domingo, setembro 18, 2022
60.º Open de Portugal at Royal Óbidos
PEDRO FIGUEIREDO MANTEVE O 11.º LUGAR QUE OCUPAVA APÓS O SEGUNDO DIA DE PROVA. TOMÁS BESSA SÓ HOJE CONCLUIU A SEGUNDA VOLTA, PASSOU O CUT PELA SEGUNDA VEZ EM TRÊS ANOS E SUBIU PARA 11.º. O AMADOR HUGO CAMELO AGUENTOU-SE ABAIXO DO PAR. TODD CLEMENTS FEZ HOLE-IN-ONE.
sexta-feira, agosto 12, 2022
O DOM PEDRO VICTORIA GOLF COURSE VOLTA A ACOLHER O MAIS IMPORTANTE TORNEIO DE GOLFE EM PORTUGAL, DE 27 A 30 DE OUTUBRO, COM PRÉMIOS MONETÁRIOS DE 1,75 MILHÕES DE EUROS. O ALGARVE SUCEDE A TRÊS SEMANAS EM ESPANHA
sexta-feira, julho 22, 2022
Open XiraGolfe 2022
CAMPEÃO NACIONAL PEDRO LENCART COMANDA COM VOLTA DE SONHO COM 8 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UMA SEGUNDA VOLTA DE -7, O PROFISSIONAL DE MIRAMAR ESTÁ COM UMA VANTAGEM DE 7 ‘SHOTS’ SOBRE PEDRO ALMEIDDA E O ESPANHOL NICOLAS GUTIERREZ
O campeão nacional absoluto arrasou hoje (sexta-feira dia 22) com menos oito pancadas, assumindo a liderança do 2.º Open XiraGolfe, sendo o grande candidato a conquistar amanhã (Sábado dia 23), torneio sancionado pelas PGA’s de Portugal e de Espanha, pois já dispõe de 7 pancadas de vantagem sobre uma dupla de 2.º classificados.
Pedro Lencart é o único dos 52 participantes com duas voltas abaixo do Par e totaliza 136, 8 abaixo do Par, após entregar cartões de 71 e 65. O 2.º lugar é partilhado pelo português Pedro Almeida (75+68) e pelo espanhol Nicolas Gutierrez (73+70), a 7 pancadas de distância.
Susana Ribeiro é a melhor jogadora, no 13.º lugar. A ex-tetracampeã nacional soma 150 (77+73), +6. Filipe Salazar de Sousa é agora o melhor amador, no 19.º posto, com 153 (77+76), +9. Recorde-se que o Open XiraGolfe, com 20 mil euros em prémios monetários, é um dos mais importantes torneios de golfe em Portugal. Com prémios superiores só mesmo o Portugal Masters do DP World Tour e o Open de Portugal at Royal Óbidos do Challenge Tour. Com 20 mil euros houve também o Optilink Tour Championship do PT Tour e haverá na próxima semana o Campeonato Nacional Absoluto Hyundai, da FPG. O Open XiraGolfe conta simultaneamente para os rankings da PGA de Portugal, da PGA de España e de profissionais da FPG, para além do ranking mundial amador.
É por isso que Pedro Lencart afirma que viria sempre jogar ao Ribagolfe Lakes, mesmo que não tivesse de defender o seu título de campeão nacional na próxima semana.
Vencedor do único torneio do Circuito FPG que disputou este ano, no Oporto Golf Club, o nortenho residente no Algarve pode manter a invencibilidade em solo nacional em 2022.
Pedro Lencart tem competido menos no circuito profissional português porque anda a jogar no Pro Golf Tour (a terceira divisão europeia) e no Challenge Tour (a segunda divisão). «Tem sido uma época de altos e baixos», refere.
«Hoje foi um dia em que correu quase tudo bem, bati bem do tee, também estive bem nos shots ao green, não há muito a dizer. É uma das minhas melhores voltas de sempre e então neste campo é mesmo a melhor. O campo está difícil, aliás, é sempre difícil. Só perdi uma pancada no 8 que era o meu 17.º buraco, mas fiz 8 birdies», disse à SportTV o português de 21 anos, que no próximo dia 27 inicia a defesa do título de campeão nacional.
«O Pedro está muito longe e vai ser difícil, mas este campo é tão exigente que nunca se sabe», disse ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal o espanhol de Madrid Nicolas Gutierrez, que partilha o 2.º lugar com o português Pedro Almeida. Este último fez a segunda melhor volta do dia em 4 abaixo do Par.
«Não é fácil, mas tudo pode ainda acontecer e mesmo o Pedro Lencart não pode estar totalmente à vontade no último dia», disse Kevin Esteve, o jogador de Andorra que ontem era 2.º e hoje caiu para 4.º, a 8 pancadas do líder..
A última volta começa às 8h30 do dia 23, com saídas em simultâneo dos buracos 1 e 10. O grupo dos líderes sai às 9h30 do buraco 1.
TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de Rui Frazão
terça-feira, maio 17, 2022
PGA’s DE PORTUGAL E ESPANHA ANUNCIAM PRÉMIOS RECORDE
terça-feira, março 22, 2022
XXV Taça Macpherson no Axis Golfe Ponte de Lima
Para a diretora do Axis Golfe Ponte de Lima, La Salete Correia: “(...) as temperaturas amenas aliadas à boa energia que se fazia sentir entre os participantes, proporcionou um jogo agradável, que culminou no sorteio de distribuição de prémios, onde os participantes receberam algumas ofertas de alojamento nas unidades Axis Hotéis e, ainda, dos patrocinadores que apoiaram este torneio”.
De realçar ainda as excelentes condições dos greens e fairways do Axis Golfe Ponte de Lima, reconhecidas por todos os presentes, bem como o cumprimento de todas as normas de higiene e segurança em vigor.
La Salete Correia antecipa ainda os próximos torneios previstos para o restante para o mês de março: “(...) depois da XXV TAÇA MACPHERSON, o segundo torneio deste mês será organizado pelo Clube de Golfe de
Viana, no dia 25 de março e, por último, no dia 26 de março, a TAÇA SPRING será disputada na modalidade 18 buracos stableford individual gross e net por categorias, com saídas em shot gun às 10h00”.
Desta forma, o Clube de Golfe de Ponte de Lima, além de o convidar a participar nos seus torneios, onde o espírito de aventura e de camaradagem são uma presença assídua, continua a proporcionar agradáveis estadias junto da natureza e da tradicional Vila desta região minhota.
CLASSIFICAÇÃO GROSS GERAL
1o PAR GROSS: MATILDE FERNANDES / JOÃO FERNANDES – 36 PTS
2o PAR GROSS: JOSE CARLOS CARVALHO / PALMIRA PEREIRA – 35 PTS
1o PAR NET: PEDRO SILVA / CLARA CRUZ – 47 PTS
2o PAR NET: GO JOSE NUNO BRAGA / JORGE TORRES MOREIRA – 46 PTS
3o PAR NET: ERIC GEBEL / ANGELA GEBEL – 44 PTS
BOLA MAIS PERTO GERAL: PEDRO AGUIAR
quinta-feira, março 17, 2022
Optilink Tour Championship - RICARDO SANTOS CAMPEÃO QUEBRA JEJUM DE TRÊS ANOS
Ricardo Santos regressou às vitórias e quebrou um jejum de quase três anos sem títulos, ao vencer o Optilink Tour Championship, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, tornando-se no primeiro português a ganhar a final do PT Tour.
O campeão nacional de 2011 e 2016 aguentou bem os ataques da concorrência e ainda se deu ao luxo de dilatar a margem de vitória para 6 pancadas em relação aos 2.º classificados, o escocês Kieran Cantley e o inglês Ben Bailey.Com uma terceira e última volta de 67 pancadas, 5 abaixo do Par, muito perto do seu registo de ontem de 66 (-6), que tinha-lhe permitido assaltar o comando, Ricardo Santos totalizou 203 (-13) e garantiu o cheque de 3.500 euros referente ao primeiro prémio, do ‘prize-money’ total de 20 mil euros.O algarvio, a jogar em casa, num campo que ele representou durante muitos anos no DP World Tour, a primeira divisão europeia, só sofreu 3 bogeys em três dias de prova – hoje, apenas no último buraco, no 18, onde fizera birdie nos dias anteriores. Em contrapartida, converteu 16 birdies, mostrando que está de novo a atravessar uma boa fase da carreira.«O meu jogo está a ir na direção que eu quero para poder ter mais oportunidades de vitórias ou andar na luta por elas», disse o profissional da Titleist, que não sente que tenha de fazer grandes adaptações ao seu jogo, passados tantos anos no circuito.
«O jogo é parecido ao dos últimos dez anos. A idade traz mais maturidade, sim, e é mais isso, o encarar de forma diferente o jogo», acrescentou o português de 39 anos.Essa maturidade permitiu-lhe atacar a última volta logo desde o início e retirar quaisquer veleidades aos potenciais rivais, com 2 birdies nos primeiros dois buracos e 4 birdies nos primeiros nove. «O dia hoje esteve bem melhor, não choveu e não fez vento, estava perfeito para jogar golfe. Voltei a jogar muito sólido, especialmente nos shots ao green», explicou Ricardo Santos, que vai voltar mais motivado ao DP World Tour (ex-European Tour), onde tem estado a competir nesta época de 2022.«É sempre muito bom voltar a ganhar, especialmente quando a última vitória já tinha sido há dois anos e meio, mais ou menos», disse o campeão de um título do European Tour (o Madeira Islands Open BPI de 2012) e de dois troféus no Challenge Tour (o Princess by Schuco, na Suécia, em 2011 e o Swiss Challenge, em 2019). Esse Challenge da Suíça, em junho de 2019, integrado na segunda divisão do golfe profissional europeu, tinha sido o seu último título. Neste PT Tour, Ricardo Santos não ganhava desde o 1.º Palmares Open, também no Algarve, em novembro de 2018, quando o circuito promovido por José Correia ainda tinha o nome de Portugal Pro Golf Tour.O Optilink Tour Championship contou com um total de 70 participantes e mais três portugueses conseguiram ainda concluir a prova no top-10.Pedro Figueiredo, também jogador do DP World Tour, foi o primeiro líder do torneio, após uma boa volta inicial de 68 (-4) e terminou no 8.º lugar com 213 (-3), recebendo 750 euros.Tomás Melo Gouveia, membro do Challenge Tour, foi 9.º classificado, com 214 (-2), empatado com o também português Hugo Santos e com o escocês Jeff Wright, embolsando cada um 675 euros de prémio.
O PT Tour teve várias novidades em 2022, duas delas contar para o ranking mundial amador e ainda oferecer prémios monetários aos três melhores amadores de cada torneio, de acordo com os novos regulamentos internacionais da modalidade.Graças à parceria estabelecida com a SGA (Season Golf Academy), onde o português David Silva é o Head Coach do programa de captação e desenvolvimento de jovens, foi possível atribuir 300 euros ao melhor amador, neste caso o escocês Jamie Mann, que, tal como Ricardo Santos, beneficiou do fator casa, pois reside no Algarve e representa o Clube de Golfe de Vilamoura.Jamie Mann costuma jogar os circuitos da Federação Portuguesa de Golfe e neste Optilink Tour Championship quase alcançava um top-20, ficando no grupo dos 21.º classificados, com 219 pancadas, 3 abaixo do Par, após voltas de 73, 71 e 75.Recorde-se que o PT Tour é um circuito internacional, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e pelo circuito britânico Jamega Pro Golf Tour. Conta ainda para o novo ranking da seleção nacional de profissionais da FPG. As principais classificações do torneio e os resultados dos jogadores portugueses foram os seguintes: 1.º Ricardo Santos, 203 (70+66+67), -13;2.º (empatado) Kieran Cantley (Escócia), 209 (73+70+66), -7;2.º (empatado) Ben Bailey (Inglaterra), 209 (71+71+67), -7;8.º Pedro Figueiredo, 213 (68+73+72), -3;9.º (empatado) Tomás Melo Gouveia, 214 (71+73+70), -2;9.º (empatado) Hugo Santos, 214 (69+72+73), -2;21.º (empatado) João Girão, 219 (75+74+70), +3;30.º (empatado) Pedro Lencart, 220 (76+73+71), +4;35.º (empatado) Pedro Almeida, 224 (74+71+79), +8;45.º (empatado) Hugo Camelo (amador), 227 (74+81+72), +11;55.º (empatado) João Magalhães, 231 (78+83+70), +15;57.º Miguel Gaspar, 233 (81+77+75), +17;59.º (empatado) Guilherme Oliva (amador), 236 (77+79+80), +20;63.º (empatado) Alexandre Abreu, 242 (79+80+83), +26. TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de Berto Granja
quarta-feira, março 09, 2022
Open XiraGolfe 2022
O Open XiraGolfe vai tornar-se num evento internacional e elevar os seus prémios monetários de 6 mil para um mínimo de 10 mil euros, depois do acordo realizado entre as PGA’s de Portugal e de Espanha.
A segunda edição do torneio organizado pelo Xira Golfe e pela PGA de Portugal realiza-se de 21 a 24 de julho, no Santo Estêvão Golfe e no Ribagolfe Lakes, em Benavente, e fará parte dos calendários oficiais das duas PGA’s, bem como das duas federações nacionais.
Irá contar para a Ordem de Mérito da PGA España, para a Ordem de Mérito e Ranking da PGA de Portugal e ainda para o ranking da seleção nacional de profissionais da Federação Portuguesa de Golfe (FPG).
«Com o sucesso da prova em 2021 o desafio era fazermos mais e melhor. A ideia surgiu em conversa com o Fernando Carvalho, o presidente do Xira Golfe, e consistiu em internacionalizar o torneio», disse Nelson Cavalheiro, o presidente da PGA de Portugal.
«Com o acesso a jogadores profissionais fora do âmbito da PGA Portugal, a competitividade será mais elevada e o ‘prize money’ mais apetecível. Surgiu a ideia de falarmos com a PGA España. O Torneio será aberto a todos os profissionais de uma PGA reconhecida», acrescentou Nelson Cavalheiro.
Note-se que, se excetuarmos o Portugal Masters (do DP World Tour), o Open de Portugal at Royal Óbidos (do Challenge Tour) e o Optilink Tour Championship (do PT Tour), todos integrados em circuitos internacionais, só haverá duas provas portuguesas em 2022 com prémios monetários mais elevados do que o Open XiraGolfe de 2022: o Campeonato Nacional Absoluto Hyundai (20 mil euros) e o Amarante Golfe Open (15 mil euros).
«Iremos ter uma fortíssima presença de profissionais espanhóis, conjugado com um aumento significativo dos nossos profissionais, que passam a ter acesso a prémios bem mais significativos. Aspiramos também a multiplicar o número dos amadores que venham participar nas provas de qualificação. O nosso objetivo é atingir as 250 voltas de qualificação e marcar o verão no Ribatejo nos próximos anos», disse Fernando Carvalho.
À semelhança do ano de estreia, em 2021, qualquer jogador amador pode ser apurado para participar no Pro-Am, bastando classificar-se nos primeiros 15 lugares de uma das 3 provas de qualificação. Mas a festa dos amadores não se fica pelo sempre apetecível Pro-Am, este ano ainda mais forte com a presença de profissionais estrangeiros.
Como explica o presidente do clube anfitrião, «os dois primeiros da classificação gross de cada prova de qualificação têm acesso ao próprio Open, jogando os três dias com os profissionais, sabendo que poderão pontuar para o World Amateur Golf Ranking».
Esse é outro dos grandes atributos da prova. Ao contar para o ranking mundial amador, poderá cativar os melhores amadores portugueses. Nessa data, no calendário da FPG, só há o Campeonato Nacional de 3.ª e 4.ª Categorias.
De 21 a 24 de julho, o 2.º Open XiraGolfe coincidirá com o Roma Alps Open do Alps Tour, de 40 mil euros em prémios monetários; com o Big Green Egg German Challenge do Challenge Tour, de 250 mil euros; e com o Cazoo Classic do DP World Tour, de 1,75 milhões de euros. Portanto, alguns dos portugueses que militam nestes circuitos europeus poderão estar ausentes – tal como, aliás, está previsto que possa acontecer na maioria dos torneios nacionais de profissionais.
No entanto, a previsão é que haja uma boa lista de inscritos de profissionais e amadores. Aliás, a edição de 2021 foi a prova disso, com Tiago Cruz a bater Tomás Melo Gouveia num play-off para conquistar o título. Tiago Cruz foi o campeão nacional de 2014 e 2015 e Tomás Melo Gouveia é atualmente membro do Challenge Tour.
De Espanha, esperam-se jogadores de bom nível. «Somos a associação de profissionais mais antiga de Espanha. Em 2022 celebramos o nosso 50.º aniversário e entre os nossos membros tempos grandes profissionais bem comprometidos com a sua associação», sublinhou Ander Martínez, o presidente da PGA España. Na apresentação do ‘Spain Golf Tour 50º Aniversario PGA de España’, em Madrid, o Open XiraGolfe surgiu como a terceira de oito etapas, sendo o ponto alto o Campeonato de Profesionales de la RFEG, o Campeonato Nacional de Profissionais da Real Federação Espanhola de Golfe.
60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau
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