segunda-feira, novembro 27, 2017

Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf Awards

Hilton Vilamoura vence Portugal’s Best Golf Hotel 2017 nos World Golf AwardsNo ano em que celebra 10 anos o Hilton Vilamoura  arrecadou duas distinções
O Hotel que celebra este ano 10 anos de existência e vencedor do prémio Portugal’s Leading Resort em 2016, voltou a receber esta distinção este ano, em Outubro, e no passado sábado dia 25 de Novembro, foi reconhecido como Portugal’s Best Golf Hotel 2017 pelos World Golf Awards.

terça-feira, novembro 07, 2017

terça-feira, outubro 31, 2017

Final do Circuito PT Empresas 2017

PEDRO FIGUEIREDO
 FEZ A “DOBRADINHA”, AO VENCER O OPEN E O PRO-AM, NO GUARDIAN BOM SUCESSO GOLF, UM CAMPO “FÉTICHE” PARA O ANTIGO CAMPEÃO NACIONAL
 
Pedro Figueiredo igualou Ricardo Santos com 3 títulos conquistados no ano civil de 2017, sendo ambos os golfistas profissionais portugueses com mais vitórias alcançadas desde o dia 1 de janeiro.


“Figgy” venceu o Open da Final do Circuito PT Empresas, de 7.515 euros em prémios monetários, integrado no PGA Portugal Tour, o circuito profissional português. 

Esse troféu juntou-se aos obtidos em fevereiro no Morgado Classic e em abril no Guardian Bom Sucesso Grand Final, ambos eventos do Portugal Pro Golf Tour, um circuito internacional.

O atleta do Sport Lisboa e Benfica fez a sempre apetecível “dobradinha”, uma vez que para além do sucesso no Open, arrecadou também o 1º lugar no Pro-Am da Final do Circuito PT Empresas, ao lado do amador espanhol Sergio Garcia… não obviamente o famoso campeão do Masters em Augusta, mas um residente em Portugal, que tem ainda o apelido de Leanizbarrutia.

Na competição individual, Pedro Figueiredo totalizou 129 pancadas, 15 abaixo do Par do campo do Guardian Bom Sucesso Golf, em Óbidos, após voltas de 62 e 67, recebendo um prémio de mil euros.

O 2º classificado, a 4 pancadas de distância, foi Hugo Santos, com o resultado de 133 (67+66), -11. Pertenceu-lhe a melhor segunda volta do torneio e embolsou 800 euros.

No Pro-Am, reuniram-se os amadores que ao longo do ano se foram apurando para esta Final e, ao contrário do que é habitual noutros Pro-Am, cada equipa foi constituída apenas por dois amadores e cada amador teve o privilégio de jogar dois dias seguidos com o mesmo profissional.

Nesta classificação coletiva, o profissional do Quinta do Peru Golf & Country Club emparceirou com o espanhol Sergio Garcia Leanizbarrutia e totalizaram 123 pancadas, com voltas de 61 e 62, tendo-se jogado no sistema de “fourball medal net”.

Os campeões bateram por 1 única pancada o “rei” dos Pro-Am em Portugal, João Carlota, associado à amadora Barbara Polzot, a formação que liderava aos 18 buracos e que concluiu os 36 buracos com o resultado de 124 (59+65).

«É sempre bom regressar às vitórias. Tive algumas oportunidades a meio da época, no Pro Golf Tour, mas não consegui nenhuma. Sabe sempre bem ganhar», disse Pedro Figueiredo ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal, referindo-se ao facto de este ser o seu primeiro triunfo desde abril.

Entre janeiro e setembro de 2017 o campeão nacional de 2013 também competiu no Pro Golf Tour, uma das terceiras divisões do golfe profissional europeu, e viveu uma época muito boa.

Competiu em 21 torneios, alcançou 13 top-10, entre os quais três 2º lugares e dois 3º lugares. Fechou a temporada no 4º posto da Ordem de Mérito e com isso ascendeu ao Challenge Tour, a segunda divisão europeia, na qual irá competir em 2018.

O presidente da PGA de Portugal, José Correia, não poderia estar mais contente: «O Pedro está a passar por um excelente momento de forma. Esta época foi, sem dúvida, uma afirmação da sua qualidade como profissional de competição. A dupla vitória no Circuito PT Empresas confirma isso mesmo. É garantido que o “Figgy” irá competir no Challenge Tour em 2018, contudo, ainda poderá chegar ao European Tour (primeira divisão europeia) através da Escola de Qualificação, cuja Segunda Fase começa no próximo dia 3, em Espanha. Seria a cereja no topo do bolo vê-lo jogar para o ano no European Tour, ao lado do seu amigo de sempre, o Ricardo Melo Gouveia».

A boa forma de Pedro Figueiredo vê-se pelo resultado de 15 abaixo do Par com que terminou o Open da Final do Circuito PT Empresas, como o próprio jogador de 26 anos fez questão de sublinhar ao site especializado “GolfTattoo”: «Nunca tinha feito -10 numa volta (62 pancadas no primeiro dia), nem -15 em duas. As condições estavam perfeitas, não houve vento, mas não deixou de ser excelente».

Claro que o Guardian Bom Sucesso Golf é um dos traçados preferidos do profissional da Navigator. Em abril tinha ganho nesse mesmo percurso a Final do Portugal Pro Golf Tour, também com o bom resultado de 7 pancadas abaixo do Par, após voltas de 70, 68 e 71.

«Dou-me bem com o campo. Não é muito comprido, proporciona bastantes wedges ao green, o que me favorece, pois é um dos meus pontos fortes», explicou ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal.

Sobre a outra vitória, a do Pro-Am, o benfiquista elogiou o seu parceiro amador: «Ajudou-me bastante, sobretudo no segundo dia, fez uma grande segunda volta e sem a ajuda dele não teríamos conseguido a vitória».

«Gostei deste formato, acho que interagimos mais com o nosso amador e existe mais química de equipa do que quando são três amadores e um profissional», acrescentou.

Recorde-se que é a segunda vez que a PGA de Portugal experimenta este formato especial de equipas de dois jogadores, de um profissional e um amador.

Foi em 2013 que se inovou, com o Oeste PGA Open, ganho por Tiago Cruz mas com Pedro Figueiredo em 2º lugar, enquanto na classificação coletiva o título foi para Vítor Lopes e Eduardo Gradiz. 



O presidente da PGA de Portugal considera positivo o balanço do Circuito PT Empresas de 2017, que agora chegou ao fim: «Estamos muitíssimo satisfeitos com o Circuito PT Empresas. Um dos objetivos passava por proporcionar uma experiência de golfe única aos convidados e sem dúvida que isso foi alcançado. Os nossos profissionais estiveram em grande nível e sete deles concluíram os dois dias de prova abaixo do Par».

«Esta parceria com a PT Empresas vem reforçar a qualidade do PGA Portugal Tour e estamos muito honrados pelo voto de confiança que nos foi dado», concluiu José Correia.

Encerrou-se, assim, o PGA Portugal Tour de 2017, mas a competição não acabou para os profissionais portugueses e até ao final do ano haverá ainda seis torneios do circuito internacional Portugal Pro Golf Tour.

No somatório de todos os circuitos, os jogadores profissionais portugueses com títulos conquistados em 2017 são: Pedro Figueiredo e Ricardo Santos com 3, Tiago Cruz com 2 e com 1 um grupo extenso de oito (Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima, Stephen Ferreira, Tiago Rodrigues, Hugo Santos, Tomás Silva, Susana Ribeiro e Elídio Costa).
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Clube de Golfe de Ponte de Lima vence Match Anual

Clube de Golfe de Ponte de Lima vence Match Anual
No passado sábado (28), o Axis Golfe organizou o Match Anual entre o Clube de Golfe de Ponte de Lima e o Clube de Golfe de Braga, elegendo o primeiro como vencedor, pelo terceiro ano consecutivo, com uma diferença de 10 pontos.
Disputada na modalidade Stableford – Gross e Net, a prova deixou ainda no ar a promessa, por parte do Clube de Golfe de Braga, que os resultados serão diferentes em 2018. esta prova contou com 60 jogadores, que após o jogo seguiu-se o almoço de convívio e respectiva distribuição de prémios e o sorteio de vouchers prenda entre os presentes. 
CLASSIFICAÇÃO CLUBES
PONTE DE LIMA 248 PTS
CLUBE GOLFE BRAGA 238 PTS

CLASSIFICAÇÃO GROSS
1º GROSS: IÑIGO MARURI 35 PTS
2º GROSS: DOMINGOS CARDOSO 29 PTS
3º GROSS: ANTONIO RESSURREIÇÃO 27 PTS
CLASSIFICAÇÃO NET
1º NET: ANTONIO GOMES DIAS 42 PTS
2º NET: MANUEL JOAQUIM ARAUJO 42 PTS
3º NET: ANTONIO LOMBA 40 PTS 

DRIVE MAIS LONGO GERAL: IÑIGO MARURI
BOLA MAIS PERTO GERAL: JOSE ALBERTO PEREIRA



segunda-feira, outubro 23, 2017

Ricardo Melo Gouveia no European Tour de 2018


Ricardo Melo Gouveia garantiu a permanência no European Tour em 2018 ao
terminar o Andalucia Valderrama Masters em 23.º lugar (empatado), com 285 pancadas, 1 acima do par, após voltas de 69, 70, 72 e 74. Graças ao facto de conseguir o nono lugar no 
Access List, lista de de torneios de menor prize-money, onde não excluídos os eventos da série Rolex, os Masters, o Campeonato dos EUA PGA e os quatro Campeonatos mundiais de golfe. Assim, e desta forma após embolsar  21.100 euros, Ricardo conseguiu passar do décimo segundo lugar para o nono posto e ver garantida a sua presença para a época de 2018, terminando o ano em 115.º na Corrida para o Dubai. No entanto, Ricardo Melo Gouveia falha o Race to Dubai aoexemplo do ano anterior
Já, Filipe Lima não conseguiu garantir o cartão para 2018, tendo de ir à Escola de Qualificação para voltar ao palco do circuito europeu. recorde-se que Filipe Lima foi 30.º (empatado) em Valderrama, com 287 (72+72+70+73), três pancadas acima do par. Filipe Lima arrecadou ainda 16.333 euros, ficando no lugar 142.º no ranking europeu
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terça-feira, setembro 26, 2017

Lucas Bjerregaard vence o 11º Portugal Masters

A MELHOR CLASSIFICAÇÃO DE SEMPRE DE PORTUGUESES NO MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE PORTUGUÊS, DE 2 MILHÕES DE EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, ONDE O DINAMARQUÊS LUCAS BJERREGAARD FOI O MELHOR NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE, EM VILAMOURA E CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO NO EUROPEAN TOUR


Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima fizeram no passado Domingo 24 história no 11º Portugal Masters, ao partilharem entre si o 5º lugar, a melhor classificação de sempre de portugueses no nosso mais importante torneio de golfe.
Lima (com voltas de 69, 66, 68 e 67) e Melo Gouveia (com rondas de 69, 67, 69 e 65) totalizaram 270 pancadas, 14 abaixo do Par, ficando a 6 do campeão, o dinamarquês Lucas Bjerregaaard, que adicionou cartões de 66, 65, 68 e 65 e conquistou em Vilamoura o primeiro título da sua carreira no European Tour, a primeira divisão europeia.
De uma assentada, Bjerregaard embolsou 333.330 euros, ascendeu do 114º ao 47º lugar da Corrida para o Dubai, garantindo virtualmente que irá continuar no European Tour, passando a lutar pela qualificação para o DP World Tour Championship, no Dubai. Esse era o principal objetivo dos dois atletas olímpicos portugueses – usarem o Portugal Masters como trampolim para a manutenção no European Tour em 2018. Um top-3 poderia ter-lhes dado isso, mas este 5º lugar, ainda assim, valeu 77.400 euros a cada um.
Em termos meramente financeiros, a época está salva para ambos, mas esse valor convertido em pontos para a Corrida para o Dubai ainda não lhes chega. Melo Gouveia melhorou de 133º para 114º, enquanto Lima subiu de 176º para 145º.
Só faltam quatro torneios até ao final da época regular do European Tour e os dois portugueses precisam de entrar no top-100 da Corrida para o Dubai para poderem segurar o direito de prosseguirem no European Tour na próxima temporada. Há ainda outra hipótese, que consiste em ficarem no top-10 da Access List, um ranking que só conta os eventos que não integram a Rolex Series. Nessa hierarquia, Melo Gouveia deu um salto para 13º e Lima para 25º.
Estas são as questões técnicas de tudo o que estava em jogo no dia de hoje, mas a proeza dos dois jogadores que representaram Portugal na Taça do Mundo na Austrália significou muito mais pelo valor simbólico.
O recorde nacional de 16º classificado de Ricardo Santos no Portugal Masters de 2012 foi pulverizado e no caso de Ricardo Melo Gouveia pensou-se na hipótese de chegar à vitória, quando andou algum tempo no 2º lugar, por duas vezes distintas durante a última volta. Quando acabou a sua prova, era o líder na clubhouse, algo de inédito na prova para um português.
Em mais um dia glorioso de sol em Vilamoura, o Dom Pedro Victoria Golf Course engalanou-se para receber os dois melhores golfistas portugueses da atualidade e se é verdade que pela sétima vez em 11 anos se ultrapassaram as 36 mil entradas em cinco dias (36.083), desta vez sentiu-se que, pela primeira vez, havia mais público português, com realce para centenas de crianças em festa.
As partidas do buraco 1, dos dois atletas olímpicos portugueses e as suas chegadas ao buraco 18 foram, desta feita, os momentos mais ruidosos da semana e a perseguição de que ambos foram alvo depois de terminarem a prova deram esperança de um efeito multiplicador de praticantes.
«Eu lembro-me de há uns anos ser um deles e andar ali no meio», disse Melo Gouveia à Sky Sports. «É maravilhoso vermos estas crianças e quem sabe se um dia uma delas não irá jogar melhor do que aquilo que nós fizemos hoje», declarou Lima.
Já houve jogadores portugueses a vencerem torneios do European Tour, Daniel Silva em 1992, Filipe Lima em 2004 e Ricardo Santos em 2012, mas o Portugal Masters tem um estatuto e brilho especial na história do golfe nacional. «Eu chamo-lhe o meu quinto ‘Major’», frisou Melo Gouveia.
Para o Turismo de Portugal, os números de afluência, as transmissões televisivas para todo o Mundo, a promoção do golfe no Algarve em particular e no país em geral, os prémios sistemáticos de melhor destino turístico de golfe, são os fatores determinantes do sucesso do torneio.
Mas o próprio Turismo de Portugal – como se percebeu no discurso de Filipe Silva na cerimónia de entrega de prémios – valoriza este 5º lugar de Lima e Melo Gouveia, como uma enorme alavanca para o golfe ser encarado como desporto e não apernas como uma atividade económica.
É nesse sentido que deve entender-se a bonita quebra de protocolo a que se assistiu na cerimónia de entrega de prémios, por, para além do campeão, terem sido também chamadas e homenageados as duas estrelas do golfe nacional.
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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segunda-feira, setembro 25, 2017

A 10ª edição do torneio Hilton Vilamoura Golf Cup

No 16 de Setembro, o Hilton Vilamoura reuniu 53 participantes no campo de Golfe Pinhal, para um torneio que marcou mais uma vez o aniversário do Hotel.
Durante a manhã, 53 jogadores de golfe amadores jogaram o torneio Stableford full handicap, uma competição organizada pelo Hilton Vilamoura desde 2007. Os vinhos Reynolds voltaram a fazer parte do evento com uma prova de vinhos à passagem pelo buraco 9 e este ano acompanhados por três deliciosas tapas do AL.MAR (croquete de rabo de boi, requeijão com figo e bacalhau em bolo do caco), restaurante de praia do hotel.
Houve tempo para uma clínica de golf com Fernando Nogueira, profissional qualificado da PGA Portugal e Diretor de Golfe do hotel, que passou os seus ensinamentos a alunos bem conhecidos do público português - Miguel Costa, Pedro Fernandes, Isaac Alfaiate e a namorada Inês Abrantes deram o seu melhor no driving range num momento muito divertido.
Depois do torneio os jogadores poderam usufruir das facilidades do hotel,  experimentar a condução de dois modelos Porsche e relaxar com uma mini-massagem Shiatsu com a assinatura 7Seven Spa.
Após o almoço Buffet cuidadosamente preparado pelo Chef André Simões e novamente acompanhado pela excelência dos vinhos Reynolds, coube a Dinis Pires, Director Geral do Hilton Vilamoura, agradecer a presença de todos os participantes e o apoio dos parceiros que tornaram o torneio possível, nomeadamente Aviludo, Nevada Bob’s, Reynolds Wines, 7 Seven Spa, Doris Hewer, Golf 2 All, New Style Golf e a Porsche.
Fernando Nogueira, Profissional de Golfe do Hilton Vilamoura, chamou ao palco o vencedor absoluto Roger Brandão e a vencedora feminina, Aida Batalha. Muitos dos participantes tiveram oportunidade de subir também ao palco para receber prémios, que resultaram do habitual sorteio, como vouchers de restaurantes de prestígio, estadias em hotéis da cadeia Hilton pela Europa e equipamentos de golf.
No final da entrega de prémios foi já anunciada a data do XI Hilton Vilamoura Golf Cup, a realizar-se em 15 de Setembro de 2018.

sábado, setembro 23, 2017

FILIPE LIMA apenas a 4 pancadas do SONHO


O SONHO CADA VEZ MAIS PERTO 

Filipe Lima e Ricardo Melo Gouveia continuam a fazer história no 11º Portugal Masters e 2017 marca a primeira vez que dois portugueses partem para a última volta de amanhã (Domingo, 24) no top-20. Os dois atletas olímpicos portugueses estavam ontem (sexta-feira) à noite no 14º e 19º lugares, respetivamente, e após a terceira volta o cenário é semelhante, com Lima no grupo de cinco jogadores dos 12º classificados e Melo Gouveia empatado com 12 participantes no 20º posto.
Ambos prosseguem um belo trajeto de só jogarem abaixo do Par, com o português residente em França a apresentar 203 pancadas, 10 abaixo do Par do Dom Pedro Victoria Golf Course, após cartões de 69, 66 e 68; e o algarvio que vive em Inglaterra a totalizar 205 pancadas, 8 abaixo do Par do percurso desenhado por Arnold Palmer em Vilamoura, depois de rondas de 69, 67 e 69.
Se pensarmos que o líder do torneio do European Tour de 2 milhões de euros em prémios monetários, o dinamarquês Lucas Bjerregaard (199 pancadas, 14 abaixo do Par), também ostentou hoje (Sábado) 68 pancadas – as mesmas de Lima e só menos 1 do que Melo Gouveia – percebemos que os portugueses estiveram em bom nível, num dia de mais vento e bandeiras mais complicadas.
A grande diferença é que Filipe Lima esteve perto de conseguir a melhor classificação de sempre de um português aos 54 buracos e poderia estar bem metido na luta pelo título, pela isenção de dois anos no European Tour e pelo cheque de 333.330 euros destinado ao vencedor.
Depois de um fabuloso eagle no buraco 17 – o ex-libris do campo –, o campeão nacional viu-se no grupo dos 4º classificados, com apenas um buraco pela frente, mas um chip e dois putts custaram-lhe 1 bogey e a descida para a 12ª posição. Mesmo assim, Lima está a apenas 4 pancadas do líder e acredita que se estiver inspirado no início da última volta, e se o público português aparecer mais cedo a apoiá-lo do que hoje, poderá ainda provocar alguma grande surpresa. Uma coisa é certa, está perfeitamente ao seu alcance o recorde nacional de Ricardo Santos, que foi 16º classificado em 2012.
«Estou um bocadinho triste, porque não joguei o segundo shot (no 18) como deveria. Joguei um bocadinho a medo, mas amanhã é outro dia e aquele bogey não faz mal nenhum. Estou mais perto dos líderes, como disse ontem ser essa a minha meta, e amanhã vou à caça deles», disse.
Ricardo Melo Gouveia, por seu lado, já tirou da cabeça qualquer ideia de luta pelo título mas também julga poder quebrar a marca histórica de Ricardo Santos: «-8 para o quarto dia quer dizer que tenho mais uma oportunidade de subir um pouco mais na tabela. Se amanhã conseguir uma boa volta talvez consiga um top-10. Vamos ver».
Foto de:  Andrew Redington - Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, setembro 22, 2017

11º Portugal Masters - Joost Luiten é lider

Joost Luiten
O MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE PORTUGUÊS, COM 2 MILHÕES DE EUROS EM PRÉMIOS MONETÁRIOS, TEVE 87 DOS 144 PARTICIPANTES A BATEREM O PAR-71 DO DOM PEDRO OCEÂNICO VICTORIA

Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima e Hugo Santos foram os três portugueses que conseguiram juntar-se aos 87 jogadores que iniciaram hoje (quinta-feira) o 11º Portugal Masters com uma primeira volta abaixo do Par-71 do Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura. O n.º1 português, Ricardo Melo Gouveia, chegou mesmo a andar a 3 abaixo do Par, quando faltavam apenas quatro buracos para terminar a jornada, mas o final de prova algo irregular, com bogey-birdie-bogey-Par, fê-lo juntar-se ao grupo dos 41º classificados, no qual figura igualmente o campeão nacional Filipe Lima.
O caso de Lima foi bem diferente, na medida em que nem começou bem, mas acabou em grande, com 3 birdies nos últimos seis buracos e por pouco não fazia outro com um put espetacular no buraco 9 que ficou a escassos centímetros de entrar.
Os dois atletas olímpicos portugueses, que hoje receberam da FPG os seus diplomas atribuídos pelo COP pela presença no Rio2016, fazem companhia neste grupo a famosos como o espanhol José Maria Olazábal e o escocês Paul Lawrie (campeões de Majors), o escocês Russell Knox (vencedor de um World Golf Championships), os antigos campeões do Portugal Masters Shane Lowry (Irlanda) e Tom Lewis (Inglaterra), e estrelas da Ryder Cup como Nicolas Colsaerts e Thomas Pieters.
«Estou satisfeito por ter feito -2, apesar de não estar a bater bem na bola», disse Melo Gouveia, que reside em Inglaterra. «Consegui aqueles birdies para acabar e foi bom», declarou Lima que vive em França.
Se de Melo Gouveia e Lima se espera sempre o melhor, dado serem os únicos portugueses membros do European Tour, já os resultados de Hugo Santos de 70 (-1), em 69º empatado, e de Miguel Gaspar de 71 (Par), em 88º empatado, devem ser saudados como proezas pessoais e qualquer um deles pode sonhar com uma passagem inédita do cut amanhã (sexta-feira).
Os restantes jogadores portugueses obtiveram as seguintes classificações e resultados: 111º Tomás Silva, Vítor Lopes e Tomás Melo Gouveia com 73 (+2); 130º João Carlota com 74 (+3); 137º Pedro Figueiredo com 75 (+4); 140º Tomás Bessa com 76 (+5); 142º João Ramos com 77 (+6); 143º Tiago Cruz com 78 (+7); e 144º Tiago Rodrigues com 79 (+8).
Seria injusto não referir que no início das suas voltas, Vítor Lopes (que ainda é amador) chegou a andar com 3 abaixo do Par; Tomás Silva atingiu os -2 e Pedro Figueiredo e João Ramos em -1, antes de entrarem em fases complicadas.
Entretanto, no topo da classificação, a liderança é partilhada pelo holandês Joost Luiten e pelo sul-africano George Coetzee, com 64 pancadas, 7 abaixo do Par, sendo perseguidos por cinco jogadores a 1 pancada de distância: o italiano Nino Bertasio, o francês Grégory Havret, o australiano Jason Scrivener, o inglês Callum Shinkwin e o chinês Ashun Wu.
Coetzee gosta de jogar no Dom Pedro Victoria Golf Course, onde já foi 3º e 6º classificado, é um tradicional candidato ao título e na semana passada foi 3º classificado no KLM Open, na Holanda.
Quanto ao campeão em título, o irlandês Padraig Harrington, começou bem, com 67 (-4), empatado em 16º. Pelo contrário, o campeão do Masters do Augusta National do ano passado, o inglês Danny Willett, entrou com o pé esquerdo e só aparece no grupo dos 88º classificados, com 71 (Par), empatado, entre outros, com Miguel Gaspar. Mais uma razão para o profissional do Belas Clube de Campo se orgulhar desta sua estreia na prova.
O 11º Portugal Masters prossegue amanhã, a partir das 7h40. Terminada a segunda volta, proceder-se-á ao cut, para apurar os jogadores que irão competir no fim de semana.
Foto de: Warren Little - Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

segunda-feira, setembro 18, 2017

Filipe Lima em 177 no race to Dubai

foto de arquivo
O português Filipe Lima no passado domingo (17) no 16.º lugar o KLM Open, torneio holandês de golfe do European Tour, com um agregado de 274 pancadas, mais seis do que o vencedor, o francês Romain Wattel.
Lima fez a sua melhor volta ao percurso de Spijk, ao terminar com 67 pancadas (quatro abaixo do par), mantendo a 16.ª posição, depois de ter concluído com 70+68+69 nas voltas anteriores.
Romain Wattel conquistou o torneio, ao concluir a última volta em 69 pancadas, beneficiando dos dois duplos 'bogey (duas acima) do tailandês Kiradech Aphibarnrat, que liderava no sábado e terminou entre os nonos classificados, com 272 pancadas.
Filipe Lima, com este classificação ficou no Race to Dubai na posição 177 e subiu ao numero 474 do OWGR (Ordem de Mérito Mundial).
é JÁ NA PRÓXIMA 5.ª FEIRA QUE Filipe Lima se apresenta aos portugueses no Portugal Masters

Circuito PT Empresas 2017 - JOÃO RAMOS VENCE PRO-AM NA ESTELA

O PROFISSIONAL DO OITAVOS DUNES EMPARCEIROU COM OS AMADORES AMADEU LOUREIRO, LUÍS CUNHA E MANUEL LIMA PINTO. O ESTELA PGA OPEN FOI GANHO POR TOMÁS SILVA

Pouco antes de partir esta semana para o Portugal Masters, João Ramos passou pelo Estela Golf Club para vencer o segundo torneio de formato Pro-Am do Circuito PT Empresas, organizado pela PGA de Portugal, no deslumbrante campo do concelho da na Póvoa de Varzim. O profissional do Oitavos Dunes emparceirou com os amadores Amadeu Loureiro, Luís Cunha e Manuel Lima Pinto, tendo somado 95 pontos stableford net fourball.
Pelo segundo Pro-Am consecutivo neste Circuito PT Empresas de 2017, a equipa campeã ganhou com bastante à vontade. Neste caso, com 6 pontos de vantagem sobre a formação 2ª classificada, constituída pelo profissional Alexandre Abreu e pelos amadores António Peixoto, Augusto Morais e Jorge Ferreira. O 3.º lugar foi assegurado pelo conjunto do profissional André Carvalho, associado aos amadores Pedro Ribeiro, Carlos Neto e Arlindo Araújo, a 7 pontos dos vencedores.
O top-3 de cada Pro-Am da PGA de Portugal inserido no Circuito PT Empresas qualifica-se para a Final do Circuito PT Empresas, no Guardian Bom Sucesso Golf, no concelho de Óbidos, nos dias 28 e 29 de outubro.
No Estela Golf Club houve 18 conjuntos a participar, um número elevado. Cada equipa formada por um profissional e três amadores, sendo de destacar a presença de alguns dos mais cotados jogadores portugueses, como a tricampeã nacional, Susana Ribeiro; o vice-campeão nacional, João Carlota; Tomás Silva e Tiago Rodrigues, que têm competido este ano no Challenge Tour; Hugo Santos e Miguel Gaspar, que esta semana estarão em Vilamoura para disputarem o 11º Portugal Masters, do European Tour; e António Sobrinho, o recordista de 11 títulos de campeão nacional.
É esta a qualidade de jogadores que oferece a PGA de Portugal aos convidados do Circuito PT Empresas, havendo ainda mais uma oportunidade de apuramento para a Final. O circuito irá agora passar pelo Clube de Golfe do Santo da Serra, na Região Autónoma da Madeira, a 23 de setembro, embora num formato diferente, por ser um evento individual e não por equipas, apurando-se 6 jogadores para a Final.
A PGA de Portugal deliberou que a Final do Circuito PT Empresas irá coincidir com o PT Empresas PGA Open, o torneio que encerra o PGA Portugal Tour, decidindo quem será o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções, ou seja, o n.º1 do circuito profissional português.
Para já, o n.º1 é Tomás Silva, que reforçou a sua posição ao vencer o Estela PGA Open, com 140 pancadas, 4 abaixo do Par, após voltas de 69 e 71. Foi a primeira vitória do jogador do Club de Golf do Estoril desde que se tornou profissional no ano passado. Tomás Silva terminou ontem o Irish Challenge no 22º lugar e esta semana competirá no Portugal Masters.
No Estela PGA Open só mais um jogador, do total de 20 participantes, conseguiu ficar abaixo do Par no final das duas voltas, António Sobrinho, com 142 (71+71), -2.
Voltando à Final do Circuito PT Empresas, a novidade é que cada profissional que participar no PT Empresas PGA Open irá jogar durante os dois dias de prova ao lado de um amador. No fundo, o mesmo formato do mais famoso Pro-Am da Europa, o Dunhill Links Championship, na Escócia, onde, por exemplo, Ricardo Santos já jogou ao lado de Luís Figo.
«Este formato irá proporcionar a todos os finalistas algo de muito diferente, a oportunidade de conviverem de perto e de competirem ao lado dos melhores jogadores nacionais, certamente uma experiência única», considerou José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
«É com enorme agrado que vemos o Circuito PT Empresas retomar a aposta no golfe nacional. Para a PGA de Portugal é um orgulho fazer parte deste projeto como parceiro estratégico», acrescentou José Correia.
Foto de: Ramiro Jesus / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sábado, setembro 16, 2017

KLM Open - Holanda

O golfista português, José-Filipe Lima posicionado para passar o ´cut´ do KLM Open, ao 
terminar no grupo dos classificados em 16.° o torneio a decorrer em Spijk, Holanda.
Filipe-Lima, conclui  o segundo dia da prova com 138 pancadas (quatro abaixo do Par).
Já, Ricardo Melo Gouveia, não conseguiu passar o cut, ficando no grupo de 124.°, com 
seus pancadas acima do par.
A liderar para o terceiro dia está o francês Joël Stalter com 132 pancadas, (-10).

quarta-feira, setembro 13, 2017

11º Portugal Masters - PEDRO FIGUEIREDO LIDERA LISTA DE CONVIDADOS



O EUROPEAN TOUR ENTREGOU “WILD CARDS” AOS PROFISSIONAIS PEDRO FIGUEIREDO, TIAGO CRUZ, JOÃO CARLOTA, TOMÁS SILVA, HUGO SANTOS E MIGUEL GASPAR, QUE JUNTAM-SE AOS AMADORES TOMÁS MELO GOUVEIA E VÍTOR LOPES, BEM COMO A RICARDO MELO GOUVEIA E FILIPE LIMA, COM ENTRADA DIRETA, NUM RECORDE DE PORTUGUESES EM PROVA


Pedro Figueiredo lidera a lista de seis jogadores profissionais convidados pelo European Tour para o 11º Portugal Masters, o mais importante torneio de golfe português, que este ano realiza-se cerca de um mês mais cedo, de 21 a 24 de setembro, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura.
 O campeão nacional de 2013 foi um dos seis jogadores indicados pela PGA de Portugal ao European Tour, com aval da Federação Portuguesa de Golfe. Os outros cinco foram Tiago Cruz (campeão nacional em 2014 e 2015), Hugo Santos (campeão nacional em 2012), João Carlota (vice-campeão nacional em 2017 e 2015), Tomás Santos Silva (campeão do Estela PGA Open no Domingo) e Miguel Gaspar. Estes seis jogadores juntam-se aos dois amadores que já tinham sido indicados pela FPG ao European Tour, Tomás Melo Gouveia e Vítor Lopes, bem como aos dois profissionais portugueses que entraram diretamente por serem membros do European Tour (a primeira divisão europeia), os atletas olímpicos Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima.
O 11º Portugal Masters irá ter, assim, um recorde de participação de jogadores portugueses, num total de dez, que poderia ter chegado a 11, mas Ricardo Santos optou por desistir para poder jogar no Cazaquistão um dos Majors do Challenge Tour (a segunda divisão europeia).
José Correia, o presidente da PGA de Portugal, explicou que «o critério de seleção foi o mesmo que usámos para o Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, ou seja, três convites atribuídos aos três primeiros do Ranking da PGA de Portugal (tabela que inclui participações em torneios internacionais) e aos três primeiros da Ordem de Mérito da PGA de Portugal (que contabiliza apenas torneios do circuito profissional português), não havendo, obviamente, duplicação de convites».
A presença de Pedro Figueiredo enriquece claramente o contingente português, por o atleta do Benfica ser um dos melhores golfistas portugueses de sempre no Portugal Masters. Em 2011, ainda como amador, quando estudava e competia na Universidade Califórnia Los Angeles, passou o cut e terminou no 23º lugar, com 14 abaixo do Par, um recorde nacional que só foi quebrado no ano passado pelo seu amigo de infância, Ricardo Melo Gouveia, que foi 22º com 16 abaixo do Par. Note-se que se não falarmos de resultado final, mas de classificação, Ricardo Santos ainda mantém o recorde nacional de 16º classificado no Portugal Masters de 2012, com 6 abaixo do Par.
Pedro Figueiredo passou por três vezes o cut no Portugal Masters, em 2011 e 2012 como amador e em 2014 como profissional. O atleta do Sport Lisboa e Benfica está confiante no regresso a Vilamoura, depois de ter passado o cut no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort em maio e de estar quase a terminar a época no top-3 do ranking do Pro Golf Tour (uma das terceiras divisões europeias).
«Encaro este Portugal Masters de forma positiva. É uma oportunidade de jogar o torneio mais importante do nosso país a nível profissional e espero aproveitá-la ao máximo», disse o jogador do Quinta do Peru Golf & Country Club.
Dos restantes cinco profissionais convidados este ano, só um já passou alguma vez o cut no Portugal Masters, Tomás Silva, quando ainda era amador, em 2015. Nesse ano só ele e Ricardo Santos jogaram as quatro voltas do torneio e o agora profissional do Team Portugal terminou em 68º, com 3 acima do Par.
Foto de: Álvaro Marreco / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sexta-feira, setembro 08, 2017

11º Portugal Masters - RECORDE DE PORTUGUESES


EUROPEAN TOUR ALARGOU O NÚMERO DE CONVITES PARA PROFISSIONAIS “DA CASA” E NO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE HAVERÁ PELA MENOS DEZ PORTUGUESES A COMPETIR



O 11º Portugal Masters irá ter um recorde de participação de jogadores portugueses, num mínimo de dez presenças asseguradas, havendo a hipótese de chegarem a 11. O mais importante torneio de golfe português realiza-se este ano cerca de um mês mais cedo, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, de 21 a 24 de setembro. Na lista de inscritos há apenas dois jogadores portugueses com entrada direta assegurada: Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima, membros do European Tour, a primeira divisão europeia. Bem à porta de entrar, a apenas quatro lugares de fora da lista de espera, encontra-se Ricardo Santos, que em 2017 tem militado sobretudo no Challenge Tour, o segundo escalão do golfe profissional europeu. Ora como é habitual haver algumas desistências entre os 156 participantes, é possível que Ricardo Santos venha a juntar-se a Ricardo Melo Gouveia e Filipe Lima.
Entretanto, a Federação Portuguesa de Golfe já informou o European Tour que os dois convites reservados a amadores serão entregues a Tomás Melo Gouveia e Vítor Lopes.
Dos quatro portugueses confirmados, ressalta a curiosidade dos irmãos Melo Gouveia estarem a jogar o mesmo torneio do European Tour apenas pela segunda vez e ambas este ano, depois de ter acontecido o mesmo no Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, em maio.
Ricardo é o n.º1 profissional português, o melhor classificado no ranking mundial (343º) e na Corrida para o Dubai do European Tour (139º).
Tomás é o n.º1 amador do país, no Ranking Nacional BPI da FPG, detendo em simultâneo os dois ‘Majors’ amadores portugueses, o Campeonato Nacional Absoluto Peugeot e a Taça FPG BPI. Quanto a Vítor Lopes, é o atual n.º2 no Ranking Nacional BPI mas já foi o n.º1 amador português em 2015 e, apesar de ainda amador, já participou no Portugal Masters em 2015.
Para Tomás Melo Gouveia, será a sua primeira participação. Os dois amadores portugueses representam o Clube de Golfe de Vilamoura, pelo que estarão a jogar em casa.
Filipe Lima, por seu lado, conquistou no passado mês de julho, pela primeira vez na sua carreira, o estatuto de campeão nacional, no Solverde Campeonato Nacional PGA.
Também os profissionais Ricardo Melo Gouveia e Ricardo Santos jogaram por Vilamoura, embora agora o n.º1 português represente a Quinta do Lago e hoje em dia até esteja radicado no Reino Unido.
Quanto a Filipe Lima, que no ano passado esteve ao lado de Ricardo Melo Gouveia nos Jogos Olímpicos no Brasil e na Taça do Mundo na Austrália, reside em França e está ligado a um clube nos arredores de Paris.
Para se conhecer a lista completa de jogadores portugueses no Portugal Masters, falta a PGA de Portugal indicar à FPG e ao European Tour quais os seis profissionais que terão direito a convite.
«É com imenso agrado que vemos este aumento de número de participações de jogadores nacionais no maior evento de golfe em Portugal. Este é um sinal de confiança por parte do European Tour pelo trabalho desenvolvido pela PGA Portugal e também um reconhecimento da qualidade emergente dos nossos profissionais», disse José Correia, o presidente da PGA de Portugal.
Peter Adams, o diretor de Campeonatos do European Tour, que dirige todos os anos o Portugal Masters, desde o seu nascimento em 2007, explicou o alargamento da participação nacional: «Queremos que mais fãs portugueses venham ao Portugal Masters. E este ano, como jogamos o torneio em setembro, vamos poder ter uma lista de participantes completa de 156 jogadores, o que significa logo à partida que poderemos ter mais profissionais portugueses a jogarem o evento.
«Asseguramos à partida seis convites para profissionais portugueses, para além dos dois amadores. É fantástico para os jogadores portugueses terem acesso a um evento do European Tour tão importante.
«Gostaríamos que os media portugueses encorajassem os fãs portugueses a virem mais ao Portugal Masters e apoiarem os seus jogadores e talvez possamos celebrar este ano a vitória de um português».
O Portugal Masters tem atraído regularmente mais de 30 mil espectadores por ano (34.348 em 2016, ao longo de cinco dias) e é um caso de sucesso no Turismo de Portugal.
Este ano pretende-se chamar mais a atenção ao público português e há uma forte campanha de comunicação lançada nas três semanas anteriores ao início do evento algarvio.
A lista de inscritos foi divulgada no passado dia 29 de agosto e as grandes figuras serão o irlandês Padraig Harrington, três vezes campeão de torneios do Grand Slam, que vem defender o título conquistado no ano passado; e o inglês Danny Sullivan, campeão do Masters no ano passado.
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

quarta-feira, agosto 30, 2017

11º Portugal Masters

CAMPEÕES DE MAJORS E ESTRELAS DA RYDER CUP COMPETEM EM VILAMOURA

 

PADRAIG HARRINGTON E ANDY SULLIVAN, OS DOIS ÚLTIMOS VENCEDORES DO MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE PORTUGUÊS, REGRESSAM AO DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE E DANNY WILLETT VOLTA AO ALGARVE PELA PRIMEIRA VEZ DEPOIS DE CONQUISTAR O MASTERS EM 2016





Uma legião de alguns dos melhores jogadores europeus confirmou a sua participação no 11º Portugal Masters, que decorrerá no Dom Pedro Victoria Golf Course de 21 a 24 de setembro.
O campeão de três Majors, Padraig Harrington, regressa a Vilamoura para tentar defender o título conquistado no ano passado, bem como Andy Sullivan, que venceu em 2015 de forma convincente, ao liderar a prova portuguesa do primeiro ao último dia.
Aos dois últimos campeões do Portugal Masters junta-se o titular de 2012, Shane Lowry, que retorna ao palco do seu primeiro triunfo no European Tour enquanto jogador profissional.Danny Willett também traz consigo credenciais de torneios do Grand Slam (como Harrington), depois de ter-se imposto no Masters de 2016.Entre a nova geração de valores a despontar contam-se na lista de inscritos deste ano dois entusiasmantes jogadores, Matt Fitzpatrick e Thomas Peters, ambos múltiplos campeões de torneios do European Tour e, sobretudo, membros da seleção europeia da Ryder Cup em 2016.Harrington é o jogador com um palmarés mais recheado, sendo já um dos maiores da história, depois dos êxitos no The Open Championship (o British Open) em 2007 e 2008, no PGA Championship em 2008 e da presença em seis edições da Ryder Cup, quarto das quais vitoriosas. Em 2016, o irlandês voltou à boa forma ao impor-se no Portugal Masters com um nível impressionante, para apoderar-se do seu primeiro título do European Tour em oito anos.«Estou encantado por estar de volta ao Portugal Masters para defender o meu título», disse Harrington, que soma 15 troféus no European Tour.«A vitória no ano passado foi muito satisfatória e deu-me gozo juntar esse título à minha lista de vitórias. Senti-me descontraído durante toda a semana, tive ótimas sensações à volta dos greens e é um evento que aguardo com expectativa», acrescentou.Sullivan também está desejoso de participar pela sexta vez num torneio em que tem conhecido um enorme sucesso nos últimos anos. O inglês apoderou-se do troféu em 2015 – na altura foi a sua terceira vitória da época, depois do Open da África do Sul e do Joburg Open – e no ano passado quase revalidava o título, terminando em 2º, apenas atrás de Harrington.«Tenho fantásticas memórias deste evento, sobretudo de 2015. Arrebatar qualquer troféu é fantástico, mas fazê-lo na Europa, diante de tantos amigos e da família, foi algo de muito especial. Nem posso esperar por retornar em setembro», disse Sullivan.Lowry saltou para a ribalta em 2009, ao conquistar o Open da Irlanda, mas na altura era ainda amador, pelo que o sucesso, três anos mais tarde, no Dom Pedro Victoria Golf Course, fê-lo entrar na história como apenas o segundo jogador a ganhar torneios do European Tour como amador e professional. Há dois anos, em 2015, obteve o triunfo mais importante da sua carreira num dos World Golf Championships, o Bridgestone Invitational.«Este evento será sempre especial para mim. Fiquei literalmente na lua por ter ganho o meu primeiro título professional num evento de tanto prestígio como o Portugal Masters e tenho ganas de vir de novo a Vilamoura este ano», disse o irlandês.Willett tornou-se no primeiro inglês a envergar o Casaco Verde desde Sir Nick Faldo, quando levou a melhor sobre a elite mundial no Augusta National no ano passado (o Masters), e vem pela primeira vez ao Portugal Masters com o estatuto de campeão de torneios do Grand Slam, dado que a sua última aparição em Vilamoura remontava a 2014. Vencedor de cinco torneios do European Tour, Willett tem conseguido prestações marcantes no Portugal Masters com três top-10 em cinco participações.«Já há alguns anos que não compito em Portugal e estou com vontade de fazê-lo de novo. É um campo onde tenho jogado bem ao longo dos anos, levando-me a acreditar em mais uma boa semana», comentou Willett.Entretanto, o seu compatriota Fitzpatrick irá estrear-se no Portugal Masters. O inglês de 22 anos viveu uma temporada de 2016 brilhante, com vitórias no Nordea Masters e, sobretudo, no DP World Tour Championship, no Dubai. O seu primeiro troféu foi angariado em 2015, no British Masters supported by Sky Sports.Estes resultados mereceram-lhe a presença em Hazeltine, na equipa europeia da Ryder Cup, ao lado de Pieters e Sullivan, parceiros que reencontrará no Algarve.«Estou entusiasmado de jogar no Portugal Masters pela primeira vez. É um torneio do qual oiço falar há muito e tenho expectativa de fazer uma grande semana em Vilamoura», declarou Fitzpatrick.O belga Pieters também já triunfou por três vezes no European Tour e esta época já deu mostras da sua boa forma com três top-10 em torneios do European Tour, com grande destaque para um soberbo 4º lugar no Masters.No ano passado o belga fez história em Hazeltine, ao tornar-se no primeiro rookie (estreante) europeu a somar 4 pontos na Ryder Cup, tendo jogado todos os encontros.«Será a minha quarta participação consecutiva no Portugal Masters. É um local ao qual gosto regressar. Estou cheio de vontade de voltar aos tees do Dom Pedro Victoria Golf Course», frisou Pieters.
Foto de: Stuart Franklin / Getty Images / PGA de Portugal Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

Solverde Campeonato Nacional PGA -

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