segunda-feira, junho 11, 2018

Shot Clock Masters

O golfista português Filipe Lima terminou hoje (domingo)
na 43.ª posição no Shot  Clock Masters, prova do Europeutour, ​ao concluir
com um total de 287 pancadas (73+72+70+72). 
A prova foi ganha pelo
finlandês Mikko Korhonen, que totalizou 272 pancadas, menos quatro do que
o escocês Connor Syme, que o segundo classificado,
o escocês Syme Connor.
No que respeita à classificação do Road to
Ras Al Khaimah​, classificação do Challengetour, de acesso de
pleno direito ao Europeantour, ​Filipe Lima,
está agora na vigésia-​primeira posição.

segunda-feira, maio 28, 2018

​Filipe Lima cada vez mais no Road to Ras Al Khaimah

Minkyu Kim

​Filipe Lima, terminou hoje (dia 27) na 10.ª posição o 'challenge' checo de Dritec. O golfista nacional, conseguiu manter  o 10.º lugar com que fechou conseguido na terceira volta, e terminando o torneio com um agregado de 276 pancadas, menos 12 que o par.
​O ultimo dia ficou "marcado"
por oito 'birdies' ​contra dois 'bogeys' e um duplo 'bogey', estes últimos dois resultados evitaram Lima de ter ascendido ao Top FIVE do torneio, e assim conseguir entrar nos quinze primeiros do Road to Ras Al Khaimah. Filipe Lima esta agora na décima-sexta posição com 28.274 pontos a 1.036 do décimo-quinto classificado.
Por seu lado, Ricardo Santos foi 25.º classificado, depois de ter tido uma subido espetacular de 34 lugares no último dia, terminando o ultimo dia com 66 pancadas (281 no total). Ricardo Santos, ocupa atualmente a posição 109 com 4.338 pontos.
Ainda nesta classificação, esta Pedro Figueiredo na posição 50 com 10.732 e Tiago Cruz na posição 58 com 9.730.
A prova foi ganha pelo sul-coreano Kim Minkyu, que terminou com um total de 268 pancadas, 20 abaixo do par e menos três do que o sueco Sebastian Soderberg, que foi segundo, com 271.
A próxima prova tem inicio no dia 31 no 
Golf Sempachersee,Lucerne,Switzerland
foto credito: 
(credit Ota Mrákota/Relmost) (European Tour)
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terça-feira, maio 15, 2018

Tomou posse a nova direção da Associação Nacional de Treinadores de Golfe, eleita para o quadriénio 2018-2022.


Na passada segunda-feira dia 14 de maio tomou posse a nova direção da Associação Nacional de Treinadores de Golfe, eleita para o quadriénio 2018-2022.
A nova direção tem como principais objetivos para o seu mandato: promover e desenvolver a Formação Contínua dos Treinadores de Golfe, no âmbito da sua intervenção estratégica com outras instituições, nomeadamente com a FPG; promover anualmente um seminário ou ação correspondente no âmbito da formação contínua ou científica; promover, participar e apresentar sugestões promotoras do desenvolvimento do golfe, nomeadamente nos seus aspetos técnicos e científicos inerentes ao treino e ao jogo, bem como outras atividades no sentido de consolidar a importância social do Treinador. 
Os novos Corpos Sociais da ANTG são constituídos pelos seguintes Treinadores de Golfe:
Assembleia Geral

Presidente: Lutero Ferreira
1o Secretário: Henrique Medeiros
2o Secretário: Luís Manuel Nogueira
Direção
Presidente: Mário Jorge Silva
Vice-presidente: José Nogueira da Silva
Vice-presidente: Hugo Pinto
Vice-presidente: Pedro Franco Dias
Conselho Fiscal
Presidente: Luís Lopes
Vogal: João Bonaparte
Vogal: Maria Gabriela Bentes

segunda-feira, maio 14, 2018

FILIPE LIMA VICE-CAMPEÃO - 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort

O CAMPEÃO NACIONAL FICOU A 2 PANCADAS DO VENCEDOR, O AUSTRALIANO DIMITRIOS PAPADATOS, QUE CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO NO CHALLENGE TOUR. TIAGO CRUZ EM 4.º, PEDRO FIGUEREDO EM 8.º, VÍTOR LOPES EM 14.º E JOÃO CARLOTA EM 22.º TAMBÉM ALCANÇARAM RECORDES PESSOAIS
 

Filipe Lima sagrou-se vice-campeão do 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, o único torneio português do Challenge Tour, de 200 mil euros em prémios monetários, que hoje (Domingo dia 13) terminou em Portimão. O campeão nacional superou o seu próprio recorde nacional de melhor classificação portuguesa na prova, o 3.º posto alcançado em 2005, no Oitavos Dunes, quando o Open integrava ainda o European Tour. 
Filipe Lima totalizou 283 pancadas, 5 abaixo do Par, o mesmo resultado com que partiu hoje para a última volta na liderança. Hoje cumpriu o Par-72 do campo, depois de 3 birdies e 3 bogeys. Nos dias anteriores fizera voltas de 74, 68 e 69. O seu 2.º lugar foi partilhado com o francês Antoine Rozner, autor de voltas de 72, 71, 70 e 70. Cada um recebeu um prémio de 18 mil euros.
O português residente em França, que quer vir morar para Azeitão, e o francês, só foram ultrapassados pelo australiano de origem grega, Dimitrios Papadatos, que somou 281 pancadas, 7 abaixo do Par, agregando cartões de 73, 66, 73 e 69, para arrecadar um prémio de 32 mil euros.
Filipe Lima partiu para a última volta na liderança partilhada com o galês Stuart Manley, mas o perigo veio de trás. Papadatos, de 26 anos, estava 1 pancada atrás, no 3.º lugar, empatado, entre outros, com Pedro Figueiredo, mas assumiu o comando logo no início da última volta com 2 birdies nos primeiros quatro buracos. Nunca mais abandonou o topo da classificação.
Filipe Lima, por duas ocasiões, foi respondendo aos birdies do jogador de Sydney de pai grego e conseguiu empatar na frente, mas 1 bogey no buraco 13 forçou-o a andar atrás do resultado e outro bogey no 18, perante centenas de espectadores, impediu-o até de ficar isolado no 2.º lugar e a ter de partilhar o vice-campeonato com Rozner.
Para além de Lima, houve outros recordes pessoais de portugueses: o 4.º posto de Tiago Cruz, com 4 abaixo do Par, depois de uma última volta em 69 (-3), é a sua melhor classificação de sempre no Open de Portugal e valeu-lhe 9.100 euros, bem como o apuramento para o próximo torneio do Challenge Tour, em Espanha.
O 8.º lugar de Pedro Figueiredo, com 3 abaixo do Par, depois de uma última volta de 73 (+1) e de um prémio de 4.520 euros, passa a ser a sua melhor prestação de sempre no Challenge Tour. Vítor Lopes foi o melhor amador da prova, recebeu um prémio por esse feito, mas, melhor ainda, o 14.º lugar com 1 abaixo do Par, na sequência de 73 (+1) hoje, é também a sua melhor performance no Challenge Tour ou no European Tour. E até mesmo João Carlota, que também hoje se contentou com 73 (+1), superou o seu recorde pessoal em torneios do Challenge Tour com uma 22.ª posição, a Par do campo. Ricardo Santos ainda deu um ar da sua graça, e as suas 69 pancadas (-3) no último dia foram o terceiro melhor resultado da jornada. Fechou no 45.º posto com 4 acima do Par e um prémio de mil euros. Só Tomás Silva, que vinha de um top-15 num torneio do Challenge Tour em Espanha, poderá sentir um sabor amargo pelo 67.º posto, com 11 acima do Par, sobretudo depois de hoje ter feito a sua pior volta, de 77 (+5), embolsando 510 euros.Com estes resultados e classificações, Filipe Lima ficou à porta do top-15 da Corrida para Ras Al Khaimah, que no final do ano sobe ao European Tour. O campeão nacional subiu de 114.º para 16.º. Pedro Figueiredo ascendeu de 57.º para 42.º e Tiago Cruz entrou diretamente para o 47.º lugar.
Os portugueses que perderam posições no ranking do Challenge Tour foram Tomás Silva de 79.º para 88.º, e Ricardo Santos de 98.º para 108.º. João Carlota entrou para 126.º 
 
A cerimónia de entrega de prémios contou com as presenças de Isilda Gomes (presidente da Câmara Municipal de Portimão), Lídia Praça (Instituto Português do Desporto e Juventude), Filipe Lima (administrador do Turismo de Portugal), Miguel Franco de Sousa (presidente da Federação Portuguesa de Golfe), José Correia (presidente da PGA de Portugal), Mário Azevedo Ferreira (CEO do Grupo Nau Hotels & Resorts), Gary Buttler (diretor de torneios do European Challenge Tour) e Carlos Glória (do Millennium bcp).
Mário Azevedo Ferreira, no papel de anfitrião, felicitou Filipe Lima e fez votos para que «um dia venhas mesmo a ganhar o torneio»; Miguel Franco de Sousa salientou a presença «de três portugueses no top-10», um recorde nacional no Open de Portugal; José Correia destacou «a importância do Open para se conseguirem 30 convites para portugueses poderem jogar ao longo do ano no Challenge Tour», e Isilda Gomes prometeu «um apoio maior ao evento no próximo ano», enquadrando-o no programa Portimão Cidade Europeia do Desporto em 2019.
Filipe Lima, um dos vice-campeões disse: «Pensava que tinha mesmo capacidade de ganhar hoje o torneio, mas como eu disse ontem é preciso um pouquinho de sorte para ganhar um torneio e hoje não virou para o meu lado.
«É claro que o 2.º lugar é um bom resultado, mas eu vinha com ideia de ganhar. Estou contente de como estou a jogar e isso é o mais importante para o resto da época».
Dimitrios Papadatos, o campeão, que já tinha sua carreira três títulos no PGA Tour of Australasia, declarou: «Esta é a vitória mais importante da minha carreira, já ganhei três vezes na Austrália mas já há algum tempo que jogo no Challenge Tour e no European Tour e não tinha feito nada de especial. «Isto é um passo importantíssimo na minha caminhada para o European Tour, dá-me confiança para saber que posso jogar bem. «Ganhar o Open de Portugal é uma grande honra, ver aquele troféu e os tipos que já venceram antes. Sei que teria sido grande para o público local ver o Filipe ganhar mas estou muito feliz por ter sido eu».
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sábado, maio 12, 2018

56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort

FILIPE LIMA LIDERA EMPATADO COM GALÊS MANLEY

O CAMPEÃO NACIONAL E O ANTIGO VENCEDOR DE DOIS TÍTULOS DO EUROPEAN TOUR ESTÃO COM 5 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UM DIA VENTOSO QUE DEIXOU AINDA PEDRO FIGUEIREDO NO 3.º LUGAR, A 1 PANCADA DE DISTÂNCIA


Filipe Lima tornou-se hoje (Sábado) no primeiro português a partir para a última volta na liderança do Open de Portugal. Neste 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, de 200 mil euros em prémios monetários, o campeão nacional partilha o comando com o galês Stuart Manley, com 211 pancadas, 5 abaixo do Par. 
Manley e Lima são dois veteranos não só do Challenge Tour mas sobretudo do European Tour, com títulos conquistados tanto na primeira como na segunda divisão europeia. Essa experiência veio hoje ao de cima em condições de jogo complicadas, devido ao forte vento que se fez sentir em Portimão, exigindo muita paciência e, como referiram Lima e Pedro Figueiredo um shot muito especial, «o punch». Não é por acaso que os dois melhores resultados do dia foram exatamente Manley com 68 pancadas, 4 abaixo do Par, e Lima com 69 (-3). O português residente em França (que está a pensar em mudar-se para Azeitão) e o galês não serão os únicos candidatos ao título, uma vez que a sua liderança está presa por 1 única pancada.
No grupo de 3.º classificados, composto por sete jogadores, entre os quais o anterior líder, o espanhol Adri Arnaus, figura outro português, Pedro Figueiredo, que hoje teve uma boa terceira volta de 70 (-3) para ficar com um total de 212 (-4). Consistência impressionante de @Figgy” com voltas de 71, 71 e 70.
Dos restantes portugueses que passaram o cut, o amador Vítor Lopes aparece em 13.º com 214 (-2), depois de 71 (-1) hoje; enquanto João Carlota (73 hoje) e Tiago Cruz (72) surgem em 19.º com 215 (-1).
Afastados da luta pelo título só mesmo Tomás Silva em 64.º com 222 (+6) e Ricardo Santos em 223 (+7). 
«O meu 3.º lugar (em 2005) foi o melhor resultado de um português no Open de Portugal. Espero que amanhã um português venha a melhorar esse recorde e se for eu ainda melhor, mas é claro que só posso dizer que vou tentar dar o meu melhor no último dia», disse Filipe Lima, de 36 anos.
Sobre a terceira volta de hoje frisou que «3 abaixo do Par com as condições de jogo de hoje é bom».
Em relação às hipóteses de tornar-se no primeiro campeão português do Open de Portugal avisou que «é sempre difícil ganhar um torneio seja do Challenge Tour, do Alps Tour, até o Campeonato Nacional. O que posso fazer é jogar o melhor possível porque posso fazer a melhor volta da minha vida e se alguém jogar melhor do que eu saio derrotado».
Se Filipe Lima já conta com 4 títulos do Challenge Tour no seu palmarés, Pedro Figueiredo, dez anos mais novo, persegue o seu primeiro. «Há dois portugueses muito bem classificados para a última volta – disse “Figgy” – e eu estou contente com o meu jogo. Acho que a minha melhor classificação num torneio do Challenge Tour foi um 13.º lugar, portanto espero pelo menos um recorde pessoal e vou dar o meu melhor». 
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

segunda-feira, maio 07, 2018

Porto - Nova Iorque/Newark ligadas pela United Airlines

A cidade do Porto é servida pela rota diária da United Airlines, recentemente inaugurada  (dia 5). Esta rota liga a cidade invicta a Nova Iorque/Newark. O novo voo diário da United Airlines, operado com um Boeing 757, com 196 lugares, 16 dos quais em executiva, vai demorar cerca de sete horas a ligar o Porto ao Aeroporto Internacional Newark Liberty, tem partida dos Estados Unidos às 21:45 e chegada à Invicta às 09:40, descolando posteriormente às 12:35 para chegar ao outro lado do Atlântico às 15:35, sempre horas locais.

terça-feira, abril 10, 2018

RUI MORRIS LIDERA O PRIMEIRO DIA ÓBIDOS INTERNACIONAL OPEN

Andrea Saracino
O PORTUGUÊS DE 21 ANOS LIDERA PELA PRIMEIRA VEZ UM TORNEIO INTERNACIONAL DE PROFISSIONAIS E PARTILHA O COMANDO COM OUTROS TRÊS JOGADORES


Rui Morris carimbou hoje (segunda-feira) a melhor volta da sua carreira profissional iniciada em 2016 e lidera pela primeira vez um torneio internacional. O português de 21 anos fez 68 pancadas, 4 abaixo do Par do Guardian Bom Sucesso Golf Resort, para coliderar o 1.º Obidos International Open, um torneio do Alps Tour, de 30 mil euros em prémios monetários, organizado pelo Portugal Pro Golf Tour. 
Rui Morris partilha o comando com o francês Nicolas Aparício e o italiano Andrea Saracino, jogadores que, tal como ele, também nunca tinham encabeçado antes um torneio a contar para o ranking mundial e quem pareceram ter sentido o forte vento que soprou. Qualquer um deles está em muito boa posição de conquistar o seu primeiro título nesta terceira divisão europeia, até porque as previsões meteorológicas apontam para um agravamento nos próximos dias, fazendo com que os resultados de hoje, sem chuva, possam vir a ser primordiais na classificação final.
 «Comecei muito bem o dia, estava muito tranquilo, fiz logo 1 birdie no 10, mais 2 birdies seguidos no 12 e no 13, vi-me com 3 abaixo do Par e muito confiante no meu jogo. Tentei manter-me o mais calmo possível (…), nos buracos 17, 18 (bogey) e 1 tive um momento mais difícil, senti-me a vacilar mas voltei a fazer 1 birdie no 3 e outro no 5. Foi a minha melhor volta em torneios oficiais e nunca tinha começado bem um torneio. Estou muito contente porque sei das previsões meteorológicas e sabia da importância de fazer hoje um bom resultado. É um campo de que gosto muito, fiz aqui um bom resultado (top-10) na Taça Ibérica PGA de há dois anos», disse Rui Morris, jogador da Honma. 
Se Rui Morris ainda sofreu 2 bogeys, Andrea Saracino viveu uma volta imaculada. «Fiz 4 birdies e nenhum bogey. Foi fácil (risos). Estiveram condições de jogo complicadas, mas espero jogar de novo bem amanhã. Nem sempre gosto de jogar com vento, mas hoje foi bom, até porque o campo está muito bom, com os greens muito rápidos», disse Andrea Saracino, de 23 anos, que tornou-se profissional há dois anos e em 2015 foi 2.º classificado no Campeonato Internacional Amador de Portugal de 2016, com o excelente resultado de -12 no Montado Hotel & Golf Resort. 
Também o francês Nicolas Aparício já jogou o Campeonato Internacional Amador de Portugal e nos seus tempos de amador gostava de «jogar golfe em Portugal». Foi a sua primeira visita ao Guardian Bom Sucesso Golf Resort e saiu-se bem, com apenas 1 bogey e 5 birdies, sendo de realçar o excelente final de volta, com birdie nos buracos 17 e 18, considerados dos mais difíceis do percurso.
 «Mantive-me calmo todo o dia, até porque não comecei bem, mas fiz 1 bom chip e putt para salvar o Par no 3 e fiz um bom birdie no 5. Depois terminei muito bem com birdies no 15, 17 e 18. Cheguei anteontem, fiz uma boa volta de treino, gostei muito do campo e do resort e gosto de jogar em Portugal. É a primeira vez que lidero, pelo que terei de gerir o stress e manter a serenidade, mas sinto-me a jogar bem e não vejo razão para que isso mude», considerou o jogador do Golf do Médoc, de 25 anos, que no ano passado fez um top-5 no Alps Tour, o seu recorde pessoal como profissional.
Para além deste trio de líderes, a jornada inaugural ficou marcada por 18 jogadores terem conseguido bater o Par-72 do campo, entre os quais Tiago Cruz, que está no grupo dos 5.º classificados, um extenso grupo de sete jogadores com 70 pancadas, 2 abaixo do Par. Há um total de 13 portugueses em prova (resultados completos em anexo). 
O Alps Tour é uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu e no final de cada época os cinco jogadores melhores classificados na Ordem de Mérito ascendem ao Challenge Tour, o escalão secundário na Europa. O Óbidos International Open atraiu 120 jogadores, de 17 nacionalidades. 
O evento encerra ainda o Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional em que cada torneio oferece 10 mil euros em prémios, que se realiza todos os anos entre novembro e abril, sendo sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de golfe (FPG) e o Jamega Pro Golf Tour.Foto de: Hugo Ribeiro / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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quarta-feira, abril 04, 2018

ALPS TOUR PELA PRIMEIRA VEZ PASSA POR PORTUGAL

PARCERIA COM PORTUGAL PRO GOLF TOUR, PGA PORTUGAL, FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE E GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF VIABILIZA TORNEIO DE 30 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, ENTRANDO NA ELITE DE EVENTOS NACIONAIS

 
Pedro Figueiredo
Portugal vai receber pela primeira vez um torneio do Alps Tour, um dos circuitos profissionais de golfe mais credenciados na Europa, com a primeira edição do Óbidos International Open, de 9 a 11 de abril, no Guardian Bom Sucesso Resort, com o apetecível Pro-Am no dia 7.
O Alps Tour é uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu e no final de cada época os cinco jogadores melhores classificados na Ordem de Mérito ascendem ao Challenge Tour, o escalão secundário na Europa. O Óbidos International Open atrai, deste modo, jogadores, sobretudo jovens, que se tornaram profissionais há pouco tempo e que sonham integrar um dia o European Tour, o escalão primodivisionário na Europa.
Com 30 mil euros em prémios monetários, 5 mil dos quais para o vencedor, o Óbidos International Open será ainda o culminar de luxo, uma espécie de Masters, após uma longa época do Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional em que cada torneio oferece 10 mil euros em prémios, que se realiza todos os anos entre novembro e abril, sendo sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de golfe (FPG) e o circuito britânico Jamega Pro Golf Tour.
Daí que, para além dos melhores jogadores do Alps Tour – e na lista de inscritos para Óbidos estão 8 dos membros do top-10 do ranking deste circuito – o evento do Guardian Bom Sucesso Golf conte ainda com a nata dos jogadores do Portugal Pro Golf Tour, incluindo 13 portugueses, número que poderá crescer para 15, entre, pelo menos, 132 participantes de 17 países.
Portugal já contava no seu calendário de eventos de golfe profissional com etapas do European Tour (Portugal Masters, de 2 milhões de euros), Challenge Tour (Open de Portugal@Morgado Golf Resort, de 200 mil euros) e do Portugal Pro Golf Tour (10 mil euros cada torneio). Só faltava preencher este vazio de algum torneio que fizesse a ponte entre o Portugal Pro Golf Tour e o Challenge Tour. Foi essa lacuna que se colmatou com o Óbidos International Open.
Ricardo Santos
«Consideramos fundamental a organização de competições profissionais que permitam disponibilizar oportunidades de jogo aos jovens profissionais portugueses, que são cada vez mais e melhores. E quando a PGA de Portugal, através do seu presidente, José Correia, foi desafiada a juntar-se a esta iniciativa, a Direção da FPG nem hesitou. Em 2018 vamos ter o Portugal Golf Tour, um torneio do Alps Tour, um torneio do Challenge Tour e um torneio do European Tour, uma situação inédita no golfe em Portugal. Estamos a viver um excelente momento para o golfe em Portugal», disse Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG.
Para o presidente da PGA de Portugal, José Correia, «este Alps Tour vem reforçar o leque de oportunidades de competição para os jogadores nacionais. Com a realização deste torneio, teremos em Portugal torneios de todos os patamares e ligas disponíveis no golfe europeu. Existe um acréscimo quantitativo mas também qualitativo no quadro competitivo profissional em Portugal. Estamos muitíssimo satisfeitos com a realização deste torneio e aproveito para agradecer ao Portugal Pro Golf Tour, que é o grande responsável pela realização deste evento e ainda à FPG e ao Guardian Bom Sucesso».
A oportunidade de competição para os jogadores portugueses não se restringe ao Óbidos International Open, na medida em que a PGA de Portugal passa a ter ao seu dispor 15 convites para golfistas profissionais lusos participarem nos restantes torneios do Alps Tour até ao final da época, sem terem de passar pela Escola de Qualificação.
Entre os 13 portugueses inscritos, o destaque vai para os ex-campeões nacionais Ricardo Santos e Pedro Figueiredo. Santos é um dos três únicos portugueses a ter conquistado um título do European Tour e o único a ter figurado no top-10 dessa primeira divisão europeia.
Quanto a “Figgy”, atleta do Benfica, tornou-se no ano passado no primeiro português a encerrar uma temporada no top-5 do Pro Golf Tour (um circuito internacional germânico), tendo por isso ascendido ao Challenge Tour em 2018. Os restantes portugueses confirmados são os seguintes: Tiago Cruz, Tomás Silva, João Carlota, Hugo Santos, Tomás Melo Gouveia, Miguel Gaspar, João Ramos, Tomás Bessa, Filipe Gonçalves, Alexandre Abreu e Pedro Almeida.
Entre os estrangeiros salientam-se os vencedores dos dois torneios do Alps Tour já realizados este ano no Egito: o inglês Jack Singh Brar, vencedor no Red Sea Little Venice Open e atual n.º1 da Ordem de Mérito do Alps Tour, e o italiano Michele Cea, campeão no Ein Bay Open e o n.º2 no mesmo ranking deste circuito.
Do top-10 do Alps Tour de 2018 só não virão a Portugal o 6.º classificado, o italiano Fderico Zucchetti e o 10.º, o irlandês Conor O’Rourke.
De resto, estarão no Guardian Bom Sucesso Golf o austríaco Bernard Neumayer e o italiano Michele Ortolani, que partilham entre si o 3.º posto no ranking; o espanhol David Borda (5.º), o irlandês David Carey (7.º), o francês Julien Foret (8.º) e o espanhol Ivan Cantero Gutierrez (9.º).
O Óbidos International Open apresenta jogadores de 17 países, o que é particularmente importante para a promoção turística da região do centro, em particular do município de Óbidos, havendo cobertura televisiva internacional através do canal francês “Golf +”. Em Portugal estão previstas reportagens televisivas na SportTV e na SIC Notícias. Os países representados são: Portugal, Espanha, Arménia, Áustria, Bélgica, Colômbia, Inglaterra, França, Alemanha, Hungria, Irlanda, Israel, Itália, Holanda, Nova Zelândia, Rússia, Escócia e Suíça.Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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segunda-feira, novembro 27, 2017

Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf Awards

Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf AwardsNo ano em que celebra 10 anos o Hilton Vilamoura  arrecadou duas distinções
O Hotel que celebra este ano 10 anos de existência e vencedor do prémio Portugal’s Leading Resort em 2016, voltou a receber esta distinção este ano, em Outubro, e no passado sábado dia 25 de Novembro, foi reconhecido como Portugal’s Best Golf Hotel 2017 pelos World Golf Awards.

terça-feira, novembro 07, 2017

O Treinador


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terça-feira, outubro 31, 2017

Final do Circuito PT Empresas 2017

PEDRO FIGUEIREDO
 FEZ A “DOBRADINHA”, AO VENCER O OPEN E O PRO-AM, NO GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF, UM CAMPO “FÉTICHE” PARA O ANTIGO CAMPEÃO NACIONAL
 
Pedro Figueiredo igualou Ricardo Santos com 3 títulos conquistados no ano civil de 2017, sendo ambos os golfistas profissionais portugueses com mais vitórias alcançadas desde o dia 1 de janeiro.


“Figgy” venceu o Open da Final do Circuito PT Empresas, de 7.515 euros em prémios monetários, integrado no PGA Portugal Tour, o circuito profissional português. 

Esse troféu juntou-se aos obtidos em fevereiro no Morgado Classic e em abril no Guardian Bom Sucesso Grand Final, ambos eventos do Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica fez a sempre apetecível “dobradinha”, uma vez que para além do sucesso no Open, arrecadou também o 1º lugar no Pro-Am da Final do Circuito PT Empresas, ao lado do amador espanhol Sergio Garcia… não obviamente o famoso campeão do Masters em Augusta, mas um residente em Portugal, que tem ainda o apelido de Leanizbarrutia.

Na competição individual, Pedro Figueiredo totalizou 129 pancadas, 15 abaixo do Par do campo do Guardian Bom Sucesso Golf, em Óbidos, após voltas de 62 e 67, recebendo um prémio de mil euros.

O 2º classificado, a 4 pancadas de distância, foi Hugo Santos, com o resultado de 133 (67+66), -11. Pertenceu-lhe a melhor segunda volta do torneio e embolsou 800 euros.

No Pro-Am, reuniram-se os amadores que ao longo do ano se foram apurando para esta Final e, ao contrário do que é habitual noutros Pro-Am, cada equipa foi constituída apenas por dois amadores e cada amador teve o privilégio de jogar dois dias seguidos com o mesmo profissional.

Nesta classificação coletiva, o profissional do Quinta do Peru Golf & Country Club emparceirou com o espanhol Sergio Garcia Leanizbarrutia e totalizaram 123 pancadas, com voltas de 61 e 62, tendo-se jogado no sistema de “fourball medal net”.

Os campeões bateram por 1 única pancada o “rei” dos Pro-Am em Portugal, João Carlota, associado à amadora Barbara Polzot, a formação que liderava aos 18 buracos e que concluiu os 36 buracos com o resultado de 124 (59+65).

«É sempre bom regressar às vitórias. Tive algumas oportunidades a meio da época, no Pro Golf Tour, mas não consegui nenhuma. Sabe sempre bem ganhar», disse Pedro Figueiredo ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal, referindo-se ao facto de este ser o seu primeiro triunfo desde abril.

Entre janeiro e setembro de 2017 o campeão nacional de 2013 também competiu no Pro Golf Tour, uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu, e viveu uma época muito boa.

Competiu em 21 torneios, alcançou 13 top-10, entre os quais três 2º lugares e dois 3º lugares. Fechou a temporada no 4º posto da Ordem de Mérito e com isso ascendeu ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia, na qual irá competir em 2018.

O presidente da PGA de Portugal, José Correia, não poderia estar mais contente: «O Pedro está a passar por um excelente momento de forma. Esta época foi, sem dúvida, uma afirmação da sua qualidade como profissional de competição. A dupla vitória no Circuito PT Empresas confirma isso mesmo. É garantido que o “Figgy” irá competir no Challenge Tour em 2018, contudo, ainda poderá chegar ao European Tour (primeira divisão europeia) através da Escola de Qualificação, cuja Segunda Fase começa no próximo dia 3, em Espanha. Seria a cereja no topo do bolo vê-lo jogar para o ano no European Tour, ao lado do seu amigo de sempre, o Ricardo Melo Gouveia».

A boa forma de Pedro Figueiredo vê-se pelo resultado de 15 abaixo do Par com que terminou o Open da Final do Circuito PT Empresas, como o próprio jogador de 26 anos fez questão de sublinhar ao site especializado “GolfTattoo”: «Nunca tinha feito -10 numa volta (62 pancadas no primeiro dia), nem -15 em duas. As condições estavam perfeitas, não houve vento, mas não deixou de ser excelente».

Claro que o Guardian Bom Sucesso Golf é um dos traçados preferidos do profissional da Navigator. Em abril tinha ganho nesse mesmo percurso a Final do Portugal Pro Golf Tour, também com o bom resultado de 7 pancadas abaixo do Par, após voltas de 70, 68 e 71.

«Dou-me bem com o campo. Não é muito comprido, proporciona bastantes wedges ao green, o que me favorece, pois é um dos meus pontos fortes», explicou ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal.

Sobre a outra vitória, a do Pro-Am, o benfiquista elogiou o seu parceiro amador: «Ajudou-me bastante, sobretudo no segundo dia, fez uma grande segunda volta e sem a ajuda dele não teríamos conseguido a vitória».

«Gostei deste formato, acho que interagimos mais com o nosso amador e existe mais química de equipa do que quando são três amadores e um profissional», acrescentou.

Recorde-se que é a segunda vez que a PGA de Portugal experimenta este formato especial de equipas de dois jogadores, de um profissional e um amador.

Foi em 2013 que se inovou, com o Oeste PGA Open, ganho por Tiago Cruz mas com Pedro Figueiredo em 2º lugar, enquanto na classificação coletiva o título foi para Vítor Lopes e Eduardo Gradiz. 



O presidente da PGA de Portugal considera positivo o balanço do Circuito PT Empresas de 2017, que agora chegou ao fim: «Estamos muitíssimo satisfeitos com o Circuito PT Empresas. Um dos objetivos passava por proporcionar uma experiência de golfe única aos convidados e sem dúvida que isso foi alcançado. Os nossos profissionais estiveram em grande nível e sete deles concluíram os dois dias de prova abaixo do Par».

«Esta parceria com a PT Empresas vem reforçar a qualidade do PGA Portugal Tour e estamos muito honrados pelo voto de confiança que nos foi dado», concluiu José Correia.

Encerrou-se, assim, o PGA Portugal Tour de 2017, mas a competição não acabou para os profissionais portugueses e até ao final do ano haverá ainda seis torneios do circuito internacional Portugal Pro Golf Tour.

No somatório de todos os circuitos, os jogadores profissionais portugueses com títulos conquistados em 2017 são: Pedro Figueiredo e Ricardo Santos com 3, Tiago Cruz com 2 e com 1 um grupo extenso de oito (Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima, Stephen Ferreira, Tiago Rodrigues, Hugo Santos, Tomás Silva, Susana Ribeiro e Elídio Costa).
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