segunda-feira, janeiro 09, 2006


Trade - Aviação

AIR FRANCE ELEITA MELHOR COMPANHIA TRANSATLÂNTICA 2005
PELOS LEITORES DA REVISTA AMERICANA GLOBAL TRAVELER


A Air France foi eleita « melhor companhia transatlântica 2005 » por cerca de 5 000 leitores da revista mensal Global Traveler Magazine, após ter sido realizado um estudo cujos resultados acabam de ser publicados. Marie-Joseph Malé, director geral da Air France para os Estados-Unidos, irá receber este prémio numa cerimónia organizada dia 17 de Janeiro em Nova Iorque.

Os leitores do « Global Travel » também designaram a SkyTeam, da qual a Air France é membro fundador, « melhor aliança aérea 2005 ».
« Estamos muito orgulhosos e felizes por esta distinção » declarou M.Malé. « A revista Global Traveler dirige-se a passageiros que viajam frequentemente por motivos profissionais, essencialmente em primeira classe e em classe executiva : este segmento de clientela corresponde a um dos nossos alvos mais importantes. A Air France continua a investir na melhora dos seus serviços, quando outras companhias defendem as restrições. »

« A Air France fez progressos espectaculares graças ao lançamento, este ano, dos seus Nouveaux Espaces du Voyage, dos quais beneficiaram nomeadamente os passageiros transatlânticos. Esta é sem duvida uma das razões pelas quais a Air France acaba de ser recompensada pelos nossos leitores » declarou Francis X. Gallagher, chefe de redacção da Global Traveler.

Durante a cerimónia de entrega de prémios, a Air France irá leiloar 2 bilhetes de avião, válidos em classe executiva. O produto dos leilões, organizados pela Global Traveler, irá reverter a favor da UNICEF, representada pelo seu embaixador Annette Roque Lauer.

terça-feira, dezembro 27, 2005

Divulgação de Noticia

FENAJ alerta para intervenção de Tanure na Varig
A Federação Nacional dos Jornalistas brasileiros (FENAJ) considera que a pior solução para a Varig é passar para o controlo do empresário Nelson Tanure, cuja intervenção no “Jornal do Brasil” e na “Gazeta Mercantil” se tem pautado pela liquidação de postos de trabalho e atropelos à lei.
Segundo o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade, quando o empresário Nelson Tanure afirma que o seu objectivo em relação à Varig é “optimizar o nível de empregos”, isso significa “em linguagem ‘tanuriana’ despedimentos em massa, terceirização e dificuldades, os mesmos procedimentos ilegais adoptados no 'Jornal do Brasil' e na 'Gazeta Mercantil', que ele também controla”. Em comunicado divulgado na imprensa brasileira a 27 de Dezembro, a FENAJ afirma que é “com indignação e preocupação cívica que jornalistas profissionais de todo o Brasil acompanham as manobras do empresário Nelson Tanure para comprar a Varig”, pelo que “os profissionais de imprensa representados por seus sindicatos se sentem na obrigação patriótica de alertar as autoridades e a sociedade para os riscos da transação”. Segundo o documento, “o desrespeito sistemático do referido empresário” pelas leis do trabalho e pelos direitos dos seus empregados, assim como os seus processos judiciais, permitem fazer uma ideia do “futuro incerto” que espera os trabalhadores da Varig caso a operação seja consumada. Um inimigo dos jornalistas Em pouco mais de uma década, afirma a FENAJ, Nelson Tanure acumulou negócios em diferentes sectores da economia e passou a engrossar a lista dos maiores devedores da Previdência. “Arrendatário dos tradicionais ‘Jornal do Brasil’ e ‘Gazeta Mercantil’, Tanure tornou-se “um dos maiores inimigos dos jornalistas preocupados com a dignidade da profissão e com a qualidade da informação recebida pela sociedade brasileira”, acusa a Federação. O “Jornal do Brasil”, a primeira investida de Tanure no sector dos média, viu a sua redacção “enfraquecida por salários aviltantes, pelo corte de mais da metade dos empregos, pela precarização das condições de trabalho e pela exploração de estagiários em proporções jamais vistas nas empresas de comunicação”, denuncia a FENAJ, sublinhando que há mais de 600 processos na Justiça do trabalho contra o “Jornal do Brasil”. Quanto à “Gazeta Mercantil”, o passivo chega a 90 milhões de reais, e a “sucursal carioca deste jornal, que já teve 30 profissionais, hoje está reduzida a dois repórteres”. O comunicado, que é subscrito pelos sindicatos dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, do Município do Rio de Janeiro, de Minas Gerais, do Distrito Federal, no Estado do Rio Grande do Sul, do Estado da Bahia e pela Associação Brasileira dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (Arfoc-Brasil), salienta ainda que para os “jornalistas de todo o Brasil, Nelson Tanure representa desemprego e menosprezo à dignidade dos trabalhadores” pelo que alertam “os credores das empresas ligadas à Varig sobre os riscos que estarão correndo com a efectivação do negócio” e rogam “às autoridades judiciárias que não permitam o desmanche de mais uma tradicional empresa brasileira”.

quinta-feira, dezembro 22, 2005


Trade Aviação
TAM Compra novos AirBus 350/900

A companhia aérea Brasileira TAM, assinou contrato para a compra de 10 aeronaves A350-900, com mais 5 de opção. A intenção da TAM em adquirir o A350, foi anunciada inicialmente em Junho passado, As entregas dos novos A350 da TAM estão previstas para começar em 2012.Os aviões serão dotados com interiores com configuração em 3 classes e serão operados nas linhas internacionais da companhia. O A350-900, a maior versão do modelo A350, poderá acomodar 300 passageiros em voos de até 13.890 km. Desta forma, a TAM renovará sua frota de aviões utilizados nos destinos de longo curso e ampliará sua capacidade, já que o A330-200, actualmente em operação na companhia, possui até 213 lugares.
Os novos A350 compartilham as modernas inovações tecnológicas criadas para o A380 e incluem o que existe de mais avançado. Com asas novas, fabricadas em materiais compostos e a fuselagem feita em ligas de alumínio lítio, Entre os componentes estão as novas turbinas, o trem de aterragem. O A350 vai oferecer uma vantagem incontestável em termos de consumo de combustível por assento, de custos por assento/km e de custos de caixa. Além disso, ele vai manter total padronização operacional com a família de aviões da Airbus de fuselagem larga e longo alcance, permitindo reter o efeito de família e complementando os A330 com os quais compartilha o mesmo certificado de tipo para pilotos.A TAM Linhas Aéreas lidera o mercado doméstico brasileiro, tendo registado do mês de Novembro 43,8% de market share. A TAM voa para 45 cidades no Brasil. Com os acordos comerciais firmados com companhias regionais, chega a 72 destinos diferentes do território nacional. As operações para o exterior abrangem cinco destinos directos: Nova York e Miami (EUA), Paris (França), Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile). Com a TAM Mercosul, vai a Assunção, Montevidéu, Punta del Este, Ciudad del Este, Santa Cruz de la Sierra e Cochabamba. Além disso, mantém acordos de code-share com companhias internacionais que possibilitam ao passageiro viajar para grande diversidade de destinos no mundo. O seu cartão fidelidelização, pioneiro para empresa aérea no Brasil, possui actualmente 2,6 milhões de associados e já distribuiu 3 milhões de bilhetes por meio de resgate de pontos.

sábado, dezembro 10, 2005


GOLFE - TORNEIOS

World Golf Championships – Algarve World Cup – Portugal

Ladies and Gentlemen’s From Wales Stephen Dodd and Bradley Dredge

No mais recente campo de golfe português, Victoria Clube desenhado por Arnold Palmer, a dupla galesa Stephen Dodd e Bradley Dredge foi a grande vencedora da edição de 2005 do World Golf Championships – Algarve World Cup em Portugal.

O País de Gales não vencia esta prova desde 1987, ano que a prova se realizou no Havia, na altura a equipa galesa era constituída por Ian Woosnam e David Llewellyn, tendo-se de realizar um play-off contra a equipa da Escócia formada por Sandy Lyle e Sam Torrance. Este ano, não foi necessário nem um play-off nem mesmo houve o quarto dia de prova, em virtude do temporal que se fez abater neste região de veraneio, um dos destinos mais procurados do mundo pelos golfistas, o que levou á anulação do ultimo dia de prova, e segundo o Director de Prova, esta poderia ser adiada para o dia seguinte, mas tendo as conta condições climatéricas serem mas mesmas para o dia seguinte, 2ª feira, a organização resolveu atribuir as classificações do dia anterior. Assim, o País de Gales venceu pela segunda vez e a dupla galesa levou para casa cerca de 700 mil dólares cada.Stephen Dodd, 49 anos ocupa a 17ª posição na Ordem de Mérito Europeia e 75º do Ranking Mundial, este ano venceu o Nissan Irish Open, o seu parceiro Bradley Dredge, 32 anos, 16º da ordem de mérito europeia e 82º no ranking mundial. Bradley Dredge, venceu em 2003 o Open da Madeira – Portugal, prova do Circuito Europeu.A equipa galesa chegara ao terceiro dia de prova com 189 pancadas, 27 pancadas abaixo do par do campo e com duas pancadas de vantagem sobre a equipa inglesa constituída por Luke Donald e Paul Casey.Portugal como país anfitrião apresentou uma equipa constituída por Filipe Lima, 23 anos, luso-francês, jogador do Europeantour, que recentemente se classificou em 3º no Open de Portugal e 5º no Open de Madrid, ocupando a 71ª poisção do Ranking Europeu, fazendo par com António Sobrinho, 34 anos, nascido em Angola, que detém 9 títulos da ordem de mérito da PGA Portugal defende as cores de Portugal. Portugal acabaria por ficar na 20ª posição, fazendo no terceiro e, aquele que seria o ultimo 63 pancadas, empatada com a Escócia.Um total de 24 Nações, incluindo o país anfitrião, participaram neste prestigioso evento, com um prize money de 4 milhões de Dólares, cerca de 3,3 milhões de Euros.


O Campo
O Victoria Clube de Golfe é o mais recente Campo de Golfe do Algarve, tendo aberto as suas portas no passado em Setembro último. Com 18 buracos, par 72, os seus 6.560m de comprimento fazem dele o mais longo de Portugal. Ocupando uma área de 90hectares de terreno praticamente plano, inclui um conjunto de mounds –traçado das montanhas que se recortam no horizonte –que lhe confere movimento e harmonia. O percurso algarvio é ainda marcado pela exuberância do seu corpo de água, com cascatas de belo efeito estético, sendo já considerado um dos mais belos campos da Europa.

*Jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association

REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT AUTO PORTUGUESA

quinta-feira, dezembro 01, 2005

Golfe Torneios - Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA

DANTAS DA SILVA LIDERA SOBRINHO E DIAS PERSEGUEM

Pelo segundo ano consecutivo, António Dantas da Silva lidera no final da primeira volta do Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA, de 15 mil euros em prémios, que arrancou hoje (Quinta-feira), no bem tratado percurso da Quinta de Cima, incorporado no complexo da Quinta da Ria, nos arredores de Tavira.

Há um ano, no RibaGolf-1, o profissional da Penha Longa partilhava o comando da prova após 18 buracos com João Pedro Carvalhosa (Estela) e Nuno Campino (Paço do Lumiar). Concluídos 36 buracos, isolou-se na frente, mas na última da volta acabaria por contentar-se com o segundo posto, ao ser ultrapassado por Henrique Paulino (Halcon/LSM/PósTejo).
«Desde o ano passado que coloquei como principal objectivo ganhar um torneio do PGA Portugal Tour. Em 2004 estive muito perto, mas não o consegui, apesar de ter encerrado a época como nº2 da Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal. Agora, coloquei-me de novo em boa posição, mas sei que não será fácil», disse o jogador que regressou à competição em 2002, depois de uma recuperação milagrosa de uma doença prolongada que chegou a colocar em risco a sua própria vida.
António Dantas da Silva foi o único a bater o Par-72 do campo da Quinta de Cima, que, ainda há pouco mais de um mês, recebeu a etapa portuguesa do European Seniors Tour. «O campo está excelente, os ‘greens’ espectaculares e os ‘fairways’ muito bons. Tudo isso motivou-me a jogar bem», declarou o actual nº9 do PGA Portugal Tour, autor de uma primeira volta em 71 pancadas, 1 abaixo do Par.
«Comecei muito bem, com um ‘birdie’ no 1 e, no final de 6 buracos, já ia com 5 abaixo do Par. Isso deu-me confiança, e apesar do ‘bogey’ no 9, do duplo no 17 (bola na água) e de outro ‘bogey’ no 18, sinto que joguei bem. Falhei um único ‘shot’ durante todo o dia», acrescentou Dantas da Silva, que elogiou o grupo de amadores com que actuou: «Eram todos muito simpáticos, eu até já conhecia o José Gramaxo, o presidente do C.G. Arquitectos, e um deles até sabia tudo sobre os ‘greens’, pois já tinha jogado várias vezes, tendo-me ajudado em alguns buracos»
António Dantas da Silva é perseguido, por apenas 1 pancada, por António Sobrinho (Vale do Lobo/C.G. Arquitectos) e José Dias (Oceânico Developments), enquanto Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa) e o amador de alta competição Ricardo Santos (Vilamoura) estão a 2 ‘shots’.
Do total de 51 profissionais e 4 amadores de alta competição, 4 não conseguiram completar a primeira volta, concluindo-a amanhã (Sexta-feira). A segunda volta inicia-se às 07:30h e, para evitar a repetição do sucedido hoje, a PGA de Portugal decidiu fazer saídas simultâneas de dois ‘tees’ (1 e 10).

O ‘top-ten’ provisório do Clube de Golfe dos Arquitectos PGA Masters, após a primeira volta incompleta na Quinta de Cima, está organizado do seguinte modo:

1º António Dantas da Silva (Penha Longa), 71 (-1).
2º José Dias (Oceânico Developments), 72 (Par).
2º António Sobrinho (Vale do Lobo/C.G. Arquitectos), 72 (Par).
4º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), 73 (+1).
4º Ricardo Santos (Vilamoura), 73 (+1).*
6º João Pedro Carvalhosa (Estela), 74 (+2).
6º Hugo Santos (Vilamoura), 74 (+2).
6º Ricardo Melo Gouveia (Vilamoura), 74 (+2).*
9º Henrique Paulino (Halcon/ PosTejo /LSM), 75 (+3).
9º Pedro Lemos (Norgolf/Nike), 75 (+3).
9º Brian Evans (Pinheiros Altos), 75 (+3).
* Amador

quarta-feira, novembro 30, 2005

Golfe Torneios

Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA

DANIEL SILVA REGRESSA
PAULINO DEFENDE TÍTULO O DESAFIADOR PERCURSO DA QUINTA DE CIMA RECEBE, DE AMANHÃ A DOMINGO, OS MELHORES PROFISSIONAIS PORTUGUESES E A NATA DOS AMADORES DO CG



O DESAFIADOR PERCURSO DA QUINTA DE CIMA RECEBE, DE AMANHÃ A DOMINGO, OS MELHORES PROFISSIONAIS PORTUGUESES E A NATA DOS AMADORES DO CG ARQUITECTOS
Daniel Silva regressou ao PGA Portugal Tour e disputará as duas últimas provas do calendário profissional português, começando amanhã (Quinta-feira) o Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA, no belo e desafiador percurso da Quinta de Cima, incorporado no complexo da Quinta da Ria, nos arredores de Tavira.

Um total de 51 profissionais disputará o “bolo” global de 15 mil euros em prémios monetários, acompanhados de quatro amadores de alta competição (Ricardo Santos, António Rosado, Daniel Silva e Ricardo Melo Gouveia). Nos dois primeiros dias de competição (Quinta e Sexta-feira), estes 55 jogadores actuarão ao lado dos 160 amadores do C.G. Arquitectos, num ‘Pro-Am’ (‘Am-Am’ no caso dos amadores de alta competição) disputado no sistema de ‘fourball better-ball’. No último dia (Sábado), os profissionais e amadores de alta competição competem sós na Quinta de Cima.
\r\n \r\nDaniel Silva, considerado o melhor golfista português de \r\ntodos os tempos, venceu o primeiro evento do PGA Portugal Tour 2005, o Mota \r\nEngil PGA Classic, em Amarante, e ainda participou no Range Rover Corporate Open \r\nPGA Portugal (Belas) e no Vidago Palace Classic, antes de emigrar para o Canadá, \r\nonde foi dirigir um campo de um complexo de golfe. O seu momento de forma é uma \r\nincógnita, embora esteja cheio de motivação, depois de ter assistido ao vivo à \r\nAlgarve World Cup in Portugal, há duas semanas.\r\n \r\nQuem assegura atravessar um bom momento é Henrique \r\nPaulino, que defende o título do Masters, conquistado há um ano no RibaGolf-1. \r\n«Não jogo desde a Escola de Qualificação do European Tour, mas tenho treinado \r\nmuito», disse o campeão nacional de 2003, que procura manter o registo de um \r\ntítulo por ano: «Ainda faltam dois torneios até ao final da \r\népoca».\r\n \r\nO facto de nunca ter jogado na Quinta de Cima não assusta \r\no André Agassi do golfe português: «Já fui à ‘Internet’ retirar o máximo de \r\ninformações possíveis sobre o campo e tenho trabalhado nos ‘shots’ que poderão \r\najudar-me a vencer o torneio. Quando se está a jogar bem, joga-se em qualquer \r\ncampo. Impressionou-me o Lima ter feito 10 abaixo do Par na Estela depois de uma \r\núnica volta de treino. Acho que, esta semana, vão acontecer coisas \r\nengraçadas».",1]
Daniel Silva, considerado o melhor golfista português de todos os tempos, venceu o primeiro evento do PGA Portugal Tour 2005, o Mota Engil PGA Classic, em Amarante, e ainda participou no Range Rover Corporate Open PGA Portugal (Belas) e no Vidago Palace Classic, antes de emigrar para o Canadá, onde foi dirigir um campo de um complexo de golfe. O seu momento de forma é uma incógnita, embora esteja cheio de motivação, depois de ter assistido ao vivo à Algarve World Cup in Portugal, há duas semanas.

Quem assegura atravessar um bom momento é Henrique Paulino, que defende o título do Masters, conquistado há um ano no RibaGolf-1. «Não jogo desde a Escola de Qualificação do European Tour, mas tenho treinado muito», disse o campeão nacional de 2003, que procura manter o registo de um título por ano: «Ainda faltam dois torneios até ao final da época».

O facto de nunca ter jogado na Quinta de Cima não assusta o André Agassi do golfe português: «Já fui à ‘Internet’ retirar o máximo de informações possíveis sobre o campo e tenho trabalhado nos ‘shots’ que poderão ajudar-me a vencer o torneio. Quando se está a jogar bem, joga-se em qualquer campo. Impressionou-me o Lima ter feito 10 abaixo do Par na Estela depois de uma única volta de treino. Acho que, esta semana, vão acontecer coisas engraçadas».
\r\n \r\nEm 2005, João Pedro Carvalhosa foi o único a conseguir \r\nsomar dois títulos (Range Rover Corporate Open PGA de Portugal e LG Classic PGA \r\nPortugal). No C.G. Arquitectos Masters PGA outros três jogadores poderão \r\nigualá-lo: Daniel Silva (Mota Engil PGA Classic), Sérgio Ribeiro (Vidago Palace \r\nClassic) e António Sobrinho (Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil). \r\nFilipe Lima, o campeão do Oceânico Developments PGA Open, será o grande ausente \r\nna Quinta de Cima.\r\n \r\nA rivalidade entre estes jogadores – com Nuno Campino no \r\nmeio, mesmo sem ter ganho qualquer torneio do Tour – faz com que a luta na Ordem \r\nde Mérito Mota Engil/PGA de Portugal esteja acesa. Até ao final do ano, muita \r\ncoisa pode acontecer, uma vez que o 5º classificado (Carvalhosa) tem ainda \r\nlegítimas aspirações ao 2º lugar de Sobrinho.\r\n \r\nA Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal está \r\nordenada do seguinte modo:\r\n \r\n‘Top-10’\r\n",1]
);
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Em 2005, João Pedro Carvalhosa foi o único a conseguir somar dois títulos (Range Rover Corporate Open PGA de Portugal e LG Classic PGA Portugal). No C.G. Arquitectos Masters PGA outros três jogadores poderão igualá-lo: Daniel Silva (Mota Engil PGA Classic), Sérgio Ribeiro (Vidago Palace Classic) e António Sobrinho (Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil). Filipe Lima, o campeão do Oceânico Developments PGA Open, será o grande ausente na Quinta de Cima.

A rivalidade entre estes jogadores – com Nuno Campino no meio, mesmo sem ter ganho qualquer torneio do Tour – faz com que a luta na Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal esteja acesa. Até ao final do ano, muita coisa pode acontecer, uma vez que o 5º classificado (Carvalhosa) tem ainda legítimas aspirações ao 2º lugar de Sobrinho.

A Ordem de Mérito Mota Engil/PGA de Portugal está ordenada do seguinte modo:

‘Top-10’
1º Filipe Lima (Amendoeira Golf Resort), \r\n€160.232,09.*\r\n2º António Sobrinho (Vale do Lobo/Clube de Golfe dos \r\nArquitectos), €10.811,00.\r\n3º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), \r\n€8.049,50.\r\n4º Nuno Campino (Paço do Lumiar), \r\n€7.825,00.\r\n5º João Pedro Carvalhosa (Estela), \r\n€6.982,50.\r\n6º Scott Taylor (Pinheiros Altos), \r\n€5.430,00.\r\n7º Brian Evans (Pinheiros Altos), \r\n€5.090,00.\r\n8º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), \r\n€4.745,00.\r\n9º António Dantas da Silva (Penha Longa), \r\n€4.417,50.\r\n10º Jorge Rodrigues (Nevada Bobs/Cêbê), \r\n€4.295,00.\r\n\r\n",1]
);
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1º Filipe Lima (Amendoeira Golf Resort), €160.232,09.*
2º António Sobrinho (Vale do Lobo/Clube de Golfe dos Arquitectos), €10.811,00.
3º Sérgio Ribeiro (Miramar/MaiAuto-Saab/Gheisa), €8.049,50.
4º Nuno Campino (Paço do Lumiar), €7.825,00.
5º João Pedro Carvalhosa (Estela), €6.982,50.
6º Scott Taylor (Pinheiros Altos), €5.430,00.
7º Brian Evans (Pinheiros Altos), €5.090,00.
8º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), €4.745,00.
9º António Dantas da Silva (Penha Longa), €4.417,50.
10º Jorge Rodrigues (Nevada Bobs/Cêbê), €4.295,00.
\r\n* 50% do ‘prize-money’ auferido no European Tour de 2005, \r\nmais o prémio de vitória no Oceânico Developments PGA \r\nOpen.\r\n \r\nPS-1: \r\nA foto que incluímos no e-mail é da autoria de Pedro \r\nTavares e uma cortesia da Best Golf: Daniel Silva, quando ganhou o Mota Engil \r\nPGA Classic.\r\n\r\n \r\nPS-2: \r\nPara mais informações consulte ",1]
www.pgaportugal.com ou Hugo Ribeiro hugoribeiro@pgaportugal.com
96 404 56 22 ou 93 422 08 53

terça-feira, novembro 01, 2005


Trade

Portugal - O principal emissor de turistas do continentepara o Brasil

Segundo os dados emitidos pela EMBRATUR, o cenário turístico, quando ao fluxo de de turistas estrangeiros para o Brasil, está a mudar graças a Portugal. No ano passado, o país se consolidou como o principal emissor de turistas daEuropa para Brasil, passando à frente da Alemanha. No rankinggeral, garantiu a terceira posição, ficando atrás apenas de Argentina e Estados Unidos, correspondendo a um crescimento de 46,78%, o que equivale a 336.988 portugueses escolheram que escolheram o Brasil como o “seu” Destino em 2004, contra 229.594 no ano homólogo. Ainda e de acordo com dados doAnuário Estatístico 2005 da EMBRATUR (Instituto Brasileiro deTurismo). Atualmente, o país responde por 7,13% do volume deestrangeiros no Brasil - em 2004 foram 4,7 milhões. Em 1994representava 2,36%, era o quarto colocado na Europa e o nonono quadro geral. Até 2002, era quarto e oitavo,respectivamente, sendo responsável por 4,45% do fluxo turístico do Brasil.

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...