Vasco Patrício vence em Tozeur, os greens do Óasis
Golf Tozeur e as dunas do Deserto do Sarah
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| Vasco Patrício e Kamel Boubi Delegado do Turismo da Tunísia |
O Jogador da
Aroeira, Vasco Patrício venceu a final mundial do SOUTHGOLFTOUR for Amateurs, que
se realizou no Óasis Golf Tozeur na Tunísia às portas do deserto do Sarah.
Vasco Patrício obteve um total de 161 pancadas Net nos dois dias de prova, (75 + 86). No
primeiro dia Patrício havia realizado uma volta de 75 pancadas (Net), registando
seis pares e dois birdie e dois triplos. No segundo dia de prova o torneio não
lhe correu de feição: nove pancadas no buraco 1 (par 4), oito pancadas no
buraco 2 (par 4), e sete pancadas no buraco 3 (par 3). Este resultado fê-lo
perder as treze pancadas de vantagem que tinha sobre Alexandre Pires que, nos
três primeiros buracos, viria a realizar dois bogeis e um Par – no 1º, 2º e 3.º
buracos respectivamente. Esta diferença iria manter-se até ao fim da primeira
volta. Vasco Patrício terminava com 55 pancadas (Gross) contra as 42 pancadas
de Alexandre Pires (Gross). João Cruz, por seu lado, terminava a primeira volta
com 57 pancadas (Gross).
A segunda volta viria a ser bastante disputada entre Vasco Patrício e Alexandre Pires até aos três últimos buracos, nos quais Vasco Patrício se viria a distanciar do seu mais direto adversário, ao fazer dois pares e o Birdie (aliás já no dia anterior tinha terminado o buraco 18 com birdie). Por outro lado, foram para Alexandre Pires os piores resultados da segunda volta: um duplo (buraco 16 – par 4), um boggie (buraco 17 – par 3) e, por fim, no 18, nove pancadas, o que determinou o fim da sua luta pelo título. Quanto a João Cruz, iria terminar a segunda volta com 54 pancadas – menos três que na primeira volta. Totalizando um total Gross de 111 pancadas, 90 Net.
Vasco Patrício venceu deste modo a primeira edição do WORLD FINAL SOUTHGOLFTOUR, com 161 pancadas Net. A segunda posição foi para Alexandre Pires, com mais 8 pancadas e a fechar o pódio ficou João Cruz com mais 16 pancadas do que Vasco Patrício.
A segunda volta viria a ser bastante disputada entre Vasco Patrício e Alexandre Pires até aos três últimos buracos, nos quais Vasco Patrício se viria a distanciar do seu mais direto adversário, ao fazer dois pares e o Birdie (aliás já no dia anterior tinha terminado o buraco 18 com birdie). Por outro lado, foram para Alexandre Pires os piores resultados da segunda volta: um duplo (buraco 16 – par 4), um boggie (buraco 17 – par 3) e, por fim, no 18, nove pancadas, o que determinou o fim da sua luta pelo título. Quanto a João Cruz, iria terminar a segunda volta com 54 pancadas – menos três que na primeira volta. Totalizando um total Gross de 111 pancadas, 90 Net.
Vasco Patrício venceu deste modo a primeira edição do WORLD FINAL SOUTHGOLFTOUR, com 161 pancadas Net. A segunda posição foi para Alexandre Pires, com mais 8 pancadas e a fechar o pódio ficou João Cruz com mais 16 pancadas do que Vasco Patrício.
O caminho até
à final mundial
Este inédito projecto em Portugal – no que respeita à competição de golfe amadora – realiza-se fora da esfera de competições da federação. Teve com um percurso de apuramento em várias fases.
O circuito começou com cinco cinco provas de apuramento: Bom Sucesso, Aroeira I, San Lorenzo e Santo Estêvão, sendo estas eliminatórias disputadas em Stableford. Seguiu-se a Meia-Final (prova foi disputada em Medal Net), que se realizou no Penha Longa – Atlântico, com quarenta jogadores a tentarem um lugar na Final Nacional. Para esta final, foram apurados vinte jogadores: os dez primeiros classificados em Gross e os dez primeiros classificados em Net.
A Final Nacional, foi disputada em Match-Play, tendo sido feito o sorteio dos pares no dia da prova e de forma “cega”, tanto no respectivo par como no Tee-Time. Desta prova sairam os TEN GOLDEN PLAYERS que iram ao Deserto do Sarah em Tozeur, Tunísia, disputar a taça de campeão.
Para essa final foram apurados os seguintes jogadores; Alexandre Pires, Júlio Pires, Nuno Rodriguês, Marco Santos, João Cruz, Luís Evaristo, Telmo Campos, Fernando J. Vaz e Nélio Marques. No entanto e para esta final, foi repescado Vasco Patrício, que perdera com Nuno Rodrigues (este não pôde jogar a final mundial, o que viria a acontecer com uma boa parte dos jogadores finalistas.
Este circuito teve o alto-patrocínio do Oficina de Turismo da Tunísia da Tunisair e da Halcon Viagens. No que respeita a patrocinadores, Score Brand Consulting, Golf & Leisure e Garmin completaram a lista de apoios.
O sucesso da prova foi acima do expectável, tanto do ponto de vista competitivo – onde se destaca a experiência única que é jogar golfe no meio do deserto – como em todo o apoio logístico e de ocupação dos tempos livres – destaque para a visita à Medidna Velha de Hammamet, a incursão pelo deserto de Sarah, na região de Ongh Djemel (conhecida como pescoço de camelo) já perto do mítico lugar onde foi realizado a primeiro filme da saga Star Wars, a Medina de Tunis, Côtes de Carthage e Sadi Bu Said... Tudo isto sem esquecer a excelente gastronomia que o grupo teve oportunidade de experimentar.
O sucesso desta prova foi tal que pode bem ser retomado em 2013 ou 2014, em outra região da Tunísia.
Este inédito projecto em Portugal – no que respeita à competição de golfe amadora – realiza-se fora da esfera de competições da federação. Teve com um percurso de apuramento em várias fases.
O circuito começou com cinco cinco provas de apuramento: Bom Sucesso, Aroeira I, San Lorenzo e Santo Estêvão, sendo estas eliminatórias disputadas em Stableford. Seguiu-se a Meia-Final (prova foi disputada em Medal Net), que se realizou no Penha Longa – Atlântico, com quarenta jogadores a tentarem um lugar na Final Nacional. Para esta final, foram apurados vinte jogadores: os dez primeiros classificados em Gross e os dez primeiros classificados em Net.
A Final Nacional, foi disputada em Match-Play, tendo sido feito o sorteio dos pares no dia da prova e de forma “cega”, tanto no respectivo par como no Tee-Time. Desta prova sairam os TEN GOLDEN PLAYERS que iram ao Deserto do Sarah em Tozeur, Tunísia, disputar a taça de campeão.
Para essa final foram apurados os seguintes jogadores; Alexandre Pires, Júlio Pires, Nuno Rodriguês, Marco Santos, João Cruz, Luís Evaristo, Telmo Campos, Fernando J. Vaz e Nélio Marques. No entanto e para esta final, foi repescado Vasco Patrício, que perdera com Nuno Rodrigues (este não pôde jogar a final mundial, o que viria a acontecer com uma boa parte dos jogadores finalistas.
Este circuito teve o alto-patrocínio do Oficina de Turismo da Tunísia da Tunisair e da Halcon Viagens. No que respeita a patrocinadores, Score Brand Consulting, Golf & Leisure e Garmin completaram a lista de apoios.
O sucesso da prova foi acima do expectável, tanto do ponto de vista competitivo – onde se destaca a experiência única que é jogar golfe no meio do deserto – como em todo o apoio logístico e de ocupação dos tempos livres – destaque para a visita à Medidna Velha de Hammamet, a incursão pelo deserto de Sarah, na região de Ongh Djemel (conhecida como pescoço de camelo) já perto do mítico lugar onde foi realizado a primeiro filme da saga Star Wars, a Medina de Tunis, Côtes de Carthage e Sadi Bu Said... Tudo isto sem esquecer a excelente gastronomia que o grupo teve oportunidade de experimentar.
O sucesso desta prova foi tal que pode bem ser retomado em 2013 ou 2014, em outra região da Tunísia.
A questão da
segurança
Quem chegasse à Tunísia sem ter tido conhecimento das recentes mudanças, não iria acreditar se alguém lhe dissesse: “Aqui houve uma Revolução!” Aqui, leia-se, todos os lugares onde o grupo esteve. Fizemos fantásticos passeios a pé – o mais interessante foi o que nos levou a perdemo-nos dentro na Medina de Tunis e nos conduziu a locais não visitados por turistas. Acabámos a ver a Final da Taça do Rei (Espanha), num agradável pátio de Tozeur entre a xixa e o chá, acompanhados por amêndoas levemente passadas pelo forno... Inesquecível também uma refeição de fim de dia num dos terraços mais famosos de Mediterrâneo, Sadi Bu Saide. Em suma, na Tunísia, o respeito pelo próximo impera. O que nos deixou positivamente surpreendidos.
Quem chegasse à Tunísia sem ter tido conhecimento das recentes mudanças, não iria acreditar se alguém lhe dissesse: “Aqui houve uma Revolução!” Aqui, leia-se, todos os lugares onde o grupo esteve. Fizemos fantásticos passeios a pé – o mais interessante foi o que nos levou a perdemo-nos dentro na Medina de Tunis e nos conduziu a locais não visitados por turistas. Acabámos a ver a Final da Taça do Rei (Espanha), num agradável pátio de Tozeur entre a xixa e o chá, acompanhados por amêndoas levemente passadas pelo forno... Inesquecível também uma refeição de fim de dia num dos terraços mais famosos de Mediterrâneo, Sadi Bu Saide. Em suma, na Tunísia, o respeito pelo próximo impera. O que nos deixou positivamente surpreendidos.
NOTA: Esta final foi respeitante à edição de 2010 do
circuito Southgolftour for Amateurs. Isto deve-se ao facto da Tunísia ter sido
palco de graves acontecimentos sócio – politicos, como a revolução do Jasmim.
Devido a essa conjutura, a Southgolftour, juntamente com a ONTT e Tunisair,
decidiram adiar a prova até que estivessem reunidas as condições necessárias
para que a prova se realizasse com a máxima segurança, o que, de facto, veio
acontecer. Assim, o nosso agradecimento muito especial às autoridades
tunisinas, por terem garantido o sucesso da prova. Lamentamos, obviamente, a
ausência dos jogadores que não estiveram presentes. Em nome da SOUTHGOLFTOUR, o
nosso mais expressado OBRIGADO!
