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| Padraig Harrington por Getty Images |
O IRLANDÊS HARRINGTON, O ALEMÃO KAYMER, O
NORTE-IRLANDÊS CLARKE, O ESCOCÊS LAWRIE E OS NORTE-AMERICANOS MICHEEL E BEEM
TORNAM A SEXTA EDIÇÃO UMA DAS MAIS FORTES DE SEMPRE
Padraig Harrington é o terceiro de seis campeões de
torneios do Grand Slam a juntar-se ao fortíssimo lote de inscritos da sexta
edição do Portugal Masters, de 11 a 14 de Outubro, no Oceânico Visctoria Golf
Club, em Vilamoura. O irlandês de 41 anos venceu três Majors na sua carreira, o
The Open Championship (vulgo British Open) em 2007 (em Carnoustie) e 2008
(Royal Birkdale), bem como o PGA Championship em 2008 (Oakland Hills), num
total de 14 títulos do Europan Tour e 26 a nível internacional. Harrington
junta-se na lista de titulares de Majors ao norte-irlandês Darren Clarke
(British Open de 2011) e ao alemão Martin Kaymer (PGA Championship de 2010),
que já tinham sido anunciados. Mas o European Tour divulgou ainda hoje (sexta-feira
dia 21), para além de Harrington, os nomes do escocês Paul Lawrie (British Open
de 1999) e dos norte-americanos Shaun Micheel (PGA Championship de 2003) e Rich
Beem (PGA Championship de 2002). O mais titulado de todos é Harrington, que
persegue mais uma grande exibição no torneio de 2,25 milhões de euros em
prémios monetários, depois de ter sido 16º (empatado) no ano passado e 3º em
2009, ano em que se sagrou campeão o ex-nº1 mundial Lee Westwood. Harrington
jogou em seis edições da Ryder Cup, vencendo quarto delas, incluindo a última
em 2010, e joga sempre bem em Vilamoura, batendo o Par do campo em todas as
oito voltas que disputou no Oceânico Victoria, incluindo uma fabulosa segunda
volta de 2009 em 62 pancadas. «Portugal foi sempre um excelente local para se
jogar golfe e estou desejoso de voltar a Vilamoura», disse o vice-campeão do
Open de Portugal de 2001.
«O Portugal Masters oferece sempre uma lista de inscritos fortíssima e joga-se num campo que permite resultados baixos. O resultado do campeão costuma andar à volta dos 20 abaixo do Par, o que nos coloca sempre sob a pressão de ter de concretizar muitos birdies, havendo diversos obstáculos de água à espera de nos penalizarem», acrescentou.
«Em 2009 estive na luta pelo título, quando o Lee ganhou e espero colocar-me de novo nessa posição este ano», concluiu. Harrington, que foi nº1 europeu em 2006, é o actual 36º na Corrida para o Dubai e uma vitória no Portugal Masters e um triunfo em Portugal relançá-lo-ia para um lugar no top-10 final do ano e o bónus monetário de 2,883 milhões de euros a distribuir pelos 10 primeiros.
O profissional natural de Dublin alcançou quarto top-10 em torneios do European Tour este ano, incluindo um 8º posto (empatado) no Masters e um 4º (empatado) no US Open, dois dos quatro Majors do ano. A sua melhor classificação em solo europeu foi a jogar em casa, uma 7ª posição (empatada) no Open da Irlanda, mas anda ansiosamente à procura do seu primeiro título desde o Iskandar Johor Open de 2010, do Asian Tour. O inglês Tom Lewis, galardoado no final da época transacta com o prémio de Sir Henry Cotton Rookie of the Year (revelação do ano), regressa ao Algarve para defender o seu título conquistado há um ano.
«O Portugal Masters oferece sempre uma lista de inscritos fortíssima e joga-se num campo que permite resultados baixos. O resultado do campeão costuma andar à volta dos 20 abaixo do Par, o que nos coloca sempre sob a pressão de ter de concretizar muitos birdies, havendo diversos obstáculos de água à espera de nos penalizarem», acrescentou.
«Em 2009 estive na luta pelo título, quando o Lee ganhou e espero colocar-me de novo nessa posição este ano», concluiu. Harrington, que foi nº1 europeu em 2006, é o actual 36º na Corrida para o Dubai e uma vitória no Portugal Masters e um triunfo em Portugal relançá-lo-ia para um lugar no top-10 final do ano e o bónus monetário de 2,883 milhões de euros a distribuir pelos 10 primeiros.
O profissional natural de Dublin alcançou quarto top-10 em torneios do European Tour este ano, incluindo um 8º posto (empatado) no Masters e um 4º (empatado) no US Open, dois dos quatro Majors do ano. A sua melhor classificação em solo europeu foi a jogar em casa, uma 7ª posição (empatada) no Open da Irlanda, mas anda ansiosamente à procura do seu primeiro título desde o Iskandar Johor Open de 2010, do Asian Tour. O inglês Tom Lewis, galardoado no final da época transacta com o prémio de Sir Henry Cotton Rookie of the Year (revelação do ano), regressa ao Algarve para defender o seu título conquistado há um ano.
