Nuno Campino, antigo campeão nacional amador e de profissionais, foi
escolhido pela Federação Portuguesa de Golfe para ser o novo Treinador
Nacional. Sucede a Sebastião Gil, que estava no cargo desde 2003. David Moura
mantém o cargo de Treinador Nacional Adjunto.
Nuno Campino vai ser o novo Treinador Nacional, sucedendo
a Sebastião Gil. O antigo campeão nacional amador e de profissionais inicia-se
no cargo a partir de 1 de Dezembro, tendo como Treinador Adjunto David Moura, o
mesmo profissional que foi o braço direito de Sebastião Gil desde que este
assumiu a função em 2003.
“É o reconhecimento do trabalho que tenho feito até agora”, disse Nuno Campino. “Vai ser um desafio novo na minha vida e na minha carreira. Quero tentar continuar o bom trabalho do Sebastião, mas melhorando algumas coisas que penso que podem ser alteradas,” perspectivou Campino, que como responsável pelas equipas nacionais fará a selecção dos jogadores e coordenará o seu acompanhamento técnico.
Nuno Campino nasceu há 35 anos em Évora, residindo actualmente na Parede, concelho de Cascais. Como amador, representou o Clube de Campo da Aroeira e venceu duas vezes o Campeonato Nacional Absoluto (em 1999 e 2004), tendo ainda representado as selecções nacionais durante oito anos, antes de se tornar profissional em 2004. Em 2006, conquistou o Campeonato Nacional de Profissionais. Em termos de formação, é treinador de Nível III da PGA de Portugal e fez também o curso do TPI (Titleist Performance Institute) Nível I, bem como o Nível II de Juniores. Dentro de duas semanas, irá à Alemanha fazer o curso de Nível II Profissional.
O presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos, começa por enaltecer o trabalho de Sebastião Gil: “Sempre desempenhou de forma digna e com brio as suas funções e foi com ele ao leme das nossas selecções que o golfe amador nacional alcançou os seus melhores resultados de sempre.”
“É o reconhecimento do trabalho que tenho feito até agora”, disse Nuno Campino. “Vai ser um desafio novo na minha vida e na minha carreira. Quero tentar continuar o bom trabalho do Sebastião, mas melhorando algumas coisas que penso que podem ser alteradas,” perspectivou Campino, que como responsável pelas equipas nacionais fará a selecção dos jogadores e coordenará o seu acompanhamento técnico.
Nuno Campino nasceu há 35 anos em Évora, residindo actualmente na Parede, concelho de Cascais. Como amador, representou o Clube de Campo da Aroeira e venceu duas vezes o Campeonato Nacional Absoluto (em 1999 e 2004), tendo ainda representado as selecções nacionais durante oito anos, antes de se tornar profissional em 2004. Em 2006, conquistou o Campeonato Nacional de Profissionais. Em termos de formação, é treinador de Nível III da PGA de Portugal e fez também o curso do TPI (Titleist Performance Institute) Nível I, bem como o Nível II de Juniores. Dentro de duas semanas, irá à Alemanha fazer o curso de Nível II Profissional.
O presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos, começa por enaltecer o trabalho de Sebastião Gil: “Sempre desempenhou de forma digna e com brio as suas funções e foi com ele ao leme das nossas selecções que o golfe amador nacional alcançou os seus melhores resultados de sempre.”
Manuel Agrellos recorda o 4º lugar de Portugal, em 2008,
no Campeonato da Europa por Equipas de Boys (Sub-18), bem como o 13º lugar, em
Outubro de 2010, no último Campeonato do Mundo em Buenos Aires, entre 70 nações
participantes. Em termos individuais, foram conquistados sete campeonatos
internacionais, com destaque para o triunfo de Pedro Figueiredo, em 2008, no
British Boys Amateur Championship, o mais importante torneio mundial do escalão
sub-18.
Manuel Agrellos considera a escolha de Nuno Campino como natural: “Tem uma boa formação técnica e possui a vantagem suplementar de conhecer o trabalho das selecções como jogador, pelo que nos parece ser a pessoa com o perfil ideal para liderar o golfe de alto rendimento.”
Na hora da despedida, Sebastião Gil agradeceu a confiança nele depositada pela Federação Portuguesa de Golfe: “Sinto-me privilegiado por terem apostado em mim durante tanto tempo. Desejo que o Nuno tenha ainda mais sorte que eu.”
E faz um balanço positivo do seu trabalho: “Implementou-se um trabalho rigoroso, com muita disciplina. Mas isso também se deveu à própria Federação e à sua aposta a cem por cento nos jogadores de Alta Competição.”
Manuel Agrellos considera a escolha de Nuno Campino como natural: “Tem uma boa formação técnica e possui a vantagem suplementar de conhecer o trabalho das selecções como jogador, pelo que nos parece ser a pessoa com o perfil ideal para liderar o golfe de alto rendimento.”
Na hora da despedida, Sebastião Gil agradeceu a confiança nele depositada pela Federação Portuguesa de Golfe: “Sinto-me privilegiado por terem apostado em mim durante tanto tempo. Desejo que o Nuno tenha ainda mais sorte que eu.”
E faz um balanço positivo do seu trabalho: “Implementou-se um trabalho rigoroso, com muita disciplina. Mas isso também se deveu à própria Federação e à sua aposta a cem por cento nos jogadores de Alta Competição.”
Gabinete
de Imprensa da FPG / Golf Press
