segunda-feira, setembro 18, 2017

Filipe Lima em 177 no race to Dubai

foto de arquivo
O português Filipe Lima no passado domingo (17) no 16.º lugar o KLM Open, torneio holandês de golfe do European Tour, com um agregado de 274 pancadas, mais seis do que o vencedor, o francês Romain Wattel.
Lima fez a sua melhor volta ao percurso de Spijk, ao terminar com 67 pancadas (quatro abaixo do par), mantendo a 16.ª posição, depois de ter concluído com 70+68+69 nas voltas anteriores.
Romain Wattel conquistou o torneio, ao concluir a última volta em 69 pancadas, beneficiando dos dois duplos 'bogey (duas acima) do tailandês Kiradech Aphibarnrat, que liderava no sábado e terminou entre os nonos classificados, com 272 pancadas.
Filipe Lima, com este classificação ficou no Race to Dubai na posição 177 e subiu ao numero 474 do OWGR (Ordem de Mérito Mundial).
é JÁ NA PRÓXIMA 5.ª FEIRA QUE Filipe Lima se apresenta aos portugueses no Portugal Masters

Circuito PT Empresas 2017 - JOÃO RAMOS VENCE PRO-AM NA ESTELA

O PROFISSIONAL DO OITAVOS DUNES EMPARCEIROU COM OS AMADORES AMADEU LOUREIRO, LUÍS CUNHA E MANUEL LIMA PINTO. O ESTELA PGA OPEN FOI GANHO POR TOMÁS SILVA

Pouco antes de partir esta semana para o Portugal Masters, João Ramos passou pelo Estela Golf Club para vencer o segundo torneio de formato Pro-Am do Circuito PT Empresas, organizado pela PGA de Portugal, no deslumbrante campo do concelho da na Póvoa de Varzim. O profissional do Oitavos Dunes emparceirou com os amadores Amadeu Loureiro, Luís Cunha e Manuel Lima Pinto, tendo somado 95 pontos stableford net fourball.
Pelo segundo Pro-Am consecutivo neste Circuito PT Empresas de 2017, a equipa campeã ganhou com bastante à vontade. Neste caso, com 6 pontos de vantagem sobre a formação 2ª classificada, constituída pelo profissional Alexandre Abreu e pelos amadores António Peixoto, Augusto Morais e Jorge Ferreira. O 3.º lugar foi assegurado pelo conjunto do profissional André Carvalho, associado aos amadores Pedro Ribeiro, Carlos Neto e Arlindo Araújo, a 7 pontos dos vencedores.
O top-3 de cada Pro-Am da PGA de Portugal inserido no Circuito PT Empresas qualifica-se para a Final do Circuito PT Empresas, no Guardian Bom Sucesso Golf, no concelho de Óbidos, nos dias 28 e 29 de outubro.
No Estela Golf Club houve 18 conjuntos a participar, um número elevado. Cada equipa formada por um profissional e três amadores, sendo de destacar a presença de alguns dos mais cotados jogadores portugueses, como a tricampeã nacional, Susana Ribeiro; o vice-campeão nacional, João Carlota; Tomás Silva e Tiago Rodrigues, que têm competido este ano no Challenge Tour; Hugo Santos e Miguel Gaspar, que esta semana estarão em Vilamoura para disputarem o 11º Portugal Masters, do European Tour; e António Sobrinho, o recordista de 11 títulos de campeão nacional.
É esta a qualidade de jogadores que oferece a PGA de Portugal aos convidados do Circuito PT Empresas, havendo ainda mais uma oportunidade de apuramento para a Final. O circuito irá agora passar pelo Clube de Golfe do Santo da Serra, na Região Autónoma da Madeira, a 23 de setembro, embora num formato diferente, por ser um evento individual e não por equipas, apurando-se 6 jogadores para a Final.
A PGA de Portugal deliberou que a Final do Circuito PT Empresas irá coincidir com o PT Empresas PGA Open, o torneio que encerra o PGA Portugal Tour, decidindo quem será o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções, ou seja, o n.º1 do circuito profissional português.
Para já, o n.º1 é Tomás Silva, que reforçou a sua posição ao vencer o Estela PGA Open, com 140 pancadas, 4 abaixo do Par, após voltas de 69 e 71. Foi a primeira vitória do jogador do Club de Golf do Estoril desde que se tornou profissional no ano passado. Tomás Silva terminou ontem o Irish Challenge no 22º lugar e esta semana competirá no Portugal Masters.
No Estela PGA Open só mais um jogador, do total de 20 participantes, conseguiu ficar abaixo do Par no final das duas voltas, António Sobrinho, com 142 (71+71), -2.
Voltando à Final do Circuito PT Empresas, a novidade é que cada profissional que participar no PT Empresas PGA Open irá jogar durante os dois dias de prova ao lado de um amador. No fundo, o mesmo formato do mais famoso Pro-Am da Europa, o Dunhill Links Championship, na Escócia, onde, por exemplo, Ricardo Santos já jogou ao lado de Luís Figo.
«Este formato irá proporcionar a todos os finalistas algo de muito diferente, a oportunidade de conviverem de perto e de competirem ao lado dos melhores jogadores nacionais, certamente uma experiência única», considerou José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«É com enorme agrado que vemos o Circuito PT Empresas retomar a aposta no golfe nacional. Para a PGA de Portugal é um orgulho fazer parte deste projeto como parceiro estratégico», acrescentou José Correia.
Foto de: Ramiro Jesus / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sábado, setembro 16, 2017

KLM Open - Holanda

O golfista português, José-Filipe Lima posicionado para passar o ´cut´ do KLM Open, ao 
terminar no grupo dos classificados em 16.° o torneio a decorrer em Spijk, Holanda.
Filipe-Lima, conclui  o segundo dia da prova com 138 pancadas (quatro abaixo do Par).
Já, Ricardo Melo Gouveia, não conseguiu passar o cut, ficando no grupo de 124.°, com 
seus pancadas acima do par.
A liderar para o terceiro dia está o francês Joël Stalter com 132 pancadas, (-10).

quarta-feira, setembro 13, 2017

11º Portugal Masters - PEDRO FIGUEIREDO LIDERA LISTA DE CONVIDADOS



O EUROPEAN TOUR ENTREGOU “WILD CARDS” AOS PROFISSIONAIS PEDRO FIGUEIREDO, TIAGO CRUZ, JOÃO CARLOTA, TOMÁS SILVA, HUGO SANTOS E MIGUEL GASPAR, QUE JUNTAM-SE AOS AMADORES TOMÁS MELO GOUVEIA E VÍTOR LOPES, BEM COMO A RICARDO MELO GOUVEIA E FILIPE LIMA, COM ENTRADA DIRETA, NUM RECORDE DE PORTUGUESES EM PROVA


Pedro Figueiredo lidera a lista de seis jogadores profissionais convidados pelo European Tour para o 11º Portugal Masters, o mais importante torneio de golfe português, que este ano realiza-se cerca de um mês mais cedo, de 21 a 24 de setembro, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura.
 O campeão nacional de 2013 foi um dos seis jogadores indicados pela PGA de Portugal ao European Tour, com aval da Federação Portuguesa de Golfe. Os outros cinco foram Tiago Cruz (campeão nacional em 2014 e 2015), Hugo Santos (campeão nacional em 2012), João Carlota (vice-campeão nacional em 2017 e 2015), Tomás Santos Silva (campeão do Estela PGA Open no Domingo) e Miguel Gaspar. Estes seis jogadores juntam-se aos dois amadores que já tinham sido indicados pela FPG ao European Tour, Tomás Melo Gouveia e Vítor Lopes, bem como aos dois profissionais portugueses que entraram diretamente por serem membros do European Tour (a primeira divisão europeia), os atletas olímpicos Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima.
O 11º Portugal Masters irá ter, assim, um recorde de participação de jogadores portugueses, num total de dez, que poderia ter chegado a 11, mas Ricardo Santos optou por desistir para poder jogar no Cazaquistão um dos Majors do Challenge Tour (a segunda divisão europeia).
José Correia, o presidente da PGA de Portugal, explicou que «o critério de seleção foi o mesmo que usámos para o Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, ou seja, três convites atribuídos aos três primeiros do Ranking da PGA de Portugal (tabela que inclui participações em torneios internacionais) e aos três primeiros da Ordem de Mérito da PGA de Portugal (que contabiliza apenas torneios do circuito profissional português), não havendo, obviamente, duplicação de convites».
A presença de Pedro Figueiredo enriquece claramente o contingente português, por o atleta do Benfica ser um dos melhores golfistas portugueses de sempre no Portugal Masters. Em 2011, ainda como amador, quando estudava e competia na Universidade Califórnia Los Angeles, passou o cut e terminou no 23º lugar, com 14 abaixo do Par, um recorde nacional que só foi quebrado no ano passado pelo seu amigo de infância, Ricardo Melo Gouveia, que foi 22º com 16 abaixo do Par. Note-se que se não falarmos de resultado final, mas de classificação, Ricardo Santos ainda mantém o recorde nacional de 16º classificado no Portugal Masters de 2012, com 6 abaixo do Par.
Pedro Figueiredo passou por três vezes o cut no Portugal Masters, em 2011 e 2012 como amador e em 2014 como profissional. O atleta do Sport Lisboa e Benfica está confiante no regresso a Vilamoura, depois de ter passado o cut no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort em maio e de estar quase a terminar a época no top-3 do ranking do Pro Golf Tour (uma das terceiras divisões europeias).
«Encaro este Portugal Masters de forma positiva. É uma oportunidade de jogar o torneio mais importante do nosso país a nível profissional e espero aproveitá-la ao máximo», disse o jogador do Quinta do Peru Golf & Country Club.
Dos restantes cinco profissionais convidados este ano, só um já passou alguma vez o cut no Portugal Masters, Tomás Silva, quando ainda era amador, em 2015. Nesse ano só ele e Ricardo Santos jogaram as quatro voltas do torneio e o agora profissional do Team Portugal terminou em 68º, com 3 acima do Par.
Foto de: Álvaro Marreco / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, setembro 08, 2017

11º Portugal Masters - RECORDE DE PORTUGUESES


EUROPEAN TOUR ALARGOU O NÚMERO DE CONVITES PARA PROFISSIONAIS “DA CASA” E NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE HAVERÁ PELA MENOS DEZ PORTUGUESES A COMPETIR



O 11º Portugal Masters irá ter um recorde de participação de jogadores portugueses, num mínimo de dez presenças asseguradas, havendo a hipótese de chegarem a 11. O mais importante torneio de golfe português realiza-se este ano cerca de um mês mais cedo, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, de 21 a 24 de setembro. Na lista de inscritos há apenas dois jogadores portugueses com entrada direta assegurada: Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima, membros do European Tour, a primeira divisão europeia. Bem à porta de entrar, a apenas quatro lugares de fora da lista de espera, encontra-se Ricardo Santos, que em 2017 tem militado sobretudo no Challenge Tour, o segundo escalão do golfe profissional europeu. Ora como é habitual haver algumas desistências entre os 156 participantes, é possível que Ricardo Santos venha a juntar-se a Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima.
Entretanto, a Federação Portuguesa de Golfe já informou o European Tour que os dois convites reservados a amadores serão entregues a Tomás Melo Gouveia e Vítor Lopes.
Dos quatro portugueses confirmados, ressalta a curiosidade dos irmãos Melo Gouveia estarem a jogar o mesmo torneio do European Tour apenas pela segunda vez e ambas este ano, depois de ter acontecido o mesmo no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, em maio.
Ricardo é o n.º1 profissional português, o melhor classificado no ranking mundial (343º) e na Corrida para o Dubai do European Tour (139º).
Tomás é o n.º1 amador do país, no Ranking Nacional BPI da FPG, detendo em simultâneo os dois ‘Majors’ amadores portugueses, o Campeonato Nacional Absoluto Peugeot e a Taça FPG BPI. Quanto a Vítor Lopes, é o atual n.º2 no Ranking Nacional BPI mas já foi o n.º1 amador português em 2015 e, apesar de ainda amador, já participou no Portugal Masters em 2015.
Para Tomás Melo Gouveia, será a sua primeira participação. Os dois amadores portugueses representam o Clube de Golfe de Vilamoura, pelo que estarão a jogar em casa.
Filipe Lima, por seu lado, conquistou no passado mês de julho, pela primeira vez na sua carreira, o estatuto de campeão nacional, no Solverde Campeonato Nacional PGA.
Também os profissionais Ricardo Melo Gouveia e Ricardo Santos jogaram por Vilamoura, embora agora o n.º1 português represente a Quinta do Lago e hoje em dia até esteja radicado no Reino Unido.
Quanto a Filipe Lima, que no ano passado esteve ao lado de Ricardo Melo Gouveia nos Jogos Olímpicos no Brasil e na Taça do Mundo na Austrália, reside em França e está ligado a um clube nos arredores de Paris.
Para se conhecer a lista completa de jogadores portugueses no Portugal Masters, falta a PGA de Portugal indicar à FPG e ao European Tour quais os seis profissionais que terão direito a convite.
«É com imenso agrado que vemos este aumento de número de participações de jogadores nacionais no maior evento de golfe em Portugal. Este é um sinal de confiança por parte do European Tour pelo trabalho desenvolvido pela PGA Portugal e também um reconhecimento da qualidade emergente dos nossos profissionais», disse José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
Peter Adams, o diretor de Campeonatos do European Tour, que dirige todos os anos o Portugal Masters, desde o seu nascimento em 2007, explicou o alargamento da participação nacional: «Queremos que mais fãs portugueses venham ao Portugal Masters. E este ano, como jogamos o torneio em setembro, vamos poder ter uma lista de participantes completa de 156 jogadores, o que significa logo à partida que poderemos ter mais profissionais portugueses a jogarem o evento.
«Asseguramos à partida seis convites para profissionais portugueses, para além dos dois amadores. É fantástico para os jogadores portugueses terem acesso a um evento do European Tour tão importante.
«Gostaríamos que os media portugueses encorajassem os fãs portugueses a virem mais ao Portugal Masters e apoiarem os seus jogadores e talvez possamos celebrar este ano a vitória de um português».
O Portugal Masters tem atraído regularmente mais de 30 mil espectadores por ano (34.348 em 2016, ao longo de cinco dias) e é um caso de sucesso no Turismo de Portugal.
Este ano pretende-se chamar mais a atenção ao público português e há uma forte campanha de comunicação lançada nas três semanas anteriores ao início do evento algarvio.
A lista de inscritos foi divulgada no passado dia 29 de agosto e as grandes figuras serão o irlandês Padraig Harrington, três vezes campeão de torneios do Grand Slam, que vem defender o título conquistado no ano passado; e o inglês Danny Sullivan, campeão do Masters no ano passado.
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, agosto 30, 2017

11º Portugal Masters

CAMPEÕES DE MAJORS E ESTRELAS DA RYDER CUP COMPETEM EM VILAMOURA

 

PADRAIG HARRINGTON E ANDY SULLIVAN, OS DOIS ÚLTIMOS VENCEDORES DO MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE PORTUGUÊS, REGRESSAM AO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE E DANNY WILLETT VOLTA AO ALGARVE PELA PRIMEIRA VEZ DEPOIS DE CONQUISTAR O MASTERS EM 2016





Uma legião de alguns dos melhores jogadores europeus confirmou a sua participação no 11º Portugal Masters, que decorrerá no Dom Pedro Victoria Golf Course de 21 a 24 de setembro.
O campeão de três Majors, Padraig Harrington, regressa a Vilamoura para tentar defender o título conquistado no ano passado, bem como Andy Sullivan, que venceu em 2015 de forma convincente, ao liderar a prova portuguesa do primeiro ao último dia.
Aos dois últimos campeões do Portugal Masters junta-se o titular de 2012, Shane Lowry, que retorna ao palco do seu primeiro triunfo no European Tour enquanto jogador profissional.Danny Willett também traz consigo credenciais de torneios do Grand Slam (como Harrington), depois de ter-se imposto no Masters de 2016.Entre a nova geração de valores a despontar contam-se na lista de inscritos deste ano dois entusiasmantes jogadores, Matt Fitzpatrick e Thomas Peters, ambos múltiplos campeões de torneios do European Tour e, sobretudo, membros da seleção europeia da Ryder Cup em 2016.Harrington é o jogador com um palmarés mais recheado, sendo já um dos maiores da história, depois dos êxitos no The Open Championship (o British Open) em 2007 e 2008, no PGA Championship em 2008 e da presença em seis edições da Ryder Cup, quarto das quais vitoriosas. Em 2016, o irlandês voltou à boa forma ao impor-se no Portugal Masters com um nível impressionante, para apoderar-se do seu primeiro título do European Tour em oito anos.«Estou encantado por estar de volta ao Portugal Masters para defender o meu título», disse Harrington, que soma 15 troféus no European Tour.«A vitória no ano passado foi muito satisfatória e deu-me gozo juntar esse título à minha lista de vitórias. Senti-me descontraído durante toda a semana, tive ótimas sensações à volta dos greens e é um evento que aguardo com expectativa», acrescentou.Sullivan também está desejoso de participar pela sexta vez num torneio em que tem conhecido um enorme sucesso nos últimos anos. O inglês apoderou-se do troféu em 2015 – na altura foi a sua terceira vitória da época, depois do Open da África do Sul e do Joburg Open – e no ano passado quase revalidava o título, terminando em 2º, apenas atrás de Harrington.«Tenho fantásticas memórias deste evento, sobretudo de 2015. Arrebatar qualquer troféu é fantástico, mas fazê-lo na Europa, diante de tantos amigos e da família, foi algo de muito especial. Nem posso esperar por retornar em setembro», disse Sullivan.Lowry saltou para a ribalta em 2009, ao conquistar o Open da Irlanda, mas na altura era ainda amador, pelo que o sucesso, três anos mais tarde, no Dom Pedro Victoria Golf Course, fê-lo entrar na história como apenas o segundo jogador a ganhar torneios do European Tour como amador e professional. Há dois anos, em 2015, obteve o triunfo mais importante da sua carreira num dos World Golf Championships, o Bridgestone Invitational.«Este evento será sempre especial para mim. Fiquei literalmente na lua por ter ganho o meu primeiro título professional num evento de tanto prestígio como o Portugal Masters e tenho ganas de vir de novo a Vilamoura este ano», disse o irlandês.Willett tornou-se no primeiro inglês a envergar o Casaco Verde desde Sir Nick Faldo, quando levou a melhor sobre a elite mundial no Augusta National no ano passado (o Masters), e vem pela primeira vez ao Portugal Masters com o estatuto de campeão de torneios do Grand Slam, dado que a sua última aparição em Vilamoura remontava a 2014. Vencedor de cinco torneios do European Tour, Willett tem conseguido prestações marcantes no Portugal Masters com três top-10 em cinco participações.«Já há alguns anos que não compito em Portugal e estou com vontade de fazê-lo de novo. É um campo onde tenho jogado bem ao longo dos anos, levando-me a acreditar em mais uma boa semana», comentou Willett.Entretanto, o seu compatriota Fitzpatrick irá estrear-se no Portugal Masters. O inglês de 22 anos viveu uma temporada de 2016 brilhante, com vitórias no Nordea Masters e, sobretudo, no DP World Tour Championship, no Dubai. O seu primeiro troféu foi angariado em 2015, no British Masters supported by Sky Sports.Estes resultados mereceram-lhe a presença em Hazeltine, na equipa europeia da Ryder Cup, ao lado de Pieters e Sullivan, parceiros que reencontrará no Algarve.«Estou entusiasmado de jogar no Portugal Masters pela primeira vez. É um torneio do qual oiço falar há muito e tenho expectativa de fazer uma grande semana em Vilamoura», declarou Fitzpatrick.O belga Pieters também já triunfou por três vezes no European Tour e esta época já deu mostras da sua boa forma com três top-10 em torneios do European Tour, com grande destaque para um soberbo 4º lugar no Masters.No ano passado o belga fez história em Hazeltine, ao tornar-se no primeiro rookie (estreante) europeu a somar 4 pontos na Ryder Cup, tendo jogado todos os encontros.«Será a minha quarta participação consecutiva no Portugal Masters. É um local ao qual gosto regressar. Estou cheio de vontade de voltar aos tees do Dom Pedro Victoria Golf Course», frisou Pieters.
Foto de: Stuart Franklin / Getty Images / PGA de Portugal Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quinta-feira, agosto 17, 2017

XXIII TAÇA FUNDAÇÃO



Tem lugar no próximo dia  9 de Setembro, a  XXIII TAÇA FUNDAÇÃO, que será disputada na modalidade stableford 18 buracos, com duas  categorias; net e gross. Este evento, é exclusivo à participação dos sócios acionistas da GPL Golfe Ponte de Lima SA. 

sexta-feira, julho 28, 2017

Oceânico World Kids Golf - Portugal em Grande

Inês Belchior
ANA DA COSTA RODRIGUES 
E INÊS BELCHIOR TRAZEM TÍTULOS PARA PORTUGAL



Ana da Costa Rodrigues e Inês Belchior venceram hoje (dia 28) os torneios de sub-12 e de sub-10 do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial amador de golfe, cuja nona edição reuniu 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Silves.
Inês Belchior já sabia que iria sagrar-se vencedora, dado ser a única menina no seu escalão, mas até por isso mesmo é de elogiar ter mantido a vontade de jogar bem, como pode ver-se pelos bons resultados nos dois últimos dias, com 25 e 16 pontos, depois de uma jornada inaugural menos boa, de 13 pontos, para um total de 54 pontos.
Ana da Costa Rodrigues
Ana da Costa Rodrigues, por seu lado, teve concorrência, mas dominou-a na perfeição, ao liderar desde o primeiro dia. «Devo estar na melhor fase. Não me lembro de alguma vez ter tido assim vitórias seguidas», disse, referindo-se aos triunfos recentes no Campeonato Nacional de Jovens e no Campeonato Internacional Juvenil da Áustria, nas semanas anteriores. Ana da Costa Rodrigues totalizou 78 pontos, com voltas de 24, 28 e 26. «Os resultados não foram bons como queria, mas é sempre bom ganhar», concluiu a jogadora que já tinha sido campeã da prova no escalão de sub-10.
Uma situação semelhante à de Inês Belchior viveu Margaux Silva, a francesa filha de uma portuguesa e de um francês, que sabia de antemão ir ganhar no escalão de sub-18, o que ainda é mais importante para ela, pois este escalão etário atribui pontos para o ranking mundial amador e a luso-francesa está a pensar em ir estudar para os Estados Unidos, onde o valor das bolsas de estudo leva em consideração essa cotação internacional. Margaux Silva (que admite poder um dia jogar por Portugal como Filipe Lima e Joana de Sá Pereira depois da experiência nos Estados Unidos) agregou 228 pancadas, 12 acima do Par, com voltas de 74, 74 e 79.
Nos restantes torneios, houve outras prestações portuguesas de muito bom nível, a começar por Filipa Capelo (74+82+81), que só perdeu o título de sub-16 no último buraco, ao cometer o duplo-bogey que a deixou a 2 pancadas da campeã, a inglesa Megan Simons. Depois de participar por cinco vezes neste Oceânico World Kids Golf, Megan Simons venceu finalmente, com 235 (77+79+79), +19. «Vou voltar de certeza para o ano, adoro o torneio, mas senti pena pela Filipa, porque ela jogou muito bem e teve pouca sorte no final».
Também nos sub-16, Martim Batista foi a agradável surpresa da prova. Não é dos mais badalados jogadores no seu escalão etário em Portugal, mas joga bom golfe e sagrou-se vice-campeão com boas prestações de 70, 72 e 74. Igualar o Par do campo no difícil Oceânico Faldo Course é um bom resultado e só não ganhou porque enfrentou um super Owen Meeds, simplesmente o melhor jogador de todo o torneio em todos os escalões, com duas grandes voltas de 69 (-3) para abrir e fechar a prova. Só a volta do meio de 74 (+2) estragou um pouco a bela pintura de Meeds, que fechou com 212 (-4).
Nos sub-14, Mafalda Brito foi 3ª (+37), numa prova ganha pela inglesa Sarah Mardani (+13), uma jogadora do treinador português residente em Inglaterra, Pedro Lemos. Nos sub-9, Rodrigo Santos e António Trindade (ambos com +10) ficaram em 3º e 3º, a apenas 2 pontos do campeão Luca Randall, de Inglaterra. Nos sub-10, Konstantin Mikirtumov, que tem nome eslavo mas é português, foi 3º (+30) a 11 pontos de distância do campeão, o inglês Oscar Lent. Nos sub-12, João Iglésias fez uma grande prova e foi vice-campeão (+7), só superado pelo surpreendente escocês Andrew Hendry (-3). Nos sub-14, Pedro Silva fez uma boa prova de trás para a frente (78+73+72) para terminar vice-campeão (+7) a 4 pancadas do inglês John Keane (+3).
O Oceânico World Kids Golf fechou em beleza com uma cerimónia de entrega de prémios muito concorrida e animada, na qual se destacaram as presenças dos presidentes da PGA de Portugal (José Correia) e do Ladies European Tour, o circuito profissional europeu feminino (Mark Lichtenhein). Chris T. Howell, o presidente do Grupo Oceânico, não pode  estar presente, tendo sido forçado a deslocar-se subitamente ao Reino Unido, nas numa entrevista concedida à Sky Sports, ainda no Amendoeira Golf Resort, prometeu uma bela festa para a 10ª edição do próximo ano.
As classificações e resultados dos vencedores e dos melhores portugueses, no final do torneio foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogaram no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam-se no Oceânico O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 29 pontos (10+8+11), +28.
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 46 pontos (16+15+15), +9; 3º Rodrigo Santos (Portugal), 44 pontos (13+16+15), +10.

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 54 pontos (13+25+16), +67.
Sub-10 masculinos: 1º Oscar Lent (Inglaterra), 91 pontos (25+31+35), +17; 3º Konstantin Mikirtumov (Portugal), 80 pontos (27+23+30), +30.

Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 78 pontos (24+28+26).
Sub-12 masculinos: Andrew Hendry (Escócia), 111 pontos (36+38+37), -3; 2º João Iglésias (Portugal), 101 pontos (31+36+34), +7.

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 229 pancadas (72+76+81), +13; 3ª Mafalda Brito 253 (91+84+78), +37.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 219 pancadas (70+71+78), +3; 2º Pedro Silva (Portugal), 223 (78+73+72), +7.

Sub-16 femininos: 1ª Megan Simmons (Inglaterra), 235 pancadas (77+79+79), +19; 2ª Filipa Capelo (Portugal), 237 (74+82+81), +21.
Sub-16 masculinos: 1º Owen Meeds (Inglaterra), 212 pancadas (69+74+69), -4; 2º Martim Batista (Portugal), 216 pancadas (70+72+74), Par.

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 228 (74+75+79), +12.

Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 218 pancadas (70+74+74), +2; 8º João Gouveia (Portugal), 257 (88+89+80), +41.Foto de: Carla Guerreiro Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quinta-feira, julho 27, 2017

Campeonato Nacional de Jovens


NO SANTO ESTÊVÃO GOLFE, ANA DA COSTA RODRIGUES, RODRIGO MARQUES SANTOS E ALBERTO COSTA MARQUES SAGRAM-SE CAMPEÕES NACIONAIS MAS O ESPANHOL KOSTKA HORNO FOI O MELHOR NOS SUB-12

Ana da Costa Rodrigues, Rodrigo Marques Santos e Alberto Costa Marques sagraram-se campeões nacionais de jovens nos escalões etários de sub-10 e sub-12, enquanto o espanhol Kostka Horno foi o melhor nos sub-12, mas não pode ver-lhe atribuído o estatuto de campeão nacional por não ser português.
O Campeonato Nacional de Jovens está a ser organizado pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) no Santo Estêvão Golfe, e continua a decorrer até sexta-feira no campo do Grupo Orizonte no concelho de Benavente, agora nos escalões de sub-14, sub-16 e sub-18.
Um total de 67 jogadores de 18 clubes (incluindo as duas regiões autónomas dos Açores e Madeira) esteve presente em Santo Estêvão durante dois dias e a competitividade foi a nota dominante, para além do bom nível de golfe manifestado, sobretudo pelo evento de sub-12 masculino. Os sub-10 jogaram nove buracos por dia, enquanto os sub-12 competiram em 18 buracos diários.
Veja-se como o título de sub-10 masculino foi decidido por 1 único ponto, enquanto a vitória nos sub-12 masculinos também foi determinada por 1 escassa pancada. Só no torneio feminino de sub-12 não houve incerteza até ao fim, dada a superioridade de 12 pancadas! Ana da Costa Rodrigues, do Club de Golf de Miramar liderou desde o primeiro dia e totalizou 164 pancadas, 18 acima do Par, com voltas de 86 e 78. A vice-campeã nacional foi Diana Barros, do Oporto Golf Club, com 176 (90+86), +30.
Rodrigo Marques Santos, da Associação Quinta do Lago, era 2º no final de uma primeira volta de 12 pontos (stableford gross), mas depois fez 14 pontos no segundo dia, para vencer com 26 pontos, 11 acima do Par. Tomás Afonso Araújo, de Miramar, até conseguiu no segundo dia a melhor volta de todo o torneio, com 15 pontos, mas na jornada inaugural só conseguira 10 pontos, pelo que agregou 25 (+11), ficando a 1 ponto do campeão. Alberto Costa Marques adicionou 156 pancadas, 10 acima do Par, resultantes de voltas de 76 e 80, e foi o melhor português da competição, razão pela qual levou para Miramar o título de campeão nacional. No entanto, ficou a 1 ponto do melhor jogador do torneio, o espanhol Kostka Horno (voltas de 77 e 78). Apesar de representar o Quinta do Vale Golf & Country Club, Kostka Horno não pode receber o título de campeão nacional, mas foi premiado com um troféu pelo melhor resultado da prova, de 155 pancadas, 9 acima do Par.
vice-campeão nacional de sub-12 foi outro jogador de Miramar, Pedro Afonso Freitas, com 159 pancadas, 13 acima do Par, entregando cartões de 77 e 82.
Tanto Ana da Costa Rodrigues como Rodrigo Marques Santos foram pela primeira vez campeões nacionais e o próprio Kostka Horno considerou ter sido a sua vitória mais importante de sempre. Já Alberto Costa Marques confirmou nos sub-12 o que já tinha feito em 2015, em Miramar, quando foi campeão nacional de sub-10.
«Era um objetivo que tinha há muitos anos, depois de ter ficado em 2º em três campeonatos, portanto, ganhar foi um objetivo realizado», disse Ana da Costa Rodrigues, de 12 anos, que tinha sido vice-campeã de sub-10 no Jamor em 2014 (perdeu para Maria Barroso Sá) e em Miramar em 2015 (cedeu para Diana Barros, de quem agora se desforrou), e ainda vice-campeã de sub-12 no Jamor em 2016 (superada por Sofia Barroso Sá).
Houve uma diferença notória nas condições de jogo entre o primeiro e o segundo dia de prova, sobretudo no que se refere às elevadas temperaturas na primeira volta, bem superiores a 30 graus. «Não quero usar isso como desculpa – referiu a jogadora treinada pelos irmãos Nelson e Sérgio Ribeiro – e havia muitas coisas a melhorar depois do primeiro dia e no segundo já melhorei, sobretudo meti mais putts».
O sucesso de Alberto Costa Marques foi o menos surpreendente neste campeonato, por tratar-se de um jovem de 12 anos que tem dominado de forma avassaladora o Circuito Drive da FPG, onde é quase invencível. Tal como Ana da Costa Rodrigues, é treinado pelos irmãos Nelson e Sérgio Ribeiro.
«No ano passado não consegui ganhar, porque correu-me mal, mas este ano fiz uma grande primeira volta, a segunda já não correu tão bem, mas chegou para ganhar», disse Alberto Costa Marques, que, apesar de ter preferido ser também o 1º classificado, para além de campeão nacional, não deixou de elogiar a presença e a rivalidade com Kostka Horno: «Gosto de sentir que há competição entre nós, isso puxa mais por mim. O meu adversário é bom e eu tive de esforçar-me mais para acompanhá-lo. O melhor no meu jogo foram os ferros e o putt, já o pior foi o drive e as madeiras. Acho que foi importante esquecer o calor e adaptar-me».
Se Ana da Costa Rodrigues e Alberto Costa Marques pertencem a famílias há muito ligadas ao golfe, com irmãos mais velhos que também são campeões na modalidade, já Rodrigo Marques Santos, de 9 anos, diz que só começou «a jogar golfe há três anos e a competir em torneios há dois» e que gosta de acompanhar no circuito «o Pedro Figueiredo e o Ricardo Melo Gouveia». E na sua primeira grande entrevista que deu já parecia um golfista traquejado.
«Ser campeão nacional era uma coisa que sabia que era possível. No primeiro dia comecei bem, mas depois cheguei ao segundo (buraco) Par-5 e “furei”. Depois pensei “já passou” e consegui fazer dois pares. No final do primeiro dia ia em 2º, com 1 ponto de desvantagem. No segundo dia comecei logo bem e no primeiro buraco empatei logo e depois correu bem, os chips estavam bons», analisou o jogador dos treinadores José Ferreira e Nuno Silva.
José Ferreira, treinador na Quinta do Lago, define «Rodrigo como um jogador completo para a idade. Bate forte na bola com uma distância grande para a sua idade e isso é uma vantagem. Tinha limitações no jogo curto e, como é costume nestas idades, na gestão das emoções. Trabalhámos muito nessas áreas e ele é hoje um jogador mais forte, sabe estar no campo e está mais tranquilo, como se vê por ter ganho os três últimos torneios que jogou (Circuito Drive no Jamor, US Kids em Santo Estêvão e o Campeonato Nacional de Jovens em Santo Estêvão), o que mostra uma maturidade evoluída para a idade».
Na cerimónia de entrega de prémios estiveram presentes José Luís Figueiredo, diretor do Santo Estêvão Golfe; Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG; António Vasconcelos, diretor de torneio; e Nelson Ribeiro, selecionador nacional.
Em declarações à GMK, Miguel Franco de Sousa considerou o balanço «positivo. Os clubes estão a fazer um bom trabalho não só em terem mais jogadores, mas também em treiná-los. Termos tantos jovens significa que temos o futuro da modalidade assegurado. O crescimento tem de ser sustentável e estes são jovens que à partida não irão deixar a modalidade porque jogam a um nível em que só querem melhorar e dentro de meia dúzia de anos vamos ver os frutos desta “cantera”».Foto de: Filipe Guerra / GolfTattoo Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, julho 26, 2017

Oceânico World Kids Golf - MARTIM BATISTA COMANDA NOS SUB-16



Rodrigo Santos
Martim Batista saltou hoje (dia 26) para o comando do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial de golfe, cuja nona edição reúne 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Sines, até sexta-feira.
O jogador do clube Vale de Janelas, inserido no escalão de sub-16, é um dos únicos quatro jogadores que estão abaixo do Par no final da segunda das três voltas da competição organizada pelo Grupo Oceânico e logo no Oceânico Faldo Course, o mais difícil dos dois campos do Amendoeira Golf Resort.
Martim Batista igualou hoje o Par-72 e soma 142 pancadas, 2 abaixo do Par, dispondo de apenas 1 pancada de vantagem sobre os ingleses Bailey Osborne (75+68) e Owen Meeds (69+74). Osborne fez hoje a melhor volta do torneio e Meeds tinha alcançado esse feito ontem, mas Batista lidera por ser o mais regular dos três (70+72).
Oscar Lent
Ainda nos sub-16, Filipa Capelo, da Quinta do Lago, perdeu a liderança mas apenas formalmente, dado que as suas 156 pancadas, 12 acima do Par (voltas de 74 e 82), são exatamente as mesmas da inglesa Megan Simmons (77+79). O sistema de desempate dita que a britânica surja no topo da classificação por ter jogado melhor no segundo dia.
Nos sub-12, a campeã nacional da categoria etária dilatou o seu comando. Apesar de já estar ontem na frente, Ana da Costa Rodrigues não tinha ficado satisfeita com os 24 pontos stableford gross do primeiro dia e hoje melhorou a sua prestação, com 28. A jogadora do Club de Golf de Miramar tem agora mais 11 pontos do que a inglesa Ava Bates (21+20), treinada em Inglaterra pelo treinador português Pedro Lemos.
Nos sub-10, Inês Belchior é a única jogadora em competição, pelo que já sabe que irá vencer mas, até por isso mesmo, deve ser elogiada por ter melhorado imenso do primeiro para o segundo dia, com 13 pontos na primeira volta e 25 hoje. Foi o terceiro melhor resultado do dia no escalão de sub-10, incluindo os 13 rapazes em prova.
Situação semelhante acontece com a luso-francesa Margaux Silva, a única jogadora de sub-18, que está a fazer uma bonita prova, com voltas de 74 e 75, para um agregado de 5 pancadas acima do Par, o que lhe dá o 3º lugar numa eventual classificação mista de sub-18.
Dos portugueses que não lideram há alguns que, apesar de tudo, se destacaram hoje, a começar por Rodrigo Santos, da Quinta do Lago, que fez o melhor resultado do dia nos sub-9, 16 pontos, igualando os 16 pontos de ontem do líder, o inglês Luca Randall. «Ontem estive mal nas saídas e hoje mais ou menos. O que fiz foi não jogar de drive e mudar para a madeira. E no buraco 4 hoje nem de madeira joguei porque ontem tinha ido para o lago», disse o campeão nacional de sub-10, que é agora 2º classificado, a apenas 2 pontos do 1º.
Nos sub-10, Tomás Araújo está muito consistente com voltas de 25 e 26 pontos no 3º lugar, enquanto nos sub-12 João Iglésias subiu de 8º a 3º depois de 36 pontos hoje, muito melhor do que os 31 de ontem. Boa subida também de Pedro Silva ao 3º lugar, dos sub-14, depois de fazer a segunda melhor volta do dia no seu escalão, em 73 pancadas.

Resultados e classificações

As classificações e resultados dos líderes e dos melhores portugueses, no final da segunda volta foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogam no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam no O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 18 pontos (10+8).
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 31 pontos (16+15); 2º Rodrigo Santos (Portugal), 29 pontos (13+16).

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 38 pontos (13+25).
Sub-10 masculinos: 1º Oscar Lent (Inglaterra), 56 pontos (25+31); 3º Tomás Araújo (Portugal), 51 pontos (25+26).

Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 52 pontos (24+28).
Sub-12 masculinos: Andrew Hendry (Escócia), 74 pontos (36+38); 3º João Iglésias (Portugal), 67 pontos (31+36).

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 148 pancadas (72+76), +4; 3ª Maria Barroso Sá (Portugal), 174 (86+88), +30.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 141 pancadas (70+71), -3; 3º Pedro Silva (Portugal), 151 (78+73), +7.

Sub-16 femininos: 1ª Megan Simmons (Inglaterra), 156 pancadas (77+79), +12; 2ª Filipa Capelo (Portugal), 156 (74+82), +12.
Sub-16 masculinos: 1º Martim Batista (Portugal), 142 pancadas (70+72), -2.

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 149 (74+75), +5.
Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 144 pancadas (70+74), Par; 8º João Gouveia (Portugal), 177 (88+89), +33.
Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira


Oceânico World Kids Golf


136 JOVENS DE 13 PAÍSES
NO AMENDOEIRA GOLF RESORT
A CONTAR PARA RANKING MUNDIAL


Ana da Costa Rodrigues, Filipa Capelo, e ainda Konstantin Mikirtumov são os portugueses que assumiram a liderança nos seus escalões etários após a primeira volta do Oceânico World Kids Golfe, o torneio internacional juvenil de golfe mais importante de Portugal, a contar para o ranking mundial de golfe, cuja nona edição reúne 136 jovens de 13 países no Amendoeira Golf Resort, no concelho de Sines, até sexta-feira, dia 28 de julho. Também Inês Belchior merece uma referência, embora seja a única jogadora nos sub-10. Quanto a Margaux Silva, que comanda as sub-18, é mais um exemplo de uma filha de uma portuguesa residente em França, que fala ambas as línguas, uma digna sucessora de Filipe Lima e de Joana de Sá Pereira, recentemente coroados campeão e vice-campeã nacionais de profissionais. O caso de Ana da Costa Rodrigues é impressionante por a campeã nacional de sub-12 ter conquistado anteontem (Domingo) o Campeonato Internacional Juvenil da Áustria, no seu escalão etário, depois de um duro play-off de três buracos.
E hoje, apenas dois dias depois, apesar do forte calor que se fez sentir, com as temperaturas a dada altura a superarem os 35 graus centígrados, a jovem do Club de Golf de Miramar conseguiu ainda manter a concentração suficiente para somar 24 pontos stableford gross, deixando a 3 pontos de distância a britânica Ava Bates.
«Já joguei três vezes este torneio e ganhei logo na primeira vez, nos sub-10. Este é um torneio em que estou a competir com jogadoras de outros países e isso é bom para saber o nível em que estou. Gosto muito do ambiente e do campo (Oceânico O’Connor Jr.) e é por isso que gosto de voltar. Hoje não acho que fiz um bom resultado mas acredito que possa correr melhor nos próximos dias. A vitória na Áustria foi talvez o torneio que me soube melhor ganhar, por ser o mais importante que ganhei. É desgastante (fazer torneios seguidos), mas não posso dar isso como desculpa para o que fiz hoje porque poderia ter corrido muito melhor», disse a sempre exigente campeã nacional de sub-12.

Quanto a Filipa Capelo, vai na frente do torneio de sub-16, com 74 pancadas, 2 acima do Par, seguida da inglesa Megan Simmons com 77 (+5). A vice-campeã nacional desta categoria etária, da Quinta do Lago, estava satisfeita com a sua exibição.
«Eu estava a jogar para 9 acima do Par e fiz 2 acima, o que é muito bom. Hoje comecei logo com 1 bogey mas veio logo 1 birdie e fiquei contente. Do buraco 10 aos 18 fiz 1 pancada abaixo do Par, com 3 birdies e 2 bogeys. Depois, do 1 ao 9 não comecei muito bem com bogey-bogey e não consegui ter muito mais oportunidades para birdie e tive outro bogey no 18, mas foi bom», disse Filipa Capelo que já venceu uma vez o World Kids Golf em sub-14.
Konstantin Mikirtumov, que apesar do nome que denuncia origens de imigração é um português de gema e fala como tal, somou 27 pontos e disse que até começou por furar o primeiro buraco, mas teve uma boa série de «seis pares seguidos».
«Infelizmente não fiz nenhum birdie, apesar de ter muitas oportunidades, mas correu bem», acrescentou o jovem louro de olhos claros que está a jogar pela primeira vez o torneio e adorá-lo, na medida em que pode «conhecer novos amigos no golfe, de conhecer campos novos como este e de baixar de handicap».
O melhor resultado do primeiro dia pertenceu ao britânico Owen Meeds, que comanda nos sub-16 com 69 pancadas, 3 abaixo do Par do difícil Oceânico Faldo Course, desenhado pelo antigo n.º1 mundial, Nick Faldo. Mas mesmo neste caso os portugueses estão em destaque, com Martim Batista, do Clube Vale Janelas, a vir logo em 2º, a 1 pancada de distância.
As classificações e resultados dos líderes e dos melhores portugueses, no final da primeira volta foram os seguintes, sendo que os rapazes de sub-14, sub-16 e sub-18 jogam no Oceânico Faldo Course, enquanto todos os outros torneios se desenrolam no O’Connor Jr.:

Sub-9 femininos: 1ª Eleanor Lichtenhein (Inglaterra), 10 pontos.
Sub-9 masculinos: 1º Luca Randall (Inglaterra), 16 pontos; 2º João Alves (Portugal), 16 pontos.

Sub-10 femininos: 1ª Inês Belchior (Portugal), 13 pontos.
Sub-10 masculinos: 1º Konstantin Mikirtumov (Portugal), 27 pontos.
Sub-12 femininos: 1ª Ana da Costa Rodrigues (Portugal), 24 pontos.
Sub-12 masculinos: Marc Keller (Suíça), 36 pontos; 8º João Iglésias (Portugal), 31 pontos.

Sub-14 femininos: Sarah Mardani (Inglaterra), 72 pancadas (Par); 3ª Maria Barroso Sá (Portugal), 23 pontos.
Sub-14 masculinos: John Keane (Inglaterra), 70 pancadas (2 abaixo do Par); 3º Luca Lopes (Portugal), 75 (+3).

Sub-16 femininos: Filipa Capelo (Portugal), 74 (+2).
Sub-16 masculinos: 1º Owen Meeds (Inglaterra), 69 (-3); 2º Martim Batista (Portugal), 70 (-2).

Sub-18 femininos: Margaux Silva (França), 74 (+2).
Sub-18 masculinos: Cavan Mallon (Inglaterra), 70 (-2).

Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

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