Seis portugueses passaram o cut no 57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort, ficando a apenas um do recorde atingido no ano passado. No entanto, há um novo recorde nacional a registar pois, desde que nasceu o European Tour em 1972, é a primeira vez que dois amadores se qualificam para os dois últimos dias numa mesma edição desta prova. À partida eram 18 os portugueses a competir no único torneio português do Challenge Tour, de 200 mil euros em prémios monetários, que a Federação Portuguesa de Golfe, a PGA de Portugal e o Grupo Nau Hotels & Resorts estão a organizar em Portimão. Mas no final da primeira volta só três jogadores nacionais estavam dentro do cut provisório. Foi preciso um esforço notável para esse número dobrar hoje para seis, com os profissionais Tiago Cruz e Hugo Santos saltarem para o top-20, entre 151 participantes, no 16.º lugar, com 3 pancadas abaixo do Par; Filipe Lima entrar no top-30 em 27.º (-2); João Ramos subir para 34.º (-1); e os amadores Pedro Silva e Daniel da Costa Rodrigues fazerem história, empatados em 58.º (+1). «O primeiro dia, na generalidade, não correu tão bem como estaríamos à espera mas já temos a certeza de que temos alguns jogadores dentro do cut, o que já por si é um bom sinal e acredito que vamos ter os portugueses em grande no fim de semana, o que vai ser, obviamente, muito importante. Mas estamos muito contentes por termos tido 18 portugueses, isso é fruto do trabalho que se tem feito com os nossos parceiros e também de termos um torneio do Challenge Tour que é da mais elementar importância para o golfe nacional», comentou Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG, numa altura em que ainda nem todos os seis portugueses estavam apurados. Tiago Cruz estava ontem no top-25, mas hoje começou mal a segunda volta, com 2 bogeys nos primeiros quatro buracos, mas depois arrancou para uma boa exibição, com 4 birdies em cinco buracos (entre o 17 e o 3) para voltas de 71 e 70. Uma reação digna de um jogador que aos 36 anos tem outra experiência. «Se calhar há uns dez anos não teria sido capaz de manter esta calma», admitiu o ex-bicampeão nacional que foi 4.º classificado no ano passado e admite que é possível «sonhar com melhor». Hugo Santos está a ser a agradável surpresa do Open. O antigo campeão nacional, de 39 anos, partilha hoje em dia a carreira de jogador com a de treinador. Só foi convocado pelo Team Portugal para o Open três dias antes da prova começar e pela primeira vez na sua longa carreira passou o cut no Open de Portugal, um torneio em que ele se estreou em… 1998. «Foram realmente dois dias bons (72 e 69 pancadas) e só tenho é de estar feliz, mas quem me conhece sabe que não sou de andar aí aos pulos», afirmou o irmão mais velho de Ricardo Santos. Ricardo, a grande estrela portuguesa do Challenge Tour de 2019, 4,º do ranking, que despediu-se do torneio em 139.º (+10). Só houve outro jogador português, para além de Hugo Santos, a conseguir jogar hoje em 69 pancadas, 3 abaixo do Par. Referimo-nos a João Ramos, que melhorou 48 posições na tabela para o grupo dos 34.º classificados, com um agregado de 1 abaixo do Par. «Sem dúvida que foi bom, a volta de hoje foi ótima mas amanhã é outro dia», disse João Ramos, de 25 anos, que também passou o cut pela primeira vez no Open. Pelo meio, ou seja, entre a dupla de Cruz e Santos em 16.º e Ramos em 34.º, está Filipe Lima, o vice-campeão do ano passado, que chega a meio da prova em 27.º empatado (-2) com voltas de 72 e 70. O bogey no buraco 18 de hoje ficou-lhe atravessado na garganta. «Depois de tantas oportunidades falhadas (para birdie) saio com um sabor amargo na boca por causa daquele bogey», admitiu o português de 37 anos, residente em França. Não fosse essa pancada perdida e estaria em 16.º com Cruz e Santos. Como detetou que o único aspeto que necessita de melhorar para o resto do torneio é o putting, foi treinar essa pancada até anoitecer ao lado de Dani Rodrigues e Pedro Silva. Pedro Silva tem 17 anos, Daniel da Costa Rodrigues celebra o 17.º aniversário amanhã (Sábado) e não poderia ter obtido melhor presente. Dani jogou de manhã e depois de juntar uma volta de 72 à de 73 da véspera ficou em pulgas, horas a fio, de telemóvel na mão, à espera de saber se seria suficiente para passar o cut. Pedro Silva jogou à tarde, chegou a andar com 4 abaixo do Par, acabou com -2, uma volta de 70 para adicionar à de 75 do dia anterior. Uma enorme recuperação. Já numa fase crepuscular do dia souberam ambos que estavam apurados para a fase seguinte logo na estreia de ambos no Challenge Tour. «Não estou completamente satisfeito, mas joguei bom golfe nos dois dias. Hoje comecei e acabei da pior forma, com 1 duplo-bogey e 1 bogey, mas consegui fazer uma volta a Par do campo que, não sendo perfeita, é uma boa volta. O cut era o primeiro objetivo, mas é claro que ambiciono mais do que o cut», sublinhou Dani, talvez recordando que ainda no ano passado o então amador Vítor Lopes foi top-15. «Joguei bastante bem e são bons indícios para o meu futuro. Quero ir para os Estados Unidos em 2020, para poder conciliar os estudos com o golfe, e depois disso quer tornar-me profissional. Agora, nos próximos dois dias quero tentar jogar o máximo possível e ir lá para cima», adiantou Pedro Silva, ambicioso, em declarações à SportTV. «Ter um jogador de 17 anos e outro que amanhã faz 17 a jogarem todos os dias num torneio do Challenge Tour, é positivo, até porque eles conseguiram melhorar os resultados do dia anterior, quando seria expectável que pudessem vacilar um bocadinho por terem pouca experiência e estarem debaixo de pressão», analisou Nelson Ribeiro, o seleccionador nacional da FPG. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort é liderado por uma das figuras do Challenge Tour de 2019, o galês de 31 anos Rhys Enoch, 20.º na Corrida para Maiorca e campeão em julho do D+D REAL Slovakia Challenge. Enoch igualou a melhor volkta do torneio, de 66 (-6), para saltar para o topo com um total de 135 (-9), com 1 de vantagem sobre o inglês Richard Bland (68+68), o n.º2 do ranking. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort prossegue amanhã (Sábado) a partir das 7h57 mas a jornada de hoje ficou ainda marcada pela visita especial ao Morgado Golf Resort dos skippers Lyndsay Barnes, Dan Jones, Ryan Barkley e Jerónimo Gonzales, envolvidos numa regata que passa por Portimão, a Clipper Around the World Race, que Domingo prossegue para Punta del Este, no Uruguai.Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sábado, setembro 14, 2019
RHYS ENOCH lidera o 57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort
Seis portugueses passaram o cut no 57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort, ficando a apenas um do recorde atingido no ano passado. No entanto, há um novo recorde nacional a registar pois, desde que nasceu o European Tour em 1972, é a primeira vez que dois amadores se qualificam para os dois últimos dias numa mesma edição desta prova. À partida eram 18 os portugueses a competir no único torneio português do Challenge Tour, de 200 mil euros em prémios monetários, que a Federação Portuguesa de Golfe, a PGA de Portugal e o Grupo Nau Hotels & Resorts estão a organizar em Portimão. Mas no final da primeira volta só três jogadores nacionais estavam dentro do cut provisório. Foi preciso um esforço notável para esse número dobrar hoje para seis, com os profissionais Tiago Cruz e Hugo Santos saltarem para o top-20, entre 151 participantes, no 16.º lugar, com 3 pancadas abaixo do Par; Filipe Lima entrar no top-30 em 27.º (-2); João Ramos subir para 34.º (-1); e os amadores Pedro Silva e Daniel da Costa Rodrigues fazerem história, empatados em 58.º (+1). «O primeiro dia, na generalidade, não correu tão bem como estaríamos à espera mas já temos a certeza de que temos alguns jogadores dentro do cut, o que já por si é um bom sinal e acredito que vamos ter os portugueses em grande no fim de semana, o que vai ser, obviamente, muito importante. Mas estamos muito contentes por termos tido 18 portugueses, isso é fruto do trabalho que se tem feito com os nossos parceiros e também de termos um torneio do Challenge Tour que é da mais elementar importância para o golfe nacional», comentou Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG, numa altura em que ainda nem todos os seis portugueses estavam apurados. Tiago Cruz estava ontem no top-25, mas hoje começou mal a segunda volta, com 2 bogeys nos primeiros quatro buracos, mas depois arrancou para uma boa exibição, com 4 birdies em cinco buracos (entre o 17 e o 3) para voltas de 71 e 70. Uma reação digna de um jogador que aos 36 anos tem outra experiência. «Se calhar há uns dez anos não teria sido capaz de manter esta calma», admitiu o ex-bicampeão nacional que foi 4.º classificado no ano passado e admite que é possível «sonhar com melhor». Hugo Santos está a ser a agradável surpresa do Open. O antigo campeão nacional, de 39 anos, partilha hoje em dia a carreira de jogador com a de treinador. Só foi convocado pelo Team Portugal para o Open três dias antes da prova começar e pela primeira vez na sua longa carreira passou o cut no Open de Portugal, um torneio em que ele se estreou em… 1998. «Foram realmente dois dias bons (72 e 69 pancadas) e só tenho é de estar feliz, mas quem me conhece sabe que não sou de andar aí aos pulos», afirmou o irmão mais velho de Ricardo Santos. Ricardo, a grande estrela portuguesa do Challenge Tour de 2019, 4,º do ranking, que despediu-se do torneio em 139.º (+10). Só houve outro jogador português, para além de Hugo Santos, a conseguir jogar hoje em 69 pancadas, 3 abaixo do Par. Referimo-nos a João Ramos, que melhorou 48 posições na tabela para o grupo dos 34.º classificados, com um agregado de 1 abaixo do Par. «Sem dúvida que foi bom, a volta de hoje foi ótima mas amanhã é outro dia», disse João Ramos, de 25 anos, que também passou o cut pela primeira vez no Open. Pelo meio, ou seja, entre a dupla de Cruz e Santos em 16.º e Ramos em 34.º, está Filipe Lima, o vice-campeão do ano passado, que chega a meio da prova em 27.º empatado (-2) com voltas de 72 e 70. O bogey no buraco 18 de hoje ficou-lhe atravessado na garganta. «Depois de tantas oportunidades falhadas (para birdie) saio com um sabor amargo na boca por causa daquele bogey», admitiu o português de 37 anos, residente em França. Não fosse essa pancada perdida e estaria em 16.º com Cruz e Santos. Como detetou que o único aspeto que necessita de melhorar para o resto do torneio é o putting, foi treinar essa pancada até anoitecer ao lado de Dani Rodrigues e Pedro Silva. Pedro Silva tem 17 anos, Daniel da Costa Rodrigues celebra o 17.º aniversário amanhã (Sábado) e não poderia ter obtido melhor presente. Dani jogou de manhã e depois de juntar uma volta de 72 à de 73 da véspera ficou em pulgas, horas a fio, de telemóvel na mão, à espera de saber se seria suficiente para passar o cut. Pedro Silva jogou à tarde, chegou a andar com 4 abaixo do Par, acabou com -2, uma volta de 70 para adicionar à de 75 do dia anterior. Uma enorme recuperação. Já numa fase crepuscular do dia souberam ambos que estavam apurados para a fase seguinte logo na estreia de ambos no Challenge Tour. «Não estou completamente satisfeito, mas joguei bom golfe nos dois dias. Hoje comecei e acabei da pior forma, com 1 duplo-bogey e 1 bogey, mas consegui fazer uma volta a Par do campo que, não sendo perfeita, é uma boa volta. O cut era o primeiro objetivo, mas é claro que ambiciono mais do que o cut», sublinhou Dani, talvez recordando que ainda no ano passado o então amador Vítor Lopes foi top-15. «Joguei bastante bem e são bons indícios para o meu futuro. Quero ir para os Estados Unidos em 2020, para poder conciliar os estudos com o golfe, e depois disso quer tornar-me profissional. Agora, nos próximos dois dias quero tentar jogar o máximo possível e ir lá para cima», adiantou Pedro Silva, ambicioso, em declarações à SportTV. «Ter um jogador de 17 anos e outro que amanhã faz 17 a jogarem todos os dias num torneio do Challenge Tour, é positivo, até porque eles conseguiram melhorar os resultados do dia anterior, quando seria expectável que pudessem vacilar um bocadinho por terem pouca experiência e estarem debaixo de pressão», analisou Nelson Ribeiro, o seleccionador nacional da FPG. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort é liderado por uma das figuras do Challenge Tour de 2019, o galês de 31 anos Rhys Enoch, 20.º na Corrida para Maiorca e campeão em julho do D+D REAL Slovakia Challenge. Enoch igualou a melhor volkta do torneio, de 66 (-6), para saltar para o topo com um total de 135 (-9), com 1 de vantagem sobre o inglês Richard Bland (68+68), o n.º2 do ranking. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort prossegue amanhã (Sábado) a partir das 7h57 mas a jornada de hoje ficou ainda marcada pela visita especial ao Morgado Golf Resort dos skippers Lyndsay Barnes, Dan Jones, Ryan Barkley e Jerónimo Gonzales, envolvidos numa regata que passa por Portimão, a Clipper Around the World Race, que Domingo prossegue para Punta del Este, no Uruguai.Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, setembro 13, 2019
57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort - TIAGO CRUZ COM BOAS MEMÓRIAS É O MELHOR PORTUGUÊS EM 24.º
O EX-CAMPEÃO NACIONAL FOI 4.º CLASSIFICADO EM 2018 NESTE TORNEIO DO CHALLENGE TOUR. FILIPE LIMA E HUGO SANTOS ESTÃO DENTRO DO CUT PROVISÓRIO. O AMADOR DANIEL DA COSTA RODRIGUES ESTÁ PERTO. HENRIC STUREHED LIDERA
Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, agosto 30, 2019
Nelson Cavalheiro vai presidir os destinos da PGA PORTUGAL no próximo quadriénio (2019/2022)
Nelson Cavalheiro, anterior Vice-Presidente da PGA PORTUGAL, assumiu a candidatura para os próximos quatro anos, dando assim "garantias" para a continuidade do excelente trabalho, que esta associação tem vindo fazer nos últimos anos.Esta direcção, conta pela primeira vez com uma mulher em cargos de direcção, Susana Ribeiro, jogador do Tour Feminino. Além de mais duas nos órgãos sociais; Cláudia Dantas na Assembleia-Geral e Mónia Bernardo no Conselho Fiscal
ORGÃOS SOCIAIS
Conforme o Capitulo IV – Dos Órgãos dos Estatutos apresentamos os seguintes candidatos para os diferentes cargos:
Assembleia-Geral
Presidente: Mário Jorge Silva
Vice-presidente: José Correia
Secretário: Cláudia Dantas
Direcção
Presidente: Nelson Cavalheiro
Vice-Presidente: Sérgio Ribeiro
Secretário: Ricardo Lopes
Tesoureiro: Susana Ribeiro
Vogal: Fernando Nogueira
Conselho Fiscal
Presidente: Nuno Campino
Vice-presidente: Mónia Bernardo
Vogal/ Relator: Sebastião Gil
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quarta-feira, agosto 21, 2019
Taça Presidente da República em golfe
| Vai-se realizar no dia 7 de Setembro, mais uma edição da Taça Presidente da República, no campo de golfe do Belas Clube de Campo, em Lisboa. A competição, promovida pelo Belas Clube de Campo, conta com o alto patrocínio e presença de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O evento será seguido de um almoço e respectiva cerimónia de entrega de prémios. A exemplo dos anos anteriores, o torneio é jogado na modalidade “Texas Scramble” Stableford. As equipas são constituídas por dois jogadores amadores, um nacional e outro internacional e presentes estão diversas personalidades e empresários nacionais e internacionais, convidados pelo André Jordan Group. Inspirada na President’s Cup americana, criada por Arnold Palmer e o Presidente Dwight Eisenhower, a Taça Presidente da República tem como objetivo contribuir para a divulgação turística de Portugal e dos seus melhores destinos de golfe e aproximar os golfistas que nos visitam dos seus pares portugueses. A iniciativa mantém a sua vertente solidária através da angariação de fundos para uma instituição de solidariedade social, este ano a CERCITOP, uma organização da região de Sintra que presta cuidados e apoio a pessoas com dependência ou incapacidade. Disputada pela primeira vez no ano 2000, a Taça Presidente da República teve como palco, nas quatro edições iniciais, o Millennium Golf Course. Em 2004, coincidindo com a inauguração da Victoria Clube de Golfe, o torneio mudou-se para este campo. Desde 2017 que o Torneio Taça Presidente da República se realiza no Campo de Golfe do Belas Clube de Campo, em Lisboa. |
domingo, agosto 04, 2019
JOSÉ FILIPE LIMA VENCE TORNEIO VIERUMÄK - FILANDIA
UM DIA DE SONHO DE FILIPE LIMA
Com o ultimo dia de prova de LUXO,, Filipe Lima venceu hoje ( dia 4 ), o torneio de Vierumäki, prova finlandesa do Challenge Tour, que concluiu com um total de 274 pancadas (14 abaixo do par).
José-Filipe Lima, vem desta forma reforçar o excelente momento de forme pelo qual esta a passar, depois de há duas semanas ter terminado na segunda posição o Euram Bank Open.
Mas hoje, foi um daqueles dias de sonho, um cartão limpo com 66 pancadas (seis abaixo), com seis ‘birdies’ sendo quatro seguidos; nos buracos 6,7,8 e 9, dos cinco conseguidas na primeira volta, abrindo logo com um birdie. Desta forma Filipe Lima, arrecadou um prémio monetário de 32.000 euros e subiu 10 lugares, estando agora na oitava posição. Lima, terminou com uma pancada de vantagem sobre o sul-africano Brice Easton, que foi segundo, e a duas do escocês Calum Hill, atual numero 7 do ranking.
Já Ricardo Santos, que no terceiro dia esta no grupos dos quintos classificados, terminou na vigésima terceira posição, como menos oito pancadas que o par. Ricardo Santos, esta agora na quarta posição do ranking.
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Com o ultimo dia de prova de LUXO,, Filipe Lima venceu hoje ( dia 4 ), o torneio de Vierumäki, prova finlandesa do Challenge Tour, que concluiu com um total de 274 pancadas (14 abaixo do par).
José-Filipe Lima, vem desta forma reforçar o excelente momento de forme pelo qual esta a passar, depois de há duas semanas ter terminado na segunda posição o Euram Bank Open.
Mas hoje, foi um daqueles dias de sonho, um cartão limpo com 66 pancadas (seis abaixo), com seis ‘birdies’ sendo quatro seguidos; nos buracos 6,7,8 e 9, dos cinco conseguidas na primeira volta, abrindo logo com um birdie. Desta forma Filipe Lima, arrecadou um prémio monetário de 32.000 euros e subiu 10 lugares, estando agora na oitava posição. Lima, terminou com uma pancada de vantagem sobre o sul-africano Brice Easton, que foi segundo, e a duas do escocês Calum Hill, atual numero 7 do ranking.
Já Ricardo Santos, que no terceiro dia esta no grupos dos quintos classificados, terminou na vigésima terceira posição, como menos oito pancadas que o par. Ricardo Santos, esta agora na quarta posição do ranking.
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sábado, julho 27, 2019
11.º World Kids Golf - PETER HOV CAMPEÃO
A 11.ª edição do World Kids Golf foi bastante positiva para os jogadores portugueses, que conquistaram cinco dos 11 títulos em disputa, embora o campeão do mais antigo torneio internacional juvenil português tenha sido o norueguês Peter Hov.
Francisco Reis (sub-9), João Crasi Alves (sub-12), Inês Belchior (sub-12), Tomas Mician (sub-16) e Filipa Capelo (sub-18) foram os portugueses vencedores, no torneio organizado pelo Amendoeira Golf Resort, em Silves, que contou com 80 jogadores de 14 países.Francisco Reis, nos sub-9, somou 61 pontos stableford gross e na primeira volta fez 5 pancadas abaixo do Par do O’Connor Course, o melhor resultado entre jogadores que saíram das marcas roxas. Não é uma surpresa, dado que o jovem jogador da Orizonte Lisbon Golf é o atual n.º1 do ranking do escalão de sub-10 do Drive Challenge na zona Tejo. Francisco Reis venceu os quatro torneios que disputou em 2019 nesse circuito juvenil da Federação Portuguesa de Golfe. A diferença é que desta feita só defrontou jogadores estrangeiros e no World Kids Golf bateu por 13 pontos o 2.º classificado, o inglês Luke Walton. João Crasi Alves fez 1 pancada abaixo do Par do O’Connor Course tanto na primeira como na terceira volta (37 pontos stableford gross) e foi o único dos 22 participantes no escalão de sub-12 a superar os 100 pontos (total de 107). O jogador do Clube de Golfe de Vilamoura também é o n.º1 do ranking do escalão de sub-12 do Drive Challenge na zona Sul, com três títulos conquistados, mas, melhor ainda,a no Drive Tour, o principal circuito juvenil da FPG, é o n.º2 do ranking nacional, com um torneio ganho no Penina. João Crasi Alves superou António Trindade por 8 pontos. Inês Belchior – que para além de golfista, é ainda uma atleta de softbol –, arrecadou o seu segundo título no World Kids Golf. A jogadora do Quinta do Peru Golf & Country Club já se tinha imposto no escalão de sub-10 em 2017. No ano passado fora vice-campeã nos sub-12 e agora venceu os sub-12. No segundo dia de prova fez o seu melhor resultado, de 9 acima do Par ao O’Connor Course, convertendo os seus 2 únicos birdies no torneio. Tomas Mician fez o melhor resultado de todo o torneio, de 11 pancadas (gross) abaixo do Par do Faldo Course, com destaque para a segunda volta de -8. O luso-eslovaco do Clube de Golfe de Vilamoura saiu das marcas amarelas e fez menos 2 pancadas do que o escocês Jamie Mann (-9), também de Vilamoura.Nelson Cavalheiro, o vice-presidente da PGA de Portugal, na cerimónia de entrega de prémios, comentou este torneio masculino de sub-16 do seguinte modo: «Estes rapazes sabem mesmo jogar». E, de facto, qualquer um deles jogou três voltas consecutivas abaixo do Par! Tomas Mician é o n.º1 do ranking do Drive Tour da FPG no escalão de sub-16, com títulos no Penina, no Ribagolfe e em Belas. «Queria muito ganhar este World Kids Golf e era um objetivo que queria alcançar», disse o português de origem eslovaca.Filipa Capelo despediu-se em alta de um dos seus torneios preferidos. «Tem um ambiente familiar onde encontro imensos amigos, a minha mãe adora-o porque ficamos alojadas aqui e ela vai para a piscina passar os dias enquanto eu jogo. Eu posso jogar, treinar e ainda divertir-me, uma combinação que não é habitual noutros torneios».Campeã do World Kids Golf em 2018 no escalão de sub-16, Filipa Capelo triunfou agora nos sub-18, a sua terceira vitória do ano, depois das alcançadas no Drive Tour no Penina e em Belas. Foi, contudo, um triunfo particularmente saboroso pois só há três semanas regressou de uma paragem de quatro meses motivada por lesões em ambos os tendões de Aquiles.A jogadora da Quinta do Lago não deverá vir defender o título ao Amendoeira Golf Resort no próximo ano: «Venho a este torneio desde os sub-12, tinha 36 de handicap, agora tenho 4 e vou melhorá-lo, mas é possível que tenha sido a última vez. No próximo ano vou jogar e estudar nos Estados Unidos e por isso é provável que no próximo verão tenha de fazer outra opção de torneios, mas claro que sentirei saudades».Os campeões estrangeiros foram as inglesas Ffion Richardson (sub-9) e Eleanor Lichtenhein (sub-10), o inglês Aaron Moody (sub-10), o espanhol Alexander Amey (sub-14), a alemã Emilie von Finckentsein e o norueguês Peter Hov. Ffion Richardson e Peter Hov vieram pela primeira vez ao World Kids Golf; Aaron Moody tinha perdido no ano passado com o seu compatriota Jack Dirkin nos sub-9 e desta feita desforrou-se do mesmo rival e amigo nos sub-10; Eleanor Lichtenhein ganhara nas sub-9 em 2017, em 2018 veio mas lesionada numa perna e não pode jogar e este ano impôs-se nas sub-10; e Emilie von Finckentsein foi a melhor nas sub-16 um ano depois de ter sido campeã nas sub-14.No World Kids Golf, o campeão do torneio é o vencedor masculino de sub-18 e, por isso, a taça foi entregue a Peter Hov por Custódio Moreno, do departamento do Algarve do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).Pela vitória no torneio – num desafio renhido com o português Lucas Lopes Azinheiro, que ficou a apenas 2 pancadas –, o norueguês vai pela primeira vez pontuar para o ranking mundial amador e ganhou o direito de jogar em 2020 o torneio do Portugal Pro Golf Tour que irá realizar-se no Faldo Course. Nesse evento de 10 mil euros em prémios monetários estarão jogadores do Challenge Tour e de outros circuitos profissionais e será uma ocasião única para Peter Hov testar-se diante de adversários de nível muito superior.«Tive uma participação muito acima do que sonhava. Queria muito este primeiro ponto para o ranking mundial e vou mesmo tentar voltar para jogar com os profissionais», disse o norueguês que vai «apostar em torneios da Associação Europeia de Golfe».Na cerimónia de entrega de prémios estiveram Mark Lichtenhein (presidente do Ladies European Tour), Ana Gabin (diretora da delegação do Algarve da FPG), Custódio Moreno, (diretor do Algarve do IPDJ), Sérgio Duarte (diretor geral do Amendoeira Golf Resort), Tiago Francisco (diretor de golfe do Amendoeira Golf Resort) e Nelson Cavalheiro (diretor de torneio e profissional da academia local).
Os vencedores do 11.º World Kids Golf, após três voltas, foram os seguintes: Em sub-9, Ffion Richardson (Inglaterra) com 38 pontos stableford gross (voltas de 9, 15 e 14) e Francisco Reis (Portugal) com 60 (23+17+21);Em sub-10, Eleanor Lichtenhein (Inglaterra) com 68 pontos stableford gross (24+22+22) e Aaron Moody (Inlgaterra) com 97 (31+34+32);Em sub-12, Inês Belchior (Portugal) com 78 pontos stableford gross (23+28+27) e João Crasi Alves (Portugal) com 107 (37+33+37);Em sub-14, Alexander Amey (Espanha) com 222 pancadas (73+73+76), 6 acima do Par;Em sub-16, Emilie von Finckenstein (Alemanha) com 225 pancadas (73+77+75), 9 acima do Par, e Tomas Mician (Portugal) com 205 (71+64+70), 11 abaixo do Par;Em sub-18, Filipa Capelo (Portugal) com 230 pancadas (76+78+76), 14 acima do Par, e Peter Hov (Noruega) com 222 pancadas (69+75+78), 6 acima do Par.
Os vencedores do 11.º World Kids Golf, após três voltas, foram os seguintes: Em sub-9, Ffion Richardson (Inglaterra) com 38 pontos stableford gross (voltas de 9, 15 e 14) e Francisco Reis (Portugal) com 60 (23+17+21);Em sub-10, Eleanor Lichtenhein (Inglaterra) com 68 pontos stableford gross (24+22+22) e Aaron Moody (Inlgaterra) com 97 (31+34+32);Em sub-12, Inês Belchior (Portugal) com 78 pontos stableford gross (23+28+27) e João Crasi Alves (Portugal) com 107 (37+33+37);Em sub-14, Alexander Amey (Espanha) com 222 pancadas (73+73+76), 6 acima do Par;Em sub-16, Emilie von Finckenstein (Alemanha) com 225 pancadas (73+77+75), 9 acima do Par, e Tomas Mician (Portugal) com 205 (71+64+70), 11 abaixo do Par;Em sub-18, Filipa Capelo (Portugal) com 230 pancadas (76+78+76), 14 acima do Par, e Peter Hov (Noruega) com 222 pancadas (69+75+78), 6 acima do Par.
Foto de: Ramiro Jesus e Carla Guerreiro Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, julho 26, 2019
11.º World Kids Golf
PORTUGUÊS TOMAS MICIAN FAZ SEGUNDA MELHOR VOLTA NA HISTÓRIA DO TORNEIO
Tomas Mician assinou a melhor volta da 11.ª edição do World Kids Golf e o segundo melhor resultado de sempre na história deste torneio realizado nos dois campos do Amendoeira Golf Resort, em Silves, que em 2019 conta com 80 jogadores de 14 países.O português de origem familiar eslovaca está a competir no escalão de sub-16 e joga, por isso, no Faldo Course, desenhado pelo antigo n.º1 mundial Nick Faldo, considerado o mais difícil e desgastante dos dois percursos, mas hoje (quarta-feira) foi o jovem residente no Algarve a arrasar o campo em 64 pancadas, 8 abaixo do Par.«Não havia vento e isso permitiu-me atacar muito mais as bandeiras, até porque os greens estão macios. Também fiz 2 eagles, o que ajudou-me muito. No buraco 3 meti o drive no green e fiz 2 putts e no 18 foi graças a um grande segundo shot. Joguei sólido, com muito poucos erros e os meus ferros não visaram apenas os greens, pois ficaram mesmo perto das bandeiras. Há quem faça bons resultados porque consegue bons putts mas não é o meu caso. Não sou assim tão consistente nos putts, mas hoje tive ferros e wedges tão bons que fiquei com putts curtos», explicou o jogador do Clube de Golfe de Vilamoura.Tomas Mician comanda o torneio masculino de sub-16 com um total de 135 (-9), 3 pancadas à frente de Jamie Mann. Este escocês, que venceu o Grande Troféu de Vilamoura em dezembro, poderia estar ainda mais perto do líder se não tivesse cometido um quádruplo-bogey no buraco 14. Mas a sua reação ao desastre foi excelente, ao converter 3 birdies nos quatro último buracos da segunda volta.Em 11 anos de World Kids Golf, só houve uma volta melhor do que a de Tomas Mician hoje no Faldo Course. No ano passado, o sul-africano Calvin Holmes apresentou um cartão de 63 (-9). Holmes, entretanto, recebeu a dupla nacionalidade e optou mesmo por inscrever-se nos torneios como português. Aliás, Calvin Homes venceu os sub-16 em 2018 coo sul-africano, mas este ano já joga nos sub-18 como português e ocupa a 4.ª posição com 148 pancadas, 4 acima do Par (voltas de 75 e 73). Tomas Mician está numa posição semelhante à de Calvin Holmes e sonha representar Portugal. E atenção que o luso-eslovaco está em grande forma. Este ano, no Drive Tour, o circuito juvenil da FPG, é o 1.º do ranking de sub-16 com três títulos!«Comecei a treinar melhor e a forma mental de encarar o jogo melhorou muito porque agora já não fico frustrado depois de cometer um erro. Dantes ficava mesmo aborrecido e isso fazia com que o shot seguinte fosse afetado. Estou a conseguir concentrar-me mais em cada pancada. Por ser verão também estou a treinar mais e tenho trabalhado na minha técnica para ser mais consistente», disse.«Mician é um nome eslovaco. Mas eu já nasci em Portugal e vivi cá toda a minha vida. Comecei a aprender português quando tinha 6 anos. Motiva-me saber que não só nasci cá, mas que muitos dos torneios que jogo são em Portugal e com portugueses. Isso fez-me pensar que seria melhor ter dupla nacionalidade. Já a tenho e quero muito representar Portugal e a seleção portuguesa, até porque praticamente não jogo na Eslováquia», acrescentou.
Os líderes do 11.º World Kids Golf, após uma segunda volta caracterizada pelo “hole-in-one” de Gabriel Sardo (sub-12) no buraco 3 do O’Connor Course, são os seguintes:
Em sub-9, Ffion Richardson (Inglaterra) com 2 pontos stableford gross (voltas de 9 e 15) e Francisco Reis (Portugal) com 40 (23+17);Em sub-10, Eleanor Lichtenhein (Inglaterra) com 46 pontos stableford gross (24+22) e Aaron Moody (Inlgaterra) com 65 (31+34);Em sub-12, Inês Belchior (Portugal) com 51 pontos stableford gross (23+28) e João Crasi Alves (Portugal) com 70 (37+33);Em sub-14, João Iglésias (Portugal) com 143 pancadas (71+72), 1 abaixo do Par;Em sub-16, Emilie von Finckenstein (Alemanha) com 150 pancadas (73+77), 6 acima do Par, e Tomas Mician (Portugal) com 135 (71+64), 9 abaixo do Par;Em sub-18, Filipa Capelo (Portugal) com 154 pancadas (76+78), 10 acima do Par, e Peter Hov (Noruega) com 144 pancadas (69+75), Par.
Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
Os líderes do 11.º World Kids Golf, após uma segunda volta caracterizada pelo “hole-in-one” de Gabriel Sardo (sub-12) no buraco 3 do O’Connor Course, são os seguintes:
Em sub-9, Ffion Richardson (Inglaterra) com 2 pontos stableford gross (voltas de 9 e 15) e Francisco Reis (Portugal) com 40 (23+17);Em sub-10, Eleanor Lichtenhein (Inglaterra) com 46 pontos stableford gross (24+22) e Aaron Moody (Inlgaterra) com 65 (31+34);Em sub-12, Inês Belchior (Portugal) com 51 pontos stableford gross (23+28) e João Crasi Alves (Portugal) com 70 (37+33);Em sub-14, João Iglésias (Portugal) com 143 pancadas (71+72), 1 abaixo do Par;Em sub-16, Emilie von Finckenstein (Alemanha) com 150 pancadas (73+77), 6 acima do Par, e Tomas Mician (Portugal) com 135 (71+64), 9 abaixo do Par;Em sub-18, Filipa Capelo (Portugal) com 154 pancadas (76+78), 10 acima do Par, e Peter Hov (Noruega) com 144 pancadas (69+75), Par.
Foto de: Ramiro Jesus Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
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