quinta-feira, junho 22, 2017
terça-feira, junho 20, 2017
Taça Presidente da República 2017
Ernani Magalhães e
Soren Pedersen são os grandes vencedores da Taça Presidente da República 2017
·
Edição de
2017 contou com a presença do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa
· Competição
e convívio juntaram largas dezenas de personalidades nacionais e estrangeiras
numa ação de promoção do golfe e de solidariedade social
Este eveneto reuniu cerca de oito dezenas de jogadores amadores nacionais e estrangeiros convidados pelo Grupo André Jordan, promotor da iniciativa, que integraram equipas de pares, tendo a classificação final ficado assim ordenada: 1º Lugar Net – Ernani Magalhães e Soren Pederson; 2º Lugar Net – Carlos Andrade e Diogo Pinto Gonçalves; 3º Lugar Net – João Vieira Pereira e Camilo Lourenço; 4º Lugar Net – Jorge Marrão e Anthony Douglas; 5º Lugar Net – André Castel-Branco e José Carlos Andrade/ 1º Lugar Gross - Pedro Nunes Pedro e Thomas Wagner / Taça Afonso Patrício Gouveia (melhor senhora em competição) – Sharon Anderson e os prémios especiais Longest Drive Senhoras – Cristina Matos – e Homens, Pedro Nunes Pedro, ambos no buraco 11 e, por fim, o Nearest to the Pin Senhoras, Grace Xiao no buraco 17, e Homens Luís Bleck da Silva no buraco 7. Mais do que o aspeto competitivo, a Taça Presidente da República, criada em 2000 pelo André Jordan Group, visa promover a divulgação turística de Portugal e dos seus melhores destinos de golfe, mas também angariar fundos financeiros para instituições privadas de solidariedade social, no caso deste ano a CECD Mira Sintra – Centro de Educação para o Cidadão com Deficiência.
Disputada num ambiente de grande
descontração, esta competição reuniu largas dezenas de personalidades nacionais
e estrangeiras, ligadas a diferentes áreas da sociedade, destacando-se a
presença de numerosas figuras públicas, de que são exemplo João e Manuela de
Deus Pinheiro, Maria de Jesus Beltrão, Stefano Saviotti, Vasco Rocha Vieira,
Carlos Costa, Ex- Embaixador dos Estados Unidos Gerald McGowan, Luís Correia da
Silva, Luís Filipe Pereira, Gilda Paredes Alves, Paulo Fernandes e Rodrigo
Costa, entre muitos outros.
Refira-se que esta foi a primeira
vez em que a Taça Presidente da República se disputou no Belas Clube de Campo,
um empreendimento residencial inaugurado em 1997.
Inspirada na President’s Cup
norte-americana, evento criado por Arnold Palmer e o President Dwight
Eisenhower, a Taça Presidente da República tem-se revelado uma excelente
iniciativa promocional do golfe português e uma ação de solidariedade social exemplar.
segunda-feira, junho 05, 2017
RANGEL GOLF CUP 1ª QUALIFICATIVA DECORREU NO VIDAGO PALACE GOLF COURSE
João Paulo Baltazar foi o grande vencedor com 62 pancadas net
A 9ª edição do Rangel Golf Cup, torneio dinamizado pela Rangel Logistics
Solutions, arrancou no sábado dia 3 de Junho com a realização da 1ª etapa
qualificativa que juntou 72 jogadores da modalidade no Vidago Palace Golf
Course. Entre os participantes estavam rostos bem conhecidos dos portugueses,
como o apresentador Jorge Gabriel, o modelo Ricardo Guedes e o jornalista Júlio
Magalhães, que não faltaram à chamada da Rangel e, entre momentos de
boa-disposição e alguma rivalidade, deram o seu máximo no green, sempre em busca
do tão desejado lugar na grande final.
Jorge Gabriel, que participa neste torneio há já 5 anos, destacou a qualidade
da prova e a organização “impecável”, “A qualidade é tanta, que só se pusessem
profissionais internacionais a jogar connosco é que se conseguiriam superar”,
sustentou. Já Júlio Magalhães, que só perde a competição quando a agenda não
lhe permite participar, diz que o Rangel Golf Cup consegue juntar tudo aquilo
que o atrai no golfe: amizade e competição. O Diretor do Porto Canal confessou
que adora jogar em Vidago e salientou “o ambiente magnífico que se vive no
torneio”. O modelo Ricardo Guedes reconheceu que “a Rangel estabeleceu um
padrão de excelência no golfe amador em Portugal”, e que a organização do
torneio “é feita como se se tratasse de uma prova profissional”.
Na cerimónia de entrega dos prémios, que decorreu durante o almoço de
confraternização, Nuno Rangel, CEO da Rangel, voltou a enfatizar os três
pilares em que o Rangel Golf Cup assenta - paixão, convívio e retribuição.
“Retribuímos, durante este torneio, toda a atenção, amizade e dedicação que os
nossos clientes, parceiros e amigos têm com a Rangel durante todo o ano.
Queremos sempre organizar o melhor torneio possível e, acreditem, que é a vossa
satisfação que nos faz continuar e querer fazer cada vez melhor”, referiu Nuno
Rangel.
Numa manhã muito disputada, o sol ajudou à festa e o convívio entre os
participantes foi mesmo a nota dominante de toda a etapa, que consagrou João
Paulo Baltazar como grande vencedor com 62 pancadas net.
“Obviamente que estou feliz por ganhar e por poder disputar a final, mas a
grande motivação deste torneio é o convívio e a amizade que une todos os
jogadores”, assegurou o vencedor, não sem antes salientar “a excelente
organização do torneio” e a forma como esta influencia o jogo.
“No Rangel Golf Cup só temos que nos preocupar em jogar! O conforto é decisivo
para um bom jogo e, neste torneio, nada é deixado ao acaso”.
A 2ª etapa qualificativa deste torneio, homologado pela Federação Portuguesa de
Golfe, terá lugar dia 8 de julho no Praia d’El Rey, em Óbidos, sendo que a
final está marcada para o dia 22 de julho, no Pestana Vila Sol, no Algarve.
Cada etapa de qualificação conta com a presença de 72 jogadores, dos quais os
10 primeiros qualificados Net e os 3 primeiros qualificados Gross serão
apurados para a final do Rangel Golf Cup 2017, onde estarão reunidos 72
golfistas a disputar o título de vencedor. De salientar que nas nove edições, o
Rangel Golf Cup já juntou mais de 2500 jogadores.
quarta-feira, maio 31, 2017
Mais um Cut dificil para Tiger Woods
Segundo a cadeia WPTV, Tiger Woods assume entender a seriedade da situação e diz ser responsável por suas ações. "Quero que o público saiba que não estava envolvido alcol. O que aconteceu foi uma reação inesperada a medicamentos prescritos. Não percebi que a mistura de remédios me afetaria de forma tão forte", explicou Woods.
O golfista ainda agradeceu à polícia pelo "profissionalismo" que mostrou durante o episódio e pediu desculpas a familiares, amigos e fãs. "Peço desculpas do fundo do coração. Eu também espero mais de mim mesmo. Vou fazer tudo que estiver ao meu alcance para garantir que isso não vai acontecer de novo".
Ainda, e d
e acordo com a polícia, os oficiais encontraram
Tiger Woods a dormir a
o volante do carro, que estava parado n
um
acostamento de uma
estrada
, com o motor ligado e os faróis acesos. Os agentes relatam que Woods estava confuso, falava de forma lenta e arrastada e que
terá feito
menção a medicamentos que teria tomado. Exames não identificaram álcool na urina nem na respiração. No dia 5 de julho,
Tiger vai
responde à Justiça de Palm Beath sobre o incidente.
Escândalos em série
No entanto, n
Não é a primeira vez que Woods se
vê
envolv
ido
em problemas no trânsito. Em 2009, ele bateu o carro em um
a
bom de água e numa
árvore, depois de
uma discusão
com sua
,
então esposa,
Elin Nordgren. Na ocasião, Woods não foi acusado oficialmente pelos danos que causou. Depois do episódio, declarou que deixaria o golfe por tempo indeterminado e tentou se desculpar com Elin pela sua infidelidade. Tiger teria saído com prostitutas de atrizes de filmes pornográficos.O escândalo deixou a carreira de Woods em queda livre. Ele chegou a pedir desculpas e se internou em um programa de reabilitação para viciados em sexo. E se divorciou
de
Elin Nordgren em agosto de 2010
.
Segundo maior vencedor de Majors - os principais eventos do golfe - com 14 títulos, Woods ocupa o mesmo posto na relação de maiores campeões do circuito mundial, tendo vencido 79 torneios do PGA Tour. Aos 41 anos, o atleta está longe dos torneios nos últimos dois anos por causa de uma lesão nas costas.segunda-feira, maio 22, 2017
31º Campeonato Nacional de Seniores - ANA PAULA SAÚDE BICAMPEÃ LEONEL NETO SOMA 3º TÍTULO
Ana Paula Saúde revalidou o título de campeã nacional de seniores, enquanto Leonel Neto somou o seu terceiro título no Campeonato Nacional de Seniores, para jogadores amadores com 50 ou mais anos, organizado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) no Pestana Golf Resort da Quinta da Beloura, no concelho de Sintra. A 31ª edição marcou um novo recorde de participantes, com 72 jogadores, 6 no torneio feminino (foram 3 em 2017) e 66 na prova masculina (39 no ano passado), e houve ainda a atribuição dos troféus aos vencedores de de Super Seniores (70 ou mais anos) a Manuel Broa, de Segundas Categorias (handicaps entre 4,4 e 11,4) a Leonel Neto e de Terceiras Categorias (a partir de 18,4 de handicap) a Fernando Sequeira. Ana Paula Saúde mantém-se invencível numa competição em que se estreou no ano passado com um primeiro título, mas a jogadora do Club de Golf do Estoril sentiu muito mais dificuldades em revalidá-lo. Há um ano, em Miramar, liderava aos 18 buracos e bateu Benedita Mendes Ribeiro por 3 pancadas. Agora, na Beloura, triunfou pela margem mínima de 1 pancada sobre as suas companheiras de clube Graça Medina e Teresa Matta e na segunda volta teve de recuperar de um atraso de 4 pancadas.
«Elas são boas jogadoras. Quando estão em campo tenho de dar o meu melhor e esperar que o dia não lhes corra bem para poder ganhar. Por uma pancada se ganha e por uma se deixa de ganhar», disse Ana Paula Saúde ao site especializado “Golftattoo”, depois de somar 162 pancadas, 18 acima do Par, com voltas de 83 e 79. Tanto Graça Medina (campeã sénior em 2010), como Teresa Matta (vencedora em 2013) agregaram voltas de 79 e 84. Ana Paula Saúde tem vindo a dominar os seus escalões nos últimos tempos, uma vez que, em abril tinha somado o seu 3º título no Nacional de Mid Amateurs, para jogadores com 30 ou mais anos.
Se Ana Paula Saúde sucedeu-se a si própria no quadro de honra da prova, Leonel Neto viu o seu nome reaparecer depois do bicampeonato que tinha conquistado em 2010 e 2011. O jogador da “casa”, da Associação Clube de Golfe da Beloura, sagrou-se campeão nacional sem vencer a prova, pois o melhor foi o irlandês André Hogan, que reside em Lagos e representa do Onyria Palmares Beach & Golf Resort, com 147 pancadas, 3 acima do Par, apresentando cartões de 74 e 73. Neste contexto, o título de campeão nacional de seniores foi atribuído ao melhor português, no caso, Leonel Neto, com 150 (+6), após duas voltas de 75.
«Concordo com o regulamento porque é um campeão nacional e por isso tem de ser um português, mas só soube que ia ser campeão quando a prova acabou e foi uma surpresa. De qualquer forma, o mérito é todo do senhor irlandês. Ele é que foi o melhor e jogou muito bem. Eu poderia ter ganho, joguei para isso, mas no primeiro dia “patei” muito mal. No segundo dia joguei melhor e cheguei a ficar a apenas 1 pancada dele até ao buraco 14, mas depois fiz 1 bogey no 15 e ele fez 2 birdies (14 e 15)», disse Leonel Neto ao Gabinete de Imprensa da FPG.
O sucesso e o resultado de Leonel Neto é ainda mais elogioso por o novo campeão ter um handicap de 4,5, integrando, portanto, as Segundas Categorias. Aliás, se no palmarés da prova Leonel Neto sucede a José Sousa e Melo (que este ano não jogou), no que se refere às Segundas Categorias é herdeiro do sucesso de João Nuno Mendes Ribeiro, o vencedor de 2016 em Miramar (igualmente ausente).
«Estou contente por vencer este torneio, embora já o tivesse ganho antes duas vezes, em campos diferentes, em Santo Estêvão e na Quinta do Peru, mas é claro que não posso ter a mesma satisfação das outras vitórias porque neste caso o jogador irlandês ficou à minha frente», acrescentou o jogador de 64 anos.
As Terceiras Categorias foram ganhas por Fernando Sequeira, o 14º da classificação geral, com 162 (80+82), +18, o mesmo resultado do 13º, José Delgado. Fernando Sequeira, representante do ACP Golfe, sucedeu a Mário Casimiro Paiva (outro vencedor de 2016 que não participou em 2017). Nos Super Seniores o vencedor foi Manuel Broa, o 3º da classificação geral (e, por isso, também vice-campeão nacional de seniores), com 157 (84+73), +13, rendendo na lista de campeões a Mário Machado (50º este ano, com +38).
Foto de:Filipe Guerra / Goftattoo / FPG Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
quarta-feira, maio 17, 2017
Hilton Vilamoura nomeado para 4 categorias nos World Travel Awards
O Hilton Vilamoura, vencedor do prémio Portugal’s Leading Resort em 2016, está novamente nomeado para 4 categorias
O Hotel que celebra este ano 10 anos de existência e vencedor do prémio Portugal’s Leading Resort em 2016, está novamente nomeado para três categorias nos World Travel Awards e uma categoria nos World Golf Awards, prémios internacionalmente reconhecidos por premiar e celebrar a excelência em todos os sectores do turismo: Portugal's Leading Hotel 2017, Portugal's Leading Hotel Suite 2017, Portugal's Leading Resort 2017 e Portugal’s Best Golf Hotel 2017.
Dinis Pires, Director Geral do Hilton Vilamoura, considera “natural este reconhecimento, tendo em conta todos os investimentos que temos feito ao nível das infraestruturas e na formação da equipa, o que se tem refletido na ocupação e na elevada satisfação dos nossos clientes”.
domingo, maio 14, 2017
55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort - MATT WALLACE CAMPEÃO DESLUMBRADO COM O PAÍS
O INGLÊS DE 27 ANOS CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO NO EUROPEAN TOUR E SUBIU AO EUROPEAN TOUR. FILIPE LIMA FOI 22º, PEDRO FIGUEREDO REGISTOU UM RECORDE PESSOAL EM 42º E RICARDO SANTOS FOI 68º. MIN ISTRO DA ECONOMIA, MANUEL CALDEIRA CABRAL ELOGIOU O REGRESSO DO TORNEIO E DESEJA VÊ-LO CRESCER
O inglês Matt Wallace conquistou hoje (Domingo) o seu primeiro título do European Tour no 55º Open de Portugal@Morgado Golf Resort, um torneio de meio milhão de euros em prémios monetários, que se disputou em Portimão, depois de uma ausência de sete anos. Wallace, de 27 anos, já tinha ganho oito títulos como profissional de golfe, mas em divisões menores, designadamente seis no ano passado, quando militava no Alps Tour, uma das terceiras divisões europeias.
Esse sucesso levou-o a subir ao Challenge Tour, a segunda divisão, onde estava desde o início da presente temporada, mas o sucesso de hoje no Morgado Golf Course promoveu-o automaticamente à primeira divisão, o European Tour, onde hoje já aparece como o 111º classificado na Corrida para o Dubai, depois de embolsar um prémio de 83.330 euros.
Matt Wallace liderou desde a primeira volta e totalizou 271 pancadas, 21 abaixo do Par, agregando voltas de 63, 66, 73 e 69, batendo por 3 pancadas o norte-americano Julian Suri, que, por seu lado, somou rondas de 67, 68, 74 e 65. As 63 pancadas de Wallace no primeiro dia, 10 abaixo do Par, fixaram um novo recorde do campo, superando as 64 (-9) de António Sobrinho no Algarve Open da PGA de Portugal em 2006.
Durante os quatro dias, Wallace só foi ameaçado quando hoje Suri chegou a empatar com ele na frente com 19 pancadas abaixo do Par, mas o inglês respondeu ao desafio com birdies nos buracos 13 e 16, para elevar a fasquia para -21, enquanto Suri sofreu 1 bogey no 17 para cair para -18.
«Portugal é um país espantoso, lindo, com ótima comida, o tempo está bom em geral e ouvi que aqui, em maio, costuma estar muito bom tempo. Portugal vai passar a ter um lugar especial no meu coração a partir deste momento», palavras do campeão que devem ter soado como um paraíso para Manuel Caldeira Cabral, o ministro da Economia, que lhe entregou a taça, juntamente com Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG.
Manuel Caldeira Cabral, no seu discurso em nome do Governo, elogiou «o regresso do Open de Portugal», salientou «a sua importância para o turismo e a economia do país» e manifestou o desejo de que a prova se mantenha. Foi esse também o voto de Filipe Lima, uma vez mais o melhor português neste torneio de que guarda tão boas memórias, no qual foi 3º classificado em 2005.
«O Open de Portugal tem de realizar-se todos os anos. É importantíssimo, é o torneio mais antigo que temos. Têm de subir um pouco mais o “prize Money”, para atrair os jogadores mais importantes. Mas adorei vir cá outra vez e espero que vá demorar ainda muitos anos», disse o atleta olímpico português.
Filipe Lima foi 22º classificado, com 283 pancadas, 9 abaixo do Par, ficando empatado com o espanhol Álvaro Quirós, o campeão do Portugal Masters de 2008; o finlandês Roope Kakko, o vencedor do último Open da Madeira em 2015; e o inglês Aaron Rai, o vencedor do Open do Quénia deste ano. O português residente em França, que veio pela primeira vez a um torneio acompanhado da sua família completa – a filha Charline e a mulher Isabel – assinou voltas de 67, 71, 71 e 74. Hoje chegou a andar com -12, no top-10, mas 2 bogeys nos dois últimos buracos penalizaram-no bastante.
O prémio de 5.425 euros permitiram-lhe ascender do 240º ao 224º posto da Corrida para o Dubai. Ricardo Melo Gouveia, apesar de eliminado aos 36 buracos, continua a ser o melhor português, no 95º lugar deste ranking da primeira divisão europeia.
Ricardo Santos, por seu lado, milita no Challenge Tour e o Open de Portugal poderia tê-lo lançado para o top-15 da Corrida para Omã, onde necessita de terminar a época, para poder voltar ao European Tour.
No entanto, à semelhança do que já tinha sucedido no Turkish Airlines Challenge, em abril, o campeão nacional fez duas boas primeiras voltas (71 e 69) e duas voltas finais muito aquém do que sabe (74 e 77).
Ricardo Santos totalizou 291 pancadas, 1 abaixo do Par, integrou o grupo dos 68º classificados entre 71 jogadores que passaram o cut, e ganhou 905 euros. Valeu-lhe as celebrações do “seu” Benfica.
Se Ricardo Santos é fã dos “encarnados”, Pedro Figueiredo é mesmo oficialmente atleta do Sport Lisboa e Benfica e «não foi por acaso que hoje» jogou «de encarnado». “Figgy” foi o único dos 11 portugueses presentes à partida a fixar um novo recorde pessoal.
A sua melhor classificação de sempre no Open de Portugal era um 71º lugar em 2008, ainda como amador. Hoje, já como profissional, concluiu a prova no grupo dos 42º classificados, com 286 pancadas, 6 abaixo do Par, juntando voltas de 75, 68, 72 e 71.
Ricardo Santos irá continuar no Challenge Tour e depois deste Open de Portugal desceu de 21º para 34º na Corrida para Omã.
Pedro Figueiredo vai regressar ao ProGolf Tour, uma das terceiras divisões da Europa. O campeão nacional de 2013 precisa de terminar a época no top-5 da Ordem de Mérito para subir ao Challenge Tour em 2018 e para já está bem lançado nesse ranking, onde é o 2º classificado.
O Open de Portugal @ Morgado Golf Resort foi organizado pelo Grupo Nau Hotels & Resorts, pela FPG e pela PGA de Portugal. Conta para o ranking mundial, a Corrida para o Dubai do European Tour e a Corrida para Omã do Challenge Tour, tendo distribuído meio milhão de euros em prémios.
Na cerimónia de encerramento estiveram Manuel Caldeira Cabral (Ministro da Economia), Augusto Baganha (presidente do IPDJ), Isilda Gomes (presidente da C.M. Portimão), Filipe Silva (administrador do Turismo de Portugal), Desidério Silva (presidente do Turismo Algarve), Miguel Franco de Sousa (presidente da FPG), José Correia (presidente da PGA de Portugal), Fernando Esmeraldo (presidente da ECS Capital), Mário Azevedo Ferreira (presidente-executivo do Grupo Nau) e Miguel Vidaor (diretor de torneios do European Tour).
Foto de:Ramiro de Jesus / FPG Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, maio 12, 2017
55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort - FILIPE LIMA E RICARDO SANTOS PASSAM O CUT
EMBORA A SEGUNDA VOLTA SÓ SE CONCLUA AMANHÃ, OS DOIS PORTUGUESES JÁ ASSEGURARAM QUE IRÃO JOGAR TODO O FIM DE SEMANA. PEDRO FIGUEIREDO, JOÃO CARLOTA E RICARDO MELO GOUVEIA AINDA TÊM HIPÓTESE
Filipe Lima e Ricardo Santos garantiram hoje (sexta-feira) a qualificação para as duas últimas voltas do Open de Portugal@Morgado Golf Resort, embora esta 55ª edição só vá decidir o cut amanhã (Sábado), quando se concluir a segunda volta.
O torneio do European Tour, de meio milhão de euros em prémios monetários, foi fustigado ontem (quinta-feira) por fortes chuvas que se abateram sobre Portimão, levando a que só hoje se fechasse a primeira ronda.
Imediatamente iniciou-se a segunda, mas, apesar do bom tempo ter voltado ao Algarve durante toda a tarde, não foi possível encerrar a segunda volta, que recomeçará às 8h00 de amanhã.
Filipe Lima e Ricardo Santos foram dois dos jogadores forçados a uma jornada dupla, mas aproveitaram-na bem e, independentemente do que se passar amanhã, irão continuar em prova.
Filipe Lima passou apenas o seu segundo cut da época no European Tour, depois do Tshwane Open, em março, na África do Sul, enquanto Ricardo Santos não passava um cut nesta primeira divisão europeia desde o Open de Itália em setembro de 2015. Em 2016 e 2017 tem jogado no Challenge Tour (segunda divisão).
Embora as classificações da segunda volta sejam provisórias, Lima, um português residente em França, integra o grupo dos 7º classificados, com 138 pancadas, 8 abaixo do Par, após voltas de 67 e 71. Santos, a jogar em casa, pois é algarvio, está empatado no 22º lugar com 140 pancadas, 6 abaixo do Par, tendo apresentado cartões de 71 e 69.
Foto de: Getty Images (Wallace) Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Foto de: Getty Images (Wallace) Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
quinta-feira, maio 11, 2017
PRO-AM 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort
FILIPE LIMA GANHA PRO-AM LUÍS FIGO RECUSA POLÉMICA
Filipe Lima é o rei dos Pro-Am e tornou-se no primeiro português a vencer por duas vezes esta competição na história do Open de Portugal, e logo duas seguidas.
Em 2010, da última vez que se tinha disputado o torneio da Federação Portuguesa de Golfe, o vencedor do Pro-Am na Penha Longa foi… Filipe Lima, com 21 pancadas abaixo do Par.
O n.º2 português também venceu um Pro-Am do European Tour há sete anos em Sevilha, jogando ao lado do antigo guarda-redes de futebol, Ricardo Pereira, e em 2011 triunfou num dos dois Pro-Am da Grande Final do Challenge Tour, em Itália.
«Tivemos um grande profissional ao lado e é a ele que devemos esta vitória. Está a jogar muito bem», disse Carlos Tinoco, no discurso oficial da equipa campeã, na cerimónia de entrega de prémios. Filipe Lima, um português residente em França, emparceirou com os amadores Carlos Tinoco, Francisco Brito e Paulo Nuno Martins e foi preciso recorrer ao sistema de desempate dos melhores últimos nove buracos para superarem a formação do espanhol Álvaro Quirós, o campeão do Portugal Masters de 2008, associado aos amadores Ricardo Pereira, Pedro Silvestre e Luís Filipe Luís, que também fizeram -35.
O Pro-Am foi muito mediatizado graças à presença dos embaixadores da prova, convidados pelo presidente-executivo do Grupo Nau Hotels & Resorts, Mário Azevedo Ferreira: Luís Figo, Ricardo Pereira e Humberto Coelho.
Equipas de reportagem da RTP, SIC, SportTV e também do programa “Fama Show”, acompanharam de perto as exibições dos craques do futebol de outros tempos, mais ou menos recentes, e no final houve entrevistas para todos os gostos.
Humberto Coelho, por exemplo, recusou falar de futebol, mas sempre contou que o golfe permite-lhe «manter aquele espírito competitivo», que nunca abandona um atleta de alta competição, sobretudo por ser um desporto «tão difícil e desafiador». Ricardo Pereira contou que o golfe tem-lhe permitido «conhecer muitas pessoas diferentes, novos amigos», mas nem por isso deixa de querer «jogar para ganhar» e considera os Pro-Am como momentos preciosos: «Só de ver jogar o profissional que estava connosco, apreendi imenso». Luís Figo enfrentou sem rodeios uma série de perguntas difíceis sobre uma suposta crise no Sporting, mas, sem querer entrar em polémica, lá deu a sua opinião: «Só posso falar de fora, mas posso dar a minha opinião pessoal sobre o Jesus – acho que é um belíssimo treinador, e não é por ele ganhar ou deixar de ganhar um ano ou outro que não tem qualidade». O ex-melhor jogador de futebol do Mundo sentiu-se, porém, muito mais à vontade para falar de golfe: «Jogo sempre a sério e dedico-me muito a isto, mas a qualidade não me permite chegar a outros patamares, pratico por hobby e as minhas expectativas são baixas».
"Acho que eu e os restantes jogadores portugueses estamos numa média boa, ou seja, temos condições de lutar pela vitória, embora o golfe, ao contrário de modalidades como o ténis e o futebol, permita que qualquer um possa vencer um torneio», disse Filipe Lima, o bicampeão do Pro-Am, que ainda detém o recorde do melhor resultado de um profissional luso na prova, quando foi 3º classificado em 2005.
«Sem dúvida que pode haver um vencedor português. Temos qualidade para isso. O Ricardo Santos e o Filipe Lima já mostraram isso. Estamos a jogar em casa e muitos de nós já jogámos bastantes torneios neste campo, temos essa vantagem, e sem dúvida vamos ter boas hipóteses de ter um vencedor português», corroborou Ricardo Melo Gouveia.
Foto de: PGA PORTUGAL Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
segunda-feira, maio 08, 2017
Campeonato Internacional de Espanha de Stroke Play
LEONOR BESSA NO 7º LUGAR
MELHOR PORTUGUESA DE SEMPRE e SARA GOUVEIA NO 23º POSTO
Leonor Bessa obteve a melhor classificação de sempre de uma jogadora portuguesa no Campeonato Internacional de España Stroke Play Femenino, organizado pela Real Federación Española de Golf no Panorámica Golf & Country Club, em Castellón. A recém-coroada campeã nacional amadora e ainda bicampeã nacional de sub-18 terminou a prova no 7º lugar, empatada com a espanhola Sara Navarro Morilla, ambas com 221 pancadas, 5 acima do Par.
«O balanço é muito positivo, porque joguei muito bom golfe, nunca me senti tão confiante e tão segura do meu jogo», disse Leonor Bessa, que alinhou voltas de 73, 74 e 74, superando o anterior recorde nacional nesta prova, que pertencia a Susana Ribeiro, com um 15º lugar em 2014. Leonor Bessa, de 18 anos, não pode jogar no ano passado por lesão e em 2015 tinha sido 28ª com 15 pancadas acima do Par. Também Sara Gouveia, a recente vice-campeã nacional amadora, alcançou um máximo pessoal, ao concluir o torneio no 23º lugar, empatada com a espanhola Maria Serrano Torres, com 233 pancadas, 17 acima do Par.
«Foi muito positivo, visto que foi apenas a segunda vez que estive a jogar pela seleção nacional no estrangeiro, o que é sempre diferente. Em geral, senti-me bem a jogar», declarou a jogadora de 17 anos, que assinou cartões de 78, 78 e 77 e que, em 2016 tinha falhado o cut no 65º posto (+23).
A sexta edição do Campeonato Internacional de España Stroke Play Femenino contou para o ranking mundial amador e foi disputada por 58 jogadoras.
«O desempenho foi positivo, até porque chegaram a Espanha com a recordação de que quatro jogadoras portuguesas tinham falhado o cut no ano passado. A Sara esteve muito bem, dado que foi apenas a terceira vez que participou num torneio internacional (duas vezes em Espanha e uma em Portugal). Conseguiu manter o resultado durante os três dias e passou o cut com uma margem de 10 pancadas. Demonstrou uma evolução tremenda. A Leonor, mais experiente a nível internacional, conhecia bem as jogadoras que estavam presentes em campo, conseguiu também manter o resultado durante os três dias».
Os três protagonistas lusos acreditam, porém, que há aspetos a melhorar. «Fiz 4 duplos-bogeys que fizeram-me perder 8 pancadas. Saio descontente porque sei que tive nível esta semana para ficar em primeiro lugar, mas venho com vontade de treinar e trabalhar para o próximo», disse Leonor Bessa. «Sinto e sei que estive bastante aquém em termos de resultados do que poderia ter feito», acrescentou Sara Gouveia.
«Numa visão mais técnica, o desempenho das nossas jogadoras, comparativamente às líderes, mostra não estivemos bem em situações como um chip à volta do green; shot do rough com greens rápidos; e a distância do tee, pois as líderes batem muito mais longe», concluiu Nelson Ribeiro.
Foto de: Hugo Ribeiro Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
domingo, maio 07, 2017
Optilink PGA Open
RICARDO SANTOS REVALIDA TÍTULO COM 3 EAGLES NA ÚLTIMA VOLTA
Ricardo Santos revalidou o título de campeão do Optilink PGA Open e tornou-se no primeiro bicampeão deste torneio de 6 mil euros em prémios monetários, que inaugurou o PGA Portugal Tour de 2017. Há um ano o algarvio de 34 anos tinha regressado aos triunfos neste circuito profissional português após um jejum de cinco anos, motivado em grande parte por competir sobretudo no European Tour. O torneio jogou-se então nos percursos Alvor e Lagos do Onyria Palmares Beach & Golf Resort, no Algarve, onde fez 134 pancadas, 10 abaixo do Par. Este ano, o campeão nacional revalidou o título de forma ainda mais impressionante. O torneio voltou a disputar-se no Onyria Palmares Beach & Golf Resort, mas desta feita nos percursos Lagos e Praia, e Ricardo Santos totalizou 130 pancadas, 14 abaixo do Par, com voltas de 68 e 62. Não é habitual uma volta de 62 pancadas e muitos menos com 3 eagles (todos em buracos de Par-5) e 4 birdies, sem sofrer qualquer bogey. Aliás, nos dois dias de prova, o profissional do Victoria Clube de Golfe só perdeu 1 pancada.
Tomás Silva ganhou 800 euros de prémios e consolou-se com a vitória no Pro-Am. Fez equipa com os amadores João Paulo Pingo, José Carlos Marques e José Lourenço, e somaram 91 pontos stableford net fourball. O 2º lugar no Pro-Am, com 87 pontos, foi para o profissional Hugo Santos, com os amadores Gonçalo Mota Carmo, Luís Gambino e Pedro Tomé.
Dos 26 participantes do Optilink PGA Open, 7 terminaram as duas voltas abaixo do Par, o que revela bem a subida de nível de jogo no circuito nacional, algo que se nota desde que a PGA de Portugal se juntou ao circuito britânico Jamega Pro Golf Tour para organizar o Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional de 25 torneios de 10 mil euros, que decorreu entre novembro e abril.
A rodagem competitiva é fundamental para que os melhores jogadores portugueses cheguem em forma ao 55º Open de Portugal@Morgado Golf Resort que se inicia já no dia 11.
No Optilink PGA Open esses jogadores voltaram a sobressair e Carlota foi 3º classificado, com 133 (69+64), -11, recebendo 700 euros; Tiago Cruz foi 5º, com 138 (70+68), -6, embolsando 525 euros. Pelo meio, em 4º, ficou o britânico Jay Taylor, com 137 (68+69), -7, arrecadando 600 euros.
Os campeões das quatro edições do Optilink PGA Open foram António Rosado em 2013, Sean Hawker em 2014 e Ricardo Santos em 2015 e 2016.
Foto de: PGA PORTUGAL Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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