quinta-feira, junho 14, 2018

NELSON CAVALHEIRO VENCE O OPEN Circuito PT Empresas 2018

AXIS PONTE DE LIMA APUROU PRIMEIROS NOVE JOGADORES PARA A FINAL DE OUTUBRO NO MORGADO GOLF RESORT
Manolo de Miguel administrador Axis, La Salete Correia com o campeão, Nelson Cavalheiro
Rui Morris, de apenas 21 anos, e Nelson Cavalheiro, prestes a completar 48, mostraram no Axis Ponte de Lima que no golfe pode competir-se ao mais alto nível em autênticos confrontos de gerações e sagraram-se campeões dos dois eventos que decorreram em simultâneo sob a organização da PGA de Portugal. 
Rui Morris triunfou no Pro-Am que inaugurou o Circuito PT Empresas de 2018, prova que determinou os primeiros nove apurados para a Final marcada para outubro, no Morgado Golf Resort, o palco do Open de Portugal. Por seu lado, Nelson Cavalheiro conquistou o Axis PGA Open, de 6 mil euros em prémios monetários, o segundo torneio de 2018 do PGA Portugal Tour, o circuito profissional português. 
«Não joguei nada de espetacular e só fiz 3 birdies, mas os amadores jogaram de forma soberba e em todos os buracos conseguimos meter dois bons resultados. Funcionámos muito bem como equipa, porque quando um falhava os outros estavam lá», comentou, algo modestamente, Rui Morris, que somou 82 pontos stableford net, associado aos amadores Jaime Cunha, João Amorim e António Queirós. Rui Morris liderou, há um mês, um torneio do Alps Tour Golf, a terceira divisão do golfe europeu, e apreciou o espírito de equipa vivido entre todos: «Dá-me um gozo enorme ter contribuído para o apuramento da equipa para a Final. São pessoas excecionais e será um prazer voltar a vê-los. Quem sabe se disputarei com algum deles a Final do Circuito PT Empresas».
Esse é um dos aliciantes deste circuito. Desde o ano passado que a PGA de Portugal decidiu fazer coincidir a Final do Circuito PT Empresas com o Open que encerrará o PGA Portugal Tour, decidindo quem será o n.º1 da Ordem de Mérito 1080 Produções, ou seja, o n.º1 do circuito profissional português.
É uma oportunidade única de cada amador poder viver de perto dois dias de competição de profissionais a lutarem pelo título do Open e pelo posto de n.º1, mas a distribuição dos profissionais é por sorteio, pelo que Rui Morris não sabe se reeditará a parceria com estes três amadores que lhe proporcionaram a vitória em Ponte de Lima.
Como cada Pro-Am apura para a Final as três primeiras equipas, qualificaram-se igualmente em Ponte de Lima os amadores Luís Fernandes, António Machado e Joaquim Mendes, que garantiram o 2.º lugar com 80 pontos, ao lado do profissional Tomás Silva.
Também com 80 pontos mas com pior segunda volta, daí o 3.º lugar, ficaram os amadores Jorge Torres, Jorge Ferreira e Alberto de Brito, associados ao profissional Sérgio Ribeiro.
O Circuito PT Empresas prossegue com mais provas qualificativas a 23 de junho no Clube de Golf do Santo da Serra, na Ilha da Madeira; e a 2 de setembro no Guardian Bom Sucesso Golf.
Entretanto, no Axis PGA Open, o top-10 ficou recheado de jogadores que costumam atuar em circuitos internacionais como Challenge Tour, Pro Golf Tour ou PGA Pro Golf Tour, mas foi um treinador quem acabou por impor-se algo surpreendentemente.
Nelson Cavalheiro, que chegou a dirigir uma academia de um dos gurus mundiais do ensino do golfe, David Leadbether, e que atualmente é o diretor-técnico do Amendoeira Golf Resort, no Algarve, vai celebrar o seu 48.º aniversário no próximo Domingo com um agradável prémio de mil euros destinado ao campeão.
«Foi a melhor prenda de anos que poderia ter», disse Nelson Cavalheiro, que conquistou apenas o segundo título da sua carreira no PGA Portugal Tour, depois do longínquo PGA Portugal Masters de 2001, em Troia.
«Não esperava esta vitória. Claro que treino para ganhar e gosto de estar com a malta jovem para aprender com eles, mas estava à espera de um top-5, não de uma vitória. Curiosamente, o primeiro título que ganhei, em 2001 chamava-se Masters TMN, uma empresa absorvida pelo Grupo PT que agora apoiou este torneio», recordou o campeão. Nelson Cavalheiro terminou os 36 buracos regulamentares do Axis PGA Open empatado na frente com João Carlota, o vice-campeão nacional, que no último mês somou três bons resultados internacionais no Challenge Tour e no Alps Tour Golf.
Ambos totalizaram 141 pancadas, 1 abaixo do Par do percurso desenhado pelos irmãos Daniel e David Silva, Cavalheiro com voltas de 71 e 70, Carlota com cartões de 72 e 69. Foi preciso recorrer a um play-off, jogado no buraco 18, e houve um empate na primeira tentativa, pelo que só no segundo buraco de play-off Nelson Cavalheiro impôs-se ao cumprir o Par-4 do 18.
«Foi especial porque o João é um jogador que já treinei, é um dos melhores de Portugal, é o nosso vice-campeão nacional e uma pessoa de que gosto muito. Aliás, estávamos a almoçar juntos quando o José Correia, presidente da PGA de Portugal, nos chamou para iremos jogar o play-off», referiu o vencedor.
Foto de: PGA PORTUGAL / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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segunda-feira, junho 11, 2018

Shot Clock Masters

O golfista português Filipe Lima terminou hoje (domingo)
na 43.ª posição no Shot  Clock Masters, prova do Europeutour, ​ao concluir
com um total de 287 pancadas (73+72+70+72). 
A prova foi ganha pelo
finlandês Mikko Korhonen, que totalizou 272 pancadas, menos quatro do que
o escocês Connor Syme, que o segundo classificado,
o escocês Syme Connor.
No que respeita à classificação do Road to
Ras Al Khaimah​, classificação do Challengetour, de acesso de
pleno direito ao Europeantour, ​Filipe Lima,
está agora na vigésia-​primeira posição.

segunda-feira, maio 28, 2018

​Filipe Lima cada vez mais no Road to Ras Al Khaimah

Minkyu Kim

​Filipe Lima, terminou hoje (dia 27) na 10.ª posição o 'challenge' checo de Dritec. O golfista nacional, conseguiu manter  o 10.º lugar com que fechou conseguido na terceira volta, e terminando o torneio com um agregado de 276 pancadas, menos 12 que o par.
​O ultimo dia ficou "marcado"
por oito 'birdies' ​contra dois 'bogeys' e um duplo 'bogey', estes últimos dois resultados evitaram Lima de ter ascendido ao Top FIVE do torneio, e assim conseguir entrar nos quinze primeiros do Road to Ras Al Khaimah. Filipe Lima esta agora na décima-sexta posição com 28.274 pontos a 1.036 do décimo-quinto classificado.
Por seu lado, Ricardo Santos foi 25.º classificado, depois de ter tido uma subido espetacular de 34 lugares no último dia, terminando o ultimo dia com 66 pancadas (281 no total). Ricardo Santos, ocupa atualmente a posição 109 com 4.338 pontos.
Ainda nesta classificação, esta Pedro Figueiredo na posição 50 com 10.732 e Tiago Cruz na posição 58 com 9.730.
A prova foi ganha pelo sul-coreano Kim Minkyu, que terminou com um total de 268 pancadas, 20 abaixo do par e menos três do que o sueco Sebastian Soderberg, que foi segundo, com 271.
A próxima prova tem inicio no dia 31 no 
Golf Sempachersee,Lucerne,Switzerland
foto credito: 
(credit Ota Mrákota/Relmost) (European Tour)
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terça-feira, maio 15, 2018

Tomou posse a nova direção da Associação Nacional de Treinadores de Golfe, eleita para o quadriénio 2018-2022.


Na passada segunda-feira dia 14 de maio tomou posse a nova direção da Associação Nacional de Treinadores de Golfe, eleita para o quadriénio 2018-2022.
A nova direção tem como principais objetivos para o seu mandato: promover e desenvolver a Formação Contínua dos Treinadores de Golfe, no âmbito da sua intervenção estratégica com outras instituições, nomeadamente com a FPG; promover anualmente um seminário ou ação correspondente no âmbito da formação contínua ou científica; promover, participar e apresentar sugestões promotoras do desenvolvimento do golfe, nomeadamente nos seus aspetos técnicos e científicos inerentes ao treino e ao jogo, bem como outras atividades no sentido de consolidar a importância social do Treinador. 
Os novos Corpos Sociais da ANTG são constituídos pelos seguintes Treinadores de Golfe:
Assembleia Geral

Presidente: Lutero Ferreira
1o Secretário: Henrique Medeiros
2o Secretário: Luís Manuel Nogueira
Direção
Presidente: Mário Jorge Silva
Vice-presidente: José Nogueira da Silva
Vice-presidente: Hugo Pinto
Vice-presidente: Pedro Franco Dias
Conselho Fiscal
Presidente: Luís Lopes
Vogal: João Bonaparte
Vogal: Maria Gabriela Bentes

segunda-feira, maio 14, 2018

FILIPE LIMA VICE-CAMPEÃO - 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort

O CAMPEÃO NACIONAL FICOU A 2 PANCADAS DO VENCEDOR, O AUSTRALIANO DIMITRIOS PAPADATOS, QUE CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO NO CHALLENGE TOUR. TIAGO CRUZ EM 4.º, PEDRO FIGUEREDO EM 8.º, VÍTOR LOPES EM 14.º E JOÃO CARLOTA EM 22.º TAMBÉM ALCANÇARAM RECORDES PESSOAIS
 

Filipe Lima sagrou-se vice-campeão do 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, o único torneio português do Challenge Tour, de 200 mil euros em prémios monetários, que hoje (Domingo dia 13) terminou em Portimão. O campeão nacional superou o seu próprio recorde nacional de melhor classificação portuguesa na prova, o 3.º posto alcançado em 2005, no Oitavos Dunes, quando o Open integrava ainda o European Tour. 
Filipe Lima totalizou 283 pancadas, 5 abaixo do Par, o mesmo resultado com que partiu hoje para a última volta na liderança. Hoje cumpriu o Par-72 do campo, depois de 3 birdies e 3 bogeys. Nos dias anteriores fizera voltas de 74, 68 e 69. O seu 2.º lugar foi partilhado com o francês Antoine Rozner, autor de voltas de 72, 71, 70 e 70. Cada um recebeu um prémio de 18 mil euros.
O português residente em França, que quer vir morar para Azeitão, e o francês, só foram ultrapassados pelo australiano de origem grega, Dimitrios Papadatos, que somou 281 pancadas, 7 abaixo do Par, agregando cartões de 73, 66, 73 e 69, para arrecadar um prémio de 32 mil euros.
Filipe Lima partiu para a última volta na liderança partilhada com o galês Stuart Manley, mas o perigo veio de trás. Papadatos, de 26 anos, estava 1 pancada atrás, no 3.º lugar, empatado, entre outros, com Pedro Figueiredo, mas assumiu o comando logo no início da última volta com 2 birdies nos primeiros quatro buracos. Nunca mais abandonou o topo da classificação.
Filipe Lima, por duas ocasiões, foi respondendo aos birdies do jogador de Sydney de pai grego e conseguiu empatar na frente, mas 1 bogey no buraco 13 forçou-o a andar atrás do resultado e outro bogey no 18, perante centenas de espectadores, impediu-o até de ficar isolado no 2.º lugar e a ter de partilhar o vice-campeonato com Rozner.
Para além de Lima, houve outros recordes pessoais de portugueses: o 4.º posto de Tiago Cruz, com 4 abaixo do Par, depois de uma última volta em 69 (-3), é a sua melhor classificação de sempre no Open de Portugal e valeu-lhe 9.100 euros, bem como o apuramento para o próximo torneio do Challenge Tour, em Espanha.
O 8.º lugar de Pedro Figueiredo, com 3 abaixo do Par, depois de uma última volta de 73 (+1) e de um prémio de 4.520 euros, passa a ser a sua melhor prestação de sempre no Challenge Tour. Vítor Lopes foi o melhor amador da prova, recebeu um prémio por esse feito, mas, melhor ainda, o 14.º lugar com 1 abaixo do Par, na sequência de 73 (+1) hoje, é também a sua melhor performance no Challenge Tour ou no European Tour. E até mesmo João Carlota, que também hoje se contentou com 73 (+1), superou o seu recorde pessoal em torneios do Challenge Tour com uma 22.ª posição, a Par do campo. Ricardo Santos ainda deu um ar da sua graça, e as suas 69 pancadas (-3) no último dia foram o terceiro melhor resultado da jornada. Fechou no 45.º posto com 4 acima do Par e um prémio de mil euros. Só Tomás Silva, que vinha de um top-15 num torneio do Challenge Tour em Espanha, poderá sentir um sabor amargo pelo 67.º posto, com 11 acima do Par, sobretudo depois de hoje ter feito a sua pior volta, de 77 (+5), embolsando 510 euros.Com estes resultados e classificações, Filipe Lima ficou à porta do top-15 da Corrida para Ras Al Khaimah, que no final do ano sobe ao European Tour. O campeão nacional subiu de 114.º para 16.º. Pedro Figueiredo ascendeu de 57.º para 42.º e Tiago Cruz entrou diretamente para o 47.º lugar.
Os portugueses que perderam posições no ranking do Challenge Tour foram Tomás Silva de 79.º para 88.º, e Ricardo Santos de 98.º para 108.º. João Carlota entrou para 126.º 
 
A cerimónia de entrega de prémios contou com as presenças de Isilda Gomes (presidente da Câmara Municipal de Portimão), Lídia Praça (Instituto Português do Desporto e Juventude), Filipe Lima (administrador do Turismo de Portugal), Miguel Franco de Sousa (presidente da Federação Portuguesa de Golfe), José Correia (presidente da PGA de Portugal), Mário Azevedo Ferreira (CEO do Grupo Nau Hotels & Resorts), Gary Buttler (diretor de torneios do European Challenge Tour) e Carlos Glória (do Millennium bcp).
Mário Azevedo Ferreira, no papel de anfitrião, felicitou Filipe Lima e fez votos para que «um dia venhas mesmo a ganhar o torneio»; Miguel Franco de Sousa salientou a presença «de três portugueses no top-10», um recorde nacional no Open de Portugal; José Correia destacou «a importância do Open para se conseguirem 30 convites para portugueses poderem jogar ao longo do ano no Challenge Tour», e Isilda Gomes prometeu «um apoio maior ao evento no próximo ano», enquadrando-o no programa Portimão Cidade Europeia do Desporto em 2019.
Filipe Lima, um dos vice-campeões disse: «Pensava que tinha mesmo capacidade de ganhar hoje o torneio, mas como eu disse ontem é preciso um pouquinho de sorte para ganhar um torneio e hoje não virou para o meu lado.
«É claro que o 2.º lugar é um bom resultado, mas eu vinha com ideia de ganhar. Estou contente de como estou a jogar e isso é o mais importante para o resto da época».
Dimitrios Papadatos, o campeão, que já tinha sua carreira três títulos no PGA Tour of Australasia, declarou: «Esta é a vitória mais importante da minha carreira, já ganhei três vezes na Austrália mas já há algum tempo que jogo no Challenge Tour e no European Tour e não tinha feito nada de especial. «Isto é um passo importantíssimo na minha caminhada para o European Tour, dá-me confiança para saber que posso jogar bem. «Ganhar o Open de Portugal é uma grande honra, ver aquele troféu e os tipos que já venceram antes. Sei que teria sido grande para o público local ver o Filipe ganhar mas estou muito feliz por ter sido eu».
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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sábado, maio 12, 2018

56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort

FILIPE LIMA LIDERA EMPATADO COM GALÊS MANLEY

O CAMPEÃO NACIONAL E O ANTIGO VENCEDOR DE DOIS TÍTULOS DO EUROPEAN TOUR ESTÃO COM 5 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UM DIA VENTOSO QUE DEIXOU AINDA PEDRO FIGUEIREDO NO 3.º LUGAR, A 1 PANCADA DE DISTÂNCIA


Filipe Lima tornou-se hoje (Sábado) no primeiro português a partir para a última volta na liderança do Open de Portugal. Neste 56.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort, de 200 mil euros em prémios monetários, o campeão nacional partilha o comando com o galês Stuart Manley, com 211 pancadas, 5 abaixo do Par. 
Manley e Lima são dois veteranos não só do Challenge Tour mas sobretudo do European Tour, com títulos conquistados tanto na primeira como na segunda divisão europeia. Essa experiência veio hoje ao de cima em condições de jogo complicadas, devido ao forte vento que se fez sentir em Portimão, exigindo muita paciência e, como referiram Lima e Pedro Figueiredo um shot muito especial, «o punch». Não é por acaso que os dois melhores resultados do dia foram exatamente Manley com 68 pancadas, 4 abaixo do Par, e Lima com 69 (-3). O português residente em França (que está a pensar em mudar-se para Azeitão) e o galês não serão os únicos candidatos ao título, uma vez que a sua liderança está presa por 1 única pancada.
No grupo de 3.º classificados, composto por sete jogadores, entre os quais o anterior líder, o espanhol Adri Arnaus, figura outro português, Pedro Figueiredo, que hoje teve uma boa terceira volta de 70 (-3) para ficar com um total de 212 (-4). Consistência impressionante de @Figgy” com voltas de 71, 71 e 70.
Dos restantes portugueses que passaram o cut, o amador Vítor Lopes aparece em 13.º com 214 (-2), depois de 71 (-1) hoje; enquanto João Carlota (73 hoje) e Tiago Cruz (72) surgem em 19.º com 215 (-1).
Afastados da luta pelo título só mesmo Tomás Silva em 64.º com 222 (+6) e Ricardo Santos em 223 (+7). 
«O meu 3.º lugar (em 2005) foi o melhor resultado de um português no Open de Portugal. Espero que amanhã um português venha a melhorar esse recorde e se for eu ainda melhor, mas é claro que só posso dizer que vou tentar dar o meu melhor no último dia», disse Filipe Lima, de 36 anos.
Sobre a terceira volta de hoje frisou que «3 abaixo do Par com as condições de jogo de hoje é bom».
Em relação às hipóteses de tornar-se no primeiro campeão português do Open de Portugal avisou que «é sempre difícil ganhar um torneio seja do Challenge Tour, do Alps Tour, até o Campeonato Nacional. O que posso fazer é jogar o melhor possível porque posso fazer a melhor volta da minha vida e se alguém jogar melhor do que eu saio derrotado».
Se Filipe Lima já conta com 4 títulos do Challenge Tour no seu palmarés, Pedro Figueiredo, dez anos mais novo, persegue o seu primeiro. «Há dois portugueses muito bem classificados para a última volta – disse “Figgy” – e eu estou contente com o meu jogo. Acho que a minha melhor classificação num torneio do Challenge Tour foi um 13.º lugar, portanto espero pelo menos um recorde pessoal e vou dar o meu melhor». 
Foto de: Filipe Guerra / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira

segunda-feira, maio 07, 2018

Porto - Nova Iorque/Newark ligadas pela United Airlines

A cidade do Porto é servida pela rota diária da United Airlines, recentemente inaugurada  (dia 5). Esta rota liga a cidade invicta a Nova Iorque/Newark. O novo voo diário da United Airlines, operado com um Boeing 757, com 196 lugares, 16 dos quais em executiva, vai demorar cerca de sete horas a ligar o Porto ao Aeroporto Internacional Newark Liberty, tem partida dos Estados Unidos às 21:45 e chegada à Invicta às 09:40, descolando posteriormente às 12:35 para chegar ao outro lado do Atlântico às 15:35, sempre horas locais.

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...