terça-feira, novembro 15, 2011

Alexandre Rocha “busca” de um lugar no PGA Tour 2012


Alexandre Rocha treina em “busca” de um lugar no PGA Tour 2012

O jogador brasileiro de São Paulo Alexandre Rocha tem aproveitado as últimas semanas para treinar para a segunda fase da Q-School, a etapa de apuramento para o PGA Tour 2012, e consequentemente prepara-se para a próxima temporada. Como terminou em 184º lugar na temporada 2011, Rocha não manteve seu cartão para a próxima temporada, mas entrou direto para a segunda e penúltima fase da Q-School. Como terminou entre os 200 primeiros colocados, ele já tem garantido para 2012 o direito de disputar torneios do Nationwide Tour, o circuito de acesso ao PGA Tour.
"É claro que minha meta é disputar o PGA Tour em 2012, mas entrarei em campo mais tranquilo sabendo que já tenho garantido o lugar em alguns torneios do Nationwide", diz Rocha.
No final de semana passado, o paulistafoi treinar no Southern Hills Plantation, onde disputará a segunda fase da Q-School de 15 a 18 de Novembro. "É o mesmo campo em que disputei a segunda fase no ano passado. Conheço bem o trajeto", disse.
O número de jogadores classificados para a fase final em cada um dos seis torneios da segunda fase ainda não foi divulgado pelo PGA Tour.
No meio da semana passada, Rocha visitou o PGA West, na Califórnia, onde estão os dois campos onde acontecerão as finais do apuramento, o Nicklaus Tournament Course e o TPC Stadium Course. O apuramento final será um torneio de seis dias de duração, de 30 de Novembro a 5 de Dezembro.
Em Orlando, nos EUA, onde vive, o paulista tem aproveitado para treinar principalmente o seu jogo curto. "O meu foco tem sido os shots inferiores a 150 jardas, (+/-) 136 metros. Tenho treinado precisão, controle de distância e aproximação", disse o golfista, que também tem dedicado bastante tempo ao treino de putter, acrescentando "Não fiz os resultados que merecia este ano por conta das distâncias curtas, que é uma parte fundamental do jogo". "Já me sinto muito confortável para disputar os apuramentos do jeito que estou e me considero também em boa preparação para iniciar a temporada 2012", afirma.
“Alex”Rocha entrou para a história do golfe no Brasil ao tornar-se o primeiro brasileiro em 29 anos a disputar o circuito mais importante do golfe mundial e o primeiro golfista do Brasil a passar o corte no US Open, um dos torneios do Grand Slam do golfe.

segunda-feira, novembro 14, 2011

Tiger Woods já figura entre os 50 melhores golfistas do mundo e Ricardo Santos é o 264

O ex-número Um Tiger Woods confirmou sua recuperação na lista que foi divulgada nesta segunda-feira (dia 14) do ranking mundial de golfe ao surgir entre os 50 melhores. Esta subida deve-se ao facto do golfista californiano ter terminou em terceiro o Open da Austrália, o que lhe valeu a subida de oito posições no ranking.
Woods é agora 50º da lista com 2,79 pontos.Como consolação, Tiger foi eleito o melhor dos oito jogadores americanos que disputaram o torneio e que, como ele, também irão participar da Taça do Presidente, que começará na quinta-feira, no Royal Melbourne.
O inglês Luke Donald permanece na liderança mundial, seguido pelo norte-irlandês Rory McIlroy.
A falar a lingua de camoes esta Ricardo Santos com 0,697 pontos e na posição 264.

Classificação
1. Luke Donald (ING) 10.33
2. Rory McIlroy (IRI) 7.55
3. Lee Westwood (ING) 7.49
4. Martin Kaymer (ALE) 7.00
5. Steve Stricker (EUA) 5.91
6. Dustin Johnson (EUA) 5.88
7. Adam Scott (AUS) 5.58
8. Jason Day (AUS) 5.5
9. Webb Simpson (EUA) 5.26
10. Matt Kuchar (EUA) 5.14
50. Tiger Woods (EUA) 2.79
264. Ricardo Santos (POR) 0,697

PRO-AM Campeonato Nacional PGA de Portugal


Nelson Cavalheiro sagrou-se campeão do Pro-Am que o Clube de Golfe dos Arquitectos organizou e patrocinou para encerrar em beleza, no RibaGolfe-II, 82 PONTOS NO RIBAGOLFE-II COM OS AMADORES JOÃO PEREIRA GOMES, ANTÓNIO LIBERAL FERREIRA E ANTÓNIO CATARINO TAVARES.

O profissional do Grupo Oceânico jogou ao lado dos amadores João Pereira Gomes, António Liberal Ferreira e António Catarino Tavares. Somaram 82 pontos net, tendo-se jogado em stableford full handicap.
«Não foi a primeira vez que ganhei um Pro-Am, mas foi o primeiro que venci num Campeonato Nacional», explicou o também vice-presidente da PGA de Portugal, ex-treinador de campeões nacionais como Nuno Campino e António Rosado.
«Atendendo às condições de jogo, dado o campo ainda estar molhado, 82 pontos é um bom resultado. Acho que a vitória foi a consequência de termos combinado bem, porque eu aguentei os “Pares” dos buracos, enquanto os meus parceiros foram fazendo os birdies», acrescentou o algarvio que, em 2001, há exactamente dez anos, conquistou em Tróia o seu principal título, o Masters da PGA de Portugal.
O Pro-Am, que no calendário do Clube de Golfe de Arquitectos (CGA) aparece com o nome de Riba Tejo, foi bastante concorrido, com 103 participantes, tendo-se saído em shot-gun.
A cerimónia de entrega de prémios realizou-se no requintado restaurante Cozinha Velha do Palácio de Queluz e foi mais uma oportunidade para se aplaudir a vitória de Ricardo Santos no Campeonato Nacional, com 14 abaixo do Par, um resultado histórico que fixa um recorde na prova.
Ricardo Santos foi o único campeão nacional de 2011 presente no jantar e agradeceu ao CGA: «É um clube bastante dinâmico e é importante que continue a apoiar a PGA e os profissionais portugueses».
Dos outros dois campeões nacionais, Mónia Bernardo jogou o Pro-Am mas regressou ao Algarve ao final da tarde, enquanto o sénior José Gonçalves já tinha partido na véspera, não sendo convocado para o Pro-Am.

Outro dos momentos altos da noite foi a oferta ao CGA de um lob wedge autografado por Filipe Lima, que só soube do jantar recentemente e tinha-se comprometido com um dos seus patrocinadores para essa noite, mas marcou presença com o gesto elogiado pelo presidente do CGA, José Gramaxo.
Foi a primeira participação de Filipe Lima num Campeonato Nacional e, estando perante um jogador que já passou por circuitos profissionais como o francês, asiático e vários na Europa, importava perceber se o nível organizativo da PGA de Portugal poderia ser comparado com outros: «Uma organização muito boa e fiquei surpreso. Havia detalhes que não esperava como as distâncias marcadas no chão, os patrocínios bem afixados no campo, a comunicação constante no site da PGA de Portugal e no Facebook, a presença nos buracos de águas e bananas. É uma experiência para repetir. Quero voltar e não me pareceu difícil ter todos os melhores juntos. Bastou falar com eles e procurar a melhor data. O final da época parece-me uma boa data».
Segundo, Manuel Agrellos (presidente da Federação Portuguesa de Golfe): «É uma alegria estar aqui presente. Em primeiro lugar para verificar os progressos que a PGA de Portugal tem feito nos últimos tempos. Parabéns ao José Correia e à sua equipa, à sua Direcção, por ter colocado a PGA de Portugal onde deve estar. A FPG está com a PGA de Portugal e se às vezes não fazemos mais é porque não podemos. Em segundo lugar, pelos resultados. O nível de jogo dos profissionais portugueses subiu muito. 14 Abaixo do Par em três voltas é óptimo golfe e mostra que o trabalho desenvolvido pela alta competição, na FPG e na PGA, tem dado fruto».
Para José Maria Cazal Ribeiro (director do RibaGolfe)  «É sempre positivo receber a PGA de Portugal nos nossos campos e o Campeonato Nacional ainda mais. O campo revelou-se um teste sério aos profissionais e os resultados foram extraordinários. O retorno que nos chegou dos jogadores sobre o campo foi positivo, quer em termos de lay-out quer de desafio que o campo apresentou. Tínhamos marcado o torneio para o campo nº1, onde tinha decorrido a Escola de Qualificação do European Tour, mas a PGA de Portugal achou por bem transferir para o nº2. Houve tempo para preparar o campo porque a decisão foi tomada cerca de um mês antes. O campo aguentou a provação das condições meteorológicas. Os greens são óptimos e não apresentam problemas de drenagem. Os fairways não estavam perfeitos mas jogaram-se em boas condições. Tenho todo o interesse em voltar a receber o Campeonato Nacional, mas a decisão é da PGA».
Ao passo que José Gramaxo (presidente do Clube de Golfe dos Arquitectos): «O Pro-Am ofereceu um dia glorioso e uma vez mais não fomos abandonados pelo padroeiro do CGA. A ligação à PGA de Portugal já vem de longa data e agora foi reforçada. Sinto-me orgulhoso, em nome do CGA, pelo apoio grato, pelo prazer que é estarmos com a PGA de Portugal. Podem contar connosco. Há 11 anos que apoiamos a formação de golfe e tudo o que temos vindo a fazer com os profissionais é pela estima que nos merecem. Parabéns ao José Correia e à PGA de Portugal. São uma equipa ganhadora e não é por acaso que são todos scrach».
Para o Presidente da PGA de Portugal: «Torneio após torneio, temos tentado melhorar e trazer algo de novo. Neste Campeonato Nacional, o apoio da equipa do RibaGolfe foi fundamental para o seu sucesso. Em termos de set-up do campo, destaco as distâncias marcadas no meio do fairway, os buracos pintados, numa tentativa de aproximação aos torneios do Tour. Fiquei muito contente com a presença dos melhores jogadores e de todos os outros. Este ano introduzimos os seniores e as senhoras e foi bom estarmos todos juntos. Mais uma vez, acolhemos alguns dos melhores amadores e queremos cada vez mais. Eles são sempre bem-vindos. Sinceramente, tudo o que pensámos para este torneio correu como idealizámos. É claro que no futuro queremos melhorar. É preciso agradecer a todos os patrocinadores e em particular ao CGA porque o seu apoio foi por inteiro para os prémios monetários. Sem o CGA este Campeonato Nacional não se teria realizado. Espero que a parceria continue por muitos e bons anos. Agradeço aos media em geral e à SportTV em particular, à FPG e ao João Coutinho que foi o nosso árbitro do torneio. Agradeço à equipa da PGA de Portugal, em especial à Isabel e ao Nélson Cavalheiro. Na PGA de Portugal somos 110 sócios. Não somos muitos, mas somos bons e temos de ser respeitados. Estaremos cá para o que der e vier». 
FOTO: Tiago Rodrigues, o melhor amador, com o troféu entregue por Nelson Cavalheiro, campeão do Pro-Am do Clube de Golfe dos Arquitectos no Campeonato Nacional.
ASSINATURA DE FOTOS: Alexandre Franco

sexta-feira, novembro 11, 2011

Tiger é lidere na Austrália


Tiger Woods confirmou, esta sexta-feira (dia 9), que a sua recuperação está no bom caminho, ao assumir, no segundo dia de prova  a liderança do Open da Austrália, com um total de 135 pancadas (menos nove que o PRA do campo). Esta é a primeira vez que o norte-americano, ex-número um do Mundo e que há dois anos não conquista qualquer título no circuito de golfe, lidera um torneio desde a terceira ronda de Chevron, no ano passado. Segundo ele, o segundo dia foi muito bom, terminando com cinco abaixo, com grandes putts. O seu excelente momento de forma é ainda atestado pela sua segurança ao afirmar que poderia ter feito melhor.
No entanto, Tiger apenas tem uma pancada de vantagem sobre o australiano Peter O'Malley (136) e duas sobre o também australiano Jason Day (137).
Tiger, tem no seu impressionante currículo, 14 "Majors", sendo que o último foi em 2008 no Open dos Estados Unidos, sendo o segundo da lista de sempre, apenas atrás de Jack Nicklaus. O norte-americano, está a tentar regressar ao topo mundial de golfe, depois dos incidentes familiares.

Campeonato Nacional PGA de Portugal


Mónia Bernardo, Ricardo Santos e José Gonçalves sagraram-se campeões nacionais de profissionais, respectivamente nos torneios feminino, masculino e de seniores.

O torneio que a PGA de Portugal organizou no RibaGolfe-II, em Benavente, com 11.100 euros em prémios monetários, marcou o segundo título de Mónia Bernardo, revalidando o de 2007 (desde então não houve prova feminina); entrou para a história como o primeiro título de José Gonçalves, que nunca tinha ganho qualquer campeonato nacional; e, sobretudo, consagrou Ricardo Santos, o melhor golfista português da actualidade, cujo único campeonato nacional que vencera fora o de sub-18.
Num derradeiro dia de competição em que, finalmente, não choveu, Mónia Bernardo igualou o Par-72 do campo e totalizou 148 pancadas (+4), superando a amadora Ana Rita Félix por 2, embora esta última tenha sido a única a jogar abaixo do Par (-1 hoje) no cômputo geral.
José Gonçalves efectuou a melhor volta do torneio entre os sete seniores presentes, em 75 (+3). Somou 153 (+9) e bateu por 3 pancadas o grande favorito, o ainda seleccionador nacional, Sebastião Gil.
Mas coube a Ricardo Santos o melhor resultado de 2011, com um cartão de 66 pancadas, 6 abaixo do Par, com um agregado de 202 pancadas. Ricardo foi protagonista de um novo recorde no Campeonato Nacional, ao terminar com 14 pancadas abaixo, superando as 10 abaixo de António Sobrinho em 2002 e 2005, em Amarante. Também as 13 pancadas de vantagem sobre os segundos classificados, Filipe Lima e Hugo Santos, são um novo recorde na prova, destronando os 10 shots com que António Rosado derrotara Hugo Santos no Porto Santo, em 2009 por organizada então pela Southgolftour.
Do total de 11.100 euros em prémios monetários, Mónia Bernardo embolsou 300 euros, exactamente a mesma verba de José Gonçalves, enquanto Ricardo Santos levou para casa 1.400 euros.
«É sempre bom vencer o Campeonato Nacional. Fazê-lo por uma segunda vez é ainda melhor. Tenho de ser sincera, joguei melhor do que esperava. Hoje só falhei dois greens e um fairway. Poderia perfeitamente ter feito 1 ou 2 abaixo. Quando vi a Mariana Martins (foi 3ª, com +8) fazer 75 pancadas no primeiro dia, vi-me numa situação inédita em Portugal de ir para uma última volta na perseguição. Isso deu-me adrenalina extra. Apesar de ter ganho, vejo muito futuro nas amadoras portuguesas que jogaram», comentou Mónia Bernardo, que não competia desde o Portugal Ladies Open, em Junho, devido a uma lesão no ombro direito.
Para Ricardo Santos, RibaGolfe 2011 nunca será esquecido: «Era um título que não tinha no meu palmarés e há muito desejado. Os meus amigos já não se podem meter comigo a dizer que nunca fui campeão nacional. Foi um ano extraordinário e terminei-o da melhor maneira, embora ainda falte a Taça do Mundo na China com o meu irmão. Foi também um factor de orgulho ter vencido o Campeonato Nacional com o melhor nível de participantes de sempre. Só faltou o Tiago Cruz, a atravessar uma fase menos boa e lesionado a quem desejo as melhoras. Mas, de resto, estiveram aqui os melhores».
A cerimónia de entrega de prémios contou com as presenças do presidente da Federação Portuguesa de Golfe, Manuel Agrellos, do presidente da PGA de Portugal, José Correia e do seu vice-presidente, Nelson Cavalheiro. Ricardo Santos foi o único campeão a discursar e, depois de vários agradecimentos, dedicou a vitória, com voz embargada pela emoção, à mulher Rita Brissos, aos treinadores Almerindo Sequeira e David Moura, e ao patrocinador Eduardo Gradiz.
O Campeonato Nacional de 2011 ficou marcado pela estreia de Filipe Lima, que conseguiu um honroso segundo lugar, empatado com Hugo Santos. Quem também se estreou foi Nuno Henriques, mas uma última volta de 77 (+5) atirou-o para um 6º lugar empatado com André Medeiros e João Pedro Carvalhosa, com 220 (+4). Henriques foi o melhor de seis madeirenses (recorde na prova) e Medeiros o primeiro de dois açorianos. O quarto lugar foi de António Sobrinho (+1) e em quinto merece todos os elogios a prova do amador Tiago Rodrigues (+2). Os resultados deste torneio ditaram que Ricardo Santos termine a época como nº1 do ranking da PGA de Portugal (conta todos os resultados, nacionais e internacionais), seguido de Filipe Lima, enquanto a Ordem de Mérito da PGA de Portugal (contabiliza apenas os resultados nacionais) tem como nº1 de 2011 Hugo Santos. «Tinha dois objectivos para esta semana, que eram ser campeão nacional e fechar a época como nº1. Cumpri apenas um deles», disse Hugo Santos, que foi vice-campeão nacional pela quarta vez seguida (2007, 2008, 2009 e 2011), depois de já ter sido terceiro classificado em 2006.

FOTO: Alexandre Franco

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...