segunda-feira, junho 28, 2004

Golfe (Torneios)

Open Golfe do Morgado


JOSÉ DIAS E ALLAN SWEENEY PARTILHAM COMANDO
FORAM OS ÚNICOS A JOGAR ABAIXO DO PAR MAS ANTÓNIO SOBRINHO, A APENAS DOIS ‘SHOTS’, ACREDITA QUE AINDA PODE GANHAR AMANHÃ


Um dia depois do Portugal-Inglaterra para o Euro2004 em futebol, Allan Sweeney fez questão de, simpaticamente, sublinhar que é oriundo «da Escócia e não da Inglaterra». Em boa hora o faz, pois irá partir amanhã (Sábado), empatado com um português – José Dias – para a segunda e última volta do Open Golfe do Morgado, que a PGA de Portugal começou a organizar hoje (Sexta-feira), neste campo algarvio.
A presença de José Dias à cabeça do ‘leaderboard’ de um evento do Mota Engil PGA Portugal Tour 2004 não é novidade, porque o profissional do Oceânico Developments já tinha comandado o Campeonato Nacional de Profissionais Mota Engil, em Abril, no final dos primeiros 18 buracos.
Em Amarante, o algarvio de Palmares arrancou um bom cartão de 68 pancadas (Par) no primeiro dia, mas hoje, no Golfe do Morgado, fez ainda melhor, com uma primeira volta de 71 pancadas, duas abaixo do Par.
«No último mês, quase não tenho dado aulas, porque tem havido poucos clientes, pelo que tenho treinado mais. Jogo todos os dias», disse José Dias, que fez «três ‘birdies’ e um ‘eagle’».
A grande novidade foi, no entanto, o escocês de 22 anos, que está a participar no seu primeiro evento do Circuito Profissional Português, apesar de «viver em Portugal há 12 anos», onde, aliás, efectuou a sua escolaridade.
«No ano passado, joguei no EuroPro Tour, mas o Manuel Baptista (o director-técnico do Sheraton Pine Cliffs) convenceu-me a fazer-me sócio da PGA de Portugal. É a ele que devo estar a jogar este torneio», explicou Allan Sweeney, que representa o campo algarvio de Pinheiros Altos, onde a principal, figura é, sem dúvida alguma, o ex-nº1 europeu Lee Westwood. «Quem me dera poder chegar um dia onde ele chegou», desabafou o jovem escocês, que virá, seguramente, transmitir maior competitividade ao Mota Engil PGA Portugal Tour de 2004, até porque, segundo as suas próprias palavras, as 71 pancadas de hoje foram conseguidas «apesar de ter cometido demasiados erros no ‘putt’».
José Dias e Allan Sweeney têm uma vantagem de dois ‘shots’ sobre António Sobrinho, que não conseguiu melhor do que igualar o Par do campo (Par 73), em grande parte devido a quatro ‘bogeys’ nos primeiros nove buracos. Felizmente para ele, um ‘eagle’ no 10 elevou-lhe o moral, mas o que o deixou verdadeiramente satisfeito foi o ‘save’ efectuado no 14, onde meteu a bola no lago, mas conseguiu-a tirar lá de dentro com um ‘shot’ directo para o ‘green’. «Foi um Par limpinho», rejubilou o octocampeão nacional.
O profissional de Vale do Lobo acredita piamente que tem «boas hipóteses de recuperar as duas pancadas de atraso» e que tudo estará em aberto amanhã na luta pelo título.
Entretanto, como o Mota Engil PGA Portugal Tour 2004 se disputa num sistema de ‘Pro-Am’, há também uma classificação paralela em que entram os resultados dos amadores, jogando-se no sistema de melhor bola (‘better ball’). O melhor resultado do dia pertenceu à equipa do profissional José Dias com o amador Carlos Silva (23 de ‘handicap’), que totalizou 61 pancadas, nove abaixo do Par, perseguidos, por um ‘shot’, pelo profissional sueco Jonas Jakobsson (Penha Longa), associado ao amador português Manuel Gomes (22).
Os principais resultados da primeira volta do Open Golfe do Morgado foram os seguintes:
Profissionais
1º José Dias (Oceânico Developments), 71 pancadas (-2).
1º Allan Sweeney (Pinheiros Altos), 71 (-2).
3º António Sobrinho (Vale do Lobo), 73 (Par).
4º Jonas Joakobsson (Penha Longa), 75 (+2).
4º Peter Ashdown (Florida Golf), 75 (+2).

GABINETE DE IMPRENSA DA PGA DE PORTUGAL
Business (Aviação)

COMUNICADO


Nos últimos meses têm surgido suspeitas recorrentes sobre as práticas comerciais da Air Luxor na rota da Madeira, sobre as quais esta Companhia entende dever esclarecer o seguinte:

a) A Air Luxor paga comissões diferenciadas em função dos vários produtos que oferece. Como é normal em qualquer actividade comercial os produtos de maior valor/contribuição (tarifas full fare económica e executiva) têm comissões mais altas que as tarifas restritivas, com o objectivo comercial legitimo de incentivar a venda dos produtos de mais alto valor e contribuição. De referir que estes produtos são, naturalmente, mais caros pelo seu valor acrescentado oferecido ao passageiro, nomeadamente ao nível de conforto, prioridade no embarque, nível de serviço, possibilidade de alteração do bilhete sem qualquer penalização, isenção de qualquer penalização em caso de não comparência ao voo e duração do bilhete por um ano contra um a três meses nas tarifas com restrições (obrigando naturalmente a que o bilhete e a reserva seja mantida no inventário de lugares e no sistema de reservas por um período muito longo, com os inerentes custos).

b) Como todas as Companhias Aéreas, a Air Luxor paga comissões às agências de viagens suas clientes pelos bilhetes emitidos, constituindo a venda de passagens aéreas uma das principais actividades das agências de viagens e as comissões a sua principal fonte de remuneração. O nível da comissão é da exclusiva responsabilidade do transportador, não existindo limitações legais, nem limites inferiores nem superiores. As agências de viagens são igualmente livres de fazer os descontos que entenderem aos seus clientes. O maior ou menor nível de comissão ou desconto afecta apenas a rendibilidade do lugar vendido.

c) Os valores que constam impressos nos bilhetes correspondem às classes de reserva vendidas e estão em conformidade com as tarifas publicas previamente aprovadas pelas autoridades (INAC e Inspecção Geral de Finanças). O agente paga à Companhia aérea o valor facial do bilhete deduzido da comissão acordada. A Companhia Aérea não coloca restrições ao preço subsequente de venda ao público. Podemos adiantar, no entanto, que a tendência da indústria é o trespasse de parte significativa ou totalidade das comissões recebidas das Companhias Aéreas aos seus clientes debitando depois uma taxa de gestão. As condições de mercado e concorrência entre as agências de viagens influenciam as decisões a este nível.

d) Na legislação em vigor aplicável às obrigações de serviço não existe qualquer imposição ou restrição em matéria de comissões ou descontos.

e) Apesar das linhas da Madeira serem operadas em regime de serviço público e as tarifas de residentes e estudantes serem objecto de um subsídio por parte do Estado, este não é nunca lesado porque as comissões ou descontos são exclusivamente suportados respectivamente pela Companhia ou Agências (componente extra subsídio) e pagas num curto espaço de tempo. Os subsídios, que no caso da Air Luxor ascendem a cerca de 8 milhões de euros ainda em divida pelo Estado à Air Luxor, têm sido pagos com um atraso de cerca de 18 a 24 meses sobre a realização efectiva do transporte. Assim, a realidade é que a Air Luxor tem subsidiado as obrigações do estado e não o inverso.

A Air Luxor tem cooperado de forma activa com as autoridades portuguesas que tenham ou venham a solicitar quaisquer esclarecimentos e aguarda serenamente a conclusão das diligências efectuadas, na certeza de que todo o processo é, absolutamente, transparente.

ESTE COMUNICADO É DA RESPONSABILIDADE DA AIRLUXOR

quinta-feira, junho 24, 2004

Business (Aviação)

Novos voos para Boston da Azores Express


Na temporada de verão, os passageiros da Azores Express têm garantidas novas ligações para Boston - EUA e São Miguel – Portugal, com ligações às terças, quartas, sextas-feiras, e sábados.
As frequências directas para Lisboa à partida de Boston são realizadas aos domingos, quartas e quintas-feiras.
Os passageiros da Azores Express, podem voar directamente aos domingos entre Boston e a Ilha Terceira com regresso às terças-feiras. Outra novidade é a ligação entre Boston e o Porto, com saídas às quartas-feiras.
em www.azores-express.com.

terça-feira, junho 22, 2004

Golfe (Torneios Internacional)

Welsh Open Amateur Stroke Play Championship

HUGO SANTOS OBTEVE O SEU MELHOR RESULTADO NAS ILHAS BRITÂNICAS, AO FICAR EM 18º LUGAR, TENDO SIDO O ÚNICO PORTUGUÊS A PASSAR O CUT

Foi preciso esperarmos pelo último torneio da digressão às Ilhas Britânicas organizada pela Federação Portuguesa de Golfe (FPG), para vermos Hugo Santos ao mais alto nível. No Welsh Open Amateur Stroke Play Championship, organizado pela Welsh Golf Union, no Royal Porthcawl Golf Club (Par-72), Hugo Santos conseguiu um positivo 18º lugar, diante de alguns dos melhores golfistas europeus.
O eleito Jogador do Ano da FPG no final de 2003 conseguiu o nono melhor resultado, mas, contando com os empatados, terminou no 18º lugar, agregando 303 pancadas, 15 acima do Par, num campo extremamente difícil em que apenas um jogador, o campeão islandês Heidar Bragason, conseguiu bater o Par, totalizando 286 (-2) pancadas.
Hugo Santos, que não passara o cut no St. Andrews Links Trophy, no British Amateur, no Scottish Open Amateur Stroke Play Championship e no Brabazon Trophy, encerrou, finalmente, essa série negra de maus resultados com voltas de 74, 75, 76 e 78.
Miguel Franco de Sousa fez o imprescindível balanço: «No geral, tivemos resultados pontuais satisfatórios, embora ficassem aquém das nossas expectativas. Só no Brabazon não tivemos nenhum jogador a passar o cut. Nos outros torneios, só o facto de passar um jogador à segunda fase já é positivo».
«Agora, a finalidade deste intenso quadro competitivo é preparar o Campeonato do Mundo. Nesse sentido, creio que foi extremamente importante a presença da equipa técnica, durante as cinco semanas, nas Ilhas Britânicas, onde esteve a avaliar profundamente os jogadores, quer a nível psicológico, quer físico, técnico e táctico, a fim de tirar as devidas ilações e preparar o Campeonato do Mundo. De qualquer forma, os nossos jogadores já demonstraram que fazem parte da elite do golfe europeu e, por isso, esperávamos melhores prestações. Mesmo assim, estamos convictos de que os resultados foram positivos. No Welsh Open Amateur Stroke Play Championship conseguimos mais um top-20, com o resultado do Hugo, e isso demonstra que o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com os jogadores, clubes e respectivos treinadores, sob a coordenação do treinador nacional Sebastião Gil, já começou a dar frutos», concluiu o Gestor do Projecto Pequim 2008 da FPG.
Gabinete de Imprensa da F.P.G.

Welsh Open Amateur Stroke Play Championship
1º H Bragason (Islandia), 286 pancadas (72+69+69+76), -2
2º G Wolstenholme (Kilworth Springs), 291 (80+70+69+72), +3
3º T Hunter (Ilford), 295 (76+73+73+73), +7
4º J Williams (Pontypridd), 295 (75+70+73+77), +7
5º D Richards (Kington), 297 (80+71+69+77), +9
6º T Dykes (Wrexham), 297 (75+77+72+73), +9
7º M Skelton (Middlesborough), 297 (75+72+74+76), +9
8º R McGowan (Banstead Down), 298 (75+74+75+74), +10
9º J Shield (Oxfordshire), 298 (75+73+74+76), +10
10º B Westgate (Perranporth), 298 (75+72+74+77), +10
18º Hugo Santos (Portugal), 303 (74+75+76+78), +15

segunda-feira, junho 21, 2004

Golfe (Torneios)

1º Torneio Nacional NBG

Vai ter lugar no dia 26 e 27 de Julho no campo de golfe Aroeira I, a primeira edição do Torneio Nacional NGB, com o reconhecimento da FPG. O torneio terá a participação 120 jogadores.

Informações: Telefone: 214675366
Golfe (Noticias)

Abertura do novo campo de golfe RIBAGOLFE II

A poucos quilómetros de Lisboa, em Santo Estevão, vai abrir na próxima sexta feira dia 26, o mais recente campo de golfe, o Ribagolfe II. Trata-se de um campo de 18 buracos, par 72 com 6.214 metros das (marcas brancas).
O Ribagolfe é um conjunto de dois campos de 18 buracos. O Ribagolfe I vai ser inaugurado em Setembro e trata-se de um campo mais competitivo. Para ambos os casos já foi publicado os preços de green fee, e as subscrições. Assim; o green fee vai de 32 euros preço semana para sócios de clubes nacionais aos 60 euros preço de fim-de-semana. Quanto ás subscrições, o valor vai de 600 euros para Júnior (até 18 anos) aos 1. 800 euros para Familiares. Também no green fee jogadores até aos 18 anos têm um desconto de 50%.
O Campo dispõe ainda de todas as infraestruturas de apoio e Driving Range

Contactos: Telefone 263949306 – Fax: 263949357

terça-feira, junho 15, 2004

Golfe (Torneios)

2º Torneio de Golfe Banif

Vai ter lugar no dia 10 de Julho no campo de golfe Quinta do Peru, em Azeitão, mais uma edição do Torneio de Golfe Banif.
O torneio, é destinado a clientes e convidados desta instituição bancária, que para além do torneio coloca á disposição dos acompanhantes a possibilidade de terem o primeiro contacto com a modalidade, através da clínica de golfe. O torneio é seguido de almoço e entrega de prémios.
O torneio é disputado na modalidade de Stableford, com abonos máximos de 24 hcp – Homens e 28 hcp – Senhoras.

60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...