segunda-feira, fevereiro 06, 2017

PEDRO FIGUEIREDO VENCE o 1º Morgado Classic


O CAMPEÃO NACIONAL DE 2013 GANHOU O 1º MORGADO CLASSIC, INTEGRADO NO ALGARVE PRO GOLF TOUR, NO PALCO DO PRÓXIMO TORNEIO DO EUROPEAN TOUR A REALIZAR-SE NO NOSSO PAÍS E RECOLHEU INFORMAÇÕES ANIMADORAS

Pedro Figueiredo está a atravessar a sua melhor forma desde que passou a profissional no verão de 2013 e a recente vitória no 1º Morgado Classic, no mesmo campo onde irá disputar-se o 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, leva-o a pensar que terá hipóteses de brilhar em maio, quando o European Tour regressar ao Algarve. O campeão nacional de 2013 conquistou o seu 4º título nos últimos quatro meses, o 2º no Algarve Pro Golf Tour, um circuito internacional, sancionado pelo britânico Jamega Pro Golf Tour e pela PGA de Portugal.
«Não posso dizer que seja uma vitória com um sabor necessariamente diferente (das anteriores), mas faz-me acreditar que posso jogar bem e fazer bons resultados no Morgado Golf Course», disse Pedro Figueiredo ao Gabinete de Imprensa da FPG, depois de arrancar um excelente resultado de 136 pancadas, 10 abaixo do Par, após voltas de 69 e 67.
As 10 pancadas abaixo do Par são um bom resultado em qualquer campo, em qualquer torneio de apenas duas voltas mas o feito é ainda mais assinalável pelo forte vento que se fez sentir.
Para “Figgy” é obviamente importante ter somado o seu 2º título no Algarve Pro Golf Tour de 2016/2017, num torneio de 10 mil euros em prémios monetários, que lhe rendeu um cheque de 2 mil euros.
Mas muito mais relevante é a perspetiva que se lhe abre de poder brilhar no 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, o torneio de meio milhão de euros em prémios monetários, que vai decorrer de 11 a 14 de maio naquele campo de Portimão. Afinal, uma vitória garante logo o acesso ao European Tour, a primeira divisão europeia!
«Até pensava que não fosse um campo ideal para as minhas características de jogo, por ser largo, com greens grandes, mas consegui provar o contrário», acrescentou o profissional do Sport Lisboa e Benfica, depois de deixar, no 2º lugar, Tomás Santos Silva a apenas 1 pancada de distância.
O 1º Morgado Classic contou com 73 participantes vindos do Reino Unido, Irlanda, França, África do Sul, incluindo 11 portugueses.
Apesar do Algarve Pro Golf Tour atrair membros de circuitos internacionais importantes (como o Challenge Tour), os portugueses têm mostrado ser competitivos e ganharam 6 dos 13 torneios disputados: Tiago Cruz no 1º Pinheiros Altos Classic, Ricardo Santos no San Lorenzo Classic e no Duvalay Classic, Ricardo Melo Gouveia no Tile Mountain Classic e Pedro Figueiredo no 2º Pinheiros Altos Classic e agora, no fim de semana passado, no 1º Morgado Classic.
O Algarve Pro Golf Tour tem permitido aos portugueses uma boa rodagem internacional antes do início dos principais circuitos europeus, o Challenge Tour (segunda divisão) e o European Tour (primeira), mas este ano há um aliciante extra: desde o início do 3º Swing (e este 1º Morgado Classic foi o evento inaugural do 5º Swing) que todos os torneios pontuam para a Corrida para o Open de Portugal e o nº1 desse ranking irá merecer um convite para o 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort. Antes do 1º Morgado Classic, Ricardo Santos liderava essa ordem de mérito, com o inglês Jamie Abbott mesmo à perna no 2º lugar e Tiago Cruz em 3º. O ranking ainda não foi atualizado mas é provável que Pedro Figueiredo tenha subido ao top-10 com esta vitória.

“Figgy” está, contudo, a jogar em várias frentes e já partiu para Marrocos para competir em torneios do Pro Golf Tour, o circuito profissional alemão, que funciona como uma espécie de terceira divisão europeia, com torneios de 30 mil euros em prémios monetários.
A época de 2017 está a correr bem ao representante do Team Portugal e surge posicionado no 3º lugar da Ordem de Mérito, depois de ter sido 2º (-10) classificado no Red Sea Egyptian Classic e 6º (-13) no Red Sea Ain Sokhna Classic, ambos no Egito.
«É um circuito onde os cinco primeiros da Ordem de Mérito no final da época garantem acesso ao Challenge Tour. Por isso, pelo menos até meados de abril ou maio, irei concentrar-me neste circuito. Depois, dependendo dos resultados, verei o que será melhor para mim. Nos próximos dois meses tenho seis torneios sete circuito, todos em Marrocos», explicou o 4º melhor golfista português no ranking mundial, depois de Ricardo Melo Gouveia, Filipe Lima e Ricardo Santos. De 2008 a 2011, Pedro Figueiredo foi a grande figura do golfe nacional, a par de Filipe Lima e ainda hoje detém o melhor palmarés amador de sempre de um golfista português. Mas em 2012 e 2013 Ricardo Santos viveu épocas de luxo no European Tour e depois, em 2015 e 2016 foi Ricardo Melo Gouveia a surgir em grande força. “Figgy” acreditou sempre que poderia voltar à ribalta e está num crescente momento de forma. «Desde que me tornei profissional (em 2013), tinha apenas ganho o Campeonato Nacional, logo no início (2013), de maneira que a minha melhor fase tem sido, sem dúvida, a destes últimos tempos», tinha dito há poucas semanas à FPG o jogador de apenas 25 anos, uma idade muito jovem para a modalidade.
Pedro Figueiredo, Tomás Silva e Tiago Cruz têm legítimas aspirações a poderem conseguir convites da PGA de Portugal para o Open de Portugal @ Morgado Golf Resort e os amadores Tomás Bessa, Vítor Lopes e Tomás Melo Gouveia serão candidatos a receber convites da FPG para o mesmo torneio do European Tour. Ter competido no fim de semana passado no palco do Open só poderá ter-lhes sido positivo.
O 55º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort é organizado pelo NAU Hotels & Resorts (proprietário do campo de golfe), pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG) e pela PGA de Portugal, em associação com o European Tour e o Challenge Tour. O torneio assume o formato de dual ranking, contando simultaneamente para a Corrida para o Dubai (o ranking do European Tour) e para a Corrida para Omã (o ranking do Challenge Tour). Para além de atribuir pontos para o Ranking Mundial e para o ranking europeu da Ryder Cup.

Fotografia: Algarve Pro Golf Tour

sexta-feira, fevereiro 03, 2017

OMEGA DUBAI DESERT CLASSIC RICARDO MELO GOUVEIA MELHOR DO QUE WOODS MAS FORA DO TOP-100

Ricardo Melo Gouveia (RMG) parece recuperado da lesão na anca que o afetou no Commercial Bank Qatar Masters, na semana passada, onde não passou o cut, depois de até ter começado 2017 da melhor maneira, com uma vitória no Algarve Pro Golf Tour, seguida de um bom 23º lugar no Abu Dhabi HSBC Championship.
«Boas notícias, a minha anca está bastante melhor, já quase não a sinto, e estou pronto para começar mais uma prova e desta vez positiva», disse o nº1 português num vídeo publicado para os fãs na sua conta profissional no Facebook.
Não foi por essa razão que hoje não conseguiu melhor do que somar 75 pancadas, 3 acima do Par do Emirates Golf Club, para figurar apenas no 102º lugar, empatado com mais 19 jogadores.
O “culpado” foi o forte vento que se fez sentir e a pouca sorte de ter saído ao início da tarde, quando a “mini tempestade” se acentuou no deserto.
«Com o vento a crescer ao longo do dia, nenhum dos grupos da tarde conseguiu igualar os resultados matinais e a jornada foi suspensa por falta de luz natural, forçando dois grupos a concluírem a sua volta na manhã de sexta-feira», escreveu Briony Carlyon», press officer do European Tour. RMG já tinha avisado ontem nas redes sociais: «O campo, como sempre, está em excelentes condições, mas, infelizmente, as previsões são de ventos muito fortes para amanhã e sexta-feira, chegando mesmo a atingir os 50km/h». Tais previsões confirmaram-se e o representante do Team Portugal teve dificuldades em iniciar a competição, com bogey no buraco 11, birdie no 12, duplo-bogey no 14 e bogey no 17, mas depois logrou assentar o jogo, minimizou os estragos e fechou o dia com 10 buracos seguidos a Par. «Hoje esteve bastante complicado durante a tarde, com muito vento a fazer-se sentir. Cometi alguns erros nos primeiros nove buracos, mas nos segundos nove até joguei bem, embora sem conseguir concretizar as oportunidades», lamentou-se o jogador do ACP Golfe. Mesmo assim, melhor do que o 121º lugar de Tiger Woods (+5), na primeira vez que o antigo nº1 mundial não conseguiu concretizar qualquer birdie neste campo, ele que até teve a sorte de sair de manhã, com menos vento.
«Hoje não bati na bola lá muito bem e deixei cerca de 16 putts curtos porque, simplesmente, não consegui perceber a velocidade destes greens», queixou-se o norte-americano, que não jogava no European Tour desde a edição de 2014 deste torneio que venceu em 2006 e 2008.
Em contrapartida, Sergio Garcia, outro jogador matinal, assinou o seu melhor cartão de sempre neste campo em oito participações na prova, de 65 pancadas, 7 abaixo do Par. O espanhol lidera com 1 de vantagem sobre Felipe Aguilar e George Coetzee, com Ian Poulter, Nino Bertasio e David Lipsky a 2 de distância.
Ricardo Melo Gouveia  – esta semana classificado no 83º lugar da Corrida para o Dubai (hierarquia europeia) e no 151º posto do ranking mundial – está a 3 pancadas do cut provisório.

Texto: Hugo Ribeiro / FPG adaptação Luís Manuel Nogueira
Fotografias: Publicada pelo próprio RMG e de Getty Images (Garcia)
Texto escrito conforme o Acordo Ortográfico - convertido pelo Lince

segunda-feira, janeiro 30, 2017

87º Campeonato Internacional Amador Feminino de Portugal


LETIZIA BAGNOLI PRIMEIRA CAMPEÃ ITALIANA

FORA DAS 600 PRIMEIRAS DO RANKING MUNDIAL AMADOR E DO TOP-100 EUROPEU, A JOGADORA DE 17 ANOS DOMINOU O TORNEIO DO INÍCIO AO FIM NO MONTADO HOTEL & GOLF RESORT. NAS PORTUGUESAS LEONOR BESSA  FOI A MELHOR

Letízia Bagnoli tornou-se (DIA 28) na primeira vencedora italiana do Campeonato Internacional Amador Feminino de Portugal (CIAFP), o torneio a contar para os rankings amadores europeu e mundial, que a Federação Portuguesa de Golfe (FPG) organizou no Montado Hotel & Golf Resort.  Letízia Bagnoli é, assim, a primeira líder do novo ranking europeu da PING Junior Solheim Cup, cujo objetivo será convocar seis jogadoras para a seleção europeia que irá defrontar a sua congénere dos Estados Unidos, de 14 e 15 de agosto, no Des Moines Golf & Country Club, no Estado norte-americano do Iowa.
O triunfo por 282 pancadas, 6 abaixo do Par, após voltas de 67, 73, 72 e 70, é completamente inesperado, mas totalmente merecido, uma vez que Letízia Bagnoli liderou do início ao fim um torneio em que estiveram presentes seis jogadoras que já representaram a Europa na PING Junior solheim Cup e que integram o top-100 do ranking mundial.
«É um sentimento espantoso, porque não esperava nada vencer», concordou a jogadora de Florença em declarações prestadas ao site especializado “GolfTattoo”, depois de conquistar o seu primeiro título em torneios integrados no calendário maior da Associação Europeia de Golfe (EGA).
Aliás, em provas a contar para o ranking europeu, foi apenas o seu segundo top-10, depois do 9º posto alcançado no ano passado no Campeonato Internacional Amador de Itália. E em torneios a contar para o ranking mundial amador, foi apenas o seu segundo título depois do bem menos importante Gran Premio Vecchio Monastero, em abril último.
Numa 87ª edição do CIAFP fustigado pela chuva em dois dos quatro dias e com muito vento, o resultado final de -6 não pode ser comparado com o fantástico recorde de -17 da espanhola Maria Parra no ano passado, mas, tendo em conta que este ano só seis jogadoras lograram chegar aos 72 buracos abaixo do Par do percurso desenhado por Jorge Santana da Silva, acaba por tratar-se de um bom resultado. Letízia Bagnoli terminou em grande, com uma derradeira volta em que só perdeu 1 pancada em contraponto com os 3 birdies convertidos, deixando a 2ª classificada, a dinamarquesa Line Toft Hansen (68+73+75+69) a 3 pancadas de distância, de nada lhe valendo ter feito o terceiro melhor resultado do dia. As suecas Beatrice Wallin (73+72+72+69) e Julia Engstrom (69+73+72+72), e a francesa Mathilde Claisse (70+75+72+69) repartiram entre si o 3º lugar a 4 pancadas da campeã. Engstrom é a 18ª classificada no ranking mundial amador, Wallin é a 79ª, Claisse é a 21ª no ranking europeu e todas justificaram fazerem parte do lote de favoritas, valorizando ainda mais o êxito de Bagnoli, que surgia apenas na 624ª posição do ranking mundial amador e na 161ª da tabela europeia, indo agora subir substancialmente em ambas as hierarquias.

O CIAFP foi disputado por 90 jogadoras da elite europeia (o máximo permitido pelo regulamento), mas, como frisou Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG, ao siete “GolfTattoo”, poderiam ter sido muitas mais: «Batemos o recorde de inscritas, estivemos muito perto de 170 inscritas (…) e o facto de termos aqui o Campeonato da Europa Amador de Equipas Femininas, em julho, fez com que houvesse um interesse acrescido por parte de todas as federações». A participação portuguesa não foi positiva e pelo segundo ano seguinte não houve nenhuma a passar o cut, ou seja, a apurar-se para o último dia de prova. Uma série inesperada, depois de em 2015 termos tido pela primeira vez três representantes na última jornada.
A melhor portuguesa foi Leonor Bessa, empatada no 69º lugar, justificando, uma vez mais, o facto de ser a nossa jogadora melhor classificada no ranking mundial amador.
«Nestes três dias não me senti a jogar mau golfe, mas alguns “shots” falhados para sítios errados comprometeram o meu resultado. Sinto-me triste, mas com vontade de continuar a trabalhar e de acreditar no processo», disse ao Gabinete de Imprensa da FPG a bicampeã nacional de sub-18.
«Atravesso uma fase em que estou a fazer várias adaptações na minha vida, com o objetivo de tornar-me numa melhor atleta a todos os níveis. Estou a investir em mim e sei que, mais tarde ou mais cedo, as coisas vão resultar e não vou deixar de lutar por isso», acrescentou a jogadora que no ano passado nem pode jogar o CIAFP por ter fraturado uma mão logo no primeiro buraco da prova, tendo ficado ausente do circuito durante cerca de quatro meses.
As principais classificações e resultados do CIAFP, bem como das jogadoras portuguesas, foram as/os seguintes:

1ª Letízia Bagnoli (Itália) 282 pancadas (67+73+72+70), 6 abaixo do Par
2ª Line Toft Hansen (Dinamarca) 285 (68+73+75+69), -3
3ª (empatada) Julia Engstrom (Suécia) 286 (69+73+72+72), -2
3ª (empatada) Beatrice Wallin (Suécia) 286 (73+72+72+69), -2
3ª (empatada) Mathilde Claisse (França) 286 (70+75+72+69), -2

Portuguesas (falharam o cut)
69ª (empatada) Leonor Bessa 235 (74+80+81), +19
79ª (empatada) Beatriz Themudo 239 (79+83+77), +23
86ª Leonor Medeiros 245 (79+86+80), +29
87ª (empatada) Rita Costa Marques 247 (80+81+86), +31

Sara Gouveia 78 (+6) e desistência por doença
ASSESSORIA DE MEDIA DA FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE. foto: João Coutinho / FPG

quinta-feira, setembro 15, 2016

IX Hilton Vilamoura Golf Cup - 2016

Jamie O’Doherty vem defender o título

A IX Hilton Vilamoura Golf Cup, um dos maiores evento de golfe do Algarve, vai se realizar no Pinhal Golf Course a 17 de Setembro, o Hilton Vilamoura cumpre a tradição com a organização do IX Hilton Vilamoura Golf Cup.
Desde 2007 que este evento reúne golfistas amadores numa competição amigável, mas sempre com espírito competitivo.
A edição passada ficou marcada pela vitória de Jamie O’Doherty, o primeiro jogador estrangeiro a ganhar o Torneio Hilton Vilamoura Golf Cup, que promete voltar à nona edição para defender o título.
“É uma oportunidade única para reunir os amantes do golfe” segundo Fernando Nogueira, Profissional Qualificado da PGA Portugal e Diretor de Golf do Hilton Vilamoura esta é a principal premissa do evento.
Após o torneio os jogadores podem usufruir das facilidades do hotel, fazer um test drive de alguns modelos de automóveis Porsche ou relaxar com uma mini-massagem Shiatsu, cortesia do 7 Seven Spa.
A manhã termina com um almoço buffet com a assinatura do Chef André Simões e acompanhado pela excelência dos vinhos Reynolds.
A entrega de prémios e revelação do vencedor fica nas mãos do Diretor Geral do Hotel, Dinis Pires e do Diretor de Golf, Fernando Nogueira.

sexta-feira, abril 22, 2016

1.ª Edição do torneio de golfe da Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting

A Associação Portuguesa de Leasing, Factoring e Renting (ALF) vi realizar pela primeira vez, o “ALF GOLF DAY”. Este evento de golfe terá lugar no dia 7 de Maio de 2016, na Herdade da Aroeira. 

O percurso de golfe da Aroeira, irá proporcionar uma agradável experiência aos "futuros" jogadores e proporcionando um momento único de networking entre os associados da ALF e uma oportunidade para estreitar relações com os seus clientes e/ou colaboradores, que poderão também juntar-se a esta ocasião. 
Este evento inicia-se com um pequeno-almoço num ambiente exclusivo e privilegiado, 
disputando-se de seguida o torneio de golfe. Em simultâneo, decorrerá, igualmente, uma “Academia de Golfe”, com um programa direccionado para os iniciados na modalidade. Depois das provas, todos os participantes poderão ainda desfrutar de um almoço com entrega de prémios

sexta-feira, março 11, 2016

Academia de Golfe de Lisboa – O golfe no centro da cidade


Desde de Setembro do ano passado, que esta a funcionar um dos maiores e melhores centro de ensino de golfe em Portugal, AGL- Academia de Golfe de Lisboa. Este complexo de ensino tem na sua génese formar atletas para a Alta competição. Mas a AGL vai mais longe graças a um plano de uma gestão integrada, que contribui para tornar a modalidade mais acessível a todo a população em geral, partivando preços muito acessiveis. No ponto de visto do ensino, a AGL possui quatro treinadores credenciados, segundo as exigências europeias. Esta equipa é liderada pelo professor Mário Jorge Silva, Treinador de Golfe – Grau IV e Profissional de Golfe. Além tutelar dos cursos de Treinadores de Golfe – FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE, entre outras habilitações académicas. No que respeita à administração dos programas de ensino, estão são os mais evoluídos que se praticam no mundo golfe, acompanhados por meios tecnologicamente avançados, entre eles o (Pro-Tracer). Este sistema está também disponível para todos os jogadores que usem o Driving Range. Este com 42 postos, 21 dos quais cobertos. Os jogadores, podem usufruir de um putting green de uma zona de chipping e treino de bunkers. Todas as referidas áreas de treino têm iluminação. Um campo de Pitch&Putt Este moderno campo, é composto por seis buracos de par 3, essencial para colocar em prática o jogo curto e ideal para os novos jogadores colocarem em prática todo a sua aprendizagem. Um “jóia” no centro da capital. 
O complexo da AGL, é composto por recepção e loja de golfe, e um espaço gastronómico; GolfSpot, que para além de “servir” os mais exigentes golfistas, esta também aberto para jantares. Um espaço que abraça duas cozinhas; a internacional e a japonesa em prefeita simbiose. O GolfSpot usufrui de uma localização privilegiada, inserido num agradável ambiente paisagístico. 

sexta-feira, novembro 06, 2015

NBO Golf Classic Grand Final

RICARDO MELO GOUVEIA MANTÉM Nº1 DO RANKING E ESTÁ A 1 SHOT DO LÍDER

O JOGADOR DO TEAM PORTUGAL CONTINUA BEM POSICIONADO PARA CONQUISTAR AMANHÃ O SEU SEGUNDO TÍTULO DA ÉPOCA NO CHALLENGE TOUR, MAS DOIS DOS SEUS RIVAIS NA LUTA PELO Nº1 DA CORRIDA PARA OMÃ APROXIMARAM-SE NO PENÚLTIMO DIA DO TORNEIO

Ricardo Melo Gouveia chegou a liderar hoje (sexta-feira) a NBO Golf Classic Grand Final e pelo terceiro dia seguido terminou a volta a 1 pancada da liderança. Paralelamente, continua a comandar a Corrida para Omã, o ranking do Challenge Tour, a segunda divisão do golfe profissional europeu. No entanto, embora tudo pareça sorrir ao nº1 português e nº115 do ranking mundial, a verdade é que registou hoje o seu segundo pior resultado da época no Challenge Tour, cumprindo a terceira volta em 76 pancadas, 4 acima do Par do campo desenhado por Greg Norman no Almouj Golf, em Muscat. O algarvio de 24 anos desceu do 2º lugar para o grupo dos 6º classificados, com 210 pancadas, 6 abaixo do Par, depois dos dois cartões de 67 (-5) nos dois primeiros dias do torneio de 375 mil euros em prémios monetários. Em 2015, pior do que hoje, só mesmo as 75 pancadas, 5 acima do Par, da primeira volta do Cordon Golf Open, em França, em setembro, o único dos 18 torneios que disputou este ano em que falhou o cut.
Todos os jogadores vinham-se mostrando surpreendidos por o vento ainda não ter soprado forte nos dois primeiros dias da NBO Golf Classic Grand Final, pois tinham memórias da terrível ventania de 2014. Hoje refrescaram essas memórias e, sobretudo nos bonitos buracos junto ao mar arábico, o campo revelou todas as suas dificuldades.
«Hoje esteve sem dúvida muito mais vento, muito mais difícil, o campo não estava a dar “abébias” nenhumas e isso viu-se nos resultados. Em geral, toda a gente jogou pior e, sim, foi um dia muito difícil», reconheceu.
E depois de na quarta e na quinta-feira Ricardo Melo Gouveia só ter sofrido 1 bogey em 36 buracos, hoje foi penalizado por 1 triplo-bogey, 1 duplo-bogey e 2 bogeys, com destaque para a série negra de 5 “shots” cedidos em três buracos seguidos (7, 8 e 9), exatamente no momento em que coliderava o torneio com o dinamarquês Joachim B. Hansen com -11.
«Fiz dois maus bogeys seguidos (nos buracos 7 e 8) e a partir daí parece que desconcentrei-me um pouco, dei um mau tee-shot do 9, onde fiz um triplo-bogey e depois foi sempre a correr atrás do resultado, o que, com as condições que estavam, não houve depois muitas oportunidades de birdie. O putt do 7 (para Par) tinha cerca de 3 metros, o do 8 (depois de um bom “bunker-shot”) era um bocadinho mais pequeno. Foram dois putts que deveriam ter entrado, eram os putts que ontem e anteontem entravam e hoje não», lamentou-se.
Como o próprio reconheceu, a sua concentração foi abalada e afetou a saída no 9, que já levava demasiado efeito para a esquerda e que foi ainda mais acentuado pelo forte vento. O resultado foi a bola embater num dique de pedras e ir parar ao mar. Na segunda pancada de saída, Melo Gouveia enviou a bola a um bunker à direita do fairway. O “bunker-shot” à bandeira foi espetacular, mas terminou depois com 3-putts.
«No 7 e no 8 já se começava a sentir um o vento. São buracos mais expostos ao vento e estava difícil de “patar”. Não estive a bater na bola como normalmente, não estive 100% confiante no meu jogo comprido. Hoje até bati bem de manhã antes de ir para o campo, mas depois, os maus swings no 9 afetaram-me», explicou.
Foi uma série que custou caro ao profissional do Guardian Bom Sucesso Golf, pois até tinha começado bem, com Par-Par-birdie nos três primeiros buracos. Mas se é certo que passou por uma tormenta no final do “front nine”, não é menos verdade que mostrou capacidade de reação e muita vontade de lutar no “back nine”, com 2 birdies (nos buracos 12 e 16) e 1 duplo (13).
É essa vontade de lutar que lhe permite estar confiante de que poderá voltar amanhã (Sábado) aos bons resultados: «É uma questão de apanhar o ritmo e de amanhã fazer de novo uma boa volta. No final, depois daquilo que fiz e meio da volta de hoje, acho que 4 acima do Par, não sendo uma boa volta, acabou por ser OK. Amanhã está tudo em aberto».
O dinamarquês Joachim B. Hanson tem liderado o torneio todos os dias mas desta vez tem de partilhar o comando com mais quatro jogadores com um agregado de 209 pancadas, 7 abaixo do Par: o espanhol Nacho Elvira, os ingleses James Robinson e Callum Shinkwin, e o sueco Jens Dantorp.
A apenas 1 pancada de distância dos líderes está um grupo de três jogadores no 6º lugar, com Ricardo Melo Gouveia, o inglês Ryan Evans e o sul-africano Brandon Stone. E também a somente 2 pancadas dos comandantes há ainda cinco jogadores empatados no 9º lugar, entre os quais o espanhol Borja Virto Astudillo, um dos três jogadores que matematicamente ainda podem impedir Ricardo Melo Gouveia de ser coroado amanhã n.º1 do ranking do Challenge Tour. Borja Virto Astudillo aproximou-se e tem de ganhar o torneio e esperar que o português não fique no top-2. A outra grande ameaça é o francês Sebastien Gros que só precisa de ficar à frente de Melo Gouveia e neste momento está 2 pancadas atrás, no grupo dos 14º classificados. Bem arredado da corrida parece o sueco Bjorn Akesson, que tombou para o 34º posto (+3).
No início do torneio, Melo Gouveia tinha uma vantagem de 3.980 euros sobre Gros e de 22.160 euros sobre Virto Astudillo. Em Omã, o Gabinete de Imprensa do Challenge Tour tem atualizado diariamente o ranking (virtual) e neste momento, Melo Gouveia parte para o último dia com mais 11.955 euros do que Gros e mais 26.026 do que Virto Astudillo.
Amanhã (Sábado dia 8 de Novembro), Ricardo Melo Gouveia joga no antepenúltimo grupo com o espanhol Borja Virto Astudillo e o inglês Ryan Evans a partir das 09h57.
A NBO Golf Classic Grand Final merece transmissão televisiva em todo o Mundo. Em Portugal, os direitos são da SportTV que, no seu canal 4,
mostrará o resumo da última à meia-noite e meia.
TEXTO: GABINETE DE IMPRENSA DO TEAM PORTUGAL

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...