quinta-feira, setembro 19, 2019
Solverde Campeonato Nacional PGA
57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort - ADRIAN MERONK CAMPEÃO
A última jornada do 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort não foi positiva para Filipe Lima. A vitória do polaco Adrian Meronk, o 2.º lugar do espanhol Sebastian Rodríguez e o 3.º posto do italiano Francesco Laporta (empatado com o austríaco Martin Wiegele) fez com que estes três jogadores o ultrapassassem hoje (Domingo) na Corrida para Maiorca. Filipe Lima chegou a Portugal no 11.º lugar desse ranking do Challenge Tour e sabia que um top-10 em Portimão, onde no ano passado fora 2.º, poderia cimentar o seu lugar no top-15 a segunda divisão europeia. E estar nos 15 primeiros no final da época garante a subida à primeira divisão, o European Tour.
Ricardo Santos falhou o cut no Morgado Golf Course mas nem por isso prejudicou a sua classificação, mantendo-se no 4.º posto, mas Filipe Lima desceu hoje ao 14.º lugar do ranking. A sua situação é ainda boa mas já não é tão confortável. Daí algum desagrado do português que este ano voltou às vitórias ao conquistar o torneio finlandês do Challenge Tour, quebrando um jejum de três anos. «Este bogey no buraco 18 pode custar-me muitos pontos», disse o ex-campeão nacional, que chegou a andar no 3.º lugar do leaderboard depois de converter 1 birdie no buraco 14 e 1 eagle no 16. Só que depois, 1 bogey sofrido no último buraco, impediu-o de chegar ao top-10, fechando com 280 pancadas, 8 abaixo do Par, após voltas de 72, 70, 69 e 69, para um prémio de 3.200 euros, por partilhar o 14.º posto com o escocês Chris Rob e o alemão Philipp Mejow.
Em torneios do circuito europeu é mesmo assim, uma única pancada teve, neste caso, um custo de quase mil euros, mas mais ainda em pontos para o ranking.
«Pus-me em posição de pensar ganhar este torneio caso fizesse birdies no 17 e no 18, mas aquele bogey no 18… Mas foi um torneio positivo e sinto-me a jogar bem», analisou o atleta olímpico, que dificilmente virá jogar ao Portugal Masters, do European Tour, em outubro: «Coincide com os dois torneios da China que são muito importantes para o ranking. Teria de ganhar um dos torneios do Challenge Tour até lá para assegurar o meu lugar no top-15 para poder vir a Vilamoura».
Quem também espera vir ao Portugal Masters é Adrian Meronk, mas em 2020. «Para o ano espero não vir defender o título do Open de Portugal mas, em contrapartida, quero estar em Vilamoura», disse a sorrir, depois de conquistar o seu primeiro título de profissionais com um agregado de 273 pancadas, 15 abaixo do Par, após voltas de 67, 72, 68 e 66. Recebeu um prémio de 32 mil euros, a maior fatia dos 200 mil que estavam em jogo esta semana, e ascendeu do 19.º ao 7.º lugar da Corrida para Maiorca.
Para ele o sonho de tornar-se no primeiro jogador polaco a competir no European Tour está cada vez mais perto, mas, para já, entrou para a história como o primeiro polaco a vencer um torneio do Challenge Tour. «Não podia estar mais orgulhoso por esse recorde», disse o gigante de 1,97 metros, de 26 anos.
Adrian Meronk é um jogador da Hambric Sports e o seu agente é Rory Flanagan, os mesmos representantes de Pedro Figueiredo e Ricardo Melo Gouveia.
Tal como os dois ilustres portugueses do European Tour, o polaco foi um dos melhores amadores da Europa, incluindo a nível universitário.
«Tornei-me profissional há três anos pelo que já há algum tempo que andava à procura de um primeiro título. Isto muda completamente a minha época», disse Meronk, que adora jogar no Morgado Golf Resort, tendo jogado aqui todas as três edições do Open de Portugal. A 2 pancada de distância de Adrian Meronk ficou o espanhol Sebastian Garcia Rodríguez (73+64+69+69), um jogador que fez duas voltas finais iguais às de Filipe Lima e uma primeira volta ainda pior, mas que teve a melhor volta do torneio no segundo dia. Foram essas 64 pancadas que lhe valeram hoje 22 mil euros e a subida ao 13.º lugar da Corrida para Maiorca.
O 3.º lugar, a 4 pancadas do campeão, foi dividido pelo austríaco Martin Wiegele (69+70+69+69) e pelo italiano Francesco Laporta (71+69+67+70). Cada um ganhou 13 mil euros e Laporta subiu ao 12.º posto do ranking do Challenge Tour.
O último dia do 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort foi ainda caracterizado por quatro portugueses terem jogado abaixo do Par. E se o 69 (-3) de Filipe Lima não espanta, já Daniel da Costa Rodrigues ter feito o mesmo resultado é extraordinário.
O amador de 17 anos cumpridos ontem vinha de um pesadelo de 79 pancadas na véspera. Hoje melhorou em 10 ‘shots’. Simplesmente soberbo numa volta de apenas três horas. Foi o primeiro a sair, apanhou o campo perfeito e soube tirar partido disso. O melhor amador foi, contudo, Pedro Silva. Dani Rodrigues foi 66.º (+5) e Pedro Silva 63.º (+4), embora hoje com 75 (+3). Hugo Santos também teve uma volta de 74 (+2), que não manchou a excelente prestação do treinador de Vilamoura, de 39 anos, que fechou em 36.º (-2). O seu melhor Open de sempre rendeu-lhe 1220 euros.
João Ramos, em 49.º (a Par), jogou hoje 70 (-2), arrecadou 812 euros e também foi o seu melhor Open de sempre. Pelo contrário, Tiago Cruz, apesar de hoje jogar abaixo do Par, 71 (-1), também integrou o mesmo grupo dos 49.º classificados (a Par), muito longe do 4.º posto do ano anterior.
O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort recebeu hoje a visita da presidente da Câmara Municipal de Portimão, Isilda Maria Gomes, que entregou a Medalha de Ouro da Cidade Europeia do Desporto de 2019 à Federação Portuguesa de Golfe e ao Challenge Tour.
A autarca fez votos de que o Open se mantenha no seu concelho, mas as três entidades organizadores – FPG, PGA de Portugal e Grupo Nau Hotels & Resorts – encerram em 2019 a parceria estabelecida para três anos.
Ainda não está definido o palco do Open de Portugal de 2020, mas como disse o diretor de torneio, Gary Butler, no seu discurso «o Morgado Golf Course é um campo de excepção». Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sábado, setembro 14, 2019
RHYS ENOCH lidera o 57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort
Seis portugueses passaram o cut no 57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort, ficando a apenas um do recorde atingido no ano passado. No entanto, há um novo recorde nacional a registar pois, desde que nasceu o European Tour em 1972, é a primeira vez que dois amadores se qualificam para os dois últimos dias numa mesma edição desta prova. À partida eram 18 os portugueses a competir no único torneio português do Challenge Tour, de 200 mil euros em prémios monetários, que a Federação Portuguesa de Golfe, a PGA de Portugal e o Grupo Nau Hotels & Resorts estão a organizar em Portimão. Mas no final da primeira volta só três jogadores nacionais estavam dentro do cut provisório. Foi preciso um esforço notável para esse número dobrar hoje para seis, com os profissionais Tiago Cruz e Hugo Santos saltarem para o top-20, entre 151 participantes, no 16.º lugar, com 3 pancadas abaixo do Par; Filipe Lima entrar no top-30 em 27.º (-2); João Ramos subir para 34.º (-1); e os amadores Pedro Silva e Daniel da Costa Rodrigues fazerem história, empatados em 58.º (+1). «O primeiro dia, na generalidade, não correu tão bem como estaríamos à espera mas já temos a certeza de que temos alguns jogadores dentro do cut, o que já por si é um bom sinal e acredito que vamos ter os portugueses em grande no fim de semana, o que vai ser, obviamente, muito importante. Mas estamos muito contentes por termos tido 18 portugueses, isso é fruto do trabalho que se tem feito com os nossos parceiros e também de termos um torneio do Challenge Tour que é da mais elementar importância para o golfe nacional», comentou Miguel Franco de Sousa, o presidente da FPG, numa altura em que ainda nem todos os seis portugueses estavam apurados. Tiago Cruz estava ontem no top-25, mas hoje começou mal a segunda volta, com 2 bogeys nos primeiros quatro buracos, mas depois arrancou para uma boa exibição, com 4 birdies em cinco buracos (entre o 17 e o 3) para voltas de 71 e 70. Uma reação digna de um jogador que aos 36 anos tem outra experiência. «Se calhar há uns dez anos não teria sido capaz de manter esta calma», admitiu o ex-bicampeão nacional que foi 4.º classificado no ano passado e admite que é possível «sonhar com melhor». Hugo Santos está a ser a agradável surpresa do Open. O antigo campeão nacional, de 39 anos, partilha hoje em dia a carreira de jogador com a de treinador. Só foi convocado pelo Team Portugal para o Open três dias antes da prova começar e pela primeira vez na sua longa carreira passou o cut no Open de Portugal, um torneio em que ele se estreou em… 1998. «Foram realmente dois dias bons (72 e 69 pancadas) e só tenho é de estar feliz, mas quem me conhece sabe que não sou de andar aí aos pulos», afirmou o irmão mais velho de Ricardo Santos. Ricardo, a grande estrela portuguesa do Challenge Tour de 2019, 4,º do ranking, que despediu-se do torneio em 139.º (+10). Só houve outro jogador português, para além de Hugo Santos, a conseguir jogar hoje em 69 pancadas, 3 abaixo do Par. Referimo-nos a João Ramos, que melhorou 48 posições na tabela para o grupo dos 34.º classificados, com um agregado de 1 abaixo do Par. «Sem dúvida que foi bom, a volta de hoje foi ótima mas amanhã é outro dia», disse João Ramos, de 25 anos, que também passou o cut pela primeira vez no Open. Pelo meio, ou seja, entre a dupla de Cruz e Santos em 16.º e Ramos em 34.º, está Filipe Lima, o vice-campeão do ano passado, que chega a meio da prova em 27.º empatado (-2) com voltas de 72 e 70. O bogey no buraco 18 de hoje ficou-lhe atravessado na garganta. «Depois de tantas oportunidades falhadas (para birdie) saio com um sabor amargo na boca por causa daquele bogey», admitiu o português de 37 anos, residente em França. Não fosse essa pancada perdida e estaria em 16.º com Cruz e Santos. Como detetou que o único aspeto que necessita de melhorar para o resto do torneio é o putting, foi treinar essa pancada até anoitecer ao lado de Dani Rodrigues e Pedro Silva. Pedro Silva tem 17 anos, Daniel da Costa Rodrigues celebra o 17.º aniversário amanhã (Sábado) e não poderia ter obtido melhor presente. Dani jogou de manhã e depois de juntar uma volta de 72 à de 73 da véspera ficou em pulgas, horas a fio, de telemóvel na mão, à espera de saber se seria suficiente para passar o cut. Pedro Silva jogou à tarde, chegou a andar com 4 abaixo do Par, acabou com -2, uma volta de 70 para adicionar à de 75 do dia anterior. Uma enorme recuperação. Já numa fase crepuscular do dia souberam ambos que estavam apurados para a fase seguinte logo na estreia de ambos no Challenge Tour. «Não estou completamente satisfeito, mas joguei bom golfe nos dois dias. Hoje comecei e acabei da pior forma, com 1 duplo-bogey e 1 bogey, mas consegui fazer uma volta a Par do campo que, não sendo perfeita, é uma boa volta. O cut era o primeiro objetivo, mas é claro que ambiciono mais do que o cut», sublinhou Dani, talvez recordando que ainda no ano passado o então amador Vítor Lopes foi top-15. «Joguei bastante bem e são bons indícios para o meu futuro. Quero ir para os Estados Unidos em 2020, para poder conciliar os estudos com o golfe, e depois disso quer tornar-me profissional. Agora, nos próximos dois dias quero tentar jogar o máximo possível e ir lá para cima», adiantou Pedro Silva, ambicioso, em declarações à SportTV. «Ter um jogador de 17 anos e outro que amanhã faz 17 a jogarem todos os dias num torneio do Challenge Tour, é positivo, até porque eles conseguiram melhorar os resultados do dia anterior, quando seria expectável que pudessem vacilar um bocadinho por terem pouca experiência e estarem debaixo de pressão», analisou Nelson Ribeiro, o seleccionador nacional da FPG. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort é liderado por uma das figuras do Challenge Tour de 2019, o galês de 31 anos Rhys Enoch, 20.º na Corrida para Maiorca e campeão em julho do D+D REAL Slovakia Challenge. Enoch igualou a melhor volkta do torneio, de 66 (-6), para saltar para o topo com um total de 135 (-9), com 1 de vantagem sobre o inglês Richard Bland (68+68), o n.º2 do ranking. O 57.º Open de Portugal @ Morgado Golf Resort prossegue amanhã (Sábado) a partir das 7h57 mas a jornada de hoje ficou ainda marcada pela visita especial ao Morgado Golf Resort dos skippers Lyndsay Barnes, Dan Jones, Ryan Barkley e Jerónimo Gonzales, envolvidos numa regata que passa por Portimão, a Clipper Around the World Race, que Domingo prossegue para Punta del Este, no Uruguai.Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, setembro 13, 2019
57.º Open de Portugal Morgado Golf Resort - TIAGO CRUZ COM BOAS MEMÓRIAS É O MELHOR PORTUGUÊS EM 24.º
O EX-CAMPEÃO NACIONAL FOI 4.º CLASSIFICADO EM 2018 NESTE TORNEIO DO CHALLENGE TOUR. FILIPE LIMA E HUGO SANTOS ESTÃO DENTRO DO CUT PROVISÓRIO. O AMADOR DANIEL DA COSTA RODRIGUES ESTÁ PERTO. HENRIC STUREHED LIDERA
Foto de: Octávio Passos / Texto: Hugo Ribeiro Adaptação: Luís Manuel Nogueira
sexta-feira, agosto 30, 2019
Nelson Cavalheiro vai presidir os destinos da PGA PORTUGAL no próximo quadriénio (2019/2022)
Nelson Cavalheiro, anterior Vice-Presidente da PGA PORTUGAL, assumiu a candidatura para os próximos quatro anos, dando assim "garantias" para a continuidade do excelente trabalho, que esta associação tem vindo fazer nos últimos anos.Esta direcção, conta pela primeira vez com uma mulher em cargos de direcção, Susana Ribeiro, jogador do Tour Feminino. Além de mais duas nos órgãos sociais; Cláudia Dantas na Assembleia-Geral e Mónia Bernardo no Conselho Fiscal
ORGÃOS SOCIAIS
Conforme o Capitulo IV – Dos Órgãos dos Estatutos apresentamos os seguintes candidatos para os diferentes cargos:
Assembleia-Geral
Presidente: Mário Jorge Silva
Vice-presidente: José Correia
Secretário: Cláudia Dantas
Direcção
Presidente: Nelson Cavalheiro
Vice-Presidente: Sérgio Ribeiro
Secretário: Ricardo Lopes
Tesoureiro: Susana Ribeiro
Vogal: Fernando Nogueira
Conselho Fiscal
Presidente: Nuno Campino
Vice-presidente: Mónia Bernardo
Vogal/ Relator: Sebastião Gil
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quarta-feira, agosto 21, 2019
Taça Presidente da República em golfe
| Vai-se realizar no dia 7 de Setembro, mais uma edição da Taça Presidente da República, no campo de golfe do Belas Clube de Campo, em Lisboa. A competição, promovida pelo Belas Clube de Campo, conta com o alto patrocínio e presença de Sua Excelência o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O evento será seguido de um almoço e respectiva cerimónia de entrega de prémios. A exemplo dos anos anteriores, o torneio é jogado na modalidade “Texas Scramble” Stableford. As equipas são constituídas por dois jogadores amadores, um nacional e outro internacional e presentes estão diversas personalidades e empresários nacionais e internacionais, convidados pelo André Jordan Group. Inspirada na President’s Cup americana, criada por Arnold Palmer e o Presidente Dwight Eisenhower, a Taça Presidente da República tem como objetivo contribuir para a divulgação turística de Portugal e dos seus melhores destinos de golfe e aproximar os golfistas que nos visitam dos seus pares portugueses. A iniciativa mantém a sua vertente solidária através da angariação de fundos para uma instituição de solidariedade social, este ano a CERCITOP, uma organização da região de Sintra que presta cuidados e apoio a pessoas com dependência ou incapacidade. Disputada pela primeira vez no ano 2000, a Taça Presidente da República teve como palco, nas quatro edições iniciais, o Millennium Golf Course. Em 2004, coincidindo com a inauguração da Victoria Clube de Golfe, o torneio mudou-se para este campo. Desde 2017 que o Torneio Taça Presidente da República se realiza no Campo de Golfe do Belas Clube de Campo, em Lisboa. |
domingo, agosto 04, 2019
JOSÉ FILIPE LIMA VENCE TORNEIO VIERUMÄK - FILANDIA
UM DIA DE SONHO DE FILIPE LIMA
Com o ultimo dia de prova de LUXO,, Filipe Lima venceu hoje ( dia 4 ), o torneio de Vierumäki, prova finlandesa do Challenge Tour, que concluiu com um total de 274 pancadas (14 abaixo do par).
José-Filipe Lima, vem desta forma reforçar o excelente momento de forme pelo qual esta a passar, depois de há duas semanas ter terminado na segunda posição o Euram Bank Open.
Mas hoje, foi um daqueles dias de sonho, um cartão limpo com 66 pancadas (seis abaixo), com seis ‘birdies’ sendo quatro seguidos; nos buracos 6,7,8 e 9, dos cinco conseguidas na primeira volta, abrindo logo com um birdie. Desta forma Filipe Lima, arrecadou um prémio monetário de 32.000 euros e subiu 10 lugares, estando agora na oitava posição. Lima, terminou com uma pancada de vantagem sobre o sul-africano Brice Easton, que foi segundo, e a duas do escocês Calum Hill, atual numero 7 do ranking.
Já Ricardo Santos, que no terceiro dia esta no grupos dos quintos classificados, terminou na vigésima terceira posição, como menos oito pancadas que o par. Ricardo Santos, esta agora na quarta posição do ranking.
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Com o ultimo dia de prova de LUXO,, Filipe Lima venceu hoje ( dia 4 ), o torneio de Vierumäki, prova finlandesa do Challenge Tour, que concluiu com um total de 274 pancadas (14 abaixo do par).
José-Filipe Lima, vem desta forma reforçar o excelente momento de forme pelo qual esta a passar, depois de há duas semanas ter terminado na segunda posição o Euram Bank Open.
Mas hoje, foi um daqueles dias de sonho, um cartão limpo com 66 pancadas (seis abaixo), com seis ‘birdies’ sendo quatro seguidos; nos buracos 6,7,8 e 9, dos cinco conseguidas na primeira volta, abrindo logo com um birdie. Desta forma Filipe Lima, arrecadou um prémio monetário de 32.000 euros e subiu 10 lugares, estando agora na oitava posição. Lima, terminou com uma pancada de vantagem sobre o sul-africano Brice Easton, que foi segundo, e a duas do escocês Calum Hill, atual numero 7 do ranking.
Já Ricardo Santos, que no terceiro dia esta no grupos dos quintos classificados, terminou na vigésima terceira posição, como menos oito pancadas que o par. Ricardo Santos, esta agora na quarta posição do ranking.
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