![]() |
| Cortesia - Press Office |
DEPOIS BATER 268 BOLAS, UMA ACERTOU
NO ALVO, NUM DESAFIO BARCO-PARA-BARCO
Ricardo Santos foi a única das estrelas do
European Tour a acertar no alvo, numa iniciativa inédita que consistiu em jogar
uma bola de um barco para outro barco, mesmo na véspera Portugal Masters, o
principal torneio de golfe português, de 2,25 milhões de euros em prémios
monetários, que o PGA European Tour organiza no Oceânico Victoria Golf Club, em
Vilamoura, sob o patrocínio do Turismo de Portugal.
A ideia original de um ‘shot’ oceânico de um barco para um green situado num dos campos de Vale do Lobo foi abandonada devido à dificuldade técnica e colocou-se em marcha um plano alternativo previamente preparado de um ‘tee’ instalado num barco e um ‘green’ noutro, a uma distância de cerca de 100 metros.
O desafio único foi tentado pelo espanhol José Maria Olazábal, o capitão da selecção europeia da Ryder Cup; o inglês Tom Lewis, campeão do Portugal Masters de 2011; o inglês David Howell, antigo jogador da Ryder Cup; e António Sobrinho, 11 vezes campeão nacional e profissional de Vale do Lobo. Os jogadores revezavam-se em séries de cinco pancadas e nenhum conseguia a difícil e insólita tarefa, rodeados de câmaras de televisão e de repórteres fotográficos nacionais e internacionais. Já o dia tombava e a luz se desvanecia quando o campeão do Madeira Islands Open arrancou a pancada da vitória: um ferro 4 em ‘punch’. Após 267 pancadas falhadas, a 268ª foi certeira. «Senti-me sob muita pressão, talvez mais do que quando ganhei no Santo da Serra», disse em tom jocoso. «Mais a sério – acrescentou – foi divertido e é uma grande maneira de promover o Portugal Masters. Agora que ganhei este desafio, talvez ganhe o torneio principal».
A ideia original de um ‘shot’ oceânico de um barco para um green situado num dos campos de Vale do Lobo foi abandonada devido à dificuldade técnica e colocou-se em marcha um plano alternativo previamente preparado de um ‘tee’ instalado num barco e um ‘green’ noutro, a uma distância de cerca de 100 metros.
O desafio único foi tentado pelo espanhol José Maria Olazábal, o capitão da selecção europeia da Ryder Cup; o inglês Tom Lewis, campeão do Portugal Masters de 2011; o inglês David Howell, antigo jogador da Ryder Cup; e António Sobrinho, 11 vezes campeão nacional e profissional de Vale do Lobo. Os jogadores revezavam-se em séries de cinco pancadas e nenhum conseguia a difícil e insólita tarefa, rodeados de câmaras de televisão e de repórteres fotográficos nacionais e internacionais. Já o dia tombava e a luz se desvanecia quando o campeão do Madeira Islands Open arrancou a pancada da vitória: um ferro 4 em ‘punch’. Após 267 pancadas falhadas, a 268ª foi certeira. «Senti-me sob muita pressão, talvez mais do que quando ganhei no Santo da Serra», disse em tom jocoso. «Mais a sério – acrescentou – foi divertido e é uma grande maneira de promover o Portugal Masters. Agora que ganhei este desafio, talvez ganhe o torneio principal».
