quarta-feira, julho 10, 2019

Dom Pedro Golf Junior Masters - Jovens golfistas ao mais alto nível

Sub-18 competiram em 54 buracos no Dom Pedro Victoria Golf Course e Calvin Holmes terminou com um resultado de seis abaixo do par,

O Dom Pedro Hotels and Golf Collection, uma das marcas mais sonantes na gestão de hotéis e campos de golfe da Europa, foi palco, fim-de-semana de 6 e 7 de julho, da segunda edição do Dom Pedro Junior Masters.
Visto como um ensaio do tão esperado evento do European Tour, Portugal Masters, que irá acontecer entre os dias 24 e 27 de Outubro, este evento teve a participação de 57 promissores golfistas durante 3 dias no Victoria. Jogadores oriundos de 10 diferentes nacionalidades competiram nos escalões de sub18, Sub16, Sub14, Sub12 e sub 10. No escalão de Sub18 o nível foi particularmente alto. O jogador Calvin Holmes terminou com um resultado de seis abaixo do par, com resultados de 68, 73 e 69, com uma vantagem surpreendente de 20 pancadas.  Pietro Dal Fabbro, CEO do Dom Pedro Golf, afirmou: “O Junior Masters é o warm-up perfeito para a visita do European Tour, uma vez que dá a esses talentosos e jovens golfistas a oportunidade de jogar no Dom Pedro Victoria Golf Course, onde jogam alguns dos melhores profissionais do mundo,durante Portugal Masters em outubro. O grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection está ansioso para ajudar no crescimento destes jovens golfistas, que esperamos voltar a receber já em 2020.” 

CLASSIFICAÇÕES
- SUB 18
1
Calvin Holmes
POR
-6
210
68
73
69
2
Bruno Vicente
POR
+14
230
76
77
77
3
Lucas Lopes Azinheiro
POR
+19
235
75
85
75
4
David Rocha Martins
POR
+27
243
78
86
79
5
Miguel Azevedo Cardoso
POR
+29
245
83
83
79
- SUB 16
1
Hugo José Camelo Ferreira
POR
+11
227
77
76
74
2
Tomas Mician
POR
+14
230
78
77
75
3
Rita Costa Marques
POR
+16
232
77
75
80
4
Ricardo Serpa
POR
+23
239
78
82
79
5
Gustavo Monteiro
POR
+26
242
79
81
82
- SUB 14
1
Alberto Costa Marques
Miramar
+7
223
73
74
76
2
Alexander Amey
Vilamoura, C. G
+23
239
80
75
84
3
Constança Mendonça
Orizonte
+27
243
79
79
85
4
Charlie Box
Internacional
+44
260
91
85
84
5
Miguel Pinheiro
Paredes
+49
265
89
89
87
- SUB 12
1
Charlie Croker
Internacional
+6
222
76
75
71
2
Gabriel Sardo
Quinta do Fojo
+7
223
75
71
77
3
António da Silva Trindade
Quinta do Peru
+8
224
74
73
77
4
João Crasi Alves
Vilamoura, C. G
+24
240
79
82
79
5
Rodrigo Marques Santos
Assoc. Qta.Lago
+26
242
77
79
86
- SUB 10 HCP
1
Eleanor Lichtenhein
ENG
7
38
13
13
12
2
Ren Hong Bo
CHI
6
36
9
17
10
3
Ethan Prybys Orton
FRA
9
32
14
7
11
4
Martim Pinto Johansen
POR
4
32
14
10
8
5
Arthur Fischer
GER
12
22
8
6
8

quinta-feira, julho 04, 2019

TAÇA MANUEL AGRELLOS SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS VENCE O CONFRONTO

A seleção nacional da PGA de Portugal conquistou pela quinta vez seguida em sete edições a Taça Manuel Agrellos, na quarta feira (dia 3 ) que teve lugar no Montado Resort
 
Mas se na última edição da prova, há um ano e meio, os profissionais tinham derrotado os amadores por 14-6, desta feita teve de suar muito sob o calor que se fez sentir em Palmela para levar de vencida a jovem seleção nacional da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) por apertados 13-11. E se em dezembro de 2017 a equipa de profissionais venceu as três sessões da competição, desta feita só ganhou a primeira sessão, ontem (terça-feira) disputada, a de pares fourballs por 4-2. De resto, nas duas sessões de hoje, registaram-se empates, com 3-3 nos pares foursomes e 6-6 nos singulares.
«Foi muito equilibrado. Há uns quatro ou cinco jogadores da FPG com um enorme potencial e olhando para a equipa amadora podemos dizer que o futuro do golfe está assegurado. A PGA de Portugal tinha a pressão de ser favorita e de ter de ganhar e fizemo-lo. Estou orgulhoso dos meus jogadores», disse José Correia, o presidente da PGA de Portugal e capitão da equipa de profissionais, coadjuvado por Ricardo Lopes.
«O resultado não é o mais importante para nós nesta competição, embora queiramos sempre ganhar. Mas fiquei agradado com o que vi e foi uma boa preparação para os três Europeus que vêm agora aí», avaliou, por seu lado Nelson Ribeiro, o selecionador nacional da FPG, que teve Hugo Pinto como vice-capitão. A Ryder Cup à portuguesa teve duas grandes novidades este ano, para além da mudança de data de dezembro para julho. Por um lado, contou para o ranking mundial amador, por outro incluíu pela primeira vez jogadoras. «O facto de esta prova ter contado este ano para o ranking mundial amador deve-se à FPG e é um incentivo para os seus jogadores», considerou José Correia. «Em provas por equipas, todos os que estejam classificados no ranking mundial recebem a mesma pontuação na prova», explicou Nelso Ribeiro.
No que se refere à novidade da participação feminina, Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG congratulou-se com o facto de «estarmos a ir no sentido da evolução da sociedade em geral e do golfe em particular».
 
E  foram as jogadoras amadoras a ajudarem – e  muito – a equipa da FPG a alcançar este feito de ter ficado a apenas 2 pontos dos profissionais. Estavamos pertante as atuais campeã e vice-campeã nacionais, tanto da PGA de Portugal como da FPG, e foram as mais jovens a sobressair. Leonor Medeiros e Sofia Barroso Sá não perderam nenhum encontro e num total possível de 4 pontos somaram 3,5!
«As jogadoras profissionais portuguesas competem pouco. Há menos oportunidades para elas. Por isso, não sabíamos exatamente em que forma iríamos encontrá-las. Não posso dizer se foi ou não uma surpresa ver as minhas jogadoras jogarem tão bem contra elas, mas claro que gostei do que vi», disse Nelson Ribeiro, que chegou a dirigir a equipa feminina de Miramar que incluía Susana Ribeiro e Leonor Bessa, hoje em dia profissionais. Na seleção da FPG houve outras duas boas surpresas: João Maria Pontes e Pedro Clare Neves. Há um ano e meio tinham perdido os seus 3 duelos. Desta feita, Pontes somou 3 pontos e Neves 2. Também com 2 pontos terminaram Afonso Girão e Pedro Lencart.
Do lado da PGA de Portugal o grande baluarte é Tiago Cruz. Em sete participações na prova Cruz somou 15 vitórias em 21 confrontos e passou a ser o jogador com mais triunfos na competição, superando as 14 de João Carlota que este ano não participou. Igualmente muito forte, Hugo Santos já leva 14 triunfos em sete presenças e Vítor Lopes tem a curiosidade de nunca ter perdido em singulares, sendo que, esta foi a primeira vez que jogou pelos profissionais, pois tinha estado cinco vezes como jogador da FPG.
Em termos de andamento do resultado, como de costume, os singulares decidiram tudo. Os profissionais conseguiram cedo uma vantagem com Tiago Cruz a bater Pedro Silva por 3-2, mas Afonso Girão empatou ao superar João Ramos por 2-1. A FPG liderou os singulares quando João Maria Pontes impôs-se a Gonçalo Pinto por 2-1, mas Vítor Lopes foi melhor do que João Girão por 5-4, Nelson Cavalheiro derrotou Gonçalo Mata por 3-2, Miguel Gaspar vergou Martim Batista por 2-1 e Hugo Santos foi melhor do que Daniel da Costa Rodrigues por 4-2. A PGA de Portugal comandava por 5-2 e quando Nathan Brader empatou com Vasco Alves, num duelo espetacular (em stroke play teria sido -4 para o profissional e -3 para o amador), ficou selado o triundo da PGA de Portugal. Mesmo assim, houve o brio de Pedro Lencart ganhar a Tomás Silva por 2-1, de Pedro Clare Neves levar a melhor sobre Alexandre Abreu por 1 up e de Sofia Barroso Sá vencer Susana Ribeiro por 4-3, antes do empate entre as “Leonores”, Medeiros e Bessa. 
«Foi muito bonito ver como o elemento feminino valorizou a competição e o equilíbrio de forças entre as duas equipas também sobressaiu, com a vitória a cair para o lado dos mais experientes», concluiu o homenageado, Manuel Agrellos. 
Foto de: 
Alberto Granja/PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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terça-feira, junho 18, 2019

Ricardo Santos soma e segue no Callenge Tour

foto arquivo 

O golfista português Ricardo Santos terminou  em quinto lugar o torneio Hauts de France, neste domingo dia 16 de maio,  do Challenge Tour, depois de concluir a quarta e última volta com o seu melhor desempenho nos quatro dias, ao concluir o dia com uma volta de 68 pancadas, três abaixo do par do campo, num total de 279, mais oito do que o vencedor, o francês Robin Roussel, que fez hoje cinco abaixo do par e ultrapassou o anterior líder, o holandês Daan Huizing.Na última semana, Ricardo Santos venceu uma prova do 'challenge tour', em Lucerna, na Suíça, arrecadando 29.600 euros, e em 26 de maio tinha sido segundo no D+D Real, em Brno, na República Checa. Neste momento, Ricardo Santos ocupa a segunda posição da Ordem de Mérito do Callenge Tour. Na ultima volta, que lhe permitiu subir quatro posições em relação ao dia anterior, Ricardo Santos conseguiu três 'birdies' (uma pancada abaixo do par) na segunda metade do percurso, nos buracos 12, 13 e 18.

segunda-feira, junho 17, 2019

TOMÁS BESSA vence Copa Suíça Open

SÓ AO FIM DE TRÊS BURACOS CONSEGUIU DERROTAR JOÃO RAMOS, QUE DOMINOU A PROVA DESDE O INÍCIO, PARA CONQUISTAR O SEU SEGUNDO TÍTULO DO ANO


Tomás Bessa conquistou hoje (segunda-feira) o seu segundo título do ano no Copa Suíça Open, o torneio de 6 mil euros em prémios monetários, que inaugurou o PGA Portugal Tour de 2019, o circuito profissional português.Foi o seu segundo título do ano, pois, em janeiro, tinha vencido o 1.º Penina Classic, de 10 mil euros em prémios, uma das etapas do Portugal Pro Golf Tour, um circuito satélite internacional, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe, pela PGA de Portugal e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour.Tomás Bessa não teve uma vitória fácil e para garantir o prémio de mil euros precisou de três buracos de play-off para derrotar João Ramos, após terem empatado no final da segunda volta com um total de 138 pancadas, 6 abaixo do Par do Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela. O jogador de 22 anos chegou a estar 4 buracos atrás de João Ramos, o grande dominador da provamitiram decidir o campeão, embora no primeiro buraco de play-off Ramos tenha beneficiado de um putt de menos de dois metros. Foi preciso mudar de palco para o 18, o famoso Par-3 com o green numa península, onde Bessa só precisou de dois putts e Ramos falhou o seu segundo putt para Par.O 3.º lugar foi para Tiago Cruz (70+69), que ficou com 5 abaixo do Par, apenas a 1 de ir a play-off, enquanto João Carlota (71+72) foi o 4.º com 1 abaixo do Par. Entre os 34 participantes, só os quatro primeiros terminaram a prova abaixo do Par do campo desenhado por Jorge Santana da Silva.
Foi o segundo título de Tomás Bessa no PGA Portugal Tour, depois de em outubro ter-se imposto na Final do Circuito PT Empresas.O profissional da Cigala poderia nem ter vindo a Palmela jogar, pois estava inscrito num torneio muito mais importante, o Acaya Open Dailies Total 1, em Itália, de 40 mil euros em prémios monetários, integrado no Alps Tour Golf, uma das terceiras divisões do golfe europeu. Mas Tomás Bessa preferiu apoiar o circuito profissional português, para mostrar aos patrocinadores – neste caso, a Câmara de Comércio e Indústria Suíça em Portugal – que é possível contar com alguns dos melhores golfistas nacionais nas etapas do PGA Portugal Tour.«Sempre que há um torneio da PGA de Portugal faço questão de estar presente, porque tenho orgulho em ser membro da PGA de Portugal, gosto de competir em Portugal, onde temos bom nível de golfe. Desisti à última hora de um torneio do Alps Tour Golf para estar cá mas não tenho ressentimento nenhum. Temos tão poucos torneios que tenho de apoiá-los»,  O Pro-Am que antecedeu o Open foi ganho por Gonçalo Pinto, associado aos amadores Manuel Barbosa Vieira, Mário Sousa Carvalho e José Moreira Ferras, com 90 pontos stableford net.Marco Andrade, o diretor do Montado considerou «uma hora receber uma vez mais um torneio da PGA de Portugal» e assinalou a «combinação perfeita que foi ter em simultâneo este torneio de profissionais com um torneio juvenil da Federação Portuguesa de Golfe (o 4º Torneio do Drive Challenge na região Tejo). É sempre muito motivador para os jovens verem em ação alguns dos nossos melhores profissionais».A próxima competição do PGA Portugal Tour será a Taça Manuel Agrellos, a 2 e 3 de julho, de novo no Montado Hotel & Golf Resort. É a chamada Ryder Cup à portuguesa que coloca em confronto direto as seleções nacionais de amadores e de profissionais. O próximo torneio de categoria Open do PGA Portugal Tour será o Optilink PGA Open, no Onyria Palmares Beach & golf Resort, em Lagos, a 24 e 25 de agosto.
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Foto de: Ricardo Lopes - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sábado, junho 08, 2019

GolfSixes em Cascais - TAILÂNDIA CAMPEÃ COM VITÓRIA NO PLAY-OFF

THONGCHAI JAIDEE E PHACHARA KHONGWHATMAI DERROTAM INGLATERRA NO SEGUNDO BURACO DE PLAY-OFF
 
A Tailândia venceu o 3.º GolfSixes em Cascais, o revolucionário torneio do European Tour, de um milhão de euros em prémios monetários, que hoje (sábado) terminou no Oitavos Dunes, na Quinta da Marinha, onde manter-se-á até, pelo menos, 2021.
Thongchai Jaidee e Phachara Khongwatmai derrotaram na final a Inglaterra de Tom Lewis e Paul Waring, e suecederam à Irlanda (vencedora em 2018) e Dinamarca (campeã em 2017), nesta primeira e histórica edição da prova realizada fora do Reino Unido. No confronto do 3.º e 4.º lugares, a Espanha arrasou a Itália por 3-0.
Um triunfo da Tailândia arrancado a ferros, apenas no segundo buraco de play-off, depois de nos seis buracos regulamentares as duas equipas terem empatado a 1-1, acontecendo o mesmo no primeiro buraco de desempate. Pela primeira vez decidiu-se o título do GolfSixes num play-off. Uma das muitas inovações do GolfSixes Cascais é o sistema de desempate e para acelerar o jogo, no segundo buraco de play-off, nem é preciso meter a bola no buraco. Vence a seleção que colocar a pancada de saída mais perto da bandeira (o buraco 6 é de Par-3) e foi isso que aconteceu graças a Phachara Khongwatmai. Uma conclusão poética, dado que, devido à sua juventude, fora o jogador que mais nervosismo mostrara durante a competição, ao contrário da serenidade do veterano Thongchai Jaidee, que tem o objetivo de juntar-se ao Champions Tour em 2020, o circuito de veteranos nos Estados Unidos para maiores de 50 anos. 
O histórico Thongchai Jaidee, de 49 anos, eventualmente o melhor golfista asiático de sempre, conquistou o 20.º título internacional da sua carreira (o nono no European Tour) e o jovem Phachara Khongwatmai, de apenas 20 anos, que hoje venceu o seu primeiro torneio em circuitos principais (embora tenha ganho num ‘Tour’ menor com apenas 14 anos), constituíram a simbiose etária perfeita num formato de ‘greensomes’ que exige estratégia.
A Tailândia saiu de Portugal com um cheque de 200 mil euros e sem sofrer qualquer derrota, mostrando grande força mental pela forma como superou os seus obstáculos. Ontem começou por empatar na fase de grupos com a Suécia (1-1) e a equipa feminina de Inglaterra (1-1). Tinha claramente em perigo a passagem aos quartos de final, era obrigatório derrotar a Irlanda, os campeões de 2018, e fê-lo em grande estilo, com Jaidee a arrancar, no sexto e último buraco, o primeiro ‘hole-in-one’ na história do torneio para uma vitória por 3-1.
Hoje (sábado dia 8), nos quartos de final, os tailandeses arrasaram a Escócia por 2-1, uma equipa que tinha uma das grandes estrelas da competição, o ‘Ryder Cupper’ Stephen Gallacher, e nas meias-finais vergaram a grande candidata ao título, a Espanha, por 1-0. Um triunfo cirúrgico, pois as duas equipas empataram em todos os buracos, menos no 3 (Par-3), no qual 1 birdie, o único birde em seis buracos, resolveu a passagem à final.
Na final a Tailândia arrancou na frente porque Inglaterra entrou mal, com más saídas e 1 bogey. Os ingleses empataram com 1 birdie no tal buraco 3, mas, atenção, o segundo shot de Jaidee bateu no poste da bandeira e por pouco não entrou. Azar para os tailandeses que poderiam ter empatado esse buraco e, provavelmente, teriam resolvido ali a final. No último, buraco, Tom Lewis – o carrasco de Portugal na primeira ronda – falhou um putt curto que teria dado a vitória a Inglaterra e depois vieram os tais emocionantes dois buracos de play-off.
«Já venho a Portugal há muitos anos, para jogar o torneio de Vilamoura (Portugal) Masters, mas nunca tinha jogado em Cascais e gostei muito. É importante vencer este torneio com o meu jovem parceiro, porque foi preciso jogarmos muito bem taticamente e acho que foi o que fizemos. Este campo é muito bonito com estas vistas do oceano e Portugal fez um bom trabalho», disse Thongchai Jaidee em declarações à SportTV, já depois dos dois jogadores terem ido ao banho na piscina do The Oitavos Hotel.
Mais tarde, em entrevista ao European Tour, o triplo vencedor da Ordem de Mérito do Asian Tour acrescentou: «A organização foi muito boa, o ambiente foi fantástico e voltei a ganhar um torneio do European Tour, algo que não fazia há uns três anos (desde o prestigioso Open de França em 2016 )». Já Phachara Khongwatmai explicou como deu à Tailândia o ‘shot’ da vitória: «Na pancada de saída pensei que já tinha jogado tantas vezes este buraco que sabia que tinha de visar a parte superior do green e deixar a bola rolar em direção à bandeira».
«Jogar com o Thongjai Jaidee é um sonho, ele é uma lenda e ensinou-me muito sobre como jogar neste formato», acrescentou o jovem que conquistou o título mais importante da sua jovem carreira, mas tem o objetivo de «estar a jogar no PGA Tour em três ou quatro anos».
Os ingleses mostraram-se graciosos na derrota. «O buraco 6 é um buraco espetacular para se terminar um torneio num play-off e foi muito bom para os patrocinadores o torneio ter ido aos limites da morte súbita para se decidir o título. Claro que queríamos ganhar, mas passei um muito bom tempo», exultou Paul Waring.
«Estou desapontado, muito desapontado, porque passámos por tanto e tivemos tão boas vitórias, mas tivemos aquele percalço no início e deixámo-los ganharem confiança. Foi bom termos ido a play-off mas não metemos os putts que deveríamos. No entanto, passámos muito bom tempo, foi divertido e foi simpático podermos representar o nosso país numa semana que seria de folga», referiu Tom Lewis, o duplo campeão do Portugal Masters (2011 e 2018), que voltará a Portugal em outubro para defender o título em Vilamoura.
Na cerimónia de entrega de prémios David Williams, o presidente (‘Chairman’) do European Tour, e Bernardo Corrêa de Barros, vice-presidente da Associação de Turismo de Cascais, entregaram o troféu aos campeões.
Bernardo Corrêa de Barros aceitou o repto da SportTV para análise a dois dias diferentes de golfe em Cascais, com muitas inovações: «O balanço é muito bom. Cascais cumpriu o que prometeu, um tempo fantástico, que as pessoas vivenciassem a bela vida de Cascais e a vista maravilhosa do Oitavos Dunes, uma comunicação internacional extraordinária (mais de seis horas por dia de diretos na BBC e na Sky Sports). Juntámos aqui alguns dos melhores jogadores do Mundo num evento diferente. Isto é o futuro do golfe, um futuro que passará por este conteúdo televisivo. É uma mudança de conceito e foi conseguido por Cascais e pela organização do torneio. Mostrámos ao Mundo que podemos fazer diferente e melhor».
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sexta-feira, junho 07, 2019

GolfSixes em Cascais - INGLATERRA VERGA ESCÓCIA E PASSAM AMBOS AOS QUARTOS DE FINAL NO OITAVOS DUNES

Portugal terminou com uma vitória sobre a Índia a sua participação no 3.º GolfSixes em Cascais, o torneio do European Tour, de um milhão de euros em prémios monetários, que se conclui amanhã (sábado) no Oitavos Dunes, com a disputa dos quartos de final, meias-finais e final.
 
Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo bateram por 2-1 a forte equipa indiana de S.S.P. Chawrasia, vencedor de quatro torneios no European Tour, e de Gaganjeet Bhullar, campeão de nove títulos no Asian Tour. Portugal saiu na frente com 1 birdie no buraco 1, a Índia empatou com 1 birdie no 2. No último buraco, houve uma saída espetacular de Melo Gouveia, do tee montado em cima da piscina do The Oitavos Hotel, que deixou a bola muito perto da bandeira e “Figgy” fez o birdie-putt da vitória.Portugal tinha perdido por 3-1 com a Inglaterra e por 2-1 com a Escócia, pelo que a vitória de 2-1 sobre a Índia só poderia eventualmente levar a seleção nacional aos quartos de final se a Escócia vencesse os seus três encontros.No entanto, quando Inglaterra começou a vencer os dois primeiros buracos, percebeu-se logo que iria ser muito difícil e os ingleses Tom Lewis e Paul Lawrie vergaram os escoceses David Law e Stephen Gallacher por 2-1.Os portugueses estavam a preparar-se para concluir o buraco 5 quando ouviram pelo sistema sonoro que já estavam eliminados devido à vitória inglesa. Mesmo assim não deixaram isso afetar-lhes a concentração e ganharam o último buraco.Inglaterra ganhou assim o Grupo-A, seguida da Escócia, ambos os países com duas vitórias e uma derrota mas com Inglaterra a ganhar seis buracos em 18 e Escócia a ficar-se pelos cinco. As duas seleções britânicas passaram aos quartos de final. Portugal assegurou o terceiro lugar e a Índia terminou no quarto e último posto desta “poule”. «Entrámos melhor no segundo e no terceiro jogo, mas sabíamos que esta tarde, com a Índia, teríamos de ganhar por muitos buracos e que Inglaterra teria de perder com a Escócia para passarmos. As duas derrotas nos dois primeiros duelos ditaram o dia de hoje. Foi pena porque achei que o nosso jogo não estava tão mau, só que não aproveitámos bem as oportunidades que tivemos», disse Ricardo Melo Gouveia.«A Inglaterra connosco jogou muito bem, fez 4 pancadas abaixo do Par em seis buracos, um resultado difícil de bater, nós não entrámos bem nesse jogo e se calhar eles sentiram-se mais à vontade. A Escócia e a Índia eram ‘matches’ ao nosso alcance. Com a Escócia tivemos um erro no buraco 5 (três putts) que nos custou caro. Mas acho que jogámos relativamente bem nos três ‘matches’. Estes confrontos de seis buracos decidem-se em pequenos detalhes. Temos muita pena de não estar a jogar cá amanhã e saímos daqui com um sabor amargo na boca. Tenho a certeza de que se jogássemos amanhã, ainda mais público viria amanhã. É pena, mas demos o nosso melhor e saímos de cabeça erguida com uma vitória sobre a Índia», acrescentou Pedro Figueiredo.Os quartos de final começam amanhã às 11h35 com os seguintes embates: Inglaterra-Suécia, França-Itália, Tailândia-Escócia e Espanha-Austrália. Dos três jogadores de Ryder Cup presentes, só o galês Jamie Donaldson foi eliminado. O escocês Stephen Gallacher e o italiano Edoardo Molinari mantêm-se em prova, tal como o melhor asiático de sempre, o tailandês Thongchai Jaidee, que fez um hole-in-one no buraco 6, de 140 metros. As meias-finais jogam-se às 13h30 e 13h45; o encontro dos 3.º e 4.º lugares às 15h15 e a final às 15h25.O GolfSixes Cascais está a ser transmitido em direto para todo o Mundo com grande destaque para o Reino Unido com sessões ininterruptas na Sky Sports e na BBC entre as 11 e as 17 horas. Em Portugal as transmissões estão a cargo da SportTV, parceira media do evento, mas houve também hoje uma reportagem no local da SIC Notícias.

terça-feira, junho 04, 2019

VILAMOURA PREPARA-SE PARA RECEBER JOVENS GOLFISTAS DE TODO O MUNDO PARA A 2ª EDIÇÃO DO DOM PEDRO JUNIOR MASTERS

A nova geração do golfe competirá durante três dias no emblemático campo de golfe Dom Pedro Victoria – anfitrião do European Tour’s Portugal Masters há mais de uma década 

A Dom Pedro Hotels and Golf Collection, uma das mais reconhecidas marcas de golfe e hospitalidade na Europa, anunciou a reedição do torneio anual Dom Pedro Junior Masters, de 5 a 7 de julho de 2019. O torneio será jogado ao longo de três dias, num total de 54 buracos, que terão lugar no campo de golfe Dom Pedro Victoria, onde se realiza desde 2007 uma das provas do European Tour, o Portugal Masters, e onde o jogador Britânico, Oli Fisher, bateu no ano passado o record do campo, com 59 pancadas. 
O formato abrange duas categorias: crianças com menos de 10 anos e jovens golfistas com idades compreendidas entre os 11 e 18 anos de idade. Com um fee de entrada de €170, cada jogador terá acesso a uma volta de treino e três voltas de golfe, “welcome pack”, snacks no campo durante torneio, um cocktail de final de tarde nos jardins do Hotel Dom Pedro Vilamoura e almoço buffet no último dia com a cerimónia de entrega de prémios, esta será sem dúvida uma extraordinária oportunidade para as novas promessas do golfe jogarem no mesmo campo que os melhores profissionais de Golfe Europeu. 
Com o intuito de promover o golfe Nacional junto das camadas jovens, a Dom Pedro Hotels & Golf Collection em parceria com a Federação Portuguesa de Golfe, tem o prazer de anunciar um preço especial de inscrição para os jogadores nacionais, €130. 
Pietro Dal Fabbro, CEO da Dom Pedro Hotels & Golf Collection, afirmou: "O Dom Pedro Junior Masters é uma oportunidade fantástica para incentivar os mais jovens para a prática do golfe na região. Todos estes jovens jogares já terão visto os melhores golfistas do mundo a jogar no campo Dom Pedro Victoria e podem agora seguir os passos de grandes golfistas como Padraig Harrington ou Lee Westwood. Estamos ansiosos para os receber neste torneio, que será para nós o pontapé de saída para a chegada do European Tours em Outubro".
Os campos de golfe do grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection recebem anualmente mais de  60.000 jogadores. Esta é a oferta mais completa na Europa, com cinco campos de golfe internacionais situados na mesma área e a 3km de distancia do centro de Vilamoura. 

A Air Mauritius - Melhor Companhia Aérea do Oceano Índico

A Air Mauritius recebeu o prémio de "Melhor Companhia Aérea do Oceano Índico". e mais quatro outras distinções  no "The World Travel Awards 2019"

Os World Travel Awards, votados por profissionais e consumidores de todo o mundo, são reconhecidos como os prémio mais prestigiado da indústria, os Óscares do Turismo.
A Air Mauritius ganhou 5 prémios, incluindo a 2019 Leading Company of the Indian Ocean em "The World Travel Awards".
Os prémios foram entregues à equipe da Air Mauritius liderada pelo Diretor de Operações da Companhia, Sr. Raja Buton, durante a Gala realizada no Sugar Beach Hotel, nas Ilhas Maurício, em 1º de junho de 2019. A Companhia Aérea Nacional foi distinguida como a melhor companhia aérea do Oceano Índico 14 vezes nos últimos 17 anos.
A Air Mauritius foi premiada nas seguintes categorias na edição de 2019:

Companhia Aérea Líder do Oceano Índico 2019
Companhia Aérea Líder do Oceano Índico - Classe Executiva 2019
Marca líder do Oceano Índico 2019
Liderando a tripulação de cabine do Oceano Índico 2019
Melhor lounge do Aeroporto do Oceano Índico 2019 - The Amédée Maingard Lounge




quarta-feira, maio 29, 2019

TEE TIMES LISBON GOLF TOURNAMENT 2019


Vai ter lugar nos campos da Aroeira, I e II e na Quinta do Peru, o primeiro torneio de golfe da Tee Times. O Evento destinado a tour operadores, jornalistas especializados e clientes. Durante três dias as três dezenas de convidados vão disputar o torneio em Stableford individual.

Paralelo ao torneio, os convidados vão ter algumas experiências gastronómicas.
Dia 30 de Maio - Aroeira II
Dia 31 de Maio - Aroeira I
Dia 1 de Junho - Quinta do Peru 

terça-feira, maio 28, 2019

GolfSixes em Cascais - PEDRO FIGUEIREDO E RICARDO MELO GOUVEIA FORMAM SELEÇÃO NACIONAL

Pedro Figueiredo e Ricardo Melo Gouveia vão unir forças para representar Portugal no GolfSixes Cascais e os dois amigos de infância desafiam os fãs a apoiarem-nos na sua demanda por mais glória para o golfe nacional. 
Por ser a nação anfitriã, Portugal beneficiou de um “wild card” (convite) para participar no GolfSixes Cascais, na primeira vez que o torneio inovador de duelos em seis buracos se realiza na Europa continental, depois de duas edições de enorme sucesso em Inglaterra.
“Figgy” conquistou no ano passado o seu primeiro título no Challenge Tour, no KPMG Trophy, na Bélgica, e depois garantiu a subida ao European Tour no final da época.
Gouveia foi o n.º1 do ranking do Challenge Tour de 2015. São duas das jovens estrelas do golfe português e acontece serem os melhores amigos no circuito.
Esta dupla espera ser capaz de cativar as atenções do público português quando representar a seleção nacional de profissionais nos dias 7 e 8 de junho, No Oitavos Dunes, em Cascais.
Pedro Figueiredo, atleta do Sport Lisboa e Benfica, viveu uma brilhante carreira amadora, com êxitos na Europa e nos Estados Unidos e declarou: «Estou muito entusiasmado com o GolfSixes em Cascais. Para mais, perto de Lisboa, onde cresci e ainda vivo».
«É um torneio divertido, que revelou-se bem popular entre os jogadores e os adeptos nos seus primeiros dois anos. Não tenho dúvidas de que o público português irá adorá-lo. Espero que o Ricardo e eu possamos proporcionar bons espetáculos, para encorajar os mais jovens a praticarem golfe», acrescentou o jogador de 27 anos, da Orizonte Lisbon Golf. Ricardo Melo Gouveia tornou-se, em 2016, no primeiro e único português a entrar no top-100 do ranking mundial e afirmou: «Estou mesmo motivado por jogar ao lado do Pedro no GolfSixes Cascais. Será a primeira vez que iremos jogar juntos desde que passámos a profissionais e tenho a certeza de que irá trazer-nos de volta alguns dos bons momentos que passámos juntos como amadores».
«Tive a sorte de jogar o GolfSixes há dois anos (ao lado de Filipe Lima), em Inglaterra, e foi uma semana muito divertida. Creio que é muito positivo para o golfe português sermos os anfitriões de um evento tão inovador e inclusivo, que apresenta jogadoras ao lado de jogadores. Será um grande torneio e espero que os fãs acorram em força», acrescentou o profissional de 27 anos, da Quinta do Lago. O GolfSixes Cascais é uma competição com um formato inovador. As seleções competem entre si em duelos de apenas seis buracos no sistema de greensomes match play.
No ano passado quebrou-se mais uma barreira ao introduzirem-se equipas femininas e equipas mistas, bem com destaque para a formação que integrava o capitão da Ryder Cup de 2018, Thomas Bjørn, e a capitã da Solheim Cup de 2019, Catriona Matthew.
Este ano o GolfSixes em Cascais entra numa nova era ao sair pela primeira vez do Reino Unido, viajando pela primeira vez à Europa Continental, para fixar-se na belíssima costa de Cascais, mais concretamente no Oitavos Dunes, para a sua terceira edição.
O European Tour organiza o torneio em parceria com o Município de Cascais e com a agência de eventos e de media U.COM – mais conhecida em Portugal por ser uma das três entidades proprietárias do Millennium Estoril Open, o único torneio de ténis português no ATP Tour, que todos os anos se realiza no mesmo concelho.
O GolfSixes em Cascais de 2019 irá seguir o mesmo formato revolucionário de 2018, com quatro equipas beneficiárias de Wild Card – que integram estrelas do golfe feminino e masculino – a juntarem-se às outras 12 formações que irão representar os seus países, sendo cada seleção nacional constituída por dois jogadores do European Tour.
O excitante torneio de dois dias será jogado pela primeira vez a uma sexta-feira, concluindo-se no sábado.
Como Portugal recebe ao mesmo tempo a UEFA Nations League, e tanto a final como o confronto de atribuição dos 3.º e 4.º lugares estão marcados para domingo, dia 9 de junho, haverá um final de semana emocionante para os fãs portugueses de desporto e para os turistas de visita ao país, com duas competições desportivas entre seleções nacionais a realizarem-se em simultâneo mas sem justaposições de calendário.
O formato do GolfSixes provou ser um enorme sucesso no European Tour, ao ponto de o conceito ter sido adotado no Le Golf National, no programa que antecipou e criou um crescendo para a Ryder Cup de 2018. Mas é um formato que está igualmente a ser bem-sucedido ao nível das etapas de formação do golfe juvenil.
A Golf Foundation, uma instituição de solidariedade social com o objetivo de levar o golfe a jovens e crianças, associou-se ao European Tour, ao R&A, à England Golf, Wales Golf e Scottish Golf para lançar uma Liga de GolfSixes para juniores em toda a Grã-Bretanha.
Desde maio, 24 campeonatos foram realizados em 22 regiões do Reino Unido, envolvendo 112 clubes de golfe e quase 1.500 jovens golfistas. Um relatório preliminar mostra que quase 30% dos participantes foram jovens jogadoras. O conceito dos GolfSixes também está a fazer o seu caminho na Bélgica, Dinamarca, França e Holanda.
O Oitavos Dunes está classificado no 55.º lugar da lista dos cem melhores campos de golfe do mundo da Golf Magazine e em Portugal é o n.º1. Este campo recebeu o Open de Portugal em quatro ocasiões, primeiro em 2005, quando Paul Broadhurst venceu, e depois em três anos seguidos, de 2007 a 2009, com o título a ser conquistado por Pablo Martín Benavides, Grégory Bourdy e Michael Hoey.

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