quinta-feira, novembro 10, 2011
Brasil com sapatos especiais
A FootJoy, patrocinadora de Lucas Lee, produziu sapatos especialmente para o torneio para a World Cup, com as do Brasil; verde, amarelo e azul, e com os respectivos nomes dos jogadores brasileiros; Lucas Lee e Adilson da Silva.
Lucas e Adilson venceram o apuramento latino-americana que classificou o Brasil pela segunda vez consecutiva para a World Cup. Este torneio tem 7,5 milhões de dólares em prémios. A World Golf Championships, será jogada de 24 a 27 de Novembro no Mission Hills Resort, na ilha de Hainan, na China e conta com a dupla portuguesa dos irmãos Santos, Hugo e Ricardo.
Damha no Italian Blind Open
Depois que deixou a função de professora de educação física da UFSCar, a golfista Elisabeth Pavão de Castro decidiu tirar da “gaveta” o antigo desejo de trabalhar com desenvolvimento infantil.
Como o filho e a nora são
oftalmologistas, Beth decidiu abrir uma instituição que promova o
desenvolvimento de crianças com deficiência visual em idade pré-escolar. Neste
momento faltam apenas alguns detalhes para o projeto ficar pronto. Enquanto
isso, Beth faz aulas de golfe e joga no Damha, onde é sócia há mais um ano.
Actualmente, o projeto e o golfe são duas paixões suas. Entretanto, Beth
realizou uma viagem de lazer à Itália e decidiu procurar algumas instituições
que trabalhassem com deficientes visuais naquele país, ficando surpreendida,
com a realização de um evento de golfe para invisuais, neste caso um torneio de
golfe; o 2º Torneio de Golfe para Deficientes Visuais da Itália (2nd Italian
Blind Open), que aconteceria em Milão justamente por altura da sua estada
naquele país.
O evento faz parte do International Blind Golf Association e com a ajuda do
Damha, Beth conseguiu autorização para participar do torneio como observadora. Segundo
Beth, "Foi uma experiência incrível. Eram 22 jogadores, de 23 a 79 anos,
de nacionalidades e experiências de vida diferentes". Beth surpreende-se
com o nível dos participantes do torneio. "Mesmo “enxergando”, não chego
nem aos pés do nível deles", acrescentou. Para esta determinada Mulher, a
experiência valeu também como uma lição de vida. Ainda e segundo ela "Aprendi
que é possível superar qualquer obstáculo, desde que haja oportunidade e
determinação", conta. Agora, Beth pretende formar uma parceria com o Damha
para que aulas de golfe possam ser oferecidas para crianças com deficiência
visual.
NA FOTO: Ronald Boef, golfista holandês de 35 anos nascido totalmente cego, e Beth
quarta-feira, novembro 09, 2011
Campeonato Nacional PGA de Portugal 2011
HUGO SANTOS LIDERA
Hugo Santos é o primeiro líder do Campeonato
Nacional que a PGA de Portugal está a organizar até ao próximo dia 11 de
Novembro, no RibaGolfe-II, em Benavente, com 11.100 euros em prémios
monetários.
O mais velho dos irmãos Santos pareceu nem dar pela chuva e obteve na terça-feira (dia 8) um excelente resultado de 67 pancadas, 5 abaixo do Par do campo nº 2 do RibaGolfe. Hugo Santos, de 32 anos, é perseguido pelos dois melhores jogadores portugueses da actualidade, Ricardo Santos (irmão) e Filipe Lima, empatados no 2º lugar, com 69 pancadas, 3 abaixo do Par. No final dos primeiros 9 buracos, o comandante era João Pedro Carvalhosa, com 3 abaixo do Par e após 18 buracos o profissional do Montado divide o 4º lugar com Nuno Henriques, com 70 (-2). Estes cinco jogadores foram os únicos a baterem o Par-72 do campo, entre as quatro dezenas de jogadores na competição principal, depois da desistência de última hora de Tiago Cruz, por motivos de saúde.
O mais velho dos irmãos Santos pareceu nem dar pela chuva e obteve na terça-feira (dia 8) um excelente resultado de 67 pancadas, 5 abaixo do Par do campo nº 2 do RibaGolfe. Hugo Santos, de 32 anos, é perseguido pelos dois melhores jogadores portugueses da actualidade, Ricardo Santos (irmão) e Filipe Lima, empatados no 2º lugar, com 69 pancadas, 3 abaixo do Par. No final dos primeiros 9 buracos, o comandante era João Pedro Carvalhosa, com 3 abaixo do Par e após 18 buracos o profissional do Montado divide o 4º lugar com Nuno Henriques, com 70 (-2). Estes cinco jogadores foram os únicos a baterem o Par-72 do campo, entre as quatro dezenas de jogadores na competição principal, depois da desistência de última hora de Tiago Cruz, por motivos de saúde.
«O campo estava molhado mas bom e a chuva foi
fraca. Senti-me bem com o meu jogo, alguns shots que falhei não comprometeram e
patei bem. A minha motivação já era alta mas agora ainda mais. Faltam ainda
duas voltas e o objectivo é vencer. O resultado pouco importa. É ganhar, seja
por uma ou dez », disse Hugo Santos, o ex-campeão nacional amador que tenta
repetir um feito que nos últimos 15 anos só foi alcançado por Sean Corte Real e
Nuno Campino – ser campeão nacional entre amadores e profissionais.
Amanhã (quarta-feira dia 9 de) o Hugo Santos vai
integrar o último grupo com o seu irmão Ricardo e Filipe Lima.
«Será um grupo com dois bons amigos, curiosamente
irmãos, com jogo de alto nível, que estão a preparar-se para a Taça do Mundo no
final da época», comentou Filipe Lima, a jogar pela primeira vez o Campeonato
Nacional.
O profissional da Federação Portuguesa de Golfe, que
residente em França, admitiu «cansaço» depois da semana emocional que viveu na
Apulia San Domenico Grand Final do Challenge Tour, e demorou «algum tempo a
aquecer o drive, tendo jogado melhor nos segundos 9 buracos».
Filipe Lima, ainda conseguiu treinar «durante duas
horas» ontem, no próprio dia em que regressou de Itália, enquanto Ricardo
Santos chegou a Lisboa no Domingo à noite mas também acusou o desgaste do
evento do Challenge Tour.
«A minha
preparação foi jogar 18 buracos com os meus treinadores Almerindo Sequeira e
David Moura. Ontem estava cansado e hoje falhei alguns putts, algumas
oportunidades. O resultado poderia ter sido melhor. Mas estou a 2 pancadas do
líder, que é o meu irmão e acho que está tudo em aberto».
Embora Hugo Santos, Ricardo Santos, Filipe Lima e o
ausente Tiago Cruz pudessem, em condições normais, ser considerados os
principais favoritos, os resultados de Nuno Henriques e João Pedro Carvalhosa,
a apenas 3 pancadas do líder, mostram que pode haver uma surpresa como foi o
triunfo de Henrique Paulino no Campeonato Nacional de 2003.
«Costumo vir jogar em cada duas semanas a RibaGolfe
com o meu amigo Alfredo Cunha (em 14º, com 3 acima do Par). Não tive tempo para
treinar, a não ser uma sessão de treino de uma hora com o Nelson Cavalheiro (em
18º, com +5), no Algarve. Mas foi uma primeira volta que correu bem e só foi
pena ter feito 3 putts para bogey no buraco 18», lamentou João Pedro Carvalhosa
que, tal como Hugo Santos, foi campeão nacional amador. Entre profissionais foi
vice-campeão, atrás de António Sobrinho (em 9º, com +2).
Quanto a Nuno Henriques, que passou a profissional
este ano, em Junho, admitiu numa entrevista à RTP Madeira que «Ricardo Santos e
Filipe Lima são os favoritos», mas não escondeu o desejo de «jogar para
ganhar». E hoje o profissional do Santo da Serra (Madeira) assinou «uma boa
volta, apesar de já não jogar em RibaGolfe há uns anos».
FOTO: PGA de Portugal
FOTO: PGA de Portugal
segunda-feira, novembro 07, 2011
Apulia San Domenico Grand Final Challenge Tour
Nenhum dos portugueses logrou o principal objectivo que traziam para
este campo do sul de Itália, mas se Ricardo Santos tem razões para sorrir,
apesar de ter terminado a época no 4º posto do ranking do Challenge Tour (com
97.516 euros) e não no 1º que ocupou durante alguns meses, já Filipe Lima
falhou por uma “unha-negra” o top-20 do ranking, fechando a temporada no 23º
lugar (com 61.292 euros).
No último dia, Ricardo Santos fez o par do campo (Par-71), enquanto
Filipe Lima fez 1 pancada acima (72), totalizando ambos 276 (-8), empatados com
outros quatro jogadores no 19º lugar. Cada um embolsou 3.740 euros.
Um dos empatados com os portugueses foi o italiano Alessandro Tadini,
amigo de Ricardo, e exactamente o 20º e último jogador a qualificar-se para o
European Tour (com 62.630 euros). «Perdi o apuramento por mil euros»,
queixou-se Lima.
«Tenho a sensação do dever cumprido e não lamento nada. Entrei da
melhor maneira no torneio (foi co-líder após 18 buracos) mas da forma como as
coisas aconteceram, mesmo com o mau drive todo o torneio, só posso ficar
satisfeito, excepto com o drive. Estou orgulhoso porque o objectivo porque
lutava há seis anos era subir ao European Tour (e não ser nº1 do Challenge
Tour) e ao ficar em 4º no ranking garanto uma categoria (a nº 10b) que me
mantém no European Tour até ao final do ano», disse o Algarvio de 29 anos.
Filipe Lima, bem pelo contrário, tentava manter uma atitude positiva,
mas percebia-se a decepção de ter estado tão perto.
«É uma temporada no Challenge Tour para esquecer. Estive dois meses sem
jogar por causa da lesão (hérnia discal), faltei a alguns dos torneios mais
importantes e quando vim para este torneio já sabia que poderia ter de voltar
ao Challenge Tour em 2012. Mas é preciso ver o lado positivo e estou a jogar de
novo, a jogar bem, não vou submeter-me a cirurgia e vou continuar com os
tratamentos às costas para que esta lesão não apareça mais», comentou.
O português residente em França vai ainda tentar uma última cartada de
acesso ao European Tour de 2012, «a Terceira Fase da Escola de Qualificação do
European Tour», de 10 a 15 de Dezembro, no PGA Catalunya Resort, em Girona,
Espanha.
A situação de Filipe Lima roçou o drama desportivo. O mau início de 4ª
e última volta deitou quase tudo a perder, com bogeys nos buracos 1, 6, 8 e 9,
não compensados pelo birdie no 4. O vento a soprar a cerca de 30 quilómetros
por hora também não ajudou nas saídas, menos certeiras do que nos dias
anteriores. Mas os birdies no 11 e no 15 voltaram a dar alguma esperança.
«Hoje (dia 5) estava mais difícil de se jogar, mas não era impossível.
Comecei mal porque falhei muitos shots nos primeiros 9 buracos, mas depois fui
melhorando. O problema é que os putts teimaram em não entrar», disse.
Mesmo assim, Lima teve um excelente approach no 72º e derradeiro buraco
da competição, sendo dos raros jogadores que ficaram com putt para birdie no
buraco 18 a cerca de 4 metros. O profissional da Federação Portuguesa de Golfe
calculou bem a distância do putt e falhou-o apenas por dois dedos. Com esse
birdie, Lima teria ficado no 15º lugar (empatado) em vez de 19º, o seu prémio
monetário teria sido de 5.088 euros em vez dos 3.740, superaria Alessandro
Tadini em ganhos monetários por 10 euros e teria sido ele a ocupar a 20ª
posição do ranking.
«Quando fui patar, tinha a noção de que aquele putt poderia salvar a
época», admitiu. É caso para dizer que perdeu o European Tour de 2012 por dois
dedos.
«Fui acompanhando os resultados do Filipe todos os dias e acho que ele
teve muito azar este ano com tudo o que lhe aconteceu. É sempre complicado
precisar de um grande resultado na última semana da época e acho que sem vento,
como nos dias anteriores, talvez ele tivesse tido mais hipóteses. Ele já provou
que tem jogo para estar no European Tour e não no Challenge Tour e creio que
ainda pode ganhar este ano a sua qualificação na Escola», afiançou Ricardo
Santos, para quem seria importante ter um compatriota que partilhasse e o
aliviasse da pressão mediática de uma estreia na Primeira Divisão europeia.
Não temos para já, pela primeira vez, dois portugueses no European
Tour, mas ainda pode acontecer. Agora será preciso esperar pela Escola de
Qualificação onde, para além de Filipe Lima na Terceira e última Fase, Portugal
estará também representado por Hugo Santos na Segunda Fase, de 2 a 5 de
Dezembro, em Espanha.
No meio de tanta animação, poderemos ser levados a pensar que o menos
importante acabou por ser a última volta de Ricardo Santos, mas poderia ter
sido bem diferente. Na realidade, Ricardo começou da melhor maneira, com
birdies nos buracos 2 e 8 e quando foi para o 9 tinha regressado ao top-10.
Uma vez mais, não esteve longe de uma grande volta, um pouco à
semelhança do ocorrido na véspera: «Comecei novamente em grande. Ia com -2
quando terminei o 8, mas até poderia perfeitamente ir com -4. Tinha a sensação
de que nessa altura já deveria estar nos dez primeiros. Mas depois sofri aqueles
bogeys no 9 e no 10, buracos que hoje não estavam nada fáceis. Foram saídas de
drive em que não acertei no fairway. A partir do 11 desperdicei uma série de
oportunidades de birdie. Foi no 11, 13, 15 e 17 e no 17 ateu sofri um bogey.
Nessa fase, só entrou o putt para birdie no 14».
O italiano Andrea Pavan ganhou a Apulia San Domenico Grand Final do
Challenge Tour, no campo que ele próprio representa, com 267 (-17), menos 1
pancada do que o inglês Tommy Fleetwood. No ranking do Challenge Tour de 2011
as posições inverteram-se, com Fleetwood a terminar como nº1 e Pavan a nº2
quinta-feira, novembro 03, 2011
I Open Dom Pedro Laguna no Aquiraz Riviera
O Aquiraz Riviera e o Dom Pedro Laguna Beach Villas &
Golf Resort organizam, no feriado da Proclamação da
República, de 11 a 15 de Novembro, sendo o sábado, dia 12, reservado para
treino, e nos dias 13 e 14, o torneio, o I Open Dom Pedro
Laguna do Ceará. Na prova vão participar jogadores não só de todo o Brasil,
bem como do mundo. O torneio vai ser disputado em Strock Play com cinco
categorias: Hcp de 0 > 14, de 15 > 22. Os handicap de 23 > 36 disputão o torneio em Stableford.
Nas categoria de senhoras, de 0 > 25 Strokeplay; e de 25 a 36 em Stableford.
O Hotel Dom Pedro Laguna, unidade do
grupo hoteleiro português Dom Pedro, fica localizado no município de Aquiraz, a
pouco mais de trinta 30 km de Fortaleza, numa das áreas de proteção ambiental,
em frente à praia de Marambaia. O campo está situado no mesmo local do hotel –
no complexo Aquiraz Riviera – é um percurso de nove buracos de categoria
internacional dominado pela paisagem entre as dunas e o belíssimo mar do Ceará. O campo foi desenhado pelo arquiteto Donald Steel, responsável
por empreendimentos como o Campo Real Golfe & Natureza, a Aroeira 2 e o
Vila Sol, em Portugal. Os projetos de Donald Steel privilegiam a natureza
mantendo a vegetação natural, reduzindo ao mínimo a movimentação de terras e
aproveitando a ondulação do terreno para criar o tipo de percurso para golfe
estratégico.
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