O Hotel Dom Pedro Laguna está a concorrer para o prémio pela segunda vez de "Melhor Hotel de Golfe do Brasil" e pela terceira vez como o "Melhor Resort do Brasil pelo World Golf Awards.Integrado no luxuoso eco-resort Aquiraz Riviera, o hotel Dom Pedro Laguna está localizado na costa leste do Ceará, a 45 km do aeroporto de Fortaleza. É um dos resorts à beira-mar mais exclusivos do Brasil e um dos melhores destinos para férias em família, cheio de lazer com todas as comodidades, com o único campo de golfe de 18 buracos no Ceará, um clube infantil com instrutores e uma curta distância 26 km do Beach Park, o melhor parque aquático da América Latina.sexta-feira, abril 26, 2019
Dom Pedro Laguna concorre ao prémio de melhor hotel de golfe do Brasil
O Hotel Dom Pedro Laguna está a concorrer para o prémio pela segunda vez de "Melhor Hotel de Golfe do Brasil" e pela terceira vez como o "Melhor Resort do Brasil pelo World Golf Awards.Integrado no luxuoso eco-resort Aquiraz Riviera, o hotel Dom Pedro Laguna está localizado na costa leste do Ceará, a 45 km do aeroporto de Fortaleza. É um dos resorts à beira-mar mais exclusivos do Brasil e um dos melhores destinos para férias em família, cheio de lazer com todas as comodidades, com o único campo de golfe de 18 buracos no Ceará, um clube infantil com instrutores e uma curta distância 26 km do Beach Park, o melhor parque aquático da América Latina.terça-feira, abril 16, 2019
segunda-feira, março 18, 2019
ARMADA PORTUGUESA NO EUROPEANTOUR
A décima-
quarta prova do europenatour teve a presença de três jogadores Portugueses; José-Filipe Lima, que viria a ser o português mais bem classificado 25º lugar, Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo concluíram ambos no lugar 35.
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| Foto arquivo: Tom Dulat-Getty Images |
O vencedor foi o italiano Guido Migliozzi, que somou 268 pancadas, conquistando um prémio monetário de 183.330 euros.
José-Filipe Lima, que arrecadou um prémio monetário de 10.615 euros, concluiu a prova com um agregado de 279 pancadas, depois de hoje ter marcado 66 'shots' (cinco abaixo do par) na quarta e última volta. O golfista português, que subiu 27 lugares na classificação em relação a sábado, entregou um cartão com um "eagle" e quatro "birdies" Os outros dois portugueses, Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, terminaram empatados no 35.º lugar, com um total de 281 pancadas, arrecadando 7.260 euros cada.
Pedro Figueiredo fechou a ultima volta com 70 pancadas (uma abaixo), descendo quatro posições na geral. Ricardo Melo Gouveia, que fechou a volta com 69 'shots', com cinco "birdies" e três "bogeys", subiu quatro lugares na geral, em relação a sábado.
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domingo, março 17, 2019
Tour Championship em Troia - DALE WHITNELL REPETE HISTÓRIA
O INGLÊS DALE WHITNELL É O CAMPEÃO DO THE TOUR CHAMPIONSHIP EM CONDIÇÕES IDÊNTICAS À VITÓRIA NO CAMPEONATO INTERNACIONAL AMADOR MASCULINO DE PORTUGAL EM 2009. TIAGO CRUZ FOI 3.º A APENAS 1 PANCADA DO PLAY-OFF
Tiago Cruz e os ingleses Dale Whitnell e Matt Ford partiram empatados na frente para o último dia do The Tour Championship e no final da volta decisiva foi Whitnell a embolsar os cinco mil euros destinados ao campeão, do total de 25 mil que estiveram em jogo nesta etapa final do Portugal Pro Golf Tour (PPGT) de 2018/ 2019. O inglês de 30 anos somou o seu terceiro título (o segundo consecutivo) nesta temporada no PPGT, mas o êxito de hoje (Domingo dia 17), no Troia Golf, remeteu-o sobretudo para algo que tinha feito há dez anos neste mesmo palco. «Isto traz-me memórias do que vivi aqui em Troia há dez anos, quando ganhei o Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal de forma muito idêntica. Os 2 birdies nos dois últimos buracos, depois de ter perdido 1 pancada no buraco 16 foram muito importantes. E depois, no play-off fiz um grande drive, seguido de um bom ferro-8 para ficar a 4,5 metros da bandeira, o George não conseguiu fazer birdie e foi suficiente para eu ganhar», disse Dale Whitnell à SportTV. É realmente incrível que em 2009, também no Troia Golf, Dale Whitnell tenha ganho o Campeonato Internacional Amador Masculino de Portugal num play-off para bater Jamie Abott. A história às vezes repete-se e o inglês, em declarações ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal, assegura que «nem em Inglaterra» tem colecionado «tantos títulos profissionais». O campeão tinha empatado no final das três voltas regulamentares com o seu compatriota George Bloor, com 207 pancadas, 9 abaixo do Par; Whitnell com voltas de 67, 71 e 69; Bloor com rondas de 72, 68 e 67. No play-off Whitnell sacou o seu terceiro birdie seguido para se impor. Dale Whitnell tinha ganho em fevereiro o 6.º Palmares Classic e na semana passada o 2.º Amendoeira O’Connor Classic, sendo espantoso ser bem-sucedido em três percursos de características diferentes. «Eu próprio fiquei surpreendido com a vitória no O’Connor porque não é um campo onde eu pensaria sair-me bem, mas o meu jogo está em forma, estou a drivar bem, os meus ferros estão bons e o meu jogo curto tem estado fantástico», acrescentou o inglês que se juntou ao holandês Lars Van Meijel e ao luso-suíço Raphael de Sousa como os únicos a terem conquistado três títulos no PPGT de 2018 / 2019. Quem ficou esta época “em branco” foi Tiago Cruz, pois o seu último título remonta a janeiro de 2018, ou seja, referente à temporada de 2017 / 2018. Mas o antigo bicampeão nacional lutou bastante pelos 5 mil euros e pelos cinco convites para o Challenge Tour de 2019 do campeão. O profissional do Club de Golf do Estoril integrou o grupo dos 3.º classificados, com 208 pancadas, 8 abaixo do Par, ficando a apenas 1 de ir a play-off. O seu calcanhar de Aquiles foi 1 triplo-bogey no buraco 9: «Saí de ferro-2 mas dei-lhe uma rosca e foi parar ao campo de treino. Na bola provisória abri um bocadinho e fui parar à areia numa moita e tive de dropar, e só depois fiz o shot ao green e 2 putts». Noutras alturas o jogador do BiG poderia ter baixado os braços, mas apesar de admitir que foi um rude golpe, conseguiu recompor-se e terminou em grande estilo: «Não consegui o objetivo que era o 1.º lugar mas joguei bem. Fiz um erro bastante grave no buraco 9 e a este nível não se pode cometer erros destes. Mas depois ainda fiz 3 birdies nos últimos três buracos para tentar chegar à liderança. Em termos globais, estou satisfeito com este torneio». Tiago Cruz assinou cartões de 70, 68 e 70, e empatou com o irlandês John-Ross Galbraith (69+70+69), o inglês Matt Ford (69+69+70), o holandês Lars Van Meijel (68+72+68) e o sueco Hannes Ronneblad (74+69+65). Cada um recebeu 1.500 euros. Esta última volta de 65 (-7) do escandinavo passou a ser o novo recorde do campo do Troia Golf, superando as 66 (-6) da primeira volta de Tomás Silva e Richard Mansell. Entre os 54 participantes, 13 eram portugueses e para além de Tiago Cruz, também Tomás Bessa terminou no top-10, no 8.º lugar, com 210 pancadas, 6 abaixo do Par, juntando rondas de 71,71 e 68, para um cheque de 800 euros. O campeão nacional Tomás Silva, que liderava no final da primeira volta, tombou para o 14.º lugar, mas ainda logrou ficar abaixo do Par, com 215 (66+74+75), -1, que lhe valeu um prémio de 437,5 euros. O The Tour Championship encerrou o circuito sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de Golfe e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour. Os dois promotores, José Correia e Gary Harris, prometeram que o PPGT irá regressar em novembro para a temporada de 2019 /2020. «Contamos apresentar muitas novidades», afirmou José Correia, igualmente presidente da PGA de Portugal. Alexandre Barroso, diretor do Troia Golf, na cerimónia de entrega de prémios, agradeceu aos jogadores a qualidade que apresentaram: «-9 é um bom resultado. Quando o Open de Portugal do European Tour foi aqui jogado o campo ganhou a fama de monstro. Obrigado por terem provado o contrário».
Foto de: Ramiro Jesus / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Tour Championship em Troia - TIAGO CRUZ NA FRENTE
TRÊS JOGADORES LIDERAM COM 6 ABAIXO DO PAR E TIAGO CRUZ ESTÁ EMPATADO COM OS INGLESES DALE WHITNELL E MATT FORD
Tiago Cruz tenta superar uma das mais prolongadas secas de resultados da sua carreira e saltou hoje (Sábado dia 16) para o comando do The Tour Championship do Portugal Pro Golf Tour (PPGT), o torneio internacional de 25 mil euros em prémios que amanhã termina no Troia Golf. O antigo bicampeão nacional foi um dos cinco jogadores que assinaram hoje 68 pancadas, 4 abaixo do Par, o melhor resultado da segunda volta do torneio sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de Golfe e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour. Os restantes jogadores com uma segunda volta de 68 (-4) foram os ingleses George Bloor, Miles Collins e Marco Penge, bem como o galês Toby Hunt, o vencedor do Pro-Am do passado dia 14.
Tiago Cruz foi, contudo, o único a aproveitar esse resultado para ascender ao topo da classificação com um agregado de 138 pancadas, 6 abaixo do Par, pois na primeira volta tinha apresentado 70 (-2).
Uma liderança partilhada com os ingleses Matt Ford (69+69) e Dale Whitnell (67+71), dois rivais de peso. Ford joga no Challenge Tour, a segunda divisão europeia, e só veio a Portugal jogar em três torneios para preparar o início da época. Whitnell venceu recentemente dois torneios do Portugal Pro Golf Tour: o 5.º Palmares Classic em fevereiro e o 2.º Amendoeira O Connor Classic em março, exatamente a etapa do circuito que antecedeu esta final em Troia. Tiago Cruz habituou-nos ao longo dos anos a vencer torneios no antigo Swing Ibérico do Jamega Pro Golf Tour, depois no Algarve Winter Tour e no Algarve Pro Golf Tour. Mesmo quando nasceu este Portugal Pro Golf Tour o jogador do BiG continuou a cotar-se entre os melhores, mas o seu último título já data de janeiro de 2018, o 3.º Palmares Classic.
Nesta temporada de 2018 / 2019 do Portugal Pro Golf Tour, iniciada em novembro, o melhor que Tiago Cruz fez foram dois 6.º lugares e uma 10.ª posição. Mas as exibições têm melhorado nas últimas semanas: foi 16.º no 1.º Amendoeira Faldo Classic e 6.º no 2.º Amendoeira O’Connor Classic.
Amanhã parte na coliderança para tentar conquistar o seu primeiro título do ano e logo um que oferece um prémio de 5 mil euros e cinco convites para o Challenge Tour em 2019, circuito em que o português de quase 37 anos tem a presença garantida em alguns torneios, mas não em todos.
«Desde o início do ano que eu e o meu treinador (Luís Barroso) temos estado a mexer em algumas fases do meu backswing e isso tem-me dificultado bastante o shot. É difícil controlar a bola, às vezes tenho receio, não acredito no que tenho de fazer e sai um mau shot. Ultimamente a bola já tem saído mais de acordo com o que temos vindo a trabalhar e os resultados têm vindo a aparecer», disse Tiago Cruz ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal. Outra questão a levar em conta é a sua adaptação aos novos ferros que utiliza desde dezembro: «Jogava com outra marca e este ano estou com a Wilson Staff. Os tacos também são bastante diferentes, porque a cabeça do taco da Wilson é um pouco mais fina e pequena, e levei algum tempo a habituar-me».
Aos poucos esses obstáculos têm sido superados e será um dos favoritos amanhã. «Este circuito está recheado de bons jogadores. É importante para os portugueses evoluírem e compararmos o nosso jogo com o deles, e é bom estar na frente. Vou lutar amanhã», acrescentou o profissional do Club de Golf do Estoril, que hoje brilhou com 1 eagle no buraco 18 (o seu nono), aproveitando a saída (tee) mais avançada (quase nas saídas amarelas). Amanhã prevê-se menos calor e mais vento, tornando o campo de Troia num desafio muito maior. Aliás, hoje, a meio da volta, já surgiu uma brisa que criou mais dificuldades e essa foi uma das razões que levou a que os resultados não fossem tão bons.
«Implicou uma diferença de um ferro, mas já se sentiu influência», explicou Tomás Silva, que liderava ontem o The Tour Championship com um recorde do campo de 66 (-6), mas que tombou entretanto para o 5.º lugar, com 140 (-4), a 2 dos líderes.
O campeão nacional teve uma segunda volta de 74 (+2), fruto de uma série negra de 5 bogeys entre os buracos 8 e 15, e está empatado no 5.º posto com o perigoso holandês Lars Van Meijel (68+72), vencedor de dois torneios este ano, e ainda com o inglês George Bloor (72+68).
«Como disse ontem, este campo pode ser brutal do tee se estivermos erráticos e foi o que me aconteceu hoje. Não tive um bom momento desde o buraco 8 ao 15, senti dificuldade em colocar a bola em jogo, mas depois consegui acabar com 1 birdie no 18 para manter-me na luta. Comecei bem, estava confiante num bom resultado (fez birdies no 3 e no 6 para chegar às 8 pancadas abaixo do Par), depois compliquei, mas amanhã acredito que posso ter um dia positivo», analisou Tomás Silva, também do Club de Golf do Estoril e do Team Portugal.
Entretanto, o inglês Richard Mansell (66+76), que partilhava a liderança ontem com Tomás Silva, tropeçou para o 10.º lugar (-2), empatado com o português Tomás Bessa (71+71). Entre os 54 jogadores, 15 jogadores estão agora abaixo do Par do campo (eram 13 ontem).
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Tiago Cruz foi, contudo, o único a aproveitar esse resultado para ascender ao topo da classificação com um agregado de 138 pancadas, 6 abaixo do Par, pois na primeira volta tinha apresentado 70 (-2).
Uma liderança partilhada com os ingleses Matt Ford (69+69) e Dale Whitnell (67+71), dois rivais de peso. Ford joga no Challenge Tour, a segunda divisão europeia, e só veio a Portugal jogar em três torneios para preparar o início da época. Whitnell venceu recentemente dois torneios do Portugal Pro Golf Tour: o 5.º Palmares Classic em fevereiro e o 2.º Amendoeira O Connor Classic em março, exatamente a etapa do circuito que antecedeu esta final em Troia. Tiago Cruz habituou-nos ao longo dos anos a vencer torneios no antigo Swing Ibérico do Jamega Pro Golf Tour, depois no Algarve Winter Tour e no Algarve Pro Golf Tour. Mesmo quando nasceu este Portugal Pro Golf Tour o jogador do BiG continuou a cotar-se entre os melhores, mas o seu último título já data de janeiro de 2018, o 3.º Palmares Classic.
Nesta temporada de 2018 / 2019 do Portugal Pro Golf Tour, iniciada em novembro, o melhor que Tiago Cruz fez foram dois 6.º lugares e uma 10.ª posição. Mas as exibições têm melhorado nas últimas semanas: foi 16.º no 1.º Amendoeira Faldo Classic e 6.º no 2.º Amendoeira O’Connor Classic.
Amanhã parte na coliderança para tentar conquistar o seu primeiro título do ano e logo um que oferece um prémio de 5 mil euros e cinco convites para o Challenge Tour em 2019, circuito em que o português de quase 37 anos tem a presença garantida em alguns torneios, mas não em todos.
«Desde o início do ano que eu e o meu treinador (Luís Barroso) temos estado a mexer em algumas fases do meu backswing e isso tem-me dificultado bastante o shot. É difícil controlar a bola, às vezes tenho receio, não acredito no que tenho de fazer e sai um mau shot. Ultimamente a bola já tem saído mais de acordo com o que temos vindo a trabalhar e os resultados têm vindo a aparecer», disse Tiago Cruz ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal. Outra questão a levar em conta é a sua adaptação aos novos ferros que utiliza desde dezembro: «Jogava com outra marca e este ano estou com a Wilson Staff. Os tacos também são bastante diferentes, porque a cabeça do taco da Wilson é um pouco mais fina e pequena, e levei algum tempo a habituar-me».
Aos poucos esses obstáculos têm sido superados e será um dos favoritos amanhã. «Este circuito está recheado de bons jogadores. É importante para os portugueses evoluírem e compararmos o nosso jogo com o deles, e é bom estar na frente. Vou lutar amanhã», acrescentou o profissional do Club de Golf do Estoril, que hoje brilhou com 1 eagle no buraco 18 (o seu nono), aproveitando a saída (tee) mais avançada (quase nas saídas amarelas). Amanhã prevê-se menos calor e mais vento, tornando o campo de Troia num desafio muito maior. Aliás, hoje, a meio da volta, já surgiu uma brisa que criou mais dificuldades e essa foi uma das razões que levou a que os resultados não fossem tão bons.
«Implicou uma diferença de um ferro, mas já se sentiu influência», explicou Tomás Silva, que liderava ontem o The Tour Championship com um recorde do campo de 66 (-6), mas que tombou entretanto para o 5.º lugar, com 140 (-4), a 2 dos líderes.
O campeão nacional teve uma segunda volta de 74 (+2), fruto de uma série negra de 5 bogeys entre os buracos 8 e 15, e está empatado no 5.º posto com o perigoso holandês Lars Van Meijel (68+72), vencedor de dois torneios este ano, e ainda com o inglês George Bloor (72+68).
«Como disse ontem, este campo pode ser brutal do tee se estivermos erráticos e foi o que me aconteceu hoje. Não tive um bom momento desde o buraco 8 ao 15, senti dificuldade em colocar a bola em jogo, mas depois consegui acabar com 1 birdie no 18 para manter-me na luta. Comecei bem, estava confiante num bom resultado (fez birdies no 3 e no 6 para chegar às 8 pancadas abaixo do Par), depois compliquei, mas amanhã acredito que posso ter um dia positivo», analisou Tomás Silva, também do Club de Golf do Estoril e do Team Portugal.
Entretanto, o inglês Richard Mansell (66+76), que partilhava a liderança ontem com Tomás Silva, tropeçou para o 10.º lugar (-2), empatado com o português Tomás Bessa (71+71). Entre os 54 jogadores, 15 jogadores estão agora abaixo do Par do campo (eram 13 ontem).
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, março 15, 2019
Tour Championship em Troia 2019
A ETAPA DE
ENCERRAMENTO DO CIRCUITO INTERNACIONAL PARA PROFISSIONAIS EM PORTUGAL DISTRIBUI
20 MIL EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, O DOBRO DE UM EVENTO REGULAR, E ATRIBUI 5
CONVITES PARA O CHALLENGE TOUR
Treze jogadores portugueses integram a
elite de 54 jogadores que irão disputar o Tour Championship do Portugal Pro
Golf Tour (PPGT), entre amanhã (sexta-feira dia 15) e Domingo, no Troia Golf Resort.
O campeão nacional Tomás Silva e os
ex-campeões nacionais Tiago Cruz e Hugo Santos serão acompanhados por
alguns jogadores que militam em circuitos superiores como João Carlota
(Challenge Tour), Tomás Bessa, Vítor Lopes e Miguel Gaspar (no Alps Tour),
Tiago Rodrigues e Tomás Melo Gouveia (no Pro Golf Tour), e ainda por Francisco
Oliveira, Gonçalo Pinto, Alexandre Abreu e João Ramos, o melhor português no
PPGT, ao terminar a época de 2018 / 2019 no 3.º lugar do ranking.
O PPGT Tour Championship é o mais
importante torneio de sempre deste circuito internacional para profissionais de
golfe, sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de Golfe e pelo
britânico Jamega Pro Golf Tour.
Reúnem-se 54 participantes, oriundos de Portugal, Inglaterra,
Holanda, Irlanda, País de Gales, Escócia e Suécia, que lutarão por um prémio
monetário global de 20 mil euros, o dobro dos 10 mil que normalmente constituem
o “prize-money” de uma prova regular deste circuito.
O Troia Golf Resort será um palco
perfeito para a conclusão do circuito, após 21 torneios realizados em Portugal,
sobretudo no Algarve, entre novembro e março. Troia é um enorme desafio que já
recebeu o Open de Portugal do European Tour, bem como o Campeonato da Europa
Amador da Associação Europeia de Golfe, entre muitos outros eventos.
O melhor prémio do Tour Championship
consiste na oferta de cinco convites para torneios do Challenge Tour de 2019, a
segunda divisão europeia, onde cada torneio distribui no mínimo 180 mil euros
em prémios.
Esses cinco convites irão para o melhor
classificado do Tour Championship mas não necessariamente o vencedor da prova,
pois é imperativo que tenha chegado a este último campeonato entre os 50
primeiros do ranking (Ordem de Mérito) do PPGT.
Dos 13 portugueses em prova, nenhum é
membro do Challenge Tour, embora alguns saibam que irão ter convites para poder
jogar na segunda divisão europeia. Por isso, para qualquer um deles, os cinco
“wild cards” são mais valiosos do que o primeiro prémio de quatro mil euros do
torneio.
Embora no golfe tudo possa acontecer e
qualquer um dos 54 jogadores possa ganhar o torneio, a verdade é que entre os
13 portugueses há uns mais favoritos do que outros e é importante salientar que
nove deles conseguiram colecionar classificações no top-10 de torneios ao longo
da temporada: Hugo Santos (6), João Ramos (5), Tomás Melo Gouveia (5), Tomás
Bessa (4), Tiago Cruz (3), Miguel Gaspar (3), João Carlota (3), Tomás Silva (3)
e Vítor Lopes (2).
E se restringirmos este lote aos
portugueses presentes em Troia que venceram torneios do PPGT na época de 2018 /
2019 ficamos limitados a dois: Tomás Bessa no 2.º Penina Classic em janeiro e
Miguel Gaspar no 3.º Palmares Classic, também em janeiro. Ricardo Santos, um dos melhores
golfistas portugueses de sempre, venceu igualmente o torneio inaugural, em
novembro, o 1.º Palmares Classic, mas optou por não competir em Troia.
Entre os jogadores estrangeiros a
jogarem o PPGT Tour Championship a partir de amanhã, destacam-se, naturalmente,
os jogadores que já conquistaram títulos este ano: o n.º1 do ranking, o
irlandês Paul McBride (3.º Penina Classic); o n.º2 do ranking, o inglês Dale
Whitnell (6.º Palmares Classic e 2.º Amendoeira O’Connor Classic); o holandês
Lars Van Meijel (1.º Pinheiros Altos Classic e 1.º San Lorenzo Classic); o
inglês de origem italiana Gian-Marco Petrozzi (5.º Palmares Classic); e os
ingleses Daniel Brooks (4.º Penina Classic), Patrick Ruff (2.º Palmares
Classic), e Liam Hancock (1.º Amendoeira O Connor Classic).
O PPGT está a completar a sua segunda
época (sendo uma evolução de outros circuitos) e tem registado significativos
índices de crescimento, tanto na quantidade como na qualidade de jogadores,
atraindo cada vez mais membros de circuitos importantes como o European Tour,
Challenge Tour, Alps Tour e Pro Golf Tour.
O norte-irlandês Michael Hoey, antigo
vencedor do Open de Portugal, do Madeira Islands Open e do Alfred Dunhill Links
Championship ganhou este ano um torneio no Algarve. E tanto este ano como no
ano passado jogadores como o escocês Paul Lawrie (antigo campeão do British
Open) e o sueco Jarmo Sandelin (que jogou na Ryder Cup) passaram por estes
torneios.
No sentido inverso, o inglês
Jordan Smith e os portugueses Pedro Figueiredo e Ricardo Melo Gouveia brilharam
nestes circuitos antes de ascenderem ao European Tour.
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
quarta-feira, março 06, 2019
Dustin Johnson lidera do ranking mundial de golfe
O jogador americano, subiu à liderança WGR, com 9,9231 pontos de média, beneficiado pela "queda" do britânico Justin Rose, que agora tem 9,9223, na segunda posição. Nenhum dos dois golfistas participou de competições na última semana, a nona do calendário desportivo. Entretanto, enquanto Rose competiu pela última vez na quinta semana, Johnson foi campeão do WGC - Mexico Championship, em Naucalpan, na oitava posição.
CLASSIFICAÇÃO 2019
1. Dustin Johnson (EUA) 9,9231 pts
2. Justin Rose (ING) 9,9223 pts
1. Dustin Johnson (EUA) 9,9231 pts
2. Justin Rose (ING) 9,9223 pts
3. Brooks Koepka (EUA) 9,0672 pts
4. Justin Thomas (EUA) 8,5832 pts
5. Bryson DeChambeau (EUA) 7,5432 pts
6. Rory McIlroy (IRN) 6,7270 pts
4. Justin Thomas (EUA) 8,5832 pts
5. Bryson DeChambeau (EUA) 7,5432 pts
6. Rory McIlroy (IRN) 6,7270 pts
7. Rickie Fowler (EUA) 6,3113 pts
8. Xander Schauffele (EUA) 6,2191 pts
8. Xander Schauffele (EUA) 6,2191 pts
9. Jon Rahm (ESP) 6,1165 pts
10. Francesco Molinari (ITA) 5,5966 pts
10. Francesco Molinari (ITA) 5,5966 pts
quarta-feira, fevereiro 06, 2019
PORTUGAL PRO GOLF TOUR em Troia
O Portugal Pro Golf Tour (PPGT) vai realizar em março o mais importante torneio de sempre deste circuito internacional para profissionais de golfe, sancionado pela PGA de Portugal, Federação Portuguesa de Golfe e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour. O PPGT Tour Championship irá reunir um máximo de 78 participantes, oriundos de todo o Mundo, que lutarão por um prémio monetário global de 25 mil euros, bem mais do que os 10 mil que normalmente constituem o “prize-money” de uma prova regular deste circuito. O vencedor embolsa 5 mil euros, o equivalente ao primeiro prémio de circuitos superiores como o Alps Tour ou o Pro Golf Tour. A joia da coroa do PPGT decorrerá de 15 a 17 de março, no Troia Golf Resort, um palco que já recebeu o Open de Portugal do European Tour, bem como o Campeonato da Europa Amador da Associação Europeia de Golfe, entre muitos outros eventos. Um dia antes, a 14, disputa-se um Pro-Am com o exclusivo número de 18 equipas. «Temos o objetivo de melhorar o circuito e este Tour Championship vem premiar os jogadores mais regulares e elevar a qualidade do mesmo. É um esforço enorme, mas estamos muito satisfeitos e honrados por termos conseguido concretizar este projeto», disse José Correia. «O Troia Golf é um campo desafiante e de excelência. É o palco perfeito para este torneio e não podemos deixar de agradecer ao seu diretor, Alexandre Barroso, por acreditar e ter aceitado este desafio. O torneio terá de entrada livre e quem quiser assistir a bom golfe e apoiar os jogadores nacionais será muito bem-vindo», acrescentou o promotor do PPGT. José Correia é igualmente presidente da PGA de Portugal e membro da Direção da Federação Portuguesa de Golfe, pelo que tem a perfeita noção de que o torneio poderá ser importante para alguns dos melhores jogadores profissionais portugueses. «Aguardamos cerca de 15 jogadores nacionais. Neste momento o João Ramos está no 2.º lugar da Ordem de Mérito do PPGT e o Tour Championship será uma oportunidade enorme». José Correia e o seu sócio britânico, Gary Harris, estão há vários anos a desenvolver um circuito internacional em Portugal, que recebe entre novembro e março várias dezenas de profissionais de golfe que nessa altura do ano têm dificuldade de competir na Europa, por os circuitos profissionais estarem encerrados no inverno. Tudo começou com o Algarve Winter Tour, continuou com o Algarve Pro Golf Tour e culminou agora no Portugal Pro Golf Tour, com 22 torneios na temporada de 2018 / 2019, cada um com 10 mil euros em prémios, à exceção deste Tour Championship. «Nesta época superámos já o acumulado de um milhão de euros em prémios distribuídos ao longo destes anos», assegurou José Correia. Para os jogadores portugueses, o PPGT é fundamental como rampa de lançamento, pois é nesta altura do ano que se preparam para os circuitos europeus mais importantes e podem fazê-lo com uma concorrência muito superior ao do circuito profissional português (PGA Portugal Tour). Por outro lado, como os prémios monetários são superiores, com 2 mil euros para o vencedor de cada etapa, as verbas angariadas são relevantes para serem investidas nas suas digressões ao estrangeiro. Na presente temporada, por exemplo, já venceram torneios do PPGT Ricardo Santos (um dos melhores golfistas portugueses de sempre), Tomás Bessa e Miguel Gaspar. Em anos anteriores, nestes vários circuitos, registaram-se triunfos de Ricardo Melo Gouveia, Pedro Figueiredo, Tiago Cruz, Tiago Rodrigues, Hugo Santos e João Ramos. O PPGT está a meio da sua segunda época e tem registado significativos índices de crescimento, tanto na quantidade como na qualidade de jogadores, atraindo cada vez mais membros de circuitos importantes como o European Tour, Challenge Tour, Alps Tour e Pro Golf Tour. O norte-irlandês Michael Hoey, antigo vencedor do Open de Portugal, do Madeira Islands Open e do Alfred Dunhill Links Championship ganhou este ano um torneio no Algarve. Em anos anteriores, jogadores como o escocês Paul Lawrie (antigo campeão do British Open) e o sueco Jarmo Sandelin (que jogou na Ryder Cup) passaram por estes torneios. No sentido inverso, o inglês Jordan Smith e os portugueses Pedro Figueiredo e Ricardo Melo Gouveia brilharam nestes circuitos antes de ascenderem ao European Tour. João Ramos é o melhor português no PPGT de 2018 / 2019, ocupando o 2.º lugar no ranking do circuito após a conclusão do 4.º Swing. Mas o melhor prémio do Tour Championship está guardado para o fim. O PPGT assegurou a oferta de cinco convites para torneios do Challenge Tour de 2019, a segunda divisão europeia, onde cada torneio distribui no mínimo 180 mil euros em prémios. Esses cinco convites irão para o melhor classificado do Tour Championship mas não necessariamente o vencedor da prova, pois é imperativo que tenha chegado a este último campeonato cotado entre os 50 primeiros do ranking (Ordem de Mérito) do PPGT. Atempadamente será divulgada a lista de inscritos. ________________________________________________________________________ Foto de: Ricardo Lopes / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
terça-feira, dezembro 04, 2018
Jamie Mann foi o vencedor absoluto do 31.º Grande Troféu de Vilamoura
Jovem escocês de 14 anos da equipa de elite do clube de Vilamoura venceu a XXXI edição do troféu Vilamoura O jovem aluno do Joaquim Sequeira Jamie Mann, foi o vencedor absoluto do 31.º Grande Troféu de Vilamoura, que este ano reuniu quase três centenas de jogadores de 28 países e decorreu em três dos campos do Algarve – Dom Pedro Victoria, Old Course e Pinhal.
Jamie, de apenas 14 anos, nascido na Escócia, radicado com a família no Algarve e tem já a nacionalidade portuguesa. É um dos jogadores de elite do CG de Vilamoura.
O Grande Troféu de Vilamoura é talvez um dos mais importantes torneios desta região do ponto de vista internacional, uma vez que vem desde à mais de três décadas trazendo jogadores/ turistas ao Algarve. Além das três voltas de golfe os participantes tiveram todos os dias eventos sociais: a noite portuguesa no Fórum Dom Pedro (jantar com cocktail a abrir), jantar no Casino de Vilamoura com o show Timeless e-Motions e a encerrar o cocktail de distribuição dos prémios no Hilton Vilamoura, onde foram distribuídos 36 troféus, dos quais apenas seis a jogadores portugueses.
Entre os 271 jogadores (certos), metade tinha handicap inferior a 1o, o que vem acentuar o cariz competitivo deste evento.
O ex-ministro Teixeira dos Santos, foi segundo na quarta categoria e o irlandês Columb Harrington (vencedor da 1.ª categoria), irmão do profissional Padraig Harrington, um dos melhores da Europa.
De volta à juventude, Jamie Mann concluiu as três voltas com 212 pontos, seguido do irlandês Patrick Kelly e do inglês John Kokolay (vencedor em 2017) ambos com 216. O vencedor gross foi o inglês Sandy Bolton com 229 pontos.
Os portugueses premiados foram; Maria José Pinto, João Carlos Martins, Serafim Sousa Carvalho, Teixeira dos Santos, Nuno Filipe Pereira e António Libório.
terça-feira, novembro 27, 2018
XXXI Grande Trofeu Vilamoura
Tem inicio no próximo dia 28 de novembro, um dos mais prestigiantes torneios para amadores do Algarve, o Grande Troféu de Vialmoura . Disputado na modadlidade de Medal, 54 buracos, o torneio desenrola em tres campos, Don Pedro Pinhal, Don Pedro Victoria e Don Pedro Old Course. A este evento, acorrem jogadores vindos de todo o mundo.
Durante quase uma semana, os participantes usufruem de excepicionais condições climáticas, únicas na Europa, tendo ainda a oportunidade de poderem jogar em três dos mais emblemáticos campos algarvios, nomeadamente Dom Pedro Victoria "palco" do Portugal Masters.
Este evento, é ainda acompanhado de um prestigiante programa social.
Durante quase uma semana, os participantes usufruem de excepicionais condições climáticas, únicas na Europa, tendo ainda a oportunidade de poderem jogar em três dos mais emblemáticos campos algarvios, nomeadamente Dom Pedro Victoria "palco" do Portugal Masters.
Este evento, é ainda acompanhado de um prestigiante programa social.
TOMÁS SILVA VENCE Solverde Campeonato Nacional PGA 2018
JOGADOR DO CLUBE DE GOLF DO ESTORIL VENCEU PELA PRIMEIRA VEZ, TAL COMO LEONOR BESSA QUE
DESTRONOU SUSANA RIBEIRO. JOSÉ DIAS GANHOU PELA SEGUNDA VEZ O TÍTULO DE
SENIORES.
Leonor Bessa e
Tomás Silva conquistaram hoje (Sábado), pela primeira vez, o Solverde
Campeonato Nacional PGA, enquanto José Dias somou o seu segundo título de
seniores. O torneio de 13 mil euros em prémios monetários, a decorrer no Oporto
Golf Club, em Espinho, termina amanhã com o Mateus Rosé Pro-Am. Leonor Bessa e
Tomás Silva já tinham sido campeões nacionais amadores recentemente. O profissional do
ClubE de Golf do Estoril foi campeão amador em 2010, 2014 e 2015. Interessante
que Tomás Silva também já tinha sido, em 2017, o n.º1 da Ordem de Mérito 1080
Produções/PGA Portugal, no seu primeiro ano de profissional e agora, na segunda
época, sagra-se campeão nacional. No caso da
jogadora do Club de Golf de Miramar, foi campeã nacional amadora em 2017 e em
2018. Este foi, aliás, o seu primeiro torneio como profissional e sagrou-se
logo campeã nacional. Desde Pedro Figueiredo em 2013 que não havia uma estreia
tão auspiciosa.Quanto a José
Dias, profissional do Dom Pedro Golf Collection, já tinha arrebatado o título
de seniores em 2012, no Quinta do Peru Golf & Country Club, e agora repetiu
a dose.
No torneio feminino,
Leonor Bessa totalizou 146 pancadas, 4 acima do Par, após voltas de 72 e 74,
que lhe valeram o primeiro prémio monetário da sua carreira no valor de 500
euros. Susana Ribeiro, a
tricampeã nacional de 2015, 2016 e 2017, teve de contentar-se desta feita com
os 300 euros do vice-campeonato, na sequência das suas 148 pancadas, 6 acima do
Par, com rondas de 72 e 76.
Na competição
masculina, Tomás Silva totalizou 201 pancadas, 12 abaixo do Par, entregando
cartões de 67, 65 e 69. Embolsou 2 mil euros e deixou a 3 pancadas de distância
Ricardo Santos (70+67+67), que auferiu 1.500 euros.
Ricardo Santos, fora campeão neste mesmo campo de Espinho em 2016 e no Ribagolfe em 2011. Este
ano jogou lesionado nas costa e mesmo assim foi 2.º classificado graças a tratamentos
diários. O 3.º lugar foi
dividido entre quatro jogadores com 205 (-8): João Ramos (65+68+72), que
liderou o torneio aos 18 buracos; João Carlota (68+63+64), que comandou a prova
aos 36 buracos; Tomás Melo Gouveia (69+67+69) e o britânico residente no
Algarve, Nathan Brader (66+70+69). Cada um arrebatou 812,5 euros.
Na prova de
seniores, José Dias agregou 146 pancadas, 4 acima do Par, após jornadas de 72 e
74, com uma remuneração de 500 euros. Joaquim Sequeira
(campeão no Oporto em 2015 e 2016) e Elídio Costa (vencedor em 2017)
partilharam o segundo lugar com 151 (+9). Cada um ganhou 250 euros. Sequeira
fez voltas de 78 e 73, enquanto Costa apresentou 76 e 75.
O torneio
sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e organizado pela PGA de Portugal
terminou com os melhores resultados de sempre nos quatro anos em que se
realizou no Oporto Golf Club. Em parte devido ao
bom tempo, sem vento nos dois primeiros dias, com sol e calor, mas, sobretudo,
«porque os jogadores mostram cada vez mais a sua qualidade», como explicou José
Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«O golfe
profissional está em clara ascensão em Portugal. Para o ano vamos ter dois
jogadores no European Tour, uns cinco ou seis a competirem regularmente no
Challenge Tour, mais dois ou três no Alps Tour Golf, e muitos no Portugal Pro
Golf Tour», acrescentou o também membro da Direção da Federação Portuguesa de
Golfe.
«Tivemos a ajuda
do tempo e o campo estava fantástico – admitiu Tomás Silva – mas não foi só o
meu resultado, houve muitos abaixo do Par. O nível profissional em Portugal
está muito alto, ganhou-se em Palmares com -12 (João Carlota), no Bom Sucesso
com -11 (João Carlota), em Ponte de Lima com -1 (Nelson Cavalheiro) e um tempo
terrível, no Penina com -9 (Tomás Bessa), em Vidago com -4 (Vítor Lopes), na
Terceira com -6 (Miguel Gaspar). O último Campeonato Nacional que joguei neste
campo como amador, em quatro voltas, ganhou-se com -4 (Pedro Lencart). Esta
semana foram -12 em três dias. Tudo isto mostra a evolução do nível dos
profissionais em Portugal».
O Solverde
Campeonato Nacional PGA e o Mateus Rosé Pro-Am são patrocinados pela Câmara
Municipal de Espinho, Federação Portuguesa de Golfe, Audi e Hotel Apartamento
Solverde (alojamento oficial do torneio). Têm ainda os apoios da Vitalis,
GreatGolf, e apresentam como parceiros media a SportTV, Porto Canal, Forum TV,
Record, Portugal Golf & Islands, Golf 2 All, GolfTattoo e Cision.
Declarações dos campeões nacionais
Leonor Bessa: «É
uma boa forma de começar esta nova etapa de carreira profissional e fico com
mais motivação para o que vem a seguir, a final da Escola de Qualificação do
Ladies European Tour».
José Dias: «Há
um gozo especial em ser campeão nacional. Não vinha cá à espera de ganhar. Nos
seniores o mais importante é a camaradagem e não tanto ganhar ou perder. Eu
trabalho no Dom Pedro Victoria Golf Club onde há muito trabalho e às vezes é
difícil poder vir jogar dias seguidos e tive de faltar uns anos».
Tomás Silva: «Era
um dos objetivos que tinha traçado era o de ser campeão nacional. Joguei muito
bem ao longo destes três dias, consegui ‘patar’ muito bem. Foi uma prova
renhida, com muitos jogadores abaixo do Par».Foto de: Ramiro Jesus / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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