendário maior da Associação Europeia de Golfe (EGA).
Aliás, em provas a contar para o ranking europeu, foi apenas o seu segundo top-10, depois do 9º posto alcançado no ano passado no Campeonato Internacional Amador de Itália. E em torneios a contar para o ranking mundial amador, foi apenas o seu segundo título depois do bem menos importante Gran Premio Vecchio Monastero, em abril último.
Numa 87ª edição do CIAFP fustigado pela chuva em dois dos quatro dias e com muito vento, o resultado final de -6 não pode ser comparado com o fantástico recorde de -17 da espanhola Maria Parra no ano passado, mas, tendo em conta que este ano só seis jogadoras lograram chegar aos 72 buracos abaixo do Par do percurso desenhado por Jorge Santana da Silva, acaba por tratar-se de um bom resultado. Letízia Bagnoli terminou em grande, com uma derradeira volta em que só perdeu 1 pancada em contraponto com os 3 birdies convertidos, deixando a 2ª classificada, a dinamarquesa Line Toft Hansen (68+73+75+69) a 3 pancadas de distância, de nada lhe valendo ter feito o terceiro melhor resultado do dia. As suecas Beatrice Wallin (73+72+72+69) e Julia Engstrom (69+73+72+72), e a francesa Mathilde Claisse (70+75+72+69) repartiram entre si o 3º lugar a 4 pancadas da campeã. Engstrom é a 18ª classificada no ranking mundial amador, Wallin é a 79ª, Claisse é a 21ª no ranking europeu e todas justificaram fazerem parte do lote de favoritas, valorizando ainda mais o êxito de Bagnoli, que surgia apenas na 624ª posição do ranking mundial amador e na 161ª da tabela europeia, indo agora subir substancialmente em ambas as hierarquias.

O CIAFP foi disputado por 90 jogadoras da elite europeia (o máximo permitido pelo regulamento), mas, como frisou Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG, ao siete “GolfTattoo”, poderiam ter sido muitas mais: «Batemos o recorde de inscritas, estivemos muito perto de 170 inscritas (…) e o facto de termos aqui o Campeonato da Europa Amador de Equipas Femininas, em julho, fez com que houvesse um interesse acrescido por parte de todas as federações». A participação portuguesa não foi positiva e pelo segundo ano seguinte não houve nenhuma a passar o cut, ou seja, a apurar-se para o último dia de prova. Uma série inesperada, depois de em 2015 termos tido pela primeira vez três representantes na última jornada.
A melhor portuguesa foi Leonor Bessa, empatada no 69º lugar, justificando, uma vez mais, o facto de ser a nossa jogadora melhor classificada no ranking mundial amador.
«Nestes três dias não me senti a jogar mau golfe, mas alguns “shots” falhados para sítios errados comprometeram o meu resultado. Sinto-me triste, mas com vontade de continuar a trabalhar e de acreditar no processo», disse ao Gabinete de Imprensa da FPG a bicampeã nacional de sub-18.
«Atravesso uma fase em que estou a fazer várias adaptações na minha vida, com o objetivo de tornar-me numa melhor atleta a todos os níveis. Estou a investir em mim e sei que, mais tarde ou mais cedo, as coisas vão resultar e não vou deixar de lutar por isso», acrescentou a jogadora que no ano passado nem pode jogar o CIAFP por ter fraturado uma mão logo no primeiro buraco da prova, tendo ficado ausente do circuito durante cerca de quatro meses.
As principais classificações e resultados do CIAFP, bem como das jogadoras portuguesas, foram as/os seguintes:

1ª Letízia Bagnoli (Itália) 282 pancadas (67+73+72+70), 6 abaixo do Par
2ª Line Toft Hansen (Dinamarca) 285 (68+73+75+69), -3
3ª (empatada) Julia Engstrom (Suécia) 286 (69+73+72+72), -2
3ª (empatada) Beatrice Wallin (Suécia) 286 (73+72+72+69), -2
3ª (empatada) Mathilde Claisse (França) 286 (70+75+72+69), -2

Portuguesas (falharam o cut)
69ª (empatada) Leonor Bessa 235 (74+80+81), +19
79ª (empatada) Beatriz Themudo 239 (79+83+77), +23
86ª Leonor Medeiros 245 (79+86+80), +29
87ª (empatada) Rita Costa Marques 247 (80+81+86), +31

Sara Gouveia 78 (+6) e desistência por doença
ASSESSORIA DE MEDIA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE. foto: João Coutinho / FPG

quinta-feira, setembro 15, 2016

IX Hilton Vilamoura Golf Cup - 2016

Jamie O’Doherty vem defender o título

A IX Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos maiores evento de golfe do Algarve, vai se realizar no Pinhal Golf Course a 17 de Setembro, o Hilton Vilamoura cumpre a tradição com a organização do IX Hilton Vilamoura Golf Cup.
Desde 2007 que este evento reúne golfistas amadores numa competição amigável, mas sempre com espírito competitivo.
A edição passada ficou marcada pela vitória de Jamie O’Doherty, o primeiro jogador estrangeiro a ganhar o Torneio Hilton Vilamoura Golf Cup, que promete voltar à nona edição para defender o título.
“É uma oportunidade única para reunir os amantes do golfe” segundo Fernando Nogueira, Profissional Qualificado da PGA Portugal e Diretor de Golf do Hilton Vilamoura esta é a principal premissa do evento.
Após o torneio os jogadores podem usufruir das facilidades do hotel, fazer um test drive de alguns modelos de automóveis Porsche ou relaxar com uma mini-massagem Shiatsu, cortesia do 7 Seven Spa.
A manhã termina com um almoço buffet com a assinatura do Chef André Simões e acompanhado pela excelência dos vinhos Reynolds.
A entrega de prémios e revelação do vencedor fica nas mãos do Diretor Geral do Hotel, Dinis Pires e do Diretor de Golf, Fernando Nogueira.

sexta-feira, abril 22, 2016

1.ª Edição do torneio de golfe da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting

A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) vi realizar pela primeira vez, o “ALF GOLF DAY”. Este evento de golfe terá lugar no dia 7 de Maio de 2016, na Herdade da Aroeira. 

O percurso de golfe da Aroeira, irá proporcionar uma agradável experiência aos "futuros" jogadores e proporcionando um momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião. 
Este evento inicia-se com um pequeno-almoço num ambiente exclusivo e privilegiado, 
disputando-se de seguida o torneio de golfe. Em simultâneo, decorrerá, igualmente, uma “Academia de Golfe”, com um programa direccionado para os iniciados na modalidade. Depois das provas, todos os participantes poderão ainda desfrutar de um almoço com entrega de prémios

sexta-feira, março 11, 2016

Academia de Golfe de Lisboa – O golfe no centro da cidade


Desde de Setembro do ano passado, que esta a funcionar um dos maiores e melhores centro de ensino de golfe em Portugal, AGL- Academia de Golfe de Lisboa. Este complexo de ensino tem na sua génese formar atletas para a Alta competição. Mas a AGL vai mais longe graças a um plano de uma gestão integrada, que contribui para tornar a modalidade mais acessível a todo a população em geral, partivando preços muito acessiveis. No ponto de visto do ensino, a AGL possui quatro treinadores credenciados, segundo as exigências europeias. Esta equipa é liderada pelo professor Mário Jorge Silva, Treinador de Golfe – Grau IV e Profissional de Golfe. Além tutelar dos cursos de Treinadores de Golfe – FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE, entre outras habilitações académicas. No que respeita à administração dos programas de ensino, estão são os mais evoluídos que se praticam no mundo golfe, acompanhados por meios tecnologicamente avançados, entre eles o (Pro-Tracer). Este sistema está também disponível para todos os jogadores que usem o Driving Range. Este com 42 postos, 21 dos quais cobertos. Os jogadores, podem usufruir de um putting green de uma zona de chipping e treino de bunkers. Todas as referidas áreas de treino têm iluminação. Um campo de Pitch&Putt Este moderno campo, é composto por seis buracos de par 3, essencial para colocar em prática o jogo curto e ideal para os novos jogadores colocarem em prática todo a sua aprendizagem. Um “jóia” no centro da capital. 
O complexo da AGL, é composto por recepção e loja de golfe, e um espaço gastronómico; GolfSpot, que para além de “servir” os mais exigentes golfistas, esta também aberto para jantares. Um espaço que abraça duas cozinhas; a internacional e a japonesa em prefeita simbiose. O GolfSpot usufrui de uma localização privilegiada, inserido num agradável ambiente paisagístico. 

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...