quinta-feira, maio 31, 2012

VI Portugal Masters


JOVEM DE 21 ANOS É CONSIDERADO FUTURO GRANDE CAMPEÃO PELO PRESIDENTE-EXECUTIVO DO EUROPEAN TOUR, GEORGE O’GRADY REGRESSA
PARA DEFENDER TÍTULO
Tom Lewis por Getty Images


Tom Lewis, estrela crescente do golfe mundial, está desejoso de regressar ao Oceânico Golf Course, em Vilamoura, de 11 a 14 de Outubro, para rever o palco da vitória no Portugal Masters que mudou a sua vida para sempre. Há um ano, o inglês, então com 20 anos, disputou no Portugal Masters o seu terceiro torneio desde que se tornou profissional e arrancou uma excelente última volta em 65 pancadas para derrotar o espanhol Rafael Cabrera-Bello por 2 pancadas e juntar-se ao seu compatriota Lee Westwood na lista de campeões do torneio. Tom Lewis, agora de 21 anos, que despontou primeiro para a ribalta em Julho, quando co-liderou o British Open após a primeira volta, ainda como amador, vai tentar tornar-se no primeiro jogador a defender o título do Portugal Masters, no regresso ao evento algarvio de 2,25 milhões de euros em prémios monetários. 
«Foi o primeiro torneio para que olhei quando o calendário de 2012 foi publicado e estou ansioso por retornar. O tempo em Portugal é geralmente bom naquela altura do ano e tenho a certeza de que o campo voltará a estar em boas condições. O traçado adequa-se bem ao meu estilo, porque enfatiza o jogo de ferros, uma das minhas forças quando estou em forma. No ano passado bati mesmo bem na bola e estou seguro de que as boas memórias inundar-me-ão quando voltar em Outubro», disse Lewis.
«Será a primeira vez que vou defender um título enquanto profissional e será uma experiência inédita para mim, mas é um desafio que desejo enfrentar. É sempre difícil defender um título porque, de certa forma, o campeão é o homem a abater e tem essa pressão, mas sei que se jogar bem terei hipóteses de fazê-lo», acrescentou.
«Um dos aspectos que mais apreciei no ano passado foi estar na luta pelo título na última volta. Claro que nunca sabemos como iremos lidar com a situação até nos vermos bem no meio dela, mas gostei do modo como geri as minhas emoções. Estou certo de que, no futuro, em situações semelhantes, ficarei nervoso e cometerei erros, mas quando sou capaz de jogar como na última volta do ano passado sinto-me mais descontraído porque percebo que estou a controlar a situação. Já nos tempos de amador tinha encarado pressões deste tipo e foi óptimo ter provado a mim próprio e a toda a gente que também posso fazê-lo como profissional», sublinhou.
«Sabia que tinha qualidade suficiente para vencer torneios no European Tour, mas não sabia quanto tempo iria levar a concretizá-lo – poderia demorar quatro meses ou quatro anos. Portanto, agradou-me que tenha sido tão cedo porque retirou toda a pressão inerente à necessidade de garantir a manutenção do cartão para o European Tour e pude descontrair-me. Nesse sentido, foi, definitivamente, uma semana que mudou a minha vida para sempre e uma semana da qual guardarei para sempre boas memórias, independentemente do que vier a conquistar na minha carreira».
George O’Grady, o presidente executivo do European Tour, declarou: «Temos de felicitar o Turismo de Portugal pelo seu contínuo apoio ao Portugal Masters nestes tempos difíceis para a economia. Tal como nós, também o Turismo de Portugal reconhece o valor do Portugal Masters e o papel importante que desempenha na promoção do turismo em geral e, em particular, no turismo de golfe com a marca Portugal. A vitória do Tom no ano passado foi um dos pontos altos da época e ajudou a consolidar a reputação do torneio algarvio. Tom é um dos jovens de futuro mais brilhante e o seu regresso a Vilamoura é a melhor notícia que poderíamos dar antes da sexta edição do Portugal Masters».

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