terça-feira, junho 18, 2019

Ricardo Santos soma e segue no Callenge Tour

foto arquivo 

O golfista português Ricardo Santos terminou  em quinto lugar o torneio Hauts de France, neste domingo dia 16 de maio,  do Challenge Tour, depois de concluir a quarta e última volta com o seu melhor desempenho nos quatro dias, ao concluir o dia com uma volta de 68 pancadas, três abaixo do par do campo, num total de 279, mais oito do que o vencedor, o francês Robin Roussel, que fez hoje cinco abaixo do par e ultrapassou o anterior líder, o holandês Daan Huizing.Na última semana, Ricardo Santos venceu uma prova do 'challenge tour', em Lucerna, na Suíça, arrecadando 29.600 euros, e em 26 de maio tinha sido segundo no D+D Real, em Brno, na República Checa. Neste momento, Ricardo Santos ocupa a segunda posição da Ordem de Mérito do Callenge Tour. Na ultima volta, que lhe permitiu subir quatro posições em relação ao dia anterior, Ricardo Santos conseguiu três 'birdies' (uma pancada abaixo do par) na segunda metade do percurso, nos buracos 12, 13 e 18.

segunda-feira, junho 17, 2019

TOMÁS BESSA vence Copa Suíça Open

SÓ AO FIM DE TRÊS BURACOS CONSEGUIU DERROTAR JOÃO RAMOS, QUE DOMINOU A PROVA DESDE O INÍCIO, PARA CONQUISTAR O SEU SEGUNDO TÍTULO DO ANO


Tomás Bessa conquistou hoje (segunda-feira) o seu segundo título do ano no Copa Suíça Open, o torneio de 6 mil euros em prémios monetários, que inaugurou o PGA Portugal Tour de 2019, o circuito profissional português.Foi o seu segundo título do ano, pois, em janeiro, tinha vencido o 1.º Penina Classic, de 10 mil euros em prémios, uma das etapas do Portugal Pro Golf Tour, um circuito satélite internacional, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe, pela PGA de Portugal e pelo britânico Jamega Pro Golf Tour.Tomás Bessa não teve uma vitória fácil e para garantir o prémio de mil euros precisou de três buracos de play-off para derrotar João Ramos, após terem empatado no final da segunda volta com um total de 138 pancadas, 6 abaixo do Par do Montado Hotel & Golf Resort, em Palmela. O jogador de 22 anos chegou a estar 4 buracos atrás de João Ramos, o grande dominador da provamitiram decidir o campeão, embora no primeiro buraco de play-off Ramos tenha beneficiado de um putt de menos de dois metros. Foi preciso mudar de palco para o 18, o famoso Par-3 com o green numa península, onde Bessa só precisou de dois putts e Ramos falhou o seu segundo putt para Par.O 3.º lugar foi para Tiago Cruz (70+69), que ficou com 5 abaixo do Par, apenas a 1 de ir a play-off, enquanto João Carlota (71+72) foi o 4.º com 1 abaixo do Par. Entre os 34 participantes, só os quatro primeiros terminaram a prova abaixo do Par do campo desenhado por Jorge Santana da Silva.
Foi o segundo título de Tomás Bessa no PGA Portugal Tour, depois de em outubro ter-se imposto na Final do Circuito PT Empresas.O profissional da Cigala poderia nem ter vindo a Palmela jogar, pois estava inscrito num torneio muito mais importante, o Acaya Open Dailies Total 1, em Itália, de 40 mil euros em prémios monetários, integrado no Alps Tour Golf, uma das terceiras divisões do golfe europeu. Mas Tomás Bessa preferiu apoiar o circuito profissional português, para mostrar aos patrocinadores – neste caso, a Câmara de Comércio e Indústria Suíça em Portugal – que é possível contar com alguns dos melhores golfistas nacionais nas etapas do PGA Portugal Tour.«Sempre que há um torneio da PGA de Portugal faço questão de estar presente, porque tenho orgulho em ser membro da PGA de Portugal, gosto de competir em Portugal, onde temos bom nível de golfe. Desisti à última hora de um torneio do Alps Tour Golf para estar cá mas não tenho ressentimento nenhum. Temos tão poucos torneios que tenho de apoiá-los»,  O Pro-Am que antecedeu o Open foi ganho por Gonçalo Pinto, associado aos amadores Manuel Barbosa Vieira, Mário Sousa Carvalho e José Moreira Ferras, com 90 pontos stableford net.Marco Andrade, o diretor do Montado considerou «uma hora receber uma vez mais um torneio da PGA de Portugal» e assinalou a «combinação perfeita que foi ter em simultâneo este torneio de profissionais com um torneio juvenil da Federação Portuguesa de Golfe (o 4º Torneio do Drive Challenge na região Tejo). É sempre muito motivador para os jovens verem em ação alguns dos nossos melhores profissionais».A próxima competição do PGA Portugal Tour será a Taça Manuel Agrellos, a 2 e 3 de julho, de novo no Montado Hotel & Golf Resort. É a chamada Ryder Cup à portuguesa que coloca em confronto direto as seleções nacionais de amadores e de profissionais. O próximo torneio de categoria Open do PGA Portugal Tour será o Optilink PGA Open, no Onyria Palmares Beach & golf Resort, em Lagos, a 24 e 25 de agosto.
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Foto de: Ricardo Lopes - PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

sábado, junho 08, 2019

GolfSixes em Cascais - TAILÂNDIA CAMPEÃ COM VITÓRIA NO PLAY-OFF

THONGCHAI JAIDEE E PHACHARA KHONGWHATMAI DERROTAM INGLATERRA NO SEGUNDO BURACO DE PLAY-OFF
 
A Tailândia venceu o 3.º GolfSixes em Cascais, o revolucionário torneio do European Tour, de um milhão de euros em prémios monetários, que hoje (sábado) terminou no Oitavos Dunes, na Quinta da Marinha, onde manter-se-á até, pelo menos, 2021.
Thongchai Jaidee e Phachara Khongwatmai derrotaram na final a Inglaterra de Tom Lewis e Paul Waring, e suecederam à Irlanda (vencedora em 2018) e Dinamarca (campeã em 2017), nesta primeira e histórica edição da prova realizada fora do Reino Unido. No confronto do 3.º e 4.º lugares, a Espanha arrasou a Itália por 3-0.
Um triunfo da Tailândia arrancado a ferros, apenas no segundo buraco de play-off, depois de nos seis buracos regulamentares as duas equipas terem empatado a 1-1, acontecendo o mesmo no primeiro buraco de desempate. Pela primeira vez decidiu-se o título do GolfSixes num play-off. Uma das muitas inovações do GolfSixes Cascais é o sistema de desempate e para acelerar o jogo, no segundo buraco de play-off, nem é preciso meter a bola no buraco. Vence a seleção que colocar a pancada de saída mais perto da bandeira (o buraco 6 é de Par-3) e foi isso que aconteceu graças a Phachara Khongwatmai. Uma conclusão poética, dado que, devido à sua juventude, fora o jogador que mais nervosismo mostrara durante a competição, ao contrário da serenidade do veterano Thongchai Jaidee, que tem o objetivo de juntar-se ao Champions Tour em 2020, o circuito de veteranos nos Estados Unidos para maiores de 50 anos. 
O histórico Thongchai Jaidee, de 49 anos, eventualmente o melhor golfista asiático de sempre, conquistou o 20.º título internacional da sua carreira (o nono no European Tour) e o jovem Phachara Khongwatmai, de apenas 20 anos, que hoje venceu o seu primeiro torneio em circuitos principais (embora tenha ganho num ‘Tour’ menor com apenas 14 anos), constituíram a simbiose etária perfeita num formato de ‘greensomes’ que exige estratégia.
A Tailândia saiu de Portugal com um cheque de 200 mil euros e sem sofrer qualquer derrota, mostrando grande força mental pela forma como superou os seus obstáculos. Ontem começou por empatar na fase de grupos com a Suécia (1-1) e a equipa feminina de Inglaterra (1-1). Tinha claramente em perigo a passagem aos quartos de final, era obrigatório derrotar a Irlanda, os campeões de 2018, e fê-lo em grande estilo, com Jaidee a arrancar, no sexto e último buraco, o primeiro ‘hole-in-one’ na história do torneio para uma vitória por 3-1.
Hoje (sábado dia 8), nos quartos de final, os tailandeses arrasaram a Escócia por 2-1, uma equipa que tinha uma das grandes estrelas da competição, o ‘Ryder Cupper’ Stephen Gallacher, e nas meias-finais vergaram a grande candidata ao título, a Espanha, por 1-0. Um triunfo cirúrgico, pois as duas equipas empataram em todos os buracos, menos no 3 (Par-3), no qual 1 birdie, o único birde em seis buracos, resolveu a passagem à final.
Na final a Tailândia arrancou na frente porque Inglaterra entrou mal, com más saídas e 1 bogey. Os ingleses empataram com 1 birdie no tal buraco 3, mas, atenção, o segundo shot de Jaidee bateu no poste da bandeira e por pouco não entrou. Azar para os tailandeses que poderiam ter empatado esse buraco e, provavelmente, teriam resolvido ali a final. No último, buraco, Tom Lewis – o carrasco de Portugal na primeira ronda – falhou um putt curto que teria dado a vitória a Inglaterra e depois vieram os tais emocionantes dois buracos de play-off.
«Já venho a Portugal há muitos anos, para jogar o torneio de Vilamoura (Portugal) Masters, mas nunca tinha jogado em Cascais e gostei muito. É importante vencer este torneio com o meu jovem parceiro, porque foi preciso jogarmos muito bem taticamente e acho que foi o que fizemos. Este campo é muito bonito com estas vistas do oceano e Portugal fez um bom trabalho», disse Thongchai Jaidee em declarações à SportTV, já depois dos dois jogadores terem ido ao banho na piscina do The Oitavos Hotel.
Mais tarde, em entrevista ao European Tour, o triplo vencedor da Ordem de Mérito do Asian Tour acrescentou: «A organização foi muito boa, o ambiente foi fantástico e voltei a ganhar um torneio do European Tour, algo que não fazia há uns três anos (desde o prestigioso Open de França em 2016 )». Já Phachara Khongwatmai explicou como deu à Tailândia o ‘shot’ da vitória: «Na pancada de saída pensei que já tinha jogado tantas vezes este buraco que sabia que tinha de visar a parte superior do green e deixar a bola rolar em direção à bandeira».
«Jogar com o Thongjai Jaidee é um sonho, ele é uma lenda e ensinou-me muito sobre como jogar neste formato», acrescentou o jovem que conquistou o título mais importante da sua jovem carreira, mas tem o objetivo de «estar a jogar no PGA Tour em três ou quatro anos».
Os ingleses mostraram-se graciosos na derrota. «O buraco 6 é um buraco espetacular para se terminar um torneio num play-off e foi muito bom para os patrocinadores o torneio ter ido aos limites da morte súbita para se decidir o título. Claro que queríamos ganhar, mas passei um muito bom tempo», exultou Paul Waring.
«Estou desapontado, muito desapontado, porque passámos por tanto e tivemos tão boas vitórias, mas tivemos aquele percalço no início e deixámo-los ganharem confiança. Foi bom termos ido a play-off mas não metemos os putts que deveríamos. No entanto, passámos muito bom tempo, foi divertido e foi simpático podermos representar o nosso país numa semana que seria de folga», referiu Tom Lewis, o duplo campeão do Portugal Masters (2011 e 2018), que voltará a Portugal em outubro para defender o título em Vilamoura.
Na cerimónia de entrega de prémios David Williams, o presidente (‘Chairman’) do European Tour, e Bernardo Corrêa de Barros, vice-presidente da Associação de Turismo de Cascais, entregaram o troféu aos campeões.
Bernardo Corrêa de Barros aceitou o repto da SportTV para análise a dois dias diferentes de golfe em Cascais, com muitas inovações: «O balanço é muito bom. Cascais cumpriu o que prometeu, um tempo fantástico, que as pessoas vivenciassem a bela vida de Cascais e a vista maravilhosa do Oitavos Dunes, uma comunicação internacional extraordinária (mais de seis horas por dia de diretos na BBC e na Sky Sports). Juntámos aqui alguns dos melhores jogadores do Mundo num evento diferente. Isto é o futuro do golfe, um futuro que passará por este conteúdo televisivo. É uma mudança de conceito e foi conseguido por Cascais e pela organização do torneio. Mostrámos ao Mundo que podemos fazer diferente e melhor».
Foto de: Getty Images / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sexta-feira, junho 07, 2019

GolfSixes em Cascais - INGLATERRA VERGA ESCÓCIA E PASSAM AMBOS AOS QUARTOS DE FINAL NO OITAVOS DUNES

Portugal terminou com uma vitória sobre a Índia a sua participação no 3.º GolfSixes em Cascais, o torneio do European Tour, de um milhão de euros em prémios monetários, que se conclui amanhã (sábado) no Oitavos Dunes, com a disputa dos quartos de final, meias-finais e final.
 
Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo bateram por 2-1 a forte equipa indiana de S.S.P. Chawrasia, vencedor de quatro torneios no European Tour, e de Gaganjeet Bhullar, campeão de nove títulos no Asian Tour. Portugal saiu na frente com 1 birdie no buraco 1, a Índia empatou com 1 birdie no 2. No último buraco, houve uma saída espetacular de Melo Gouveia, do tee montado em cima da piscina do The Oitavos Hotel, que deixou a bola muito perto da bandeira e “Figgy” fez o birdie-putt da vitória.Portugal tinha perdido por 3-1 com a Inglaterra e por 2-1 com a Escócia, pelo que a vitória de 2-1 sobre a Índia só poderia eventualmente levar a seleção nacional aos quartos de final se a Escócia vencesse os seus três encontros.No entanto, quando Inglaterra começou a vencer os dois primeiros buracos, percebeu-se logo que iria ser muito difícil e os ingleses Tom Lewis e Paul Lawrie vergaram os escoceses David Law e Stephen Gallacher por 2-1.Os portugueses estavam a preparar-se para concluir o buraco 5 quando ouviram pelo sistema sonoro que já estavam eliminados devido à vitória inglesa. Mesmo assim não deixaram isso afetar-lhes a concentração e ganharam o último buraco.Inglaterra ganhou assim o Grupo-A, seguida da Escócia, ambos os países com duas vitórias e uma derrota mas com Inglaterra a ganhar seis buracos em 18 e Escócia a ficar-se pelos cinco. As duas seleções britânicas passaram aos quartos de final. Portugal assegurou o terceiro lugar e a Índia terminou no quarto e último posto desta “poule”. «Entrámos melhor no segundo e no terceiro jogo, mas sabíamos que esta tarde, com a Índia, teríamos de ganhar por muitos buracos e que Inglaterra teria de perder com a Escócia para passarmos. As duas derrotas nos dois primeiros duelos ditaram o dia de hoje. Foi pena porque achei que o nosso jogo não estava tão mau, só que não aproveitámos bem as oportunidades que tivemos», disse Ricardo Melo Gouveia.«A Inglaterra connosco jogou muito bem, fez 4 pancadas abaixo do Par em seis buracos, um resultado difícil de bater, nós não entrámos bem nesse jogo e se calhar eles sentiram-se mais à vontade. A Escócia e a Índia eram ‘matches’ ao nosso alcance. Com a Escócia tivemos um erro no buraco 5 (três putts) que nos custou caro. Mas acho que jogámos relativamente bem nos três ‘matches’. Estes confrontos de seis buracos decidem-se em pequenos detalhes. Temos muita pena de não estar a jogar cá amanhã e saímos daqui com um sabor amargo na boca. Tenho a certeza de que se jogássemos amanhã, ainda mais público viria amanhã. É pena, mas demos o nosso melhor e saímos de cabeça erguida com uma vitória sobre a Índia», acrescentou Pedro Figueiredo.Os quartos de final começam amanhã às 11h35 com os seguintes embates: Inglaterra-Suécia, França-Itália, Tailândia-Escócia e Espanha-Austrália. Dos três jogadores de Ryder Cup presentes, só o galês Jamie Donaldson foi eliminado. O escocês Stephen Gallacher e o italiano Edoardo Molinari mantêm-se em prova, tal como o melhor asiático de sempre, o tailandês Thongchai Jaidee, que fez um hole-in-one no buraco 6, de 140 metros. As meias-finais jogam-se às 13h30 e 13h45; o encontro dos 3.º e 4.º lugares às 15h15 e a final às 15h25.O GolfSixes Cascais está a ser transmitido em direto para todo o Mundo com grande destaque para o Reino Unido com sessões ininterruptas na Sky Sports e na BBC entre as 11 e as 17 horas. Em Portugal as transmissões estão a cargo da SportTV, parceira media do evento, mas houve também hoje uma reportagem no local da SIC Notícias.

terça-feira, junho 04, 2019

VILAMOURA PREPARA-SE PARA RECEBER JOVENS GOLFISTAS DE TODO O MUNDO PARA A 2ª EDIÇÃO DO DOM PEDRO JUNIOR MASTERS

A nova geração do golfe competirá durante três dias no emblemático campo de golfe Dom Pedro Victoria – anfitrião do European Tour’s Portugal Masters há mais de uma década 

A Dom Pedro Hotels and Golf Collection, uma das mais reconhecidas marcas de golfe e hospitalidade na Europa, anunciou a reedição do torneio anual Dom Pedro Junior Masters, de 5 a 7 de julho de 2019. O torneio será jogado ao longo de três dias, num total de 54 buracos, que terão lugar no campo de golfe Dom Pedro Victoria, onde se realiza desde 2007 uma das provas do European Tour, o Portugal Masters, e onde o jogador Britânico, Oli Fisher, bateu no ano passado o record do campo, com 59 pancadas. 
O formato abrange duas categorias: crianças com menos de 10 anos e jovens golfistas com idades compreendidas entre os 11 e 18 anos de idade. Com um fee de entrada de €170, cada jogador terá acesso a uma volta de treino e três voltas de golfe, “welcome pack”, snacks no campo durante torneio, um cocktail de final de tarde nos jardins do Hotel Dom Pedro Vilamoura e almoço buffet no último dia com a cerimónia de entrega de prémios, esta será sem dúvida uma extraordinária oportunidade para as novas promessas do golfe jogarem no mesmo campo que os melhores profissionais de Golfe Europeu. 
Com o intuito de promover o golfe Nacional junto das camadas jovens, a Dom Pedro Hotels & Golf Collection em parceria com a Federação Portuguesa de Golfe, tem o prazer de anunciar um preço especial de inscrição para os jogadores nacionais, €130. 
Pietro Dal Fabbro, CEO da Dom Pedro Hotels & Golf Collection, afirmou: "O Dom Pedro Junior Masters é uma oportunidade fantástica para incentivar os mais jovens para a prática do golfe na região. Todos estes jovens jogares já terão visto os melhores golfistas do mundo a jogar no campo Dom Pedro Victoria e podem agora seguir os passos de grandes golfistas como Padraig Harrington ou Lee Westwood. Estamos ansiosos para os receber neste torneio, que será para nós o pontapé de saída para a chegada do European Tours em Outubro".
Os campos de golfe do grupo Dom Pedro Hotels & Golf Collection recebem anualmente mais de  60.000 jogadores. Esta é a oferta mais completa na Europa, com cinco campos de golfe internacionais situados na mesma área e a 3km de distancia do centro de Vilamoura. 

A Air Mauritius - Melhor Companhia Aérea do Oceano Índico

A Air Mauritius recebeu o prémio de "Melhor Companhia Aérea do Oceano Índico". e mais quatro outras distinções  no "The World Travel Awards 2019"

Os World Travel Awards, votados por profissionais e consumidores de todo o mundo, são reconhecidos como os prémio mais prestigiado da indústria, os Óscares do Turismo.
A Air Mauritius ganhou 5 prémios, incluindo a 2019 Leading Company of the Indian Ocean em "The World Travel Awards".
Os prémios foram entregues à equipe da Air Mauritius liderada pelo Diretor de Operações da Companhia, Sr. Raja Buton, durante a Gala realizada no Sugar Beach Hotel, nas Ilhas Maurício, em 1º de junho de 2019. A Companhia Aérea Nacional foi distinguida como a melhor companhia aérea do Oceano Índico 14 vezes nos últimos 17 anos.
A Air Mauritius foi premiada nas seguintes categorias na edição de 2019:

Companhia Aérea Líder do Oceano Índico 2019
Companhia Aérea Líder do Oceano Índico - Classe Executiva 2019
Marca líder do Oceano Índico 2019
Liderando a tripulação de cabine do Oceano Índico 2019
Melhor lounge do Aeroporto do Oceano Índico 2019 - The Amédée Maingard Lounge




Solverde Campeonato Nacional PGA -

TOMÁS SILVA BICAMPEÃO NACIONAL SUSANA RIBEIRO E JOAQUIM SEQUEIRA JÁ LEVAM QUATRO TÍTULOS Tomás Silva voltou a mostrar que sabe lidar co...