quinta-feira, setembro 27, 2018

III Edição do ALF GOLF DAY

A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) vai realizar pela primeira vez, o “ALF GOLF DAY”. Este evento de golfe terá lugar no dia 29 de Setembro de na Herdade da Aroeira. O percurso de golfe da Aroeira I, irá proporcionar uma agradável experiência aos "futuros" jogadores e proporcionando um momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião.  Este evento inicia-se com um pequeno-almoço num ambiente exclusivo e privilegiado, 
disputando-se de seguida o torneio de golfe. Em simultâneo, decorrerá, igualmente, uma “Academia de Golfe”, com um programa direccionado para os iniciados na modalidade. Depois das provas, todos os participantes poderão ainda desfrutar de um almoço com entrega de prémios
A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FACTORING, LEASING E RENTINGconta 34 anos de existência, e é a associação representativa do financiamento especializado em Portugal. Entre os seus associados encontram-se as principais instituições que exercem Locação Financeira, Factoring e Renting

domingo, setembro 23, 2018

12º Portugal Masters - TOM LEWIS CAMPEÃO HISTÓRICO


 
O PORTUGUÊS APROVEITOU O 7.º LUGAR PARA APROXIMAR-SE DO TOP-100 DA CORRIDA PARA O DUBAI QUE DÁ A PERMANÊNCIA NO EUROPEAN TOUR EM 2019, OBJETIVO ALCANÇADO AGORA PELO INGLÊS QUE PASSA A SER O PRIMEIRO JOGADOR A VENCER POR DUAS VEZES NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE
 
Tom Lewis tornou-se no primeiro jogador a vencer por duas vezes o Portugal Masters, numa 12.ª edição histórica a vários níveis.
O inglês de 27 anos entra, assim, para a história do mais importante torneio de golfe português e, curiosamente, os dois únicos títulos da sua carreira, no European Tour foram obtidos aqui mesmo, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, qualquer um deles com uma importância especial.
Em 2011 foi apenas o seu terceiro torneio como profissional no European Tour. Em 2018 só pode participar com uma categoria especial de antigo campeão e o triunfo de hoje (Domingo) permitiu-se sair imediatamente do Challenge Tour – onde militou este ano, ao lado de Pedro Figueiredo e de Filipe Lima – para ascender automaticamente ao European Tour, a primeira divisão europeia, onde irá rivalizar com Ricardo Melo Gouveia.
Com voltas de 72, 63, 61 e 66, para um total de 262 pancadas, 22 abaixo do Par, Tom Lewis ficou a apenas 1 pancada do recorde de 72 buracos (-23) do campo algarvio desenhado por Arnold Palmer, estabelecido pelo inglês Andy Sullivan quando venceu o Portugal Masters de 2015 e depois igualado em 2016 pelo irlandês Padraig Harrington.
A 3 pancadas de distância ficaram dois jogadores a partilharem o 2.º lugar: o australiano Lucas Herbert (voltas de 63+67+64+71), que tinha liderado desde o primeiro dia, e o inglês Eddie Pepperell (64+66+68+67), que no ano passado tinha sido 3.º classificado.
Lewis embolsou os 333.330 euros de prémio monetário destinado ao campeão e ascendeu do 163.º ao 62.º posto na Corrida para o Dubai, ao mesmo tempo que irá aproximar-se do top-100 do ranking mundial que for publicado amanhã (segunda-feira). Com apenas esta vitória, o inglês deixou de andar na vida de “aflitos” da segunda divisão europeia, para lutar agora pela qualificação para a Final Series do European Tour, a primeira divisão.Foto de: Warren Little - Getty ImagesWarren / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
 le - Getty Images

12º Portugal Masters - RICARDO MELO GOUVEIA AINDA VISA UM TOP-5 HERBERT SEGURA COMANDO

NUM DIA EM QUE PELA PRIMEIRA VEZ HOUVE UM SEGUNDO CUT NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, RICARDO SANTOS FOI ELIMINADO E RICARDO MELO GOUVEIA PERDEU 10 POSIÇÕES, MAS LUCAS HERBERT ESTÁ FIRME
 
Ricardo Melo Gouveia perdeu hoje (Sábado) 10 posições no Portugal Masters e caiu para o grupo dos 19.º classificados, apesar de ter jogado abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course, com 70 pancadas (-1) na terceira volta, para um agregado de 10 abaixo do Par. No entanto, não comprometeu inexoravelmente as suas aspirações de repetir o 5.º lugar do ano passado no mais importante torneio de golfe português, de 2 milhões de euros em prémios monetários. É certo que já não está no top-10 – ele que chegou a liderar ontem a prova durante cerca de duas horas – e distanciou-se da liderança, estando agora a 10 pancadas do australiano Lucas Herbert, que continua na frente (-19) pelo terceiro dia seguido, depois de uma penúltima volta de 64 pancadas, 7 abaixo do Par.Mas se virmos bem, há um ano, Ricardo Melo Gouveia partiu para a última volta ainda pior classificado, no 20.º lugar, com menos 2 pancadas, com -8, e terminou a prova no tal 5.º lugar que fá-lo partilhar com Filipe Lima a melhor classificação de sempre de um português em Vilamoura. Tudo depende de amanhã ser capaz de voltar a jogar ao nível de ontem.«Tenho de realizar uma grande volta amanhã, mas se continuar como tenho jogado e se meter os putts como meti ontem, sinto que tenho boas hipóteses de fazer esse 5.º lugar ou melhor», disse o atleta olímpico português, que atraiu hordas de espectadores atrás de si. Compreende-se que depois dos 9 birdies de ontem de Ricardo Melo Gouveia, que a volta de hoje, com apenas 1 birdie e 17 ‘pares’ possa saber a pouco ao jogador e aos fãs portugueses, mas o 19.º lugar que ocupa é melhor do que muitas das grandes estrelas da prova: Sergio Garcia é 27.º (-9), Charl Schwartzel, Danny Willett e Thorbjorn Olesen estão empatados em 35.º (-8) e estamos a falar de campeões de Majors e/ou jogadores de Ryder Cup!Quem ficou definitivamente arredado do único torneio português do European Tour foi Ricardo Santos. Pela primeira vez na história de 12 edições do Portugal Masters, houve um segundo cut, aos 54 buracos, para o top-72, de modo a reduzir o número de jogadores para o ultimo dia. Ora tinham passado ontem o cut 81 e Ricardo Santos terminou em 80.º empatado, a Par do campo, depois de uma terceira volta de 75 (+4). Vai receber prémio monetário, mas já não joga mais.«Hoje correu tudo mal. Correu mal do tee, nos greens também não estive bem, muitos putts a roçarem o buraco e a não entrarem e é verdade que também não entrei bem e depois foi como uma bola de neve e não consegui recuperar o jogo», lamentou-se o antigo bicampeão nacional, que vai agora regressar em duas semanas ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia.Um segundo cut foi uma estreia no Portugal Masters, mas foi já a terceira vez que isso aconteceu esta época no European Tour, repetindo a receita do Open de Itália e do Porsche European Open na Alemanha. «É algo que se fazia raramente no European Tour mas o PGA Tour já vem fazendo há algum tempo e acho que agora querem seguir mais esse exemplo na Europa. A ideia é criar um ambiente mais mediático no ultimo dia, só com aqueles jogadores que estão mesmo a jogar muitas pancadas abaixo do Par», explicou David Silva, o treinador português do jogador finlandês Kim Koivu, que está no 15.º lugar (-11).Este ano pensava-se que os resultados do Portugal Masters iriam ser piores, devido ao rough mais alto e a uma estirpe de relva diferente nos roughs (Bermuda), mais densa. No entanto, as estrelas que vieram ao Algarve estão a disparar birdies e eagles em cascata.«Nunca pensei que mesmo com as temperaturas elevadas que temos tido nos últimos dias (que fazem a bola viajar mais rápida e longe) que os resultados em três voltas estivessem tão baixos (em relação ao Par). Isto só demonstra que o nível está cada vez mais elevado», comentou Ricardo Melo Gouveia.Veja-se como um dia depois do recorde histórico do inglês Oliver Fisher, o primeiro a fazer 59 pancadas numa volta do European Tour, outro inglês, Tom Lewis, esteve quase a repetir a dose e ascendeu ao 2.º lugar depois de entregar um cartão de 61 pancadas (-10), a sua melhor volta de sempre no European Tour.«Foi ótimo o Ollie ter feito 59 ontem e eu tive oportunidade de fazer o mesmo hoje. Notei nisso quando faltavam três buracos para acabar a volta», disse Lewis, que procura tornar-se amanhã no primeiro jogador a vencer por duas vezes o Portugal Masters, depois do título conquistado em 2011. Atenção a este Lewis que está a melhorar de dia para dia, com voltas de 72, 63 e 61 e só está a 2 pancadas do líder. O 3.º lugar é ocupado pelo inglês Eddie Pepperell (68 pancadas hoje) e pelo sueco Marcus Kinhult (65), com 15 abaixo do Par, portanto, a 4 do topo da classificação.É, no mínimo, curioso verificar como este 12.º Portugal Masters, que apresenta provavelmente a segunda melhor lista de inscritos de sempre na história do torneio, está a ser dominado por jogadores que nem pertencem à elite do European Tour, a primeira divisão europeia.Afinal, Lucas Herbert está a jogar com um convite, pois milita no PGA Tour of Australasia. Se vencer amanhã (Domingo), ganhará automaticamente o cartão para o European Tour de 2019. Já Tom Lewis é atualmente um dos rivais de Pedro Figueiredo e Filipe Lima no Challenge Tour, a segunda divisão, na qual ganhou um torneio este mês, e só entrou no Portugal Masters com o estatuto e categoria de ex-campeão da prova.
Foto de: Getty Images(Herbert), / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, setembro 21, 2018

12º Portugal Masters - MELO GOUVEIA E HERBERT ARRANCAM EM FORÇA SOB PRESSÃO DO RANKING



Sergio Garcia
O AUSTRALIANO E O PORTUGUÊS PRECISAM DE ENCERRAR A ÉPOCA NO TOP-100 DA CORRIDA PARA O DUBAI PARA MANTEREM-SE NO EUROPEAN TOUR. SÉRGIO GARCIA TAMBÉM COMEÇA EM BOM NÍVEL Ricardo Melo Gouveia e Lucas Herbert chegaram a Vilamoura fora do top-100 da Corrida para o Dubai e sabem que para manterem-se no European Tour em 2019 necessitam de encerrar a época naquela elite. A temporada vai longa, restam quarto torneios e o Portugal Masters é uma oportunidade única.Ambos arrancaram esta quinta-feira da melhor maneira no mais importante torneio português, de 2 milhões de euros em prémios monetários, e ambos ficaram insentos de bogeys nos primeiros 18 buracos, com o português a figurar entre os 16.º classificados, com 4 abaixo do Par e o australiano a liderar a prova isolado, com 8 abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course. Lucas Herbert, o 103.º na Corrida para o Dubai,  igualou a sua melhor volta de sempre no European Tour, com 63 pancadas (- 8), mostrando que não foi por acaso que este ano já somou três top-5 em provas da primeira divisão europeia.«Claro que há mais pressão neste final de temporada e sinto a pressão de ter de jogar bem. Nas semanas anteriores a este torneio senti dificuldades em encontrar a boa forma e trouxe para aqui o meu treinador e o meu fisioterapeuta e as coiisas estão a colocar-se em ordem. Hoje foi uma boa indicação de que as coisas estão bem e espero continuar assim», disse Herbert. O australiano tem uma vantagem de apenas 1 pancada sobre os ingleses Matt Wallace e Eddie Pepperell e ainda o irlandês Shane Lowry, com a curiosidade de Wallace ser o campeão do Open de Portugal de 2017 e de Lowry ter ganho o Portugal Masters em 2011.O caso de Ricardo Melo Gouveia é um pouco mais complicado do que o de Lucas Herbert porque o único português a competir a tempo inteiro no European Tour está pior classificado no ranking da primeira divisão europeia (132.º). No entanto, as 67 pancadas, 4 abaixo do Par, abrem-lhe excelentes perspetivas, pois está no grupo dos 16.º classificados, a apenas 4 da liderança e 1 do top-10. Num dia sem vento, ter jogado à tarde poderia, mesmo assim, ter sido prejudicial por os greens estarem pisados, mas o português residente em Londres lidou bem com a situação e amanhã (sexta-feira) poderá jogar ainda melhor, dado sair de manhã, com greens mais acessíveis.«Quero continuar a fazer o mesmo e melhorar um pouco os drives e os shots de saída», disse o atleta olímpico português que ficou agradado com a sua exibição: «Foi um ótimo resultado, um bom começo.Hoje não fiz nenhum bogey e isso foi o mais importante».Para além de Ricardo Melo Gouveia, outro português conseguiu terminar o primeiro dia dentro do cut provisório – Tomás Santos Silva, apenas 1 pancada atrás, ou seja, com 68 (-3), que lhe dá um 27.º lugar, empatado, entre outros, com  os dinamarqueses Lucas Bjerregaard (o campeão do Portugal Masters de 2017) e Thorbjorn Olesen (que para a semana joga a Ryder Cup). E por falar em Ryder Cup, merece destaque a boa estreia de Sergio Garcia, o espanhol que nunca tinha jogado o Portugal Masters e que surge no grupo dos 6.º classificados, com 66 (-5), o mesmo resultado do finlandês Kim Koivu, o vencedor de três torneios do Challenge Tour em 2018, que é treinado pelo português David Silva.«Joguei bem mas não fui extraordinário. Foi simpatico ter feito uma boa volta e ter estado a um bom nível depois de ter estado algum tempo ausente do circuito», comentou o antigo n.º2 mundial e atual 28.º, que está a apenas 1 pancada do chinês Li Haotong (-6), o vencedor do Pro-Am de ontem.Do forte contingente português de 11 jogadores, para além de Ricardo Melo Gouveia e Tomás Santos Silva, destacou-se Ricardo Santos, que n~qo jogava o Portugal Masters desde 2015, e que começou com uma volta de 71 (Par). O 93.º lugar não impression, mas só está a 2 pancadas do cut provisório. 
Foto de: João Lobato / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

11ª Edição Hilton Vilamoura Golf Cup

Neil Woolfrey vence  a 11ª edição do torneio Hilton Vilamoura Golf Cup
Neil Woolfrey vencedor da XI edição

No passado dia 15 de Setembro, realizou-se a décima primeira edição do 

Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos mais concorridos torneios de golfe do Algarve.
Esta edição contou com 
a presença de mais de cinco dezenas de jogadores disputaram
do Dom Pedro
 Pinhal o 
lugar mais alto do pódio.


Neste que é um dos torneios de referencia de verão no Algarve,  Neil Woolfrey levou a melhor sobre Ricardo Pereira, segundo classificado com menos um ponto (35) e Rogério Brandão com 32 pts. Conquistando desta forma o primeiro lugar GROSS, classificação que atribui o vencedor da prova. Na classificação Net, Serafim Sousa Carvalho foi o vencedor com 39 pts, seguindo Neil Woolfrey com 38 pts e a fechar o pódio ficou Julian Cuellar Reynolds com 38 pontos. Nas senhoras, a vitoria foi para Maria Margarida Sampaio com 38 pts. Na segunda posição ficou Dina Ferreira Beloura com 35 pts e a fechar o TOP 3, ficou Graça Carter com 32 pontos.
Maria Margarida Sampaio
Durante a manhã,  os jogadores disputaram o torneio Stableford full handicap, uma competição organizada pelo Hilton Vilamoura desde 2007. Este ano o torneio contou com a presença do apresentador de televisão Jorge Gabriel.do ex-guarda redes da Seleção Nacional de Futebol Ricardo Pereira.
No que respeita aos apoios, os vinhos Reynolds voltaram a fazer parte do evento com uma prova de vinhos à passagem pelo buraco 9, este ano acompanhados por deliciosas iguarias do La Bella Barca (tábuas de queijo e tapas italianas), restaurante italiano localizado na marina de Vilamoura especializado em risottos e pastas.
Serafim Sousa Carvalho
Decorreu também a tradicional clínica de golf com Fernando Nogueira, profissional qualificado da PGA Portugal e Diretor de Golfe do hotel, que passou os seus ensinamentos a alunos bem conhecidos do público português –  Carolina Torres, Vítor Silva Costa, Ricardo Oliveira, João Paulo Sousa e a esposa Adriana Gomes deram o seu melhor no driving range num momento muito divertido e de muita boa disposição.
Depois do torneio os jogadores poderam usufruir das facilidades do hotel,  experimentar a condução de dois modelos Porsche e relaxar com uma mini-massagem Shiatsu com a assinatura 7Seven Spa.Após o almoço Buffet preparado pelo Chef André Simões e a sua equipa, acompanhado dos vinhos Reynolds, coube a Dinis Pires, Director Geral do Hilton Vilamoura, agradecer a presença de todos os participantes e o apoio dos parceiros que tornaram o torneio possível, nomeadamente restaurante La Bella Barca, Aviludo, Nevada Bob’s, Reynolds Wines, 7 Seven Spa, Doris Hewer, Golf 2 All, New Style Golf e a Porsche.
Fernando Nogueira, Profissional de Golfe do Hilton Vilamoura, chamou ao palco o vencedor absoluto Neal Woolfrey e a vencedora feminina, Maria Margarida Sampaio. Muitos dos participantes tiveram oportunidade de subir também ao palco para receber prémios, que resultaram do habitual sorteio, como vouchers de restaurantes de prestígio, estadias em hotéis da cadeia Hilton pela Europa e equipamentos de golfe.
Clinica de golfe Pelo Treinador PGA Fernando Nogueira
No final da entrega de prémios foi já anunciada a data do XII Hilton Vilamoura Golf Cup, a realizar-se em 14 de Setembro de 2019.
CLASSIFICAÇÃO GROSS - TOP TEN
1 Neil Woolfrey, Internacional 36 Pts (Hcp 2)
2 Ricardo Pereira, Vilamoura, 35 pts (Hcp 1.6)
3 Rogério Brandão, Vilamoura, 32 pts (Hcp 2.6) 
4 Serafim Sousa Carvalho, Pinheiros 30 pts (Hcp 8.4)
5 Pedro Silvestre, Dunas, 28 pts (Hcp 6.6) 
6 Joao Paulo Pingo, Vila Sol, 26 pts (Hcp 5)
7 José Encarnação, Vila Sol, 26 pts (Hcp 6.4) 
8 Maria Margarida Sampaio, Vilamoura, 24 pts (Hcp 11.4) 
9 David Kaitiff, Internacional, 23 pts (Hcp 13) 

10 Alexandre Lopes da Cruz, Vilamoura, 23 pts (Hcp 13.2)
CLASSIFICAÇÃO NET- TOP TEN
1 Serafim Sousa Carvalho, Pinheiros, 39 pts (Hcp 8.4)
2 Neil Woolfrey, Internacional 38 Pts (Hcp 2)
3 Julian Cuellar Reynolds, ACP Golfe 37 (Hcp13,7
4 Romeu Agostinho, AA Univ.Algarve 37 (Hcp13,4 
5 David Kaitiff, Internacional 36 pts (Hcp 13)  
6 Alexandre Lopes da Cruz ,Vilamoura, 36 pts (Hcp 13,2)  
7 Ricardo Pereira, Vilamoura, 36 pts (Hcp 1.6)
8 Domingos da Costa Miranda, AA Univ.Algarve, 35 pts (Hcp 20.8)  
9 Pedro Silvestre Dunas, 35 pts (Hcp 6.6)
10 Rogério Brandão Vilamoura, 34 pts (Hcp 2.6) 
CLASSIFICAÇÃO SENHORAS
1 Maria Margarida Sampaio, Vilamoura, 38 pts (Hcp 11,4)   
2 Dina Ferreira Beloura, ACGB 35 pts (Hcp 11)   
3 Graça Carter, Vilamoura,32 pts (Hcp 16,1)   
4 Orlanda Santos, Assoc. Qta.Lago, 31 pts (Hcp 24.1)   
5 Doris Hewer, Vilamoura, 26 pts (Hcp 15,9)  
6 Ana Mendonça, Assoc. Qta.Lago 3 pts (Hcp 23,1)  
7 Aida A. Batalha, Vilamoura, 23 pts (Hcp 17,8)  
8 Fatima Dias, Internacional 22 pts (Hcp 34,5)  
9 Katharina Schlaipfer, Internacional 9 pts (Hcp 38)  

terça-feira, setembro 18, 2018

ROLEX VOLTA A APOIAR O PORTUGAL MASTERS

A Rolex continua o seu compromisso com o Portugal Masters apoiando pelo terceiro ano consecutivo, como Relógio Oficial do Portugal Masters, o mais importante torneio nacional de golfe. Este ano o evento decorre de 20 a 23 de setembro, no Dom Pedro Victoria Golf Course, emVilamoura, Algarve.


O contributo da Rolex para a excelência na modalidade assenta numa tradição rica que remonta a mais de 50 anos, apoiando os eventos, jogadores e organizações mais prestigiadas do golfe e promovendo o desenvolvimento deste desporto em todo o mundo. A marca de relojoaria suíça é parceira dos principais torneios e circuitos de golfe masculino, incluindo o Masters do Augusta National Golf Club, o U.S. Open e o The Open no Reino Unido, momentos que representam o ponto alto do sucesso dos melhores golfistas do mundo. O apoio ao golfe feminino é também crucial e traduz-se em parcerias com as mais conceituadas instituições: o R&A, na Escócia, a USGA e a LPGA. A Rolex tem ainda parcerias com os maiores jogadores de golfe. A família de Embaixadores inclui a vanguarda da nova geração de golfistas, a “Rolex New Guard”, como Rickie Fowler, Brooke Henderson, Lydia Ko, Hideki Matsuyama, Jon Rahm, Jordan Spiethe, Justin Thomas e Lexi Thompson, assim como as lendas modernas da modalidade, Phil Mickelson, Annika Sörenstam e Tiger Woods. Estas parcerias com talentos fantásticos e inovadores consolidam uma tradição no golfe que começou com os jogadores mais influentes deste desporto, conhecidos como “The Big Three”, Arnold Palmer, Jack Nicklaus e Gary Player.

segunda-feira, setembro 10, 2018

12º Portugal Masters

SERGIO GARCIA, PADRAIG HARRINGTON, DANNY WILLETT, ANGEL CABRERA E JOSÉ MARIA OLAZÁBAL VÃO COMPETIR NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, TAL COMO O THORBJORN OLESEN QUE LOGO DEPOIS ESTARÁ NA RYDER CUP
 Sergio Garcia, Padraig Harrington e Danny Willett vão trazer um sabor de Majors ao Portugal Masters, quando se apresentarem no Dom Pedro Victoria Golf Course, de 20 a 23 de setembro, com Pro-Am no dia 19.Garcia, que apoderou-se do seu primeiro título de Majors no Masters em 2017, compete pela primeira vez no Portugal Masters, mesmo antes de jogar a Ryder Cup pela nona vez, no Le Golf National, em Paris, depois de ter recebido um dos convites do capitão da equipa europeia, Thomas Bjørn’s. Harrington, campeão de três torneios do Grand Slam, procura conquistar o título português pela segunda vez, depois do seu sucesso de 2016, enquanto o ex-campeão do Masters, Willett, regressa pela sétima vez ao autêntico santuário de golfe que é Vilamoura.O espanhol Garcia, o irlandês Harrington e o inglês Willett são as duas grandes estrelas de uma lista de inscritos que inclui o campeão do ano passado, o dinamarquês Lucas Bjerregaard; o seu compatriota Thorbjorn Olesen, que vai jogar logo depois na seleção europeia da Ryder Cup; e os antigos campeões do Portugal Masters Alexander Levy (França), Shane Lowry (Irlanda) e Andy Sullivan (Irlanda). A lenda do golfe espanhol, José Maria Olazábal, e o argentino Angel Cabrera, cada um com dois títulos em Majors, acrescentam classe a um diversificado lote de participantes, com representantes de todas as zonas do globo, incluindo o n.º1 chinês Haotong Li; o tailandês Thongchai Jaidee, oito vezes vencedor de torneios do European Tour; e o inglês Matt Wallace, que venceu o torneio da semana passada na Dinamarca, o seu quarto título do European Tour, depois de ter-se estreado na galaria de campeões na edição de 2017 do Open de Portugal@Morgado Golf Resort.Garcia estreou-se em vitórias em eventos do Grand Slam no Augusta National em 2017, numa época brilhante em que somou mais dois títulos e garantiu o prémio do European Tour/Hilton de Jogador do Ano. «Estou muito satisfeito de adicionar o Portugal Masters ao meu calendário competitivo pela primeira vez. Estas serão algumas semanas entusiasmantes que tenho pela frente e estou desejoso de jogar bem diante do público de Vilamoura e ganhar boas sensações mesmo antes de viajar para Paris na semana seguinte», disse o espanhol.O irlandês Padraig Harrington ganhou o The Open Championship (vulgo British Open) em 2007 e 2008, e ainda o PGA Championship em 2008, tendo ainda marcado presença em seis edições da Ryder Cup. O jogador de 47 anos venceu o Portugal Masters em 2016 com um nível de jogo impressionante. Na altura, apoderou-se do seu primeiro título em oito anos, graças a uma última volta isenta de bogeys de 65 pancadas, para um agregado de 23 abaixo do Par, que permitiu-lhe superar por 1 única pancada o campeão do ano anterior, o inglês Andy Sullivan.Harrington regressa para tentar somar o seu 16.º troféu no European Tour, uma semana antes de viajar para Paris, para assumer o papel de vice-capitão da seleção europeia da Ryder Cup, comandada pelo capitão Thomas Bjorn. «Gosto sempre de voltar ao Portugal Masters – disse “Paddy” – e fiquei muito contente por há dois anos ter adicionado este título ao meu palmarés”.Danny Willett tornou-se no primeiro inglês desde Nick Faldo a envergar o Casaco Verde (do Masters), ao impôr-se no Augusta National em 2016 e regressa ao Portugal Masters pelo segundo ano seguido. «Apreciei imenso voltar a Portugal no ano passado, depois de ter estado alguns anos ausente e foi por isso que fiz questão de marcar de novo este torneio na minha agenda competitiva. No passado já joguei bem no Dom Pedro Victoria Golf Course e estou, por isso, à espera de ter mais uma boa semana lá», disse, referindo-se aos seus três top-10 em seis presenças na prova do Turismo de Portugal.
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, agosto 31, 2018

JOSÉ-FILIPE LIMA LIDERA ISOLADO CORDON GOLF OPEN

Imagem de arquivo
O golfista português José-Filipe Lima terminou hoje (dia 30), isolado na liderança o ´Cordon Golf Open´, prova do CHALLENGE TOUR a decorrer em Pléneuf-Val-André, França.
Filipe Lima, terminou o dia com 62 pancadas, oito abaixo do Par do campo, com um ´eagle´, sete ´birdies´ e fechou (buraco 9) com um ´bogey´.
O português terminou assim, destacado na liderança, perseguido por um trio composto pelo inglês Jamie Abbot, pelo norte-irlandês Dermot Mcelroy e pelo italiano Alessandro Tadini, todos com com 64 pancadas (seis abaixo do Par).
Já Pedro Figueiredo, em 52.°, todos com 70 pancadas, fazendo o Par do campo, com quatro ´birdies´, dois ´bogeys´ e um duplo ´bogey´ .

terça-feira, agosto 28, 2018

XI Hilton Vilamoura Golf Cup - 2018

Vencedores de 2017

Roger Brandão e Aida Batalha vão defender o titulo de 2017


A XI Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos maiores evento de golfe do Algarve, vai se realizar no Pinhal Golf Course a 15 de Setembro, o Hilton Vilamoura cumpre a tradição com a organização do Hilton Vilamoura Golf Cup.Desde 2007 que este evento reúne golfistas amadores numa competição amigável, mas sempre com espírito competitivo.A edição passada ficou marcada pela vitória de Roger Brandão homens e de Aida Batalha nas senhorasApós o torneio os jogadores podem usufruir das facilidades do hotel, fazer um test drive de alguns modelos de automóveis Porsche ou relaxar com uma mini-massagem Shiatsu, cortesia do 7 Seven Spa. A manhã termina como já é habito com um almoço buffet com a assinatura do Chef André Simões e acompanhado pela excelência dos vinhos Reynolds.A entrega de prémios e revelação do vencedor fica nas mãos do Diretor Geral do Hotel, Dinis Pires e do Diretor de Golf, O profissional PGA Fernando Nogueira.

segunda-feira, junho 18, 2018

Pedro Figueiredo vence KPMG Open da Bélgica

Mais um marco para o Golfe Nacional. Pedro Figueiredo tornou-se  no quarto português a vencer no Challenge Tour depois de Filipe Lima, Ricardo Santos e Ricardo Melo Gouveia
“Figgy”  venceu o KPMG Open, prova do Challenge Tour que decorreu de 7 a 10 de Junho no L’Empereur Golf & Country Club, em Ways, Genappe, na Bélgica.O português bateu no primeiro buraco do play-off, com um birdie, o sueco Anton Karlson e o galês Stuart Manley, depois deste trio ter completado as quatro voltas regulamentares a partilhar o primeiro lugar com 262 pancadas, 22 abaixo do Par.
Pedro Figueiredo, é o quarto português a vencer no Challenge Tour, depois de Filipe Lima, Ricardo Santos e Ricardo Melo Gouveia. O título valeu-lhe um prémio de 28.800 euros e a subida para o décimo lugar na Road to Ras Al Khaimah, a ordem do mérito do circuito. Os 15 primeiros classificados desta tabela no final da época conquistam a promoção ao principal circuito europeu de profissionais, o European Tour, no qual até hoje, a nível de portugueses, só competiram Daniel Silva, Ricardo Santos, Filipe Lima e Ricardo Melo Gouveia.
liderava no primeiro dia com um 63 que viria a ser o melhor resultado do torneio (o sueco Philip Erikson obteve idêntica marca, hoje, na última volta), depois fez 68 e 67 para iniciar a última volta isolado no terceiro lugar, com 198 pancadas (-15), a quatro pancadas do líder Stuart Manley e a duas de Anton Karlson, com os quais jogou no mesmo grupo neste domingo.
Igualou-os ao finalizar com 64, numa prestação com cinco birdies e um eagle. O desempate jogou-se no buraco 18 (Par 4) e aqui o português levou a melhor sobre os seus oponentes ao marcar um 3, metendo um putt de cerca de sete metros para birdie.
“Estou muito contente, é uma sensação muito boa, como é óbvio. Representa no fundo a recompensa de muito trabalho, muita persistência e de acreditar que ia conseguir dar a volta por cima”, afirmou o português ao Gabinete de Imprensa da FPG. E acrescentou: “Joguei muito bem hoje, mas os meus dois oponentes também, sobretudo o Karlson. Fui jogando o meu jogo, sem pensar muito nos outros, fazendo birdies. Quando faltavam quatro buracos, estava com quatro de desvantagem para o Karlson, e portanto não estava fácil, mas, como eu disse, continuei a jogar o meu jogo e até ao final fiz dois birdies, apertei o Karlson um bocadinho e ele acabou por fazer dois bogeys. Entretanto o Manley acabou por fazer birdie no 18 para ir a play-off. Da minha parte foi uma volta muito consistente, muito boa, com muitos fairways e muitos greens, ‘patei’ bem também.”

Foto de: FPG / Texto: FPG Adaptação: Luís Manuel Nogueira
______________________________________________________________________________________________

quinta-feira, junho 14, 2018

NELSON CAVALHEIRO VENCE O OPEN Circuito PT Empresas 2018

AXIS PONTE DE LIMA APUROU PRIMEIROS NOVE JOGADORES PARA A FINAL DE OUTUBRO NO MORGADO GOLF RESORT
Manolo de Miguel administrador Axis, La Salete Correia com o campeão, Nelson Cavalheiro
Rui Morris, de apenas 21 anos, e Nelson Cavalheiro, prestes a completar 48, mostraram no Axis Ponte de Lima que no golfe pode competir-se ao mais alto nível em autênticos confrontos de gerações e sagraram-se campeões dos dois eventos que decorreram em simultâneo sob a organização da PGA de Portugal. 
Rui Morris triunfou no Pro-Am que inaugurou o Circuito PT Empresas de 2018, prova que determinou os primeiros nove apurados para a Final marcada para outubro, no Morgado Golf Resort, o palco do Open de Portugal. Por seu lado, Nelson Cavalheiro conquistou o Axis PGA Open, de 6 mil euros em prémios monetários, o segundo torneio de 2018 do PGA Portugal Tour, o circuito profissional português. 
«Não joguei nada de espetacular e só fiz 3 birdies, mas os amadores jogaram de forma soberba e em todos os buracos conseguimos meter dois bons resultados. Funcionámos muito bem como equipa, porque quando um falhava os outros estavam lá», comentou, algo modestamente, Rui Morris, que somou 82 pontos stableford net, associado aos amadores Jaime Cunha, João Amorim e António Queirós. Rui Morris liderou, há um mês, um torneio do Alps Tour Golf, a terceira divisão do golfe europeu, e apreciou o espírito de equipa vivido entre todos: «Dá-me um gozo enorme ter contribuído para o apuramento da equipa para a Final. São pessoas excecionais e será um prazer voltar a vê-los. Quem sabe se disputarei com algum deles a Final do Circuito PT Empresas».
Esse é um dos aliciantes deste circuito. Desde o ano passado que a PGA de Portugal decidiu fazer coincidir a Final do Circuito PT Empresas com o Open que encerrará o PGA Portugal Tour, decidindo quem será o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções, ou seja, o n.º1 do circuito profissional português.
É uma oportunidade única de cada amador poder viver de perto dois dias de competição de profissionais a lutarem pelo título do Open e pelo posto de n.º1, mas a distribuição dos profissionais é por sorteio, pelo que Rui Morris não sabe se reeditará a parceria com estes três amadores que lhe proporcionaram a vitória em Ponte de Lima.
Como cada Pro-Am apura para a Final as três primeiras equipas, qualificaram-se igualmente em Ponte de Lima os amadores Luís Fernandes, António Machado e Joaquim Mendes, que garantiram o 2.º lugar com 80 pontos, ao lado do profissional Tomás Silva.
Também com 80 pontos mas com pior segunda volta, daí o 3.º lugar, ficaram os amadores Jorge Torres, Jorge Ferreira e Alberto de Brito, associados ao profissional Sérgio Ribeiro.
O Circuito PT Empresas prossegue com mais provas qualificativas a 23 de junho no Clube de Golf do Santo da Serra, na Ilha da Madeira; e a 2 de setembro no Guardian Bom Sucesso Golf.
Entretanto, no Axis PGA Open, o top-10 ficou recheado de jogadores que costumam atuar em circuitos internacionais como Challenge Tour, Pro Golf Tour ou PGA Pro Golf Tour, mas foi um treinador quem acabou por impor-se algo surpreendentemente.
Nelson Cavalheiro, que chegou a dirigir uma academia de um dos gurus mundiais do ensino do golfe, David Leadbether, e que atualmente é o diretor-técnico do Amendoeira Golf Resort, no Algarve, vai celebrar o seu 48.º aniversário no próximo Domingo com um agradável prémio de mil euros destinado ao campeão.
«Foi a melhor prenda de anos que poderia ter», disse Nelson Cavalheiro, que conquistou apenas o segundo título da sua carreira no PGA Portugal Tour, depois do longínquo PGA Portugal Masters de 2001, em Troia.
«Não esperava esta vitória. Claro que treino para ganhar e gosto de estar com a malta jovem para aprender com eles, mas estava à espera de um top-5, não de uma vitória. Curiosamente, o primeiro título que ganhei, em 2001 chamava-se Masters TMN, uma empresa absorvida pelo Grupo PT que agora apoiou este torneio», recordou o campeão. Nelson Cavalheiro terminou os 36 buracos regulamentares do Axis PGA Open empatado na frente com João Carlota, o vice-campeão nacional, que no último mês somou três bons resultados internacionais no Challenge Tour e no Alps Tour Golf.
Ambos totalizaram 141 pancadas, 1 abaixo do Par do percurso desenhado pelos irmãos Daniel e David Silva, Cavalheiro com voltas de 71 e 70, Carlota com cartões de 72 e 69. Foi preciso recorrer a um play-off, jogado no buraco 18, e houve um empate na primeira tentativa, pelo que só no segundo buraco de play-off Nelson Cavalheiro impôs-se ao cumprir o Par-4 do 18.
«Foi especial porque o João é um jogador que já treinei, é um dos melhores de Portugal, é o nosso vice-campeão nacional e uma pessoa de que gosto muito. Aliás, estávamos a almoçar juntos quando o José Correia, presidente da PGA de Portugal, nos chamou para iremos jogar o play-off», referiu o vencedor.
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
______________________________________________________________________________________________

ARMADA PORTUGUESA NO EUROPEANTOUR

A décima - Foto arquivo: Tom Dulat-Getty Images quarta prova do europenatour teve a presença de três jogadores Portugueses;   José-Fil...