segunda-feira, maio 14, 2018
FILIPE LIMA VICE-CAMPEÃO - 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort
sábado, maio 12, 2018
56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort
FILIPE LIMA LIDERA EMPATADO COM GALÊS MANLEY
O CAMPEÃO NACIONAL E O ANTIGO VENCEDOR DE DOIS TÍTULOS DO EUROPEAN TOUR ESTÃO COM 5 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UM DIA VENTOSO QUE DEIXOU AINDA PEDRO FIGUEIREDO NO 3.º LUGAR, A 1 PANCADA DE DISTÂNCIA
Filipe Lima tornou-se hoje (Sábado) no primeiro português a partir para a última volta na liderança do Open de Portugal. Neste 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, de 200 mil euros em prémios monetários, o campeão nacional partilha o comando com o galês Stuart Manley, com 211 pancadas, 5 abaixo do Par.
Manley e Lima são dois veteranos não só do Challenge Tour mas sobretudo do European Tour, com títulos conquistados tanto na primeira como na segunda divisão europeia. Essa experiência veio hoje ao de cima em condições de jogo complicadas, devido ao forte vento que se fez sentir em Portimão, exigindo muita paciência e, como referiram Lima e Pedro Figueiredo um shot muito especial, «o punch». Não é por acaso que os dois melhores resultados do dia foram exatamente Manley com 68 pancadas, 4 abaixo do Par, e Lima com 69 (-3). O português residente em França (que está a pensar em mudar-se para Azeitão) e o galês não serão os únicos candidatos ao título, uma vez que a sua liderança está presa por 1 única pancada.
No grupo de 3.º classificados, composto por sete jogadores, entre os quais o anterior líder, o espanhol Adri Arnaus, figura outro português, Pedro Figueiredo, que hoje teve uma boa terceira volta de 70 (-3) para ficar com um total de 212 (-4). Consistência impressionante de @Figgy” com voltas de 71, 71 e 70.
Dos restantes portugueses que passaram o cut, o amador Vítor Lopes aparece em 13.º com 214 (-2), depois de 71 (-1) hoje; enquanto João Carlota (73 hoje) e Tiago Cruz (72) surgem em 19.º com 215 (-1).
Afastados da luta pelo título só mesmo Tomás Silva em 64.º com 222 (+6) e Ricardo Santos em 223 (+7).
«O meu 3.º lugar (em 2005) foi o melhor resultado de um português no Open de Portugal. Espero que amanhã um português venha a melhorar esse recorde e se for eu ainda melhor, mas é claro que só posso dizer que vou tentar dar o meu melhor no último dia», disse Filipe Lima, de 36 anos.
Sobre a terceira volta de hoje frisou que «3 abaixo do Par com as condições de jogo de hoje é bom».
Em relação às hipóteses de tornar-se no primeiro campeão português do Open de Portugal avisou que «é sempre difícil ganhar um torneio seja do Challenge Tour, do Alps Tour, até o Campeonato Nacional. O que posso fazer é jogar o melhor possível porque posso fazer a melhor volta da minha vida e se alguém jogar melhor do que eu saio derrotado».
Se Filipe Lima já conta com 4 títulos do Challenge Tour no seu palmarés, Pedro Figueiredo, dez anos mais novo, persegue o seu primeiro. «Há dois portugueses muito bem classificados para a última volta – disse “Figgy” – e eu estou contente com o meu jogo. Acho que a minha melhor classificação num torneio do Challenge Tour foi um 13.º lugar, portanto espero pelo menos um recorde pessoal e vou dar o meu melhor».
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
O CAMPEÃO NACIONAL E O ANTIGO VENCEDOR DE DOIS TÍTULOS DO EUROPEAN TOUR ESTÃO COM 5 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UM DIA VENTOSO QUE DEIXOU AINDA PEDRO FIGUEIREDO NO 3.º LUGAR, A 1 PANCADA DE DISTÂNCIA
Filipe Lima tornou-se hoje (Sábado) no primeiro português a partir para a última volta na liderança do Open de Portugal. Neste 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, de 200 mil euros em prémios monetários, o campeão nacional partilha o comando com o galês Stuart Manley, com 211 pancadas, 5 abaixo do Par.
segunda-feira, maio 07, 2018
Porto - Nova Iorque/Newark ligadas pela United Airlines
A cidade do Porto é servida pela rota diária da United Airlines, recentemente inaugurada (dia 5). Esta rota liga a cidade invicta a Nova Iorque/Newark. O novo voo diário da United Airlines, operado com um Boeing 757, com 196 lugares, 16 dos quais em executiva, vai demorar cerca de sete horas a ligar o Porto ao Aeroporto Internacional Newark Liberty, tem partida dos Estados Unidos às 21:45 e chegada à Invicta às 09:40, descolando posteriormente às 12:35 para chegar ao outro lado do Atlântico às 15:35, sempre horas locais.
terça-feira, abril 10, 2018
RUI MORRIS LIDERA O PRIMEIRO DIA ÓBIDOS INTERNACIONAL OPEN
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| Andrea Saracino |
Rui Morris carimbou hoje (segunda-feira) a melhor volta da sua carreira profissional iniciada em 2016 e lidera pela primeira vez um torneio internacional. O português de 21 anos fez 68 pancadas, 4 abaixo do Par do Guardian Bom Sucesso Golf Resort, para coliderar o 1.º Obidos International Open, um torneio do Alps Tour, de 30 mil euros em prémios monetários, organizado pelo Portugal Pro Golf Tour. Rui Morris partilha o comando com o francês Nicolas Aparício e o italiano Andrea Saracino, jogadores que, tal como ele, também nunca tinham encabeçado antes um torneio a contar para o ranking mundial e quem pareceram ter sentido o forte vento que soprou. Qualquer um deles está em muito boa posição de conquistar o seu primeiro título nesta terceira divisão europeia, até porque as previsões meteorológicas apontam para um agravamento nos próximos dias, fazendo com que os resultados de hoje, sem chuva, possam vir a ser primordiais na classificação final. «Comecei muito bem o dia, estava muito tranquilo, fiz logo 1 birdie no 10, mais 2 birdies seguidos no 12 e no 13, vi-me com 3 abaixo do Par e muito confiante no meu jogo. Tentei manter-me o mais calmo possível (…), nos buracos 17, 18 (bogey) e 1 tive um momento mais difícil, senti-me a vacilar mas voltei a fazer 1 birdie no 3 e outro no 5. Foi a minha melhor volta em torneios oficiais e nunca tinha começado bem um torneio. Estou muito contente porque sei das previsões meteorológicas e sabia da importância de fazer hoje um bom resultado. É um campo de que gosto muito, fiz aqui um bom resultado (top-10) na Taça Ibérica PGA de há dois anos», disse Rui Morris, jogador da Honma. Se Rui Morris ainda sofreu 2 bogeys, Andrea Saracino viveu uma volta imaculada. «Fiz 4 birdies e nenhum bogey. Foi fácil (risos). Estiveram condições de jogo complicadas, mas espero jogar de novo bem amanhã. Nem sempre gosto de jogar com vento, mas hoje foi bom, até porque o campo está muito bom, com os greens muito rápidos», disse Andrea Saracino, de 23 anos, que tornou-se profissional há dois anos e em 2015 foi 2.º classificado no Campeonato Internacional Amador de Portugal de 2016, com o excelente resultado de -12 no Montado Hotel & Golf Resort. Também o francês Nicolas Aparício já jogou o Campeonato Internacional Amador de Portugal e nos seus tempos de amador gostava de «jogar golfe em Portugal». Foi a sua primeira visita ao Guardian Bom Sucesso Golf Resort e saiu-se bem, com apenas 1 bogey e 5 birdies, sendo de realçar o excelente final de volta, com birdie nos buracos 17 e 18, considerados dos mais difíceis do percurso. «Mantive-me calmo todo o dia, até porque não comecei bem, mas fiz 1 bom chip e putt para salvar o Par no 3 e fiz um bom birdie no 5. Depois terminei muito bem com birdies no 15, 17 e 18. Cheguei anteontem, fiz uma boa volta de treino, gostei muito do campo e do resort e gosto de jogar em Portugal. É a primeira vez que lidero, pelo que terei de gerir o stress e manter a serenidade, mas sinto-me a jogar bem e não vejo razão para que isso mude», considerou o jogador do Golf do Médoc, de 25 anos, que no ano passado fez um top-5 no Alps Tour, o seu recorde pessoal como profissional. Para além deste trio de líderes, a jornada inaugural ficou marcada por 18 jogadores terem conseguido bater o Par-72 do campo, entre os quais Tiago Cruz, que está no grupo dos 5.º classificados, um extenso grupo de sete jogadores com 70 pancadas, 2 abaixo do Par. Há um total de 13 portugueses em prova (resultados completos em anexo). O Alps Tour é uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu e no final de cada época os cinco jogadores melhores classificados na Ordem de Mérito ascendem ao Challenge Tour, o escalão secundário na Europa. O Óbidos International Open atraiu 120 jogadores, de 17 nacionalidades. O evento encerra ainda o Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional em que cada torneio oferece 10 mil euros em prémios, que se realiza todos os anos entre novembro e abril, sendo sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de golfe (FPG) e o Jamega Pro Golf Tour.Foto de: Hugo Ribeiro / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira ______________________________________________________________________________________________
quarta-feira, abril 04, 2018
ALPS TOUR PELA PRIMEIRA VEZ PASSA POR PORTUGAL
PARCERIA COM PORTUGAL PRO GOLF TOUR, PGA PORTUGAL, FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE E GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF VIABILIZA TORNEIO DE 30 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, ENTRANDO NA ELITE DE EVENTOS NACIONAIS
| Pedro Figueiredo |
| Ricardo Santos |
segunda-feira, novembro 27, 2017
Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf Awards
Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf AwardsNo ano em que celebra 10 anos o Hilton Vilamoura arrecadou duas distinções
O Hotel que celebra este ano 10 anos de existência e vencedor do prémio Portugal’s Leading Resort em 2016, voltou a receber esta distinção este ano, em Outubro, e no passado sábado dia 25 de Novembro, foi reconhecido como Portugal’s Best Golf Hotel 2017 pelos World Golf Awards.terça-feira, novembro 07, 2017
terça-feira, outubro 31, 2017
Final do Circuito PT Empresas 2017
PEDRO FIGUEIREDOFEZ A “DOBRADINHA”, AO VENCER O OPEN E O PRO-AM, NO GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF, UM CAMPO “FÉTICHE” PARA O ANTIGO CAMPEÃO NACIONAL
Pedro Figueiredo igualou Ricardo Santos com 3 títulos conquistados no ano civil de 2017, sendo ambos os golfistas profissionais portugueses com mais vitórias alcançadas desde o dia 1 de janeiro.
“Figgy” venceu o Open da Final do Circuito PT Empresas, de 7.515 euros em prémios monetários, integrado no PGA Portugal Tour, o circuito profissional português.
Esse troféu juntou-se aos obtidos em fevereiro no Morgado Classic e em abril no Guardian Bom Sucesso Grand Final, ambos eventos do Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional.
O atleta do Sport Lisboa e Benfica fez a sempre apetecível “dobradinha”, uma vez que para além do sucesso no Open, arrecadou também o 1º lugar no Pro-Am da Final do Circuito PT Empresas, ao lado do amador espanhol Sergio Garcia… não obviamente o famoso campeão do Masters em Augusta, mas um residente em Portugal, que tem ainda o apelido de Leanizbarrutia.
Na competição individual, Pedro Figueiredo totalizou 129 pancadas, 15 abaixo do Par do campo do Guardian Bom Sucesso Golf, em Óbidos, após voltas de 62 e 67, recebendo um prémio de mil euros.
O 2º classificado, a 4 pancadas de distância, foi Hugo Santos, com o resultado de 133 (67+66), -11. Pertenceu-lhe a melhor segunda volta do torneio e embolsou 800 euros.
No Pro-Am, reuniram-se os amadores que ao longo do ano se foram apurando para esta Final e, ao contrário do que é habitual noutros Pro-Am, cada equipa foi constituída apenas por dois amadores e cada amador teve o privilégio de jogar dois dias seguidos com o mesmo profissional.
Nesta classificação coletiva, o profissional do Quinta do Peru Golf & Country Club emparceirou com o espanhol Sergio Garcia Leanizbarrutia e totalizaram 123 pancadas, com voltas de 61 e 62, tendo-se jogado no sistema de “fourball medal net”.
Os campeões bateram por 1 única pancada o “rei” dos Pro-Am em Portugal, João Carlota, associado à amadora Barbara Polzot, a formação que liderava aos 18 buracos e que concluiu os 36 buracos com o resultado de 124 (59+65).
«É sempre bom regressar às vitórias. Tive algumas oportunidades a meio da época, no Pro Golf Tour, mas não consegui nenhuma. Sabe sempre bem ganhar», disse Pedro Figueiredo ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal, referindo-se ao facto de este ser o seu primeiro triunfo desde abril.
Entre janeiro e setembro de 2017 o campeão nacional de 2013 também competiu no Pro Golf Tour, uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu, e viveu uma época muito boa.
Competiu em 21 torneios, alcançou 13 top-10, entre os quais três 2º lugares e dois 3º lugares. Fechou a temporada no 4º posto da Ordem de Mérito e com isso ascendeu ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia, na qual irá competir em 2018.
O presidente da PGA de Portugal, José Correia, não poderia estar mais contente: «O Pedro está a passar por um excelente momento de forma. Esta época foi, sem dúvida, uma afirmação da sua qualidade como profissional de competição. A dupla vitória no Circuito PT Empresas confirma isso mesmo. É garantido que o “Figgy” irá competir no Challenge Tour em 2018, contudo, ainda poderá chegar ao European Tour (primeira divisão europeia) através da Escola de Qualificação, cuja Segunda Fase começa no próximo dia 3, em Espanha. Seria a cereja no topo do bolo vê-lo jogar para o ano no European Tour, ao lado do seu amigo de sempre, o Ricardo Melo Gouveia».
A boa forma de Pedro Figueiredo vê-se pelo resultado de 15 abaixo do Par com que terminou o Open da Final do Circuito PT Empresas, como o próprio jogador de 26 anos fez questão de sublinhar ao site especializado “GolfTattoo”: «Nunca tinha feito -10 numa volta (62 pancadas no primeiro dia), nem -15 em duas. As condições estavam perfeitas, não houve vento, mas não deixou de ser excelente».
Claro que o Guardian Bom Sucesso Golf é um dos traçados preferidos do profissional da Navigator. Em abril tinha ganho nesse mesmo percurso a Final do Portugal Pro Golf Tour, também com o bom resultado de 7 pancadas abaixo do Par, após voltas de 70, 68 e 71.
«Dou-me bem com o campo. Não é muito comprido, proporciona bastantes wedges ao green, o que me favorece, pois é um dos meus pontos fortes», explicou ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal.
Sobre a outra vitória, a do Pro-Am, o benfiquista elogiou o seu parceiro amador: «Ajudou-me bastante, sobretudo no segundo dia, fez uma grande segunda volta e sem a ajuda dele não teríamos conseguido a vitória».
«Gostei deste formato, acho que interagimos mais com o nosso amador e existe mais química de equipa do que quando são três amadores e um profissional», acrescentou.
Recorde-se que é a segunda vez que a PGA de Portugal experimenta este formato especial de equipas de dois jogadores, de um profissional e um amador.
Foi em 2013 que se inovou, com o Oeste PGA Open, ganho por Tiago Cruz mas com Pedro Figueiredo em 2º lugar, enquanto na classificação coletiva o título foi para Vítor Lopes e Eduardo Gradiz.
O presidente da PGA de Portugal considera positivo o balanço do Circuito PT Empresas de 2017, que agora chegou ao fim: «Estamos muitíssimo satisfeitos com o Circuito PT Empresas. Um dos objetivos passava por proporcionar uma experiência de golfe única aos convidados e sem dúvida que isso foi alcançado. Os nossos profissionais estiveram em grande nível e sete deles concluíram os dois dias de prova abaixo do Par».
«Esta parceria com a PT Empresas vem reforçar a qualidade do PGA Portugal Tour e estamos muito honrados pelo voto de confiança que nos foi dado», concluiu José Correia.
Encerrou-se, assim, o PGA Portugal Tour de 2017, mas a competição não acabou para os profissionais portugueses e até ao final do ano haverá ainda seis torneios do circuito internacional Portugal Pro Golf Tour.
No somatório de todos os circuitos, os jogadores profissionais portugueses com títulos conquistados em 2017 são: Pedro Figueiredo e Ricardo Santos com 3, Tiago Cruz com 2 e com 1 um grupo extenso de oito (Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima, Stephen Ferreira, Tiago Rodrigues, Hugo Santos, Tomás Silva, Susana Ribeiro e Elídio Costa).
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Clube de Golfe de Ponte de Lima vence Match Anual
Clube de Golfe de Ponte
de Lima vence Match Anual
No passado sábado (28), o Axis Golfe
organizou o Match Anual entre o Clube de Golfe de Ponte de Lima e o Clube de Golfe de Braga, elegendo o
primeiro como vencedor, pelo terceiro ano consecutivo, com uma diferença de 10
pontos.
Disputada na modalidade Stableford – Gross e Net, a prova deixou ainda no
ar a promessa, por parte do Clube de Golfe de Braga, que os resultados serão
diferentes em 2018. esta prova contou com 60 jogadores, que após o jogo seguiu-se o almoço de convívio e respectiva distribuição de prémios e o sorteio de vouchers prenda entre os presentes.
CLASSIFICAÇÃO CLUBES
PONTE DE LIMA 248 PTS
CLUBE GOLFE BRAGA 238 PTS
CLASSIFICAÇÃO GROSS
1º GROSS: IÑIGO MARURI 35 PTS
2º GROSS: DOMINGOS CARDOSO 29 PTS
3º GROSS: ANTONIO RESSURREIÇÃO 27 PTS
CLASSIFICAÇÃO NET
1º NET: ANTONIO GOMES DIAS 42 PTS
2º NET: MANUEL JOAQUIM ARAUJO 42 PTS
3º NET: ANTONIO LOMBA 40 PTS
DRIVE MAIS LONGO GERAL: IÑIGO MARURI
BOLA MAIS PERTO GERAL: JOSE ALBERTO PEREIRA
CLASSIFICAÇÃO CLUBES
PONTE DE LIMA 248 PTS
CLUBE GOLFE BRAGA 238 PTS
CLASSIFICAÇÃO GROSS
1º GROSS: IÑIGO MARURI 35 PTS
2º GROSS: DOMINGOS CARDOSO 29 PTS
3º GROSS: ANTONIO RESSURREIÇÃO 27 PTS
CLASSIFICAÇÃO NET
1º NET: ANTONIO GOMES DIAS 42 PTS
2º NET: MANUEL JOAQUIM ARAUJO 42 PTS
3º NET: ANTONIO LOMBA 40 PTS
DRIVE MAIS LONGO GERAL: IÑIGO MARURI
BOLA MAIS PERTO GERAL: JOSE ALBERTO PEREIRA
segunda-feira, outubro 23, 2017
Ricardo Melo Gouveia no European Tour de 2018
Ricardo Melo Gouveia garantiu a permanência no European Tour em 2018 ao
terminar o Andalucia Valderrama Masters em 23.º lugar (empatado), com 285 pancadas, 1 acima do par, após voltas de 69, 70, 72 e 74. Graças ao facto de conseguir o nono lugar no Access List, lista de de torneios de menor prize-money, onde não excluídos os eventos da série Rolex, os Masters, o Campeonato dos EUA PGA e os quatro Campeonatos mundiais de golfe. Assim, e desta forma após embolsar 21.100 euros, Ricardo conseguiu passar do décimo segundo lugar para o nono posto e ver garantida a sua presença para a época de 2018, terminando o ano em 115.º na Corrida para o Dubai. No entanto, Ricardo Melo Gouveia falha o Race to Dubai aoexemplo do ano anterior
Já, Filipe Lima não conseguiu garantir o cartão para 2018, tendo de ir à Escola de Qualificação para voltar ao palco do circuito europeu. recorde-se que Filipe Lima foi 30.º (empatado) em Valderrama, com 287 (72+72+70+73), três pancadas acima do par. Filipe Lima arrecadou ainda 16.333 euros, ficando no lugar 142.º no ranking europeu
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terça-feira, setembro 26, 2017
Lucas Bjerregaard vence o 11º Portugal Masters
A MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE SEMPRE DE PORTUGUESES NO MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE PORTUGUÊS, DE 2 MILHÕES DE EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, ONDE O DINAMARQUÊS LUCAS BJERREGAARD FOI O MELHOR NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, EM VILAMOURA E CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO NO EUROPEAN TOUR
Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima fizeram no passado Domingo 24 história no 11º Portugal Masters, ao partilharem entre si o 5º lugar, a melhor classificação de sempre de portugueses no nosso mais importante torneio de golfe.
Lima (com voltas de 69, 66, 68 e 67) e Melo Gouveia (com rondas de 69, 67, 69 e 65) totalizaram 270 pancadas, 14 abaixo do Par, ficando a 6 do campeão, o dinamarquês Lucas Bjerregaaard, que adicionou cartões de 66, 65, 68 e 65 e conquistou em Vilamoura o primeiro título da sua carreira no European Tour, a primeira divisão europeia.
De uma assentada, Bjerregaard embolsou 333.330 euros, ascendeu do 114º ao 47º lugar da Corrida para o Dubai, garantindo virtualmente que irá continuar no European Tour, passando a lutar pela qualificação para o DP World Tour Championship, no Dubai. Esse era o principal objetivo dos dois atletas olímpicos portugueses – usarem o Portugal Masters como trampolim para a manutenção no European Tour em 2018. Um top-3 poderia ter-lhes dado isso, mas este 5º lugar, ainda assim, valeu 77.400 euros a cada um.
Em termos meramente financeiros, a época está salva para ambos, mas esse valor convertido em pontos para a Corrida para o Dubai ainda não lhes chega. Melo Gouveia melhorou de 133º para 114º, enquanto Lima subiu de 176º para 145º.
Só faltam quatro torneios até ao final da época regular do European Tour e os dois portugueses precisam de entrar no top-100 da Corrida para o Dubai para poderem segurar o direito de prosseguirem no European Tour na próxima temporada. Há ainda outra hipótese, que consiste em ficarem no top-10 da Access List, um ranking que só conta os eventos que não integram a Rolex Series. Nessa hierarquia, Melo Gouveia deu um salto para 13º e Lima para 25º.
Estas são as questões técnicas de tudo o que estava em jogo no dia de hoje, mas a proeza dos dois jogadores que representaram Portugal na Taça do Mundo na Austrália significou muito mais pelo valor simbólico.
O recorde nacional de 16º classificado de Ricardo Santos no Portugal Masters de 2012 foi pulverizado e no caso de Ricardo Melo Gouveia pensou-se na hipótese de chegar à vitória, quando andou algum tempo no 2º lugar, por duas vezes distintas durante a última volta. Quando acabou a sua prova, era o líder na clubhouse, algo de inédito na prova para um português.
Em mais um dia glorioso de sol em Vilamoura, o Dom Pedro Victoria Golf Course engalanou-se para receber os dois melhores golfistas portugueses da atualidade e se é verdade que pela sétima vez em 11 anos se ultrapassaram as 36 mil entradas em cinco dias (36.083), desta vez sentiu-se que, pela primeira vez, havia mais público português, com realce para centenas de crianças em festa.
As partidas do buraco 1, dos dois atletas olímpicos portugueses e as suas chegadas ao buraco 18 foram, desta feita, os momentos mais ruidosos da semana e a perseguição de que ambos foram alvo depois de terminarem a prova deram esperança de um efeito multiplicador de praticantes.
«Eu lembro-me de há uns anos ser um deles e andar ali no meio», disse Melo Gouveia à Sky Sports. «É maravilhoso vermos estas crianças e quem sabe se um dia uma delas não irá jogar melhor do que aquilo que nós fizemos hoje», declarou Lima.
Já houve jogadores portugueses a vencerem torneios do European Tour, Daniel Silva em 1992, Filipe Lima em 2004 e Ricardo Santos em 2012, mas o Portugal Masters tem um estatuto e brilho especial na história do golfe nacional. «Eu chamo-lhe o meu quinto ‘Major’», frisou Melo Gouveia.
Para o Turismo de Portugal, os números de afluência, as transmissões televisivas para todo o Mundo, a promoção do golfe no Algarve em particular e no país em geral, os prémios sistemáticos de melhor destino turístico de golfe, são os fatores determinantes do sucesso do torneio.
Mas o próprio Turismo de Portugal – como se percebeu no discurso de Filipe Silva na cerimónia de entrega de prémios – valoriza este 5º lugar de Lima e Melo Gouveia, como uma enorme alavanca para o golfe ser encarado como desporto e não apernas como uma atividade económica.
É nesse sentido que deve entender-se a bonita quebra de protocolo a que se assistiu na cerimónia de entrega de prémios, por, para além do campeão, terem sido também chamadas e homenageados as duas estrelas do golfe nacional.
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