quarta-feira, julho 10, 2019

Dom Pedro Golf Junior Masters - Jovens golfistas ao mais alto nível

Sub-18 competiram em 54 buracos no Dom Pedro Victoria Golf Course e Calvin Holmes terminou com um resultado de seis abaixo do par,

O Dom Pedro Hotels and Golf Collection, uma das marcas mais sonantes na gestão de hotéis e campos de golfe da Europa, foi palco, fim-de-semana de 6 e 7 de julho, da segunda edição do Dom Pedro Junior Masters.
Visto como um ensaio do tão esperado evento do European Tour, Portugal Masters, que irá acontecer entre os dias 24 e 27 de Outubro, este evento teve a participação de 57 promissores golfistas durante 3 dias no Victoria. Jogadores oriundos de 10 diferentes nacionalidades competiram nos escalões de sub18, Sub16, Sub14, Sub12 e sub 10. No escalão de Sub18 o nível foi particularmente alto. O jogador Calvin Holmes terminou com um resultado de seis abaixo do par, com resultados de 68, 73 e 69, com uma vantagem surpreendente de 20 pancadas.  Pietro Dal Fabbro, CEO do Dom Pedro Golf, afirmou: “O Junior Masters é o warm-up perfeito para a visita do European Tour, uma vez que dá a esses talentosos e jovens golfistas a oportunidade de jogar no Dom Pedro Victoria Golf Course, onde jogam alguns dos melhores profissionais do mundo,durante Portugal Masters em outubro. O grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection está ansioso para ajudar no crescimento destes jovens golfistas, que esperamos voltar a receber já em 2020.” 

CLASSIFICAÇÕES
- SUB 18
1
Calvin Holmes
POR
-6
210
68
73
69
2
Bruno Vicente
POR
+14
230
76
77
77
3
Lucas Lopes Azinheiro
POR
+19
235
75
85
75
4
David Rocha Martins
POR
+27
243
78
86
79
5
Miguel Azevedo Cardoso
POR
+29
245
83
83
79
- SUB 16
1
Hugo José Camelo Ferreira
POR
+11
227
77
76
74
2
Tomas Mician
POR
+14
230
78
77
75
3
Rita Costa Marques
POR
+16
232
77
75
80
4
Ricardo Serpa
POR
+23
239
78
82
79
5
Gustavo Monteiro
POR
+26
242
79
81
82
- SUB 14
1
Alberto Costa Marques
Miramar
+7
223
73
74
76
2
Alexander Amey
Vilamoura, C. G
+23
239
80
75
84
3
Constança Mendonça
Orizonte
+27
243
79
79
85
4
Charlie Box
Internacional
+44
260
91
85
84
5
Miguel Pinheiro
Paredes
+49
265
89
89
87
- SUB 12
1
Charlie Croker
Internacional
+6
222
76
75
71
2
Gabriel Sardo
Quinta do Fojo
+7
223
75
71
77
3
António da Silva Trindade
Quinta do Peru
+8
224
74
73
77
4
João Crasi Alves
Vilamoura, C. G
+24
240
79
82
79
5
Rodrigo Marques Santos
Assoc. Qta.Lago
+26
242
77
79
86
- SUB 10 HCP
1
Eleanor Lichtenhein
ENG
7
38
13
13
12
2
Ren Hong Bo
CHI
6
36
9
17
10
3
Ethan Prybys Orton
FRA
9
32
14
7
11
4
Martim Pinto Johansen
POR
4
32
14
10
8
5
Arthur Fischer
GER
12
22
8
6
8

quinta-feira, julho 04, 2019

TAÇA MANUEL AGRELLOS SELEÇÃO DE PROFISSIONAIS VENCE O CONFRONTO

A seleção nacional da PGA de Portugal conquistou pela quinta vez seguida em sete edições a Taça Manuel Agrellos, na quarta feira (dia 3 ) que teve lugar no Montado Resort
 
Mas se na última edição da prova, há um ano e meio, os profissionais tinham derrotado os amadores por 14-6, desta feita teve de suar muito sob o calor que se fez sentir em Palmela para levar de vencida a jovem seleção nacional da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) por apertados 13-11. E se em dezembro de 2017 a equipa de profissionais venceu as três sessões da competição, desta feita só ganhou a primeira sessão, ontem (terça-feira) disputada, a de pares fourballs por 4-2. De resto, nas duas sessões de hoje, registaram-se empates, com 3-3 nos pares foursomes e 6-6 nos singulares.
«Foi muito equilibrado. Há uns quatro ou cinco jogadores da FPG com um enorme potencial e olhando para a equipa amadora podemos dizer que o futuro do golfe está assegurado. A PGA de Portugal tinha a pressão de ser favorita e de ter de ganhar e fizemo-lo. Estou orgulhoso dos meus jogadores», disse José Correia, o presidente da PGA de Portugal e capitão da equipa de profissionais, coadjuvado por Ricardo Lopes.
«O resultado não é o mais importante para nós nesta competição, embora queiramos sempre ganhar. Mas fiquei agradado com o que vi e foi uma boa preparação para os três Europeus que vêm agora aí», avaliou, por seu lado Nelson Ribeiro, o selecionador nacional da FPG, que teve Hugo Pinto como vice-capitão. A Ryder Cup à portuguesa teve duas grandes novidades este ano, para além da mudança de data de dezembro para julho. Por um lado, contou para o ranking mundial amador, por outro incluíu pela primeira vez jogadoras. «O facto de esta prova ter contado este ano para o ranking mundial amador deve-se à FPG e é um incentivo para os seus jogadores», considerou José Correia. «Em provas por equipas, todos os que estejam classificados no ranking mundial recebem a mesma pontuação na prova», explicou Nelso Ribeiro.
No que se refere à novidade da participação feminina, Miguel Franco de Sousa, presidente da FPG congratulou-se com o facto de «estarmos a ir no sentido da evolução da sociedade em geral e do golfe em particular».
 
E  foram as jogadoras amadoras a ajudarem – e  muito – a equipa da FPG a alcançar este feito de ter ficado a apenas 2 pontos dos profissionais. Estavamos pertante as atuais campeã e vice-campeã nacionais, tanto da PGA de Portugal como da FPG, e foram as mais jovens a sobressair. Leonor Medeiros e Sofia Barroso Sá não perderam nenhum encontro e num total possível de 4 pontos somaram 3,5!
«As jogadoras profissionais portuguesas competem pouco. Há menos oportunidades para elas. Por isso, não sabíamos exatamente em que forma iríamos encontrá-las. Não posso dizer se foi ou não uma surpresa ver as minhas jogadoras jogarem tão bem contra elas, mas claro que gostei do que vi», disse Nelson Ribeiro, que chegou a dirigir a equipa feminina de Miramar que incluía Susana Ribeiro e Leonor Bessa, hoje em dia profissionais. Na seleção da FPG houve outras duas boas surpresas: João Maria Pontes e Pedro Clare Neves. Há um ano e meio tinham perdido os seus 3 duelos. Desta feita, Pontes somou 3 pontos e Neves 2. Também com 2 pontos terminaram Afonso Girão e Pedro Lencart.
Do lado da PGA de Portugal o grande baluarte é Tiago Cruz. Em sete participações na prova Cruz somou 15 vitórias em 21 confrontos e passou a ser o jogador com mais triunfos na competição, superando as 14 de João Carlota que este ano não participou. Igualmente muito forte, Hugo Santos já leva 14 triunfos em sete presenças e Vítor Lopes tem a curiosidade de nunca ter perdido em singulares, sendo que, esta foi a primeira vez que jogou pelos profissionais, pois tinha estado cinco vezes como jogador da FPG.
Em termos de andamento do resultado, como de costume, os singulares decidiram tudo. Os profissionais conseguiram cedo uma vantagem com Tiago Cruz a bater Pedro Silva por 3-2, mas Afonso Girão empatou ao superar João Ramos por 2-1. A FPG liderou os singulares quando João Maria Pontes impôs-se a Gonçalo Pinto por 2-1, mas Vítor Lopes foi melhor do que João Girão por 5-4, Nelson Cavalheiro derrotou Gonçalo Mata por 3-2, Miguel Gaspar vergou Martim Batista por 2-1 e Hugo Santos foi melhor do que Daniel da Costa Rodrigues por 4-2. A PGA de Portugal comandava por 5-2 e quando Nathan Brader empatou com Vasco Alves, num duelo espetacular (em stroke play teria sido -4 para o profissional e -3 para o amador), ficou selado o triundo da PGA de Portugal. Mesmo assim, houve o brio de Pedro Lencart ganhar a Tomás Silva por 2-1, de Pedro Clare Neves levar a melhor sobre Alexandre Abreu por 1 up e de Sofia Barroso Sá vencer Susana Ribeiro por 4-3, antes do empate entre as “Leonores”, Medeiros e Bessa. 
«Foi muito bonito ver como o elemento feminino valorizou a competição e o equilíbrio de forças entre as duas equipas também sobressaiu, com a vitória a cair para o lado dos mais experientes», concluiu o homenageado, Manuel Agrellos. 
Foto de: 
Alberto Granja/PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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terça-feira, junho 18, 2019

Ricardo Santos soma e segue no Callenge Tour

foto arquivo 

O golfista português Ricardo Santos terminou  em quinto lugar o torneio Hauts de France, neste domingo dia 16 de maio,  do Challenge Tour, depois de concluir a quarta e última volta com o seu melhor desempenho nos quatro dias, ao concluir o dia com uma volta de 68 pancadas, três abaixo do par do campo, num total de 279, mais oito do que o vencedor, o francês Robin Roussel, que fez hoje cinco abaixo do par e ultrapassou o anterior líder, o holandês Daan Huizing.Na última semana, Ricardo Santos venceu uma prova do 'challenge tour', em Lucerna, na Suíça, arrecadando 29.600 euros, e em 26 de maio tinha sido segundo no D+D Real, em Brno, na República Checa. Neste momento, Ricardo Santos ocupa a segunda posição da Ordem de Mérito do Callenge Tour. Na ultima volta, que lhe permitiu subir quatro posições em relação ao dia anterior, Ricardo Santos conseguiu três 'birdies' (uma pancada abaixo do par) na segunda metade do percurso, nos buracos 12, 13 e 18.

segunda-feira, junho 17, 2019

TOMÁS BESSA vence Copa Suíça Open

SÓ AO FIM DE TRÊS BURACOS CONSEGUIU DERROTAR JOÃO RAMOS, QUE DOMINOU A PROVA DESDE O INÍCIO, PARA CONQUISTAR O SEU SEGUNDO TÍTULO DO ANO


Tomás Bessa conquistou hoje (segunda-feira) o seu segundo título do ano no Copa Suíça Open, o torneio de 6 mil euros em prémios monetários, que inaugurou o PGA Portugal Tour de 2019, o circuito profissional português.Foi o seu segundo título do ano, pois, em janeiro, tinha vencido o 1.º Penina Classic, de 10 mil euros em prémios, uma das etapas do Portugal Pro Golf Tour, um circuito satélite internacional, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe, pela PGA de Portugal e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour.Tomás Bessa não teve uma vitória fácil e para garantir o prémio de mil euros precisou de três buracos de play-off para derrotar João Ramos, após terem empatado no final da segunda volta com um total de 138 pancadas, 6 abaixo do Par do Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela. O jogador de 22 anos chegou a estar 4 buracos atrás de João Ramos, o grande dominador da provamitiram decidir o campeão, embora no primeiro buraco de play-off Ramos tenha beneficiado de um putt de menos de dois metros. Foi preciso mudar de palco para o 18, o famoso Par-3 com o green numa península, onde Bessa só precisou de dois putts e Ramos falhou o seu segundo putt para Par.O 3.º lugar foi para Tiago Cruz (70+69), que ficou com 5 abaixo do Par, apenas a 1 de ir a play-off, enquanto João Carlota (71+72) foi o 4.º com 1 abaixo do Par. Entre os 34 participantes, só os quatro primeiros terminaram a prova abaixo do Par do campo desenhado por Jorge Santana da Silva.
Foi o segundo título de Tomás Bessa no PGA Portugal Tour, depois de em outubro ter-se imposto na Final do Circuito PT Empresas.O profissional da Cigala poderia nem ter vindo a Palmela jogar, pois estava inscrito num torneio muito mais importante, o Acaya Open Dailies Total 1, em Itália, de 40 mil euros em prémios monetários, integrado no Alps Tour Golf, uma das terceiras divisões do golfe europeu. Mas Tomás Bessa preferiu apoiar o circuito profissional português, para mostrar aos patrocinadores – neste caso, a Câmara de Comércio e Indústria Suíça em Portugal – que é possível contar com alguns dos melhores golfistas nacionais nas etapas do PGA Portugal Tour.«Sempre que há um torneio da PGA de Portugal faço questão de estar presente, porque tenho orgulho em ser membro da PGA de Portugal, gosto de competir em Portugal, onde temos bom nível de golfe. Desisti à última hora de um torneio do Alps Tour Golf para estar cá mas não tenho ressentimento nenhum. Temos tão poucos torneios que tenho de apoiá-los»,  O Pro-Am que antecedeu o Open foi ganho por Gonçalo Pinto, associado aos amadores Manuel Barbosa Vieira, Mário Sousa Carvalho e José Moreira Ferras, com 90 pontos stableford net.Marco Andrade, o diretor do Montado considerou «uma hora receber uma vez mais um torneio da PGA de Portugal» e assinalou a «combinação perfeita que foi ter em simultâneo este torneio de profissionais com um torneio juvenil da Federação Portuguesa de Golfe (o 4º Torneio do Drive Challenge na região Tejo). É sempre muito motivador para os jovens verem em ação alguns dos nossos melhores profissionais».A próxima competição do PGA Portugal Tour será a Taça Manuel Agrellos, a 2 e 3 de julho, de novo no Montado Hotel & Golf Resort. É a chamada Ryder Cup à portuguesa que coloca em confronto direto as seleções nacionais de amadores e de profissionais. O próximo torneio de categoria Open do PGA Portugal Tour será o Optilink PGA Open, no Onyria Palmares Beach & golf Resort, em Lagos, a 24 e 25 de agosto.
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Foto de: Ricardo Lopes - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sábado, junho 08, 2019

GolfSixes em Cascais - TAILÂNDIA CAMPEÃ COM VITÓRIA NO PLAY-OFF

THONGCHAI JAIDEE E PHACHARA KHONGWHATMAI DERROTAM INGLATERRA NO SEGUNDO BURACO DE PLAY-OFF
 
A Tailândia venceu o 3.º GolfSixes em Cascais, o revolucionário torneio do European Tour, de um milhão de euros em prémios monetários, que hoje (sábado) terminou no Oitavos Dunes, na Quinta da Marinha, onde manter-se-á até, pelo menos, 2021.
Thongchai Jaidee e Phachara Khongwatmai derrotaram na final a Inglaterra de Tom Lewis e Paul Waring, e suecederam à Irlanda (vencedora em 2018) e Dinamarca (campeã em 2017), nesta primeira e histórica edição da prova realizada fora do Reino Unido. No confronto do 3.º e 4.º lugares, a Espanha arrasou a Itália por 3-0.
Um triunfo da Tailândia arrancado a ferros, apenas no segundo buraco de play-off, depois de nos seis buracos regulamentares as duas equipas terem empatado a 1-1, acontecendo o mesmo no primeiro buraco de desempate. Pela primeira vez decidiu-se o título do GolfSixes num play-off. Uma das muitas inovações do GolfSixes Cascais é o sistema de desempate e para acelerar o jogo, no segundo buraco de play-off, nem é preciso meter a bola no buraco. Vence a seleção que colocar a pancada de saída mais perto da bandeira (o buraco 6 é de Par-3) e foi isso que aconteceu graças a Phachara Khongwatmai. Uma conclusão poética, dado que, devido à sua juventude, fora o jogador que mais nervosismo mostrara durante a competição, ao contrário da serenidade do veterano Thongchai Jaidee, que tem o objetivo de juntar-se ao Champions Tour em 2020, o circuito de veteranos nos Estados Unidos para maiores de 50 anos. 
O histórico Thongchai Jaidee, de 49 anos, eventualmente o melhor golfista asiático de sempre, conquistou o 20.º título internacional da sua carreira (o nono no European Tour) e o jovem Phachara Khongwatmai, de apenas 20 anos, que hoje venceu o seu primeiro torneio em circuitos principais (embora tenha ganho num ‘Tour’ menor com apenas 14 anos), constituíram a simbiose etária perfeita num formato de ‘greensomes’ que exige estratégia.
A Tailândia saiu de Portugal com um cheque de 200 mil euros e sem sofrer qualquer derrota, mostrando grande força mental pela forma como superou os seus obstáculos. Ontem começou por empatar na fase de grupos com a Suécia (1-1) e a equipa feminina de Inglaterra (1-1). Tinha claramente em perigo a passagem aos quartos de final, era obrigatório derrotar a Irlanda, os campeões de 2018, e fê-lo em grande estilo, com Jaidee a arrancar, no sexto e último buraco, o primeiro ‘hole-in-one’ na história do torneio para uma vitória por 3-1.
Hoje (sábado dia 8), nos quartos de final, os tailandeses arrasaram a Escócia por 2-1, uma equipa que tinha uma das grandes estrelas da competição, o ‘Ryder Cupper’ Stephen Gallacher, e nas meias-finais vergaram a grande candidata ao título, a Espanha, por 1-0. Um triunfo cirúrgico, pois as duas equipas empataram em todos os buracos, menos no 3 (Par-3), no qual 1 birdie, o único birde em seis buracos, resolveu a passagem à final.
Na final a Tailândia arrancou na frente porque Inglaterra entrou mal, com más saídas e 1 bogey. Os ingleses empataram com 1 birdie no tal buraco 3, mas, atenção, o segundo shot de Jaidee bateu no poste da bandeira e por pouco não entrou. Azar para os tailandeses que poderiam ter empatado esse buraco e, provavelmente, teriam resolvido ali a final. No último, buraco, Tom Lewis – o carrasco de Portugal na primeira ronda – falhou um putt curto que teria dado a vitória a Inglaterra e depois vieram os tais emocionantes dois buracos de play-off.
«Já venho a Portugal há muitos anos, para jogar o torneio de Vilamoura (Portugal) Masters, mas nunca tinha jogado em Cascais e gostei muito. É importante vencer este torneio com o meu jovem parceiro, porque foi preciso jogarmos muito bem taticamente e acho que foi o que fizemos. Este campo é muito bonito com estas vistas do oceano e Portugal fez um bom trabalho», disse Thongchai Jaidee em declarações à SportTV, já depois dos dois jogadores terem ido ao banho na piscina do The Oitavos Hotel.
Mais tarde, em entrevista ao European Tour, o triplo vencedor da Ordem de Mérito do Asian Tour acrescentou: «A organização foi muito boa, o ambiente foi fantástico e voltei a ganhar um torneio do European Tour, algo que não fazia há uns três anos (desde o prestigioso Open de França em 2016 )». Já Phachara Khongwatmai explicou como deu à Tailândia o ‘shot’ da vitória: «Na pancada de saída pensei que já tinha jogado tantas vezes este buraco que sabia que tinha de visar a parte superior do green e deixar a bola rolar em direção à bandeira».
«Jogar com o Thongjai Jaidee é um sonho, ele é uma lenda e ensinou-me muito sobre como jogar neste formato», acrescentou o jovem que conquistou o título mais importante da sua jovem carreira, mas tem o objetivo de «estar a jogar no PGA Tour em três ou quatro anos».
Os ingleses mostraram-se graciosos na derrota. «O buraco 6 é um buraco espetacular para se terminar um torneio num play-off e foi muito bom para os patrocinadores o torneio ter ido aos limites da morte súbita para se decidir o título. Claro que queríamos ganhar, mas passei um muito bom tempo», exultou Paul Waring.
«Estou desapontado, muito desapontado, porque passámos por tanto e tivemos tão boas vitórias, mas tivemos aquele percalço no início e deixámo-los ganharem confiança. Foi bom termos ido a play-off mas não metemos os putts que deveríamos. No entanto, passámos muito bom tempo, foi divertido e foi simpático podermos representar o nosso país numa semana que seria de folga», referiu Tom Lewis, o duplo campeão do Portugal Masters (2011 e 2018), que voltará a Portugal em outubro para defender o título em Vilamoura.
Na cerimónia de entrega de prémios David Williams, o presidente (‘Chairman’) do European Tour, e Bernardo Corrêa de Barros, vice-presidente da Associação de Turismo de Cascais, entregaram o troféu aos campeões.
Bernardo Corrêa de Barros aceitou o repto da SportTV para análise a dois dias diferentes de golfe em Cascais, com muitas inovações: «O balanço é muito bom. Cascais cumpriu o que prometeu, um tempo fantástico, que as pessoas vivenciassem a bela vida de Cascais e a vista maravilhosa do Oitavos Dunes, uma comunicação internacional extraordinária (mais de seis horas por dia de diretos na BBC e na Sky Sports). Juntámos aqui alguns dos melhores jogadores do Mundo num evento diferente. Isto é o futuro do golfe, um futuro que passará por este conteúdo televisivo. É uma mudança de conceito e foi conseguido por Cascais e pela organização do torneio. Mostrámos ao Mundo que podemos fazer diferente e melhor».
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...