quarta-feira, abril 27, 2005
segunda-feira, abril 04, 2005
Estoril Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos
O INGLÊS DE 39 ANOS QUEBROU UM JEJEM DE DEZ ANOS E SOMOU O SEU QUINTO TÍTULO NO EUROPEAN TOUR, ENQUANTO O PORTUGUÊS DE 23 ANOS ESTABELECEU UM NOVO RECORDE NACIONAL
Paul Broadhurst terminou um “jejum“ de títulos de dez anos, ao conquistar o seu quinto troféu em provas do European Tour, no Estoril Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos, o torneio da Federação Portuguesa de Golfe, de 1,25 milhões de euros em prémios, cuja 49ª edição terminou hoje (Domingo) no Quinta da Marinha Oitavos Golfe, sob a organização da Amen Corner.
Para um antigo nº9 da Ordem de Mérito Europeia e ex-representante da Europa na Ryder Cup, com uma brilhante vitória sobre o campeão do Masters e do British Open, Mark O'Meara, o sucesso de Cascais, que lhe valeu 208.330 euros e a ascensão ao 14º posto europeu, não deveria ter-lhe provocado a enorme «surpresa» que admitiu. Mas a verdade é que o inglês de 39 anos tinha confessado na véspera, por telefone, à sua mulher, que «não acreditava» na vitória, «por não estar a atravessar um período de grande confiança» no seu jogo.
As 67 pancadas (-4) que fez no último dia, foram o resultado mais elevado em últimas voltas dos seus cinco títulos e este antigo condutor de autocarro, ex-jardineiro e técnico de uma fábrica de fibra de vidro (empregos que lhe permitiram custear a transição do amadorismo para o profissionalismo) beneficiou de um conjunto de factores afortunados que lhe permitiram suceder a Miguel Angel Jimenez, o campeão do Open no ano passado.
Viveu-se um dia emocionante, decidido apenas pelo derradeiro grupo no último buraco. Paul Broadhurst andou quase sempre na peugada dos 'scores' de Paul Lawrie e Barry Lane, mas estes dois últimos jogadores acabaram por entregar-lhe o título de bandeja com asneiras fatais.
Paul Lawrie voltou a mostrar que não é capaz de ganhar torneios sob boas condições climatéricas e, no soalheiro dia de hoje, não aproveitou a vantagem de 5 'shots' de que chegou a dispor, acabando por fazer um “triplo-bogey“ no 17, o buraco que lhe custou o título. Em quatro voltas, o antigo campeão do British Open cedeu naquele Par-4 de 434 metros, nada mais, nada menos, do que seis pancadas (um 'bogey', um “duplo“ e um “triplo“). «Em geral, vivi uma boa semana, mas o mau 'shot' no 17 matou-me», comentou o ex-jogador da Ryder Cup, que não ganha qualquer torneio desde 2002.
Barry Lane, por seu lado, também considerou ter jogado «lindamente toda a semana». «Mas, fiz um mau 'shot' e fui crucificado», disse o inglês, que autoflagelou-se no último buraco, com um “quintuplo-bogey“: «'Drivei' para o mato e quando ia bater na bola atingi a raiz de uma árvore, indo parar fora dos limites do campo. “Dropei“, mas a bola caiu num local injogável, pelo que optei por outro “drop“».
A desgraça de Lane foi a alegria de Filipe Lima, o principal animador da semana, por ter mostrado, pela primeira vez, que um português poderia ganhar o Estoril Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos. O jovem de 23 anos falhou o seu segundo título do European Tour por pouco, mas uma dor nas costas, contraída durante o aquecimento, que o obrigou a ingerir analgésicos, comprometeu as suas aspirações. «No 12º buraco o efeito dos medicamentos desapareceu e tornou-se mais difícil», disse Lima, que admitiu ter perdido as esperanças de ganhar quando fez um 'bogey' no 13º buraco. Mesmo assim, Filipe Lima voltou a jogar abaixo do Par e o tombo de Lane permitiu-lhe ascender ao terceiro lugar da classificação geral, o melhor resultado de sempre de um português neste torneio, desde que o Open integrou o European Tour em 1973. Antes desta data, outro português, Nuno Brito e Cunha, alcançara um terceiro posto no Estoril.
«Estou muito feliz com o terceiro lugar, porque não estava a jogar bem esta semana. Fiz erros que não costumo, sobretudo nos ataques de ferro aos 'greens'», disse o português residente em França, que dedicou o brilhante lugar no pódio ao seu pai José e ao seu treinador Benoit, ambos presentes esta semana em Cascais. Filipe Lima parte agora para o Madeira Island Open Caixa Geral de Depósitos, que começa já na próxima quinta-feira, com a intenção de «jogar para ganhar», confiante no 33º lugar da Ordem de Mérito Europeia que ocupa, depois dos 78.250 euros que embolsou hoje, elevando o seu total de prémios em 2005 para 100.462,52 euros.
Razão teve Manuel Agrellos em destacar o feito histórico. Depois de um minuto de silêncio pelo falecimento do Papa João Paulo II, o presidente da Federação Portuguesa de golfe encerrou a cerimónia de entrega de prémios: «O Open foi um sucesso desportivo, organizativo e em termos de divulgação (...) e pela primeira vez tivemos alguém a jogar e a lutar pelos grandes prémios».
Ivan Ballesteros, o promotor da Amen Corner, também efectuou o seu balanço: «O público assistiu ao melhor golfe que há na Europa, tivemos um jogador português com um grande futuro pela frente a lutar pelo título, o que animou muito o torneio. Notou-se que o facto de a competição ter sido realizada próximo de Lisboa contibuiu muito para a afluência de espectadores e para a promoção do torneio e da modalidade. O campo estava em muito boas condições e o apoio da Caixa Geral de Depósitos foi excelente, assim como a colaboração da Junta do Turismo do Estoril e do ITP, que aproveitaram esta semana de golfe para a divulgação de Portugal, em geral, e do Estoril em particular. As muitas horas de transmissão do Open por todo o Mundo deram uma boa imagem de Portugal como destino turístico de qualidade. O Open contribuiu e potenciou o desenvolvimento da economia portuguesa, uma vez que representa turismo de qualidade. Foi um evento muito concorrido e renhido que só ficou decidido mesmo no final, o que cria sempre mais expectativas».
Os resultados finais e a distribuição dos prémios monetários do 49º Estoril Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos foram os seguintes:
'Top-10'
1º Paul Broadhurst (Inglaterra), 271 (68+66+70+67), -13, €208.330,00
2º Paul Lawrie (Escócia), 272 (69+67+66+70), -12, €138.880,00
3º Filipe Lipa (Portugal), 273 (69+65+60+70), -11, €78.250,00
4º Richard Sterne (África do Sul), 274 (71+67+70+66), -10 €62.500,00
5º Barry Lane (Inglaterra), 275 (68+67+68+72), -9, €53.000,00
6º Stephen Dodd (País de Gales), 276 (68+69+70+69), -8, €43.750,00
7º Gary Emerson (Inglaterra), 277 (73+71+66+67), €37.500,00
8º Ignacio Garrido (Espanha), 279 (71+66+71+71), -5, €24.812,50
8º Jamie Donaldson (País de Gales), 279 (75+68+72+64), -5, €24.812,50
8º Niclas Fasth (Suécia), 279 (70+71+68+70), -5, €24.812,50
8º Charl Schwartzel (África do Sul), 279 (72+65+74+68), -5, €24.812,50
8º Stephen Scahill (Nova Zelândia), 279 (67+70+72+70), -5, €24.812,50
8º Ian Garbutt (Inglaterra), 279 (67+70+72+70), -5, €24.812,50
75º Sérgio Ribeiro (Portugal), 300 (74+70+81+75), +16, €1.863,00*
* último classificado dos que passaram o 'cut'.
FONTE: F.P.G.
quinta-feira, março 24, 2005
Business (Aviação)
66,3 MILHÕES DE CLIENTES DO GRUPO AIR FRANCE-KLM COM O NOVO PROGRAMA COMUM DE FIDELIZAÇÃO « FLYING BLUE »
Em Junho de 2005, pela primeira vez, os programas de fidelização de duas “majors” europeias fundirão para formar um só programa. Desta forma, o “Fréquence Plus” da Air France e o “Flying Dutchman” da KLM juntar-se-ão para dar nascimento ao “Flying Blue”. Com dez milhões de aderentes, “Flying Blue” afirma-se como uma ferramenta essencial para o reconhecimento comum dos fieis clientes da Air France e da KLM, e assegura-lhes um serviço homogéneo e de elevada qualidade independentemente da companhia na qual viajam.
“Flying Blue” será um símbolo forte da aproximação bem sucedida entre a Air France e a KLM.
Este programa comum insere-se plenamente na estratégia comercial global do Grupo. Baseada sobre o princípio de “um grupo, duas companhias”, esta coloca os seus 66,3 milhões de clientes no centro das atenções.
Programa inovador e fácil de utilizar, constituído por quatro níveis - Ivory, Silver, Gold e Platinum. “Flying Blue” permitirá a todos os seus membros beneficiar de todas as vantagens das redes combinadas das duas marcas, Air France e KLM.
“Flying Blue” tem como primeiro objectivo a satisfação dos seus membros, foi elaborado com o melhor dos anteriores programas de fidelização da Air France e da KLM. Como é óbvio, os detentores de cartões “Fréquence Plus” e “Flying Dutchman” serão automaticamente membros do novo programa, e conservarão todas as Milhas acumuladas, sem perder o seu valor (1Milha Fréquence Plus = 1 Milha Flying Blue; 1 Milha Flying Dutchman = 1 Milha Flying Blue).
Com mais de 30 companhias aéreas parceiras, ‘Flying Blue” permitirá aos seus membros de ganhar e usar Milhas de forma muito vantajosa nos 18 000 voos diários e 900 destinos à sua disposição. Além disso, perto de uma centena de parceiros não aéreos juntaram-se a este programa, incrementando as oportunidades de ganhar e usar as Milhas.
No decurso dos próximos meses, os membros dos programas “Fréquence Plus” e “Flying Dutchman” receberão, por correio, todas as informações práticas relativas ao novo programa “Flying Blue”, e mais tarde uma documentação completa.*
A aproximação da Air France e da KLM já tinha permitido desenvolvimentos inéditos entre as duas companhias. O alinhamento da rede mundial, a técnica das tarifas combináveis ou ainda a harmonização dois hubs** de Roissy-CDG e de Schipol, são algumas das ferramentas com o objectivo de tornar a rede global acessível a toda a clientela.
Para J.C. Spinetta, Presidente Director Geral da Air France, « “Flying Blue” é o exemplo da cooperação das duas companhias ao serviço dos seus clientes».
« Com “Flying Blue”, a Air France e a KLM voam mais alto que os demais concorrentes, e isto é só o começo », declara Leo van Wijk, Presidente Director Geral da KLM.
quarta-feira, março 23, 2005
Air Luxor Prémios Best Partner
O Palácio do Borja, em Lisboa sede da Mirpuri Holdings, a accionista da Air Luxor, foi o palco da entrega dos prémios Best Partner. Mais de uma centena de Agentes de Viagens de todo o país participaram na festa de distinção ao Trade.
Os prémios Best Partner são uma iniciativa que visa distinguir os Agentes de Viagens que mais contribuíram para o volume de vendas BSP da Air Luxor em 2004. A iniciativa tem cinco categorias. Best Sales Leader para o Agente que registou maior volume absoluto de vendas. Best Friend para o Agente de Viagens que ao longo do ano passado revelou um elevado e constante volume de vendas e um segundo Best Friend para o Agente apresentou um elevado volume de vendas nos segmentos de transporte regular e não regular. Best Surprise para o Agente que apresentou maior taxa de crescimento de vendas. Best Madeira para o Agente que liderou o volume de vendas BSP naquela Região Autónoma e Best Norte para o Agente que apresentou maior volume de vendas no norte do país.
Os premiados receberam um quadro comemorativo e uma semana de férias para duas pessoas em Moçambique (Best Sales Leader), em São Tomé (Best Surprise,) no Nordeste Brasileiro (Best Friend e Best Norte), e em Cabo Verde (Best Madeira).
Os Agentes de Viagens que participaram na festa foram ainda sorteados com viagens para duas pessoas a Moçambique, São Tomé, Paris e Madeira.
Os vencedores da edição 2005 dos prémios Best Partner foram:
Best Sales Leader - Top Atlântico
Best Friend - Interpass
Best Friend - Halcon Viagens
Best Surprise - Best Travel
Best Madeira - Intertours
Best Norte - Vefa Travel
Os prémios foram recebidos por:
Best Sales Leader - Top Atlântico - Hélder Alves
Best Friend - Interpass - João Batista
Best Friend - Halcon Viagens - Timóteo Gonçalves
Best Surprise - Best Travel - Margarida Blatman
Best Madeira - Intertours - Gustavo Rodrigues
Best Norte - Vefa Travel - Luís Pinto
terça-feira, março 22, 2005
Dez anos de AUDI quattro CUP um torneio com sucesso crescente
Desde que a SIVA iniciou a organização do Audi quattro Cup, em 1995, que este torneio tem conhecido um sucesso crescente. Ano após ano este prestigiado torneio tem recebido os maiores elogios - quer dos patrocinadores quer dos milhares de participantes - tendo o reconhecimento internacional culminado na edição de 2004 com a realização da Final Mundial, em Portugal. O Audi quattro Cup continua a ser um dos maiores torneios de Golfe para amadores a nível mundial em que durante os seus 15 anos de história, mais de 600 mil amadores de 38 países participaram neste evento. Todos os anos, golfistas de todo o mundo participam neste torneio a pares.
A SIVA associa-se assim, uma vez mais, a este evento à escala mundial organizado pela Audi AG - em Portugal pela SIVA / Audi, continuando a contar com o apoio da Galp Energia e com a participação da rede de Concessionários, permitindo que os apaixonados pelo Golfe, possam conviver e praticar o seu desporto favorito nos melhores campos do país.
O apoio desta modalidade, insere-se claramente no espírito da marca ao privilegiar também ao nível do golfe, a qualidade, o espírito de equipa e a constante procura pelo aperfeiçoamento técnico.
Para a Final Nacional serão qualificados os quatro primeiros classificados Net em cada uma das quatro eliminatórias. Por sua vez, serão atribuídos prémios para os quatro primeiros classificados Net, o 1º classificado Gross, Longest Drive e Nearest to the Pin em cada prova realizada.
Calendário de provas
1ª prova Praia D’el Rey / Óbidos 16 de Abril
2ª prova Golfe Clube de Amarante 14 de Maio
3ª prova Golfe Clube da Estela 23 de Julho
4ª prova Quinta de Cima Golfe / Tavira 30 de Julho
Final Nacional Le Meridien Penina 3 de Setembro
Para a Final Mundial do Audi quattro Cup 2005 é apurado o primeiro par net, vencedor da Final Nacional. A Final Mundial do Audi quattro Cup 2005 realiza-se de 30 de Outubro a 3 de Novembro, no “Troon North Golf Club, Four Seasons Resort”, em Scottsdale, no Arizona, Estados Unidos da América.
Mais informações: www.sivaonline.pt e www.audi.pt
Calendário de Provas
Provas Nacionais
09 Abril - Sábado – Montebelo
16 Abril – Sábado – Estela
07 Maio - Sábado – Amarante
14 Maio – Sábado - Ponte Lima
03 Junho – Sexta-feira – Estoril
Provas internacionais
22 de Maio – Domingo – Piñeda (Sevilha) –
22 de Maio – Margarethoff- Munique
(Este Torneio tem a particularidade de ter o Chefe Pascal Legrain para organizar um jantar português)
06 Agosto - St. Leon (Alemanha)
23 Outubro - La Tournette (Bélgica)
Por Confirmar
10.Oslo
11.Toronto
12.E.U.A
13.Paris
FINAL
27 de Novembro 2005
easyJet com novo serviço para Passageiros de Negócios
A easyJet, acaba de anunciar o inovador acordo com a Business Travel International (BTI), gestora de viagens para empresas, líder no Reino Unido. A parceria disponibiliza o acesso à oferta de voos, reservas e alguns dos sistemas de back-office, da easyJet, a várias empresas que necessitam viajar com frequência. Para a easyJet, a parceria aumenta a penetração no mercado das viagens de negócios e, é a primeira com estas características, que inclui uma companhia de baixo custo. A última inovação da easyJet, torna-a na melhor opção para os todos os profissionais de negócios. A partir de agora, os clientes de negócios da BTI, tal como a Pymes, Merrill Lynch ou o Bank of Scotland, podem pela primeira vez, visualizar e reservar os voos da easyJet com os seus sistemas informáticos. Esta opção é facilitada através da API (Application Programming Interface) que, além da compra de lugares, complementa várias funções administrativas como facturação, informação da gestão e notificação em caso de interrupção do voo.
Segundo Chirs Walton, Director da easyJet: “O acordo com a BTI facilita os clientes, e possibilita o crescimento do negócio. Sempre defendemos que a easyJet é a melhor opção para os passageiros de negócios, que valorizam as tarifas económicas em rotas de alta frequência, nos principais aeroportos europeus. Anteriormente, algumas empresas viram-se impossibilitadas a aceder ao nosso serviço, devido à incompatibilidade entre os sistemas informáticos, mas o acordo com BTI elimina esta barreira. Esta parceria não implica mudanças no modelo de negócio da easyJet, na estrutura de preços, nem oferece tarifas especiais para clientes BTI, mas esperamos que este canal de distribuição seja tão eficiente como a Internet. Estamos a utilizar a tecnologia para aceder a um novo segmento de mercado, sem utilizar o método tradicional das companhias aéreas, ao implementar um “exército” de comerciais, a oferecer um serviço personalizado a cada empresa de maneira diferenciada. Com esta união a easyJet, a BTI e os seus clientes ficam a ganhar. A perder estão as companhias aéreas tradicionais que enfrentam agora uma maior concorrência, num mercado cada vez mais lucrativo.”
60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau
PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...
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