sexta-feira, março 11, 2016

Academia de Golfe de Lisboa – O golfe no centro da cidade


Desde de Setembro do ano passado, que esta a funcionar um dos maiores e melhores centro de ensino de golfe em Portugal, AGL- Academia de Golfe de Lisboa. Este complexo de ensino tem na sua génese formar atletas para a Alta competição. Mas a AGL vai mais longe graças a um plano de uma gestão integrada, que contribui para tornar a modalidade mais acessível a todo a população em geral, partivando preços muito acessiveis. No ponto de visto do ensino, a AGL possui quatro treinadores credenciados, segundo as exigências europeias. Esta equipa é liderada pelo professor Mário Jorge Silva, Treinador de Golfe – Grau IV e Profissional de Golfe. Além tutelar dos cursos de Treinadores de Golfe – FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE GOLFE, entre outras habilitações académicas. No que respeita à administração dos programas de ensino, estão são os mais evoluídos que se praticam no mundo golfe, acompanhados por meios tecnologicamente avançados, entre eles o (Pro-Tracer). Este sistema está também disponível para todos os jogadores que usem o Driving Range. Este com 42 postos, 21 dos quais cobertos. Os jogadores, podem usufruir de um putting green de uma zona de chipping e treino de bunkers. Todas as referidas áreas de treino têm iluminação. Um campo de Pitch&Putt Este moderno campo, é composto por seis buracos de par 3, essencial para colocar em prática o jogo curto e ideal para os novos jogadores colocarem em prática todo a sua aprendizagem. Um “jóia” no centro da capital. 
O complexo da AGL, é composto por recepção e loja de golfe, e um espaço gastronómico; GolfSpot, que para além de “servir” os mais exigentes golfistas, esta também aberto para jantares. Um espaço que abraça duas cozinhas; a internacional e a japonesa em prefeita simbiose. O GolfSpot usufrui de uma localização privilegiada, inserido num agradável ambiente paisagístico. 

sexta-feira, novembro 06, 2015

NBO Golf Classic Grand Final

RICARDO MELO GOUVEIA MANTÉM Nº1 DO RANKING E ESTÁ A 1 SHOT DO LÍDER

O JOGADOR DO TEAM PORTUGAL CONTINUA BEM POSICIONADO PARA CONQUISTAR AMANHÃ O SEU SEGUNDO TÍTULO DA ÉPOCA NO CHALLENGE TOUR, MAS DOIS DOS SEUS RIVAIS NA LUTA PELO Nº1 DA CORRIDA PARA OMÃ APROXIMARAM-SE NO PENÚLTIMO DIA DO TORNEIO

Ricardo Melo Gouveia chegou a liderar hoje (sexta-feira) a NBO Golf Classic Grand Final e pelo terceiro dia seguido terminou a volta a 1 pancada da liderança. Paralelamente, continua a comandar a Corrida para Omã, o ranking do Challenge Tour, a segunda divisão do golfe profissional europeu. No entanto, embora tudo pareça sorrir ao nº1 português e nº115 do ranking mundial, a verdade é que registou hoje o seu segundo pior resultado da época no Challenge Tour, cumprindo a terceira volta em 76 pancadas, 4 acima do Par do campo desenhado por Greg Norman no Almouj Golf, em Muscat. O algarvio de 24 anos desceu do 2º lugar para o grupo dos 6º classificados, com 210 pancadas, 6 abaixo do Par, depois dos dois cartões de 67 (-5) nos dois primeiros dias do torneio de 375 mil euros em prémios monetários. Em 2015, pior do que hoje, só mesmo as 75 pancadas, 5 acima do Par, da primeira volta do Cordon Golf Open, em França, em setembro, o único dos 18 torneios que disputou este ano em que falhou o cut.
Todos os jogadores vinham-se mostrando surpreendidos por o vento ainda não ter soprado forte nos dois primeiros dias da NBO Golf Classic Grand Final, pois tinham memórias da terrível ventania de 2014. Hoje refrescaram essas memórias e, sobretudo nos bonitos buracos junto ao mar arábico, o campo revelou todas as suas dificuldades.
«Hoje esteve sem dúvida muito mais vento, muito mais difícil, o campo não estava a dar “abébias” nenhumas e isso viu-se nos resultados. Em geral, toda a gente jogou pior e, sim, foi um dia muito difícil», reconheceu.
E depois de na quarta e na quinta-feira Ricardo Melo Gouveia só ter sofrido 1 bogey em 36 buracos, hoje foi penalizado por 1 triplo-bogey, 1 duplo-bogey e 2 bogeys, com destaque para a série negra de 5 “shots” cedidos em três buracos seguidos (7, 8 e 9), exatamente no momento em que coliderava o torneio com o dinamarquês Joachim B. Hansen com -11.
«Fiz dois maus bogeys seguidos (nos buracos 7 e 8) e a partir daí parece que desconcentrei-me um pouco, dei um mau tee-shot do 9, onde fiz um triplo-bogey e depois foi sempre a correr atrás do resultado, o que, com as condições que estavam, não houve depois muitas oportunidades de birdie. O putt do 7 (para Par) tinha cerca de 3 metros, o do 8 (depois de um bom “bunker-shot”) era um bocadinho mais pequeno. Foram dois putts que deveriam ter entrado, eram os putts que ontem e anteontem entravam e hoje não», lamentou-se.
Como o próprio reconheceu, a sua concentração foi abalada e afetou a saída no 9, que já levava demasiado efeito para a esquerda e que foi ainda mais acentuado pelo forte vento. O resultado foi a bola embater num dique de pedras e ir parar ao mar. Na segunda pancada de saída, Melo Gouveia enviou a bola a um bunker à direita do fairway. O “bunker-shot” à bandeira foi espetacular, mas terminou depois com 3-putts.
«No 7 e no 8 já se começava a sentir um o vento. São buracos mais expostos ao vento e estava difícil de “patar”. Não estive a bater na bola como normalmente, não estive 100% confiante no meu jogo comprido. Hoje até bati bem de manhã antes de ir para o campo, mas depois, os maus swings no 9 afetaram-me», explicou.
Foi uma série que custou caro ao profissional do Guardian Bom Sucesso Golf, pois até tinha começado bem, com Par-Par-birdie nos três primeiros buracos. Mas se é certo que passou por uma tormenta no final do “front nine”, não é menos verdade que mostrou capacidade de reação e muita vontade de lutar no “back nine”, com 2 birdies (nos buracos 12 e 16) e 1 duplo (13).
É essa vontade de lutar que lhe permite estar confiante de que poderá voltar amanhã (Sábado) aos bons resultados: «É uma questão de apanhar o ritmo e de amanhã fazer de novo uma boa volta. No final, depois daquilo que fiz e meio da volta de hoje, acho que 4 acima do Par, não sendo uma boa volta, acabou por ser OK. Amanhã está tudo em aberto».
O dinamarquês Joachim B. Hanson tem liderado o torneio todos os dias mas desta vez tem de partilhar o comando com mais quatro jogadores com um agregado de 209 pancadas, 7 abaixo do Par: o espanhol Nacho Elvira, os ingleses James Robinson e Callum Shinkwin, e o sueco Jens Dantorp.
A apenas 1 pancada de distância dos líderes está um grupo de três jogadores no 6º lugar, com Ricardo Melo Gouveia, o inglês Ryan Evans e o sul-africano Brandon Stone. E também a somente 2 pancadas dos comandantes há ainda cinco jogadores empatados no 9º lugar, entre os quais o espanhol Borja Virto Astudillo, um dos três jogadores que matematicamente ainda podem impedir Ricardo Melo Gouveia de ser coroado amanhã n.º1 do ranking do Challenge Tour. Borja Virto Astudillo aproximou-se e tem de ganhar o torneio e esperar que o português não fique no top-2. A outra grande ameaça é o francês Sebastien Gros que só precisa de ficar à frente de Melo Gouveia e neste momento está 2 pancadas atrás, no grupo dos 14º classificados. Bem arredado da corrida parece o sueco Bjorn Akesson, que tombou para o 34º posto (+3).
No início do torneio, Melo Gouveia tinha uma vantagem de 3.980 euros sobre Gros e de 22.160 euros sobre Virto Astudillo. Em Omã, o Gabinete de Imprensa do Challenge Tour tem atualizado diariamente o ranking (virtual) e neste momento, Melo Gouveia parte para o último dia com mais 11.955 euros do que Gros e mais 26.026 do que Virto Astudillo.
Amanhã (Sábado dia 8 de Novembro), Ricardo Melo Gouveia joga no antepenúltimo grupo com o espanhol Borja Virto Astudillo e o inglês Ryan Evans a partir das 09h57.
A NBO Golf Classic Grand Final merece transmissão televisiva em todo o Mundo. Em Portugal, os direitos são da SportTV que, no seu canal 4,
mostrará o resumo da última à meia-noite e meia.
TEXTO: GABINETE DE IMPRENSA DO TEAM PORTUGAL

quinta-feira, outubro 15, 2015

Halcon Viagens lança uma grande promoção para a ilha do Porto Santo.


Com um programa de sete dias em pensão completa no Hotel Vila Baleira 4****, (bebidas não incluídas nas refeições) por 399 euros (valor por pessoa  de alojamento em quarto duplo), com taxas incluídas
Este programa inicia-se entre 31 de Outubro e 12 de Março com partida exclusiva aos sábados. Consulte, não obstante as datas de partida uma vez que a operação é interrompida de 19 Dezembro a 13 Fevereiro
Para além do extraordinário clima desta ilha, para os amantes do golfe, esta é uma excelente hipótese para desfrutarem de uma dos melhores traçados desenhados por Seve Ballesteros. (valores de green fee, e outros não incluídos)
Reservas por e-mail para:

segunda-feira, setembro 28, 2015

9º Portugal Masters

O ANTIGO Nº1 MUNDIAL E RECENTE VICE-CAMPEÃO DO OPEN DE ITÁLIA E O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE CAMPEONATOS DO EUROPEAN TOUR NO PRINCIPAL TORNEIO PORTUGUÊS DE GOLFE. EM VILAMOURA


Martin Kaymer pretende desforrar-se no Portugal Masters do sabor amargo com que saiu do Open de Itália há duas semanas, onde por pouco não conquistou o seu 12º título no European Tour.
O antigo nº1 mundial, de 30 anos, só perdeu em Milão no play-off com o sueco Rikard Karlberg.
Será a sua sexta visita a Vilamoura e embora nunca tenha ganho o troféu do torneio de dois milhões de euros em prémios monetários, obteve um excelente 7º lugar (empatado) no ano de estreia, em 2007, quando a sua primeira volta de 61 pancadas fixou um novo recorde do campo. O jogador que possui residências em Mettmann (Alemanha) e Scottsdale (Arizona, nos Estados Unidos) acredita que o ambiente descontraído do Algarve tende a soltar o melhor de si.
«É um torneio muito bom – disse – e acho que deveria ser ainda mais reconhecido do que é. O campo de golfe é brilhante e quando o trabalho diário termina é muito agradável visitar a marina à noite. Tem tudo o que poderemos desejar num torneio».
«No Oceânico Victoria pode-se alcançar números baixos e é um campo bem divertido para se jogar, principalmente os últimos buracos. O 15 é um Par-4 bom para o drive, o 16 é um Par-3 traiçoeiro, o 17 é um Par-5 entusiasmante onde se pode fazer facilmente tanto um birdie como um bogey e no último é preciso ser-se corajoso para tentar fazer um birdie. É um final muito excitante, tanto para os jogadores como para os fãs», acrescentou.
A sua última aparição no mais importante torneio de golfe português data de 2013, quando integrou o grupo dos 13º classificados, no ano em que venceu o britânico David Lynn.
Desde então, o atual 12º classificado na Corrida para o Dubai do European Tour e 20º do ranking mundial duplicou a sua coleção de títulos do Grand Slam, ao conquistar o US Open de 2014, para juntar ao PGA Championship de 2010, integrou a seleção europeia que venceu a Ryder Cup no ano passado e venceu o PGA Grand Slam of Golf, também em 2014.
Foi um grande 2014, mas o seu último título em solo europeu foi o prestigiado Alfred Dunhill Links Championship em 2010 e na Europa Continental o jejum data desde o KLM Open, também em 2010.
«Nos últimos tempos, o meu jogo voltou a um estado de forma decente e só preciso de algumas afinações, principalmente no meu jogo curto», referiu o jogador que é conhecido pelo rigor com trabalha os detalhes técnicos.
«Foi isso que provavelmente me custou o título em Itália. É ótimo estar a competir de novo com mais regularidade na Europa, porque podemos visitar países diferentes e vivenciar culturas distintas. Quando estou nos Estados Unidos sinto a falta disso, pelo que é bom regressar a espero averbar rapidamente outra vitória», concluiu o alemão que foi 12º classificado nos dois últimos Majors, o British Open e o PGA Championship.
Martin Kaymer terá a companhia de Thomas Bjorn no Oceânico Victoria Golf Course, um jogador que bem conhece, pois foi o seu parceiro de pares nos fourballs na última Ryder Cup. 
Tal como Kaymer, Bjorn optou por não competir no Portugal Masters depois da estrondosa vitória da Europa em Gleneagles, na Escócia, mas o dinamarquês está satisfeito por retornar a um torneio que jogou sempre entre 2007 e 2013.
«No ano passado foi a primeira vez que faltei ao Portugal Masters. Isso, só por si, mostra como gosto do torneio. É um daqueles em que muitos dos jogadores querem estar todos os anos, porque é uma semana simpática e descontraída, porque é ótimo ter o hotel dentro do campo, porque nesta altura do ano o tempo costuma estar bem bom e porque o campo oferece habitualmente muitas oportunidades de birdie», elucidou o também presidente da Comissão de Campeonatos do European Tour.

«O meu registo na prova não é tão bom quanto eu gostaria, mas em 2013 fiz uma segunda volta de 63 pancadas, pelo que sei que posso atingir números baixos nesse campo. No ano passado faltei porque precisei de tirar algum tempo de folga depois da Ryder Cup, mas estou desejoso de voltar este ano», frisou o campeão de 15 títulos no European Tour, que é ainda o vencedor do último Open de Portugal, em 2010.

Press Release e fotografia
Assinatura de fotografia: Getty Images

segunda-feira, setembro 14, 2015

Oitavos Dunes sobe no ranking da Golf Magazine

O Oitavos Dunes subiu no ranking dos 100 melhores Golf Courses do Mundo da prestigiada publicação Golf Magazine

Os Oitavos Dunes, é um dos três campos da Europa Continental que integram a lista e o melhor da Península Ibérica. A Golf Magazine divulgou na sua edição de Outubro de 2015, que o Oitavos Dunes ficou classificado na 58ª posição do ranking, ganhando 7 posições relativamente ao Top 100 de 2013, reconhecendo a sua excecional localização, qualidade do campo, o desenho do seu percurso, a sensibilidade ambiental e também a manutenção permanente de que é alvo.
O Oitavos Dunes, o único campo português a integrar o Top 100 da Golf Magazine de uma forma recorrente desde 2009, é um Links (pela sua proximidade do mar) que ocupa uma área de 55 hectares, está implantado na zona do Guincho com uma frente alargada ao Oceano Atlântico, com vistas soberbas para Lisboa, Cascais, cabo da Roca e Sintra e que se destaca por estar ambientalmente integrado numa zona de pinheiros e dunas.
“É uma grande distinção para o Oitavos Dunes, o único golf course português a integrar o ranking de 2015 da Golf Magazine, um campo desafiante, competitivo e difícil, com uma localização soberba em frente ao Oceano Atlântico”, disse Miguel Montez Champalimaud, administrador da sociedade proprietária do Oitavos Dunes.
“Esta distinção é mais uma vez uma forte incentivo a continuarmos a investir na melhoria das condições do Oitavos Dunes mas é também uma grande responsabilidade para o futuro porque queremos que se mantenha entre os 100 melhores golf courses do mundo”, acrescentou.
O Oitavos Dunes tem cerca de 120 sócios, a grande maioria estrangeiros e entre estes alguns residentes em Portugal, sendo uma infraestrutura de grande importância para o turismo em Cascais  uma vez que integra um complexo hoteleiro, o The Oitavos hotel, uma unidade de 5 estrelas, com 140 espaçosos quartos (têm áreas de pelo menos 64m2 e estão configurados como uma suite em open-space com casa de banho integrada – Lofts) e duas suites.
Para a Golf Magazine o melhor campo do mundo é o Pine Valley, em Pine Valley nos Estados Unidos, seguido do Cypress Point, em Pebble Beach, na California, nos Estados Unidos, e o terceiro o consagrado St. Andrews (Old Course), na Escócia.
Como curiosidade, refira-se que o campo europeu continental melhor classificado é o Morfontaine, em Senlis, França, ocupando a 45ª posição, seguindo-se o Oitavos Dunes na 58ª posição e o Valderrama, em Sotogrande, Espanha, na 99ª posição.

quarta-feira, setembro 02, 2015

XXI Taça Fundação AXIS PONTE DE LIMA

O próximo dia 5 de Setembro vai-se realizar o torneio um torneio de golfe comemorativo dos vinte anos da inauguração do campo de golfe AXIS PONTE DE LIMA, com a organização da “XXI Taça Fundação”.
Este evento tem um programa exclusivo com inicio às 13 horas. O torneio vai-se realizar na modalidade Stableford individual por categorias.
Depois entre as 17h e as 18h haverá uma clínica de golfe – baptismo de golfe).
Ás 19h30 terá lugar a cerimónia da entrega de prémios e sorteios; seguindo-se o Jantar volante pelas 20h30, que culminará com a animação DJ Golf Party pelas 22 horas.


segunda-feira, agosto 17, 2015

VIII EDIÇÃO DO HILTON VILAMOURA GOLFE CUP 2015

Realiza-se no dia 19 de Setembro, um dos mais aguardados eventos de golfe que se realiza na região algarvia, o HILTON VILAMOURA GOLFE CUP. 

Este evento tem vindo a repetido o sucesso ano após ano e proporciona uma excelente oportunidade para os golfistas amadores testarem a sua habilidade num desafio amigável, seguido de convívio. 
Durante o dia, cerca de 60 jogadores de golfe reúnem-se para o já tradicional torneio, que terá lugar no Oceânico Pinhal. Na edição do ano passado João Carlota, recentemente promovido a profissional de golfe, foi consagrado o vencedor absoluto. 
Para Fernando Nogueira, profissional da PGA Portugal e Director de Golfe do hotel refere que “mais do que um torneio, esta é uma oportunidade única para reunir os amantes do golfe, uma modalidade que tem cada vez mais adeptos em Portugal”. 
Depois do torneio os jogadores podem usufruir das facilidades do hotel, experimentar a condução de alguns modelos da Porsche, ou relaxar com uma mini-massagem Shiatsu. 
Torneio termina com um almoço Buffet cuidadosamente preparado pelo Chef André Simões e muito bem acompanhado pela excelência dos vinhos Reynolds. 
O vencedor do torneio será conhecido após o almoço ficando a entrega dos prémios a cargo de Dinis Pires, Director Geral do Hilton Vilamoura, e Fernando Nogueira, Profissional de Golfe. 


60.º Open de Portugal at Royal Óbidos - Vitória do francês Pierre Pineau

  PIERRE PINEAU CONQUISTOU O SEU PRIMEIRO TÍTULO, É O SEGUNDO FRANCÊS A VENCER O TORNEIO E BATEU DOIS COMPATRIOTAS NUM PLAY-OFF DE LUXO. TOM...