sexta-feira, julho 22, 2022

Open XiraGolfe 2022


CAMPEÃO NACIONAL PEDRO LENCART COMANDA COM VOLTA DE SONHO COM 8 PANCADAS ABAIXO DO PAR, DEPOIS DE UMA SEGUNDA VOLTA DE -7, O PROFISSIONAL DE MIRAMAR ESTÁ COM UMA VANTAGEM DE 7 ‘SHOTS’ SOBRE PEDRO ALMEIDDA E O ESPANHOL NICOLAS GUTIERREZ 

O campeão nacional absoluto arrasou hoje (sexta-feira dia 22) com  menos oito pancadas,  assumindo a liderança do 2.º Open XiraGolfe, sendo o grande candidato a conquistar amanhã (Sábado dia 23),  torneio sancionado pelas PGA’s de Portugal e de Espanha, pois já dispõe de 7 pancadas de vantagem sobre uma dupla de 2.º classificados.
Pedro Lencart é o único dos 52 participantes com duas voltas abaixo do Par e totaliza 136, 8 abaixo do Par, após entregar cartões de 71 e 65. O 2.º lugar é partilhado pelo português Pedro Almeida (75+68) e pelo espanhol Nicolas Gutierrez (73+70), a 7 pancadas de distância.
Susana Ribeiro é a melhor jogadora, no 13.º lugar. A ex-tetracampeã nacional soma 150 (77+73), +6. Filipe Salazar de Sousa é agora o melhor amador, no 19.º posto, com 153 (77+76), +9. Recorde-se que o Open XiraGolfe, com 20 mil euros em prémios monetários, é um dos mais importantes torneios de golfe em Portugal. Com prémios superiores só mesmo o Portugal Masters do DP World Tour e o Open de Portugal at Royal Óbidos do Challenge Tour. Com 20 mil euros houve também o Optilink Tour Championship do PT Tour e haverá na próxima semana o Campeonato Nacional Absoluto Hyundai, da FPG. O Open XiraGolfe conta simultaneamente para os rankings da PGA de Portugal, da PGA de España e de profissionais da FPG, para além do ranking mundial amador.
É por isso que Pedro Lencart afirma que viria sempre jogar ao Ribagolfe Lakes, mesmo que não tivesse de defender o seu título de campeão nacional na próxima semana.
Vencedor do único torneio do Circuito FPG que disputou este ano, no Oporto Golf Club, o nortenho residente no Algarve pode manter a invencibilidade em solo nacional em 2022.
Pedro Lencart tem competido menos no circuito profissional português porque anda a jogar no Pro Golf Tour (a terceira divisão europeia) e no Challenge Tour (a segunda divisão). «Tem sido uma época de altos e baixos», refere.
«Hoje foi um dia em que correu quase tudo bem, bati bem do tee, também estive bem nos shots ao green, não há muito a dizer. É uma das minhas melhores voltas de sempre e então neste campo é mesmo a melhor. O campo está difícil, aliás, é sempre difícil. Só perdi uma pancada no 8 que era o meu 17.º buraco, mas fiz 8 birdies», disse à SportTV o português de 21 anos, que no próximo dia 27 inicia a defesa do título de campeão nacional.
«O Pedro está muito longe e vai ser difícil, mas este campo é tão exigente que nunca se sabe», disse ao Gabinete de Imprensa da PGA de Portugal o espanhol de Madrid Nicolas Gutierrez, que partilha o 2.º lugar com o português Pedro Almeida. Este último fez a segunda melhor volta do dia em 4 abaixo do Par.
«Não é fácil, mas tudo pode ainda acontecer e mesmo o Pedro Lencart não pode estar totalmente à vontade no último dia», disse Kevin Esteve, o jogador de Andorra que ontem era 2.º e hoje caiu para 4.º, a 8 pancadas do líder..
A última volta começa às 8h30 do dia 23, com saídas em simultâneo dos buracos 1 e 10. O grupo dos líderes sai às 9h30 do buraco 1. 

 TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de  Rui Frazão



terça-feira, maio 17, 2022

PGA’s DE PORTUGAL E ESPANHA ANUNCIAM PRÉMIOS RECORDE

PROTOCOLO É ASSINADO NA QUARTA-FEIRA DIA 18, DEPOIS DA VISTORIA AOS CAMPOS DO SANTO ESTÊVÃO GOLFE E DO RIBAGOLFE LAKES, EM BENAVENTE

 
As PGA’s de Portugal e Espanha assinam amanhã (quarta-feira), dia 18 de maio, um protocolo com o Xira Golfe, oficializando a segunda edição do Open XiraGolfe e do Pro-Am Cimpor, que decorrerão de 21 a 24 de julho, no concelho de Benavente, nos campos de Ribagolfe Lakes e Santo Estêvão Golfe. 
Para além da assinatura do protocolo que transforma o torneio do PGA Portugal Tour num evento igualmente do circuito profissional espanhol, internacionalizando-o, aguarda-se com grande expectativa a anúncio do total de prémios monetários em jogo. No ano passado o Open Xiragolfe distribuiu 6 mil euros em prémios monetários e no passado mês de março, quando foi anunciado em Madrid que Portugal passaria a ter uma etapa no circuito da PGA de Espanha, falou-se logo que pelo menos a prova iria ser elevada para 10 mil euros.
No entanto, Fernando Carvalho, o presidente do Xira Golfe, garantiu hoje (terça-feira) que «vamos divulgar amanhã um valor muito mais elevado do que esse e vamos atingir um ‘prize-money’ recorde». Está dependente do final de um torneio que decorre de manhã para os sócios do Xira Golfe, pois a apresentação do Open será quase em simultâneo com cerimónia de entrega de prémios desse evento social.
Ander Martínez, o presidente da ‘PGA España’, vai também fazer uma vistoria aos dois campos, sendo que o Santo Estêvão Golfe irá este ano receber o Pro-Am Cimpor, enquanto o Ribagolfe Lakes será palco das três voltas destinadas aos profissionais (e alguns amadores de alto rendimento).
É um procedimento habitual em eventos do DP World Tour e do Challenge Tour, as duas primeiras divisões do golfe profissional europeu. Pelos vistos, é igualmente uma prática na PGA de Espanha, a de verificar se os campos estão de acordo com as exigências dos profissionais espanhóis.
Recorde-se que o Ribagolfe já acolheu etapas da Escola de Qualificação do European Tour (agora DP World Tour) e o Santo Estêvão Golfe já foi palco do Campeonato Nacional Absoluto da Federação Portuguesa de Golfe, pelo que estão preparados para os mais elevados requisitos. 
O 2.º Open Xiragolfe irá contar para a Ordem de Mérito da ‘PGA España’, para a Ordem de Mérito e Ranking da PGA de Portugal, para o Ranking Mundial Amador e ainda (muito provavelmente) para o ranking da seleção nacional de profissionais da FPG.
À semelhança do ano de estreia, em 2021, qualquer jogador amador pode ser apurado para participar no Pro-Am Cimpor, bastando classificar-se nos primeiros 15 lugares de uma das 3 provas de qualificação.
Na apresentação do ‘Spain Golf Tour 50º Aniversario PGA de España’, em Madrid, o Open XiraGolfe surgiu como a terceira de oito etapas, sendo o ponto alto o Campeonato de Profesionales de la RFEG, o Campeonato Nacional de Profissionais da Real Federação Espanhola de Golfe.
 TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira 

terça-feira, março 22, 2022

XXV Taça Macpherson no Axis Golfe Ponte de Lima

Realizou-se no último sábado, dia 19 de março, a XXV Taça Macpherson, uma competição que se realiza desde a abertura do campo de golfe, em homenagem a Ian Macpherson, o engenheiro que construiu o Axis Golfe Ponte de Lima. 


A prova foi disputada na modalidade Pares Texas Scramble – Stableford Net e Gross e contou com a participação de 84 jogadores, oriundos de diversos clubes do Norte.
Para a diretora do Axis Golfe Ponte de Lima, La Salete Correia: “(...) as temperaturas amenas aliadas à boa energia que se fazia sentir entre os participantes, proporcionou um jogo agradável, que culminou no sorteio de distribuição de prémios, onde os participantes receberam algumas ofertas de alojamento nas unidades Axis Hotéis e, ainda, dos patrocinadores que apoiaram este torneio”.
De realçar ainda as excelentes condições dos greens e fairways do Axis Golfe Ponte de Lima, reconhecidas por todos os presentes, bem como o cumprimento de todas as normas de higiene e segurança em vigor.
La Salete Correia antecipa ainda os próximos torneios previstos para o restante para o mês de março: “(...) depois da XXV TAÇA MACPHERSON, o segundo torneio deste mês será organizado pelo Clube de Golfe de
Viana, no dia 25 de março e, por último, no dia 26 de março, a TAÇA SPRING será disputada na modalidade 18 buracos stableford individual gross e net por categorias, com saídas em shot gun às 10h00”.
Desta forma, o Clube de Golfe de Ponte de Lima, além de o convidar a participar nos seus torneios, onde o espírito de aventura e de camaradagem são uma presença assídua, continua a proporcionar agradáveis estadias junto da natureza e da tradicional Vila desta região minhota.

CLASSIFICAÇÕES XXV TAÇA MACPHERSON

CLASSIFICAÇÃO GROSS GERAL

1o PAR GROSS: MATILDE FERNANDES / JOÃO FERNANDES – 36 PTS
2o PAR GROSS: JOSE CARLOS CARVALHO / PALMIRA PEREIRA – 35 PTS

CLASSIFICAÇÃO NET GERAL
1o PAR NET: PEDRO SILVA / CLARA CRUZ – 47 PTS
2o PAR NET: GO JOSE NUNO BRAGA / JORGE TORRES MOREIRA – 46 PTS
3o PAR NET: ERIC GEBEL / ANGELA GEBEL – 44 PTS

DRIVE MAIS LONGO SENHORAS: MATILDE FERNANDES

DRIVE MAIS LONGO HOMENS: IGNACIO SOSA

BOLA MAIS PERTO GERAL: PEDRO AGUIAR

quinta-feira, março 17, 2022

Optilink Tour Championship - RICARDO SANTOS CAMPEÃO QUEBRA JEJUM DE TRÊS ANOS

Ricardo Santos regressou às vitórias e quebrou um jejum de quase três anos sem títulos, ao vencer o Optilink Tour Championship, no Dom Pedro Victoria Golf Course, em Vilamoura, tornando-se no primeiro português a ganhar a final do PT Tour.


 
O campeão nacional de 2011 e 2016 aguentou bem os ataques da concorrência e ainda se deu ao luxo de dilatar a margem de vitória para 6 pancadas em relação aos 2.º classificados, o escocês Kieran Cantley e o inglês Ben Bailey.
Com uma terceira e última volta de 67 pancadas, 5 abaixo do Par, muito perto do seu registo de ontem de 66 (-6), que tinha-lhe permitido assaltar o comando, Ricardo Santos totalizou 203 (-13) e garantiu o cheque de 3.500 euros referente ao primeiro prémio, do ‘prize-money’ total de 20 mil euros.
O algarvio, a jogar em casa, num campo que ele representou durante muitos anos no DP World Tour, a primeira divisão europeia, só sofreu 3 bogeys em três dias de prova – hoje, apenas no último buraco, no 18, onde fizera birdie nos dias anteriores. Em contrapartida, converteu 16 birdies, mostrando que está de novo a atravessar uma boa fase da carreira.
«O meu jogo está a ir na direção que eu quero para poder ter mais oportunidades de vitórias ou andar na luta por elas», disse o profissional da Titleist, que não sente que tenha de fazer grandes adaptações ao seu jogo, passados tantos anos no circuito.
«O jogo é parecido ao dos últimos dez anos. A idade traz mais maturidade, sim, e é mais isso, o encarar de forma diferente o jogo», acrescentou o português de 39 anos.
Essa maturidade permitiu-lhe atacar a última volta logo desde o início e retirar quaisquer veleidades aos potenciais rivais, com 2 birdies nos primeiros dois buracos e 4 birdies nos primeiros nove. «O dia hoje esteve bem melhor, não choveu e não fez vento, estava perfeito para jogar golfe. Voltei a jogar muito sólido, especialmente nos shots ao green», explicou Ricardo Santos, que vai voltar mais motivado ao DP World Tour (ex-European Tour), onde tem estado a competir nesta época de 2022.
«É sempre muito bom voltar a ganhar, especialmente quando a última vitória já tinha sido há dois anos e meio, mais ou menos», disse o campeão de um título do European Tour (o Madeira Islands Open BPI de 2012) e de dois troféus no Challenge Tour (o Princess by Schuco, na Suécia, em 2011 e o Swiss Challenge, em 2019). Esse Challenge da Suíça, em junho de 2019, integrado na segunda divisão do golfe profissional europeu, tinha sido o seu último título. Neste PT Tour, Ricardo Santos não ganhava desde o 1.º Palmares Open, também no Algarve, em novembro de 2018, quando o circuito promovido por José Correia ainda tinha o nome de Portugal Pro Golf Tour.
O Optilink Tour Championship contou com um total de 70 participantes e mais três portugueses conseguiram ainda concluir a prova no top-10.
Pedro Figueiredo, também jogador do DP World Tour, foi o primeiro líder do torneio, após uma boa volta inicial de 68 (-4) e terminou no 8.º lugar com 213 (-3), recebendo 750 euros.
Tomás Melo Gouveia, membro do Challenge Tour, foi 9.º classificado, com 214 (-2), empatado com o também português Hugo Santos e com o escocês Jeff Wright, embolsando cada um 675 euros de prémio.
O PT Tour teve várias novidades em 2022, duas delas contar para o ranking mundial amador e ainda oferecer prémios monetários aos três melhores amadores de cada torneio, de acordo com os novos regulamentos internacionais da modalidade.
Graças à parceria estabelecida com a SGA (Season Golf Academy), onde o português David Silva é o Head Coach do programa de captação e desenvolvimento de jovens, foi possível atribuir 300 euros ao melhor amador, neste caso o escocês Jamie Mann, que, tal como Ricardo Santos, beneficiou do fator casa, pois reside no Algarve e representa o Clube de Golfe de Vilamoura.
Jamie Mann costuma jogar os circuitos da Federação Portuguesa de Golfe e neste Optilink Tour Championship quase alcançava um top-20, ficando no grupo dos 21.º classificados, com 219 pancadas, 3 abaixo do Par, após voltas de 73, 71 e 75.
Recorde-se que o PT Tour é um circuito internacional, sancionado pela Federação Portuguesa de Golfe e pelo circuito britânico Jamega Pro Golf Tour. Conta ainda para o novo ranking da seleção nacional de profissionais da FPG.
 
As principais classificações do torneio e os resultados dos jogadores portugueses foram os seguintes:
 
1.º Ricardo Santos, 203 (70+66+67), -13;
2.º (empatado) Kieran Cantley (Escócia), 209 (73+70+66), -7;
2.º (empatado) Ben Bailey (Inglaterra), 209 (71+71+67), -7;
8.º Pedro Figueiredo, 213 (68+73+72), -3;
9.º (empatado) Tomás Melo Gouveia, 214 (71+73+70), -2;
9.º (empatado) Hugo Santos, 214 (69+72+73), -2;
21.º (empatado) João Girão, 219 (75+74+70), +3;
30.º (empatado) Pedro Lencart, 220 (76+73+71), +4;
35.º (empatado) Pedro Almeida, 224 (74+71+79), +8;
45.º (empatado) Hugo Camelo (amador), 227 (74+81+72), +11;
55.º (empatado) João Magalhães, 231 (78+83+70), +15;
57.º Miguel Gaspar, 233 (81+77+75), +17;
59.º (empatado) Guilherme Oliva (amador), 236 (77+79+80), +20;
63.º (empatado) Alexandre Abreu, 242 (79+80+83), +26.
 TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de  Berto Granja

quarta-feira, março 09, 2022

Open XiraGolfe 2022

O Open XiraGolfe vai tornar-se num evento internacional e elevar os seus prémios monetários de 6 mil para um mínimo de 10 mil euros, depois do acordo realizado entre as PGA’s de Portugal e de Espanha. 



A segunda edição do torneio organizado pelo Xira Golfe e pela PGA de Portugal realiza-se de 21 a 24 de julho, no Santo Estêvão Golfe e no Ribagolfe Lakes, em Benavente, e fará parte dos calendários oficiais das duas PGA’s, bem como das duas federações nacionais.
Irá contar para a Ordem de Mérito da PGA España, para a Ordem de Mérito e Ranking da PGA de Portugal e ainda para o ranking da seleção nacional de profissionais da Federação Portuguesa de Golfe (FPG).
«Com o sucesso da prova em 2021 o desafio era fazermos mais e melhor. A ideia surgiu em conversa com o Fernando Carvalho, o presidente do Xira Golfe, e consistiu em internacionalizar o torneio», disse Nelson Cavalheiro, o presidente da PGA de Portugal.
«Com o acesso a jogadores profissionais fora do âmbito da PGA Portugal, a competitividade será mais elevada e o ‘prize money’ mais apetecível. Surgiu a ideia de falarmos com a PGA España. O Torneio será aberto a todos os profissionais de uma PGA reconhecida», acrescentou Nelson Cavalheiro. 
Note-se que, se excetuarmos o Portugal Masters (do DP World Tour), o Open de Portugal at Royal Óbidos (do Challenge Tour) e o Optilink Tour Championship (do PT Tour), todos integrados em circuitos internacionais, só haverá duas provas portuguesas em 2022 com prémios monetários mais elevados do que o Open XiraGolfe de 2022: o Campeonato Nacional Absoluto Hyundai (20 mil euros) e o Amarante Golfe Open (15 mil euros).
«Iremos ter uma fortíssima presença de profissionais espanhóis, conjugado com um aumento significativo dos nossos profissionais, que passam a ter acesso a prémios bem mais significativos. Aspiramos também a multiplicar o número dos amadores que venham participar nas provas de qualificação. O nosso objetivo é atingir as 250 voltas de qualificação e marcar o verão no Ribatejo nos próximos anos», disse Fernando Carvalho.
À semelhança do ano de estreia, em 2021, qualquer jogador amador pode ser apurado para participar no Pro-Am, bastando classificar-se nos primeiros 15 lugares de uma das 3 provas de qualificação. Mas a festa dos amadores não se fica pelo sempre apetecível Pro-Am, este ano ainda mais forte com a presença de profissionais estrangeiros.
Como explica o presidente do clube anfitrião, «os dois primeiros da classificação gross de cada prova de qualificação têm acesso ao próprio Open, jogando os três dias com os profissionais, sabendo que poderão pontuar para o World Amateur Golf Ranking».
Esse é outro dos grandes atributos da prova. Ao contar para o ranking mundial amador, poderá cativar os melhores amadores portugueses. Nessa data, no calendário da FPG, só há o Campeonato Nacional de 3.ª e 4.ª Categorias.
De 21 a 24 de julho, o 2.º Open XiraGolfe coincidirá com o Roma Alps Open do Alps Tour, de 40 mil euros em prémios monetários; com o Big Green Egg German Challenge do Challenge Tour, de 250 mil euros; e com o Cazoo Classic do DP World Tour, de 1,75 milhões de euros. Portanto, alguns dos portugueses que militam nestes circuitos europeus poderão estar ausentes – tal como, aliás, está previsto que possa acontecer na maioria dos torneios nacionais de profissionais.
No entanto, a previsão é que haja uma boa lista de inscritos de profissionais e amadores. Aliás, a edição de 2021 foi a prova disso, com Tiago Cruz a bater Tomás Melo Gouveia num play-off para conquistar o título. Tiago Cruz foi o campeão nacional de 2014 e 2015 e Tomás Melo Gouveia é atualmente membro do Challenge Tour.
De Espanha, esperam-se jogadores de bom nível. «Somos a associação de profissionais mais antiga de Espanha. Em 2022 celebramos o nosso 50.º aniversário e entre os nossos membros tempos grandes profissionais bem comprometidos com a sua associação», sublinhou Ander Martínez, o presidente da PGA España. Na apresentação do ‘Spain Golf Tour 50º Aniversario PGA de España’, em Madrid, o Open XiraGolfe surgiu como a terceira de oito etapas, sendo o ponto alto o Campeonato de Profesionales de la RFEG, o Campeonato Nacional de Profissionais da Real Federação Espanhola de Golfe.

TEXTO Hugo Ribeiro - ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de Hortense Infante

quinta-feira, fevereiro 17, 2022

Campeonato Internacional Amador de Portugal masculino 2021

FRANK KENNEDY CAMPEÃO RECORDISTA DO INTERNACIONAL DE PORTUGAL

O inglês de apenas 16 anos venceu o torneio da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) com 19 pancadas abaixo do Par, um recorde da prova para 18 buracos, depois de, no penúltimo dia, ter igualado o recorde do Montado para 18 buracos. Português Hugo Camelo terminou no top-20



Frank Kennedy tornou-se Sábado, (12) num dos mais jovens vencedores de sempre do Campeonato Internacional Amador de Portugal masculino e, com apenas 16 anos, já fez história, ao conquistar a 92.ª edição da prova da Federação Portuguesa de Golfe (FPG) com 19 pancadas abaixo do Par, um novo recorde do torneio para 72 buracos. 
“Já tinha havido um vencedor com -19, mas nesse torneio podia colocar-se a bola no ‘fairway’, pelo que o resultado final não pôde ser homologado como recorde do torneio. Pelo contrário, este ano não houve ‘prefered lies’ e é mesmo recorde”, explicou João Coutinho, o diretor-técnico nacional da FPG. 
O inglês residente em Manchester – e, claro, fã de CR7 – mas que passa largos meses por ano em Jupiter, na Florida, onde tem ‘vizinhos’ como Tiger Woods e Rory McIlroy, totalizou 269 pancadas, 19 abaixo do Par do Montado Hotel & Golf Resort, após voltas de 65, 69, 64 e 71. Foi um triunfo ‘wire-to-wire’, ou seja, comandou da primeira à última volta e ainda teve o bónus de ter igualado o recorde do campo de Palmela com a sua terceira volta de 64 (-8), fixado pela primeira vez um dia antes, na quinta-feira, pelo italiano Flavio Michetti. 
“Estou muito orgulhoso pela minha vitória e espero voltar para o ano (para defender o título). É o meu primeiro título no escalão principal (da EGA, Associação Europeia de Golfe), é o mais importante que já ganhei”, disse Frank Kennedy, que acrescentou pouco depois ter “grandes sonhos” de carreira. De sonho foi também o seu golfe. Apesar de ter partido um ferro-8 na segunda volta, por ter embatido num tronco de árvore – e admitiu que mais tarde sentiu a falta dele –, só perdeu 5 pancadas em 72 buracos! E se não fosse o bogey no último buraco, teria fechado a prova com 20 abaixo do Par, um resultado nunca alcançado antes. A outra vez em que um campeão concluiu com -19 (mas não teve o recorde homologado) foi com o inglês Harry Goddard em 2020, quando o português Pedro Lencart foi vice-campeão com -18.
Frank Kennedy tem um ‘putting’ de ouro, talvez nada alheio a treinar na Florida com Brad Faxon, o norte-americano que tem oito títulos no PGA Tour e que ‘patava’ como um mago. Mas o seu ‘caddie’ e treinador, Dan Haughain, explicou ao Gabinete de Imprensa da FPG que “desde os 7 anos se percebeu que era especial. Tem uma mente forte, é mais maduro do que a sua idade e hoje em dia tem um jogo de ferros apurado”. O resultado foi o que se viu: 22 birdies e 1 eagle, para deixar o 2.º classificado a uma confortável distância de 4 pancadas – o alemão Finn Koelle, que foi o seu delfim em todas as voltas e terminou com 273 pancadas, 15 abaixo do Par, juntando ‘scores’ de 67, 68, 66 e 72.
A Taça das Nações, que contou os resultados dos três primeiros dias, foi conquistada pela Alemanha, que somou 413 pancadas, também 19 abaixo do Par, somando parciais de 142, 134 e 137. A Alemanha fora vice-campeã em 2021 e bateu este ano a segunda formação dos Países Baixos por 2 pancadas. Mais impressionante foi o facto de a terceira formação da Alemanha ter empatado no 2.º lugar com -17. Portugal ficou em 14.º com 430 (145+143+142), -2, entre um total de 32 equipas, representando 23 países.
Claro que para a FPG foram bem mais importantes os resultados individuais dos portugueses e o balanço é esperançoso, sobretudo numa fase de renovação da seleção nacional, pela saída de jogadores importantes como Pedro Lencart e João Girão, que tornaram-se profissionais em 2021, ou como Daniel da Costa Rodrigues e Pedro Silva, que foram para os Estados Unidos estudar e competir. É preciso dar tempo à nova geração.
“Consideramos uma participação positiva (…) e são classificações que fazem parte deste processo de amadurecimento em competições internacionais. Teremos de aguardar para que estes resultados, que são indicadores positivos, possam a curto ou médio prazo terem as mesmas consequências que os resultados da geração anterior, frisou o selecionador nacional, Nelson Ribeiro.
O presidente da FPG, Miguel Franco de Sousa, fez uma análise semelhante: “Tivemos três portugueses a passar o cut, o que é uma nota positiva a assinalar; claro que queremos mais e melhores resultados dos jogadores portugueses, mas cremos que estamos no bom caminho e temos projetos em curso que irão permitir voltarmos a ter grandes vencedores em Campeonatos Internacionais Amadores de Portugal, como tivemos recentemente alguns”. 
Não podemos, por isso, comparar os resultados de 2022 com as vitórias de Vítor Lopes em 2018 e de Daniel da Costa Rodrigues em 2019, ou com o 2.º lugar de Pedro Lencart em 2020. Mas este ano o melhor português superou o melhor português do ano passado, Pedro Silva, 20.º (-3).
É nesse contexto de progresso que deve avaliar-se as classificações dos três portugueses que passaram o cut. Hugo Camelo Ferreira, de apenas 18 anos, foi 16.º com 282 (70+72+72+68), -6. Ou seja, nunca jogou acima do Par. Chegou a andar no top-10 aos 18 no final do primeiro dia e melhorou muito em relação a 2021, ano em que nem sequer se tinha qualificado para a última volta. “Foi positivo, consegui jogar abaixo do Par no agregado, mas não cumpri o outro objetivo, o de fazer quatro voltas abaixo do Par”, comentou o jogador de Amarante que representa o Club de Golf de Miramar.
João Miguel Pereira, de apenas 17 anos, que passou o cut pelo segundo ano seguido, fora 46.º (+10) em 2021 e terminou agora em 35.º com 287 (74+69+74+70), -1. Jogou duas das quatro voltas abaixo do Par e foi um dos 40 jogadores entre 120 participantes a bater o par do campo aos 72 buracos. “Este ano fui muito mais regular do que no ano passado. O objetivo era passar o cut e acabar em ‘números vermelhos’ e consegui, foi um bom torneio”, afirmou o jogador que representa o Clube de Campo da Aroeira, mas treina com Hugo Pinto no Centro Nacional de Formação de Golfe da FPG, no Jamor.
Pedro Clare Neves, de 21 anos, também passou o seu segundo cut consecutivo na prova. Em 2021 fora 38.º (+2) e este ano concluiu em 41.º, mas com melhor resultado, a Par do campo, com 288 pancadas (75+72+70+71). “Não comecei o torneio muito bem, mas foi ótimo ter acabado com duas voltas finais abaixo do Par. Foi importante a experiência, tive a oportunidade de jogar muitas vezes este torneio e isso permitiu-me manter a calma, mesmo quando as coisas não estavam a correr bem”, disse o jogador de Miramar, que, tal como Hugo Camelo, é treinado por Carlos Magalhães.
 

TEXTO F.P.G.- ADAPTAÇÃO Luís Manuel Nogueira - Fotografias de Filipe Guerra 

sexta-feira, fevereiro 11, 2022

GOLFE NA GRAN CANÁRIA

 

Do tratado ALCÁÇOVAS a Rafa Cabrera-Bello

Estávamos em 1891, quando foi fundado o campo mais antigo de Espanha, Real Club de Golf de Las Palmas. Clube fundado, então, por várias famílias britânicas que na altura viviam na ilha, em Las Palmas, em 1957.
O campo “mudou-se” de Las Palmas, mais concretamente para Santa Brigída a nordeste da ilha. Foi então, que o conhecido arquiteto Mackenzie Ross, arquiteto que em Portugal desenhou as Furnas nos Açores, Oporto, Vidago e o Estoril, aliás ambos os campos com muita similitude, desenhou o atual traçado do Real Club de Golf de Las Palmas.

O golfe na Gran Canário não se resume apenas a um marco histórico do golfe, mesmo que tão importante. Este destino tão perto de Portugal, aliás outrora parte do império Português, cedido a Espanha em 1479 (confirmado pelo Papa em 1481). Portugal assinaria o tratado ALCÁÇOVAS, que visava a cedência deste território aos Espanhóis. No entanto, a Gran Canária, nunca deixou de ter a presença dos portugueses, deixando e mantendo algum legado, como por exemplo a nossa língua, sendo que algumas palavras são portuguesas, como por exemplo (Por favor, espere a ser atendido. Gracias), este é dos inúmeros exemplos. A nossa presença, continua a ser perpetuado pelos próprios habitantes da Gran Canária, na conservação da memoria e da cultura, exemplo disso é no centro na cidade velha de Las Palmas, (Calle de Colon antes de los Portugueses).
Voltando aos “fairways”, na Gran Canária, existem 6 campos de golfe, três deles estão localizados na parte norte da ilha, enquanto os outros estão localizados na parte sul da ilha. No entanto, é no sul que podemos encontrar os melhores; Anfi Tauro Golf, Lopesan Meloneras Golf e Maspalomas Golf. Alguns destes campos têm muito em comum com campos de golfe desérticos no Arizona, EUA, significa que os campos de golfe na Gran Canária estão muito bem integrados na natureza. Desenhados nos terrenos vulcânicos e juntos às falésias proporcionando vistas deslumbrantes. Acrescido de se poder jogar durante todo o ano, graças ao clima ameno


Anfi Tauro Golf
inaugurado em 2006 este championship está inserido numa área de 650.00m2. O Anfi e é um verdadeiro oásis para se jogar, além do soberbo desenho, as paisagem de tirar o fôlego.
Os dois campos, 9 e 18 buracos de Anfi Tauro estão majestosamente desenhados entre uma paisagem espetacular de palmeiras, lagos e montanhas vulcânicas. Os percursos foram concebidos pelos designers von Hagge, Smelek e Baril, oferecem o equilíbrio perfeito entre a beleza e o desafio. O arquitecto von Hagge, Smelek e Baril é reconhecido na actualidade como um dos dez arquitectos de campos de golfe mais prestigiados do mundo, e recebeu reconhecimento mundial por ter concebido mais de mil campos de golfe, incluindo o Doral Country Club na Flórida, o Costa Resort and Spa na Califórnia e o Horai Club no Japão. Os seus projectos destacam-se pelo seu estilo, elegância subtil e beleza extraordinária dos quais Anfi Tauro é talvez o exemplo mais distinto.
DISTIÇÕES:
Manutenção Geral do Campo: *****
Greens*****
Bunkers*****
Rough****
Club House *****
Restaurante
Balneareos*****
RANKING*: 1 Gran Canária – 17º Espanha – 84 Europa (EU)


The Lopesan Meloneras Golf:
O golfe Lopesan Meloneras encontra-se excelentemente situado junto ao mar, na zona turística exclusiva da Costa Meloneras, na parte sul da Gran Canária. Este extraordinário campo, "saído" das mãos de outro americano arquiteto, Ron kirby, que conseguiu nos seus 520,00m2 enquadrar um percurso de 18 buracos (par 71), entre lagos, ribeiros e palmeiras.
O campo inclui um putting green, pitching green, chipping green, driving range e uma área de bunker para praticar.
No club house, pode encontrar um Snack Bar, uma loja de golfe, um vestiário e uma área de estacionamento. O Lopesan Meloneras Golf pode oferecer-lhe um serviço de aluguer de tacos e trolleys, e a possibilidade de alugar Buggies equipados com GPS, sendo este o primeiro campo da ilha a oferecer esta tecnologia nos seus carros. Para aqueles que querem começar a praticar este desporto ou apenas para melhorar a sua técnica, a Escola de Golfe oferece aulas para todos os diferentes níveis, utilizando um sofisticado sistema de vídeo e os mais modernos métodos de aprendizagem.
DISTIÇÕES:
Manutenção Geral do Campo: *****
Greens*****
Bunkers****
Rough****
Club House *****
Restaurante
Balneareos*****
RANKING*: 10 Gran Canária – 82º Espanha



Salobre Golf Resort (Old Course)
É talvez um dos campos mais emocionantes do conjunto dos campos da Gran Canária, graças ao seu conjunto de buracos, que variam entre buracos "divertidos" e outros com um recorte técnico muito exigente. Uma “paleta” de buracos para todos os golfistas.
O campo, é, semelhante em aparência aos campos desertos do Arizona nos EUA, não só em termos de design como da paisagem, toda ela natural em seu redor. A vegetação é dominada, pelos 'cardones' uma planta semelhante ao cacto, mas exclusivamente autóctone das Ilhas Canárias.
O Salobre Golf Resort está totalmente integrado na paisagem do sul da ilha. A sua localização elevada oferece vistas espectaculares sobre o mar e as montanhas, realçando o contraste entre o verde do campo e o ambiente árido da terra vulcânica, dando ao campo uma sensação única.
As magníficas instalações satisfazem os mais exigentes jogadores.
DISTIÇÕES:
Manutenção Geral do Campo: *****
Greens*****
Bunkers*****
Rough****
Club House *****
Restaurante*****
Balneareos*****
RANKING*: 12º Gran Canária – 90º Espanha


Maspalomas Golf Course, está localizado no sudeste da ilha das Canárias, um dos lugares do mundo com mais horas de sol por ano. É também a zona turística mais importante de Gran Canaria, com grandes praias de areia fina e dourada. Nesta região da Gran Canaria, o turista vai encontrar de tudo, desde hotéis de luxo a pequenos complexos habitacionais com todo o tipo de conforto. Lojas, supermercados, hospital,. Não menos importante é o facto da região estar rodeada pela Reserva Natural Maspalomas Dunes, uma área protegida de mais de 400 hectares, uma paisagem marítima e um bosque de palmeiras que formam o horizonte.
O campo de golfe Maspalomas, situado nesta área paradisíaca, é rodeado por dunas, uma característica que influenciou o desenho do campo de golfe, desenhado por Mackenzie Ross. Este campo, todo plano proporciona aos jogadores uma boa experiência de golfe, onde o resultado será (quase) sempre favorável a quem aqui joga. Fairways planos e aceitavelmente largos, apenas com greens de dimensões mais pequenas, com alguns uns bunkers “à espreita” e uns pequenos lagos pelo caminho, é a receita para uma partida muito agradável.
DISTIÇÕES:
Manutenção Geral do Campo: *****
Greens****
Bunkers****
Rough****
Club House ****
Restaurante*****
Balneareos****

Real Club de Golf de Las Palmas,  Os 18 buracos deste campo, são bastantes variados, entre doglegs e longos pares 3, exigem aos jogadores shots bem precisos. Este é o campo onde o jogador coloca em "ação" todos os tacos.
Os fairways são estreitos rodeados de palmeiras, árvores da típica flora das Ilhas Canárias, tais como mimosas, palmeiras e pinheiros das Ilhas Canárias. Com greens protegidos por bunkers. Os fairways estão dispostos como se um "carrossel" se trata-se graças à tipologia do terreno; a cratera de um vulcão. Uma paisagem de uma beleza incrível.
Uma nota incrível, é o respirar da história neste campo, por onde quer que passemos, da entrada aos balneários ao salão nobre dos troféus somos “agarrados” pelas memórias deste clube. Por aqui já passaram a maior parte dos jogadores dos nossos sonhos; Ballesteros, Sir. Henry Cotton, Dai Rees, 
Christy O´Connor, José María Cañizares, Christy O´Connor ou Thomas Björn, entre outros. No entanto, e atualmente Rafa Cabrera Bello é talvez o nome mais sonante deste campo, não fosse ele filho da terra. Aliado a este fator, é também o facto que o clube ter um circuito juvenil co o seu nome.
DISTIÇÕES:
Manutenção Geral do Campo: *****
Greens*****
Bunkers*****
Rough****
Club House *****
Restaurante
Balneareos*****
RANKING*: 6 Gran Canária – 47º Espanha

*Fonte top100golfcourse

CINCO PERGUNTAS - PAR 5

QUAL É A PERCENTAGEM DO MERCADO DO GOLFE, NO MERCADO DO TURISMO RECEPTOR NA GRAN CANÁRIA?

- Atualmente à de 3% do número total de turistas que visitam a Gran Canária. 

 QUAIS SÃO OS CINCO PRINCIPAIS MERCADOS PARA O GOLFE EM GRAN CANARIA?

- Reino Unido
- Alemanha
- Suécia
- Bélgica
- Espanha Continental

QUE TIPO DE ALOJAMENTO OS GOLFISTAS PREFEREM?(4 OU 5 ESTRELAS, OU APARTAMENTOS)  

- Segundo dados do Governo das Canárias em 2017 (estes são os últimos dados das Ilhas Canárias especificamente neste sector) 30,3% dos golfistas permanecem em hotéis de 4 estrelas em comparação com 25,20% que permanecem em hotéis de 5 estrelas.

OS GOLFISTAS QUE VISITAM GRAN CANARIA VOAM EM VOOS CHARTER OU VOOS DE BANDEIRA? 

- Sem haver dados concretos, a maioria dos golfistas utiliza voos regulares e, se possível, voos diretos dos principais mercados para Gran Canaria. 

QUAL É A IMPORTÂNCIA DO MERCADO PORTUGUÊS PARA OS GOLFISTAS EM GRAN CANARIA?  

- Actualmente, embora não tenhamos uma grande percentagem de turistas que vêm para Gran Canaria para jogar golfe, é um mercado interessante para Gran Canaria devido às ligações directas e voos diários, bem como à sua proximidade e facilidade de ligação com o continente. Portanto, mostrar os benefícios da Gran Canaria como destino de golfe aos golfistas de Portugal é um dos objectivos da Gran Canaria na procura de novos mercados. Portugal continental tem um voo TAP direto e diário com partida de Lisboa



Onde ficar: Hotel Seaside Palm Beach
Quarto*****
Restaurante*****
Serviços*****
Localização*****






Como ir: Voo TAP direto – diário Saida Lisboa ás 11, saida de Las Palmas ás 13h35

Aeronave: Airbus 320 - (consultar custo do saco de golfe)

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...