quinta-feira, abril 27, 2006

FILIPE LIMA LIDERA OPEN DE ESPANHA


GOLFE - OPEN DE ESPANHA

FILIPE LIMA LIDERA OPEN DE ESPANHA

Com uma espectacular volta de 65 pancadas, Filipe Lima comanda o Open de Espanha. Nuno Campino, fez 77 e será difícil passar o ‘cut’.

Dando seguimento à bem sucedida digressão pela China, o português Filipe Lima iniciou hoje da melhor forma a sua prestação no Open de Espanha, dotado com 1,65 milhões de euros em prémios: com uma volta inaugural de 65 pancadas ao percurso andaluz de San Roque (Par 72), o seu melhor registo da época, partilha o comando com o inglês Graeme Storm.
Ainda a refazer-se da longa viagem de regresso à Europa, depois de ter sido 15º e 3º classificado, nos dois últimos domingos, em Pequim e em Xangai (em provas co-sancionadas pelos principais circuitos da Europa e da Ásia), Lima foi dos que mais cedo começou a jogar (9h05m locais) e esteve no topo do ‘leaderboard’ durante praticamente todo o dia.
Jogando no mesmo grupo do sul-africano Darren Fichtard e do galês Philip Price (duplo vencedor do Open de Portugal (em 1994 e 1999), o português começou a sua prestação no buraco 10 e fê-lo de forma quase perfeita: somava seis abaixo do Par após os primeiros sete buracos, com quatro ‘birdies’ (10, 11, 12 e 15) e um ‘eagle’ (16), este num Par 5 de 457 metros, onde bateu ‘driver’e ferro 5 para depois concretizar com êxito um ‘putt’ de três metros.
O único ‘bogey’ do dia aconteceu logo na entrada para a segunda metade do campo, no buraco 1, mas Lima não se deixou ir abaixo e fez mais dois ‘birdies’ (7 e 8). «Estou motivado e a aproveitar o momento. O resultado foi mais baixo aqui porque o campo é mais simples que os da China», disse o jogador ao Gabinete de Imprensa da FPG.
O melhor golfista nacional da actualidade considera mesmo que podia ter feito melhor: «Fui-me abaixo após os primeiros nove buracos, falhando alguns ‘shots’ e ‘putts’, porque fiquei cansado. Ainda estou com o ‘jet-lag’ e ontem até participei no ‘pro-am’ de manhã. Mas depois voltei a jogar bem e espero descansar hoje», explicou.
Lima e Storm iniciam amanhã a segunda ronda com a vantagem mínima sobre um quinteto composto pelos espanhóis Raul Ballesteros e Juan Parron, o sul-africano Titch Moore, o inglês Miles Tunniclif e o irlandês Stephen Browne. O detentor do título, o sueco Peter Hanson, encontra-se um degrau abaixo, com 67.
Domingo passado, Lima partilhou o terceiro lugar do BMW Asian Open, em Xangai, com o escocês Colin Montgomerie (68 na primeira volta do Open de Espanha), o que lhe valeu o maior prémio da sua carreira (83,7 mil euros) e a subida de 74 lugares na Ordem de Mérito 2006 do European Tour (do 131º para 57º), uma tabela na qual foi 73º em 2005. No ‘ranking’ mundial passou de 297º para 231º.
A excelência da exibição de Lima contrastou com as dos outros três portugueses que também hoje começaram a competir no estrangeiro. Nuno Campino entregou um cartão com 77 pancadas no Open de Espanha, ocupa a 150ª posição e dificilmente conseguirá passar amanhã o ‘cut’, fixado provisoriamente em 71 (-1).

Golfe Nacional -Vidago Palace PGA Classic

Golfe Nacional -Vidago Palace PGA Classic

ANTÓNIO SOBRINHO LIDERA PERSEGUIDO POR PAULINO E CHAVES

COM O ‘TOP-TEN’ SEPARADO POR 7 PANCADAS, HÁ AINDA MUITOS CANDIDATOS PARA O TÍTULO QUE SE DECIDE AMANHÃ, NUM CAMPO EM QUE O RECORDE DE 18 BURACOS SÃO 5 ABAIXO DO PAR

António Sobrinho parte amanhã (Sexta-feira) na liderança para a última volta do Vidago Palace PGA Classic, o torneio de 15 mil euros em prémios monetários, que a Best Golf está a organizar no lindíssimo campo de 9 buracos do Hotel Vidago Palace.
O profissional de Vale do Lobo igualou hoje (Quinta-feira) o Par-66 do sinuoso percurso desenhado por McEnzie Ross e isolou-se no comando com 133 pancadas, 1 acima do Par.
A vantagem do nonocampeão nacional é, no entanto, bastante escassa, de apenas 1 ‘shot’, para uma dupla de rivais constituída por Henrique Paulino (Fernão Mendes Pinto SA) e João Chaves (ESAY/Santo Estêvão), que entregaram hoje cartões de 66 e 67, respectivamente.
Em quarto lugar, a 2 pancadas do líder, surgem dois antigos colegas do ‘dream team’ amador do Clube de Golfe de Vilamoura, que se tornaram profissionais na época transacta, Hugo Santos (Lusotur Golfes) e Pedro Lemos (Balaia Golf Village), que nesta segunda volta registaram, respectivamente, resultados de 68 e 66.
Com o ‘top-ten’ separado por apenas 7 pancadas, está criada uma enorme expectativa para os derradeiros 18 buracos de amanhã, estando as saídas marcadas para as 08:00 horas.
«Tudo pode ainda acontecer e há ainda muitos com hipóteses de ganhar», disse António Sobrinho, que no ano passado encabeçava o ‘leaderboard’ a 9 buracos do fim, mas que foi ultrapassado graças a uma última volta de sonho de Sérgio Ribeiro, que, com 5 abaixo do Par, estabeleceu um novo recorde do campo. O profissional de Miramar, patrocinado pela Rodex-Mazda e pela Gheisa, precisará de outro feito semelhante para revalidar o título, uma vez que hoje tombou para o sexto lugar após um ‘score’ de 69.
Sobrinho, que venceu o Vidago Palace PGA Classic em 2004, sabe que tem «experiência suficiente para gerir o resultado, mesmo sem estar a jogar bem», mas continua insatisfeito «por não estar a ser capaz de produzir o normal», mantendo «a dificuldade em “patar”». «Hoje fiz 3 ‘birdies’ e 3 ‘bogeys’ e sei que num campo curto como este deveria estar a fazer mais ‘birdies’. Não está a ser fácil fazer poucas pancadas», considerou o nº2 da Ordem de Mérito da PGA de Portugal de 2005.
Nos últimos anos, um dos principais rivais de António Sobrinho no PGA Portugal Tour tem sido Henrique Paulino. Foi o profissional da Fernão Mendes Pinto SA que lhe “roubou” o título de campeão nacional de profissionais em 2003, foi ele quem se apoderou do troféu do Clube de Golfe dos Arquitectos Masters PGA em 2004 e foi ele, uma vez mais, quem discutiu com ele o Campeonato Nacional de Profissionais em 2005. No ano passado, um desacordo entre ambos sobre uma regra provocou um autêntico golpe de teatro que foi a desistência de Paulino a meio da última volta, entregando de mão beijada o nono campeonato nacional a António Sobrinho.
“Sobras” recusa a existência de uma rivalidade negativa entre ambos: «Não tenho nada contra o Henrique e o que ele fez no ano passado em Amarante só o prejudicou a ele. Não tenho expectativas que volte a desistir amanhã e no campo sou daqueles jogadores que nunca criam inimigos. Dou-me bem com todos. Amanhã, irei respeitar o Henrique e o João Chaves, pois sei que têm hipóteses de ganhar».
João Chaves não integrava um último grupo de um torneio, numa última volta, desde aquele Campeonato Nacional de Profissionais de 2003. «Nesse dia tive um colapso, mas era o meu primeiro torneio como profissional, não estou à espera que isso volte a acontecer amanhã. É certo que o campo não está fácil para ninguém e que no último dia a situação é mais séria, mas sinto-me em controlo do meu jogo, hoje voltei a ter uma volta regular, consistente e sinto que sou melhor jogador do que há três anos», disse o profissional de ensino de Santo Estêvão.
O ‘top-ten’ do Vidago Palace PGA Classic após 36 buracos está ordenado do seguinte modo:
1º António Sobrinho (Vale do Lobo), 133 (67+66), +1.
2º Henrique Paulino (Fernão Mendes Pinto SA), 134 (68+66), +2.
2º João Chaves (ESAY/Santo Estêvão), 134 (67+67), +2.
4º Pedro Lemos (Balaia Golf Village), 135 (69+66), +3.
4º Hugo Santos (Lusotur Golfes), 135 (67+68), +3.
6º Sérgio Ribeiro (Miramar/Gheisa/Mazda-Rodex), 136 (67+69), +4.
7º Pedro Cardoso (Golf Park Madrid), 138 (69+69), +6.
7º João Pedro Carvalhosa (Estela), 138 (67+71), +6.
9º Alfredo Cunha (Ponte de Lima), 139 (68+71), +7.
10º Jorge Rodrigues (Tróia), 140 (74+66), +8.
10º Nelson Ribeiro (Miramar), 140 (71+69), +8.
10º Nelson Cavalheiro (Golfe do Morgado), 140 (68+72), +8.

GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL

domingo, abril 23, 2006

Golfe Internacional - BMW Asian Open


Golfe Internacional - BMW Asian Open

LIMA ficou em terceiro a uma pancada do vencedor

O profissional português Filipe Lima, terminou no pódio a sua digressão por terras chinesas, facturando no BMW Asian Open o maior prémio da sua carreira e subindo 74 lugares na Ordem de Mérito do Circuito Europeu.

Uma semana depois de ter sido 15º no Volvo China Open, em Pequim, o português Filipe Lima alcançou hoje um brilhante terceiro lugar, “ex-aequo” com o escocês Colin Montgomerie, no BMW Asian Open (dotado com 1,4 milhões de euros em prémios), que decorreu no percurso do Tomson Pudong GC (Par 72), em Xangai.
Lima subiu do oitavo lugar ao pódio com uma volta final de 68 pancadas, para um total de 282 (71-70-73-68), seis abaixo do Par, ficando separado pela diferença mínima dos dois jogadores que terminaram os 72 buracos regulamentares em primeiro – o espanhol Gonzalo Fernandez-Castaño, que viria a vencer no ‘play-off’, e o sueco Henrik Stenson, que liderara desde o primeiro dia.
O melhor registo da época para o golfista luso proporcionou-lhe também o maior prémio monetário da sua carreira, no valor de 83,7 mil euros. E permitiu-lhe dar um salto significativo na Ordem de Mérito do European Tour – de 131º para 57º, com um total de 122,7 mil euros. Resta saber, amanhã (segunda –feira), quantos lugares irá subir no “ranking” mundial, onde antes do BMW Asian Open ocupava o 297º lugar.
O jogador luso, de 24 anos, repetiu assim em Xangai o terceiro lugar no Open de Portugal de 2005, no Oitavos Golfe, naquele que foi o seu primeiro ano a tempo inteiro no European Tour. E está no bom caminho para superar a 73º posição final na Ordem de Mérito com que encerrara a época passada, durante a qual acumulou 310 mil euros em prémios.
Lima iniciara a última jornada empatado com Montgomerie na oitava posição, a quatro pancadas de Stenson. E chegou a liderar quando arrancou um ‘eagle’ no buraco 13, altura em que passou a somar cinco abaixo do Par – antes tinha feito quatro ‘birdies’ (2, 6, 9 e 11) contra apenas um ‘bogey’ (12). Mas o segundo ‘bogey’ do dia (no 14) impediu-o de ir, pelo menos, ao ‘play-off’ em morte súbita que decidiu o vencedor.
Filipe Lima irá participar, já a partir de quinta-feira, no Open de Espanha (1,6 milhões de euros em prémios), no percurso andaluz de San Roque.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

sábado, abril 22, 2006


GOLFE – INTERNACIONAL Open da Ásia em Xangai

LIMA E MONTEGOMERIE EMPATADOS



Sobre condições bastante adversas, o português Filipe Lima, está empatado com a estrela mundial Colin Montgomerie, após a terceira volta do BMW Asian Open

Debaixo de muito frio e ventos fortes, no campo do Tomson Pudong GC (Par 72), em Xangai, o português Filipe Lima concluiu hoje a terceira volta do BMW Asian Open com 73 pancadas, descendo do terceiro ao oitavo lugar, com um total de 214 (71-70-73), o mesmo agregado do escocês Colin Montgomerie (69-74-71), número 16 do ‘ranking’ mundial.
Apesar de estar empatado na tabela com esta lenda do golfe europeu, ambos com duas pancadas abaixo do Par, Lima jogará amanhã a última jornada emparelhado com o espanhol José Manuel Lara, que faz parte do trio de décimos classificados. O representante luso está a quatro pancadas do líder, o sueco Henrik Stenson, e ainda terá uma palavra a dizer, domingo, em relação à questão do título.
«Sim, ainda acredito, nunca se sabe», diz o jogador. «De qualquer maneira, são já duas semanas seguidas em que me mantenho no ‘leadeboard’, a jogar nas últimas partidas. É bom verificar que o meu treino está finalmente a ser recompensado, assim já dá vontade de trabalhar ainda mais», afirmou o jogador no final da volta ao Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe.
Hoje, integrado no trio do primeiro e segundo classificados, respectivamente, Stenson e o escocês Paul Lawrie, Lima esteve mais irregular que nos dois dias anteriores: quinta-feira e sexta-feira tinha feito apenas um ‘bogey’, algo de que poucos participantes se podiam orgulhar; este sábado, porém, entregou um cartão com o registo de quatro ‘bogeys’ (nos buracos 1, 6, 15 e 16), contra apenas três ‘birdies’ (2, 3 e 7).
«O problema é que fiz quatro vezes três ‘putts’, tal como sucedera por ocasião do ‘bogey’ de sexta-feira», explicou o jogador. «Nos buracos 15 e 16, estava ligeiramente fora do ‘green’, mas utilizei o ‘putter’. Também não me posso queixar, porque tive vários ‘putts’ compridos que entraram», acrescentou Lima, que na semana passada foi 15º no Volvo China Open, em Pequim, depois de se ter mantido na segunda posição durante os dois primeiros dias.
O melhor golfista luso da actualidade tinha iniciada a terceira volta a duas pancadas de Stenson, líder desde o primeiro dia, e acabou-a com uma desvantagem de quatro ‘shots’, já que o escandinavo concluiu com 71, para um total de 210 (-6), mantendo-se firme no topo, à distância mínima do espanhol Gonzalez Fernandez-Castaño, com 211. Paul Lawrie, tal como o português, fez 73.
O BMW Asian Open é co-sancionado pelos Circuito Europeu e Asiático, sendo dotado com 1,4 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para o vencedor. Lima está assim bem colocado para registar nova subida significativa na Ordem de Mérito do European Tour e no “ranking” mundial.
Domingo passado, o ‘top-15’ em Pequim permitiu-lhe saltar 29 lugares na primeira tabela (de 160º para 129º) e 15 na segunda (de 312º para 297º). Lima facturou 38,8 mil euros em prémios nos oito torneios do Circuito Europeu realizados em 2006, estando ainda longe dos 310 mil euros acumulados em 2005, e que lhe valeram a 73ª posição final na Ordem de Mérito.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

sexta-feira, abril 21, 2006

Golfe – Internacional Open da Ásia em Xangai

Golfe – Internacional Open da Ásia em Xangai

FILIPE LIMA SOBE AO 3º LUGAR

O golfista português, de 24 anos, subiu ao pódio provisório do BMW Asian Open após uma segunda volta em 70 pancadas, debaixo de condições muito adversas no Tonson Pudong GC de Xangai.

Filipe Lima protagonizou hoje uma subida notável na segunda jornada do BMW Asian Open, no percurso do Tomson Pudong GC (Par 72), em Xangai. Com uma volta de 70 pancadas, o português descolou dos 16 jogadores com quem partilhava na véspera a 18ª posição, todos com 70, para passar a integrar o quarteto de terceiros classificados provisórios, com um total de 141, três abaixo do Par do campo.
A segunda ronda foi interrompida às 16h46 locais (8h46 em Lisboa), devido a trovoada nas redondezas, deixando 42 jogadores (14 grupos) com as suas prestações incompletas. Destes, apenas um jogador deverá poder ultrapassar Lima: o inglês Richard Bland, que seguia com duas abaixo do Par após 12 buracos. O líder do primeiro dia, o sueco Henrik Stenson, mantinha-se no comando, com -5, numa altura em que lhe faltava só jogar o buraco 18.
«Está muito difícil, aqui», esclareceu o português. «Precisamos de nos concentrar para colocar a bola no meio do ‘fairway’ e depois o segundo ‘shot’ no ‘green’. Se fazemos dois ‘putts’ para Par, tudo bem, e se metemos o ‘putt’ para ‘birdie’, é um bónus. Mas o Par é um bom resultado na maioria dos buracos, sobretudo quando o vento sopra», acrescentou o golfista, de 24 anos.
Ontem, Lima entregou um cartão com o registo de 17 Pares e um ‘birdie’, hoje fez três ‘birdies’ e um ‘bogey’, naquele que foi o único buraco em que perdeu uma pancada para o Par nestas duas primeiras voltas. Para se ter uma dimensão do alto nível de jogo que está a praticar em Xangai, refira-se que apenas dois concorrentes fizeram melhores segundas voltas – o inglês Graeme Storm e o alemão Sven Struver, ambos com 69.
A jornada dois será completada amanhã de manhã (madrugada em Lisboa), mas enquanto tal não acontece Filipe Lima está empatado em terceiro com o malaio Danny Chia (71-70), o filipino Frankie Minoza (69-72) e o irlandês Peter Lawrie (69-72), a dois ‘shots’ do primeiro e à distância mínima do segundo, o escocês Paul Lawrie (140, 70-70), o último europeu a vencer uma prova do Grand Slam, por ocasião do Open Britânico de 1999.
\n \nO representante luso na \nalta-roda do golfe mundial confirma assim que está em nítido crescendo de forma \nna presente época. Este é o segundo ‘cut’ consecutivo que passa com distinção em \nterras chinesas, uma semana depois de ter atingido a fase final do Volvo China \nOpen, em Pequim, na segunda posição. Lima terminaria esta prova em 15º, o seu \nmelhor registo do ano, que lhe valeu um prémio de 20 mil euros e a subida de 29 \nlugares na Ordem de Mérito do European Tour, do 161º para 131º, com um total de \n38,8 mil euros em prémios. Na época passada ocupou a 73ª posição final nesta \ntabela, com 310 mil euros.\n \n«Na última semana o meu \njogo estava muito sólido e certamente que trouxe a embalagem», considera Lima. «Acho até que, em termos gerais, o meu jogo \nesteve melhor hoje, e o meu ‘chipping’ à volta dos ‘greens’ esteve \nparticularmente bom. Sempre que falhava um ‘green’, consegui um ‘chip’ para \nperto da bandeira. Por isso tudo está bem e sinto-me positivo para o \nfim-de-semana.»\n \nO BMW Asian Open, que \ncontou à partida com 156 participantes, é co-sancionado pelos circuitos Europeu \ne Asiático, distribuindo 1,8 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para \no vencedor. Verbas que são para distribuir somente pelos que passarem o ‘cut’ \namanhã de manhã. O ‘cut’ provisório estava hoje fixado em 147 \n(+3).\n \n",1]
O representante luso na alta-roda do golfe mundial confirma assim que está em nítido crescendo de forma na presente época. Este é o segundo ‘cut’ consecutivo que passa com distinção em terras chinesas, uma semana depois de ter atingido a fase final do Volvo China Open, em Pequim, na segunda posição. Lima terminaria esta prova em 15º, o seu melhor registo do ano, que lhe valeu um prémio de 20 mil euros e a subida de 29 lugares na Ordem de Mérito do European Tour, do 161º para 131º, com um total de 38,8 mil euros em prémios. Na época passada ocupou a 73ª posição final nesta tabela, com 310 mil euros.
«Na última semana o meu jogo estava muito sólido e certamente que trouxe a embalagem», considera Lima. «Acho até que, em termos gerais, o meu jogo esteve melhor hoje, e o meu ‘chipping’ à volta dos ‘greens’ esteve particularmente bom. Sempre que falhava um ‘green’, consegui um ‘chip’ para perto da bandeira. Por isso tudo está bem e sinto-me positivo para o fim-de-semana.»
O BMW Asian Open, que contou à partida com 156 participantes, é co-sancionado pelos circuitos Europeu e Asiático, distribuindo 1,8 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para o vencedor. Verbas que são para distribuir somente pelos que passarem o ‘cut’ amanhã de manhã. O ‘cut’ provisório estava hoje fixado em 147 (+3).

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

50.º OPEN DE PORTUGAL


GOLFE – INTERNACIONAL
Reportagem de Luís Manuel Nogueira*

Bodas de Ouro do Open de Portugal e mais uma vitória em Portugal para PAUL BROADHURST

PAUL BROADHUST TORNOU-SE NO PRIMEIRO JOGADOR A IGUALAR SAM TORRANCE, O ÚNICO A VENCER O PRINCIPAL TORNEIO DA FPG EM DOIS ANOS CONSECUTIVOS DESDE O NASCIMENTO DO EUROPEAN TOUR EM 1973 E SOME AO SÉTIMO LUGAR DA ORDEM DE MÉRITO

O inglês Paul Broadhurst entrou para a história do Open de Portugal, já de si memorável, por ter celebrado a 50ª edição e com um prize-money de 1,25 milhões de euros, mas também por conseguir igualar o seu compatriota Sam ao vencer o Open de Portugal em dois anos consecutivos.
Para além de uma das mais prestigiantes provas do EuropeanTur se jogar num dos mais lendários campos da Europa e um dos mais conseguidos por Sir Henry Cotton.
Com o campo em condições fantásticas e um dia de verdadeiro verão algarvio, o último dia pertenceu, por inteiro a Paul Broadhurst, que depois de um jogo repleto de incerteza em relação ao vencedor, com o seu compatriota Anthony Wall a aproximar-se nos últimos buracos e foi só no já famosos buraco das decisões, o 18 do Penina, par 5 com 436 metros (ver caixa). Assim, Broadhurst tornava-se apenas no segundo jogador a ganhar o Open de Portugal em dois anos consecutivos, depois do escocês Sam Torrance o ter feito no Penina em 1982 e em Tróia em 1983. Curiosamente, o treinador de Broadhurst é Bob Torrance, o pai de Sam que, desta forma, ajudou o seu “pupilo” a igualar o recorde, até agora inédito, do filho.
Inédito para a era moderna do Open, isto é, desde que nasceu o European Tour, em 1973, uma vez que, se recuarmos aos primórdios da competição, houve outros dois bicampeões no Estoril: o espanhol Ramon Sota em 1969 e 1970, e o inglês Ken Bousfield em 1960 e 1961).
«Foi uma sensação de ‘déjà vue’ em relação ao que se passou no ano passado, tendo em conta a má forma com que vim para o torneio e o modo como o ganhei só no último buraco», concluiu Broadhurst, que não se esqueceu de agradecer ao seu psicólogo, John Page e ao seu ‘caddie’, Paul Smith, para além do seu treinador, Bob Torrance.
«O Open de Portugal passou a ser o meu torneio favorito e o Penina é o meu campo preferido neste país. Gostaria de regressar para o ano e tentar defender o título neste mesmo palco», acrescentou o agora hexacampeão (6) de torneios do European Tour, que, com os 208.330 euros embolsados, ascendeu do 13º ao 5º lugar na Ordem de Mérito Europeia, tendo saltado igualmente para o 7º posto do ‘ranking’ europeu da Ryder Cup. Aliás, recebeu um telefonema do seleccionador da Europa, o galês Ian Woosnam.
«Esta vitória deu-me ainda mais satisfação do que a do ano passado em Oitavos», concluiu o antigo jogador da Ryder Cup, que consideraria «incrível regressar à Ryder Cup, 15 depois de a ter jogado». Para Broadhurst, nada é impossível. Afinal, quando ganhou o Open no ano passado, em Oitavos, não vencia nada no Circuito Europeu há uma década!
Há um ano, no Oitavos Quinta da Marinha, Broadhurst também partiu para a última volta com 1 pancada de atraso do líder e beneficiou de um final dramático, dada a derrocada do escocês Paul Lawrie e do inglês Barry Lane. Desta feita, no Le Meridien Penina, elogiado por todos os jogadores e instituições envolvidas no Open, Broadhurst chegou ao buraco 16 com uma vantagem de 3 pancadas e parecia ter tudo controlado, mas o que não sabia era que Anthony Wall estava desenfreado, com 3 ‘birdies’ nos últimos 4 buracos, encerrando a sua prova com 16 abaixo do Par.
Subitamente, depois de 1 ‘bogey’ no 17, Broadhurst viu-se empatado a -16 e sabia que precisava de 1 ‘birdie’ no buraco 18 (Par-5) para ganhar ou de 1 Par para ir a ‘play-off’. Este último cenário não era do seu agrado, já que perdeu todos os 4 ‘play-offs’ que jogou na sua carreira. Depois de muito pensar, decidiu arriscar e sacou o ‘drive’ do saco. O 2º ‘shot’ para o ‘green’ com um ferro-5 é que poderia ter deitado tudo a perder: a bola sobrevoou o ‘green’ pela esquerda e foi embater numa espectadora.
«Fiz o ‘shot’ a pensar que se fosse para falhar, então que fosse à esquerda», explicou o bicampeão. A 15 metros da bandeira, no ‘rough’, a descer, fez um ‘chip’ que deu a sensação de beijar o buraco, tendo ficado a escassos 50 centímetros do mesmo. O ‘putt’ da vitória foi uma formalidade.
«Sabia que com o meu bom jogo curto, poderia sempre fazer um ‘birdie’ no 18», admitiu mais tarde. Quando lhe perguntaram pela importância do momento, limitou-se a responder: «A Ryder Cup tem um pouquinho mais de pressão do que o Open de Portugal». Aos 40 anos, a experiência conta, e o 50º Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos coroou um grande campeão.

CLASSIFICAÇÃO
“Top-ten”

1º Paul Broadhurst (Inglaterra), 271 (64+69+71+67), -17, €208.330,00
2º Anthony Wall (Inglaterra), 272 (71+67+67+67), -16, €138.880,00
3º Andres Romero (Argentina), 273 (69+70+68+66), -15, €78.250,00
4º Ricardo Gonzalez (Argentina), 274 (73+66+64+71), -14, €57.750,00
4º Charl Schwartzel (África do Sul), 274 (69+70+67+68), -14, €57.750,00
6º José Manuel Lara (Espanha), 275 (71+70+68+66), -13, €43.750,00
7º Mattias Eliasson (Suécia), 277 (70+67+71+69), -11, €34.375,00
7º Markus Brier (Áustria), 277 (72+70+66+69), -11, €34.375,00
9º Jarmo Sandelin (Suécia), 278 (67+70+68+73), -10, €28.000,00
10º Brian Davis (Inglaterra), 279 (70+71+67+71), -9, €24.000,00
10º Niclas Fasth (Suécia), 279 (71+68+67+73), -9, €24.000,00
67º Tiago Cruz (Portugal), 290 (72+72+76+70), +2, €2.447,50

Campo
Nome: Le Meridien Penina Golf & Resort
Arquitecto: Sir Henry Cotton
Course Record: 64 pancadas; 2004 - Terry Price (AUS) Robert Karlsson (SWE)
2006 - Paul Broadhurst (ENG) Ricardo Gonzalez (Argentina)Competições:
Open de Portugal: 1973, 1975, 1977, 1978, 1982, 1998, 1999, 2000, 2004 e 2006
Comprimento em metros: Pro´s – 6273, Yellow – 5826, Blue – 5411, Red – 5140 Par: Championship Course - 73
SSS: Homens - 73 Senhoras - 73
À parte: O Penina Sir Henry Cotton Championship Course foi o primeiro campo a ser construído no Algarve, sendo a sua inauguração em 1966.Menções: O buraco nº 13 foi considerado um dos 500 buracos mais interessantes do mundo pela World Golf Magazine e em 2000, passou a constar no livro de golfe onde cita os 500 buracos mais interessantes do mundo.

Biografia e tipo de jogo de PAUL BROADHURST
Nascido em 14.08.1965 em Atherston - Inglaterra
Altura 1,82
Peso 82 Kgs
Profissional desde 1988
Casado desde 1991 e três filhos
Em 2005: Classificou em 22 no Ranking Europeu com um total de 924.505 euros
Este ano está em 7º lugar com 513.126 euros (após o Open de Portugal)
Sobre o Jogo em 2006:
Stroke Average: 69,83
Driving Accuracy 56,25 %
Driving Distance 277,73 (yards)
Average Putts per Round 27,79
Tacos: TaylorMade

*Jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association (IGATO)

REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT PORTUGUESA

segunda-feira, abril 17, 2006

Filipe Lima 15º no Open da China

Golfe – Internacional

Filipe Lima 15º no Open da China

O golfista português, que é apoiado pela Federação Portuguesa Golfe, classificou-se num excelente 15.º lugar em Pequim e subiu 29 lugares na Ordem de Mérito do principal circuito europeu de profissionais.

Filipe Lima obteve hoje a sua melhor classificação da época, ao terminar o Volvo China Open, em Pequim, empatado na 15ª posição com outros quatro jogadores, com um total de 285 pancadas, três abaixo do Par 72 do percurso do Honghua Internacional GC. Com esta classificação levou para casa um cheque de 20 mil euros e permitiu-lhe subir 29 lugares na Ordem de Mérito do European Tour. O Volvo China Open foi co-sancionado pelos circuitos europeu e asiático, tendo um ‘prize-money’ de 1,4 milhões de euros.
O nosso único representante a ‘full time’ no principal circuito europeu está agora mais próximo do 73º lugar que ocupou naquela tabela em 2005, então com 310 mil euros de prémios. Hoje, deu o primeiro passo para a recuperação ao registar o seu primeiro “top-20” da temporada, numa prova ganha pelo indiano Jeev Milkha Singh (275 pancadas).
Em Pequim, Lima esteve longe de se exibir no fim-de-semana ao mesmo nível das duas primeiras voltas, jogadas na quinta e na sexta-feira, dias em que se manteve na segunda posição com resultados de 67 e 69 pancadas. No sábado caiu para 18º, com um 77, e hoje subiu três degraus ao entregar um cartão final com 72.
Jogando ao lado do australiano Peter O’Malley, que terminou com 68 e subiu para oitavo, Lima protagonizou uma ronda algo irregular, com cinco ‘birdies’ (buracos 2, 5, 10, 12 e 17), três ‘bogeys’ (3, 11 e 16) e um duplo ‘bogey’ (8), este num Par 3 comprido, de 193 metros. Os Par 3 revelaram-se aziagos para o jogador, pois já na véspera fizera um triplo ‘bogey’ no buraco 4 (de 172 metros).
O jogador português procurará dar continuidade a esta subida de rendimento ainda em terras chinesas, onde a partir de quinta-feira compete no BMW Asian Open (dotado com 1,8 milhões de euros em prémios), que decorrerá no Tomson Shanghai Pudonc GC, em Xangai. O detentor do título, o sul-africano Ernie Els, não estará presente.

sexta-feira, abril 14, 2006


GOLFE – Internacional

Filipe Lima a uma pancada do líder no Open da China

O jogador português Filipe Lima, mantém o segundo lugar da classificação provisória após a segunda volta do Volvo Open da China, prova co-sancionada pelo European Tour que está a decorrer em Pequim


O português Filipe Lima mantém o segundo lugar no Volvo China Open, em Pequim, ao concluir a segunda volta ao percurso do Honghua International GC (Par 72) com 69 pancadas. E se ontem, com um cartão de 67, estava empatado com cincos adversários, agora são apenas três os que lhe fazem companhia, todos com 136. O líder inglês David Lynn soma 137 (68-67).
Depois de ter falhado o ‘cut’ em cinco das sete provas que disputou em 2006, o único representante luso na alta-roda do golfe mundial confirma desta forma que está de volta às boas exibições. Não só passou à fase final com distinção, como está na luta pelo triunfo nesta prova do calendário internacional do European Tour, co-sancionada com o circuito asiático e dotada com 1,4 milhões de euros em prémios (247 mil para o vencedor).
«Nos Opens da Madeira e de Portugal, já senti melhorias, mas ainda fiz asneiras», esclarece Lima, em declarações ao Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe. «Na semana passada, desenvolvi um treino intensivo com o meu treinador e parece ter dado resultado. Trabalhámos muito o ‘putting’ e o ‘chipping’, que é onde se ganham pancadas. Tenho estado muito sólido aqui em Pequim, quase sem erros, batendo ‘drives’ para o meio do ‘fairway’ e ferros para o ‘green’ – depois os ‘putts entram ou não…»
Na primeira volta, jogada na quinta-feira, Lima obteve sete ‘birdies’ e dois ‘bogeys’, um deles no último buraco, com um ‘green’ a três ‘putts’, que o impediu de partilhar a liderança com o anterior líder, o francês Christian Cevaer. Hoje, iniciando a sua prestação no buraco 10, fez quatro ‘birdies’ (11, 14, 5 e 6) e um ‘bogey’ (3) para partilhar a vice liderança com o tailandês Prayad Marsaeng (69-67) e o zimbabwaeano Marc Cayeux (71-65), autor do melhor ‘score’ do dia.
Novamente a jogar com os seus novos tacos Titleist, após um interregno nos Opens da Madeira e de Portugal, para que as afinações nos ferros e madeiras fossem revistas, Filipe Lima conta também com o apoio pontual do ‘caddie’ do sueco Joakim Haeggman, ao qual não poupa elogios: «Tem-me transmitido tranquilidade e, além disso, erra pouco. E gosto da maneira como ele diz as coisas.»
Lima nega, no entanto, que esteja a pensar em abdicar de imediato do seu ‘caddie’ argentino Sergio Palma, com quem trabalha há ano e meio. «O Sergio não veio comigo até à China apenas porque não podia. Com ele fiz bons resultados a época passada, os problemas recentes vinham mais de mim. Mas vamos a ver, se continuar a jogar mal com ele…», salvaguarda o jogador.
Como curiosidade, refira-se, que o português teve uma visita inesperada de uma fã especial, a caddie chinesa que carregou o seu saco no Open da China do ano passado, no Shangai Silport Golf Club. «É incrível que ela tenha vindo de Shangai para me ver jogar. Hoje de manhã quando estava no tee, olhei para ela e pensei: ‘Eu conheço-te’. Ela disse-me então que tinha sido a minha caddie em Shangai e que tinha feito a viagem até Pequim para me apoiar», revelou o jogador português ao ‘press-office’ do European Tour. «Tirámos umas fotografias juntos e ela seguiu-me durante os 18 buracos», disse ainda Lima.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

quinta-feira, abril 13, 2006

Calendário de provas de 2006 do Clube Golfe Lancia


Golfe - Noticias

Calendário de provas de 2006 do Clube Golfe Lancia

1º Torneio - Aroeira II dia 13 de Maio
2º Torneio - Aroeira II dia 21 de Maio
3º Torneio - Aroeira I dia 01 de Julho
4º Torneio - Aroeira I dia 30 de Setembro
5º Torneio - Aroeira II dia 14 de Outubro
6º Torneio - Aroeira I dia 04 de Novembro

quarta-feira, abril 12, 2006

Pedro Figueiredo no 1º Lugar provisório do Ranking Nacional de Golfe Amador


Golfe – Amador

Pedro Figueiredo no 1º Lugar provisório do Ranking Nacional de Golfe Amador

Pedro Figueiredo, 14 anos, Vice-Campeão Nacional de Amadores passou para o primeiro lugar do Ranking Nacional de Golfe Amador, a par com António Rosado, após o segundo lugar obtido no passado fim-de-semana no Terceiro Torneio do Circuito Tranquilidade que teve lugar no Amarante Golf Club.
“É muito bom estar na liderança do Ranking, mesmo que em conjunto com o António Rosado. Agora só espero no próximo Torneio ter um bom desempenho para o superar apesar de saber que ele é um excelente jogador”, referiu Pedro Figueiredo de 14 anos.
O golfista da Quinta do Peru está este fim-de-semana em França, Toulose, para disputar o French Boys, Campeonato Internacional Sub-18. Amanhã e Sexta-feira realiza-se o apuramento e a partir de Sábado o Match Play com os 32 melhores jogadores apurados.
Depois de vários títulos nacionais amador, Pedro Figueiredo é uma das promessas do golfe português e um dos jogadores com maior número de internacionalizações para a sua idade.

segunda-feira, abril 10, 2006

GOLFE Torneios - Peugeot Challenge RCG El Prat-prova do Challenge Tour europeu


GOLFE Torneios - Peugeot Challenge RCG El Prat-prova do Challenge Tour europeu

Campino acabou empatado na 57ª posição com o suíço André Bossert, ambos com um total de 297 pancadas

Nuno Campino terminou, em Barcelona, a sua prestação no Peugeot Challenge RCG El Prat, prova do Challenge Tour europeu dotada com 120 mil euros em prémios.
Campino acabou empatado na 57ª posição com o suíço André Bossert, ambos com um total de 297 pancadas, nove acima do Par 72 do Real Club de Golf El Prat. Venceu o escocês David Drysdale, com 278 (68-71-71-68).
Depois de ter sido o único do quarteto português que passou o ‘cut’ na sexta-feira, entrando no fim-de-semana no grupo dos 29.ºs classificados, com 145 (72-73), Campino desceu para 60º após uma terceira ronda em 78 pancadas no sábado; hoje, finalizou com 74 e subiu três posições na tabela, o que lhe valeu um prémio simbólico de 402 euros.
Segundo Campino, o sábado foi o «dia em que nada correu bem, joguei mal e tive azar», esclareceu o antigo duplo campeão nacional de amadores. «Hoje joguei bem, mas estive mal nos ‘putts’», acrescentou o jogador, cujo último cartão de jogo registou dois ‘birdies’ (buracos 4 e 7), dois ‘bogeys’ (2 e 17) e um duplo ‘bogey’ (6).

sexta-feira, abril 07, 2006

GOLFE - Campeonatos Nacionais de Clubes Sub-18 e Sub-14

CG VILAMOURA BICAMPEÃO

No percurso do Amarante GC, os jovens algarvios do CG Vilamoura revalidaram o título em ambos os escalões do Campeonato Nacional de Clubes para jovens

O Clube de Golfe de Vilamoura cometeu a proeza de repetir, no Amarante GC (Par 68), a “dobradinha” de 2005 nos Campeonatos Nacionais de Clubes Sub-18 e Sub-14, demonstrando assim que o futuro da credenciada equipa principal está devidamente acautelado pelos seus jovens. Uma palavra de referência para a Quinta do Fojo, clube que foi segundo em ambas as categorias e que está em clara ascensão graças ao trabalho sério e apurado desenvolvido junto dos mais novos.
Daniel Silva, João Carlota, Ricardo Melo Gouveia reeditaram o êxito do ano passado em Sub-18, num conjunto em que a única modificação foi a troca de Tomás Pinto Coelho por José Maria Jóia, que na edição transacta alinhara pelos Sub-14. Neste último escalão, os algarvios conquistaram mesmo o terceiro título consecutivo, alinhando com Gonçalo Machado Pinto, Marco Carmo – ambos repetentes em relação a 2005 –, Diogo Ressurreição e Nicolas Grigutsch.
Contando para o agregado de pancadas os três melhores resultados de cada equipa (as quais podiam ser mistas), houve muito mais emoção nos Sub-18: No fim da primeira jornada, Vilamoura liderava com seis ‘shots’ de vantagem, mas a Quinta do Fojo recuperou na segunda para iniciar a terceira e última a comandar pela margem mínima. Mas os algarvios João Carlota (67) e Daniel Silva (70) estiveram em bom nível e foram decisivos na recuperação final, destronando a Quinta do Fojo e deixando os nortenhos a cinco pancadas de distância.
Perante estes ‘scores’, foram insuficientes os resultados de José Maria Cudell (72) e António Sá Lima (69), jogadores que ocuparam a segunda e terceira posições individuais, respectivamente. O melhor jogador dos 13 clubes em competição nos Sub-18 foi o campeão individual de sub-16, Daniel Silva, que totalizou 213 (73-70-70). O quarteto vice-campeão tinha nas suas hostes, além de Cudell e Sá Lima, Joaquim Policarpo e Joana Silva Pinto, que obteve, na segunda ronda, o segundo melhor ‘score’ (67) da semana, só atrás do 66 de Carlos Magalhães, de Amarante.
A superioridade do CG Vilamoura em Sub-14 nunca esteve em dúvida, já que a equipa alcançou uma vantagem inicial de sete pancadas e ampliou-a para 35 após a última volta. Os vice-campeões Quinta do Fojo, que jogaram com António Pestana, Mariana Martins, António Maria Silva e Miguel Valdrez, deixaram, por sua vez, o Santo da Serra (3º) a 58 ‘shots’ de distância,.


RESULTADOS

Sub-18

1º CG Vilamoura 655 (223-220-212)
2º Quinta do Fojo 660 (229-213-218)
3º Miramar 690 (223-238-229)
4º Oitavos Golfe 694 (240-228-229)
5º CG Santo da Serra 715 (250-244-226)

Sub-14

1º CG Vilamoura 701 (242-224-235)
2º Quinta do Fojo 736 (249-237-250)
3º Santo da Serra 794 (274-252-268)

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

quinta-feira, abril 06, 2006


Noticias - Aviação

A AIR FRANCE, PRIMEIRA COMPANHIA A PROPOR A UTILIZAÇÃO EM VOO DO TELEMÓVEL

No início de 2007, a Air France será a primeira companhia aérea a receber um A318 novo equipado com o sistema OnAir, este sistema vem permitir que os passageiros utilizem o seu telemóvel em voo, sem perturbar os instrumentos de navegação.
Durante um período de seis meses, de Março a Setembro de 2007, a bordo deste avião que servirá a Europa e a África do Norte, a Air France testará este novo serviço junto dos passageiros. Este será nos primeiros tempos limitado às trocas de dados, antes de ser alargado ao som.
No decorrer desse período, a Companhia convidará os seus passageiros a pronunciarem-se sobre este serviço e recolherá as suas observações graças a um questionário que lhes será entregue durante a sua viagem. Os resultados deste estudo permitirão decidir do alargamento eventual deste serviço a outros aviões da frota.
Este serviço permitirá aos passageiros:
§ receber e enviar chamadas e sms pelo telemóvel,
§ receber e enviar e-mails por computador portátil e assistente pessoal,
§ consultar páginas de tipo WAP/imode.Os clientes serão informados por um desdobrável entregue antes do voo (descritivo do serviço, modo de utilização, tarifas…) e um anúncio feito a bordo pelo pessoal de cabine.

GOLFE - NOTICIAS

NENÉ NOVAIS PRESS CUP BY AMEN CORNER

Para os menos familiarizados com esta competição, a ideia partiu, em 2005, do Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal com o patrocino pela Amen Corner e apadrinhada pela Federação Portuguesa de Golfe. Foi assim que nasceu, no ano passado, no Oitavos Quinta da Marinha, a Nené Novais Press Cup by Amen Corner, o torneio de Imprensa que passou a encerrar o programa oficial do Open de Portugal. Em 2006, no Le Méridien Penina, integrou, pela primeira vez, o calendário oficial de provas do Clube de Jornalistas e teve um significado especial por ter sido neste mesmo Le Méridien Penina que Nené Novais trabalhou no seu último Open de Portugal, em 2004.
\n \nA \nintenção consiste em homenagear o falecido colaborador de golfe do jornal «O \nJogo», um dos grandes impulsionadores da modalidade em Portugal e, ao mesmo \ntempo, promover a confraternização entre os jornalistas e convidados da FPG, do \npromotor (Amen Corner), do campo anfitrião (Le Méridien Penina), do ITP, da RTA \ne da PGA de Portugal, num dia em que, os mais afoitos, têm a oportunidade de \njogar das “brancas” como os profissionais e de debater-se com as posições de \nbandeiras colocadas no último dia do Open.\n \nVerdade se diga que hoje (Segunda-feira) foram raros os \ntemerários que arriscaram sair das “brancas”, mas o ‘rough’ elevado revelou-se \num desafio suficiente para os 24 jogadores que se fartaram de perder bolas no \nfamoso ‘Championship Course’ desenhado por Sir Henry Cotton. Note-se ainda que, \npara facilitar as coisas, jogou-se como um Par-73 e não como um Par-72 como no \nOpen.\n \nA II \nedição a Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi ganha pelo alemão Wieland \nWagner, radicado no Algarve e representante do «Entdecken Sie Algarve», uma \npublicação destinada aos muitos residentes algarvios de língua germânica. \n«Obrigado pelo convite. Pudemos verificar que o campo está óptimo, jogámos sob \ncondições climatéricas excelentes e, para ser sincero, só sinto a falta do \ncheque do campeão de ontem», disse Wieland Wagner, que recebeu a taça das mãos \nde Sofia del Prat, da Amen Corner, depois de ter somado 20 pontos (‘stableford \ngross’), ele que é um jogador de ‘handicap’ EGA \n9,5.",1]
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A intenção consiste em homenagear o falecido colega, colaborador de golfe do jornal «O Jogo», um dos grandes impulsionadores da modalidade em Portugal e, ao mesmo tempo, promover a confraternização entre os jornalistas e convidados da FPG, do promotor (Amen Corner), do campo anfitrião (Le Méridien Penina), do ITP, da RTA e da PGA de Portugal, num dia em que, os mais afoitos, têm a oportunidade de jogar das “brancas” como os profissionais e de debater-se com as posições de bandeiras colocadas no último dia do Open.
A II edição a Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi ganha pelo alemão Wieland Wagner, radicado no Algarve e representante do «Entdecken Sie Algarve», uma publicação destinada aos muitos residentes algarvios de língua germânica. «Obrigado pelo convite. Pudemos verificar que o campo está óptimo, jogámos sob condições climatéricas excelentes e, para ser sincero, só sinto a falta do cheque do campeão de ontem», disse Wieland Wagner, que recebeu a taça das mãos de Sofia del Prat, da Amen Corner, depois de ter somado 20 pontos (‘stableford gross’), ele que é um jogador de ‘handicap’ EGA 9,5.
\n \nNa \nrealidade, o alemão ficou em terceiro na classificação ‘gross’, mas o \nregulamento estabelecia que o campeão teria de ser sempre um jornalista. Já na \nclassificação ‘net’, para a qual contaram todos os convidados, o vencedor foi \nAntónio Sobrinho, com 33 pontos, que também foi o primeiro \n‘gross’.\n \nO \nnonocampeão nacional de profissionais faz questão, sempre que pode, de jogar os \ntorneios do Clube de Jornalistas, para o qual é convidado, e foi com visível \nemoção que recebeu o troféu das mãos de Fernando Chabert, o director-geral do Le \nMéridien Penina. «Não tenho palavras para dizer o que era o Nené Novais para \nnós. Este é o segundo torneio com o seu nome que ganho e gostaria muito de \nganhar todos», disse o profissional de Vale do Lobo, referindo-se a outro \ntorneio organizado no ano passado pela NGR e pelo grupo empresarial liderado por \nJoaquim Oliveira, de quem Nené Novais era um grande \namigo.\n \nFernando Chabert também recordou o falecido jornalista: \n«Tive a oportunidade de jogar um ‘Pro-Am’ em Vale do Lobo com o Nené Novais. Foi \na primeira vez que o conhecei e foi uma volta memorável. Tenho um enorme gosto \nem receber um torneio em sua honra. O Nené Novais foi um de muitos jornalistas \nque nos apoiam e que muito têm contribuído para a divulgação do golfe, para que, \num dia, Portugal possa ter mais jogadores, sobretudo no Circuito \nProfissional».",1]
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Na realidade, o alemão ficou em terceiro na classificação ‘gross’, mas o regulamento estabelecia que o campeão teria de ser sempre um jornalista. Já na classificação ‘net’, para a qual contaram todos os convidados, o vencedor foi António Sobrinho, com 33 pontos, que também foi o primeiro ‘gross’.
O nonocampeão nacional de profissionais faz questão, sempre que pode, de jogar os torneios do Clube de Jornalistas, para o qual é convidado, e foi com visível emoção que recebeu o troféu das mãos de Fernando Chabert, o director-geral do Le Méridien Penina. «Não tenho palavras para dizer o que era o Nené Novais para nós. Este é o segundo torneio com o seu nome que ganho e gostaria muito de ganhar todos», disse o profissional de Vale do Lobo, referindo-se a outro torneio organizado no ano passado pela NGR e pelo grupo empresarial liderado por Joaquim Oliveira, de quem Nené Novais era um grande amigo.
Fernando Chabert também recordou o falecido jornalista: «Tive a oportunidade de jogar um ‘Pro-Am’ em Vale do Lobo com o Nené Novais. Foi a primeira vez que o conhecei e foi uma volta memorável. Tenho um enorme gosto em receber um torneio em sua honra. O Nené Novais foi um de muitos jornalistas que nos apoiam e que muito têm contribuído para a divulgação do golfe, para que, um dia, Portugal possa ter mais jogadores, sobretudo no Circuito Profissional».
\n \nA \nClassificação ‘Gross’ final da II Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi a \nseguinte:\n \n1º \nAntónio Sobrinho (0 hcp), 33 pontos\n2º \nLuís Filipe (11), 23\n3º \nWieland Wagner (9,5), 20 – 1º jornalista e campeão da \nprova\n4º \nJoão D’Eça Pinheiro (14), 18\n5º \nValdemar Afonso (17), 16\n6º \nAcácio Franco (19), 15\n7º \nMiguel Veterano (11), 14\n8º \nJohn Russell (15), 11\n9º \nJoaquim Palma (17), 10\n10º \nAntónio Mercuri (22), 10",1]
);
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A Classificação ‘Gross’ final da II Nené Novais Press Cup by Amen Corner foi a seguinte:

1º António Sobrinho (0 hcp), 33 pontos
2º Luís Filipe (11), 23
3º Wieland Wagner (9,5), 20 – 1º jornalista e campeão da prova
4º João D’Eça Pinheiro (14), 18
5º Valdemar Afonso (17), 16
6º Acácio Franco (19), 15
7º Miguel Veterano (11), 14
8º John Russell (15), 11
9º Joaquim Palma (17), 10
10º António Mercuri (22), 10
\n11º \nÁlvaro Marreco (20), 10\n12º \nBrandon Malone (21), 21\n13º \nCláudio Scaccini (19), 8\n19º \nJoão Vieira Pereira (22), 5\n18º \nJosé António Moreira (15), 5\n19º \nNiccolo Cateni (28), 3\n20º \nEmmanuel Richardet (24), 3\n21º \nJoão dos Reis (24), 3\nPedro Keul (28), não entregou \ncartão\nPedro Carvalho (28), só jogou 9 \nburacos\nRamiro de Jesus (28), desistiu após 8 buracos por \ndoença\n \nFotos: Sofia del Prat, Wieland Wagner e Fernando Chabert \nfotografado por Ramiro de Jesus/Caixa Geral de \nDepósitos",1]
);
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11º Álvaro Marreco (20), 10
12º Brandon Malone (21), 21
13º Cláudio Scaccini (19), 8
19º João Vieira Pereira (22), 5
18º José António Moreira (15), 5
19º Niccolo Cateni (28), 3
20º Emmanuel Richardet (24), 3
21º João dos Reis (24), 3
Pedro Keul (28), não entregou cartão
Pedro Carvalho (28), só jogou 9 buracos
Ramiro de Jesus (28), desistiu após 8 buracos por doença

Fotos de Ramiro de Jesus/Caixa Geral de Depósitos: Sofia del Prat, Wieland Wagner e Fernando Chabert

Noticias – Golfe

Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos

PAUL BROADHURST VOLTA A VENCER

O INGLÊS IGUALOU SAM TORRANCE, O ÚNICO A VENCER O PRINCIPAL TORNEIO DA FPG EM DOIS ANOS CONSECUTIVOS DESDE O NASCIMENTO DO EUROPEAN TOUR EM 1973. TIAGO CRUZ VAI MAIS CONFIANTE PARA O CHALLENGE TOUR EM BARCELONA

Paul Broadhurst e Tiago Cruz fizeram história num Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos já de si memorável, por ter celebrado a 50ª edição do principal torneio da Federação Portuguesa de Golfe, de 1,25 milhões de euros em prémios monetários.
Sobre Tiago Cruz já se tinha falado que se tornou no primeiro português a passar o ‘cut’ do Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos e do Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos no mesmo ano. E para terminar a sua participação no Open de Portugal, aliás o único português a ir até á final, Tiago, fechou com chave de ouro, com a sua primeira volta abaixo do Par da semana (-2), que lhe permitiu, ainda assim arrecadara cerca de 2.500 euros e ir mais confiante para o torneio Challenge Tour da em Barcelona.
O dia pertenceu, no entanto, por inteiro a Paul Broadhurst, que se tornou apenas no segundo jogador a ganhar o Open de Portugal em dois anos consecutivos, depois do escocês Sam Torrance o ter feito no Penina em 1982 e em Tróia em 1983. Curiosamente, o treinador de Broadhurst é Bob Torrance, o pai de Sam que, desta forma, ajudou o seu “pupilo” a igualar o recorde, até agora inédito, do filho.
Inédito para a era moderna do Open, isto é, desde que nasceu o European Tour, em 1973, uma vez que, se recuarmos aos primórdios da competição, houve outros dois bicampeões no Estoril: o espanhol Ramon Sota em 1969 e 1970, e o inglês Ken Bousfield em 1960 e 1961).
«Foi uma sensação de ‘déjà vue’ em relação ao que se passou no ano passado, tendo em conta a má forma com que vim para o torneio e o modo como o ganhei só no último buraco», concluiu Broadhurst, que não se esqueceu de agradecer ao seu psicólogo, John Page e ao seu ‘caddie’, Paul Smith, para além do seu treinador, Bob Torrance.
«O Open de Portugal passou a ser o meu torneio favorito e o Penina é o meu campo preferido neste país. Gostaria de regressar para o ano e tentar defender o título neste mesmo palco», acrescentou o agora hexacampeão (6) de torneios do European Tour, que, com os 208.330 euros embolsados, ascendeu do 13º ao 5º lugar na Ordem de Mérito Europeia, tendo saltado igualmente para o 7º posto do ‘ranking’ europeu da Ryder Cup. Aliás, recebeu um telefonema do seleccionador da Europa, o galês Ian Woosnam, já de partida para o Masters, que se joga esta semana nos EUA.
«Esta vitória deu-me ainda mais satisfação do que a do ano passado em Oitavos», concluiu o antigo jogador da Ryder Cup, que consideraria «incrível regressar à Ryder Cup, 15 depois de a ter jogado». Para Broadhurst, nada é impossível. Afinal, quando ganhou o Open no ano passado, em Oitavos, não vencia nada no Circuito Europeu há uma década!

Há um ano, no Oitavos Quinta da Marinha, Broadhurst também partiu para a última volta com 1 pancada de atraso do líder e beneficiou de um final dramático, dada a derrocada do escocês Paul Lawrie e do inglês Barry Lane. Desta feita, no Le Meridien Penina, elogiado por todos os jogadores e instituições envolvidas no Open, Broadhurst chegou ao buraco 16 com uma vantagem de 3 pancadas e parecia ter tudo controlado, mas o que não sabia era que Anthony Wall estava desenfreado, com 3 ‘birdies’ nos últimos 4 buracos, encerrando a sua prova com 16 abaixo do Par.
Subitamente, depois de 1 ‘bogey’ no 17, Broadhurst viu-se empatado a -16 e sabia que precisava de 1 ‘birdie’ no buraco 18 (Par-5) para ganhar ou de 1 Par para ir a ‘play-off’. Este último cenário não era do seu agrado, já que perdeu todos os 4 ‘play-offs’ que jogou na sua carreira. Depois de muito pensar, decidiu arriscar e sacou o ‘drive’ do saco. O 2º ‘shot’ para o ‘green’ com um ferro-5 é que poderia ter deitado tudo a perder: a bola sobrevoou o ‘green’ pela esquerda e foi embater numa espectadora.
«Fiz o ‘shot’ a pensar que se fosse para falhar, então que fosse à esquerda», explicou o bicampeão. A 15 metros da bandeira, no ‘rough’, a descer, fez um ‘chip’ que deu a sensação de beijar o buraco, tendo ficado a escassos 50 centímetros do mesmo. O ‘putt’ da vitória foi uma formalidade.
«Sabia que com o meu bom jogo curto, poderia sempre fazer um ‘birdie’ no 18», admitiu mais tarde. Quando lhe perguntaram pela importância do momento, limitou-se a responder: «A Ryder Cup tem um pouquinho mais de pressão do que o Open de Portugal». Aos 40 anos, a experiência conta e o 50º Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos coroou um grande campeão.

TIAGO CRUZ, ÚLTIMA VOLTA DE -2, TERMINOU COM +2

«Foi um bom ‘finish’. Estava relaxado, não tinha nada a perder, porque estava em último entre os que passaram o ‘cut’ e o pior que me poderia acontecer seria ficar em último.
«Vim disposto a fazer um bom resultado para acabar em beleza e não sair daqui com um 75 ou um 74 na cabeça.
«Estamos sempre a aprender com os erros que cometemos e talvez por isso as coisas também me tenham saído um pouco melhor hoje. O terceiro dia é sempre aquele que tem mais pessoas, à espera que tenhamos um bom resultado e que demos o salto na classificação. Havia imensa gente. Tenho vindo a perceber que temos de manter o nosso ritmo, manter a calma e jogar com alegria. Isso é muito importante.
«Ao longo dos anos, quer como amador, quer como profissional, tenho sido sempre muito regular, nunca fui de fazer resultados muito baixos nem muito altos. Mas esta regularidade nos dois últimos torneios tem muito a ver com o trabalho que temos vindo a efectuar nos últimos tempos. Por outro lado, como amadores, não tínhamos tanta pressão nos torneios profissionais. Agora já é a doer e isso também se reflecte nos resultados. (NDR: a pergunta relacionara-se com o facto do Tiago, em torneios de profissionais, em anos anteriores, conseguir de vez em quando bons resultados, mas nunca ter registado a regularidade de boas voltas verificadas nos dois últimos torneios).
«Na Madeira, o ‘drive não estava a sair bem, mas falhei nos sítios certos. Neste campo, antes do início do torneio, pedi uma “dica” ao Sebastião Gil sobre o que poderia estar a fazer mal no meu ‘drive’. Ele ajudou-me e resolveu o problema. O resultado foi ter acertado muitos ‘fairways’, apesar de ser um campo muito estreito.

«Foi uma semana muito positiva, aprendi imenso comigo próprio e com o que fui observando nos outros profissionais. Se não levar isto com alegria, nunca serei capaz de desfrutar o momento.
«Estou bastante confiante para o torneio do Challenge Tour da próxima semana. Sinto que estou a jogar bem, mas também é verdade que já levo alguns torneios consecutivos nas pernas e poderei acusar algum cansaço, mas também acho que isso se ultrapassará com a excitação do momento e com os bons resultados a aparecerem.
«Não posso deixar de agradecer uma vez mais aos patrocinadores: A Federação Portuguesa de Golfe, o banco BIG e o campo de Vila Sol. Nem todos tiveram a mesma sorte que eu de receber estes apoios no início da sua carreira».

CLASSIFICAÇÃO

‘Top-ten’

1º Paul Broadhurst (Inglaterra), 271 (64+69+71+67), -17, €208.330,00
2º Anthony Wall (Inglaterra), 272 (71+67+67+67), -16, €138.880,00
3º Andres Romero (Argentina), 273 (69+70+68+66), -15, €78.250,00
4º Ricardo Gonzalez (Argentina), 274 (73+66+64+71), -14, €57.750,00
4º Charl Schwartzel (África do Sul), 274 (69+70+67+68), -14, €57.750,00
6º José Manuel Lara (Espanha), 275 (71+70+68+66), -13, €43.750,00
7º Mattias Eliasson (Suécia), 277 (70+67+71+69), -11, €34.375,00
7º Markus Brier (Áustria), 277 (72+70+66+69), -11, €34.375,00
9º Jarmo Sandelin (Suécia), 278 (67+70+68+73), -10, €28.000,00
10º Brian Davis (Inglaterra), 279 (70+71+67+71), -9, €24.000,00
10º Niclas Fasth (Suécia), 279 (71+68+67+73), -9, €24.000,00
67º Tiago Cruz (FPG/BIG/Vila Sol), 290 (72+72+76+70), +2, €2.447,50


Foto de Jorge Andreu/Amen Corner

REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT PORTUGUESA

terça-feira, abril 04, 2006


Noticias - Golfe


MercedesTrophy 2006 com mais de 55.000 jogadores

Pelo terceiro ano consecutivo, a Mercedes-Benz Portugal organiza o seu circuito de golfe, o MercedesTrophy, que tem primado pela enorme adesão e grande receptividade por parte dos entusiastas desta modalidade.
Com um total de 4 torneios de apuramento e 1 Final Nacional, as provas serão disputadas na modalidade “stableford” com “full handicap”, com saídas em “shot-gun”. Em cada prova os participantes serão divididos em 3 categorias de Handicap: a 1ª categoria até 15 HCP (5 apurados), a 2ª categoria de 15,1 a 28 HCP (5 apurados) e a 3ª categoria, “Gross” (3 apurados).
Lembramos que, Marta Lampreia foi a grande vencedora da anterior edição disputado no Victoria Clube de GolfeO Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura. Marta Lampraia venceu a final com 31 Pontos em Gross, enquanto na classificação Net, o vencedor foi Bruno Martinho com 35 Pontos e Carlos Santos com 33 Pontos triunfaram nas duas categorias.Em 2006, a grande novidade do Calendário incide na participação dos 3 vencedores nacionais de cada categoria na MercedesTrophy World Final, a realizar entre 22 e 27 de Setembro deste ano, em Estugarda.
As provas que integram o Circuito de 2006 serão realizadas de acordo com o seguinte calendário :
- 01 de Abril: Estela Golf Clube (Póvoa do Varzim)
- 09 de Abril: Belas Clube de Campo (Sintra)
- 20 de Maio: Ponte de Lima
- 03 de Junho: Quinta do Peru (Azeitão)
- 0 9 de Setembro: Montebelo (Viseu) – Final Nacional

A Mercedes-Benz organiza há 16 anos o seu tradicional circuito amador de golfe: o MercedesTrophy. Especialmente concebido para os seus clientes, mais de 55.000 jogadores de 38 países já participaram, até à data, nos torneios.

Noticias - Golfe

Golf & Leisure - o guia dos jogadores golfe

No sexto ano consecutivo de edição, o guia de campos, Golf & Leisure afirma-se como um “taco” indispensável dos golfistas. Este ano, apresenta setenta e duas opções de escolha para uma partida de golfe. De norte a sul do país e ilhas. Os leitores podem ainda usufruir de descontos através do vouchers de desconto em campos de golfe. Além disso, o já habitual guia de restaurantes, facilita a tarefa na escolha da tão desejada refeição a seguir a uma partida de golfe.
Para solicitar um guia poderá faze-lo para:
- Tel. 21.4670946
- Fax 21.4672061
- E-mail: bestguide@netcabo.pt

Solverde Campeonato Nacional PGA -

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