terça-feira, novembro 27, 2018

XXXI Grande Trofeu Vilamoura

​Tem inicio no próximo dia 28 de novembro, um dos mais prestigiantes torneios para amadores do Algarve, o Grande Troféu de Vialmoura . Disputado na modadlidade de Medal, 54 buracos, o torneio desenrola em tres campos, Don Pedro Pinhal, Don Pedro Victoria e Don Pedro Old Course. A este evento, acorrem jogadores vindos de todo o mundo.
Durante quase uma semana, os participantes usufruem de excepicionais condições climáticas, únicas na Europa, tendo ainda a oportunidade de poderem jogar em três dos mais emblemáticos campos algarvios, nomeadamente Dom Pedro Victoria "palco" do Portugal Masters.
Este evento, é ainda acompanhado de um prestigiante programa social.

TOMÁS SILVA VENCE Solverde Campeonato Nacional PGA 2018


JOGADOR DO CLUBE DE GOLF DO ESTORIL VENCEU PELA PRIMEIRA VEZ, TAL COMO LEONOR BESSA QUE DESTRONOU SUSANA RIBEIRO. JOSÉ DIAS GANHOU PELA SEGUNDA VEZ O TÍTULO DE SENIORES. 
Leonor Bessa e Tomás Silva conquistaram hoje (Sábado), pela primeira vez, o Solverde Campeonato Nacional PGA, enquanto José Dias somou o seu segundo título de seniores. O torneio de 13 mil euros em prémios monetários, a decorrer no Oporto Golf Club, em Espinho, termina amanhã com o Mateus Rosé Pro-Am. Leonor Bessa e Tomás Silva já tinham sido campeões nacionais amadores recentemente. O profissional do ClubE de Golf do Estoril foi campeão amador em 2010, 2014 e 2015. Interessante que Tomás Silva também já tinha sido, em 2017, o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções/PGA Portugal, no seu primeiro ano de profissional e agora, na segunda época, sagra-se campeão nacional. No caso da jogadora do Club de Golf de Miramar, foi campeã nacional amadora em 2017 e em 2018. Este foi, aliás, o seu primeiro torneio como profissional e sagrou-se logo campeã nacional. Desde Pedro Figueiredo em 2013 que não havia uma estreia tão auspiciosa.Quanto a José Dias, profissional do Dom Pedro Golf Collection, já tinha arrebatado o título de seniores em 2012, no Quinta do Peru Golf & Country Club, e agora repetiu a dose.
No torneio feminino, Leonor Bessa totalizou 146 pancadas, 4 acima do Par, após voltas de 72 e 74, que lhe valeram o primeiro prémio monetário da sua carreira no valor de 500 euros. Susana Ribeiro, a tricampeã nacional de 2015, 2016 e 2017, teve de contentar-se desta feita com os 300 euros do vice-campeonato, na sequência das suas 148 pancadas, 6 acima do Par, com rondas de 72 e 76.
Na competição masculina, Tomás Silva totalizou 201 pancadas, 12 abaixo do Par, entregando cartões de 67, 65 e 69. Embolsou 2 mil euros e deixou a 3 pancadas de distância Ricardo Santos (70+67+67), que auferiu 1.500 euros.
Ricardo Santos, fora campeão neste mesmo campo de Espinho em 2016 e no Ribagolfe em 2011. Este ano jogou lesionado nas costa e mesmo assim foi 2.º classificado graças a tratamentos diários. O 3.º lugar foi dividido entre quatro jogadores com 205 (-8): João Ramos (65+68+72), que liderou o torneio aos 18 buracos; João Carlota (68+63+64), que comandou a prova aos 36 buracos; Tomás Melo Gouveia (69+67+69) e o britânico residente no Algarve, Nathan Brader (66+70+69). Cada um arrebatou 812,5 euros.
Na prova de seniores, José Dias agregou 146 pancadas, 4 acima do Par, após jornadas de 72 e 74, com uma remuneração de 500 euros. Joaquim Sequeira (campeão no Oporto em 2015 e 2016) e Elídio Costa (vencedor em 2017) partilharam o segundo lugar com 151 (+9). Cada um ganhou 250 euros. Sequeira fez voltas de 78 e 73, enquanto Costa apresentou 76 e 75.
O torneio sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e organizado pela PGA de Portugal terminou com os melhores resultados de sempre nos quatro anos em que se realizou no Oporto Golf Club. Em parte devido ao bom tempo, sem vento nos dois primeiros dias, com sol e calor, mas, sobretudo, «porque os jogadores mostram cada vez mais a sua qualidade», como explicou José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe profissional está em clara ascensão em Portugal. Para o ano vamos ter dois jogadores no European Tour, uns cinco ou seis a competirem regularmente no Challenge Tour, mais dois ou três no Alps Tour Golf, e muitos no Portugal Pro Golf Tour», acrescentou o também membro da Direção da Federação Portuguesa de Golfe.
«Tivemos a ajuda do tempo e o campo estava fantástico – admitiu Tomás Silva – mas não foi só o meu resultado, houve muitos abaixo do Par. O nível profissional em Portugal está muito alto, ganhou-se em Palmares com -12 (João Carlota), no Bom Sucesso com -11 (João Carlota), em Ponte de Lima com -1 (Nelson Cavalheiro) e um tempo terrível, no Penina com -9 (Tomás Bessa), em Vidago com -4 (Vítor Lopes), na Terceira com -6 (Miguel Gaspar). O último Campeonato Nacional que joguei neste campo como amador, em quatro voltas, ganhou-se com -4 (Pedro Lencart). Esta semana foram -12 em três dias. Tudo isto mostra a evolução do nível dos profissionais em Portugal».
O Solverde Campeonato Nacional PGA e o Mateus Rosé Pro-Am são patrocinados pela Câmara Municipal de Espinho, Federação Portuguesa de Golfe, Audi e Hotel Apartamento Solverde (alojamento oficial do torneio). Têm ainda os apoios da Vitalis, GreatGolf, e apresentam como parceiros media a SportTV, Porto Canal, Forum TV, Record, Portugal Golf & Islands, Golf 2 All, GolfTattoo e Cision.

Declarações dos campeões nacionais

Leonor Bessa: «É uma boa forma de começar esta nova etapa de carreira profissional e fico com mais motivação para o que vem a seguir, a final da Escola de Qualificação do Ladies European Tour».

José Dias: «Há um gozo especial em ser campeão nacional. Não vinha cá à espera de ganhar. Nos seniores o mais importante é a camaradagem e não tanto ganhar ou perder. Eu trabalho no Dom Pedro Victoria Golf Club onde há muito trabalho e às vezes é difícil poder vir jogar dias seguidos e tive de faltar uns anos».

Tomás Silva: «Era um dos objetivos que tinha traçado era o de ser campeão nacional. Joguei muito bem ao longo destes três dias, consegui ‘patar’ muito bem. Foi uma prova renhida, com muitos jogadores abaixo do Par».Foto de: Ramiro Jesus  / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira


sábado, novembro 17, 2018

JOÃO CARLOTA LIDERA COM MELHOR VOLTA DE SEMPRE

O VICE-CAMPEÃO NACIONAL ASSINOU UMA SEGUNDA RONDA DE 63 (-8), BATENDO O RECORDE DE 64 (-7) DE TIAGO CRUZ EM 2016. SUSANA RIBEIRO E LEONOR BESSA EMPATADAS NO TORNEIO FEMININO. JOSÉ DIAS NA FRENTE DOS SENIORES
 
João Carlota assumiu hoje (sexta-feira) o comando do Solverde Campeonato Nacional PGA, após uma segunda volta recorde de 63 pancadas, 8 abaixo do Par do Oporto Golf Club, enquanto no torneio feminino, que hoje arrancou, Susana Ribeiro e Leonor Bessa estão empatadas com 72 (+1), o mesmo resultado que deu a liderança a José Dias na competição de seniores.
João Carlota vai partir no sábado na frente com um agregado de 131 pancadas, 11 abaixo do Par do campo de Espinho, após voltas de 68 e 63, e dispõe de uma vantagem de 1 ‘shot’ sobre Tomás Silva (67+65) e de 2 do líder de ontem, João Ramos (65+68).
As 63 pancadas, 8 abaixo do Par de João Carlota foram o melhor resultado de sempre no Oporto Golf Club em Campeonatos Nacionais, superando as 64 (-7) de Tiago Cruz há dois anos e as 65 (-6) de Ricardo Melo Gouveia há três anos. O profissional da Hilti assinou um cartão quase perfeito, sem qualquer bogey, com 1 eagle no buraco 9 de Par-5 e mais 6 birdies, com destaque para aquela série de eagle-birdie-birde entre os buracos 9 e 11. João Carlota tirou muito bom partido dos Par-5, pois também fez birdie no 18, pelo que jogou hoje os Par-5 em -4!
«Hoje foi um dia muito bem conseguido. Estive tranquilo do início ao fim, dei bons ‘shots’ ao green e isso foi essencial hoje porque coloquei a bola muitas vezes perto da bandeira», disse o jogador do Dom Pedro Golf Collection, que no ano passado só foi superado neste torneio por Filipe Lima.
«É sempre bom estar na frente. Agora, amanhã há que continuar com as mesmas rotinas e objetivos e vamos ver se as coisas acontecem para o meu lado», acrescentou o algarvio, que este ano foi 3.º classificado no Obidos International Open, um torneio de 30 mil euros em prémios, integrado no Alps Tour Golf, uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu.
Dos 36 jogadores em prova, 11 estão agora abaixo do Par e há ainda muitos candidatos ao título. Mesmo Ricardo Santos, o campeão nacional de 2011 e 2016, no 8.º lugar (70+67), ainda não está arredado de um terceiro título, pois dista apenas 6 pancadas de Carlota.
Kiko Matos Coelho, de apenas 15 anos, continua a ser o melhor amador, num positivo 13.º lugar (70+72), a Par do campo
No torneio feminino a luta pelo título está acesa, dado o empate de Susana Ribeiro e Leonor Bessa, embora com voltas bem distintas. Leonor, de 20 anos, a jogar o seu primeiro torneio como profissional, foi bastante regular. A ainda bicampeã nacional amadora liderou a prova durante muito tempo, dado que a sua rival e amiga sofreu bogeys nos buracos 2 e 3. No entanto, Susana, de 28 anos, recuperou com birdie-bogey-Par-birdie entre os buracos 11 e 14.
«Não foi uma volta muito regular, embora pareça pelo cartão, mas houve momentos em que suei para salvar o Par em vários buracos. Aqueles 2 birdies foram bons porque não tive muito mais oportunidades de birdie, dado que andei quase sempre fora dos 5 metros da bandeira», disse a tricampeã nacional, Susana Ribeiro.
«O jogo correu mais ou menos. Vinha com 1 abaixo do Par no 15, mas nesse buraco fui à água e fiz 1 duplo-bogey. Isso que fez com que terminasse com +1. Se amanhã não cometer erros em buracos fundamentais poderei fazer um resultado melhor», declarou Leonor Bessa.  
José Dias, campeão nacional de seniores em 2012, então na Quinta do Peru, com uma volta de 72 (+1) cavou um fosso de 4 pancadas em relação ao campeão nacional desse escalão etário de veteranos de 2017, Elídio Costa, com 76 (+5). Joaquim Sequeira, campeão nacional de seniores em 2015 e 2016 no Oporto, é 3.º com 78 (+7).
Foto de: Ricardo Lopes - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, novembro 16, 2018

JOÃO RAMOS COMANDA COM MELHOR VOLTA EM ESPINHO

João Ramos foi a boa surpresa da volta inaugural do Solverde Campeonato Nacional PGA, ao assumir o comando do torneio sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e organizado pela PGA de Portugal, pelo quarto ano consecutivo no Oporto Golf Club, em Espinho, com 13 mil euros em prémios monetários.


A surpresa não é a qualidade de jogo do profissional do Oitavos Dunes, em Cascais. Pelo contrário, em 2015, ainda amador, já jogava um ‘play-off’ para discutir um título internacional do Algarve Pro Golf Tour e em 2016, como profissional, conquistou mesmo um desses torneios do agora rebatizado Portugal Pro Golf Tour. A surpresa prende-se com o excelente resultado de 65 pancadas, 6 abaixo do Par, no Oporto Golf Club.Não é a melhor volta da sua carreira, mas é o seu melhor resultado de sempre neste campo de Espinho, que tantos problemas lhe causou no passado. Com efeito, nas três edições anteriores do Solverde Campeonato Nacional PGA no Oporto Golf Club, João Ramos nunca tinha sido capaz de bater o Par do campo. O melhor que fez foi igualar o Par-71 em três de nove voltas aqui disputadas. Em termos de classificação geral final, foi 5.º (+1) em 2015, 15.º (+9) em 2016 e 14.º (+11) em 2017. «O objetivo é sempre o mesmo, que é ganhar, e fiz uma boa primeira volta, mas nada está decidido, longe disso, faltam ainda dois dias», disse o português de 24 anos, que deslumbrou com um cartão com 1 eagle e 5 birdies para apenas 1 bogey.«Aqui no Oporto foi sem dúvida o meu melhor resultado, porque aqui nunca jogado grande coisa e este ano vinguei-me. Fiz 1 eagle num Par-4, de resto foi um jogo sólido de fairways e greens. Hoje tivemos sorte não houve vento, esteve calor, com condições perfeitas e aproveitei. Os shots de saída foram bons, os shots ao green também e, claro que foi preciso meter os putts», acrescentou o profissional da Wilson Staff, que mudou há pouco tempo de movimento de putt e de putter (taco), com os resultados a virem agora ao de cima.As excelentes condições meteorológicas associaram-se «a um posicionamento acessível das bandeiras», como referiu Tomás Bessa, e «à qualidade dos jogadores, com muitos candidatos», como frisou Tomás Silva, para além de os jogadores chegarem hoje em dia a este torneio «bastante rodados, depois de um ano recheado de competição internacional», como salientou o presidente da PGA de Portugal, José Correia.Não admira, por isso, os bons resultados neste primeiro dia do Solverde Campeonato Nacional PGA, com nove dos 36 participantes do torneio masculino a baterem o Par-71 do campo mais antigo de Portugal.João Ramos tem a sua liderança presa por 1 escassa pancada sobre o inglês residente no Algarve, Nathan Brader, cuja volta de 66 (-5) incluiu 5 birdies, sem ter perdido qualquer pancada. Tal como Ramos, também Brader procura um primeiro título na prova, embora, no seu caso, tenha sido campeão nacional de sub-18 nos tempos de amador. O 3.º lugar é partilhado por três jogadores com 67 pancadas, 4 abaixo do Par: o campeão nacional de 2012, Hugo Santos; o campeão nacional de 2014 e 2015, Tiago Cruz; e o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções da PGA de Portugal de 2017, Tomás Silva, este ainda à procura do seu primeiro título nacional de profissionais, depois de ter sido triplo campeão nacional amador.Ainda com resultados abaixo do Par estão o vice-campeão nacional de 2017, João Carlota, com 68 (-3) em 6.º; o 7.º posto é dividido por dois jogadores que nos seus tempos de amadores venceram Majors da Federação Portuguesa de Golfe, Tomás Melo Gouveia e Miguel Gaspar, ambos com 69 (-2); e no grupo dos 9.º classificados, com 70 (-1), surgem o campeão nacional de 2011 e 2016, Ricardo Santos, e Kiko Matos Coelho. Ricardo Santos é o mais consagrado de todos os presentes, enquanto Kiko Matos Coelho tem apenas 15 anos e é o melhor amador em prova. Já foi campeão nacional de sub-12 e de sub-14, está no seu primeiro ano de sub-16 e é impressionante que esteja a apenas 5 pancadas do líder!Amanhã (sexta-feira) começam os torneios feminino e de seniores e os três eventos do Solverde Campeonato Nacional PGA terminam no Sábado.Foto de: Ricardo Lopes - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, novembro 14, 2018

Solverde Campeonato Nacional PGA 2018

Ricardo Santos e Susana Ribeiro são as grandes figuras do Solverde Campeonato Nacional PGA, o torneio sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e organizado pela PGA de Portugal, pelo quarto ano consecutivo no Oporto Golf Club, em Espinho, de 15 a 17 de novembro, distribuindo 13 mil euros em prémios monetários.

O Solverde Campeonato Nacional PGA compreende três competições distintas: o evento masculino de três voltas de 18 buracos, o feminino de duas voltas e o de veteranos (seniores) também em duas voltas. 
No Domingo, o mais antigo clube de golfe de Portugal e um dos mais antigos da Europa recebe o Mateus Rosé Pro-Am, num dia em que os praticantes amadores são convidados pelos patrocinadores, pelo clube e pela organização para jogarem ao lado dos melhores portugueses, no sistema de stableford net com três quartos de handicap (2 Ball / Better Ball). O algarvio Ricardo Santos, de 36 anos, que joga pelo Guardian Bom Sucesso Golf, sagrou-se campeão nacional em 2011 no Ribagolfe e em 2016 neste mesmo Oporto Golf Club.
Susana Ribeiro, de 28 anos, que representa o Skip Golfe, venceu as três edições anteriores do Campeonato Nacional em Espinho, bem perto do seu clube de Miramar, e procura um inédito “tetra”. São nomes enormes da história do golfe nacional. Santos é um dos únicos três jogadores portugueses a ter conquistado um título do European Tour e é o único a ter andado classificado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking da primeira divisão europeia.Susana Ribeiro tem vários recordes nacionais, amadores e profissionais, e é uma das duas únicas portuguesas a ter conseguido terminar no top-10 em torneios do Ladies European Tour Access Series, a segunda divisão europeia.
A concorrência será, no entanto, dura e a grande novidade será a estreia de Leonor Bessa enquanto profissional. Na semana passada foi ainda como amadora que a jogadora do Club de Golf de Miramar se qualificou para a Final da Escola de Qualificação do European Tour. Poucos dias depois tornou-se profissional, ela que este ano ainda se sagrou bicampeã nacional amadora.
Em 2016 Leonor Bessa jogou pela primeira vez este Solverde Campeonato Nacional PGA e até foi a melhor jogadora em prova, com 6 pancadas acima do Par, mas o título de campeã nacional de profissionais foi atribuído a Susana Ribeiro, que ficou a 10 pancadas da sua amiga e rival.
Sendo amadora, Leonor Bessa não podia ficar com o título. Note-se que nesse ano Susana Ribeiro jogou doente e este quase a desistir da prova. Desta feita a rivalidade entre ambas será ainda maior, tendo em conta que Leonor Bessa, de 20 anos, já surge como profissional.
«Será uma boa competição para preparar a Final da Escola de Qualificação do Ladies European Tour, mas é claro que a expectativa é sempre jogar para ganhar», disse Leonor Bessa.
«Claro que vou encará-lo da mesma forma dos últimos anos e espero estar à altura de voltar a defender o título. Mas, sinceramente, se tivesse de escolher onde jogar pior, nas três semanas que tenho pela frente, escolheria esta semana, porque as outras implicam maior responsabilidade. Um bom resultado no Open de Espanha ou na Escola de Qualificação são bastante mais importantes. Mas vou encará-lo da mesma forma, vou dar o meu melhor como sempre e vou jogar para defender o título», declarou Susana Ribeiro.
No torneio masculino Ricardo Santos é a grande figura da prova, pelo seu rico palmarés, mas não pode ser apontado como o principal favorito.
 Olhando para a lista de inscritos veem-se outros três jogadores que já venceram o Campeonato Nacional: o seu irmão mais velho Hugo Santos, Tiago Cruz em 2014 e 2015 (este último já em Espinho), e Gonçalo Pinto, este numa situação semelhante à de Leonor Bessa, ou seja, Gonçalo Pinto foi o melhor em prova mas não recebeu o título por ser então ainda amador. E entre os favoritos é imperativo nomear João Carlota, que adora jogar em Espinho e sagrou-se ali vice-campeão nacional, tanto em 2017 como em 2015 (empatado com Ricardo Melo Gouveia).
Note-se que tanto Tiago Cruz como João Carlota estão em boa forma e passaram há uma semana a Segunda Fase da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha. Infelizmente, ambos falharam hoje o cut dos 72 buracos na Escola e por isso decidiram inscrever-se imediatamente neste Solverde Campeonato Nacional PGA, Cruz em perseguição de um terceiro título e Carlota de um primeiro. Ambos estiveram em destaque este ano em circuitos internacionais. Cruz foi 4.º classificado no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, do Challenge Tour (segunda divisão europeia), enquanto Carlota foi 3.º no Obidos International Open, do Alps Golf Tour (terceira divisão).
Há ainda uma nova leva de profissionais que há pouco tempo eram ainda amadores e que surgem com boas hipóteses de sagrarem-se pela primeira vez campeões nacionais de profissionais, casos de Tomás Melo Gouveia, Tomás Silva, Vítor Lopes, Tiago Rodrigues, Miguel Gaspar e Tomás Bessa, todos habituados a competirem em circuitos internacionais.
Jogadores como João Ramos, Rui Morris, Nelson Cavalheiro e Sérgio Ribeiro também já mostraram que são capazes de dias de golfe de excelente qualidade e podem incomodar os favoritos. 
Como todos os anos, há um contingente de amadores, sobretudo jovens, com ambições a mostrarem-se diante dos profissionais e nessa categoria sobressaem os nomes de Kiko Matos Coelho, João Pedro Maganinho, Pedro Almeida e José Maria Cunha.
Merece ainda uma especial menção a presença de uma forte digressão de profissionais da Região Autónoma da Madeira, com João Pedro Sousa, Andrew Oliveira, Luís Franco e Edgar Rodrigues. Nathan Brader (há muito residente em Portugal), Robert Menzies e Tomás Ballesteros dão, por outro loado, um sabor internacional ao evento.
No torneio de seniores despontam dois antigos campeões nacionais neste escalão etário, Joaquim Sequeira e José Dias, mas atenção ao profissional da casa, Eduardo Maganinho, que conhece o campo como ninguém.
O ex-selecionador nacional, Sebastião Gil, o mediático Miguel Nunes Pedro e os históricos João Couto e Vasco Espírito Santo completam o ramalhete que conta ainda com o amador Fernando Serpa.
O ano de 2018 está a ser histórico para o golfe português. Ricardo Melo Gouveia (vice-campeão nacional em 2015) manteve-se no European Tour e para o ano vai ter a companhia de Pedro Figueiredo (campeão nacional em 2013), que terminou a temporada no top-15 do Challenge Tour. Ambos começam já a competir no Open de Hong Kong, têm de viajar no dia 18 para a China e viram-se impossibilitados de jogar o Solverde Campeonato Nacional PGA em 2018.
Também Filipe Lima (o campeão nacional de 2017) viu-se forçado a não defender o título por uma boa razão, já que hoje mesmo passou o cut na Final da Escola de Qualificação do European Tour, em Espanha, onde ocupa o 33.º lugar, com 10 abaixo do Par. O ainda campeão nacional necessita de subir ao top-25 nos próximos dois dias para poder fazer companhia a Ricardo melo Gouveia e Pedro Figueiredo no European Tour em 2019. Uma ausência por uma boa razão. Daí a satisfação de José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe profissional português tem tido uma evolução enorme nestes últimos anos. Estamos a atravessar um momento de clara ascensão, com resultados desportivos de enorme relevo, e muito se deve ao apoio dos nossos parceiros, neste caso em particular da Solverde, Mateus Rosé e também da Federação Portuguesa de Golfe», considerou.
«Uma vez mais, o Solverde Campeonato Nacional da PGA de Portugal conta com uma lista de jogadores recheada de qualidade. Irão viver-se grandes momentos no Oporto Golf Club, que encontra-se em excelentes condições. Sentimos os atletas muitíssimo motivados e com muita vontade de lutar pelo prestigiante título de campeão nacional», acrescentou.Foto de: Ramiro Jesus - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
 

terça-feira, outubro 30, 2018

Campo de golfe do Vidago Palace recebe prémio internacional

O campo de golfe do Vidago Palace Hotel foi reconhecido pela excelência ambiental na edição anual dos prestigiados IAGTO Awards, que celebram o melhor da indústria global de turismo de golfe e são organizados pela IAGTO (International Association of Golf Tour Operators).

Este prémio especial foi atribuído ao campo de golfe do Vidago Palace Hotel dada a sua integração harmoniosa com o ambiente natural envolvente e em reconhecimento da aposta contínua na área da sustentabilidade. O compromisso e as boas práticas no uso eficiente dos recursos, o melhoramento do já bonito enquadramento paisagístico e a valorização da comunidade local são igualmente fatores que se destacaram e valorizados pela organização. Esta foi a segunda vez que o campo de golfe de Vidago recebeu uma distinção especial nesta competição internacional, após ter ganho a categoria de Integração Comunitária, em 2015. Os Sustainability Awards integram os IAGTO Awards e são realizados em conjunto com o órgão de sustentabilidade do golfe, a GEO Foundation, em reconhecimento da excelência ambiental e social na modalidade.
O centenário Vidago Palace Hotel é uma referência nacional e internacional, localizado a apenas uma hora do Porto, que alia o contemporâneo à herança da realeza, com características arquitetónicas e paisagísticas ímpares. Entre as suas valências encontra-se este campo de golfe que foi inaugurado em 1936, com um percurso idealizado pelo especialista escocês Philip Mackenzie Ross. Renovado em 2010 por Cameron Powell, transformou-se num campo de golfe ainda mais desafiante para o jogador mais experiente e com as suas especificações a potenciarem a realização de campeonatos internacionais.
Desde a reabertura, em 2010, que o Vidago Palace Hotel tem sido reconhecido, em diferentes áreas, pelas mais conceituadas entidades internacionais ligadas ao Turismo. Junta-se agora esta distinção atribuída pela IAGTO e GEO Foundation.
Os IAGTO Awards 2018 decorreram na Eslovénia numa cerimónia com a presença de 1200 profissionais do golfe.
“Este prémio é o reconhecimento pelo cuidado e pela responsabilidade com que toda a equipa de manutenção desenvolve o seu trabalho diário no campo de golfe do Vidago Palace Hotel. Estamos todos muito orgulhosos do ambiente local e queremos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para protegê-lo e, se possível, melhorá-lo. Estamos extremamente gratos pelo prémio e pelo reconhecimento inestimável que isso traz à nossa comunidade e ao nosso campo de golfe. Palavras de Paulo Ferreira, director de Golfe do Vidago Palace Hotel
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segunda-feira, outubro 29, 2018

2.º HILTI PGA PORTUGAL OPEN

VIDAGO PALACE GOLF COURSE MARCA O SEGUNDO TÍTULO EM TORNEIOS PROFISSIONAIS DE VÍTOR LOPES, MAS O PRIMEIRO DESDE QUE HÁ MENOS DE DUAS SEMANAS ABANDONOU O ESTATUTO DE AMADOR

Vítor Lopes conquistou o seu primeiro título desde que se tornou profissional há menos de duas semanas, no segundo torneio que jogou sem o estatuto amador. O português de 22 anos venceu o Hilti PGA Open, um torneio do PGA Portugal Tour (o circuito profissional português), de 6.500 euros em prémios monetários, organizado no Vidago Palace Golf Course. Vítor Lopes continua a considerar-se «jogador do Clube de Golfe de Vilamoura» e totalizou 140 pancadas, 4 abaixo do Par do campo, após voltas de 65 e 75, que lhe renderam o prémio de 1.000 euros. O vencedor do Campeonato Internacional Amador de Portugal em fevereiro deste ano, bateu por 1 única pancada o consagrado Ricardo Santos (com voltas de 70 e 71), o único português a ter figurado no top-10 da Corrida para o Dubai, o ranking do European Tour, a primeira divisão europeia. Ricardo Santos (-3) contentou-se com um prémio de 800 euros.
Vítor Lopes necessitou de 1 birdie no penúltimo buraco (um Par-5 de 525 metros) para conquistar o segundo título da sua carreira em torneios profissionais, dado que, em fevereiro, ainda como amador, triunfou num evento ainda mais importante, o 1.º Álamos Classic, no Algarve, de 10 mil euros em prémios monetários, integrado no circuito internacional Portugal Pro Golf Tour.
«É diferente ganhar como amador ou como profissional, é uma questão de estatuto, mas aquela vitória quando era ainda amador deu-me muita confiança. Depois do birdie no buraco 17, sabia que só precisava de fazer o Par para ganhar o torneio e senti muitas emoções», disse Vítor Lopes.
«Só caí na realidade quando tudo terminou no 18. É sempre bom ganhar um torneio que conta com grandes jogadores como o Ricardo Santos, ou como os jogadores do meu último grupo na última volta, o Hugo Santos e o Tiago Cruz, que têm imensa experiência», acrescentou.
Note-se, contudo, que Ricardo Santos, que em 2018 militou no Challenge Tour, a segunda divisão europeia, facilitou a tarefa do seu rival, ao terminar a prova de forma terrível, perdendo 4 pancadas nos últimos três buracos (duplo-bogey no buraco 16, seguido de bogeys nos buracos 17 e 18). O ex-campeão nacional cedeu, assim, uma liderança que parecia imparável, dado ter feito 4 birdies nos primeiros 10 buracos.
O 3.º lugar foi partilhado entre Hugo Santos (68+74) e João Carlota (71+71), com um agregado de 142 (-2).
É impossível não constatar que os primeiros quatro classificados, de um total de 22 participantes, foram todos formados no Clube de Golfe de Vilamoura, tal como o britânico residente em Portugal, Nathan Brader, que, por seu lado, venceu o Hilti PGA Pro-Am. Brader tornou-se profissional há um ano, em novembro de 2017, e este é o seu primeiro sucesso em provas da PGA de Portugal.
Nathan Brader, um antigo campeão nacional de sub-18, emparceirou com os amadores Carlos Ribeiro, Fernando Ribeiro e João Almeida, somando um total de 91 pontos stableford net (fourball). A equipa 2.ª classificada foi a do profissional Tiago Rodrigues com os amadores Laurent Giménez, Cristobal Melgar e Adolfo Gusman, com 83 pontos.
Vítor Lopes eu sou "culpado", o seu início de percurso profissional está a ser auspicioso, depois de uma carreira amadora notável.
Em 2014 venceu a Taça da Federação Portuguesa de Golfe/BPI, um dos Majors nacionais amadores. Ainda nesse ano foi vice-campeão europeu de clubes por Vilamoura. Em 2015 sagrou-se vice-campeão nacional amador e foi o n.º1 do Ranking Nacional BPI/FPG, a classificação para amadores. Ganhou por cinco vezes o Campeonato Nacional de Clubes (2012, 2013, 2014, 2015, 2017. Na seleção da FPG da Taça Manuel Agrellos nunca perdeu nenhum duelo de singulares. Representou Portugal em dois Campeonatos do Mundo e vários Campeonatos da Europa para amadores. Em 2018, numa época em que voltou a ser vice-campeão nacional amador, brilhou com a já referida vitória no Campeonato Internacional Amador de Portugal e no 1.º Álamos Classic (de profissionais).  
Tornou-se profissional há menos de duas semanas. O seu primeiro torneio com esse novo estatuto foi a final do Circuito PT Empresas do PGA Portugal Tour, onde, no passado dia 21 de outubro, foi 10.º classificado, a Par do campo do Henry Cotton Championship Course do Penina Hotel & Golf Resort. Poucos dias depois estava em Vidago a ganhar o Hilti PGA Open.
Foto de: Ricardo Lopes / PGA de Portugal / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira


segunda-feira, outubro 15, 2018

III Edição do torneio de golfe da Associação Portuguêsa de Leasing e Factoring

Diogo Cassiano Neves  foi o grande vencedor da terceira edição do ALF 

​Aroeira (I) recebeu pela terceira vez, mais uma edição deste torneio. Este ​ano, o ​torneio contou ​com mais de sete dezenas de convidados jogadores e ​"futuros" jogadores​, aos quais foi-lhes proporcionado momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião​ e consequentemente ​uma memorável experiência de golfe, administrada pelo treinador e profissional Joaquim Moura.
​Do ponto de vista competitivo, Diogo Cassiano Neves (Hcp ​5​,​6​)foi o grande vencedor,​ com a vitoria na classificação GROSS, fazendo 33 pontos.
​O evento, para além da classificação GROSS, é composto ainda por mais duas classificações, proporcionando desta forma, uma maior igualdade entre os vários handicaps inscritos. Assim a Classificação NET Categoria 1 (hcp até 18.2) e ​​Classificação NET Categoria ​2 (hcp até ​> ​18.​3)​. Neste contexto José Simões Moreira (Hcp 14,1) venceu a classificação NET 1,  com 42 pontos, mais 3 pontos que Bhupender Singh (Hcp 14,​9)​ ​e Pedro Figueiredo Soeiro (Hcp ​8,​5). Já na classificação NET 2, o vencedor foi Pedro Moreis (Hcp ​21,1)​ com 45 pontos, mais dois que Norberto Mendes (Hcp ​24,1)​ e mais 3 que Nuno Megre (Hcp ​24,1)​.
Nos prémios especiais, o Nearest to the Pin foi para Stefan Pedroso e o Longest Drive para Paulo Jorge Oliveira.
Quanto à Clínica de Golfe, os vencedores foram; Nuno tomaz e Rui Esteves. ​

quinta-feira, setembro 27, 2018

III Edição do ALF GOLF DAY

A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) vai realizar pela primeira vez, o “ALF GOLF DAY”. Este evento de golfe terá lugar no dia 29 de Setembro de na Herdade da Aroeira. O percurso de golfe da Aroeira I, irá proporcionar uma agradável experiência aos "futuros" jogadores e proporcionando um momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião.  Este evento inicia-se com um pequeno-almoço num ambiente exclusivo e privilegiado, 
disputando-se de seguida o torneio de golfe. Em simultâneo, decorrerá, igualmente, uma “Academia de Golfe”, com um programa direccionado para os iniciados na modalidade. Depois das provas, todos os participantes poderão ainda desfrutar de um almoço com entrega de prémios
A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FACTORING, LEASING E RENTINGconta 34 anos de existência, e é a associação representativa do financiamento especializado em Portugal. Entre os seus associados encontram-se as principais instituições que exercem Locação Financeira, Factoring e Renting

domingo, setembro 23, 2018

12º Portugal Masters - TOM LEWIS CAMPEÃO HISTÓRICO


 
O PORTUGUÊS APROVEITOU O 7.º LUGAR PARA APROXIMAR-SE DO TOP-100 DA CORRIDA PARA O DUBAI QUE DÁ A PERMANÊNCIA NO EUROPEAN TOUR EM 2019, OBJETIVO ALCANÇADO AGORA PELO INGLÊS QUE PASSA A SER O PRIMEIRO JOGADOR A VENCER POR DUAS VEZES NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE
 
Tom Lewis tornou-se no primeiro jogador a vencer por duas vezes o Portugal Masters, numa 12.ª edição histórica a vários níveis.
O inglês de 27 anos entra, assim, para a história do mais importante torneio de golfe português e, curiosamente, os dois únicos títulos da sua carreira, no European Tour foram obtidos aqui mesmo, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, qualquer um deles com uma importância especial.
Em 2011 foi apenas o seu terceiro torneio como profissional no European Tour. Em 2018 só pode participar com uma categoria especial de antigo campeão e o triunfo de hoje (Domingo) permitiu-se sair imediatamente do Challenge Tour – onde militou este ano, ao lado de Pedro Figueiredo e de Filipe Lima – para ascender automaticamente ao European Tour, a primeira divisão europeia, onde irá rivalizar com Ricardo Melo Gouveia.
Com voltas de 72, 63, 61 e 66, para um total de 262 pancadas, 22 abaixo do Par, Tom Lewis ficou a apenas 1 pancada do recorde de 72 buracos (-23) do campo algarvio desenhado por Arnold Palmer, estabelecido pelo inglês Andy Sullivan quando venceu o Portugal Masters de 2015 e depois igualado em 2016 pelo irlandês Padraig Harrington.
A 3 pancadas de distância ficaram dois jogadores a partilharem o 2.º lugar: o australiano Lucas Herbert (voltas de 63+67+64+71), que tinha liderado desde o primeiro dia, e o inglês Eddie Pepperell (64+66+68+67), que no ano passado tinha sido 3.º classificado.
Lewis embolsou os 333.330 euros de prémio monetário destinado ao campeão e ascendeu do 163.º ao 62.º posto na Corrida para o Dubai, ao mesmo tempo que irá aproximar-se do top-100 do ranking mundial que for publicado amanhã (segunda-feira). Com apenas esta vitória, o inglês deixou de andar na vida de “aflitos” da segunda divisão europeia, para lutar agora pela qualificação para a Final Series do European Tour, a primeira divisão.Foto de: Warren Little - Getty ImagesWarren / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
 le - Getty Images

12º Portugal Masters - RICARDO MELO GOUVEIA AINDA VISA UM TOP-5 HERBERT SEGURA COMANDO

NUM DIA EM QUE PELA PRIMEIRA VEZ HOUVE UM SEGUNDO CUT NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, RICARDO SANTOS FOI ELIMINADO E RICARDO MELO GOUVEIA PERDEU 10 POSIÇÕES, MAS LUCAS HERBERT ESTÁ FIRME
 
Ricardo Melo Gouveia perdeu hoje (Sábado) 10 posições no Portugal Masters e caiu para o grupo dos 19.º classificados, apesar de ter jogado abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course, com 70 pancadas (-1) na terceira volta, para um agregado de 10 abaixo do Par. No entanto, não comprometeu inexoravelmente as suas aspirações de repetir o 5.º lugar do ano passado no mais importante torneio de golfe português, de 2 milhões de euros em prémios monetários. É certo que já não está no top-10 – ele que chegou a liderar ontem a prova durante cerca de duas horas – e distanciou-se da liderança, estando agora a 10 pancadas do australiano Lucas Herbert, que continua na frente (-19) pelo terceiro dia seguido, depois de uma penúltima volta de 64 pancadas, 7 abaixo do Par.Mas se virmos bem, há um ano, Ricardo Melo Gouveia partiu para a última volta ainda pior classificado, no 20.º lugar, com menos 2 pancadas, com -8, e terminou a prova no tal 5.º lugar que fá-lo partilhar com Filipe Lima a melhor classificação de sempre de um português em Vilamoura. Tudo depende de amanhã ser capaz de voltar a jogar ao nível de ontem.«Tenho de realizar uma grande volta amanhã, mas se continuar como tenho jogado e se meter os putts como meti ontem, sinto que tenho boas hipóteses de fazer esse 5.º lugar ou melhor», disse o atleta olímpico português, que atraiu hordas de espectadores atrás de si. Compreende-se que depois dos 9 birdies de ontem de Ricardo Melo Gouveia, que a volta de hoje, com apenas 1 birdie e 17 ‘pares’ possa saber a pouco ao jogador e aos fãs portugueses, mas o 19.º lugar que ocupa é melhor do que muitas das grandes estrelas da prova: Sergio Garcia é 27.º (-9), Charl Schwartzel, Danny Willett e Thorbjorn Olesen estão empatados em 35.º (-8) e estamos a falar de campeões de Majors e/ou jogadores de Ryder Cup!Quem ficou definitivamente arredado do único torneio português do European Tour foi Ricardo Santos. Pela primeira vez na história de 12 edições do Portugal Masters, houve um segundo cut, aos 54 buracos, para o top-72, de modo a reduzir o número de jogadores para o ultimo dia. Ora tinham passado ontem o cut 81 e Ricardo Santos terminou em 80.º empatado, a Par do campo, depois de uma terceira volta de 75 (+4). Vai receber prémio monetário, mas já não joga mais.«Hoje correu tudo mal. Correu mal do tee, nos greens também não estive bem, muitos putts a roçarem o buraco e a não entrarem e é verdade que também não entrei bem e depois foi como uma bola de neve e não consegui recuperar o jogo», lamentou-se o antigo bicampeão nacional, que vai agora regressar em duas semanas ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia.Um segundo cut foi uma estreia no Portugal Masters, mas foi já a terceira vez que isso aconteceu esta época no European Tour, repetindo a receita do Open de Itália e do Porsche European Open na Alemanha. «É algo que se fazia raramente no European Tour mas o PGA Tour já vem fazendo há algum tempo e acho que agora querem seguir mais esse exemplo na Europa. A ideia é criar um ambiente mais mediático no ultimo dia, só com aqueles jogadores que estão mesmo a jogar muitas pancadas abaixo do Par», explicou David Silva, o treinador português do jogador finlandês Kim Koivu, que está no 15.º lugar (-11).Este ano pensava-se que os resultados do Portugal Masters iriam ser piores, devido ao rough mais alto e a uma estirpe de relva diferente nos roughs (Bermuda), mais densa. No entanto, as estrelas que vieram ao Algarve estão a disparar birdies e eagles em cascata.«Nunca pensei que mesmo com as temperaturas elevadas que temos tido nos últimos dias (que fazem a bola viajar mais rápida e longe) que os resultados em três voltas estivessem tão baixos (em relação ao Par). Isto só demonstra que o nível está cada vez mais elevado», comentou Ricardo Melo Gouveia.Veja-se como um dia depois do recorde histórico do inglês Oliver Fisher, o primeiro a fazer 59 pancadas numa volta do European Tour, outro inglês, Tom Lewis, esteve quase a repetir a dose e ascendeu ao 2.º lugar depois de entregar um cartão de 61 pancadas (-10), a sua melhor volta de sempre no European Tour.«Foi ótimo o Ollie ter feito 59 ontem e eu tive oportunidade de fazer o mesmo hoje. Notei nisso quando faltavam três buracos para acabar a volta», disse Lewis, que procura tornar-se amanhã no primeiro jogador a vencer por duas vezes o Portugal Masters, depois do título conquistado em 2011. Atenção a este Lewis que está a melhorar de dia para dia, com voltas de 72, 63 e 61 e só está a 2 pancadas do líder. O 3.º lugar é ocupado pelo inglês Eddie Pepperell (68 pancadas hoje) e pelo sueco Marcus Kinhult (65), com 15 abaixo do Par, portanto, a 4 do topo da classificação.É, no mínimo, curioso verificar como este 12.º Portugal Masters, que apresenta provavelmente a segunda melhor lista de inscritos de sempre na história do torneio, está a ser dominado por jogadores que nem pertencem à elite do European Tour, a primeira divisão europeia.Afinal, Lucas Herbert está a jogar com um convite, pois milita no PGA Tour of Australasia. Se vencer amanhã (Domingo), ganhará automaticamente o cartão para o European Tour de 2019. Já Tom Lewis é atualmente um dos rivais de Pedro Figueiredo e Filipe Lima no Challenge Tour, a segunda divisão, na qual ganhou um torneio este mês, e só entrou no Portugal Masters com o estatuto e categoria de ex-campeão da prova.
Foto de: Getty Images(Herbert), / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

ARMADA PORTUGUESA NO EUROPEANTOUR

A décima - Foto arquivo: Tom Dulat-Getty Images quarta prova do europenatour teve a presença de três jogadores Portugueses;   José-Fil...