segunda-feira, maio 14, 2012

Open da Madeira - Vitória de Ricardo Santos


Foto de Hélder SantosRicardo Santos cumpre o sonho de todos nós

Não posso de deixar de iniciar este artigo, na primeira pessoa do singular; Assim, e após o dia da vitória de Ricardo Santos, no Open da Madeira, os comentários (escritos) são de uma discrepância monumental face aos comentários (verbais) sobre o golfe profissional. Na minha vida, tanto como jornalista como pessoa ligada a esta industria, tenho assistido ás enumeras mudanças de opinião, como quem muda de “Drive”, ou de putter. Hoje o Ricardo é muito bom, a semana passada algum do "bate-bica", já não era talvez, o jogador, que vá, alguma fez ganhar, alguma coisa …. E por ai adiante. Mas o mais chocante, é ouvir estas e outras observâncias sobre a modalidade, daqueles que nada sabem de golfe, opinam porque acham que o seu pequeno handicap lhes dá essas premissa. Só espero que numa altura menos boa, de um qualquer jogador português, os comentários de alguns ilustres entendedores de golfe, não voltem a trocar de ”Drive”, nem que seja por uma semana. Há e já agora, o Open da Madeira é uma prova do EUROPEANTOUR, não venham dizer; há pouco jogadores de renome, baixo prize-money,. bla, bla, bla, conersa mesmo da treta. Para a história fica a vitória de um Português de “gema” que aos 29 aos numa prova do Europeantour, e com ela, leva o nome de Portugal ao top de um dos maiores desportos do mundo,

Dia de Fé
Foi no dia de grande fé nacional, como é o dia de Nossa Senhora de Fátima, que Ricardo Santos, venceu o 20ª edição do Madeira Islands Open Portugal, disputado no Santo da Serra Golf. Prova a contar para o calendário do European Tour e do Challenge, com 675 mil euros em prémios monetários. Assim, Ricardo Santos entrou para a história do golfe nacional por ser o segundo representante português a vencer uma prova do principal circuito europeu, e logo no ano de estreia do escalão principal do golfe europeu. Ao vencer esta prova, Ricardo levou para casa um cheque de 112,500 euros, além de ter garantido  o “cartão” para competir mais uma época no European Tour. Esta vitória valeu-lhe também um convite para disputar o BMW PGA Championship, torneio de 4,500 mil euros. A vitória nesta prova, catapultou-ou para o Top 50 do “Race to Dubai”.  E esta  vitória não podia ter sido mais memorável. Ricardo terminou a prova com -22 pancadas, e com uma última volta incrível de 63 pancadas, 9 abaixo do par do campo, com um registo de 9 “birdies”. Ricardo vê assim, o seu nome não só inscrito no troféu do Madeira Islands Open Portugal, mas também no “record” da prova, sendo o jogador que venceu com  menos pancadas. O anterior “record” pertencia a James Morrisson, com -21 pancadas, obtidas em 2010 no Porto Santo Golf. Curiosamente passaram exactamente 20 anos desde que Daniel Silva, sul-africano (luso descendente), que representava as cores nacionais, venceu em Inglaterra, o Jersey European Airways Open (1992), para voltamos a ter um português erguer um troféu na principal “liga” do golfe europeu.
Ricardo Santos é o primeiro profissional formado pelas escolas portuguesas, Vilamoura, e pela selecção nacional a vencer uma prova desta importância.
Filipe Lima já havia conseguido uma vitória no principal Tour Europeu, em 2004, no Aa St. Omer Open, mas na altura, ainda, ostentava a bandeira francesa no seu saco.

Passo-a-passo
As expectativas eram muito grandes, como era de se esperar, e nem por isso Ricardo deixou-se abalar. Mesmo não começando a ultima ronda a liderar, teve pelo caminho, o dinamarquês Andreas Harto foi escalando até ao primeiro lugar, com 6 “birdies” nos primeiros nove buracos. O buraco 12, 14 e 15  foram decisivos uma vez que o jovem de 23 anos não aguentou a pressão e fez “bogey”, abrindo uma brecha para Santos não desperdiçar e arrematar o título com uma volta imaculada “bogey-free”.
O ponto de viragem foi no “green” do 17, quando meteu um “putt” de cerca de 10 metros, confirmando assim o seu domínio.
Apesar das quatro dezenas de seguidores que não o largarem desde o início, o português confessou-nos que esteve até ao penúltimo buraco (17) sem perceber que era o líder. Ouviu-o pela boca de um fã inglês que gritou “já temos campeão”.
Nos restantes buracos “só” precisou de controlar as emoções, fazer a volta da sua vida, e viver o momento mais importante da sua carreira.
“Foi um dia memorável para mim e para Portugal não tenho palavras para descrever o momento”, disse o jogador visivelmente emocionado.
À chegada do 18 tinha uma centena de apoiantes à sua espera, ouvia-se palmas, assobios e um coro de “olé, olé” ensaiado pelos jogadores portugueses que não quiseram perder a vitória do luso, entre eles o seu irmão mais velho Hugo, que não passou o “cut” do torneio. Mal a bola entra no buraco do “green” do 18, para “birdie”, uma chuva de champanhe brinda o campeão, e tal como nos confessou depois sentir-se pequeno: “tenho quase 1,90, mas naquele momento senti-me com meio metro”.
Ricardo Santos venceu a 20ª edição do Madeira Islands Open com um agregado de 266 pancadas (-22), voltas de 66+67+68+63.
Na hora de falar com os jornalistas de vários países europeus que se encontravam na Madeira a emoção falou mais alto e a voz tremeu-lhe ao dedicar a vitória à mulher, Rita Brissos, à filha Vitória e aos seus pais.
“ Quero agradecer ao meu “caddy”  Jorge Gamarra , a minha mulher Rita Brissos, ao Almerindo Sequeira e David Moura que têm-me ajudando bastante. E claro, aos meus sponsers  sem eles não era possível “,  disse comovido, enaltecendo , ainda que o Santo da Serra é um campo muito especial para ele e que hoje confirmou-se.
O algarvio ainda não sabia como iria festejar tamanha proeza mas não hesitou em dizer que já só pensava em Wentworth Club, palco do BMW PGA Championship.
Magnus Carlsson foi o vice-campeão do 20º Madeira Islands Open  com 270 pancadas (-18) scores de  66+66+71+67.  No final  não conseguiu esconder a tristeza de não ter subido ao primeiro lugar do pódio.
"Estou desapontado por não ter ganho mas estou satisfeito pelos 67 abaixo na ronda final, outra pessoa jogou melhor do que eu”, disse.
Em terceiro lugar ficou o dinamarquês Andreas Horto com 271 pancadas ( -17), 67+71+66+ 67.
Os portugueses, António Rosado e Nuno Henriques, terminaram a sua prestação de forma positiva, abaixo do par do campo.
O madeirense Nuno Henriques ficou na 53ª posição com 285 pancadas (-3) com 73+67+73+72 pancadas, recebeu um cheque de 2,256 euros.
António Rosado ficou sete posições abaixo (60º) com um total de 286 pancadas (-2) com 72+69+72+73.
Cerimónia em Português
Foi a primeira vez que a cerimónia de entrega de prémios do Madeira Islands Open celebrou-se em português. O anfitrião, António Henriques, presidente do Clube de Golfe do Santo da Serra destacou a vitória do Ricardo Santos como um orgulho para Portugal e para a 20ª edição do Open Madeirense. Alberto João Jardim, presidente do Governo Regional da Madeira, sublinhou a importância desta prova com 20 anos de existência e agradeceu aos patrocinadores por continuarem com esta aposta. Estiveram, também presentes João Cunha e Silva, vice-presidente do Governo Regional da Madeira, a secretaria Regional de Turismo e Transportes, Conceição Estudante, David Williams, director da prova, o presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos e o representante do sponser Banco BPI, Carlos Agrellos.
Resultados:
1º Ricardo Santos - 266 pancadas -22 (66+67+68+63).
2º Magnus Carlsson - 270  pancadas -18 (66+66+71+67)  
3º Andreas Horto  -    271 pancadas -17 (67+71+66+67)
53ª Nuno Henriques  - 285 pancadas -3 (73+67+73+72)
60º António Rosado -  286 pancadas -2 (72+69+72+73)


sexta-feira, maio 11, 2012

OPEN DA MADEIRA


Ricatdo Santos - Foto de Hélder Santos
O espanhol Álvaro Velasco terminou o primeiro dia prova do Madeira Island Open a liderar a com 8 pancadas a baixo do par, (Par 72) do percurso do Santo da Serra 
O primeira volta do Open madeirense, com o prize-money de 675 mil euros, foi marcado por sucessivas  alternâncias na liderança, com o inglês Tommy Fleetwood e o espanhol Álvaro Velasco a protagonizarem todas as atenções.
O espanhol de 30 anos acabaria por ser melhor ao perfazer uma volta com 9 birdies e um bogey, para um total de 64 pancadas(-8) contra os 7 birdies e um bogey, 66 (-6) do inglês Tommy Fleetwood, conhecido por ser o profissional mais jovem a vencer o ranking do Challenge Tour.
No final Velasco liderou com uma margem de duas pancadas sobre os seis jogadores que ficaram em segundo lugar: Tommy Fleetwood, Morten Madson,  Magnus Carlson, JoaKim Lagergren, Oliver Wilson e Ben Parker
Fleetwood, de 21 anos, compete na primeira divisão do European Tour e é um dos “cabeça de cartaz” deste torneio. O jovem profissional chegou ao Santo da Serra depois da “pior semana que viveu desde que se tornou profissional” no Reale Seguros Open, em Sevilla onde não se apurou para a passagem do cut.
“Foi um óptimo começo e realmente não podia ter esperado melhor. É óptimo estar entre os primeiros tão cedo. Mais três rondas em 66 e seria óptimo”, desabafou Fleetwood em declarações ao gabinete de imprensa do European tour e visivelmente refeito da semana em Espanha.
Ao contrário de Fleetwood que participou na anterior edição do Open da Madeira no Porto Santo, o número um desta ronda do Madeira Island Open, Álvaro Velasco, conhece bem o campo, disputou esta prova em 2008, e ficou em quinto lugar.
“Se bater a bola nos locais certos o campo até é simples, mas se colocar no sítio errado é fácil metermo-nos em sarilhos”, referiu o profissional que já conseguiu um top 10 este ano no Sicilian Open, em Itália.
Os Portugueses
O nº 1 do ranking da PGA Portugal, Ricardo Santos, e o único que compete na primeira divisão do golfe europeu, foi o melhor português da volta com 68 pancadas (-4), resultado de 5 birdies e um bogey.
“Joguei bastante sólido, mas o putt nem sempre entrou. Os greens são difíceis de ler. Faltou sorte, mas estive sempre em campo, nos fairways”, sublinhou o profissional luso que pretende melhorar o top 10 conseguido no ano passado no Porto Santo Golfe e para isso conta com ajuda de um novo psicólogo Gonçalo castanho.
Logo a seguir ao irmão mais novo dos Santos, com mais uma pancada ficaram António Sobrinho 69 (-3) e José Filipe Lima com mais duas 70 (-2). António Sobrinho é o jogador que mais vezes disputou o Open da Madeira e o seu melhor resultado foi um 15º lugar no Santo da Serra, em 2007. O seu objectivo é fazer o menor número de pancadas possível e pensar no jogo dia-a-dia. Por hoje fez quatro birdies e um bogey.
“O campo está um pouco diferente do que eu conhecia. Os buracos 5, 6 e 13 têm menos árvores e têm mais barro, mas não é necessariamente uma vantagem para mim”, o profissional reforçou ainda que é um percurso que exige preparação física.
O profissional luso-francês Filipe Lima que compete regularmente no Challenge Tour conseguiu a melhor marca de sempre de um português no Open da Madeira, no ano passado, Porto Santo, com o quarto lugar. Hoje terminou com 70 pancadas (-2) com dois birdies, um eagle e dois bogeys.
“Sempre que posso jogar no European Tour é um prazer enorme, pois sinto que tenho jogo para estar cá, mas o meu objectivo é o Challenge Tour, conseguir recuperar o cartão de volta em 2013. O meu jogo está bem, tenho trabalhado muito com apoio do meu treinador e com o ritmo competitivo sei que vou estar bem”, referiu o profissional.
Seguiu-se o profissional algarvio António Rosado com par do campo e Nuno Henriques que a jogar em casa ficou com 73 pancadas (1 acima do par).
“O dia não me correu mal, nos shots que falhei tive um pouco de azar e fui bastante castigado, no 3 e no 7 e infelizmente o score foi um pouco mau na primeira volta, mas consegui recuperar nos últimos buracos”, o madeirense que joga no EPD Tour e espera regressar este ano ao Challenge Tour terminou os dois últimos buracos com birdie no 16 e no 18 sobre o aplauso dos seus conterrâneos.
Destaque para o amador João Carlota que terminou com 73 pancadas, uma acima do par do campo.

Resultados:

1º Álvaro Velasco – 64 (-8)

2º Tommy Fleetwood  -66 (-6)

2º Morten Madson  - 66 (-6)

2º Magnus Carlson – 66 (-6)

2º JoaKim Lagergren – 66 (-6)

2º Oliver Wilson – 66 (-6)

2º Ben Parker – 66 (-6)



Portugueses:

14º Ricardo Santos – 68 (-4)

22º António Sobrinho - 69 (-3)

41º José Filipe Lima – 70 (-2)

82º António Rosado – 72 (par)

101º Nuno Henriques – 73 (+1)

101º João Carlota – 73 (+1)

131º Hugo Santos – 75 (+3)

137º Tiago Cruz – 76 (+4)

151º Gonçalo Pinto – 78 (+6)

155º Elídio Costa – 82 (+10)

156º Edgar Rodrigues 86 (+14)
 
Foto de: Hélder Santos

quarta-feira, maio 09, 2012

Open da Madeira


Ricardo Santos é a grande esperança para um bom resultado entre a "armada" lusa na 20.ª edição do Open da Madeira em golfe, que decorre entre quinta-feira e domingo no campo do Santo da Serra.

O algarvio participa pela primeira vez com o estatuto de jogador de pleno direito do Circuito Europeu, sendo atualmente o número 105 di “Race to Dubai” e 306.º do "ranking" mundial. A presença de Ricardo Santos, será uma grande oportunidade para além de “lutar” pelo prémio monetário, mas também melhorar o 10.º lugar do ano passado ou mesmo melhorar a quarta posição alcançada então por Filipe Lima, que é o melhor resultado de um português no torneio. Da “Armada” Portuguesa consta, Edgar Rodrigues, António Rosado, Nuno Henriques, Tiago Cruz, António Sobrinho, Hugo Santos, Filipe Lima, Ilídio Costa e Ricardo Santos. A prova regressa este ano ao campo de golfe do Santo da Serra, nos arredores do Funchal, depois de ter esta três anos no Porto Santo.
Forsyth, o último campeão no Santo da Serra, em 2008, é um dos candidatos ao título, numa lista que inclui os ingleses Robert Coles e Matthew Baldwin ou o galês Phillip Price vencedor de dois Open's de Portugal. O inglês Tommy Fleetwood, número 1 do Challenge Tour de 2011, encabeça a lista dos sete jogadores do top 10 da chamada segunda divisão do golfe europeu do ano passado que confirmaram presença.
O Madeira Islands Open foi igualmente afetado pela crise e contará com um "prize money" mais reduzido, na ordem dos 675 mil euros.

segunda-feira, maio 07, 2012

O paulista Alexandre Rocha terminou neste passado domingo faz um 73º lugar

O paulista Alexandre Rocha terminou neste passado domingo ( 6 de maio) em 73º lugar no Wells Fargo Championship, etapa do PGA Tour, com quase 5 milhões de euros em prémios.
O brasileiro somou 293 pancadas (68+75+73+77). O vencedor desta prova foi o o americano Rickie Fowler, com 274 pancadas, que venceu após derrotar o conterrâneo D.A. Points e o irlandês Rory McIlroy num playoff. Fowler levou para casa um prémio de 900 mil euros aproximadamente e foi a primeira vitória da sua carreira.
Alexandre Rocha, ocupa o lugar 231 do Ranking  FedexCup e é o 716 no Ranking Mundial. Esta participação valeu-o-lhe o cheuque de 26,500 euros.

Qatar Airways é a melhor companhia aérea

A companhia aérea Qatar Airways foi eleita a melhor transportadora do mundo na edição 2011 dos World Airlines Awards, destronando a Asiana Airlires no primeiro lugar

A Singapore Airlines, que costuma liderar muitas destas classificações, foi eleita a melhor companhia aérea da Ásia, ao passo que a Turkish Airlines é a melhor da Europa e a única a integrar o TOP 10 global. A brasileira TAM foi considerada Na a melhor da América do Sul.
É quase já um habito, as companhias aéreas da Ásia e do Médio Oriente dominarem, as votações qualitativas. Assim, os quase 19 milhões de inquiridos na edição 2011 dos World Airline Awards colocaram no TOP 10, por esta ordem, as transportadoras Qatar Airways (Qatar), Singapore Airlines (Singapura), Asiana Airlines (Coreia do Sul), Cathay Pacific (Hong Kong), Thai Airways (Tailândia), a Etihad Airways  dos Emirados Árabes Unidos, Air New Zealand (Nova Zelândia), Qantas Airways da Austrália, Turkish Airlines (Turquia) e por fim a Emirates  dos Emirados Árabes Unidos.
Nas outras categorias, destaque para a Air Asia, com base em Kuala Lumpur, que continua a ser considerada como a melhor companhia aérea low cost do mundo; para a Dragonair, eleita a melhor companhia aérea regional, para a ANA All Nippon, com o melhor serviço de terra, e ainda a Asiana Airlines, cujo tripulantes de cabine foram eleitos os melhores do mundo.
No que respeita a companhia nacional, a TAP perdeu o terceiro lugar na lista das melhores companhia do sul da Europa, estranhamente para a Air Malta. A Air Asia, continua a ser a melhor low cost do planeta. Ainda e no que respeita ás low costs, referência ainda para a EasyJet, que, sem surpresa, voltou a ser considerada a melhor companhia de baixo custo da Europa.

Rickie Fowler vence o Wells Fargo Championship

quinta-feira, maio 03, 2012

Rickie Fowler lidera com -6 o Wells Fargo Championship

http://www.pgatour.com/video/r/highlights/top_shots/2012/05/03/eqt12wellsrnd1fowlerpar12pgatour-2087465/index.html

Abu Dhabi receberá em Abril do próximo ano a Cimeira Mundial do World Travel and Tourism Council.


A 13ª Cimeira Global do Conselho Mundial de Viagens e Turismo (WTTC) vai decorrer para o ano em Abu Dhabi, em abril. O anúncio foi revelado durante a cerimónia de encerramento da Cimeira deste ano, que se realizou em Tóquio. De acordo com o presidente do WTTC, David Scowsill, o emirado foi escolhido devido ao “entusiasmo contagiante” demonstrado pelo governo e pela sua “impressionante importância dada ao crescimento do ‘turismo verde’ como estratégia de desenvolvimento”. Todos os anos, a cimeira anual do WTTC reúne mais de mil líderes mundiais do sector do turismo para debater assuntos estruturantes do sector.

quarta-feira, maio 02, 2012

LPGA Brasil Cup 2012


O Rio de Janeiro receberá a quarta edição do LPGA Brasil Cup, prova a contar para o circuito profissional feminino de profissionais. A competição vai ter lugar nos próximos dias 5 e 6 de maio no Itanhangá Golf Clube. Esta prova vai reunir trinta golfistas de 15 países  para disputarem  mais 355 mil euros em prémios.

Esta será a nona das 29 etapas da temporada 2012 do LPGA Tour. Além da presença das duas melhores golfistas do mundo, Pettersen e Creamer, a competição reunirá dez das cem primeiras colocadas do ranking mundial.

Os grandes destaques ficam por conta das duas atletas do Top 10: a norueguesa Suzann Pettersen (número 3) e a norte-americana Paula Creamer (décima). Entre as brasileiras, o principal nome é Ângela Park, que voltará a competir após dois anos fora dos campos. Em 2007, inclusive, Ângela foi apontada como jogadora revelação no LPGA Tour. Também estarão presentes Victoria Alimonda, 25 anos, única profissional brasileira em atividade nos Estados Unidos, e a veterana Luciana Bemvenuti, 43, profissional desde 1992.
O LPGA Brasil Cup 2012 receberá ainda a sueca Annika Sorenstam, considerada uma das melhores golfistas de todos os tempos, que virá no papel de Embaixadora do evento. Em sua carreira, Annika acumulou 89 vitórias, incluindo 72 torneios da LPGA, sendo dez Major Championships. Ela foi a primeira e única mulher a ultrapassar a marca de 20 milhões de dólares recebidos em premios pela LPGA.

LPGA Tour pode cancelar o torneio Blue Bay

O medo do coronavírus levou o LPGA Tour a cancelar a prova na china -Blue Bay LPGA, torneio com um US$ 2,1 milhões em prémios, que teria ...