Martin Kaymer vai regressar ao campo onde alertou o Mundo
do golfe para o seu potencial de superestrela e inscreveu-se para a sexta edição
do Portugal Masters, no Oceânico Victoria Golf Course, em Vilamoura, de 11 a 14
de
Outubro.
O antigo nº1 mundial estava mesmo a terminar a sua época
de estreia no European Tour quando veio ao Algarve e “derreteu” o recorde do
campo, ao completar em 61 pancadas, 11 abaixo do Par, a primeira volta do
Portugal Masters, em 2007. Essa volta espantosa – um dos quatro recordes de campos
que ainda detém – anunciou estarmos perante um diamante em bruto, rapidamente
polido em sucessos à escala global nas cinco épocas
seguintes.
Apesar de não ter ganho esse Portugal Masters de 2007,
sendo glorificado o inglês Steve Webster, Kaymer espalhou talento, foi-lhe
prognosticado um futuro brilhante e o alemão de 27 anos deseja regressar a um
campo de gratas
recordações.
«Estou mesmo motivado para jogar de novo em Portugal este
ano. É um dos melhores campos de golfe que pisamos ao longo do ano e aprecio
sempre a ideia de regressar. Tem um bom montante de prémios monetários, uma
forte lista de participantes e é um evento importante na minha programação
anual»,
disse.
«É um torneio que nos permite ficar alojados num hotel
situado no campo e o percurso é excelente. Em anos anteriores fui 7º e 8º e é
sempre bom olhar e ver que ainda tenho o recorde de 11 abaixo do Par fixado há
cinco anos»,
acrescentou.
Desde o 7º lugar (empatado) em 2007, a carreira de Kaymer
entrou em órbita, com 10 títulos conquistados no European Tour, um título do
Grand Slam no PGA Championship de 2010, uma vitória na Ryder Cup na sua estreia
pela selecção da Europa e a ascensão à primeira posição do ranking mundial no
início de
2011.
Embora persiga o seu primeiro título de 2012, Kaymer
voltou a qualificar-se para a selecção europeia que disputará a Ryder Cup, no
final do mês, em Chicago, antes de regressar à Europa para recuperar o título do
Alfred Dunhill Links Championship, visando igualmente um primeiro triunfo no
Portugal Masters, na semana
seguinte.
«A lista de inscritos é forte, o público costuma
transmitir um bom ambiente, a organização é boa e lembro-me sempre de que o
Pro-Am é bem divertido. Portanto, regra geral, é uma semana bem passada»,
declarou.
«É um daqueles campos em que podemos ser agressivos. Há
alguns buracos de Par-4 em que podemos arriscar para o green, dependendo do
posicionamento dos tees. Em traços gerais, é um campo que dá gozo jogar e os
últimos quatro buracos são óptimos. Há um Par-4 em que podemos dar-lhe com o
drive e o 17 é muito excitante por jogarmos sobre o obstáculo de água. Mesmo que
se lidere por 1 ou 2 pancadas, haverá sempre um final emocionante», analisou.
«O primeiro ano em que joguei o torneio, estabeleci um novo recorde do campo e terminei em 7º. No ano passado fui 8º. Portanto, tenho jogado razoavelmente bem ali. A combinação do hotel, público e o campo torna tudo mais confortável e facilita o aparecimento do bom jogo», elogiou.«O torneio aparecerá numa altura bem movimentada do meu calendário, com a Ryder Cup e o Dunhill Links, mas pode ser que isso também me permita chegar com muito ritmo de jogo e me leve a jogar de novo muito bem», atestou em jeito de conclusão e desejo. O inglês Tom Lewis, que foi galardoado com o prémio de Sir Henry Cotton Rookie of the Year em 2011 (revelação do European Tour na época transacta), já tinha sido anunciado em Maio e regressará para tentar defender o título do Portugal Masters, torneio que deverá ter uma enorme importância na Corrida para o Dubai de 2012 (a Ordem de Mérito Europeia), graças ao elevado prémio monetário de 2,25 milhões e euros que estará em jogo em Vilamoura.
«O primeiro ano em que joguei o torneio, estabeleci um novo recorde do campo e terminei em 7º. No ano passado fui 8º. Portanto, tenho jogado razoavelmente bem ali. A combinação do hotel, público e o campo torna tudo mais confortável e facilita o aparecimento do bom jogo», elogiou.«O torneio aparecerá numa altura bem movimentada do meu calendário, com a Ryder Cup e o Dunhill Links, mas pode ser que isso também me permita chegar com muito ritmo de jogo e me leve a jogar de novo muito bem», atestou em jeito de conclusão e desejo. O inglês Tom Lewis, que foi galardoado com o prémio de Sir Henry Cotton Rookie of the Year em 2011 (revelação do European Tour na época transacta), já tinha sido anunciado em Maio e regressará para tentar defender o título do Portugal Masters, torneio que deverá ter uma enorme importância na Corrida para o Dubai de 2012 (a Ordem de Mérito Europeia), graças ao elevado prémio monetário de 2,25 milhões e euros que estará em jogo em Vilamoura.
