sábado, abril 22, 2006


GOLFE – INTERNACIONAL Open da Ásia em Xangai

LIMA E MONTEGOMERIE EMPATADOS



Sobre condições bastante adversas, o português Filipe Lima, está empatado com a estrela mundial Colin Montgomerie, após a terceira volta do BMW Asian Open

Debaixo de muito frio e ventos fortes, no campo do Tomson Pudong GC (Par 72), em Xangai, o português Filipe Lima concluiu hoje a terceira volta do BMW Asian Open com 73 pancadas, descendo do terceiro ao oitavo lugar, com um total de 214 (71-70-73), o mesmo agregado do escocês Colin Montgomerie (69-74-71), número 16 do ‘ranking’ mundial.
Apesar de estar empatado na tabela com esta lenda do golfe europeu, ambos com duas pancadas abaixo do Par, Lima jogará amanhã a última jornada emparelhado com o espanhol José Manuel Lara, que faz parte do trio de décimos classificados. O representante luso está a quatro pancadas do líder, o sueco Henrik Stenson, e ainda terá uma palavra a dizer, domingo, em relação à questão do título.
«Sim, ainda acredito, nunca se sabe», diz o jogador. «De qualquer maneira, são já duas semanas seguidas em que me mantenho no ‘leadeboard’, a jogar nas últimas partidas. É bom verificar que o meu treino está finalmente a ser recompensado, assim já dá vontade de trabalhar ainda mais», afirmou o jogador no final da volta ao Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe.
Hoje, integrado no trio do primeiro e segundo classificados, respectivamente, Stenson e o escocês Paul Lawrie, Lima esteve mais irregular que nos dois dias anteriores: quinta-feira e sexta-feira tinha feito apenas um ‘bogey’, algo de que poucos participantes se podiam orgulhar; este sábado, porém, entregou um cartão com o registo de quatro ‘bogeys’ (nos buracos 1, 6, 15 e 16), contra apenas três ‘birdies’ (2, 3 e 7).
«O problema é que fiz quatro vezes três ‘putts’, tal como sucedera por ocasião do ‘bogey’ de sexta-feira», explicou o jogador. «Nos buracos 15 e 16, estava ligeiramente fora do ‘green’, mas utilizei o ‘putter’. Também não me posso queixar, porque tive vários ‘putts’ compridos que entraram», acrescentou Lima, que na semana passada foi 15º no Volvo China Open, em Pequim, depois de se ter mantido na segunda posição durante os dois primeiros dias.
O melhor golfista luso da actualidade tinha iniciada a terceira volta a duas pancadas de Stenson, líder desde o primeiro dia, e acabou-a com uma desvantagem de quatro ‘shots’, já que o escandinavo concluiu com 71, para um total de 210 (-6), mantendo-se firme no topo, à distância mínima do espanhol Gonzalez Fernandez-Castaño, com 211. Paul Lawrie, tal como o português, fez 73.
O BMW Asian Open é co-sancionado pelos Circuito Europeu e Asiático, sendo dotado com 1,4 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para o vencedor. Lima está assim bem colocado para registar nova subida significativa na Ordem de Mérito do European Tour e no “ranking” mundial.
Domingo passado, o ‘top-15’ em Pequim permitiu-lhe saltar 29 lugares na primeira tabela (de 160º para 129º) e 15 na segunda (de 312º para 297º). Lima facturou 38,8 mil euros em prémios nos oito torneios do Circuito Europeu realizados em 2006, estando ainda longe dos 310 mil euros acumulados em 2005, e que lhe valeram a 73ª posição final na Ordem de Mérito.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

sexta-feira, abril 21, 2006

Golfe – Internacional Open da Ásia em Xangai

Golfe – Internacional Open da Ásia em Xangai

FILIPE LIMA SOBE AO 3º LUGAR

O golfista português, de 24 anos, subiu ao pódio provisório do BMW Asian Open após uma segunda volta em 70 pancadas, debaixo de condições muito adversas no Tonson Pudong GC de Xangai.

Filipe Lima protagonizou hoje uma subida notável na segunda jornada do BMW Asian Open, no percurso do Tomson Pudong GC (Par 72), em Xangai. Com uma volta de 70 pancadas, o português descolou dos 16 jogadores com quem partilhava na véspera a 18ª posição, todos com 70, para passar a integrar o quarteto de terceiros classificados provisórios, com um total de 141, três abaixo do Par do campo.
A segunda ronda foi interrompida às 16h46 locais (8h46 em Lisboa), devido a trovoada nas redondezas, deixando 42 jogadores (14 grupos) com as suas prestações incompletas. Destes, apenas um jogador deverá poder ultrapassar Lima: o inglês Richard Bland, que seguia com duas abaixo do Par após 12 buracos. O líder do primeiro dia, o sueco Henrik Stenson, mantinha-se no comando, com -5, numa altura em que lhe faltava só jogar o buraco 18.
«Está muito difícil, aqui», esclareceu o português. «Precisamos de nos concentrar para colocar a bola no meio do ‘fairway’ e depois o segundo ‘shot’ no ‘green’. Se fazemos dois ‘putts’ para Par, tudo bem, e se metemos o ‘putt’ para ‘birdie’, é um bónus. Mas o Par é um bom resultado na maioria dos buracos, sobretudo quando o vento sopra», acrescentou o golfista, de 24 anos.
Ontem, Lima entregou um cartão com o registo de 17 Pares e um ‘birdie’, hoje fez três ‘birdies’ e um ‘bogey’, naquele que foi o único buraco em que perdeu uma pancada para o Par nestas duas primeiras voltas. Para se ter uma dimensão do alto nível de jogo que está a praticar em Xangai, refira-se que apenas dois concorrentes fizeram melhores segundas voltas – o inglês Graeme Storm e o alemão Sven Struver, ambos com 69.
A jornada dois será completada amanhã de manhã (madrugada em Lisboa), mas enquanto tal não acontece Filipe Lima está empatado em terceiro com o malaio Danny Chia (71-70), o filipino Frankie Minoza (69-72) e o irlandês Peter Lawrie (69-72), a dois ‘shots’ do primeiro e à distância mínima do segundo, o escocês Paul Lawrie (140, 70-70), o último europeu a vencer uma prova do Grand Slam, por ocasião do Open Britânico de 1999.
\n \nO representante luso na \nalta-roda do golfe mundial confirma assim que está em nítido crescendo de forma \nna presente época. Este é o segundo ‘cut’ consecutivo que passa com distinção em \nterras chinesas, uma semana depois de ter atingido a fase final do Volvo China \nOpen, em Pequim, na segunda posição. Lima terminaria esta prova em 15º, o seu \nmelhor registo do ano, que lhe valeu um prémio de 20 mil euros e a subida de 29 \nlugares na Ordem de Mérito do European Tour, do 161º para 131º, com um total de \n38,8 mil euros em prémios. Na época passada ocupou a 73ª posição final nesta \ntabela, com 310 mil euros.\n \n«Na última semana o meu \njogo estava muito sólido e certamente que trouxe a embalagem», considera Lima. «Acho até que, em termos gerais, o meu jogo \nesteve melhor hoje, e o meu ‘chipping’ à volta dos ‘greens’ esteve \nparticularmente bom. Sempre que falhava um ‘green’, consegui um ‘chip’ para \nperto da bandeira. Por isso tudo está bem e sinto-me positivo para o \nfim-de-semana.»\n \nO BMW Asian Open, que \ncontou à partida com 156 participantes, é co-sancionado pelos circuitos Europeu \ne Asiático, distribuindo 1,8 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para \no vencedor. Verbas que são para distribuir somente pelos que passarem o ‘cut’ \namanhã de manhã. O ‘cut’ provisório estava hoje fixado em 147 \n(+3).\n \n",1]
O representante luso na alta-roda do golfe mundial confirma assim que está em nítido crescendo de forma na presente época. Este é o segundo ‘cut’ consecutivo que passa com distinção em terras chinesas, uma semana depois de ter atingido a fase final do Volvo China Open, em Pequim, na segunda posição. Lima terminaria esta prova em 15º, o seu melhor registo do ano, que lhe valeu um prémio de 20 mil euros e a subida de 29 lugares na Ordem de Mérito do European Tour, do 161º para 131º, com um total de 38,8 mil euros em prémios. Na época passada ocupou a 73ª posição final nesta tabela, com 310 mil euros.
«Na última semana o meu jogo estava muito sólido e certamente que trouxe a embalagem», considera Lima. «Acho até que, em termos gerais, o meu jogo esteve melhor hoje, e o meu ‘chipping’ à volta dos ‘greens’ esteve particularmente bom. Sempre que falhava um ‘green’, consegui um ‘chip’ para perto da bandeira. Por isso tudo está bem e sinto-me positivo para o fim-de-semana.»
O BMW Asian Open, que contou à partida com 156 participantes, é co-sancionado pelos circuitos Europeu e Asiático, distribuindo 1,8 milhões de euros em prémios, dos quais 247 mil para o vencedor. Verbas que são para distribuir somente pelos que passarem o ‘cut’ amanhã de manhã. O ‘cut’ provisório estava hoje fixado em 147 (+3).

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

50.º OPEN DE PORTUGAL


GOLFE – INTERNACIONAL
Reportagem de Luís Manuel Nogueira*

Bodas de Ouro do Open de Portugal e mais uma vitória em Portugal para PAUL BROADHURST

PAUL BROADHUST TORNOU-SE NO PRIMEIRO JOGADOR A IGUALAR SAM TORRANCE, O ÚNICO A VENCER O PRINCIPAL TORNEIO DA FPG EM DOIS ANOS CONSECUTIVOS DESDE O NASCIMENTO DO EUROPEAN TOUR EM 1973 E SOME AO SÉTIMO LUGAR DA ORDEM DE MÉRITO

O inglês Paul Broadhurst entrou para a história do Open de Portugal, já de si memorável, por ter celebrado a 50ª edição e com um prize-money de 1,25 milhões de euros, mas também por conseguir igualar o seu compatriota Sam ao vencer o Open de Portugal em dois anos consecutivos.
Para além de uma das mais prestigiantes provas do EuropeanTur se jogar num dos mais lendários campos da Europa e um dos mais conseguidos por Sir Henry Cotton.
Com o campo em condições fantásticas e um dia de verdadeiro verão algarvio, o último dia pertenceu, por inteiro a Paul Broadhurst, que depois de um jogo repleto de incerteza em relação ao vencedor, com o seu compatriota Anthony Wall a aproximar-se nos últimos buracos e foi só no já famosos buraco das decisões, o 18 do Penina, par 5 com 436 metros (ver caixa). Assim, Broadhurst tornava-se apenas no segundo jogador a ganhar o Open de Portugal em dois anos consecutivos, depois do escocês Sam Torrance o ter feito no Penina em 1982 e em Tróia em 1983. Curiosamente, o treinador de Broadhurst é Bob Torrance, o pai de Sam que, desta forma, ajudou o seu “pupilo” a igualar o recorde, até agora inédito, do filho.
Inédito para a era moderna do Open, isto é, desde que nasceu o European Tour, em 1973, uma vez que, se recuarmos aos primórdios da competição, houve outros dois bicampeões no Estoril: o espanhol Ramon Sota em 1969 e 1970, e o inglês Ken Bousfield em 1960 e 1961).
«Foi uma sensação de ‘déjà vue’ em relação ao que se passou no ano passado, tendo em conta a má forma com que vim para o torneio e o modo como o ganhei só no último buraco», concluiu Broadhurst, que não se esqueceu de agradecer ao seu psicólogo, John Page e ao seu ‘caddie’, Paul Smith, para além do seu treinador, Bob Torrance.
«O Open de Portugal passou a ser o meu torneio favorito e o Penina é o meu campo preferido neste país. Gostaria de regressar para o ano e tentar defender o título neste mesmo palco», acrescentou o agora hexacampeão (6) de torneios do European Tour, que, com os 208.330 euros embolsados, ascendeu do 13º ao 5º lugar na Ordem de Mérito Europeia, tendo saltado igualmente para o 7º posto do ‘ranking’ europeu da Ryder Cup. Aliás, recebeu um telefonema do seleccionador da Europa, o galês Ian Woosnam.
«Esta vitória deu-me ainda mais satisfação do que a do ano passado em Oitavos», concluiu o antigo jogador da Ryder Cup, que consideraria «incrível regressar à Ryder Cup, 15 depois de a ter jogado». Para Broadhurst, nada é impossível. Afinal, quando ganhou o Open no ano passado, em Oitavos, não vencia nada no Circuito Europeu há uma década!
Há um ano, no Oitavos Quinta da Marinha, Broadhurst também partiu para a última volta com 1 pancada de atraso do líder e beneficiou de um final dramático, dada a derrocada do escocês Paul Lawrie e do inglês Barry Lane. Desta feita, no Le Meridien Penina, elogiado por todos os jogadores e instituições envolvidas no Open, Broadhurst chegou ao buraco 16 com uma vantagem de 3 pancadas e parecia ter tudo controlado, mas o que não sabia era que Anthony Wall estava desenfreado, com 3 ‘birdies’ nos últimos 4 buracos, encerrando a sua prova com 16 abaixo do Par.
Subitamente, depois de 1 ‘bogey’ no 17, Broadhurst viu-se empatado a -16 e sabia que precisava de 1 ‘birdie’ no buraco 18 (Par-5) para ganhar ou de 1 Par para ir a ‘play-off’. Este último cenário não era do seu agrado, já que perdeu todos os 4 ‘play-offs’ que jogou na sua carreira. Depois de muito pensar, decidiu arriscar e sacou o ‘drive’ do saco. O 2º ‘shot’ para o ‘green’ com um ferro-5 é que poderia ter deitado tudo a perder: a bola sobrevoou o ‘green’ pela esquerda e foi embater numa espectadora.
«Fiz o ‘shot’ a pensar que se fosse para falhar, então que fosse à esquerda», explicou o bicampeão. A 15 metros da bandeira, no ‘rough’, a descer, fez um ‘chip’ que deu a sensação de beijar o buraco, tendo ficado a escassos 50 centímetros do mesmo. O ‘putt’ da vitória foi uma formalidade.
«Sabia que com o meu bom jogo curto, poderia sempre fazer um ‘birdie’ no 18», admitiu mais tarde. Quando lhe perguntaram pela importância do momento, limitou-se a responder: «A Ryder Cup tem um pouquinho mais de pressão do que o Open de Portugal». Aos 40 anos, a experiência conta, e o 50º Algarve Open de Portugal Caixa Geral de Depósitos coroou um grande campeão.

CLASSIFICAÇÃO
“Top-ten”

1º Paul Broadhurst (Inglaterra), 271 (64+69+71+67), -17, €208.330,00
2º Anthony Wall (Inglaterra), 272 (71+67+67+67), -16, €138.880,00
3º Andres Romero (Argentina), 273 (69+70+68+66), -15, €78.250,00
4º Ricardo Gonzalez (Argentina), 274 (73+66+64+71), -14, €57.750,00
4º Charl Schwartzel (África do Sul), 274 (69+70+67+68), -14, €57.750,00
6º José Manuel Lara (Espanha), 275 (71+70+68+66), -13, €43.750,00
7º Mattias Eliasson (Suécia), 277 (70+67+71+69), -11, €34.375,00
7º Markus Brier (Áustria), 277 (72+70+66+69), -11, €34.375,00
9º Jarmo Sandelin (Suécia), 278 (67+70+68+73), -10, €28.000,00
10º Brian Davis (Inglaterra), 279 (70+71+67+71), -9, €24.000,00
10º Niclas Fasth (Suécia), 279 (71+68+67+73), -9, €24.000,00
67º Tiago Cruz (Portugal), 290 (72+72+76+70), +2, €2.447,50

Campo
Nome: Le Meridien Penina Golf & Resort
Arquitecto: Sir Henry Cotton
Course Record: 64 pancadas; 2004 - Terry Price (AUS) Robert Karlsson (SWE)
2006 - Paul Broadhurst (ENG) Ricardo Gonzalez (Argentina)Competições:
Open de Portugal: 1973, 1975, 1977, 1978, 1982, 1998, 1999, 2000, 2004 e 2006
Comprimento em metros: Pro´s – 6273, Yellow – 5826, Blue – 5411, Red – 5140 Par: Championship Course - 73
SSS: Homens - 73 Senhoras - 73
À parte: O Penina Sir Henry Cotton Championship Course foi o primeiro campo a ser construído no Algarve, sendo a sua inauguração em 1966.Menções: O buraco nº 13 foi considerado um dos 500 buracos mais interessantes do mundo pela World Golf Magazine e em 2000, passou a constar no livro de golfe onde cita os 500 buracos mais interessantes do mundo.

Biografia e tipo de jogo de PAUL BROADHURST
Nascido em 14.08.1965 em Atherston - Inglaterra
Altura 1,82
Peso 82 Kgs
Profissional desde 1988
Casado desde 1991 e três filhos
Em 2005: Classificou em 22 no Ranking Europeu com um total de 924.505 euros
Este ano está em 7º lugar com 513.126 euros (após o Open de Portugal)
Sobre o Jogo em 2006:
Stroke Average: 69,83
Driving Accuracy 56,25 %
Driving Distance 277,73 (yards)
Average Putts per Round 27,79
Tacos: TaylorMade

*Jornalista associado da GTWA - Golf Travel Writers Association (IGATO)

REPORTAGEM FEITA COM O APOIO DA FIAT PORTUGUESA

segunda-feira, abril 17, 2006

Filipe Lima 15º no Open da China

Golfe – Internacional

Filipe Lima 15º no Open da China

O golfista português, que é apoiado pela Federação Portuguesa Golfe, classificou-se num excelente 15.º lugar em Pequim e subiu 29 lugares na Ordem de Mérito do principal circuito europeu de profissionais.

Filipe Lima obteve hoje a sua melhor classificação da época, ao terminar o Volvo China Open, em Pequim, empatado na 15ª posição com outros quatro jogadores, com um total de 285 pancadas, três abaixo do Par 72 do percurso do Honghua Internacional GC. Com esta classificação levou para casa um cheque de 20 mil euros e permitiu-lhe subir 29 lugares na Ordem de Mérito do European Tour. O Volvo China Open foi co-sancionado pelos circuitos europeu e asiático, tendo um ‘prize-money’ de 1,4 milhões de euros.
O nosso único representante a ‘full time’ no principal circuito europeu está agora mais próximo do 73º lugar que ocupou naquela tabela em 2005, então com 310 mil euros de prémios. Hoje, deu o primeiro passo para a recuperação ao registar o seu primeiro “top-20” da temporada, numa prova ganha pelo indiano Jeev Milkha Singh (275 pancadas).
Em Pequim, Lima esteve longe de se exibir no fim-de-semana ao mesmo nível das duas primeiras voltas, jogadas na quinta e na sexta-feira, dias em que se manteve na segunda posição com resultados de 67 e 69 pancadas. No sábado caiu para 18º, com um 77, e hoje subiu três degraus ao entregar um cartão final com 72.
Jogando ao lado do australiano Peter O’Malley, que terminou com 68 e subiu para oitavo, Lima protagonizou uma ronda algo irregular, com cinco ‘birdies’ (buracos 2, 5, 10, 12 e 17), três ‘bogeys’ (3, 11 e 16) e um duplo ‘bogey’ (8), este num Par 3 comprido, de 193 metros. Os Par 3 revelaram-se aziagos para o jogador, pois já na véspera fizera um triplo ‘bogey’ no buraco 4 (de 172 metros).
O jogador português procurará dar continuidade a esta subida de rendimento ainda em terras chinesas, onde a partir de quinta-feira compete no BMW Asian Open (dotado com 1,8 milhões de euros em prémios), que decorrerá no Tomson Shanghai Pudonc GC, em Xangai. O detentor do título, o sul-africano Ernie Els, não estará presente.

sexta-feira, abril 14, 2006


GOLFE – Internacional

Filipe Lima a uma pancada do líder no Open da China

O jogador português Filipe Lima, mantém o segundo lugar da classificação provisória após a segunda volta do Volvo Open da China, prova co-sancionada pelo European Tour que está a decorrer em Pequim


O português Filipe Lima mantém o segundo lugar no Volvo China Open, em Pequim, ao concluir a segunda volta ao percurso do Honghua International GC (Par 72) com 69 pancadas. E se ontem, com um cartão de 67, estava empatado com cincos adversários, agora são apenas três os que lhe fazem companhia, todos com 136. O líder inglês David Lynn soma 137 (68-67).
Depois de ter falhado o ‘cut’ em cinco das sete provas que disputou em 2006, o único representante luso na alta-roda do golfe mundial confirma desta forma que está de volta às boas exibições. Não só passou à fase final com distinção, como está na luta pelo triunfo nesta prova do calendário internacional do European Tour, co-sancionada com o circuito asiático e dotada com 1,4 milhões de euros em prémios (247 mil para o vencedor).
«Nos Opens da Madeira e de Portugal, já senti melhorias, mas ainda fiz asneiras», esclarece Lima, em declarações ao Gabinete de Imprensa da Federação Portuguesa de Golfe. «Na semana passada, desenvolvi um treino intensivo com o meu treinador e parece ter dado resultado. Trabalhámos muito o ‘putting’ e o ‘chipping’, que é onde se ganham pancadas. Tenho estado muito sólido aqui em Pequim, quase sem erros, batendo ‘drives’ para o meio do ‘fairway’ e ferros para o ‘green’ – depois os ‘putts entram ou não…»
Na primeira volta, jogada na quinta-feira, Lima obteve sete ‘birdies’ e dois ‘bogeys’, um deles no último buraco, com um ‘green’ a três ‘putts’, que o impediu de partilhar a liderança com o anterior líder, o francês Christian Cevaer. Hoje, iniciando a sua prestação no buraco 10, fez quatro ‘birdies’ (11, 14, 5 e 6) e um ‘bogey’ (3) para partilhar a vice liderança com o tailandês Prayad Marsaeng (69-67) e o zimbabwaeano Marc Cayeux (71-65), autor do melhor ‘score’ do dia.
Novamente a jogar com os seus novos tacos Titleist, após um interregno nos Opens da Madeira e de Portugal, para que as afinações nos ferros e madeiras fossem revistas, Filipe Lima conta também com o apoio pontual do ‘caddie’ do sueco Joakim Haeggman, ao qual não poupa elogios: «Tem-me transmitido tranquilidade e, além disso, erra pouco. E gosto da maneira como ele diz as coisas.»
Lima nega, no entanto, que esteja a pensar em abdicar de imediato do seu ‘caddie’ argentino Sergio Palma, com quem trabalha há ano e meio. «O Sergio não veio comigo até à China apenas porque não podia. Com ele fiz bons resultados a época passada, os problemas recentes vinham mais de mim. Mas vamos a ver, se continuar a jogar mal com ele…», salvaguarda o jogador.
Como curiosidade, refira-se, que o português teve uma visita inesperada de uma fã especial, a caddie chinesa que carregou o seu saco no Open da China do ano passado, no Shangai Silport Golf Club. «É incrível que ela tenha vindo de Shangai para me ver jogar. Hoje de manhã quando estava no tee, olhei para ela e pensei: ‘Eu conheço-te’. Ela disse-me então que tinha sido a minha caddie em Shangai e que tinha feito a viagem até Pequim para me apoiar», revelou o jogador português ao ‘press-office’ do European Tour. «Tirámos umas fotografias juntos e ela seguiu-me durante os 18 buracos», disse ainda Lima.

GABINETE DE IMPRENSA DA FPG / GOLF PRESS

quinta-feira, abril 13, 2006

Calendário de provas de 2006 do Clube Golfe Lancia


Golfe - Noticias

Calendário de provas de 2006 do Clube Golfe Lancia

1º Torneio - Aroeira II dia 13 de Maio
2º Torneio - Aroeira II dia 21 de Maio
3º Torneio - Aroeira I dia 01 de Julho
4º Torneio - Aroeira I dia 30 de Setembro
5º Torneio - Aroeira II dia 14 de Outubro
6º Torneio - Aroeira I dia 04 de Novembro

quarta-feira, abril 12, 2006

Pedro Figueiredo no 1º Lugar provisório do Ranking Nacional de Golfe Amador


Golfe – Amador

Pedro Figueiredo no 1º Lugar provisório do Ranking Nacional de Golfe Amador

Pedro Figueiredo, 14 anos, Vice-Campeão Nacional de Amadores passou para o primeiro lugar do Ranking Nacional de Golfe Amador, a par com António Rosado, após o segundo lugar obtido no passado fim-de-semana no Terceiro Torneio do Circuito Tranquilidade que teve lugar no Amarante Golf Club.
“É muito bom estar na liderança do Ranking, mesmo que em conjunto com o António Rosado. Agora só espero no próximo Torneio ter um bom desempenho para o superar apesar de saber que ele é um excelente jogador”, referiu Pedro Figueiredo de 14 anos.
O golfista da Quinta do Peru está este fim-de-semana em França, Toulose, para disputar o French Boys, Campeonato Internacional Sub-18. Amanhã e Sexta-feira realiza-se o apuramento e a partir de Sábado o Match Play com os 32 melhores jogadores apurados.
Depois de vários títulos nacionais amador, Pedro Figueiredo é uma das promessas do golfe português e um dos jogadores com maior número de internacionalizações para a sua idade.

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...