O Solverde Campeonato Nacional PGA compreende três competições distintas: o evento masculino de três voltas de 18 buracos, o feminino de duas voltas e o de veteranos (seniores) também em duas voltas.
No Domingo, o mais antigo clube de golfe de Portugal e um dos mais antigos da Europa recebe o Mateus Rosé Pro-Am, num dia em que os praticantes amadores são convidados pelos patrocinadores, pelo clube e pela organização para jogarem ao lado dos melhores portugueses, no sistema de stableford net com três quartos de handicap (2 Ball / Better Ball). O algarvio Ricardo Santos, de 36 anos, que joga pelo Guardian Bom Sucesso Golf, sagrou-se campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 neste mesmo Oporto Golf Club.
Susana Ribeiro, de 28 anos, que representa o Skip Golfe, venceu as três edições anteriores do Campeonato Nacional em Espinho, bem perto do seu clube de Miramar, e procura um inédito “tetra”. São nomes enormes da história do golfe nacional. Santos é um dos únicos três jogadores portugueses a ter conquistado um título do European Tour e é o único a ter andado classificado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking da primeira divisão europeia.Susana Ribeiro tem vários recordes nacionais, amadores e profissionais, e é uma das duas únicas portuguesas a ter conseguido terminar no top-10 em torneios do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia.
A concorrência será, no entanto, dura e a grande novidade será a estreia de Leonor Bessa enquanto profissional. Na semana passada foi ainda como amadora que a jogadora do Club de Golf de Miramar se qualificou para a Final da Escola de Qualificação do European Tour. Poucos dias depois tornou-se profissional, ela que este ano ainda se sagrou bicampeã nacional amadora.
Em 2016 Leonor Bessa jogou pela primeira vez este Solverde Campeonato Nacional PGA e até foi a melhor jogadora em prova, com 6 pancadas acima do Par, mas o título de campeã nacional de profissionais foi atribuído a Susana Ribeiro, que ficou a 10 pancadas da sua amiga e rival.
Sendo amadora, Leonor Bessa não podia ficar com o título. Note-se que nesse ano Susana Ribeiro jogou doente e este quase a desistir da prova. Desta feita a rivalidade entre ambas será ainda maior, tendo em conta que Leonor Bessa, de 20 anos, já surge como profissional.
«Será uma boa competição para preparar a Final da Escola de Qualificação do Ladies European Tour, mas é claro que a expectativa é sempre jogar para ganhar», disse Leonor Bessa.
«Claro que vou encará-lo da mesma forma dos últimos anos e espero estar à altura de voltar a defender o título. Mas, sinceramente, se tivesse de escolher onde jogar pior, nas três semanas que tenho pela frente, escolheria esta semana, porque as outras implicam maior responsabilidade. Um bom resultado no Open de Espanha ou na Escola de Qualificação são bastante mais importantes. Mas vou encará-lo da mesma forma, vou dar o meu melhor como sempre e vou jogar para defender o título», declarou Susana Ribeiro.
No torneio masculino Ricardo Santos é a grande figura da prova, pelo seu rico palmarés, mas não pode ser apontado como o principal favorito.
Olhando para a lista de inscritos veem-se outros três jogadores que já venceram o Campeonato Nacional: o seu irmão mais velho Hugo Santos, Tiago Cruz em 2014 e 2015 (este último já em Espinho), e Gonçalo Pinto, este numa situação semelhante à de Leonor Bessa, ou seja, Gonçalo Pinto foi o melhor em prova mas não recebeu o título por ser então ainda amador. E entre os favoritos é imperativo nomear João Carlota, que adora jogar em Espinho e sagrou-se ali vice-campeão nacional, tanto em 2017 como em 2015 (empatado com Ricardo Melo Gouveia).
Note-se que tanto Tiago Cruz como João Carlota estão em boa forma e passaram há uma semana a Segunda Fase da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha. Infelizmente, ambos falharam hoje o cut dos 72 buracos na Escola e por isso decidiram inscrever-se imediatamente neste Solverde Campeonato Nacional PGA, Cruz em perseguição de um terceiro título e Carlota de um primeiro. Ambos estiveram em destaque este ano em circuitos internacionais. Cruz foi 4.º classificado no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, do Challenge Tour (segunda divisão europeia), enquanto Carlota foi 3.º no Obidos International Open, do Alps Golf Tour (terceira divisão).
Há ainda uma nova leva de profissionais que há pouco tempo eram ainda amadores e que surgem com boas hipóteses de sagrarem-se pela primeira vez campeões nacionais de profissionais, casos de Tomás Melo Gouveia, Tomás Silva, Vítor Lopes, Tiago Rodrigues, Miguel Gaspar e Tomás Bessa, todos habituados a competirem em circuitos internacionais.
Jogadores como João Ramos, Rui Morris, Nelson Cavalheiro e Sérgio Ribeiro também já mostraram que são capazes de dias de golfe de excelente qualidade e podem incomodar os favoritos.
Como todos os anos, há um contingente de amadores, sobretudo jovens, com ambições a mostrarem-se diante dos profissionais e nessa categoria sobressaem os nomes de Kiko Matos Coelho, João Pedro Maganinho, Pedro Almeida e José Maria Cunha.
Merece ainda uma especial menção a presença de uma forte digressão de profissionais da Região Autónoma da Madeira, com João Pedro Sousa, Andrew Oliveira, Luís Franco e Edgar Rodrigues. Nathan Brader (há muito residente em Portugal), Robert Menzies e Tomás Ballesteros dão, por outro loado, um sabor internacional ao evento.
No torneio de seniores despontam dois antigos campeões nacionais neste escalão etário, Joaquim Sequeira e José Dias, mas atenção ao profissional da casa, Eduardo Maganinho, que conhece o campo como ninguém.
O ex-selecionador nacional, Sebastião Gil, o mediático Miguel Nunes Pedro e os históricos João Couto e Vasco Espírito Santo completam o ramalhete que conta ainda com o amador Fernando Serpa.
O ano de 2018 está a ser histórico para o golfe português. Ricardo Melo Gouveia (vice-campeão nacional em 2015) manteve-se no European Tour e para o ano vai ter a companhia de Pedro Figueiredo (campeão nacional em 2013), que terminou a temporada no top-15 do Challenge Tour. Ambos começam já a competir no Open de Hong Kong, têm de viajar no dia 18 para a China e viram-se impossibilitados de jogar o Solverde Campeonato Nacional PGA em 2018.
Também Filipe Lima (o campeão nacional de 2017) viu-se forçado a não defender o título por uma boa razão, já que hoje mesmo passou o cut na Final da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha, onde ocupa o 33.º lugar, com 10 abaixo do Par. O ainda campeão nacional necessita de subir ao top-25 nos próximos dois dias para poder fazer companhia a Ricardo melo Gouveia e Pedro Figueiredo no European Tour em 2019. Uma ausência por uma boa razão. Daí a satisfação de José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe profissional português tem tido uma evolução enorme nestes últimos anos. Estamos a atravessar um momento de clara ascensão, com resultados desportivos de enorme relevo, e muito se deve ao apoio dos nossos parceiros, neste caso em particular da Solverde, Mateus Rosé e também da Federação Portuguesa de Golfe», considerou.
«Uma vez mais, o Solverde Campeonato Nacional da PGA de Portugal conta com uma lista de jogadores recheada de qualidade. Irão viver-se grandes momentos no Oporto Golf Club, que encontra-se em excelentes condições. Sentimos os atletas muitíssimo motivados e com muita vontade de lutar pelo prestigiante título de campeão nacional», acrescentou.Foto de: Ramiro Jesus - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueiraquarta-feira, novembro 14, 2018
Solverde Campeonato Nacional PGA 2018
Ricardo Santos e Susana Ribeiro são as grandes figuras do Solverde Campeonato Nacional PGA, o torneio sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e organizado pela PGA de Portugal, pelo quarto ano consecutivo no Oporto Golf Club, em Espinho, de 15 a 17 de novembro, distribuindo 13 mil euros em prémios monetários.
O Solverde Campeonato Nacional PGA compreende três competições distintas: o evento masculino de três voltas de 18 buracos, o feminino de duas voltas e o de veteranos (seniores) também em duas voltas.
No Domingo, o mais antigo clube de golfe de Portugal e um dos mais antigos da Europa recebe o Mateus Rosé Pro-Am, num dia em que os praticantes amadores são convidados pelos patrocinadores, pelo clube e pela organização para jogarem ao lado dos melhores portugueses, no sistema de stableford net com três quartos de handicap (2 Ball / Better Ball). O algarvio Ricardo Santos, de 36 anos, que joga pelo Guardian Bom Sucesso Golf, sagrou-se campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 neste mesmo Oporto Golf Club.
Susana Ribeiro, de 28 anos, que representa o Skip Golfe, venceu as três edições anteriores do Campeonato Nacional em Espinho, bem perto do seu clube de Miramar, e procura um inédito “tetra”. São nomes enormes da história do golfe nacional. Santos é um dos únicos três jogadores portugueses a ter conquistado um título do European Tour e é o único a ter andado classificado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking da primeira divisão europeia.Susana Ribeiro tem vários recordes nacionais, amadores e profissionais, e é uma das duas únicas portuguesas a ter conseguido terminar no top-10 em torneios do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia.
A concorrência será, no entanto, dura e a grande novidade será a estreia de Leonor Bessa enquanto profissional. Na semana passada foi ainda como amadora que a jogadora do Club de Golf de Miramar se qualificou para a Final da Escola de Qualificação do European Tour. Poucos dias depois tornou-se profissional, ela que este ano ainda se sagrou bicampeã nacional amadora.
Em 2016 Leonor Bessa jogou pela primeira vez este Solverde Campeonato Nacional PGA e até foi a melhor jogadora em prova, com 6 pancadas acima do Par, mas o título de campeã nacional de profissionais foi atribuído a Susana Ribeiro, que ficou a 10 pancadas da sua amiga e rival.
Sendo amadora, Leonor Bessa não podia ficar com o título. Note-se que nesse ano Susana Ribeiro jogou doente e este quase a desistir da prova. Desta feita a rivalidade entre ambas será ainda maior, tendo em conta que Leonor Bessa, de 20 anos, já surge como profissional.
«Será uma boa competição para preparar a Final da Escola de Qualificação do Ladies European Tour, mas é claro que a expectativa é sempre jogar para ganhar», disse Leonor Bessa.
«Claro que vou encará-lo da mesma forma dos últimos anos e espero estar à altura de voltar a defender o título. Mas, sinceramente, se tivesse de escolher onde jogar pior, nas três semanas que tenho pela frente, escolheria esta semana, porque as outras implicam maior responsabilidade. Um bom resultado no Open de Espanha ou na Escola de Qualificação são bastante mais importantes. Mas vou encará-lo da mesma forma, vou dar o meu melhor como sempre e vou jogar para defender o título», declarou Susana Ribeiro.
No torneio masculino Ricardo Santos é a grande figura da prova, pelo seu rico palmarés, mas não pode ser apontado como o principal favorito.
Olhando para a lista de inscritos veem-se outros três jogadores que já venceram o Campeonato Nacional: o seu irmão mais velho Hugo Santos, Tiago Cruz em 2014 e 2015 (este último já em Espinho), e Gonçalo Pinto, este numa situação semelhante à de Leonor Bessa, ou seja, Gonçalo Pinto foi o melhor em prova mas não recebeu o título por ser então ainda amador. E entre os favoritos é imperativo nomear João Carlota, que adora jogar em Espinho e sagrou-se ali vice-campeão nacional, tanto em 2017 como em 2015 (empatado com Ricardo Melo Gouveia).
Note-se que tanto Tiago Cruz como João Carlota estão em boa forma e passaram há uma semana a Segunda Fase da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha. Infelizmente, ambos falharam hoje o cut dos 72 buracos na Escola e por isso decidiram inscrever-se imediatamente neste Solverde Campeonato Nacional PGA, Cruz em perseguição de um terceiro título e Carlota de um primeiro. Ambos estiveram em destaque este ano em circuitos internacionais. Cruz foi 4.º classificado no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, do Challenge Tour (segunda divisão europeia), enquanto Carlota foi 3.º no Obidos International Open, do Alps Golf Tour (terceira divisão).
Há ainda uma nova leva de profissionais que há pouco tempo eram ainda amadores e que surgem com boas hipóteses de sagrarem-se pela primeira vez campeões nacionais de profissionais, casos de Tomás Melo Gouveia, Tomás Silva, Vítor Lopes, Tiago Rodrigues, Miguel Gaspar e Tomás Bessa, todos habituados a competirem em circuitos internacionais.
Jogadores como João Ramos, Rui Morris, Nelson Cavalheiro e Sérgio Ribeiro também já mostraram que são capazes de dias de golfe de excelente qualidade e podem incomodar os favoritos.
Como todos os anos, há um contingente de amadores, sobretudo jovens, com ambições a mostrarem-se diante dos profissionais e nessa categoria sobressaem os nomes de Kiko Matos Coelho, João Pedro Maganinho, Pedro Almeida e José Maria Cunha.
Merece ainda uma especial menção a presença de uma forte digressão de profissionais da Região Autónoma da Madeira, com João Pedro Sousa, Andrew Oliveira, Luís Franco e Edgar Rodrigues. Nathan Brader (há muito residente em Portugal), Robert Menzies e Tomás Ballesteros dão, por outro loado, um sabor internacional ao evento.
No torneio de seniores despontam dois antigos campeões nacionais neste escalão etário, Joaquim Sequeira e José Dias, mas atenção ao profissional da casa, Eduardo Maganinho, que conhece o campo como ninguém.
O ex-selecionador nacional, Sebastião Gil, o mediático Miguel Nunes Pedro e os históricos João Couto e Vasco Espírito Santo completam o ramalhete que conta ainda com o amador Fernando Serpa.
O ano de 2018 está a ser histórico para o golfe português. Ricardo Melo Gouveia (vice-campeão nacional em 2015) manteve-se no European Tour e para o ano vai ter a companhia de Pedro Figueiredo (campeão nacional em 2013), que terminou a temporada no top-15 do Challenge Tour. Ambos começam já a competir no Open de Hong Kong, têm de viajar no dia 18 para a China e viram-se impossibilitados de jogar o Solverde Campeonato Nacional PGA em 2018.
Também Filipe Lima (o campeão nacional de 2017) viu-se forçado a não defender o título por uma boa razão, já que hoje mesmo passou o cut na Final da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha, onde ocupa o 33.º lugar, com 10 abaixo do Par. O ainda campeão nacional necessita de subir ao top-25 nos próximos dois dias para poder fazer companhia a Ricardo melo Gouveia e Pedro Figueiredo no European Tour em 2019. Uma ausência por uma boa razão. Daí a satisfação de José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe profissional português tem tido uma evolução enorme nestes últimos anos. Estamos a atravessar um momento de clara ascensão, com resultados desportivos de enorme relevo, e muito se deve ao apoio dos nossos parceiros, neste caso em particular da Solverde, Mateus Rosé e também da Federação Portuguesa de Golfe», considerou.
«Uma vez mais, o Solverde Campeonato Nacional da PGA de Portugal conta com uma lista de jogadores recheada de qualidade. Irão viver-se grandes momentos no Oporto Golf Club, que encontra-se em excelentes condições. Sentimos os atletas muitíssimo motivados e com muita vontade de lutar pelo prestigiante título de campeão nacional», acrescentou.Foto de: Ramiro Jesus - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
O Solverde Campeonato Nacional PGA compreende três competições distintas: o evento masculino de três voltas de 18 buracos, o feminino de duas voltas e o de veteranos (seniores) também em duas voltas.
No Domingo, o mais antigo clube de golfe de Portugal e um dos mais antigos da Europa recebe o Mateus Rosé Pro-Am, num dia em que os praticantes amadores são convidados pelos patrocinadores, pelo clube e pela organização para jogarem ao lado dos melhores portugueses, no sistema de stableford net com três quartos de handicap (2 Ball / Better Ball). O algarvio Ricardo Santos, de 36 anos, que joga pelo Guardian Bom Sucesso Golf, sagrou-se campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 neste mesmo Oporto Golf Club.
Susana Ribeiro, de 28 anos, que representa o Skip Golfe, venceu as três edições anteriores do Campeonato Nacional em Espinho, bem perto do seu clube de Miramar, e procura um inédito “tetra”. São nomes enormes da história do golfe nacional. Santos é um dos únicos três jogadores portugueses a ter conquistado um título do European Tour e é o único a ter andado classificado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking da primeira divisão europeia.Susana Ribeiro tem vários recordes nacionais, amadores e profissionais, e é uma das duas únicas portuguesas a ter conseguido terminar no top-10 em torneios do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia.
A concorrência será, no entanto, dura e a grande novidade será a estreia de Leonor Bessa enquanto profissional. Na semana passada foi ainda como amadora que a jogadora do Club de Golf de Miramar se qualificou para a Final da Escola de Qualificação do European Tour. Poucos dias depois tornou-se profissional, ela que este ano ainda se sagrou bicampeã nacional amadora.
Em 2016 Leonor Bessa jogou pela primeira vez este Solverde Campeonato Nacional PGA e até foi a melhor jogadora em prova, com 6 pancadas acima do Par, mas o título de campeã nacional de profissionais foi atribuído a Susana Ribeiro, que ficou a 10 pancadas da sua amiga e rival.
Sendo amadora, Leonor Bessa não podia ficar com o título. Note-se que nesse ano Susana Ribeiro jogou doente e este quase a desistir da prova. Desta feita a rivalidade entre ambas será ainda maior, tendo em conta que Leonor Bessa, de 20 anos, já surge como profissional.
«Será uma boa competição para preparar a Final da Escola de Qualificação do Ladies European Tour, mas é claro que a expectativa é sempre jogar para ganhar», disse Leonor Bessa.
«Claro que vou encará-lo da mesma forma dos últimos anos e espero estar à altura de voltar a defender o título. Mas, sinceramente, se tivesse de escolher onde jogar pior, nas três semanas que tenho pela frente, escolheria esta semana, porque as outras implicam maior responsabilidade. Um bom resultado no Open de Espanha ou na Escola de Qualificação são bastante mais importantes. Mas vou encará-lo da mesma forma, vou dar o meu melhor como sempre e vou jogar para defender o título», declarou Susana Ribeiro.
No torneio masculino Ricardo Santos é a grande figura da prova, pelo seu rico palmarés, mas não pode ser apontado como o principal favorito.
Olhando para a lista de inscritos veem-se outros três jogadores que já venceram o Campeonato Nacional: o seu irmão mais velho Hugo Santos, Tiago Cruz em 2014 e 2015 (este último já em Espinho), e Gonçalo Pinto, este numa situação semelhante à de Leonor Bessa, ou seja, Gonçalo Pinto foi o melhor em prova mas não recebeu o título por ser então ainda amador. E entre os favoritos é imperativo nomear João Carlota, que adora jogar em Espinho e sagrou-se ali vice-campeão nacional, tanto em 2017 como em 2015 (empatado com Ricardo Melo Gouveia).
Note-se que tanto Tiago Cruz como João Carlota estão em boa forma e passaram há uma semana a Segunda Fase da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha. Infelizmente, ambos falharam hoje o cut dos 72 buracos na Escola e por isso decidiram inscrever-se imediatamente neste Solverde Campeonato Nacional PGA, Cruz em perseguição de um terceiro título e Carlota de um primeiro. Ambos estiveram em destaque este ano em circuitos internacionais. Cruz foi 4.º classificado no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, do Challenge Tour (segunda divisão europeia), enquanto Carlota foi 3.º no Obidos International Open, do Alps Golf Tour (terceira divisão).
Há ainda uma nova leva de profissionais que há pouco tempo eram ainda amadores e que surgem com boas hipóteses de sagrarem-se pela primeira vez campeões nacionais de profissionais, casos de Tomás Melo Gouveia, Tomás Silva, Vítor Lopes, Tiago Rodrigues, Miguel Gaspar e Tomás Bessa, todos habituados a competirem em circuitos internacionais.
Jogadores como João Ramos, Rui Morris, Nelson Cavalheiro e Sérgio Ribeiro também já mostraram que são capazes de dias de golfe de excelente qualidade e podem incomodar os favoritos.
Como todos os anos, há um contingente de amadores, sobretudo jovens, com ambições a mostrarem-se diante dos profissionais e nessa categoria sobressaem os nomes de Kiko Matos Coelho, João Pedro Maganinho, Pedro Almeida e José Maria Cunha.
Merece ainda uma especial menção a presença de uma forte digressão de profissionais da Região Autónoma da Madeira, com João Pedro Sousa, Andrew Oliveira, Luís Franco e Edgar Rodrigues. Nathan Brader (há muito residente em Portugal), Robert Menzies e Tomás Ballesteros dão, por outro loado, um sabor internacional ao evento.
No torneio de seniores despontam dois antigos campeões nacionais neste escalão etário, Joaquim Sequeira e José Dias, mas atenção ao profissional da casa, Eduardo Maganinho, que conhece o campo como ninguém.
O ex-selecionador nacional, Sebastião Gil, o mediático Miguel Nunes Pedro e os históricos João Couto e Vasco Espírito Santo completam o ramalhete que conta ainda com o amador Fernando Serpa.
O ano de 2018 está a ser histórico para o golfe português. Ricardo Melo Gouveia (vice-campeão nacional em 2015) manteve-se no European Tour e para o ano vai ter a companhia de Pedro Figueiredo (campeão nacional em 2013), que terminou a temporada no top-15 do Challenge Tour. Ambos começam já a competir no Open de Hong Kong, têm de viajar no dia 18 para a China e viram-se impossibilitados de jogar o Solverde Campeonato Nacional PGA em 2018.
Também Filipe Lima (o campeão nacional de 2017) viu-se forçado a não defender o título por uma boa razão, já que hoje mesmo passou o cut na Final da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha, onde ocupa o 33.º lugar, com 10 abaixo do Par. O ainda campeão nacional necessita de subir ao top-25 nos próximos dois dias para poder fazer companhia a Ricardo melo Gouveia e Pedro Figueiredo no European Tour em 2019. Uma ausência por uma boa razão. Daí a satisfação de José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe profissional português tem tido uma evolução enorme nestes últimos anos. Estamos a atravessar um momento de clara ascensão, com resultados desportivos de enorme relevo, e muito se deve ao apoio dos nossos parceiros, neste caso em particular da Solverde, Mateus Rosé e também da Federação Portuguesa de Golfe», considerou.
«Uma vez mais, o Solverde Campeonato Nacional da PGA de Portugal conta com uma lista de jogadores recheada de qualidade. Irão viver-se grandes momentos no Oporto Golf Club, que encontra-se em excelentes condições. Sentimos os atletas muitíssimo motivados e com muita vontade de lutar pelo prestigiante título de campeão nacional», acrescentou.Foto de: Ramiro Jesus - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueiraterça-feira, outubro 30, 2018
Campo de golfe do Vidago Palace recebe prémio internacional
O campo de golfe do Vidago Palace Hotel foi reconhecido pela excelência ambiental na edição anual dos prestigiados IAGTO Awards, que celebram o melhor da indústria global de turismo de golfe e são organizados pela IAGTO (International Association of Golf Tour Operators).
Este prémio especial foi atribuído ao campo de golfe do Vidago Palace Hotel dada a sua integração harmoniosa com o ambiente natural envolvente e em reconhecimento da aposta contínua na área da sustentabilidade. O compromisso e as boas práticas no uso eficiente dos recursos, o melhoramento do já bonito enquadramento paisagístico e a valorização da comunidade local são igualmente fatores que se destacaram e valorizados pela organização. Esta foi a segunda vez que o campo de golfe de Vidago recebeu uma distinção especial nesta competição internacional, após ter ganho a categoria de Integração Comunitária, em 2015. Os Sustainability Awards integram os IAGTO Awards e são realizados em conjunto com o órgão de sustentabilidade do golfe, a GEO Foundation, em reconhecimento da excelência ambiental e social na modalidade.
O centenário Vidago Palace Hotel é uma referência nacional e internacional, localizado a apenas uma hora do Porto, que alia o contemporâneo à herança da realeza, com características arquitetónicas e paisagísticas ímpares. Entre as suas valências encontra-se este campo de golfe que foi inaugurado em 1936, com um percurso idealizado pelo especialista escocês Philip Mackenzie Ross. Renovado em 2010 por Cameron Powell, transformou-se num campo de golfe ainda mais desafiante para o jogador mais experiente e com as suas especificações a potenciarem a realização de campeonatos internacionais.
Desde a reabertura, em 2010, que o Vidago Palace Hotel tem sido reconhecido, em diferentes áreas, pelas mais conceituadas entidades internacionais ligadas ao Turismo. Junta-se agora esta distinção atribuída pela IAGTO e GEO Foundation.
Os IAGTO Awards 2018 decorreram na Eslovénia numa cerimónia com a presença de 1200 profissionais do golfe.
“Este prémio é o reconhecimento pelo cuidado e pela responsabilidade com que toda a equipa de manutenção desenvolve o seu trabalho diário no campo de golfe do Vidago Palace Hotel. Estamos todos muito orgulhosos do ambiente local e queremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para protegê-lo e, se possível, melhorá-lo. Estamos extremamente gratos pelo prémio e pelo reconhecimento inestimável que isso traz à nossa comunidade e ao nosso campo de golfe. Palavras de Paulo Ferreira, director de Golfe do Vidago Palace Hotel
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segunda-feira, outubro 29, 2018
2.º HILTI PGA PORTUGAL OPEN
VIDAGO PALACE GOLF COURSE MARCA O SEGUNDO TÍTULO EM TORNEIOS PROFISSIONAIS DE VÍTOR LOPES, MAS O PRIMEIRO DESDE QUE HÁ MENOS DE DUAS SEMANAS ABANDONOU O ESTATUTO DE AMADOR
Vítor Lopes conquistou o seu primeiro título desde que se tornou profissional há menos de duas semanas, no segundo torneio que jogou sem o estatuto amador. O português de 22 anos venceu o Hilti PGA Open, um torneio do PGA Portugal Tour (o circuito profissional português), de 6.500 euros em prémios monetários, organizado no Vidago Palace Golf Course. Vítor Lopes continua a considerar-se «jogador do Clube de Golfe de Vilamoura» e totalizou 140 pancadas, 4 abaixo do Par do campo, após voltas de 65 e 75, que lhe renderam o prémio de 1.000 euros. O vencedor do Campeonato Internacional Amador de Portugal em fevereiro deste ano, bateu por 1 única pancada o consagrado Ricardo Santos (com voltas de 70 e 71), o único português a ter figurado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking do European Tour, a primeira divisão europeia. Ricardo Santos (-3) contentou-se com um prémio de 800 euros.
Vítor Lopes necessitou de 1 birdie no penúltimo buraco (um Par-5 de 525 metros) para conquistar o segundo título da sua carreira em torneios profissionais, dado que, em fevereiro, ainda como amador, triunfou num evento ainda mais importante, o 1.º Álamos Classic, no Algarve, de 10 mil euros em prémios monetários, integrado no circuito internacional Portugal Pro Golf Tour.
«É diferente ganhar como amador ou como profissional, é uma questão de estatuto, mas aquela vitória quando era ainda amador deu-me muita confiança. Depois do birdie no buraco 17, sabia que só precisava de fazer o Par para ganhar o torneio e senti muitas emoções», disse Vítor Lopes.
«Só caí na realidade quando tudo terminou no 18. É sempre bom ganhar um torneio que conta com grandes jogadores como o Ricardo Santos, ou como os jogadores do meu último grupo na última volta, o Hugo Santos e o Tiago Cruz, que têm imensa experiência», acrescentou.
Note-se, contudo, que Ricardo Santos, que em 2018 militou no Challenge Tour, a segunda divisão europeia, facilitou a tarefa do seu rival, ao terminar a prova de forma terrível, perdendo 4 pancadas nos últimos três buracos (duplo-bogey no buraco 16, seguido de bogeys nos buracos 17 e 18). O ex-campeão nacional cedeu, assim, uma liderança que parecia imparável, dado ter feito 4 birdies nos primeiros 10 buracos.
O 3.º lugar foi partilhado entre Hugo Santos (68+74) e João Carlota (71+71), com um agregado de 142 (-2).
É impossível não constatar que os primeiros quatro classificados, de um total de 22 participantes, foram todos formados no Clube de Golfe de Vilamoura, tal como o britânico residente em Portugal, Nathan Brader, que, por seu lado, venceu o Hilti PGA Pro-Am. Brader tornou-se profissional há um ano, em novembro de 2017, e este é o seu primeiro sucesso em provas da PGA de Portugal.
Nathan Brader, um antigo campeão nacional de sub-18, emparceirou com os amadores Carlos Ribeiro, Fernando Ribeiro e João Almeida, somando um total de 91 pontos stableford net (fourball). A equipa 2.ª classificada foi a do profissional Tiago Rodrigues com os amadores Laurent Giménez, Cristobal Melgar e Adolfo Gusman, com 83 pontos.
Vítor Lopes eu sou "culpado", o seu início de percurso profissional está a ser auspicioso, depois de uma carreira amadora notável.
Em 2014 venceu a Taça da Federação Portuguesa de Golfe/BPI, um dos Majors nacionais amadores. Ainda nesse ano foi vice-campeão europeu de clubes por Vilamoura. Em 2015 sagrou-se vice-campeão nacional amador e foi o n.º1 do Ranking Nacional BPI/FPG, a classificação para amadores. Ganhou por cinco vezes o Campeonato Nacional de Clubes (2012, 2013, 2014, 2015, 2017. Na seleção da FPG da Taça Manuel Agrellos nunca perdeu nenhum duelo de singulares. Representou Portugal em dois Campeonatos do Mundo e vários Campeonatos da Europa para amadores. Em 2018, numa época em que voltou a ser vice-campeão nacional amador, brilhou com a já referida vitória no Campeonato Internacional Amador de Portugal e no 1.º Álamos Classic (de profissionais).
Tornou-se profissional há menos de duas semanas. O seu primeiro torneio com esse novo estatuto foi a final do Circuito PT Empresas do PGA Portugal Tour, onde, no passado dia 21 de outubro, foi 10.º classificado, a Par do campo do Henry Cotton Championship Course do Penina Hotel & Golf Resort. Poucos dias depois estava em Vidago a ganhar o Hilti PGA Open.
Foto de: Ricardo Lopes / PGA de Portugal / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
segunda-feira, outubro 15, 2018
III Edição do torneio de golfe da Associação Portuguêsa de Leasing e Factoring
O Aroeira (I) recebeu pela terceira vez, mais uma edição deste torneio. Este ano, o torneio contou com mais de sete dezenas de convidados jogadores e "futuros" jogadores, aos quais foi-lhes proporcionado momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião e consequentemente uma memorável experiência de golfe, administrada pelo treinador e profissional Joaquim Moura.
Do ponto de vista competitivo, Diogo Cassiano Neves (Hcp 5,6)foi o grande vencedor, com a vitoria na classificação GROSS, fazendo 33 pontos.
O evento, para além da classificação GROSS, é composto ainda por mais duas classificações, proporcionando desta forma, uma maior igualdade entre os vários handicaps inscritos. Assim a Classificação NET Categoria 1 (hcp até 18.2) e Classificação NET Categoria 2 (hcp até > 18.3). Neste contexto José Simões Moreira (Hcp 14,1) venceu a classificação NET 1, com 42 pontos, mais 3 pontos que Bhupender Singh (Hcp 14,9) e Pedro Figueiredo Soeiro (Hcp 8,5). Já na classificação NET 2, o vencedor foi Pedro Moreis (Hcp 21,1) com 45 pontos, mais dois que Norberto Mendes (Hcp 24,1) e mais 3 que Nuno Megre (Hcp 24,1).
Nos prémios especiais, o Nearest to the Pin foi para Stefan Pedroso e o Longest Drive para Paulo Jorge Oliveira.
Quanto à Clínica de Golfe, os vencedores foram; Nuno tomaz e Rui Esteves.
Quanto à Clínica de Golfe, os vencedores foram; Nuno tomaz e Rui Esteves.
quinta-feira, setembro 27, 2018
III Edição do ALF GOLF DAY
A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) vai realizar pela primeira vez, o “ALF GOLF DAY”. Este evento de golfe terá lugar no dia 29 de Setembro de na Herdade da Aroeira. O percurso de golfe da Aroeira I, irá proporcionar uma agradável experiência aos "futuros" jogadores e proporcionando um momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião. Este evento inicia-se com um pequeno-almoço num ambiente exclusivo e privilegiado,
disputando-se de seguida o torneio de golfe. Em simultâneo, decorrerá, igualmente, uma “Academia de Golfe”, com um programa direccionado para os iniciados na modalidade. Depois das provas, todos os participantes poderão ainda desfrutar de um almoço com entrega de prémios
A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FACTORING, LEASING E RENTING, conta 34 anos de existência, e é a associação representativa do financiamento especializado em Portugal. Entre os seus associados encontram-se as principais instituições que exercem Locação Financeira, Factoring e Renting
domingo, setembro 23, 2018
12º Portugal Masters - TOM LEWIS CAMPEÃO HISTÓRICO
12º Portugal Masters - RICARDO MELO GOUVEIA AINDA VISA UM TOP-5 HERBERT SEGURA COMANDO
NUM DIA EM QUE PELA PRIMEIRA VEZ HOUVE UM SEGUNDO CUT NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, RICARDO SANTOS FOI ELIMINADO E RICARDO MELO GOUVEIA PERDEU 10 POSIÇÕES, MAS LUCAS HERBERT ESTÁ FIRME
Ricardo Melo Gouveia perdeu hoje (Sábado) 10 posições no Portugal Masters e caiu para o grupo dos 19.º classificados, apesar de ter jogado abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course, com 70 pancadas (-1) na terceira volta, para um agregado de 10 abaixo do Par. No entanto, não comprometeu inexoravelmente as suas aspirações de repetir o 5.º lugar do ano passado no mais importante torneio de golfe português, de 2 milhões de euros em prémios monetários. É certo que já não está no top-10 – ele que chegou a liderar ontem a prova durante cerca de duas horas – e distanciou-se da liderança, estando agora a 10 pancadas do australiano Lucas Herbert, que continua na frente (-19) pelo terceiro dia seguido, depois de uma penúltima volta de 64 pancadas, 7 abaixo do Par.Mas se virmos bem, há um ano, Ricardo Melo Gouveia partiu para a última volta ainda pior classificado, no 20.º lugar, com menos 2 pancadas, com -8, e terminou a prova no tal 5.º lugar que fá-lo partilhar com Filipe Lima a melhor classificação de sempre de um português em Vilamoura. Tudo depende de amanhã ser capaz de voltar a jogar ao nível de ontem.«Tenho de realizar uma grande volta amanhã, mas se continuar como tenho jogado e se meter os putts como meti ontem, sinto que tenho boas hipóteses de fazer esse 5.º lugar ou melhor», disse o atleta olímpico português, que atraiu hordas de espectadores atrás de si. Compreende-se que depois dos 9 birdies de ontem de Ricardo Melo Gouveia, que a volta de hoje, com apenas 1 birdie e 17 ‘pares’ possa saber a pouco ao jogador e aos fãs portugueses, mas o 19.º lugar que ocupa é melhor do que muitas das grandes estrelas da prova: Sergio Garcia é 27.º (-9), Charl Schwartzel, Danny Willett e Thorbjorn Olesen estão empatados em 35.º (-8) e estamos a falar de campeões de Majors e/ou jogadores de Ryder Cup!Quem ficou definitivamente arredado do único torneio português do European Tour foi Ricardo Santos. Pela primeira vez na história de 12 edições do Portugal Masters, houve um segundo cut, aos 54 buracos, para o top-72, de modo a reduzir o número de jogadores para o ultimo dia. Ora tinham passado ontem o cut 81 e Ricardo Santos terminou em 80.º empatado, a Par do campo, depois de uma terceira volta de 75 (+4). Vai receber prémio monetário, mas já não joga mais.«Hoje correu tudo mal. Correu mal do tee, nos greens também não estive bem, muitos putts a roçarem o buraco e a não entrarem e é verdade que também não entrei bem e depois foi como uma bola de neve e não consegui recuperar o jogo», lamentou-se o antigo bicampeão nacional, que vai agora regressar em duas semanas ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia.Um segundo cut foi uma estreia no Portugal Masters, mas foi já a terceira vez que isso aconteceu esta época no European Tour, repetindo a receita do Open de Itália e do Porsche European Open na Alemanha. «É algo que se fazia raramente no European Tour mas o PGA Tour já vem fazendo há algum tempo e acho que agora querem seguir mais esse exemplo na Europa. A ideia é criar um ambiente mais mediático no ultimo dia, só com aqueles jogadores que estão mesmo a jogar muitas pancadas abaixo do Par», explicou David Silva, o treinador português do jogador finlandês Kim Koivu, que está no 15.º lugar (-11).Este ano pensava-se que os resultados do Portugal Masters iriam ser piores, devido ao rough mais alto e a uma estirpe de relva diferente nos roughs (Bermuda), mais densa. No entanto, as estrelas que vieram ao Algarve estão a disparar birdies e eagles em cascata.«Nunca pensei que mesmo com as temperaturas elevadas que temos tido nos últimos dias (que fazem a bola viajar mais rápida e longe) que os resultados em três voltas estivessem tão baixos (em relação ao Par). Isto só demonstra que o nível está cada vez mais elevado», comentou Ricardo Melo Gouveia.Veja-se como um dia depois do recorde histórico do inglês Oliver Fisher, o primeiro a fazer 59 pancadas numa volta do European Tour, outro inglês, Tom Lewis, esteve quase a repetir a dose e ascendeu ao 2.º lugar depois de entregar um cartão de 61 pancadas (-10), a sua melhor volta de sempre no European Tour.«Foi ótimo o Ollie ter feito 59 ontem e eu tive oportunidade de fazer o mesmo hoje. Notei nisso quando faltavam três buracos para acabar a volta», disse Lewis, que procura tornar-se amanhã no primeiro jogador a vencer por duas vezes o Portugal Masters, depois do título conquistado em 2011. Atenção a este Lewis que está a melhorar de dia para dia, com voltas de 72, 63 e 61 e só está a 2 pancadas do líder. O 3.º lugar é ocupado pelo inglês Eddie Pepperell (68 pancadas hoje) e pelo sueco Marcus Kinhult (65), com 15 abaixo do Par, portanto, a 4 do topo da classificação.É, no mínimo, curioso verificar como este 12.º Portugal Masters, que apresenta provavelmente a segunda melhor lista de inscritos de sempre na história do torneio, está a ser dominado por jogadores que nem pertencem à elite do European Tour, a primeira divisão europeia.Afinal, Lucas Herbert está a jogar com um convite, pois milita no PGA Tour of Australasia. Se vencer amanhã (Domingo), ganhará automaticamente o cartão para o European Tour de 2019. Já Tom Lewis é atualmente um dos rivais de Pedro Figueiredo e Filipe Lima no Challenge Tour, a segunda divisão, na qual ganhou um torneio este mês, e só entrou no Portugal Masters com o estatuto e categoria de ex-campeão da prova.
Foto de: Getty Images(Herbert), / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Foto de: Getty Images(Herbert), / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, setembro 21, 2018
12º Portugal Masters - MELO GOUVEIA E HERBERT ARRANCAM EM FORÇA SOB PRESSÃO DO RANKING
| Sergio Garcia |
Foto de: João Lobato / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
11ª Edição Hilton Vilamoura Golf Cup
Neil Woolfrey vence a 11ª edição do torneio Hilton Vilamoura Golf Cup
Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos mais concorridos torneios de golfe do Algarve.
Neste que é um dos torneios de referencia de verão no Algarve, Neil Woolfrey levou a melhor sobre Ricardo Pereira, segundo classificado com menos um ponto (35) e Rogério Brandão com 32 pts. Conquistando desta forma o primeiro lugar GROSS, classificação que atribui o vencedor da prova. Na classificação Net, Serafim Sousa Carvalho foi o vencedor com 39 pts, seguindo Neil Woolfrey com 38 pts e a fechar o pódio ficou Julian Cuellar Reynolds com 38 pontos. Nas senhoras, a vitoria foi para Maria Margarida Sampaio com 38 pts. Na segunda posição ficou Dina Ferreira Beloura com 35 pts e a fechar o TOP 3, ficou Graça Carter com 32 pontos.
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| Neil Woolfrey vencedor da XI edição |
No passado dia 15 de Setembro, realizou-se a décima primeira edição do
Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos mais concorridos torneios de golfe do Algarve.
Esta edição contou com a presença de mais de cinco dezenas de jogadores disputaram
do Dom Pedro Pinhal o lugar mais alto do pódio.
Neste que é um dos torneios de referencia de verão no Algarve, Neil Woolfrey levou a melhor sobre Ricardo Pereira, segundo classificado com menos um ponto (35) e Rogério Brandão com 32 pts. Conquistando desta forma o primeiro lugar GROSS, classificação que atribui o vencedor da prova. Na classificação Net, Serafim Sousa Carvalho foi o vencedor com 39 pts, seguindo Neil Woolfrey com 38 pts e a fechar o pódio ficou Julian Cuellar Reynolds com 38 pontos. Nas senhoras, a vitoria foi para Maria Margarida Sampaio com 38 pts. Na segunda posição ficou Dina Ferreira Beloura com 35 pts e a fechar o TOP 3, ficou Graça Carter com 32 pontos.
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| Maria Margarida Sampaio |
Durante a manhã, os jogadores disputaram o torneio Stableford full handicap, uma competição organizada pelo Hilton Vilamoura desde 2007. Este ano o torneio contou com a presença do apresentador de televisão Jorge Gabriel.do ex-guarda redes da Seleção Nacional de Futebol Ricardo Pereira.
No que respeita aos apoios, os vinhos Reynolds voltaram a fazer parte do evento com uma prova de vinhos à passagem pelo buraco 9, este ano acompanhados por deliciosas iguarias do La Bella Barca (tábuas de queijo e tapas italianas), restaurante italiano localizado na marina de Vilamoura especializado em risottos e pastas.
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| Serafim Sousa Carvalho |
Decorreu também a tradicional clínica de golf com Fernando Nogueira, profissional qualificado da PGA Portugal e Diretor de Golfe do hotel, que passou os seus ensinamentos a alunos bem conhecidos do público português – Carolina Torres, Vítor Silva Costa, Ricardo Oliveira, João Paulo Sousa e a esposa Adriana Gomes deram o seu melhor no driving range num momento muito divertido e de muita boa disposição.
Depois do torneio os jogadores poderam usufruir das facilidades do hotel, experimentar a condução de dois modelos Porsche e relaxar com uma mini-massagem Shiatsu com a assinatura 7Seven Spa.Após o almoço Buffet preparado pelo Chef André Simões e a sua equipa, acompanhado dos vinhos Reynolds, coube a Dinis Pires, Director Geral do Hilton Vilamoura, agradecer a presença de todos os participantes e o apoio dos parceiros que tornaram o torneio possível, nomeadamente restaurante La Bella Barca, Aviludo, Nevada Bob’s, Reynolds Wines, 7 Seven Spa, Doris Hewer, Golf 2 All, New Style Golf e a Porsche.
Fernando Nogueira, Profissional de Golfe do Hilton Vilamoura, chamou ao palco o vencedor absoluto Neal Woolfrey e a vencedora feminina, Maria Margarida Sampaio. Muitos dos participantes tiveram oportunidade de subir também ao palco para receber prémios, que resultaram do habitual sorteio, como vouchers de restaurantes de prestígio, estadias em hotéis da cadeia Hilton pela Europa e equipamentos de golfe.
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| Clinica de golfe Pelo Treinador PGA Fernando Nogueira |
No final da entrega de prémios foi já anunciada a data do XII Hilton Vilamoura Golf Cup, a realizar-se em 14 de Setembro de 2019.
CLASSIFICAÇÃO GROSS - TOP TEN
1 Neil Woolfrey, Internacional 36 Pts (Hcp 2)
2 Ricardo Pereira, Vilamoura, 35 pts (Hcp 1.6)
3 Rogério Brandão, Vilamoura, 32 pts (Hcp 2.6)
4 Serafim Sousa Carvalho, Pinheiros 30 pts (Hcp 8.4)
5 Pedro Silvestre, Dunas, 28 pts (Hcp 6.6)
6 Joao Paulo Pingo, Vila Sol, 26 pts (Hcp 5))
7 José Encarnação, Vila Sol, 26 pts (Hcp 6.4)
8 Maria Margarida Sampaio, Vilamoura, 24 pts (Hcp 11.4)
9 David Kaitiff, Internacional, 23 pts (Hcp 13)
10 Alexandre Lopes da Cruz, Vilamoura, 23 pts (Hcp 13.2)
CLASSIFICAÇÃO NET- TOP TEN
1 Serafim Sousa Carvalho, Pinheiros, 39 pts (Hcp 8.4))
2 Neil Woolfrey, Internacional 38 Pts (Hcp 2)
3 Julian Cuellar Reynolds, ACP Golfe 37 (Hcp13,7)
4 Romeu Agostinho, AA Univ.Algarve 37 (Hcp13,4)
5 David Kaitiff, Internacional 36 pts (Hcp 13)
6 Alexandre Lopes da Cruz ,Vilamoura, 36 pts (Hcp 13,2)
7 Ricardo Pereira, Vilamoura, 36 pts (Hcp 1.6)
8 Domingos da Costa Miranda, AA Univ.Algarve, 35 pts (Hcp 20.8)
9 Pedro Silvestre Dunas, 35 pts (Hcp 6.6)
10 Rogério Brandão Vilamoura, 34 pts (Hcp 2.6)
CLASSIFICAÇÃO SENHORAS
1 Maria Margarida Sampaio, Vilamoura, 38 pts (Hcp 11,4)
2 Dina Ferreira Beloura, ACGB 35 pts (Hcp 11)
3 Graça Carter, Vilamoura,32 pts (Hcp 16,1)
4 Orlanda Santos, Assoc. Qta.Lago, 31 pts (Hcp 24.1)
5 Doris Hewer, Vilamoura, 26 pts (Hcp 15,9)
6 Ana Mendonça, Assoc. Qta.Lago 3 pts (Hcp 23,1)
7 Aida A. Batalha, Vilamoura, 23 pts (Hcp 17,8)
8 Fatima Dias, Internacional 22 pts (Hcp 34,5)
9 Katharina Schlaipfer, Internacional 9 pts (Hcp 38)
terça-feira, setembro 18, 2018
ROLEX VOLTA A APOIAR O PORTUGAL MASTERS
A Rolex continua o seu compromisso com o Portugal Masters apoiando pelo terceiro ano consecutivo, como Relógio Oficial do Portugal Masters, o mais importante torneio nacional de golfe. Este ano o evento decorre de 20 a 23 de setembro, no Dom Pedro Victoria Golf Course, emVilamoura, Algarve.
O contributo da Rolex para a excelência na modalidade assenta numa tradição rica que remonta a mais de 50 anos, apoiando os eventos, jogadores e organizações mais prestigiadas do golfe e promovendo o desenvolvimento deste desporto em todo o mundo.
A marca de relojoaria suíça é parceira dos principais torneios e circuitos de golfe masculino, incluindo o Masters do Augusta National Golf Club, o U.S. Open e o The Open no Reino Unido, momentos que representam o ponto alto do sucesso dos melhores golfistas do mundo. O apoio ao golfe feminino é também crucial e traduz-se em parcerias com as mais conceituadas instituições: o R&A, na Escócia, a USGA e a LPGA.
A Rolex tem ainda parcerias com os maiores jogadores de golfe. A família de Embaixadores inclui a vanguarda da nova geração de golfistas, a “Rolex New Guard”, como Rickie Fowler, Brooke Henderson, Lydia Ko, Hideki Matsuyama, Jon Rahm, Jordan Spiethe, Justin Thomas e Lexi Thompson, assim como as lendas modernas da modalidade, Phil Mickelson, Annika Sörenstam e Tiger Woods. Estas parcerias com talentos fantásticos e inovadores consolidam uma tradição no golfe que começou com os jogadores mais influentes deste desporto, conhecidos como “The Big Three”, Arnold Palmer, Jack Nicklaus e Gary Player.
segunda-feira, setembro 10, 2018
12º Portugal Masters
SERGIO GARCIA, PADRAIG HARRINGTON, DANNY WILLETT, ANGEL CABRERA E JOSÉ MARIA OLAZÁBAL VÃO COMPETIR NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, TAL COMO O THORBJORN OLESEN QUE LOGO DEPOIS ESTARÁ NA RYDER CUP
Sergio Garcia, Padraig Harrington e Danny Willett vão trazer um sabor de Majors ao Portugal Masters, quando se apresentarem no Dom Pedro Victoria Golf Course, de 20 a 23 de setembro, com Pro-Am no dia 19.Garcia, que apoderou-se do seu primeiro título de Majors no Masters em 2017, compete pela primeira vez no Portugal Masters, mesmo antes de jogar a Ryder Cup pela nona vez, no Le Golf National, em Paris, depois de ter recebido um dos convites do capitão da equipa europeia, Thomas Bjørn’s. Harrington, campeão de três torneios do Grand Slam, procura conquistar o título português pela segunda vez, depois do seu sucesso de 2016, enquanto o ex-campeão do Masters, Willett, regressa pela sétima vez ao autêntico santuário de golfe que é Vilamoura.O espanhol Garcia, o irlandês Harrington e o inglês Willett são as duas grandes estrelas de uma lista de inscritos que inclui o campeão do ano passado, o dinamarquês Lucas Bjerregaard; o seu compatriota Thorbjorn Olesen, que vai jogar logo depois na seleção europeia da Ryder Cup; e os antigos campeões do Portugal Masters Alexander Levy (França), Shane Lowry (Irlanda) e Andy Sullivan (Irlanda). A lenda do golfe espanhol, José Maria Olazábal, e o argentino Angel Cabrera, cada um com dois títulos em Majors, acrescentam classe a um diversificado lote de participantes, com representantes de todas as zonas do globo, incluindo o n.º1 chinês Haotong Li; o tailandês Thongchai Jaidee, oito vezes vencedor de torneios do European Tour; e o inglês Matt Wallace, que venceu o torneio da semana passada na Dinamarca, o seu quarto título do European Tour, depois de ter-se estreado na galaria de campeões na edição de 2017 do Open de Portugal@Morgado Golf Resort.Garcia estreou-se em vitórias em eventos do Grand Slam no Augusta National em 2017, numa época brilhante em que somou mais dois títulos e garantiu o prémio do European Tour/Hilton de Jogador do Ano. «Estou muito satisfeito de adicionar o Portugal Masters ao meu calendário competitivo pela primeira vez. Estas serão algumas semanas entusiasmantes que tenho pela frente e estou desejoso de jogar bem diante do público de Vilamoura e ganhar boas sensações mesmo antes de viajar para Paris na semana seguinte», disse o espanhol.O irlandês Padraig Harrington ganhou o The Open Championship (vulgo British Open) em 2007 e 2008, e ainda o PGA Championship em 2008, tendo ainda marcado presença em seis edições da Ryder Cup. O jogador de 47 anos venceu o Portugal Masters em 2016 com um nível de jogo impressionante. Na altura, apoderou-se do seu primeiro título em oito anos, graças a uma última volta isenta de bogeys de 65 pancadas, para um agregado de 23 abaixo do Par, que permitiu-lhe superar por 1 única pancada o campeão do ano anterior, o inglês Andy Sullivan.Harrington regressa para tentar somar o seu 16.º troféu no European Tour, uma semana antes de viajar para Paris, para assumer o papel de vice-capitão da seleção europeia da Ryder Cup, comandada pelo capitão Thomas Bjorn. «Gosto sempre de voltar ao Portugal Masters – disse “Paddy” – e fiquei muito contente por há dois anos ter adicionado este título ao meu palmarés”.Danny Willett tornou-se no primeiro inglês desde Nick Faldo a envergar o Casaco Verde (do Masters), ao impôr-se no Augusta National em 2016 e regressa ao Portugal Masters pelo segundo ano seguido. «Apreciei imenso voltar a Portugal no ano passado, depois de ter estado alguns anos ausente e foi por isso que fiz questão de marcar de novo este torneio na minha agenda competitiva. No passado já joguei bem no Dom Pedro Victoria Golf Course e estou, por isso, à espera de ter mais uma boa semana lá», disse, referindo-se aos seus três top-10 em seis presenças na prova do Turismo de Portugal.
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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